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CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM
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VASECTOMIA
Consiste num corte e retirada de um
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MASCULINO
FISIOLOGIA – SISTEMA REPRODUTOR
MASCULINO
É responsável pela produção e condução de
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PROCEDIMENTO CIRÚRGICO
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• Esclarecer todas as dúvidas ao cliente;
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CUIDADOS (PÓS-OPERATÓRIO)
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LAQUEADURA
Trata-se de um método anticoncepcional
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ANATOMIA – SISTEMA REPRODUTOR
FEMININO
FISIOLOGIA – SISTEMA REPRODUTOR
FEMININO
Responsável pela produção de gametas
femininos (óvulos), hormônios, cópula,
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TIPOS DE LAQUEADURA
• Abdominal por laparotomia;
• Abdominal por laparoscopia;
• Vaginal por colpotomia;
• Vaginal por his...
PROCEDIMENTO CIRÚRGICO
• Anestesia geral;
• Seccionar ou bloquear as trompas de Falópio;
CLASSIFICAÇÃO CIRÚRGICA
• SEGUNDO O RISCO CARDIOLÓGICO: Pequeno porte.
• SEGUNDO A URGÊNCIA: Eletiva.
• SEGUNDO O TEMPO DE...
CUIDADOS (PRÉ-OPERATÓRIO)
• Preparo psicológico;
• Higienização;
• Tricotomia;
• Providenciar enteroclisma;
• Aplicar pré ...
CUIDADOS (PÓS-OPERATÓRIO)
• Orientar suspensão das relações sexuais, prática
de exercícios físicos por 14 dias;
• Manter o...
PLANO DE CUIDADOS
DIAGNÓSTICOS DE
ENFERMAGEM
INTERVENÇÕES DE
ENFERMAGEM
RESULTADOS
ESPERADOS
Ansiedade
relacionada a
perce...
REFERÊNCIAS
• Brunner &Suddarth. Tratado de Enfermagem Médico
Cirúrgico. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2009. p....
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Vasectomia e Laqueadura

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Cirúrgica I - Vasectomia e Laqueadura.

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Vasectomia e Laqueadura

  1. 1. FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM VASECTOMIA E LAQUEADURA LUANI MICHELLI ALVES BATISTA
  2. 2. VASECTOMIA Consiste num corte e retirada de um segmento dos canais deferentes, desta forma, os espermatozoides produzidos no testículo serão impedidos de chegar ao sêmen.
  3. 3. INDICAÇÃO A vasectomia unilateral é realizada em casos de epididimite. A bilateral no planejamento familiar de casais com prole constituída. Artigo 10 da lei 9.263 da Constituição Federal: • Capacidade civil plena e maiores de 25 anos de idade ou, pelo menos, com dois filhos vivos; • Prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico; • Situações de risco à vida ou à saúde da mãe ou do futuro concepto.
  4. 4. ANATOMIA – SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO
  5. 5. FISIOLOGIA – SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO É responsável pela produção e condução de gametas, pela produção de hormônios e pela cópula. Os ductos deferentes conduzem os espermatozoides até os ductos ejaculatórios durante a ejaculação.
  6. 6. PROCEDIMENTO CIRÚRGICO Com anestesia local, realiza-se pequena incisão na região escrotal. Este então é individualizado, seccionado e suas extremidades ligadas (amarradas). Interpõe-se ainda tecidos adjacentes, de modo a dificultar a recanalização espontânea. O mesmo procedimento é feito no outro lado (2 testículos, 2 deferentes). A pele é fechada com fios que serão absorvidos e não precisam ser retirados.
  7. 7. CLASSIFICAÇÃO CIRÚRGICA • SEGUNDO O RISCO CARDIOLÓGICO: Pequeno porte; • SEGUNDO A URGÊNCIA: Eletiva. • SEGUNDO O TEMPO DE DURAÇÃO: De porte I; • SEGUNDO POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO: Limpa. • QUANTO A FINALIDADE DO TRATAMENTO CIRÚRGICO: Tratamento radical.
  8. 8. CUIDADOS (PRÉ-OPERATÓRIO) • Esclarecer todas as dúvidas ao cliente; • Realizar tricotomia da região e bolsa escrotal; Nos 2 dias anteriores ao procedimento, lavar o escroto com sabão antisséptico; • Orientar ir ao hospital com um acompanhante para levá-lo de volta para casa; • Não há a necessidade de jejum, a não ser que o paciente opte por procedimento com sedação.
  9. 9. CUIDADOS (PÓS-OPERATÓRIO) • Após a cirurgia ir para casa e permanecer em repouso até o dia seguinte. Nas 24 horas seguintes evitar esforços; • Chegando em casa providenciar um saco plástico com gelo protegido por uma toalha e colocá-lo sobre o escroto por 4 a 6 horas; • Não tomar banho muito quente nas primeiras 24 horas; • Esportes estão liberados após 1 semana, vida sexual 72 horas. Usar suspensório escrotal por 5 dias; • Retornar para consulta em 1 semana.
  10. 10. LAQUEADURA Trata-se de um método anticoncepcional definitivo, realizado através de um procedimento que ocasiona a interrupção no trajeto de ambas as trompas, impedido, assim, que os espermatozoides cheguem ao óvulo liberado por qualquer um dos dois ovários.
  11. 11. ANATOMIA – SISTEMA REPRODUTOR FEMININO
  12. 12. FISIOLOGIA – SISTEMA REPRODUTOR FEMININO Responsável pela produção de gametas femininos (óvulos), hormônios, cópula, acolhimento e desenvolvimento do feto e pelo parto. As tubas uterinas são dois tubos estreitos unidos ao útero, o óvulo fica na tuba até o momento da fecundação, após isto, o zigoto é empurrado para o interior do útero.
  13. 13. TIPOS DE LAQUEADURA • Abdominal por laparotomia; • Abdominal por laparoscopia; • Vaginal por colpotomia; • Vaginal por histeroscopia.
  14. 14. PROCEDIMENTO CIRÚRGICO • Anestesia geral; • Seccionar ou bloquear as trompas de Falópio;
  15. 15. CLASSIFICAÇÃO CIRÚRGICA • SEGUNDO O RISCO CARDIOLÓGICO: Pequeno porte. • SEGUNDO A URGÊNCIA: Eletiva. • SEGUNDO O TEMPO DE DURAÇÃO: De porte I ou II. • SEGUNDO POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO: Limpa. • QUANTO A FINALIDADE DO TRATAMENTO CIRÚRGICO: Tratamento radical.
  16. 16. CUIDADOS (PRÉ-OPERATÓRIO) • Preparo psicológico; • Higienização; • Tricotomia; • Providenciar enteroclisma; • Aplicar pré – anestésico prescrito.
  17. 17. CUIDADOS (PÓS-OPERATÓRIO) • Orientar suspensão das relações sexuais, prática de exercícios físicos por 14 dias; • Manter os métodos anticoncepcionais durante pelo menos 30 dias após a cirurgia; • Retornar ao serviço de saúde em 7 a 14 dias, para reavaliação; • Procurar imediatamente assistência médica se apresentar febre >38ºC, dor abdominal persistente, sangramento ou saída de secreção pela incisão.
  18. 18. PLANO DE CUIDADOS DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM RESULTADOS ESPERADOS Ansiedade relacionada a percepção cirúrgica evidenciada pelo nervosismo. -Explicar o procedimento cirúrgico e retirar qualquer dúvida acerca do mesmo; - Proporcionar ambiente calmo e tranquilo; -Avaliar o estresse emocional que a paciente está apresentando. A ansiedade será reduzida a um nível tolerável, o que será evidenciado pelo sono não interrompido, pela ausência de agitação e respostas emocionais moderadas. Dor aguda relacionada a incisão cirúrgica evidenciada por relato verbal. Administrar analgésico CPM; Avaliar a dor, observando localização, características, gravidade e solicitar ao paciente que relate alterações da dor. O paciente relatará alívio da dor.
  19. 19. REFERÊNCIAS • Brunner &Suddarth. Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgico. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009. p. 1502 e 1503. • Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação 2009-2011/ NANDA International; tradução Regina Machado Garcez. - Porto Alegre: Artmed, 2010. • Dicionário Brasileiro de Saúde, 3º edição Genilda Ferreira. • Jornal Brasileiro de Medicina, 94(6):36-37, jun.2008.British Journal of Urology, 76:373-375,1995

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