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Ea D E O Construcionismo2

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Ea D E O Construcionismo2

  1. 1. Educação a distância e o construcionismo
  2. 2. Educação a distância (em português: educação a distância=ensino a distância=teleducação) <ul><li>Conceito – </li></ul><ul><ul><li>CHAVES (1999) – EAD, no sentido fundamental da expressão, é o ensino que ocorre quando o ensinante e o aprendente (aquele a quem se ensina) estão separados (no tempo ou no espaço). </li></ul></ul>
  3. 3. Educação a distância (continuação) <ul><li>Conceito – </li></ul><ul><ul><li>CHAVES (1999) – uma forma de utilizar a tecnologia de telecomunicação e de transmissão de dados, voz (sons) e imagens (incluindo dinâmicas, isto é, televisão ou vídeo) na promoção da educação . Não é preciso ressaltar que todas essas tecnologias, hoje, convergem para o computador. </li></ul></ul>
  4. 4. Educação a distância (continuação) <ul><li>MOORE (1973) – ensino a distância pode ser definido como a família de métodos instrucionais onde as ações dos professores são executadas a parte das ações dos alunos, incluindo aquelas situações continuadas que podem ser feitas na presença dos estudantes. Porém, a comunicação entre o professor e o aluno deve ser facilitada por meios impressos, eletrônicos, mecânicos ou outros. </li></ul>
  5. 5. Educação a distância (continuação) <ul><li>DOHMEM (1967) – Educação a distância é uma forma sistematicamente organizada de autoestudo onde o aluno se instrui a partir do material de estudo que lhe é apresentado, onde o acompanhamento e supervisão do sucesso do estudante são levados a cabo por um grupo de professores. Isto é possível de ser feito a distância através da aplicação de meios de comunicação capazes de vencer longas distâncias. </li></ul>
  6. 6. Educação a distância (continuação) <ul><li>KEEGAN (1991) – características da EaD </li></ul><ul><li>Separação física entre professor e aluno; </li></ul><ul><li>Utilização de meios técnicos de comunicação; </li></ul><ul><li>Previsão para a comunicação de mão dupla; </li></ul><ul><li>Possibilidade de encontros ocasionais; </li></ul><ul><li>Influência da organização educacional (planejamento, sistematização, plano, projeto, organização dirigida etc) </li></ul>
  7. 7. Novas tecnologias (AZEVEDO, Wilson) <ul><li>Novas tecnologias, ao se disseminarem pela sociedade, levam a novas experiências e a novas formas de relação </li></ul><ul><li>com o outro, </li></ul><ul><li>com o conhecimento </li></ul><ul><li>e com o processo de ensino-aprendizagem. </li></ul>
  8. 8. Conhecimento (CHAVES, 1999) <ul><li>O conhecimento é inexaurível, sempre sendo possível gerar mais. </li></ul><ul><li>Duas pessoas podem possuir o mesmo conhecimento ao mesmo tempo. </li></ul><ul><li>Quanto mais pessoas têm conhecimento, mais é gerado. </li></ul><ul><li>O conhecimento transcende fronteiras, é verdadeiramente global, não sendo propriedade de nenhuma nação. </li></ul><ul><li>A alfândega não inspeciona quanto conhecimento entra e sai do país. </li></ul>
  9. 9. Conhecimento (CHAVES, 1999) (continuação) <ul><li>Por isso, o conhecimento se tornou extremamente valioso em nossos dias </li></ul><ul><li>O fato de eu poder compartilhar o conhecimento sem ficar sem ele não quer dizer que eu deva compartilhá-lo gratuitamente </li></ul><ul><li>Se fui eu que descobri ou inventei um certo conhecimento, posso cobrar para transmiti-lo, e, eventualmente, ganhar mais com isso do que se tentasse, sozinho, aplicá-lo </li></ul>
  10. 10. Ensino (DEMO, 1998) <ul><li>Recursos instrucionais e de treinamento - de fora para dentro e de cima para baixo. </li></ul><ul><li>É diretivo, acentuando a relação hierárquica entre quem ensina e quem aprende. </li></ul><ul><li>Aparece fortemente o componente de dominação. </li></ul>
  11. 11. Ensino (FREIRE em RAMOS, 1996) <ul><li>Alguns pensamentos de Paulo Freire: </li></ul><ul><li>Toda teoria pedagógica é subjacente a um conceito de homem e de mundo. Não há, portanto, educação neutra. </li></ul><ul><li>O homem é um ser que opera e transforma o mundo. Sua vocação de ser mais está intimamente ligada à humanização, isto é, à comunhão entre os homens e dos homens com o mundo. </li></ul>
  12. 12. Ensino (FREIRE em RAMOS, 1996) <ul><li>Concepção bancária = ensino </li></ul><ul><ul><li>O educador é o depositante dos conteúdos nos educandos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quanto mais conteúdos depositar, melhor educador será o professor; </li></ul></ul><ul><ul><li>O saber é uma doação; </li></ul></ul><ul><ul><li>A realidade é apresentada como algo estático e alheio à experiência do educando; </li></ul></ul><ul><ul><li>Essa concepção reflete a sociedade opressora e a cultura do silêncio. </li></ul></ul>
  13. 13. Educação (FREIRE em RAMOS, 1996) <ul><li>Concepção humanista (libertadora e problematizadora) = educação </li></ul><ul><li>A criatividade é estimulada; </li></ul><ul><li>Ao contrário do anti-diálogo que gera o medo que intimida e aliena, a verdadeira educação privilegia a ação e um diálogo baseado na esperança, confiança, humildade e simpatia. </li></ul>
  14. 14. Educação (FREIRE em RAMOS, 1996) <ul><li>A qualidade do processo educacional deve medir-se pelo potencial adquirido pelos educandos, de transformação do mundo. Ou seja, pelo fato de os mesmos terem ou não retornado à trilha da sua verdadeira vocação como homens. </li></ul>
  15. 15. Educação (DEMO, 1998) <ul><li>Educação é um processo de constituição histórica do sujeito, através do qual torna-se capaz de projeto próprio de vida e de sociedade, em sentido individual e coletivo. </li></ul><ul><li>É uma dinâmica de dentro para fora, ainda que não aconteça jamais como ato individual. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Nesse sentido sinaliza a competência maior do ser humano que é o de teor político, incluindo-se nisto em particular a competência de aprender. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Competência Humana é saber conceber e realizar uma proposta coletiva de desenvolvimento, voltada crucialmente para o bem comum, ou seja, que, além de garantir crescimento econômico, o torne sobretudo instrumento de qualidade de vida para todos. </li></ul>
  18. 18. de dentro pra fora de fora pra dentro de baixo pra cima de cima pra baixo Relação social Relação individual Ensino Educação
  19. 19. Para discutir... <ul><ul><li>Onde o aluno é objeto, não há educação. </li></ul></ul><ul><ul><li>O papel correto do professor não é o de dar aula, mas de fazer o aluno aprender. </li></ul></ul><ul><ul><li>A noção de inteligência evoluiu para uma valorização sem precedentes dos aspectos emocionais, também porque a aprendizagem mais profunda e, nesse sentido, mais humana e humanizante é a que se nutre da emoção. </li></ul></ul>
  20. 20. <ul><li>Um ser humano emocionalmente competente é tão importante quanto racionalmente competente. </li></ul>
  21. 21. Aprendizagem para Piaget (MACEDO, 1994) <ul><li>Refere-se à aquisição de uma resposta particular, apreendida em função da experiência, obtida de forma sistemática ou não. O desenvolvimento seria uma aprendizagem no sentido lato, sendo o responsável pela formação dos conhecimentos. </li></ul>
  22. 22. Aprendizagem para Freire (RAMOS, 1996) <ul><li>Na concepção humanista de Freire, a aprendizagem se realiza através da constante problematização do homem-mundo. É só no enfrentamento dialético entre o sujeito e o mundo que a aprendizagem acontece. Aprender exige uma confrontação efetiva dos verdadeiros problemas. </li></ul><ul><li>Sem consciência crítica ou livre não há aprendizado. A opressão mata o processo cognitivo. </li></ul><ul><li>Para Freire, aprender é arriscar-se, é inventar, é transformar. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>A qualidade do processo educacional deve medir-se pelo potencial adquirido pelos educandos de transformação do mundo. Ou seja, pelo fato dos mesmos terem ou não retornado à trilha da sua verdadeira vocação como homens. </li></ul>Aprendizagem para Freire (RAMOS, 1996)
  24. 24. Aprendizagem para Papert (PAPERT, 1985, p. 13) <ul><li>É preciso ver as pessoas como construtores ativos de suas próprias estruturas intelectuais, ou do seu conhecimento. </li></ul><ul><li>O que um indivíduo pode aprender e como ele aprende isso depende dos modelos que tem disponíveis. Isso impõe, recursivamente, a questão de como ele aprendeu esses modelos. </li></ul>
  25. 25. Aprendizagem para Papert (PAPERT, 1985, p. 13) <ul><li>Assim, as “leis da aprendizagem” devem estar em </li></ul><ul><ul><li>como as estruturas se desenvolvem a partir de outras e, </li></ul></ul><ul><ul><li>em como, nesse processo, adquirem as formas lógica e emocional. </li></ul></ul>
  26. 26. Aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) Livro 1 – p.23 <ul><li>Leva os estudantes a se tornarem envolvidos muito mais diretamente nas idéias da classe. Todos aprendem a: </li></ul><ul><ul><li>Adquirir mais confiança e habilidade no trato com as próprias idéias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Levantar questões; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ouvir cuidadosamente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Manter-se concentrados no foco das questões; </li></ul></ul>
  27. 27. Aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) (continuação) <ul><ul><li>Defender idéias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Responder as questões dos outros; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estabelecer uma questão de mútua confiança com os colegas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dominar a arte de discordar dos outros com respeito e cortesia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Discernir e reconhecer as limitações de seus próprios pontos de vista. </li></ul></ul>
  28. 28. Efeitos da aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) Livro 1 – p.25 <ul><ul><li>Desempenho superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Retnção crescente </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais uso de raciocínio superior </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento da tomada de perspectivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior motivação intrínseca </li></ul></ul><ul><ul><li>Relacionamentos heterogêneos mais positivos </li></ul></ul><ul><ul><li>Auto-estima mais elevada </li></ul></ul>
  29. 29. Efeitos da aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) (continuação) <ul><ul><li>Melhores atitudes em relação à escola </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhores atitudes em relação aos professores </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior apoio social </li></ul></ul><ul><ul><li>Ajustamento psicológico mais positivo </li></ul></ul><ul><ul><li>Comportamento mais voltado a tarefa a ser cumprida </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior capacidade de cooperação </li></ul></ul>
  30. 30. Aprendizagem cooperativa – 5 componentes essenciais (COAC –UCPel) Livro 1 – p.31 <ul><li>Interdependência positiva (a tarefa só e´completada se todos os membros participarem) </li></ul><ul><li>Responsabilidade do indivíduo </li></ul><ul><li>Processamento através do grupo </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de habilidades sociais </li></ul><ul><li>Interação face-a-face </li></ul>
  31. 31. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5) <ul><li>As técnicas de hipertexto e hipermídia poderão desenvolver novos paradigmas de desenvolvimento. (LEVY, 1995) </li></ul><ul><li>Os recursos de manipulação gráfica, que estão gerando novos sistemas de representação poderosíssimos, permitem novas formas de comunicação e expressão desse novo pensamento, assim como o impulsionam. </li></ul>
  32. 32. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5) <ul><li>A transcendência do real é, dessa forma, impulsionada pelas novas tecnologias fazendo que os estágios de meta-reflexão – necessários para o desenvolvimento da consciência crítica, da autonomia, da capacidade de cooperação, do estabelecimento do diálogo </li></ul><ul><li>– sejam mais facilmente alcançados. </li></ul>
  33. 33. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5) <ul><li>Porém, se a perspectiva pedagógica adotada for opressora, então, não haverá aprendizado. Não importa quão maravilhosa seja a ferramenta. </li></ul>
  34. 34. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202 <ul><li>Modelo pedagógico específico que deve estar atento aos seguintes aspectos </li></ul><ul><ul><li>1 Cada vez mais exige-se hoje profissionais e cidadãos capazes de trabalhar em grupo, interagindo em equipes reais ou virtuais. </li></ul></ul><ul><ul><li>2 Cada vez mais trabalhar e aprender se tornam uma só coisa, e como trabalhar se torna cada vez mais algo que se faz em equipe, aprender trabalhando se faz cada vez mais em grupo. </li></ul></ul>
  35. 35. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202 <ul><ul><li>3 Mais do que o sujeito &quot;autônomo&quot;, &quot;auto-didata&quot;, a sociedade hoje requer um sujeito que saiba contribuir para o aprendizado do grupo de pessoas do qual ele faz parte, quer ensinando, quer mobilizando, respondendo ou perguntando. É a inteligência coletiva do grupo que se deseja por em funcionamento, a combinação de competências distribuídas entre seus integrantes, mais do que a genialidade de um só. </li></ul></ul>
  36. 36. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202 <ul><ul><li>4 Dentro deste quadro, aprender a aprender colaborativamente é mais importante do que aprender a aprender sozinho, por conta própria. Co-laborar , mais do que simplesmente laborar. </li></ul></ul>
  37. 37. EaD Papel do Professor (AZEVEDO) <ul><li>Papel de animador de uma comunidade virtual de aprendizes. </li></ul><ul><li>Companheiro </li></ul><ul><li>Líder </li></ul><ul><li>Domínio do conteúdo e de técnicas didáticas </li></ul>
  38. 38. EaD Papel do Professor (AZEVEDO) <ul><li>Capacidade de : </li></ul><ul><ul><li>mobilizar a comunidade de aprendizes em torno de sua própria aprendizagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>fomentar o debate; </li></ul></ul><ul><ul><li>manter o clima para ajuda mútua; </li></ul></ul><ul><ul><li>incentivar cada um a se tornar responsável pela motivação de todo o grupo </li></ul></ul>
  39. 39. EaD Papel do aluno (AZEVEDO) <ul><li>Ser capaz de perceber-se como parte de uma comunidade virtual de aprendizagem colaborativa e desempenhar o novo papel a ele reservado nesta comunidade. </li></ul><ul><li>Ser capaz de trocas interpessoais e comunitárias sem o contato face-a-face. </li></ul>
  40. 40. EaD Papel do aluno (Regina) <ul><li>Autonomia. </li></ul><ul><li>Cooperação. </li></ul><ul><li>Percepção do outro e de suas necessidades. </li></ul><ul><li>Considera o bem-estar da comunidade como parte fundamental do seu próprio bem-estar. </li></ul>
  41. 41. &quot;Como Tornar-se um Aluno Online&quot; (AZEVEDO) <ul><li>Alunos iniciantes devem ser apresentados aos recursos do sistema adotado para o gerenciamento do ensino a distância mediado por computador. </li></ul>
  42. 42. &quot;Como Tornar-se um Aluno Online&quot; (AZEVEDO) <ul><li>Assim, devem ser vistos: </li></ul><ul><li>Aspectos operacionais </li></ul><ul><li>Aspectos pedagógicos </li></ul><ul><li>Aspectos sócio-culturais </li></ul><ul><li>Aspectos práticos (como a administração do tempo e estratégias de aprendizagem a distância). </li></ul><ul><li>Mas um dos aspectos mais importantes é que através dele o aluno é desafiado a interagir em turma, a desenvolver uma atitude mais participativa e ativa.  </li></ul>
  43. 43. EaD Formação de professores (Regina) <ul><li>Preferencialmente, os professores devem vivenciar um processo de formação onde participem de cursos de EaD dentro desse novo paradigma de ensino/aprendizagem: </li></ul><ul><li>que é mais centrado no aluno do que no professor; </li></ul><ul><li>onde o sentimento de autonomia e as relações de cooperação são incentivadas e </li></ul><ul><li>todos procuram o crescimento de todos. </li></ul>
  44. 44. EaD Recursos tecnológicos (LFTM) <ul><li>E-mail </li></ul><ul><li>Chat </li></ul><ul><li>Grupos de discussão </li></ul><ul><li>www </li></ul><ul><li>Video-conferências </li></ul><ul><li>ftp e dowload </li></ul><ul><li>(material impresso, CD-Rom, 0-800,...) </li></ul>
  45. 45. EaD Recursos humanos (lawi.ucpel.tche.br) <ul><li>Gerente do Projeto </li></ul><ul><li>Designer Instrucional </li></ul><ul><li>Gerente do Sistema </li></ul><ul><li>Especialista no tema </li></ul><ul><li>Aprendentes </li></ul><ul><li>Gerente dos Aprendentes </li></ul><ul><li>Assessor Jurídico </li></ul><ul><li>Editor (es) Revisor (es) </li></ul><ul><li>Programador (es) </li></ul><ul><li>Artista (s) Gráfico (s) </li></ul><ul><li>Webmaster (s) </li></ul><ul><li>Instrutor (es) </li></ul>
  46. 46. AUTONOMIA <ul><li>- está relacionada com o surgimento das relações de cooperação; </li></ul><ul><li>- “consciência de si mesmo como autor de sua própria história, que pode decidir o que, como, quando e por que fazer”; </li></ul><ul><li>- autonomia requer liberdade para poder decidir, criar, ser curioso, correr riscos, ousar sem medo de errar. </li></ul>
  47. 47. COOPERAÇÃO <ul><li>- cooperação - participação em operações inter-individuais; </li></ul><ul><li>- pressupõe equilíbrio nas trocas e reciprocidade entre os parceiros; </li></ul><ul><li>- equilíbrio nas trocas - exige a mesma escala de valores; </li></ul><ul><li>- reciprocidade - não podem estar presentes relações de coação e egocentrismo. </li></ul><ul><li>- é a partir do respeito mútuo que a cooperação pode existir. </li></ul>
  48. 48. Cooperação (continuação) <ul><li>Nas relações cooperativas o respeito mútuo é uma exigência. </li></ul><ul><li>Respeito mútuo implica em: </li></ul><ul><ul><li>Superação dos próprios pontos de vista, </li></ul></ul><ul><ul><li>Compartilhar com o outro uma escala de valores, </li></ul></ul><ul><ul><li>Definir conjuntamente as metas. </li></ul></ul>
  49. 49. AUTO-ESTIMA <ul><li>- percepção que o indivíduo tem de seu próprio valor; </li></ul><ul><li>- alta auto-estima - sabem-se capazes de realizar aquilo que quiserem fazer; são altamente motivados, desejosos de aprender e não se preocupam - excessivamente - com o que os outros possam pensar. </li></ul><ul><li>- baixa auto-estima - não confiam em si mesmos; como acreditam que vão fracassar, não se esforçam para triunfar; não aprendem bem; procuram compensar seu sentimento de inferioridade criticando os demais. </li></ul>
  50. 50. CÍRCULO INDISSOCIÁVEL
  51. 51. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina) <ul><li>O ponto de partida para a aprendizagem é a liberdade. É a partir dela que podem existir a criatividade e a curiosidade. </li></ul><ul><li>A criatividade nos fará ir além, descobrir e redescobrir, acrescentar. Porém o que move a criatividade é a curiosidade. </li></ul>
  52. 52. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina) <ul><li>A opressão mata o processo cognitivo (Freire). Sem consciência crítica ou livre não há aprendizado. </li></ul><ul><li>A autonomia só irá aconteceer na medida em que se tenha liberdade para tomar decisões, ousar sem medo de errar, correr riscos. </li></ul>
  53. 53. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina) <ul><li>Para que um indivíduo se arrisque, ele precisa saber-se aceito no caso de fracassar, ele precisa pertencer a um grupo que respeite seu modo de pensar e sua escala de valores, onde, na certeza da reciprocidade, seus membros cooperam entre si. </li></ul>
  54. 54. Referências bibliográficas <ul><li>AZEVEDO, Wilson. Muito além do jardim de infância: o desafio do preparo de alunos e professores on-line.  </li></ul><ul><li>CHAVES, Eduardo. O Ensino a distância: conceitos básicos. [on line]. Disponível na Internet http ://www. edutecnet .com. br / edconc . htm </li></ul><ul><li>CHAVES, Eduardo. Sociedade, Conhecimento, Tecnologia e Educação. Disponível na Internet em </li></ul><ul><li>http ://www. edutecnet .com. br / </li></ul>
  55. 55. <ul><li>COAC-UCPel. Livro de Estudos. Volume 1. </li></ul><ul><li>COAC-UCPel. Livro de Estudos. Volume 2. </li></ul><ul><li>COSTA, Ana Rita Firmino. Estudo das interações interindividuais em ambiente de rede telemática . Dissertação de mestrado, UFRGS, 1995. </li></ul><ul><li>MOORE (1973), DOHMEM (1967), KEEGAN, D. (1991) são citados em NUNES, Ivônio de Barros. Noções de educação a distância. Disponível na Internet http :// www.intelecto.net/ead_textos/ivonio1.htm </li></ul>
  56. 56. <ul><li>MACEDO Lino. Ensaios Construtivistas . São Paulo: Editora Casa do Psicólogo, 1994. </li></ul><ul><li>PAPERT, Seymour. LOGO: computadores e educação. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985. </li></ul><ul><li>RAMOS, Edla Faust. Análise ergonômica do sistema hiperNet buscando o aprendizado da cooperação e da autonomia . Tese de doutorado – Programa de Pós-graduação em Engenharia da Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, 1996. </li></ul><ul><li>lawi.ucpel.tche.br </li></ul><ul><li>coac.ucpel.tche.br </li></ul>
  57. 57. Abordagem Construcionista (continuação) <ul><li>* permite que o aluno expresse seu estilo cognitivo; * permite que o aluno reflita sobre o que está fazendo; * parte do entendimento que o aluno aprende usando </li></ul><ul><li>RAZÃO e EMOÇÃO. </li></ul>
  58. 58. CONSTRUCIONISMO centra-se no <ul><li>* PENSAR, * CRIAR, * DESAFIO, * CONFLITO e * na DESCOBERTA </li></ul>
  59. 59. Abordagem Construcionista <ul><li>pode ser um poderoso auxiliar numa mudança de paradigma de ensino * o computador deve ser usado como uma máquina a ser ensinada; * a aprendizagem é vista como uma construção; * os erros são considerados fontes para novas reflexões; * o centro da aprendizagem está no educando e não no professor; </li></ul>
  60. 60. Bases do construcionismo (Papert - 1994) <ul><li>* DEWEY - o método por descoberta </li></ul><ul><li>- aquisição do saber é fruto do processo de reflexão sobre a experiência. </li></ul><ul><li>* PAULO FREIRE - a educação progressista e emancipadora </li></ul><ul><li>- a prática educativa deve priorizar trocas entre o conhecimento já adquirido pelo educando e a construção de um saber científico. </li></ul>
  61. 61. Bases do construcionismo (continuação) <ul><li>* JEAN PIAGET - a epistemologia genética </li></ul><ul><li>- o conhecimento realmente ocorre quando o sujeito consegue refletir sobre o fazer, dominar em pensamento a ação. </li></ul><ul><li>* VYGOTSKY - a zona proximal de desenvolvimento </li></ul><ul><li>- o indivíduo constrói sua própria visão de mundo e sua forma de atuar nele a partir de interações sociais; o professor deve atuar dentro da ZPD do aluno, isto é, entre o que ele já sabe e o que potencialmente já é capaz de fazer, se receber uma ajuda. </li></ul>
  62. 62. Como utilizar a EaD de forma a favorecer o desenvolvimento da criatividade, da autonomia, da auto-estima e da cooperação nos aprendizes?
  63. 63. Que características cognitivas são evidenciadas de modo a caracterizar uma cooperação real de pensamento? <ul><li>Nas trocas estabelecidas, os sujeitos: </li></ul><ul><ul><li>apresentam uma escala comum de valores? </li></ul></ul><ul><ul><li>conservam os valores de trocas anteriores? </li></ul></ul><ul><ul><li>apresentam reciprocidade? </li></ul></ul>
  64. 64. Que características são observadas no processo de comunicação em rede telemática? (Costa, Ana Rita Firmino) <ul><li>As interações através das comunicações via rede </li></ul><ul><ul><li>Possuem uma duração apenas inicial ou se estabelece em uma continuidade? </li></ul></ul><ul><ul><li>Surgem espontaneamente ou por provocação? </li></ul></ul><ul><ul><li>Explicitam valores de troca intelectual ou afetiva? </li></ul></ul><ul><ul><li>São finalizadas pelo sujeito que a provocou ou pelo provocado? </li></ul></ul>
  65. 65. Educar pela pesquisa <ul><li>Educação por projetos de aprendizagem </li></ul><ul><li>EaD – Histórico </li></ul><ul><li>EaD no Brasil </li></ul><ul><li>As bases legais da EaD no Brasil </li></ul><ul><li>Experiências em Universidades </li></ul><ul><li>Experiências em escolas </li></ul><ul><li>Portais Educacionais </li></ul>
  66. 66. Aula do dia 18/05/2001 <ul><li>7:00 às 7:30 – levantamento junto aos alunos de vivências e sentimentos em EaD. </li></ul><ul><li>7:30 as 9:00 – apresentação e discussão da palestra a EaD e o construcionismo. </li></ul><ul><li>9:00 as 9:20 – intervalo </li></ul><ul><li>9:20 as 10:30 – separação da aula em 4 grupos e preparação para a execução de: </li></ul><ul><ul><li>Tarefa – apresentar um supermini curso a distância sobre algum dos tópicos da aula de hoje. </li></ul></ul><ul><ul><li>Desafio – utilizar a abordagem construcionista. </li></ul></ul><ul><li>A turma elaborará em conjunto os critérios de montagem, avaliação e execução dos cursos. </li></ul><ul><li>Apresentações: </li></ul><ul><ul><li>Grupo 1 – dia 25/05 das 7:00 as 8:30 </li></ul></ul><ul><ul><li>Grupo 2 – dia 25/05 das 9:00 as 10:30 </li></ul></ul><ul><ul><li>Grupo 3 – dia 01/06 das 7:00 as 8:30 </li></ul></ul><ul><ul><li>Grupo 4 – dia 01/06 das 9:00 as 10:30 </li></ul></ul>

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