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Tudo isto começou numa atividade da U.C. PPEL
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Dois Professores diferentes:     1. Foi preciso estudar cada um deles;     2. Ajustar o guião a cada um deles;     3. Faze...
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O trabalho está publicado emPortuguês e em Inglês noendereçohttp://ppel5.weebly.com
ConclusãoOs professores inquiridos mostraram-se, ambos, abertos adiferentes abordagens pedagógicas em e-learning, manifest...
O mesmo se passa com os PLE: mais que uma ferramenta, constituem parte doprocesso de aprendizagem, ainda que subsistam dúv...
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Como encarar as críticas e sugestões?•   Entendê-las como uma contribuição para a nossa aprendizagem•   Tornar consciente ...
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Rui Páscoa                            Graham Attwell                             João Brogueira                           ...
AgradecimentosParticipar numa conferência interiêncianacional é uma experiênciaextremamente enriqueceddora. Mas esta exper...
Contatos Este trabalho reflete a opinião e as experiências de João Brogueira enquanto integrante dum grupo de trabalho. Jo...
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Apresentação do Painel de Pecha-Kuchas sobre temas/trabalhos/sentidos/reflexões das unidades curriculares MPeL

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  1. 1. A história dum artigo científico (paper) Professor Processos Pedagógicos em eLearning
  2. 2. Tudo isto começou numa atividade da U.C. PPEL
  3. 3. ...
  4. 4. Inicialmente estavam previstos grupos de 2 mestrandos mas atítulo excecionional foi aceite um grupo de 3 elementos passando os entrevistados a serem 2 em vez do 1 inicial Graham Attwell e José Lagarto
  5. 5. Dois Professores diferentes: 1. Foi preciso estudar cada um deles; 2. Ajustar o guião a cada um deles; 3. Fazendo contudo com que as perguntas se “encaixassem” no todo final.Guiões podem ser consultados em http://ppel5.weebly.comCom as sugestões e críticas do Professsor José Mota “chegamos a bomporto” e lá foram enviadas as perguntas ficando a aguardar resposta.Por sorte a entrevista de Graham Attwell foi a que chegou mais cedopois foi preciso o trabalho de a passar de video a texto escrito.Entrevista disponível em http://ppel5.weebly.com/reflections-on-personal-learning-environments-by-graham-attwell.html
  6. 6. Questões Logísticas Graham Attwell • Uma entrevista em video • Em Inglês • Necessidade de a passar para escrito • Traduzi-la para Português José Lagarto • Uma entrevista por escrito • Em Português • Traduzi-la para Inglês
  7. 7. O trabalho está publicado emPortuguês e em Inglês noendereçohttp://ppel5.weebly.com
  8. 8. ConclusãoOs professores inquiridos mostraram-se, ambos, abertos adiferentes abordagens pedagógicas em e-learning, manifestando-se ora críticos de uma só metodologia, ora preferindo colocar aênfase na adaptação da mensagem aos contextos, dado que nãoexiste um modelo pedagógico único para o e-learning, devendoantes serem feitas adaptações em função dos contextos. Porisso, ambos enfatizam os processos, a contextualização específicade cada comunidade.....
  9. 9. O mesmo se passa com os PLE: mais que uma ferramenta, constituem parte doprocesso de aprendizagem, ainda que subsistam dúvidas sobre se a sua utilização virá aconstituir uma solução ou um problema do ponto de vista da inclusão digital e docombate à infoexclusão. Caso constituam parte da solução e não do problema, os PLEtêm as potencialidades necessárias para operar a mudança nas comunidades deaprendizagem.Esse não é um processo fácil, dada a tendência das universidades para se refugiarementre paredes. Ainda que o e-learning seja estratégico para as universidades,verifica-se que ambos os inquiridos estão bastante céticos quanto à generalizaçãoimediata do elearning, seja por dificuldades das IES em perceber a suaimportância, seja pela irrelevância de algumas das competências técnicas dos própriosestudantes.Apesar das dificuldades e dos recuos naturais em processos de mudança deparadigma, o e-learning, ainda que não se chame e-learning, tem pela frente umfuturo promissor sobretudo num contexto de aprendizagem ao longo da vida.
  10. 10. Durante a entrevista em video Graham Attwell lançou-nos o desafio de nós ovirmos a conhecer durante a PLECONF2012 em Aveiro onde ele seria um dos principais, senão o principal convidado. Este simpático convite fez com que nós visitássemos o site da conferência e vissemos a possibilidade de apresentar o nosso primeiro paper num evento académico internacional. Daí a falarmos nisso ao Professor José Mota foi um passo. Ele, comosempre, prontificou-se a ajudar a “afinar” o trabalho para que fosse aprovado.
  11. 11. Foi tomada a decisão de participar nesta Conferênciaque iria decorrer em simultâneo em Aveiro e emMelbourne propondo o nosso artigo académico(paper) para apreciação e caso aprovado seriaapresentado durante o evento.
  12. 12. O que foi preciso fazer para submeter o paper a uma conferência internacional?Uma conferência internacional, como esta que decorreu em simultâneo em AveiroPortugal e em Melbourne na Austrália, é forçosamente em Inglês.Foi necessário traduzir o trabalho académico em Inglês e toda troca de emails com aorganização foi nesse idioma.Tivemos um primeiro comentário em que o revisor A nos dava praticamente aaprovação do paper e a sua admissão à conferência e um revisor B que tecia criticas esugestões para melhoria do trabalho que nos apanharam de surpresa.
  13. 13. O Peer Review – Processo de Análise e aprovação do PaperComo novato nesta coisa da proposta de trabalhos académicos a conferênciasqueria deixar aqui uma ideia do que foi esta primeira experiência.Apresentar um paper para peer review é submeter esse trabalho a uma avaliaçãoexterna por, normalmente dois avaliadores incógnitos.Uma experiência que foi extremamente positiva pois fomos confrontados comvisões diametralmente diferentes. O Professor José Mota foi aqui um conselheiroexcelente orientando-nos no que fazer para resubmeter o paper.
  14. 14. Como encarar as críticas e sugestões?• Entendê-las como uma contribuição para a nossa aprendizagem• Tornar consciente que podem haver leituras diametralmente diferentes• Que é preciso ser paciente e persistente• E pensar sempre positivamenteComo recompensa, após este processo que se alonga por algum tempo,uma alegria enorme de ver o nosso trabalho reconhecido.
  15. 15. http://www.uab.pt/web/guest/noticias/-/journal_content/56/10136/8513067 A nossa participação foi notícia nas páginas da Universidade Aberta
  16. 16. Rui Páscoa Graham Attwell João Brogueira na Universidade de Aveiro durante a PLECONF2012 Imagens duma dasWorkshops da Conferênciaque decorreu em Julho de 2012
  17. 17. AgradecimentosParticipar numa conferência interiêncianacional é uma experiênciaextremamente enriqueceddora. Mas esta experiência só foi possivelgraças:1. Ao Professor José Mota pela Actividade que esteve na origem desta;2. Aos meus colegas Sérgio Lagoa e Rui Páscoa pelo trabalho colaborativo;3. À Professora Lina Morgado que nos apoiou incluindo durante a PLECONF;4. À Universidade Aberta por lhe dar o devido destaque;5. À Organização da PLECONF que nos acolheu com grande simpatia.
  18. 18. Contatos Este trabalho reflete a opinião e as experiências de João Brogueira enquanto integrante dum grupo de trabalho. João Brogueira - twitter.com/topcadexperts Os outros componentes do grupo de trabalho e do Paper foram: Rui Páscoa - twitter.com/ruipascoa Sérgio Lagoa - twitter.com/sergiolagoa

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