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AVALIAÇÃO DE PACIENTE CRÍTICO

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AVALIAÇÃO DE PACIENTE CRÍTICO EM UTI.

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AVALIAÇÃO DE PACIENTE CRÍTICO

  1. 1. FUNDAÇÃO FRANCISCO MASCARENHAS FACULDADES INTEGRADAS DE PATOS CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA AVALIAÇÃO DE PACIENTE CRÍTICO Luani Michelli Alves Batista
  2. 2. INTRODUÇÃO A avaliação é salutar para definir as alterações apresentadas pelo paciente, e destas, traçar a conduta adequada. - Emocional e psicológico; - Sinais e sintomas; - Hábitos de vida; - Aspectos socioeconômicos e culturais. Interpretação e complementação das informações obtidas.
  3. 3. MONITORIZAÇÃO Observação metódica de parâmetros clínico- laboratoriais, mensuráveis de forma objetiva, que permitirão a vigilância contínua de um sistema do organismo, fornecendo dados para orientação diagnóstica e terapêutica. - Coleta de dados; - Análise e interpretação dos dados; - Tomada de decisões.
  4. 4. AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSCIÊNCIA
  5. 5. SEDAÇÃO ESCALA DE RAMSAY 1. Ansioso, agitado ou inquieto. 2. Cooperativo, orientado e tranquilo. 3. Sedado, mas responde a comandos. 4. Não acorda, resposta a estímulos sonoros ou táteis. 5. Não acorda. Resposta lenta e reduzida a estímulos sonoros ou táteis. 6. Não acorda. Sem resposta a dor.
  6. 6. SINAIS VITAIS • Temperatura corpórea; • Frequência cardíaca; • Pressão arterial; • Impulsos respiratórios.
  7. 7. AVALIAÇÃO DA PELE Cianose: hemoglobina CENTRAL PERIFÉRICA
  8. 8. PAPEL DO ENFERMEIRO • Preparar o paciente psicologicamente quanto a necessidade do uso de equipamentos e aparelhos; • Histórico de enfermagem, Evolução de enfermagem, Diagnóstico de enfermagem e Prescrição de enfermagem; • Realizar procedimentos que lhes são atribuídos e fornecer auxílio para realização dos procedimentos médicos etc.
  9. 9. DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM • Comunicação verbal prejudicada ; • Déficit no autocuidado para banho/higiene; • Risco para infecção; • Mobilidade física prejudicada; • Risco para integridade da pele prejudicada; • Risco para aspiração etc.
  10. 10. REFERÊNCIAS • Galiza MC. Estudo das necessidades dos clientes internados em UTI. Enfoque 1985 dezembro; 13(2):29- 32. • North American Nursing Diagnosis Association. Diagnósticos de enfermagem da NANDA: definições e classificação: 2001- 2002. Porto Alegre: Artmed; 2002. • Espirito Santo TJM. Segurança emocional como necessidade humana básica - atuação do enfermeiro junto ao cliente em unidade de terapia intensiva. Rev Bras Enfermagem 1985 julho/dezembro;

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