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Kit para diagnosticar aids será produzido no país

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O objetivo do ministério é conseguir aumentar o número
de mães que identificam essas doenças ainda
no pré-natal e evitar que os bebês tenham sequelas.

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Kit para diagnosticar aids será produzido no país

  1. 1. Saúde na mídia Brasília, 18 de novembro de 2011 Correio Braziliense/BR Ministério da Saúde | Alexandre Padilha Kit para diagnosticar Aids será produzido no país BRASIL Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press - 4/5/11 co doenças, mas a tecnologia permite incluir teste de até 100 enfermidades no mesmo kit, quepodeser usa- do por até 100 pessoas. Dois milhões de kits começarão a ser distribuídos a partir de 2014. A ex- pectativa é de que, em 2019, sejam fabricadas 10 milhões de unidades do equipamento. "O que torna as empresas daqui atraentes é o fato de compreenderem como funciona o sistema de saúde brasileiro", disse o ministro, ressaltando em seguida que não adianta imitar experiências que deram certo em outros países, sem entender as peculiaridades na- Segundo Padilha, o equipamento pode identificar até 100 doenças cionais. "É decisivo também para a sustentabilidade econômica do SUS. Não podemos ficar dependendo da oscilação cambial, do mercado internacional",JULIANA BRAGA completa Alexandre Padilha.O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anun- Equipamentosciou ontem parceria com uma empresa de equi-pamentos hospitalares para a produção de um kit para Também foi fechado ontem um acordo de coo-o diagnóstico rápido de HIV, rubéola, sífilis, to- peração técnica entre a Universidade de Brasília (Un-xoplasmose e hepatite B. A estratégia faz parte da B) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitáriaprograma Rede Cegonha, que atende gestantes até (Anvisa ). e acordo com o professor responsável pe- Ddois anos após o parto, e pretende economizar R$ 177 la parceria, Ícaro dos Santos, a UnB ficarámilhões em cinco anos. Atualmente, o instrumento responsável por fazer os testes de segurança e de efi-usado para teste rápido de sífilis precisa ser im- cácia para que equipamentos hospitalares, comoportado. incubadoras infantis e respirador mecânico, possam pleitear registro na agência reguladora. O laboratórioO objetivo do ministério é conseguir aumentar o nú- será montado no câmpus Darcy Ribeiro e deve co-mero de mães que identificam essas doenças ainda meçar a funcionar em 2014. Ele estará capacitado pa-no pré-natal e evitar que os bebês tenham sequelas. ra testar 35 equipamentos. "A universidade tem a"Com essa parceria, vamos conseguir produzir em obrigação de produzir pensando em prestação de ser-escala e dar conta da necessidade do Brasil." Como viço. A UnB está em uma região política importante,exemplo, o ministro citou a sífilis congênita; anual- na capital do Brasil, e seria muito desconfortável semente são registrados 19 mil casos. "A sífilis é uma não estivesse comprometida com o desenvolvimentodoença de tratamento fácil. O importante é a detecção da região e do país", celebrou o vice-reitor da UnB,precoce para evitar problemas inclusive neu- João Batista de Sousa.rológicos no bebê", explica.A tecnologia do kit foi desenvolvida pela Uni-versidade Federal do Paraná (UFPR), sob a su-pervisão do Instituto Carlos Chagas e da FundaçãoOswaldo Cruz-Paraná. Ele funciona para essas cin-Saúde na mídia pg.1

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