Guia Ubuntu Server

31,885 views

Published on

Apostila completa sobre Ubuntu Server desde a instalação até a configuração de diversos serviços.

Published in: Technology
1 Comment
8 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
31,885
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
113
Actions
Shares
0
Downloads
1,320
Comments
1
Likes
8
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Guia Ubuntu Server

  1. 1. Ubuntu Server GuideUbuntu Documentation Project <ubuntu-doc@lists.ubuntu.com>
  2. 2. Ubuntu Server Guidepor Ubuntu Documentation Project <ubuntu-doc@lists.ubuntu.com>Copyright © 2004, 2005, 2006 Canonical Ltd. and members of the Ubuntu Documentation ProjectResumoUma introdução à instalação e configuração de aplicações para servidores no Ubuntu.Créditos e LicençaOs seguintes autores da Equipe de Documentação do Ubuntu mantêm este documento:• Bhuvaneswaran ArumugamO Ubuntu Server Guide é baseado também nas contribuições de:• Robert Stoffers• Brian Shumate• Rocco StanzioneEste documento é feito disponível sob uma estratégia dupla de licença que inclue a Licença Livre de Documentação GNU (GFDL) e aLicença Criativa Comum ShareAlike 2.0 (CC-BY-SA).Você está livre para modificar, ampliar, e melhorar o código de fonte da documentação do Ubuntu sob os termos destas licenças. Todos ostrabalhos derivados devem ser liberados sob qualquer uma ou ambos estas licenças.Esta documentação é distribuída na esperança que será útil, mas SEM NENHUMA GARANTIA; sem mesmo a garantia implicada deMERCABILIDADE do ou a APTIDÃO PARA UMA FINALIDADE PARTICULAR COMO DESCRITA NA NEGAÇÃO.As cópias destas licenças estão disponíveis na seção de apêndices deste livro. As versões online podem ser encontradas nos seguintes URLs:• GNU Free Documentation License [http://www.gnu.org/copyleft/fdl.html]• Attribution-ShareAlike 2.0 [http://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/]DisclaimerEvery effort has been made to ensure that the information compiled in this publication is accurate and correct. However, this does notguarantee complete accuracy. Neither Canonical Ltd., the authors, nor translators shall be held liable for possible errors or the consequencesthereof.Some of the software and hardware descriptions cited in this publication may be registered trademarks and may thus fall under copyrightrestrictions and trade protection laws. In no way do the authors make claim to any such names.THIS DOCUMENTATION IS PROVIDED BY THE AUTHORS "AS IS" AND ANY EXPRESS OR IMPLIED WARRANTIES,INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO, THE IMPLIED WARRANTIES OF MERCHANTABILITY AND FITNESS FOR APARTICULAR PURPOSE ARE DISCLAIMED. IN NO EVENT SHALL THE AUTHORS BE LIABLE FOR ANY DIRECT,INDIRECT, INCIDENTAL, SPECIAL, EXEMPLARY, OR CONSEQUENTIAL DAMAGES (INCLUDING, BUT NOT LIMITED TO,PROCUREMENT OF SUBSTITUTE GOODS OR SERVICES; LOSS OF USE, DATA, OR PROFITS; OR BUSINESS INTERRUPTION)HOWEVER CAUSED AND ON ANY THEORY OF LIABILITY, WHETHER IN CONTRACT, STRICT LIABILITY, OR TORT(INCLUDING NEGLIGENCE OR OTHERWISE) ARISING IN ANY WAY OUT OF THE USE OF THIS SOFTWARE, EVEN IFADVISED OF THE POSSIBILITY OF SUCH DAMAGE.
  3. 3. ÍndiceAbout This Guide .............................................................................................................. vi 1. Conventions ........................................................................................................... vii 2. Contributing and Feedback ..................................................................................... viii1. Introdução ...................................................................................................................... 92. Instalação ....................................................................................................................... 10 1. Preparando para instalar ......................................................................................... 11 2. Instalando pelo CD ................................................................................................ 133. Gerenciador de Pacotes .................................................................................................. 14 1. Introdução .............................................................................................................. 15 2. Apt-Get ................................................................................................................. 16 3. Aptitude ................................................................................................................. 18 4. Configuração .......................................................................................................... 20 5. Repositórios Extras ................................................................................................. 214. Rede .............................................................................................................................. 22 1. Configuração de Rede ............................................................................................ 23 2. TCP/IP .................................................................................................................. 26 3. Configuração do Firewall ....................................................................................... 30 4. Servidor OpenSSH ................................................................................................. 32 5. Servidor FTP ......................................................................................................... 35 6. Network File System (NFS) .................................................................................... 37 7. Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP) ........................................................ 39 8. Domain Name Service (DNS) ................................................................................. 42 9. CUPS - Servidor de Impressora .............................................................................. 44 10. HTTPD - Servidor Web Apache2 .......................................................................... 47 11. PHP5 - Linguagem de Scripts ............................................................................... 57 12. Squid - Sevidor Proxy .......................................................................................... 59 13. Version Control System ........................................................................................ 61 14. Bancos de Dados .................................................................................................. 68 15. Serviços de Email ................................................................................................ 71 16. Sincronização de Horário com NTP ....................................................................... 835. Redes Windows ............................................................................................................. 85 1. Introdução .............................................................................................................. 86 2. Instalando o SAMBA ............................................................................................. 87 3. Configurando o SAMBA ........................................................................................ 88A. Creative Commons by Attribution-ShareAlike 2.0 ........................................................... 94B. GNU Free Documentation License ................................................................................. 99 1. PREAMBLE .......................................................................................................... 100 2. APPLICABILITY AND DEFINITIONS .................................................................. 101 3. VERBATIM COPYING ......................................................................................... 103 4. COPYING IN QUANTITY .................................................................................... 104 iii
  4. 4. Ubuntu Server Guide5. MODIFICATIONS ................................................................................................. 1056. COMBINING DOCUMENTS ................................................................................. 1077. COLLECTIONS OF DOCUMENTS ....................................................................... 1088. AGGREGATION WITH INDEPENDENT WORKS ................................................ 1099. TRANSLATION .................................................................................................... 11010. TERMINATION .................................................................................................. 11111. FUTURE REVISIONS OF THIS LICENSE .......................................................... 11212. ADDENDUM: How to use this License for your documents ................................... 113 iv
  5. 5. Lista de Tabelas2.1. Requerimentos Mínimos Recomendados ....................................................................... 114.1. Métodos de Acesso ...................................................................................................... 62 v
  6. 6. About This Guide vi
  7. 7. About This Guide1. ConventionsThe following notes will be used throughout the book: A note presents interesting, sometimes technical, pieces of information related to the surrounding discussion. A tip offers advice or an easier way of doing something. A caution alerts the reader to potential problems and helps avoid them. A warning advises the reader of a hazard that may arise in a given scenario.Cross-reference conventions for print will be displayed as follows:• Links to other documents or websites will look like this [http://www.ubuntu.com]. PDF, HTML, and XHTML versions of this document will use hyperlinks to handle cross-referencing.Type conventions will be displayed as follows:• File names or paths to directories will be shown in monospace.• Commands that you type at a Terminal command prompt will be shown as: command to type• Options that you click, select, or choose in a user interface will look like this.Menu selections, mouse actions, and keyboard short-cuts:• A sequence of menu selections will be displayed as follows: File → Open• Mouse actions shall assume a right-handed mouse configuration. The terms “click” and “double-click” refer to using the left mouse button. The term “right-click” refers to using the right mouse button. The term “middle-click” refers to using the middle mouse button, pressing down on the scroll wheel, or pressing both the left and right buttons simultaneously, based on the design of your mouse.• Keyboard shortcut combinations will be displayed as follows: Ctrl-N .Where the conventions for “Control”, “Shift,” and “Alternate” keys will be Ctrl, Shift, and Alt, respectively, and shall mean the first key is to be held down while pressing the second key. vii
  8. 8. About This Guide2. Contributing and FeedbackThis book is developed by the Ubuntu Documentation Team[https://wiki.ubuntu.com/DocumentationTeam]. You can contribute to this document by sendingideas or comments to the Ubuntu Documentation Team mailing list. Information about theteam, its mailing lists, projects, etc. can be found on the Ubuntu Documentation Team Website[https://wiki.ubuntu.com/DocumentationTeam].If you see a problem with this document, or would like to make a suggestion, you can simply file abug report at the Ubuntu Bugtracker [https://launchpad.net/products/ubuntu-doc/+bugs]. Your help isvital to the success of our documentation!Many thanks,-Your Ubuntu Documentation Team viii
  9. 9. Capítulo 1. IntroduçãoBem-vindo ao Ubuntu Server Guide!O Ubuntu Server Guide contém informações sobre como instalar e configurar várias aplicações emseu sistema Ubuntu para atender as suas necessidades. É um passo-a-passo, orientado às tarefas paraconfigurar e personalizar seu sistema. Este manual discute muitos tópicos intermediários tais como osseguintes:• Configuração de Rede• Configuração do Apache2• Bancos de Dados• Redes WindowsEste manual é dividido nas seguintes categorias principais:• Instalação• Gerenciador de Pacotes• Rede• Redes WindowsEste guia assume que você possua uma compreensão básica de seu sistema Ubuntu. Caso vocênecessite de ajuda detalhada sobre a instalação do Ubuntu, consulte o Guia de Instalação do Ubuntu.As versões em HTML e PDF deste manual estão disponíveis online no site de Documentação doUbuntu [http://help.ubuntu.com].Você pode comprar este guia em formato de livro de nossa loja Lulu[http://www.lulu.com/ubuntu-doc]. Você apenas pagará despesas de impressão e envio. 9
  10. 10. Capítulo 2. InstalaçãoEste capítulo fornece uma visão rápida sobre a instalação do Ubuntu 6.10 Server Edition. Paramaiores detalhes, por favor veja o Guia de Instalação do Ubuntu. 10
  11. 11. Instalação1. Preparando para instalarEsta seção explica vários aspectos a serem considerados antes de começar a instalação.1.1. Requisitos de SistemaO Ubuntu 6.10 Server Edition suporta as três maiores arquiteturas: Intel x86, AMD64 e PowerPC. Atabela abaixo lista as especificações de hardware recomendadas. Dependendo das suas necessidades,você pode conseguir com menos do que isso. No entanto, a maioria dos usuários arriscam se frustrarcaso ignorem essas sugestões.Tabela 2.1. Requerimentos Mínimos RecomendadosTipo de Instalação RAM Espaço do DiscServidor 64 megabytes 500 megabytesO perfil padrão para o Ubuntu 6.10 Server Edition é exibido abaixo. Mais uma vez, o tamanho dainstalação dependerá em grande parte dos serviços que você instalar durante a configuração. Para amaioria dos administradores, os serviços padrão são apropriados para o uso geral do servidor.Servidor Este é um perfil pequeno de servidor, que fornece uma base comum para todos os tipos de aplicações para servidores. É mínimo e projetado para ter os serviços desejados adicionados no topo, tais como serviços de arquivos/impressão, serviços web, serviços de e-mail, etc. Para tais serviços bastaria ao menos 500MB de espaço em disco, mas considere adicionar mais espaço dependendo dos serviços que você gostaria de hospedar em seu servidor.Lembre-se que estes tamanhos não incluem todos os materiais restantes que devem geralmente serencontrados, tais como arquivos de usuário, e-mail, logs, e dados. É melhor ser sempre generoso aoconsiderar o espaço para os seus próprios arquivos e dados.1.2. Fazendo Backup• Antes de começar, certifique-se de fazer backup de cada arquivo que está agora em seu sistema. Se for a primeira vez que um sistema operacional não-nativo está sendo instalado em seu computador, será bem provável que você necessite reparticionar seu disco para garantir espaço ao Ubuntu. Sempre que você vier a particionar seu disco, esteja preparado para perder tudo nele caso você cometa um erro ou algo ocorra de errado durante o particionamento, tal como a falta de energia para o sistema. Os programas utilizados na instalação são consideravelmente de confiança, e a maioria tem sido utilizada há vários anos, mas eles também executam ações destrutivas, e um erro na sua utilização pode resultar na perda de seus valiosos dados. Se você estiver criando um sistema multi-boot, certifique-se de que você tenha em mãos a mídia de distribuição de todos os outros sistemas operacionais sendo utilizados atualmente. Especialmente se você reparticionar seu drive de boot, você pode vir a descobrir que tem que reinstalar o carregador 11
  12. 12. Instalaçãode boot de seu sistema operacional, ou em muitos casos todo o sistema operacional e todos osarquivos nas partições afetadas. 12
  13. 13. Instalação2. Instalando pelo CDInsira seu CD de instalação no seu drive de CD-ROM e reinicie seu computador. O sistema deinstalação é inicializado imediatamente ao ser feito boot pelo CD-ROM. Uma vez inicializado, suaprimeira tela aparecerá.Neste momento, leia o texto na tela. Você pode querer ler a tela de ajuda fornecida pelo sistema deinstalação. Para fazer isto, pressione F1.Para executar uma instalação padrão de servidor, selecione “Instalar no disco rígido” e pressioneEnter. O processo de instalação será inicializado. Simplesmente siga as instruções apresentadas natela, e seu sistema Ubuntu será instaladoAlternativamente, para instalar um servidor LAMP (Linux, Apache, MySQL, PHP/Perl/Python),selecione “Instalar um Servidor LAMP ”, e siga as instruções. 13
  14. 14. Capítulo 3. Gerenciador de PacotesUma característica do Ubuntu é um sistema que facilita o gerenciamento de pacotes, sua instalação,atualização, configuração e remoção de software. Além de fornecer acesso a uma base organizada demais de 17.000 pacotes de software para seu computador Ubuntu, o Gerenciador de Pacotes tambéminclue a capacidade de resolução de dependência e procura por atualizações de software.Várias ferramentas estão disponíveis para interagir com o sistema de gerência de pacotes do Ubuntu,de utilitários simples em linha de comando que facilmente pode ser automatizado por administradoresde sistema, a uma interface gráfica simples que é fácil de usar por novos usuários Ubuntu. 14
  15. 15. Gerenciador de Pacotes1. IntroduçãoO sistema de gerenciamento de pacotes do Ubuntu é derivado do mesmo sistema usado nadistribuição Debian GNU/Linux. Os pacotes contém todos os arquivos necessário, meta-dados, einstruções para implementar funcionalidades particulares ou softwares em seu computador Ubuntu.Os pacotes Debian, tipicamente possuem a extensão ".deb" e como é de se esperar, possuemrepositorios que têm coleções de pacotes que podem ser encontrados na forma de midias, tais comoCD-ROM ou on-lines. Pacotes são, normalmente, binários pré-compilados; assim a instalação érápida, sem a necessidade de compilar o software.Grande número de aplicativos (pacotes) requerem uma complexa árvore de dependências. Estasdependências são informações adicionais necessárias para a correta execução de determinado pacote.Por exemplo, o pacote sintetizador de fala Festival depende do pacote festvox-kalpc16k, que suprecom uma das vozes utilizada pelo programa. Para que Festival funcione, todas as dependências devemser instaladas em conjunto com o pacote principal, Festival. O gerenciador de pacotes do Ubuntu o fazautomaticamete. 15
  16. 16. Gerenciador de Pacotes2. Apt-GetO comando apt-get é uma poderosa ferramenta de trabalho presente no Ubuntu. Advanced PackagingTool (APT) ou Avançada Ferramenta de Pacotes, possui funcionalidades tais como instalaçãode novos pacotes de software, atualização de pacotes existentes, atualização da lista de pacotes eatualização do sistema Ubuntu como um todo.Essencialmente uma ferramenta em linha de comando, apt-get possui numerosas vantagens, paraadministradores de servidor, sobre outras ferramentas de gerenciamento de pacotes existentes noUbuntu. Algumas dessas vantagens é a facilidade de uso em um simples terminal de conecção (SSH)e a capacidade de ser usado por scripts de administração de sistema que, por sua vez, podem serautomatizados pela ferramenta de ações agendadas cron.Outros exemplos populares de uso do apt-get:• Instalando um Pacote: A instalação de um pacote utilizando a ferramenta apt-get é muito simples. Por exemplo, para instalar o scanner de rede nmap, digite: sudo apt-get install nmap• Removendo um Pacote: Para remover um pacote ou pacotes não tem rodeios, o processo é simples. Para remover o pacote nmap instalado no exemplo anterior, digite: sudo apt-get remove nmap Multiplos Pacotes: Para especificar multiplos pacotes a serem instalados ou removidos, separe-os por espaços.• Atualizando a Lista de Pacotes: A lista de pacotes do APT é essencialmente um bando de dados com os pacotes disponíveis em repositórios definidos no arquivo /etc/apt/sources.list. Para atualizar a lista local de pacotes com as ultimas alterações feitas no(s) repositorio(s), digite: sudo apt-get update• Atualizando Todos os Pacotes do Sistema: Com o tempo, versões atualizadas de pacotes atualmente instalado em seu computador podem tornar-se disponíveis nos repositórios de pacotes (atualizações de segurança, por exemplo). Para atualizar seu sistema, primeiro atualize a base de dados de pacotes e então digite: sudo apt-get upgrade Se um pacote necessitar que seja instalada ou removida uma nova dependência quando realizar a atualização, ele não será atualizado pelo comando upgrade. Para tal ação será necessário o uso do comando dist-upgrade. Also, you may upgrade your entire Ubuntu system from one revision to another with dist-upgrade. For example, to upgrade from Ubuntu version 5.10 to version 6.10, you would first ensure 16
  17. 17. Gerenciador de Pacotes the version 6.10 repositories replace the existing 5.10 repositories in your computers /etc/apt/sources.list, then simply issue the apt-get update command as detailed above, and finally, perform the actual upgrade by typing: sudo apt-get dist-upgrade Após passado um tempo considerável, seu computador estará atualizado para a nova revisão. Tipicamente, alguns passos de pós-melhora são exigidos como detalhado nas notas para atualização de revisões. As ações do comando apt-get, tais como isntalação e remoção de pacotes, são registradas no arquivo de log /var/log/dpkg.log.Para mais informações sobre o uso do APT, leia o detalhado Manual APT do Usuário Debian[http://www.debian.org/doc/user-manuals#apt-howto] ou digite:apt-get help 17
  18. 18. Gerenciador de Pacotes3. AptitudeAptitude é uma interface a base de texto controlada por menus, do sistema Advanced PackagingTool (APT). Muitas funções comuns de um gerenciador de pacotes, tais como instalação, remoção eatualização são executadas pelo Aptitude por simples comandos, os quais são tipicamente grafadosem letras minúsculas.Aptitude é a melhor suíte para uso em ambiente não gráfico ou modo-texto, assegurando ofuncionamento adequado das teclas de comando. Caso queira utilizar o Aptitude a partir de seuusuário padrão, faça uso do seguinte comando:sudo aptitudeQuando o Aptitude iniciar, você poderá ver um menu no topo da janela e dois paineis abaixo domenu. O painel de cima contém as categorias dos pacotes, tais como Novos Pacotes e Pacotes NãoInstalados. No painel inferior aparecerá informações relacionadas a categoria selecionada ou pacoteselecionado no painel acima.Usando o Aptitude para gerenciar pacotes é relativamente rápido e sua interface torna tarefas comunsalgo simples. O seguir, são exemplos de funções populares no gerenciamento de pacotes realizadaspelo Aptitude:• Instalando Pacotes: Para instalar um pacote, localize o pacote em Pacotes Não Instalados, por exemplo, use as teclas setas e pressione ENTER, selecione o pacote que deseja instalar. Após selecionar o pacote que deseja instalar, pressione a tecla +, assim o pacote ficará verde, isto indica que foi marcado para instalação. Agora pressione g e uma lista das ações lhe será apresentada. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de baixar pacote tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de baixar e instalar do pacote terá início.• Removendo Pacotes: Para remover um pacote, localize-o em Pacotes Instalados, utilizando as setas do teclado e pressione ENTER e selecione o pacote que deseja remover. Após seleciona-lo, pressione - e o pacote mudará para a cor rosa, indicando assim que foi marcado para remoção. Agora pressione g e uma lista das ações lhe será apresentada. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de remoção do pacote tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de remoção do pacote terá início.• Atualizando Lista de Pacotes: Para atualizar a base de dados de pacotes, pressione u e, logo em seguida, lhe será solicitado privilégios de "root". Pressione ENTER e forneça a senha de "root" no pronpt Password:. Pressione ENTER e o processo de baixar as atulizações e renovação da base de dados terá início.• Atualizando Pacotes: Para atualizar pacotes, atualize primeiro a lista de pacotes como descrito anteriormente e pressione a tecla U (shift + u) e todos os pacotes passíveis de atualização serão 18
  19. 19. Gerenciador de Pacotes selecionados. Agora pressione g e lhe será apresentado um resumo das ações exigidas para o pacote. Pressione g novamente e você será solicitado a torna-se "root" para que o processo tenha continuidade. Pressione ENTER e forneça a senha de "root" solicitada no prompt Password:. Finalmente, pressione g mais uma vez para que o processo de baixar os pacotes tenha início. Pressione ENTER para a opção Continue e o processo de atualização dos pacotes terá início.A primeira coluna de informação exibida na lista de pacote no painel superior, quando realmentevendo os pacotes, lista o estado atual do pacote, e usa a seguinte tecla para descrever o estado dopacote:• i: Pacote instalado.• c: Pacote não instalado, mas o pacotem possui configurações residuais no sistema• p: Remover do sistema• v: Pacote Virtual• B: Pacote quebrado• u: Arquivos desempacotados, mas o pacote não foi configurado• C: Parcialmente configurado - Configuração fracassou e exige reparo• H: Parcialmente instalado - A remoção fracassou e exige reparoPara sair do Aptitude, basta pressionar a tecla q e confirmar que deseja sair. Outras opções estãodisponíveis no menu pressionando a tecla F10. 19
  20. 20. Gerenciador de Pacotes4. ConfiguraçãoA configuração dos repositórios do sistema Advanced Packaging Tool (APT) está localizada noarquivo de configuração /etc/apt/sources.list. Um exemplo deste arquivo está referido aqui, junto cominformação sobre como adicionar ou retirar referências de repositório do arquivo.Aqui [../sample/sources.list] há um exemplo de um típico arquivo /etc/apt/sources.list.Você pode editar o arquivo e habilitar repositórios ou desabilitar. Por exemplo, para desativar aopção de inserir o Ubuntu CD-ROM toda vez que for instalar um pacote, basta comentar a linha quedescreve a mídia CD-ROM com um cifrão (#) no início da linha, como se segue:# por favor, não requisitar pelo CD-ROM# deb cdrom:[Ubuntu 6.06 _Dapper Drake_ - Release i386 (20060329.1)]/ dapper main restricted 20
  21. 21. Gerenciador de Pacotes5. Repositórios ExtrasAlém dos repositórios de pacotes oficialmente apoiados e disponibilizados para Ubuntu, aindaexistem repositórios mantidos pela comunidade que adicionam milhares de pacotes extras, maspotenciais a instalação. Dois destes repositórios são bem populares, o Universe (mantidos pelacomunidade) e o Multiverse (não-livre). Estes repositórios não são oficialmente suportados porUbuntu, por isso não são habilitados por padrão, mas eles geralmente fornecem pacotes que sãoseguros para uso em seu computador Ubuntu. Os pacotes no repositório Multiverse freqüentemente possuem licenças que os previnem quanto a distribuição em sistemas operacionais livres, podendo ser ilegais em seu localidade. Esteja ciente que nem o repositório Universe ou o Multiverse contém pacotes oficialmente suportados. Em particular, talvez não seja seguro atualizar para estes pacotesVárias fontes de pacotes estão disponíveis, às vezes, oferecendo apenas um pacote, como no casode fontes de pacotes fornecido pelo mantenedor de uma única aplicação. Você deve ser semprecuidadoso e cauteloso quando usar fontes não padrão de pacotes. Pesquise a fonte e pacotescuidadosamente antes de executar qualquer instalação, como algumas fontes de pacotes e seusrespectivos pacotes podem deixar seu sistema instável ou mesmo inabilitálo de fazer algumaoperação.Para habilitar os repositórios Universe e Multiverse, edite o arquivo /etc/apt/sources.listdescomentando (removendo o símbolo de sustenido #) das seguintes linhas:# Quero os repositórios Multiverse e Universe disponíveisdeb http://archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiversedeb-src http://archive.ubuntu.com/ubuntu dapper universe multiverse5.1. ReferênciasComo Adicionar Repositórios (Ubuntu Wiki) [https://wiki.ubuntu.com/AddingRepositoriesHowto] 21
  22. 22. Capítulo 4. RedeAs redes consistem em dois ou mais dispositivos, tal como sistemas de computador, impressoras eequipamentos relacionados que são ligados por qualquer meio físico, como equipamentos de rede viasinal de rádio (wireless), com o propósito de compartilhar informações e ou distribuir informaçõesentre os dispositivos conectados.Esta seção do Guia para Servidores Ubuntu fornece informação gerais e específicas sobre redes,incluindo uma vista geral de conceitos de rede e detalhes sobre protocolos populares de rede eaplicações de servidor. 22
  23. 23. Rede1. Configuração de RedeO Ubuntu distribui um número de utilidades gráficas para configurar seus equipamentos de rede. Estedocumento tem como foco administradores de servidores e focalizará em como administrar sua redeusando a linha de comando.1.1. EthernetA maior parte da configuração de rede está centralizada em um único arquivo,/etc/network/interfaces. Se você não possui dispositívos de rede, somente a interface loopbackaparecerá neste arquivo, e será parecido com isto:# This file describes the network interfaces available on your system# and how to activate them. For more information, see interfaces(5).# The loopback network interfaceauto loiface lo inet loopbackaddress 127.0.0.1netmask 255.0.0.0Se você tiver apenas um dispositivo de rede, eth0, e este estiver obtendo a configuração via servidorDHCP, ele pode ser carregado automaticamente durante o boot, para isso, bastam apenas duas linhasadicionais:auto eth0iface eth0 inet dhcpA primeira linha especifica que o dispositivo eth0 deve ser habilitado automaticamente duranteo boot. A segunda linha diz que a interface (“iface”) eth0 deve ter um espaço IPv4 (subistitua“inet” por “inet6” para dispositivos IPv6) e isto deverá obter automaticamente a configuraçãovia DHCP. Assumindo que sua rede e servido DHCP já esteja devidamente configurado, estamáquina não precisará de nenhuma configuração adicional para funcionar corretamente. O servidorDHCP irá prover o gateway padrão (implementado através do comando route), os endereços de IP(implementados com o comando ifconfig), e os servidores DNS usados na rede (implementados noarquivo /etc/resolv.conf.)Para configurar sua interface de rede ethernet com um IP estático e uma configuração personalizada,será necessário algumas informações. Suponhamos que você queira definir o IP 192.168.0.2 paraa interface eth1, com a máscara de rede típica 255.255.255.0. Seu gateway (rota de saída) padrão é192.168.0.1. Vocé deverá inserir algo como isto no arquivo /etc/network/interfaces:iface eth1 inet static address 192.168.0.2 netmask 255.255.255.0 gateway 192.168.0.1Neste caso, voê precisará especificar o endereço dos servidores de DNS manualmente no arquivo/etc/resolv.conf, que deverá parecer com algo do tipo: 23
  24. 24. Redesearch mydomain.comnameserver 192.168.0.1nameserver 4.2.2.2A diretiva search vai anexar mydomain.com para a procura de hostnames, tentando resolvernomes para sua rede. Por exemplo, se o domínio de sua rede é meudominio.com e vocêtentar fazer um ping no host “meucomputador”, a procura pelo DNS será modificada para“meucomputador.meudominio.com”. A diretiva nameserver especifica os servidores DNS a seremusados para resolver os hostnames para o IP. Se você usa um nameserver (servidor DNS) próprio,insira-o aqui. Senão, pergunte ao seu provedor de internet os servidores DNS primário e secundário, edepois insira-os em /etc/resolv.conf, como mostrado abaixo.Diversas outras configurações são possíveis, incluindo interfaces PPP, rede em IPv6, interfaces VPN,entre outras. Execute o comando man 5 interfaces para mais informações e para as opções suportadas.Lembre-se que /etc/network/interfaces é utilizado pelos scripts ifup/ifdown como um esquema deconfiguração de mais alto nível, que pode ser utilizado por outras distribuições, e que os utilitários debaixo nível, como ifconfig, route e dhclient continuam disponíveis para configurações ad hoc.1.2. Administrando entradas DNSEsta seção explica como configurar o servidor de nomes (DNS) para gerar endereços IP a hostnames evice versa. Não explica como configurar o sistema como um servidor de nome.Para gerenciar entradas de DNS, você pode adicionar, alterar ou remover nomes de DNS do arquivo/etc/resolv.conf. Um arquivo de exemplo [../sample/resolv.conf] pode ser visto abaixo:search comnameserver 204.11.126.131nameserver 64.125.134.133nameserver 64.125.134.132nameserver 208.185.179.218A chave search especifica a string que deverá aparecer para um hostname imcompleto. Aqui, nos atemos mencionada como com. Então, quando nos executamos: ping ubuntu ela interpretará comoping ubuntu.com.A chave nameserver especifica o endereço IP do servidor de nomes. Ele será usado para resolver osendereços IP ou hostnames. Este arquivo pode possuir multiplas entradas de DNS. Os DNSs serãousados pela rede de mesma classe. Se o DNS estiver obtendo dinâmicamente por DHCP ou PPPoE (obtido do seu provedor), não adicione entrada neste arquivo. Isto será atualizado automaticamente. The changes you do in /etc/resolv.conf will be erased when you reboot your machine. If you want to make this change permanent, you should install resolvconf package and update the DNS information in /etc/resolvconf/resolv.conf.d/base file provided by that package. 24
  25. 25. Rede1.3. Gerenciando HostsPara gerenciar hosts, você pode adicionar, alterar ou remover hosts do arquivo /etc/hosts. O arquivocontêm endereços IP e seus nomes de host correspondentes. Quando seu sistema tenta resolver umnome de host para um endereço IP ou determinar um nome de host para um endereço IP, ele procurapara o arquivo /etc/hosts antes de usar os servidores de nome. Se o endereço IP está listado noarquivo /etc/hosts, os servidores de nome não serão utilizados. Este comportamento pode seralterado, bastando para isso editar o arquivo /etc/nsswitch.conf como quiser.Se sua rede possui computadores cujos endereços IP não estão listadas no DNS, é recomendado quevocê os adicione ao arquivo /etc/hosts. 25
  26. 26. Rede2. TCP/IPO Transmission Control Protocol e o Internet Protocol (TCP/IP) são um conjunto podrão deprotocolos desenvolvidos no final dos anos 1970 pela Defense Advanced Research Projects Agency(DARPA) como uma forma de comunicação entre diferente tipos de computadores e redes decomputadores. TCP/IP é a força motora da Internet, e é portanto o mais popular conjunto deprotocolos da Terra.2.1. Introdução ao TCP/IPOs dois protocolos componentes do TCP/IP lidam com diferentes aspectos da computação emrede. Internet Protocol, o "IP" do TCP/IP é um protocolo de sem conexão que lida somentecom o roteamento de pacotes da rede utilizando o datagrama de IPs como unidade básica dasinformações de rede. O datagrama do IP consiste de um cabeçaho seguido de uma mensagem. O TCP(Transmission Control Protocol - Protocolo de Controle de Transmissão)2.2. Configurando TCP/IPA configuração do protocolo TCP/IP consiste em diversos elementos, que podem ser editadosnos arquivos de configuração apropriados, ou optando-se por soluções como o servidor de DHCP(Protocolo de Configuração Dinâmica de Hosts), que por sua vez pode ser configurado para proveras configurações TCP/IP necessárias para cada cliente de rede automaticamente. Esses valores daconfiguração precisam ser definidos corretamente, de maneira que que facilite o funcionamento emrede do seu sistema Ubuntu.Os elementos básicos de configuração do TCP/IP e seus objetivos são os seguintes:• Endereço IP O Endereço de IP é uma string de identificação única, expressa em quatro números decimais, que vão de zero (0) à duzentos e cinquenta e cinco (255), separada por pontos, com cada um dos quatros números representado oito (8) bits do endereço, para um tamanho total de trinta e dois (32) bits para todo o endereço. Este formato é chamado de notação decimal com pontos.• Netmask A Máscara de Subrede (ou simplesmente netmask) é uma máscara de bits locais, ou alguns marcadores que separam porções de endereços IPs relacionados à uma rede de uma subrede. Por exemplo, na Classe C, a máscara padrão é 255.255.255.0, que mascara os primeiros três bytes do endereço IP e permite somente o último byte do endereços disponível para a alocação e especificação de hosts ou subredes.• Endereço de Rede O Endereço de rede representa os bytes compreendidos na porção de rede referente a um IP. Por exemplo, o host 12.128.1.2 da rede de Classe A, pode usar 12.0.0.0 como o Endereço de Rede, que usa o doze (12) para representar o primeiro byte de um endereço IP, (a parte de rede) e zeros (0s) em todos os outros três bytes restantes para representar os valores para hosts em potencial. Redes de hosts usando endereços IPs comuns como os privados e não distribuídos, como 192.168.1.100 pode então usar um endereço de rede como 192.168.1.0, que especifica os três primeiros bytes para a Classe C de rede 192.168.1 e zero (0) para todos os outros possíveis hosts da rede. 26
  27. 27. Rede• Endereço de Transmissão O Endereço de Transmissão é um endereço IP que possibilita dados de rede serem enviados simultaneamente para todos os hosts numa subrede, preferivelmente do que especificar um host particular da rede. O padrão genérico de endereço de transmissão para redes IP é 255.255.255.255, mas este endereço de transmissão não pode ser usado para enviar uma mensagem a cada host na Internet porque roteadores bloqueiam-no. Por exemplo, em um popular IP privado Classe C de rede, 192.168.1.0, o endereço de transmissão precisa ser configurado como 192.168.1.255. Transmissão de mensagens são tipicamente fruto de rede de protocolos tais como Address Resolution Protocol (ARP) e Routing Information Protocol (RIP).• Gateway AddressUm Gateway Address é o endereço IP direto de uma rede particular, ou host em uma rede, podendo se estender. Se uma rede de host não define-se ao comunicar com outra rede de host, e aquele host não é localizado em uma mesma rede, então um gateway deve ser usado. Em muitos casos, o Gateway Anddress será de um roteador na mesma rede, que vai habilitar o trafico de passagem em outras redes ou hosts, tais como Internet hosts. O valor definido a um Gateway Address deve ser correto, ou seu sistema não será capaz de alcançar nenhum host ligado na mesma rede.• Endereço do Servidor de Nomes Endereços de servidores de nome representam o endereço IP do sistema de Serviço de Nomes de Domínio (Domain Name Service - DNS), que resolve nomes de hosts de rede para endereços IP. Há três níveis de endereços de servidor de nomes, que podem ser especificados em ordem de precedência: O servidor de nomes Primário, o servidor de nomes Secundário e o servidor de nomes Terciário. Para que seu sistema possa resolver nome de hosts da rede para seus endereços IP correspondentes, você deve especificar um endereço de servidor de nomes válido o qual você esteja autorizado a utilizar na configuração de TCP/IP do seu sistema. Em muitos casos esses endereços podem e devem ser fornecidos pelo seu provedor de serviços de rede, mas há muitos servidores de nomes gratuitos e acessíveis publicamente, como os servidores Level3 (Verizon) com endereços de IP de 4.2.2.1 a 4.2.2.6. O Endereço de IP, a Máscara de rede (netmask), o Endereço de rede, Endereço de broadcast, e o Endereço de Gateway são, em geral, especificados com as diretivas apropriadas no arquivo /etc/network/interfaces. O endereço do Servidor de Nomes (DNS) é em geral especificado pela diretiva nameserver no arquivo /etc/resolv.conf. Para maiores informações, veja a página de manual para interfaces ou resolv.conf respectivamente, com os seguintes comandos a serem digitados no terminal: Acesse o sistema de páginas de manual para interfaces com o seguinte comando: man interfaces Acesse o sistema de páginas de manual para resolv.conf com o seguinte comando: man resolv.conf 27
  28. 28. Rede2.3. Roteamento IPO roteamento IP é uma forma de especificar e descobrir caminhos em uma rede TCP/IP na qual asinformações da rede serão enviadas.O roteamento usa um conjunto de tabelas de roteamento paradirecionar o encaminhamento de pacotes de dados de rede da fonte para o destino, geralmente pormeio de diversos nós de rede intermediários, conhecidos como roteadores. O Roteamento IP é oprincipal modo de descoberta de caminhos na Internet. Há duas formas primárias de roteamento,Estático e Dinâmico.Static routing involves manually adding IP routes to the systems routing table, and this is usuallydone by manipulating the routing table with the route command. Static routing enjoys manyadvantages over dynamic routing, such as simplicity of implementation on smaller networks,predictability (the routing table is always computed in advance, and thus the route is precisely thesame each time it is used), and low overhead on other routers and network links due to the lack ofa dynamic routing protocol. However, static routing does present some disadvantages as well. Forexample, static routing is limited to small networks and does not scale well. Static routing also failscompletely to adapt to network outages and failures along the route due to the fixed nature of theroute.Roteamento Dinâmico depende de grandes redes com múltiplas possibilidade de rotas IP de umafonte a um destino e faz uso de protocolos especiais de roteamento, tal como o Router InformationProtocol (RIP), que manipula o ajuste automático para os protocolos da tabela de roteamento, e assim,fazer o roteamento dinâmico possível. Roteamento dinâmico tem sérias vantagens sobre roteamentoestático, como escalabilidade superior e a capacidade de adaptação a falhas ou ocilações ao longodas rotas na rede. Adicionalmente, essa posição é inferior a configuração manual para a tabela deroteamento, desde que os roteadores aprendam sobre outro roteador, sua existencia e rotas possíveis.Esta peculiaridade também elimina a possibilidade de introduzir um erro em tabelas de roteamentopor erro humano. Roteamento dinâmico não é perfeito, de qualquer modo, ele apresente desvantagenscomo alta complexidade e despesas gerais adicionais para a rede, que não beneficiam imediatamenteos usuários finais, e ainda consome banda da rede.2.4. TCP e UDPTCP é um protocolo de conexão, oferecendo correção de erro e entrega garantida de dados via o queé conecido como controle de fluxo. O controle de fluxo determina quando o fluxo de certos dadosdevem ser parados, e previamente quais pacotes de dados devem ser re-enviados devido a problemascomo colisões, por exemplo, deste modo assegurando a entrega exata e completa dos dados. TCP étipicamente usado em trocas de informações importantes tal como transações de banco de dados.O User Datagram Protocol (UDP), por outro lado, é um protocolo de conectividade que raramente lidacom a transmissão de dados importantes porque falta controle de fluxo ou qualquer outro método paraassegurar a entrega confiável dos dados. UDP comumente é usado em aplicações como áudio e vídeo,onde é consideravelmente mais rápido que TCP devido à falta de correção de erro e controle de fluxo,e onde a perda de alguns pacotes não é catastrófico, geralmente. 28
  29. 29. Rede2.5. ICMPO Internet Control Messaging Protocol (ICMP) é uma extensão do Internet Protocol (IP) comodefinido na Petição Para Comentários (RFC) #792 e apoia pacotes de rede contendo controle, erro,e mensagens de informação. ICMP é usado por aplicações de rede como a utilidade de ping, quepode determinar a disponibilidade de um host de rede ou dispositivo. Exemplos de mensagens deerro retornadas por ICMP que são útil a ambos hosts de rede e para dispositivos tal como roteadores,incluem Destino Inacessível e Tempo de Esperera Excedido.2.6. ServiçosDaemons (serviços) são aplicações especiais do sistema que tipicamente executam continuamenteem segundo plano e esperam requisições para as funções que eles fornecem a outras aplicações.Muitos daemons são rede-cêntrico; isso é, um grande número de daemons executando em segundoplano em um sistema Ubuntu podem fornecer funcionalidades a redes relacionadas. Alguns exemplosde daemons de rede incluem o Hyper Text Transport Protocol Daemon (httpd), que fornecefuncionalidade de servidor de Internet; o Secure SHell Daemon (sshd), que fornece identificação(login) remota segura e capacidade de transferência de arquivo; e o Internet Message Access ProtocolDaemon (imapd), que fornece serviços de correio eletrônico (e-Mail). 29
  30. 30. Rede3. Configuração do FirewallO kernel Linux inclui o subsistema Netfilter, o qual é usado para manipular ou decidir o destinodo tráfego de rede dirigido para ou através de seu servidor. Todas as soluções de firewall Linuxmodernas utilizam esse sistema para filtragem de pacotes.3.1. Instrodução ao FirewallO sistema de filtragem de pacotes do kernel tem pouca utilidade para os administradores sem umainterface para gerenciá-la. Este é o propósito do iptables. Quando um pacote chega ao servidor, eleserá encaminhado ao subsistema Netfilter para aceitação, manipulação ou rejeição, baseado numa dasregras supridas pela interface via iptables. Então, o iptables é tudo que você precisa para gerenciar oseu firewall, caso você tenha familiaridade com ele, mas existem diversos front ends (interfaces defrente) para simplificar a tarefa.3.2. Mascaramento de IPO propósito da Máscara de IP é permitir máquinas com IP privado, endereço não-roteável em sua redepara acessar a Internet por meio da máquina "mascarada". O tráfico destinado de sua rede privadapara a Internet deve ser manipulado para obter respostas da máquina que fez a petição, como emuma rota invertida. Para fazer isto, o kernel deve modificar o endereço IP da fonte de cada pacote eretornar respostas a ele, antes que o endereço privado IP faço o pedido de resposta, que é impossívelatravés da Internet. O Linux usa Connection Tracking (conntrack) para acompanhar que conexõespertence a que máquinas e desviar cada pacote de retorno correspondente. O tráfico originado em suarede privada é assim "mascarado" como tendo originado de seu gateway Ubuntu. Este processo possuirefência na documentação da Microsoft como Conexão de Internet Compartilha.Isto pode ser realizado com uma única regra no iptables, que pode diferir levemente baseado em suaconfiguração de rede:sudo iptables -t nat -A POSTROUTING -s 192.168.0.0/16 -o ppp0 -j MASQUERADEO comando acima supõe que seu endereço privado está no intervalo 192.168.0.0/16 e sua interface deInternet, ou dispositivo, é ppp0. A sintaxe é errada como se segue:• -t nat -- a regra é para ir na tabela nat• -A POSTROUTING -- a regra é para ser adicionada (-A) à corrente POSTROUTING• -s 192.168.0.0/16 -- a regra é aplicada a trafego originando do endereço especificado• -o ppp0 -- a regra é aplicada a trafego agendado para ser roteado pelo dispositivo de rede especificado• -j MASQUERADE -- trafego combinando com esta regra "pulará" (-j) para o alvo MASQUERADE para ser manipulado como descrito acimaCada série na tabela de filtro (a tabela padrão, onde a maioria ou todos os processos e filtragemde pacotes ocorre) tem uma diretriz padrão para ACEITAR, mas se você estiver criando um 30
  31. 31. Redefirewall adicional para o dispositivo de gateway, você terá que definir políticas de DESCARTE ouREJEIÇÂO, em que caso seu tráfico "mascarado" necessitará de permição pra ENVIAR para a sériede regras de trabalho acima:sudo iptables -A FORWARD -s 192.168.0.0/16 -o ppp0 -j ACCEPTsudo iptables -A FORWARD -d 192.168.0.0/16 -m state --state ESTABLISHED,RELATED -i ppp0 -j ACCEPTOs comandos acima permitem todas conexões de sua rede local à Internet e todo trânsito relacionadoa essas conexões retornar à máquina que os iniciou.3.3. FerramentasHá muitas ferramentas disponíveis para ajudá-lo a construir um firewall completo sem conhecimentoíntimo da ferramenta iptables. Para os que preferem GUI (interfaces gráficas), sugere-se o Firestarteré bem popular e de fácil utilização, e o fwbuilder, uma aplicação poderosa com visual familiar paraadministradores que usam ferramentas comerciais de firewall, como o Checkpoint FireWall-1.Se você preferir uma ferramenta em linha de comando para configurar arquivos em "texto puro",o Shorewall é uma solução poderosa que o ajudará em configurações avançadas de firewall emsua rede. Se sua rede for relativamente simples ou você não possuir uma rede o ipkungfu deveproporcionar-lhe um firewall útil com configuração inicial zero, e o permitirá facilmente armar umfirewall mais avançado editando arquivos de configuração simples e bem documentados. Outraferramenta interessante é o fireflier, que é orientado para desktop. É composto de um servidor(fireflier-server) e sua escolha de clientes GUI (GTK ou QT), e comporta-se como muitas aplicaçõesinterativas populares de firewall para Windows.3.4. LogsO registro (log) das ações do firewall é essencial para reconhecer ataques, investigar e repararerros em suas regras do firewall e notar atividades inesperadas na rede. Você deve incluir regras deregistro em seu firewall para que registros sejam gerado, aliás, e regras de registro devem vir antes dequalquer regra aplicável (uma regra com um alvo que decida o destino do pacote, tal como ACEPT,DISCARD ou REJECT). Por exemplo:sudo iptables -A INPUT -m state --state NEW -p tcp --dport 80 -j LOG --log-prefix "NEW_HTTP_CONN: "As requisições pela porta 80 para a máquina local, então, geraria um registro dmesg parecido comeste:[4304885.870000] NEW_HTTP_CONN: IN=lo OUT= MAC=00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:00:08:00 SRC=127.0.0O registro acima é publicado em /var/log/messages, /var/log/syslog, e /var/log/kern.log.Estes procedimentos podem ser alterado modificando o /etc/syslog.conf ou instalando econfigurando o ulogd e, assim, usar o ULOG como alvo ao invés do LOG (registro). O daemonulogd é um servidor userspace que observa o sistema para registrar instruções específicas do kernelpara firewalls e registrar qualquer arquivo que você queira, igual aos bancos de dados PostgreSQL eMySQL. O registro das ações do firewall pode ser simplificada usando uma ferramenta para análisede registros, como o fwanalog, fwlogwatch, ou lire. 31
  32. 32. Rede4. Servidor OpenSSH4.1. IntroduçãoThis section of the Ubuntu Server Guide introduces a powerful collection of tools for the remotecontrol of networked computers and transfer of data between networked computers, called OpenSSH.You will also learn about some of the configuration settings possible with the OpenSSH serverapplication and how to change them on your Ubuntu system.OpenSSH é uma versão disponível livremente da família de ferramentas do protocolo Secure Shell(SSH) para controlar um computador remotamente ou transferir arquivos entre computadores.Ferramentas tradicionais utilizadas para cumprir essas funções, como telnet ou rcp são inseguras etransmitem a senha de um usuário em texto puro quando utilizadas. O OpenSSH provê um servidordaemon e ferramentas de cliente para facilitar controle remoto e operações de transmissão de arquivocom segurança e criptografia, efetivamente substituindo ferramentas de legado.O componete de servidor OpenSSH, sshd, observa constantemente conexões de clientes para qualquerdas ferramentas do cliente. Quando uma requisição de conexão ocorre, sshd inicia a conexão corretadependendo do tipo de ferramenta de conexão do cliente. Por exemplo, se um computador remotoconecta-se por um cliente ssh, o servidor OpenSSH iniciará o controle remoto da sessão apósautenticar. OpenSSH utiliza vários métodos de autentificação, incluindo senha simples, chave públicae tiquetes Kerberos.4.2. InstalaçãoA instalação do servidor e cliente OpenSSH é simples, Para instalar o OpenSSH cliente no seuUbuntu, use este comando no terminal:sudo apt-get install openssh-clientPara instalar o OpenSSH servidor no seu Ubuntu, use este comando no terminal:sudo apt-get install openssh-server4.3. ConfiguraçãoVocê pode configurar o comportamento padrão do servidor OpenSSH, sshd, editando o arquivo/etc/ssh/sshd_config. Para mais informação sobre as diretrizes de configuração usadas nestearquivo, você pode ver o manual apropriado com o seguinte comando, executado pela linha decomando:man sshd_config 32
  33. 33. RedeExistem muitas diretrizes no arquivo de configuração do sshd que controlam coisas comoconfigurações de comunicação e modos de autenticação. Os seguintes são exemplos de diretrizes deconfiguração que podem ser modificados editando o arquivo /etc/ssh/ssh_config. Antes de editar o arquivo de configuração, você deve fazer uma cópia do arquivo original e protegê-lo de escrita, para que você assim tenha os ajustes originais como uma referência e para reusar como necessário. Copie o arquivo /etc/ssh/sshd_config e proteja-o contra sobrescrição com com seguinte comando, executado na linha de comando:sudo cp /etc/ssh/sshd_config /etc/ssh/sshd_config.originalsudo chmod a-w /etc/ssh/sshd_config.originalOs seguintes são exemplos de diretrizes de configuração que você pode modificar:• Para ajustar seu OpenSSH para escutar na porta de TCP 2222 invés da porta de TCP padrão 22, modifique a diretriz Port da seguinte forma: Porta 2222• Para fazer o sshd aceitar acesso público à base de chaves credenciais, simplesmente adicione ou modifique a linha: PubkeyAuthentication yes no arquivo /etc/ssh/sshd_config, ou se já estiver presente, certifique-se que a linha não está comentada.• Para fazer o seu servidor OpenSSH exibir o conteúdo do arquivo /etc/issue.net como um aviso antes de conectar, simplesmente adicione ou modifique a linha: Banner /etc/issue.net no arquivo /etc/ssh/sshd_config.Após realizar as auterações no arquivo /etc/ssh/sshd_config, salve o arquivo e reinicie o servidorde aplicações sshd para que as auterações tenham efeito. Para isto utilize o seguinte comando em umterminal:sudo /etc/init.d/ssh restart Várias configurações adicionais de diretrizes do sshd estão disponíveis para auterar o comportamento do servidor de acordo com suas necessidades. Esteja ciente, no entanto, que se seu único método de acesso a um servidor é ssh e você comete um erro ao configurar o sshd via arquivo de configuração /etc/ssh/sshd_config, você pode torna-lo indisponível após reiniciar o servidor, ou esse servidor sshd pode recusar iniciar, devido a uma diretriz 33
  34. 34. Rede incorreta na configuração, então seja extremamente cuidadoso quando editar este arquivo num servidor remoto.4.4. ReferênciasWeb site OpenSSH [http://www.openssh.org/]Página Wiki OpenSSH Avançado [https://wiki.ubuntu.com/AdvancedOpenSSH] 34
  35. 35. Rede5. Servidor FTPFile Transfer Protocol (FTP) is a TCP protocol for uploading and downloading files betweencomputers. FTP works on a client/server model. The server component is called an FTP daemon. Itcontinuously listens for FTP requests from remote clients. When a request is received, it manages thelogin and sets up the connection. For the duration of the session it executes any of commands sent bythe FTP client.Acesso à um servidor FTP pode ser controlado em 2 maneiras:• Anônimo• AutenticadoNo modo Anônimo, clientes remotos podem acessar o servidor FTP usando a conta de usuáriopadrão chamada anonymous ou ftp e informando um endereço de e-mail como senha. No modoAutenticado um usuário precisa ter uma conta e uma senha. O acesso do usuário aos diretórios earquivos do servidor de FTP depende das permissões definidas para a conta usada no login. Comouma regra geral, o serviço de FTP irá esconder o diretório root do servidor de FTP e alterá-lo para odiretório Home do FTP. Isso ocultará o restante do sistema de arquivos nas sessões remotas.5.1. vsftpd - Instalação de Servidor FTPO vsftpd é um daemon FTP disponível no Ubuntu. Ele é fácil de instalar, configurar e manter. Parainstalar o vsftpd você pode rodar o seguinte comando: sudo apt-get install vsftpd5.2. vsftpd - Configuração Servidor FTPVocê pode editar o arquivo de configuração do vsftpd, /etc/vsftpd.conf, para modificar asconfigurações padrões. Por padrão apenas FTP anônimo é permitido. Se você deseja desabilitar essaopção, você deve modificar a seguinte linha:anonymous_enable=YESparaanonymous_enable=NOPor padrão, os usuários locais do sistema não tem permissão para fazer login no servidor FTP. Paramodificar essa configuração, você deve descomentar a seguinte linha:#local_enable=YESPor padrão, usuários tem permissão para descarregar arquivos do servidor FTP. Eles não tempermissão para enviar arquivos para o servidor FTP. Para modificar essa configuração, você devedescomentar a seguinte linha: 35
  36. 36. Rede#write_enable=YESSimilarmente, por padrão, os usuários anônimos não tem permissão para enviar arquivos para oservidor FTP. Para modificar essa configuração, você deve descomentar a seguinte linha:#anon_upload_enable=YESO arquivo de configuração é formado por vários parâmetros de configuração. As informações sobrecada parâmetro estão disponíveis no arquivo de configuração. Alternativamente, você pode consultara página do manual, man 5 vsftpd.conf para um melhor detalhamento de cada parâmetro.Uma vez configurado o vsftpd você pode iniciar o serviço usando o seguinte comando: sudo /etc/init.d/vsftpd start Note que os valores padronizados no arquivo de configuração estão ajustados da forma que estão por motivos de segurança. Cada uma das modificações feitas acima deixa o sistema cada vez menos seguro, portanto use-as somente se forem realmente necessárias. 36
  37. 37. Rede6. Network File System (NFS)NFS permite um sistema a compartilhar diretórios e arquivos com outros sistemas em uma rede. Aousar NFS, usuários e programas podem acessar arquivos em sistemas remotos quase que como se osmesmos fossem arquivos locais.Alguns dos mais notáveis benefícios que NFS oferece são:• Máquinas de trabalho locais usam menos espaço de disco porque dados comumente usados podem ser armazenados em uma única máquina e ainda assim permanecer acessível à outros na rede.• Não é necessário criar diretórios pessoais de usuários separados em cada máquina na rede. Diretórios pessoais podem ser criados em um servidor NFS de forma acessível por toda a rede.• Dispositivos de armazenamento como disquetes, CD-ROM, e chaveiros USB podem ser usados por outras máquinas na rede. Isto pode reduzir o número de dispositivos de mídia removíveis por toda a rede.6.1. InstalaçãoEm um prompt de terminal entre o seguinte comando para instalar o servidor NFS:sudo apt-get install nfs-kernel-server6.2. ConfiguraçãoVocê pode configurar os diretórios a serem exportados adicionando-os ao arquivo /etc/exports. Porexemplo:/ubuntu *(ro,sync,no_root_squash)/home *(rw,sync,no_root_squash)Você pode substituir o * com um dos formatos de nome de host. Faça a declaração de nome de host omais específica possível para que sistemas indesejados não acessem a montagem NFS.Para inicar o servidor NFS, você pode executar o seguinte comando em um terminal:sudo /etc/init.d/nfs-kernel-server start6.3. Configuração do Cliente NFSUse o comando mount para montar um diretório compartilhado NFS de outra máquina, digitando numprompt de terminal um comando similar ao seguinte:sudo mount exemplo.nomedamáquina.com:/ubuntu /local/ubuntu 37
  38. 38. Rede O diretório ponto de montagem /local/ubuntu deve existir. Não devem existir arquivos ou subdiretórios dentro do diretório /local/ubuntu.Uma forma alternativa para montar uma partição compartilhada NFS remota é adicionar uma linha aoarquivo /etc/fstab. A linha deve conter o nome do servidor NFS host, o diretório no servidor sendoexportado, e o diretório local onde a partição NFS deve ser montado.A sintaxe normal para a linha no arquivo /etc/fstab é a seguinte:exemplo.nomedohost.com:/ubuntu /local/ubuntu nfs rsize=8192,wsize=8192,timeo=14,intr6.4. ReferênciasLinux NFS faq [http://nfs.sourceforge.net/] 38
  39. 39. Rede7. Dynamic Host Configuration Protocol (DHCP)O Protocolo de Configuração Dinâmica de Hosts (DHCP) é um serviço de rede que permite que oscomputadores sejam configurados automáticamente apartir de configurações feitas em um servidorao invés de serem configurados individualmente de forma manual. Computadores configuradospara serem clientes de DHCP não tem controle sobre as configurações que eles recebem do servidorDHCP, e a configuração é transparente para o usuário do computador.As configurações mais comuns providenciadas por um servidor DHCP para um cliente DHCP são:• Endereço IP e Netmask• DNS• WINSEntretanto, um servidor DHCP pode também providenciar propriedades de configuração como:• Noma da Máquina• Nome do Domínio• Gateway Padrão• Servidor de Tempo• Servidor de ImpressãoA vantagem de usar DHCP é que as alterações em uma rede, por exemplo a alteração do endereçode um servidor DNS, precisam apenas ser modificadas no servidor DHCP, e todos os equipamentosda rede irão ser reconfigurados da próxima vez que seu cliente de DHCP consultar o servidor. Comovantagem adicional, ele também torna mais fácil a integração de novos computadores à rede, já quenão é necessário confirmar a disponibilidade de um endereço IP. Conflitos na alocação de endereçosIP também são reduzidos.Um servidor DHCP pode fornecer parâmetros de configuração usando dois métodos:Endereço MAC Esse método consiste na utilização do DHCP por meio da identificação do endereço de hardware único de cada placa de rede conectada à rede e então fornecendo uma configuração constante cada vez que o cliente de DHCP faz uma requisição para o servidor DHCP usando o mesmo dispositivo de rede.Pool de Endereços Esse método consiste na definição de um pool (algumas vezes chamado de faixa ou escopo) de endereços IP apartir do qual os clientes DHCP terão suas propriedades e configurações supridas dinâmicamente baseado num método de "o primeiro que chega é o primeiro que leva". Quando um cliente DHCP não mais está em rede por período de tempo especificado, a configuração expira e é disponibilizada novamente no pool de endereços para uso por outros clientes DHCP.O Ubuntu é fornecido com ambos, o cliente e o servidor DHCP. O servidor é o dhcpd (dynamic hostconfiguration protocol daemon). O cliente fornecido com o Ubuntu é o dhclient e deverá ser instaladoem todos os computadores que pretendem ser automáticamente configurados. Ambos os programas 39
  40. 40. Redesão fáceis de instalar e configurar e serão automáticamente iniciados durante a inicialização dosistema.7.1. InstalaçãoEm um terminal, digite o seguinte comando para instalar dhcpd:sudo apt-get install dhcpdVocê verá a seguinte saída, a qual explica o que fazer em seguinda:Por favor note que se você estiver instalando o servidor DHCP pela primeiravez você irá precisar configurá-lo. Por favor pare (/etc/init.d/dhcpstop) o serviço do servidor DHCP, edite o /etc/dhcpd.conf paraajustá-lo às suas necessidadese configurações particulares, e reinicie o serviço do servidor DHCP(/etc/init.d/dhcp start).Você também precisará editar o /etc/default/dhcp para especificar as interfaces que o dhcpddeverá ouvir. Por padrão ele ouve na eth0.NOTA: as mensagens do dhcpd são enviadas para o syslog. Procure lá pormensagens de diagnóstico.Iniciando o servidor DHCP: o dhcpd falhou ao iniciar - verifique o syslog para diagnosticar o proble7.2. ConfiguraçãoA mensagem de erro encontrada no final da instalação pode ser um pouco confusa, mas os seguintespassos vão te ajudar a configurar o servidor:Geralmente, o que você quer fazer é associar um endereço IP de forma aleatoria. Isto pode ser feitocom as seguintes configurações:# Exemplo /etc/dhcpd.conf# (adicione seus comentários aqui)default-lease-time 600;max-lease-time 7200;option subnet-mask 255.255.255.0;option broadcast-address 192.168.1.255;option routers 192.168.1.254;option domain-name-servers 192.168.1.1, 192.168.1.2;option domain-name "mydomain.org";subnet 192.168.1.0 netmask 255.255.255.0 {range 192.168.1.10 192.168.1.100;range 192.168.1.150 192.168.1.200;} 40
  41. 41. RedeIsso irá fazer com que o servidor DHCP atribua ao cliente um endereço IP a partir da faixa192.168.1.10-192.168.1.100 ou 192.168.1.150-192.168.1.200. Ele irá emprestar um endereço por600 segundos se o cliente não perguntar por um determinado período de tempo. O servidor tambémirá "avisar" o cliente que ele deve usar 255.255.255.0 como sua máscara de sub-rede, 192.168.1.255como seu endereço de broadcast, 192.168.1.254 como roteador/gateway e 192.168.1.1 e 192.168.1.2como seus servidores DNS.Se for preciso especificar um servidor WINS para os seus clientes de Windows, você deverá incluir aopção netbios-nome-servidor.option netbios-name-servers 192.168.1.1;Configurações do dhcpd foram adiquiridas do mini-HOWTO do DHCP, que pode ser encontrado aqui[http://www.tldp.org/HOWTO/DHCP/index.html].7.3. ReferênciasDHCP FAQ [http://www.dhcp-handbook.com/dhcp_faq.html] 41
  42. 42. Rede8. Domain Name Service (DNS)Serviço de Nome de Domínio ( Domain Name Service - DNS) é um serviço de internet que mapeiaendereços IP para nomes de domínio completamente qualificados (FQDN) e vice-versa. Dessa forma,o DNS faz com que não seja necessário decorar endereços IP. Os computadores que rodam o DNS sãochamados de servidores de nomes. O Ubuntu vem com o BIND Berkley Internet Naming Daemon), oprograma mais utilizado para manter um servidor de nomes no Linux.8.1. InstalaçãoEm um terminal, digite o seguinte comando para instalar dns:sudo apt-get install bind8.2. ConfiguraçãoOs arquivos de configuração do DNS são armazenados no diretório /etc/bind. O arquivo deconfiguração principal é o /etc/bind/named.conf. O conteúdo da configuração padrão está dispostoabaixo:// Este é o arquivo de configuração primária para o servidor de DNS BIND named.//// Por favor, leia /usr/share/doc/bind/README.Debian para informações sobre a// estrutura dos arquivos de configuração do BIND no Debian para versão 8.2.1 do BIND// ou superior, *ANTES* de você customizar este arquivo de configuração.//include "/etc/bind/named.conf.options";// reduz a saída de log em erros fora do nosso controlelogging { category lame-servers { null; }; category cname { null; };};// servidor primário, que conhece os servidores raizzone "." { type hint; file "/etc/bind/db.root";};// seja a autoridade para repasses locais, zonas reversas e para a// zona de broadcast, como definido no RFC 1912zone "localhost" { type master; file "/etc/bind/db.local";}; 42
  43. 43. Redezone "127.in-addr.arpa" { type master; file "/etc/bind/db.127";};zone "0.in-addr.arpa" { type master; file "/etc/bind/db.0";};zone "255.in-addr.arpa" { type master; file "/etc/bind/db.255";};// adicione definições locais aquiinclude "/etc/bind/named.conf.local";A linha include especifica o nome do arquivo que contém as opções do DNS. A linha directory noarquivo de opções diz ao DNS onde procupar por arquivos. Todos os arquivos utilizados pelo BINDestão contidos nesse diretório.The file named /etc/bind/db.root describes the root name servers in the world. The servers changeover time, so the /etc/bind/db.root file must be maintained now and then.A seção zone define um servidor mestre, e ela é armazenado em um arquivo mencionado através datag file. Cada zona contém 3 registros de recursos (RRs): um RR SOA, um RR NS, e um RR PTR.SOA é a abreviatura para Start of Authority, ou seja, Início da Autoridade. A "@" é uma notaçãoespecial que denota a origem. NS é a RR para Servidor de Nomes. PTR é Ponteiro para Servidor deNomes. Para iniciar o servidor DNS, rode o seguinte comando apartir do prompt de um terminal:sudo /etc/init.d/bind startVocê pode se referir à documentação mencionada na seção de referências para detalhes.8.3. ReferênciasTUTORIAL DNS [http://www.tldp.org/HOWTO/DNS-HOWTO.html] 43
  44. 44. Rede9. CUPS - Servidor de ImpressoraThe primary mechanism for Ubuntu printing and print services is the Common UNIX PrintingSystem (CUPS). This printing system is a freely available, portable printing layer which has becomethe new standard for printing in most Linux distributions.O CUPS gerencia serviços de impressão e filas, além de fornecer impressão em rede usando oProtocolo padrão de Impressão da Internet (IPP), além de oferecer suporte a uma grande variedadede impressoras, de matriciais a lasers dentre muitas outras. O CUPS também suporta Descrições deImpressoras PostScript (PPD) e auto-detecção de impressoras de rede, e aprensenta também umaferramenta de administração simples baseada na web.9.1. InstalaçãoTo install CUPS on your Ubuntu computer, simply use sudo with the apt-get command and give thepackages to install as the first parameter. A complete CUPS install has many package dependencies,but they may all be specified on the same command line. Enter the following at a terminal prompt toinstall CUPS:sudo apt-get install cupsys cupsys-clientUma vez autenticado com a senha do seu usuário, deverá ocorrer o download e instalação dos pacotessem erros. Após a instalação, o servidor CUPS será inicializado automaticamente. Para resoluçãode problemas, você pode acessar os erros do servidor CUPS através do arquivo de log de erros em:/var/log/cups/error_log. Se os logs de erros não mostrar informações necessárias para resoluçãodos seus problemas que você encontrar, a qualidade de saída de log do CUPS pode ser incrementada,alterando a diretiva LogLevel no arquivo de configuração (discutido logo abaixo) para "debug" ouainda "debug2", o que causará o registro em log de tudo, do padrão ao "info". Se você fizer estamudança, lembre-se de desfazê-la assim que você resolver seu problema, para prevenir que o arquivofique muito grande.9.2. ConfiguraçãoO comportamento do servidor CUPS (The Common UNIX Printing System) é configurado atravésdas diretivas contidas no arquivo /etc/cups/cupsd.conf. O arquivo de configuração do CUPS seguea mesma sintaxe que o arquivo de configuração primário para o servidor de HTTP Apache, portantoos usuários familiares com a edição do arquivo de configuração do Apache deverão ter uma maiorfacilidade ao editar a configuração do CUPS. Alguns exemplos de configuração que você queirainicialmente alterar serão apresentados aqui. Antes de editar o arquivo de configuração, você deve fazer uma cópia do arquivo original e protegê-lo contra sobrescrição, porque assim você terá os ajustes originais como uma referência, e para reusar como necessário. 44
  45. 45. Rede Copiar o arquivo /etc/cups/cupsd.conf e protegê-lo contra sobrescrição com o seguinte comando, executado na linha de comando:sudo cp /etc/cups/cupsd.conf /etc/cups/cupsd.conf.originalsudo chmod a-w /etc/cups/cupsd.conf.original• ServerAdmin: Para configurar o endereço de email designado para o administrador do servidor CUPS, simplesmente edite o arquivo de configuração /etc/cups/cupsd.conf com seu editor de textos predileto, e altere a diretiva ServerAdmin de acordo. Por exemplo, se você é o administrador do servidor CUPS, e seu email é bjoy@somebigco.com, Então você deverá alterar a diretiva ServerAdmin para ficar como: ServerAdmin bjoy@somebigco.comPara mais exemplos de diretivas de configuração no arquivo de configuração do servidor CUPS, vejaa página de manual do sistema relacionada através da utilização do seguinte comando no prompt deum terminal:man cupsd.conf Cada vez que você fizer alterações no arquivo de configuração /etc/cups/cupsd.conf, você precisará re-iniciar o servidor CUPS digitando o seguinte comando no prompt de um temrinal:sudo /etc/init.d/cupsys restartAlgumas das outras configurações do servidor CUPS são feitas no arquivo/etc/cups/cups.d/ports.conf:• Listen: Por padrão no Ubuntu, o servidor CUPS escuta somente na interface de loopback no endereço de IP 127.0.0.1. Para instruir o CUPS a escutar num endereço IP de uma rede, você deve especificar um hostname, um endereço de IP, ou opcionalmente, um endereço/porta de acordo com as diretivas Listen. Por exemplo, se seu servidor CUPS fica numa rede local com o endereço de IP 192.168.10.250 e você gostaria de torná-lo acessível para outros sistemas em sua sub-rede, você deverá editar o arquivo /etc/cups/cups.d/ports.conf e adicionar uma diretiva Listen, como: Listen 127.0.0.1:631 # Loopback existente Listen /var/run/cups/cups.sock # Escuta de socket existente Listen 192.168.10.250:631 # Escutando na interface LAN, porta 631 (IPP) No exemplo acima, você deve comentar ou remover a referência ao endereço Loopback (127.0.0.1) se você não desejar que o cupsd escute naquela interface, mas sim preferir que ele escute somente na interface Ethernet da sua Rede Local (LAN). Para habilitar a escuta para todas as interfaces 45
  46. 46. Rede de rede em que um hostname esteja ligado, incluíndo a loopback, você pode criar uma entrada de Listen para o hostname socrates como: Listen socrates:631 # Escute em todas as interfaces pelo hostname socrates ou omitindo a diretriz Listen e usando Port invés, como: Port 631 # Escute na porta 631 em todas as interfaces9.3. ReferênciasWebsite do CUPS [http://www.cups.org/] 46
  47. 47. Rede10. HTTPD - Servidor Web Apache2Apache is the most commonly used Web Server on Linux systems. Web Servers are used to serveWeb Pages requested by client computers. Clients typically request and view Web Pages using WebBrowser applications such as Firefox, Opera, or Mozilla.Users enter a Uniform Resource Locator (URL) to point to a Web server by means of its FullyQualified Domain Name (FQDN) and a path to the required resource. For example, to view the homepage of the Ubuntu Web site [http://www.ubuntu.com] a user will enter only the FQDN. To requestspecific information about paid support [http://www.ubuntu.com/support/paid], a user will enter theFQDN followed by a path.O protoloco mais comum usado para transferir páginas de internet é o Hyper Text Transfer Protocol(HTTP - Protocolo de transferência de hipertexto). Protocolos como Hyper Text Transfer Protocolover Secure Sockets Layer (HTTPS - Protocolo seguro de transferência de hipertexto) e File TransferProtocol (FTP - Protocolo de transferência de arquivo), um protocolo para enviar e receber arquivos,são também suportados.Servidores Web Apache são geralmente utilizados em conjunto com o motor de banco de dadosMySQL, a linguagem de de construção de scripts pré-processadora de hiper-texto (PHP), e outraslinguagens de construção de scripts populares como o Python e o Perl. Essa configuração édenominada LAMP (Linux, Apache, MySQL e Perl/Python/PHP) e dá forma a uma poderosa erobusta plataforma de desenvolvimento e hospedagem de aplicações basedas na web.10.1. InstalaçãoO servidor web Apache2 está disponível no Ubuntu Linux. Para instalar o Apache2:• No prompt de um terminal informe o seguinte comando: # sudo apt-get install apache2#10.2. ConfiguraçãoO Apache é configurado colocando-se diretivas em arquivos de configuração de texto puro. O arquivode configuração principal é chamado apache2.conf. Além disso, outros arquivos de configuraçãopodem ser adicionados utilizando-se a diretiva Include, e caracteres coringa (wildcards) podemser utilizados para incluir vários arquivos de configuração. Qualquer diretiva pode ser colocadaem qualquer desses arquivos de configuração. Mudanças no arquivo de configuração apenas sãoreconhecidas pelo Apache2 quando este for iniciado ou reiniciado.O servidor também irá ler um arquivo contendo os tipos mime de documentos; o nome do arquivo édefinido pela diretiva TypesConfig, e é mime.types por padrão. 47
  48. 48. RedeO arquivo de configuração padrão do Apache2 é o /etc/apache2/apache2.conf. Você pode editaresse arquivo para configurar o servidor Apache2. Você pode configurar o número da porta, raiz dosdocumentos, módulos, arquivos de log, hosts virtuais, etc.10.2.1. Configurações BásicasEssa seção explica os parâmetros de configuração essenciais do servidor Apache2. Procure pelaDocumentação do Apache2 [http://httpd.apache.org/docs/2.0/] para mais detalhes.• O Apache2 vem com uma configuração padrão amigável para hosts virtuais. Isto é, ele é configurado com um host virtual único padrão (utilizando a diretiva VirtualHost) o qual pode ser modificado ou utilizado como está se você tiver apenas um site, ou ainda usado como modelo para hosts virtuais adicionais caso você tenha múltiplos sites. Se não for alterado, o host virtual padrão servirá como seu site padrão, ou o site que os usuários utilizarão caso a URL que eles especifiquem não bata com a diretiva ServerName de nenhum de seus sites customizados. Para modificar o virtual host padrão, edite o arquivo /etc/apache2/sites-available/default. Caso você deseje configurar um novo host virtual ou site, copie esse arquivo para o mesmo diretório com um nome de sua escolha. Por exemplo, sudo cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/meunovosite. Edite o novo arquivo para configurar o novo site utilizando algumas das diretivas descritas abaixo.• A diretiva ServerAdmin especifica o endereço de email a ser anunciado como do administrador do servidor. O valor padrão é webmaster@localhost. Ele deve ser alterado para um endereço de email que seja entregue para você (caso você seja o administrador do servidor). Se seu website possuir um problema, o Apache2 mostrará uma mensagem de erro contendo este endereço de email para qual o problema poderá ser relatado. Encontre esta diretiva no arquivo de configuração do site site em /etc/apache2/sites-available.• A diretiva Listen especifica a porta, e opcionalmente o endereço IP, na qual o Apache2 irá escutar. Se o endereço IP não for especificado, o Apache2 irá escutar em todos os endereços IP designados para a máquina no qual ele esteja rodando. O valor padrão para a diretiva Listen é 80. Altere isso para 127.0.0.1:80 para fazer com que o Apache apenas escute apenas na sua interface de loopback, de forma que ele esteja disponível para a Internet, para (por exemplo) 81 para mudar a porta no qual ele escuta, ou deixe o valor como está para operação normal. Esta diretiva pode ser encontrada e alterada em seu próprio arquivo, /etc/apache2/ports.conf• A diretiva ServerName é opcional e especifica qual a FQDN seu site deverá responder. O host virtual padrão não possui diretiva ServerName especificada, portanto ele irá responder a todas as requisições que não combinem com uma diretiva ServerName em outro host virtual. Se você acabou de adquirir o nome de domínio ubunturocks.com e gostaria de hospedá-lo no seu servidor Ubuntu, o valor da diretiva ServerName no arquivo de configuração do seu host virtual deverá ser ubunturocks.com. Adicione esta diretiva ao novo arquivo de site virtual que você criou antes (/etc/apache2/sites-available/meunovosite). VocServerAlias para isso. VocServerAlias *.ubunturocks.com ir• A diretiva DocumentRoot especifica onde o Apache deve procurar pelos arquivos que formam o site. O valor padrão é /var/www. Nenhum site está configurado lá, mas você pode descomentar a 48
  49. 49. Rede diretiva RedirectMatch em /etc/apache2/apache2.conf as requisições serão redirecionadas para /var/www/apache2-default onde o site padrão do Apache2 aguarda. Altere este valor no arquivo de host virtual do seu site e lembre-se de criar aquele diretório se necessário! O diretório /etc/apache2/sites-available não é decodificado pelo Apache2. Links simbólicos em /etc/apache2/sites-enabled apontam para sites "disponíveis" (available). Utilize o utilitário a2ensite (Apache2 Enable Site) para criar esses links simbólicos, como neste exemplo: sudo a2ensite meunovosite onde o arquivo de configuração do seu site é /etc/apache2/sites-available/meunovosite. Semelhantemente, o utilitário a2dissite deve ser usado para desabilitar sites.10.2.2. Configuração PadrãoEsta seção explica a configuração das definições padrão do servidor Apache2. Por exemplo, se vocêadicionar um host virtual, as definições que você configurar para o host virtual têm precedência paraaquele host virtual. Para uma diretiva não definida dentro da definição de host virtual, o valor padrãoé utilizado.• O DirectoryIndex é a página padrão servida pelo servidor quando o usuário requisita um índice de um diretório especificando uma barra (/) no final do nome do diretório. Por exemplo, quando um usuário solicita a página http://www.examplo.com/este_diretório/, ele ou ela vai ver: o DirectoryIndex (DiretórioÍndice) se ele existir; uma lista do diretório gerado pelo servidor caso não exista e as opções de índices estiverem especificadas; ou uma página de Permissão Negada se nenhuma das duas opções forem verdadeiras. O servidor irá tentar encontrar um dos arquivos listados no DirectoryIndex e irá retornar o primeiro que for encontrado. Se ele não encontrar nenhum destes arquivos e se as Opções de Índices estiver ajustadas para aquele diretório, o servidor irá gerar e retornar uma lista, no formato HTML, dos subdiretórios e arquivos no diretório. O valor padão, encontrado em /etc/apache2/apache2.conf é "index.html index.cgi index.pl index.php index.xhtml". Portanto, se o Apache2 encontras um arquivo no diretório solicitado que bate com um destes nomes, o primeiro será mostrado.• A diretiva ErrorDocument permite que você especifique um arquivo para o Apache usar para um evento específico de erro. Por exemplo, se um usuário solicitar um recurso que não existe, um erro 404 ocorrerá, e por padrão de configuração do Apache2, o arquivo /usr/share/apache2/error/HTTP_NOT_FOUND.html.var será mostrado. Este arquivo não está na Raiz de Documentos do servidor, mais existe uma diretiva de apelido no /etc/apache2/apache2.conf que redireciona as requisições do diretório /error para /usr/share/apache2/error/. Para ver a listagem de directivas padrão de Documentos de Erro, use o comando: grep ErrorDocument /etc/apache2/apache2.conf• Por padrão, o servidor registra o arquivo de transferências no arquivo /var/log/apache2/access.log. Você pode mudar isto site por site em seu arquivo de configuração de host virtual atravéz da diretriz CustomLog, ou omiti-la para aceitar o padrão, especificado no arquivo /etc/apache2/apache2.conf. Você pode também especificar o arquivo onde os erros serão registrados, através da diretriz ErrorLog, que por padrão é /var/log/apache2/error.log. Estes 49
  50. 50. Rede são mantidos separados do log de transferência para permitir eliminação de problemas com seu servidor Apache2. Você pode também especificar o LogLevel (o valor padrão é "alertar") e o LogFormat (veja o /etc/apache2/apache2.conf para o valor padrão).• Algumas opções são especificadas num esquema por diretórios ao invéz de um esquema por servidor. A diretiva Option é uma dessas diretivas. Uma instância de Directory é encapsulada entre tags semelhantes ao XML, como em: <Directory /var/www/mynewsite> ... </Directory> A diretiva Options com um instância de Directory aceita um ou mais dos seguintes valores (entre outros), separados por espaços: • ExecCGI - Permite execução de scripts CGI. Scripts CGI não são executados se esta opção não estiver abilitada. A maioria dos arquivos não devem ser executados como scripts CGI. Isto pode ser muito perigoso. Scripts CGI devem ser mantidos em diretórios separados fora do DocumentRoot, e somente este diretório deve ter a opção ExecCGI habilitada. Isto é o padrão, e o local padrão para os scripts CGI é /usr/lib/cgi-bin. • Includes - Permite inclusões no lado do servidor. Inclusões no lado do servidor permitem que um arquivo HTML inclua outros arquivos. Essa não é uma opção comum. Veja o Apache2 SSI Howto [http://httpd.apache.org/docs/2.0/howto/ssi.html] para maiores informações. • IncludesNOEXEC - Permite server-side includes, mais desabilita uso dos comandos #exec e #include nos scripts CGI • Indexes - Mostra uma lista formatada dos conteúdos dos diretórios, caso não exista um DirectoryIndex (tal como index.html) no diretório requisitado . Por motivos de segurança, isto geralmente não deveria estar hablilitado, e certamente não deveria estar habilitado no seu diretório DocumentRoot. Habilite esta opção com cuidado, diretório por diretório somente se você tem certeza de que quer que os usuários vejam o conteúdo inteiro do diretório. • Multiview - Suporta multi-visões negociadas pelo conteúdo; esta opção está desabilitada por padrão por motivos de segurança. Veja a Documentação do Apache2 para esta opção [http://httpd.apache.org/docs/2.0/mod/mod_negotiation.html#multiviews]. • SymLinksIfOwnerMatch - Somente segue os links simbólicos caso o arquivo alvo ou diretório seja do mesmo dono que o link.10.2.3. Configurações de Hosts VirtuaisHosts virtuais permitem que você rode diferentes servidores para diferentes endereços IP, diferentesnomes, ou diferentes portas da mesma máquina. Por exemplo, você pode rodar o website porhttp://www.exemplo.com.br e http://www.outroexemplo.com.br no mesmo servidor Web usandohosts virtuais. Esta opção corresponde à diretiva <VirtualHost> para o virtual host padrão e virtual 50
  51. 51. Redehosts baseados em IP. E corresponde à diretiva <NameVirtualHost> para um virtual host baseado emnomes.As diretivas para um host virtual somente são aplicadas para um host virtual em particular. Se adiretiva é setada para escopo de servidor e não definida dentro das configurações de um virtual host,as configurações padrão serão usadas. Por exemp#o, você pode definir o email do Webmaster e nãodefinir um email individual para cada virtual host.Ajuste a diretiva DocumentRoot para o diretório que contém o documento raíz (como o index.html)para o host virtual. O DocumentRoot padrão é /var/www.The ServerAdmin directive within the VirtualHost stanza is the email address used in the footer oferror pages if you choose to show a footer with an email address on the error pages.10.2.4. Configurações do ServidorEsta seção explica como configurar as opções básicas de um servidor.LockFile - A diretiva LockFile define o caminho do arquivo de trava usado quando oservidor é compilado tanto com USE_FCNTL_SERIALIZED_ACCEPT quanto comUSE_FLOCK_SERIALIZED_ACCEPT. É obrigatório armazená-lo no disco local. Deixe o valorpadrão a menos que o diretório de logs esteja localizando em um compartilhamento NFS. Se este foro caso, o valor padrão deverá ser alterado para um caminho no disco local e para um diretório no qualapenas o root tem permissões de leitura.PidFile - A diretiva PidFile define o arquivo em que o servidor gravará o seu ID de processo (pid).Este arquivo deve ser permissões de leitura somente para o root. Na maioria dos casos, o valor padrãodeve ser deixado.User - A diretiva User seta o UserID usado pelo servidor para responder as solicitações. Esta opçãodetermina o acesso ao servidor. Qualquer arquivo inacessível a este usuário será também inacessívelaos visitantes do seu website. O valor padrão para o User é www-data A não ser que você saiba exatamente o que está fazendo, não defina a diretiva User para root. Usando o root como User (usuário) você irá criar largas brechas de sergurança para seu ser servidor Web.A diretiva Group é similar a diretiva User. Group define o grupo que o servidor irá responder assolicitações. O grupo padrão é www-data.10.2.5. Módulos do ApacheO Apache é um servidor modular. Isso significa que somente as funcionalidades básicas são inclusasno núcleo do servidor. A extensão das funcionalidades são disponibilizadas através de módulos, quepodem ser carregados no Apache. Por padrão, alguns módulos básicos já estão inclusos na hora da 51

×