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Antes de viajar, kit de prevenção na mala

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O turista também deve buscar quais vacinas são necessárias. O calendário com todas as vacinas é encontrado no site do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br).

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Antes de viajar, kit de prevenção na mala

  1. 1. Saúde na mídia Brasília, 26 de dezembro de 2011 Hoje em Dia - Online/BR Ministério da Saúde | Institucional Saúde na mídia pg.1 Antes de viajar, kit de prevenção na mala MINAS É preciso colocar vacinas em dia e preparar alguns medicamentos para emergências Protetor solar, analgésico, antitérmico e antiácido são exemplos do que não pode faltar na mala Quemcolocaropénaestradanestasférias nãopoderá esquecer delevar namalaumkit com itens essenciais para evitarproblemas desaúde.Seja napraia, casa de campo ou na neve, as pessoas estarão sujeitas a pi- cadas de pernilongo, queimaduras de sol e micoses provocadas por fungos e bactérias na pele, mãos e unhas. Para não atrapalhar a viagem em casos de emer- gência, a farmacêutica Marília Mol indica produtos que não podem faltar no kit: protetores solar e labial, um antiácido e um antitérmico. "Quem toma me- dicamentos controladosdeve conversar com seumé- dico, para que ele prescreva a receita com antecedência. Quem tem criança deve procurar um pediatra e levar na mala remédios que podem se tor- nar necessários durante a viagem", ressalta. Se o destino for a praia ou balneários de água doce, o turista não pode esquecer de levar os protetores solar elabial, alémdecremehidratante, uma loção pós-sol e um creme para cabelos. Marília também orienta as pessoas a levar na ba- gagem soro fisiológico para passar nos olhos, que costumamficar irritados com aareiaeaágua salgada do mar. "As pessoas não podem esquecer de tomar bastante líquido, pois o corpo precisa de hidratação", ressalta a farmacêutica. A gerentedeprodutoserelacionamentoJaquelineRi- beiro, de 33 anos, vai viajar para Jericoacoara, no Ceará,ondepassaráoAno Novo. Precavida,elajá co- meçou a preparar a mala, para não esquecer nenhum item para trás. "Eu fiquei sabendo que lá não tem muita in- fraestrutura, motivo a mais para eu não me esquecer de levar nada", diz. Ela já colocou na bolsa alguns cremes,repelentes, protetoressolarelabial, produtos para os cabelos e óculos escuros. Quemforviajarpara ocampodeve incluirnamalare- pelente, pomada antialérgica e soro hidratante, ne- cessárioscasohaja crise dediarreia. Osviajantes que estão indo para os países de clima frio, para apro- veitar a temporada de esqui, não podem deixar de levar o protetor solar. A neve e o frio também queimam a pele. Também nãopodem esquecer os medicamentospara gripe, fe- bre e dor de cabeça. Fora do Brasil, não é permitido comprar remédios sem receita médica. Aqui, como certos medicamentos, o cartão de va- cinas não pode faltar na bolsa de viagem. A contra a febre amarela, por exemplo, é exigida de turistas que pretendem visitar o Acre, Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Também é cobrada de quem vai viajar para o ex- terior. A vacinadeve ser tomadapelo menosdez dias antes da partida. Criançascom 3mesesa6anos,quevãosairdoBrasil, precisam portar um certificado internacional de va- cinação contra pólio. As vacinas contra hepatite A e B também são exigidas de quem vai viajar para o ex- terior. Se o destino for os continentes africanoeasiá- tico, as pessoas devem ter tomado vacina contra
  2. 2. Saúde na mídia Brasília, 26 de dezembro de 2011 Hoje em Dia - Online/BR Ministério da Saúde | Institucional Saúde na mídia pg.2 Continuação: Antes de viajar, kit de prevenção na mala febre tifóide (dose única). O turista também deve ter se vacinado contra a in- fluenza (pneumonia). O calendário com todas as va- cinas é encontrado no site do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br). A arquiteta Cláudia Andrade, de 35 anos, está com viagem marcada para a África do Sul. Além de se imunizar contra a febre tifóide, ela aproveitou para colocarocartãodevacinasem dia. "Euatépagueipor algumas, para não correr riscos. A gente nunca sabe como estão as condições sanitáriasdeoutros países", ressalta. Leia mais na Edição Eletrônica

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