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Educação profissionalizante e tecnológica

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Projeto realizado na Fundação Visconde de Cairu - Trabalho de Conclusão de Curso, no dia 28 de Maio de 2011, sob a orientação da professora Lidia Santana.

Published in: Education, Technology
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Educação profissionalizante e tecnológica

  1. 1. EDUCAÇÃO PROFISSIONALIZANTE E TECNOLÓGICA
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>A questão do emprego e sua qualidade. </li></ul><ul><li>Salas isoladas longe do manuseio de alunos e professores. </li></ul><ul><li>Fazer do computador uma ferramenta que vem auxiliar o processo de ensino e aprendizagem trazidas até a sala de aula. </li></ul><ul><li>É muito importante o compromisso do docente nas escolas. </li></ul><ul><li>Está inscrito na precarização do trabalho docente, sendo coerente com a lógica do mercado: quanto maior a presença da tecnologia, menor a necessidade do trabalho humano. </li></ul>
  3. 3. OBJETIVO GERAL <ul><li>Identificar as formas como a educação especializada pode garantir perspectivas de trabalho para os jovens e adultos que flexibilizem seu acesso ao mercado, através de formas especificas para gerar e articular treinamentos em diversos setores, para o campo produtivo, com o uso da tecnologia que facilita o processo educativo de forma global. </li></ul>
  4. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS <ul><li>Articular a educação profissional de nível: básico, técnico e tecnológico, provendo ensino e desenvolvimento contextualizado que supere a dicotomia entre teoria e prática. </li></ul><ul><li>Divulgar competências profissionais fora e dentro de escolas, cursos e empresas. </li></ul>
  5. 5. JUSTIFICATIVA <ul><li>A educação profissional integra as diferentes formas de educação: ao trabalho, a ciência e a tecnologia conduzem ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva, obtendo melhores qualificações para exercerem atividades na reinserção do trabalhador no mercado de trabalho. </li></ul>
  6. 6. METODOLOGIA <ul><li>O método adotado é de caráter exploratório, devido a sua flexibilidade de planejamento, o que permite assumir o uso de recursos bibliográficos como: apostilas, sites e livros, para a elaboração do tema abordado. </li></ul>
  7. 7. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>RESPONSABILADE SOCIAL X ACESSIBILIDADE DIGITAL </li></ul><ul><li>A escola é o ambiente ideal para trabalharmos com o desenvolvimento da responsabilidade social; </li></ul><ul><li>Os programas de acessibilidade digital buscam aprimorar e ampliar o acesso às tecnologias aos deficientes; </li></ul><ul><li>A educação deve assegurar ao surdo o direito de receber os mesmos conteúdos que os ouvintes; </li></ul><ul><li>A compreensão das pessoas surdas enquanto leitores é fundamental para o êxito na compreensão da linguagem. </li></ul>
  8. 8. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>EMPREGO E ESTÁGIOS PARA JOVENS E ADULTOS </li></ul><ul><li>Nos próximos 12 meses, cerca de 900 mil jovens sejam beneficiados pelo acesso a empregos, aprendizado, qualificação profissional e serviços comunitários. </li></ul><ul><li>TENDÊNCIAS E TREINAMENTO NO MERCADO DE TRABALHO </li></ul><ul><li>Todos os jovens entram no programa de trainee. </li></ul><ul><li>Alunos de 15 a 18 anos, recebem cursos aos sábados no Clube de Mães para o desenvolvimento profissional nas redes englobadas. </li></ul><ul><li>PRECONCEITOS NO MERCADO </li></ul><ul><li>Embora as mulheres tenham conquistado seu espaço no mercado de trabalho ainda hoje observa-se certo grau de preconceito em relação a mão-de-obra feminina. </li></ul>
  9. 9. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>(...) A previsão é de que, nos próximos 12 meses, cerca de 900 mil jovens sejam beneficiados pelo acesso a empregos, aprendizado, qualificação profissional e serviços comunitários. Os números são expressivos, mas, por si só, não permitem análise mais aprofundada dos desdobramentos e dificuldades da inserção deste segmento no mercado de trabalho. Estagnação econômica, baixa qualificação induzindo ao trabalho informal e escolaridades precárias são apenas alguns. </li></ul>
  10. 10. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA <ul><li>As projeções otimistas do governo e a inegável pertinência do projeto não evitam críticas aos riscos de substituição de mão-de-obra mais antiga nas empresas e ao caráter isolado da iniciativa. Em meio ao debate, jovens buscam alternativas como a organização em cooperativas e a disseminação de informações, na esperança de que o primeiro emprego seja apenas o ponto de partida de uma trajetória profissional digna. (Alfredo Boneft, 2003, Jornais da Cidadania nº 118). </li></ul>
  11. 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>A crescente onda da tecnologia, cada vez mais se aprimora para facilitar a vida, confortar e tornar mais acessível aos seres humanos. O pertencimento às classes médias dos jovens pesquisados levou a organizar escolhas de cursos e faculdades que distinguem de outros grupos sociais. </li></ul>
  12. 12. CONSIDERAÇÕES FINAIS <ul><li>Para o mundo globalizado é necessário que existam voluntários que tratem do assunto de inclusão digital para que a empregabilidade torne se mais acessível a pessoas que tem necessidades especiais em exemplo: pessoas com deficiências e pessoas de classe baixa na sociedade. Todo cidadão tem responsabilidade social a constituição federal de exercer o papel da cidadania e filantrópico para harmonia e estabelecimento de interação humana. </li></ul>

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