Aula 3 tecnicas de retorica e oratoria

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Aula 3 tecnicas de retorica e oratoria

  1. 1. www.luizfelippe.com.br
  2. 2. <ul><li>Curso de Extensão Universitária </li></ul><ul><li>DEAC - Departamento de Extensão e Assuntos Comunitários </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  3. 3. Para pensar <ul><li>“ Quem teme perder já está vencido”. </li></ul><ul><li>Jigoro Kano (1860-1938) </li></ul><ul><li>fundador do Judô – arte marcial japonesa. </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  4. 4. <ul><li>“ Aprenda a falar em público. Técnicas de Retórica e Oratória” </li></ul>Tema www.luizfelippe.com.br
  5. 5. O que vem a ser um argumento ? <ul><li>Argumento = Do latim argumentum . Significa o conjunto de idéias, valores, convicções, princípios e toda sorte de conteúdos que alguém faz emprego mediante a conversação ou argumentação com outra pessoa ou mesmo com um grupo. </li></ul><ul><li>O argumento é a ferramenta de quem quer se impor pela racionalidade e não pela truculência. </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  6. 6. Tipos de argumento. <ul><li>Qual caminho que você quer seguir ? </li></ul><ul><li>busca ... </li></ul><ul><li>1.- Argumento de convencimento: a aceitação da idéia. </li></ul><ul><li>2.- Argumento de justificativa: a relevância da idéia. </li></ul><ul><li>3.- Argumento de contestação: a diferença da idéia. </li></ul><ul><li>4.- Argumento de esclarecimento: a compreensão da idéia. </li></ul><ul><li>5.- Argumento de retratação: a correção da idéia. </li></ul><ul><li>6.- Argumento de defesa: a legitimação da idéia. </li></ul><ul><li>7.- Argumento de acusação: a condenação da idéia. </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  7. 7. A estrutura do argumento. <ul><li>1ª. parte = Intróito. Possui um caráter inicial ao assunto. </li></ul><ul><li>Você não deve iniciar a sua argumentação com a exposição imediata das suas idéias. Todo diálogo interpessoal deve possuir em primeiro lugar um caráter afetivo (emocional) e depois um caráter efetivo (resultados). </li></ul><ul><li>Um fato interessante do qual fomos protagonistas, uma brincadeira de bom gosto, uma referência a um acontecimento diário servem como possibilidades introdutórias. </li></ul><ul><li>2ª. parte = Desenvolvimento. Veremos no próximo slide. </li></ul><ul><li>3ª. Parte =Encerramento. Deve retratar o fechamento do assunto : um rápido recapitular do assunto, perguntas como: “Fui claro na exposição ?”. “você compreendeu o meu ponto de vista ?” cumprem este propósito. </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  8. 8. www.luizfelippe.com.br
  9. 9. <ul><li> Os 7 segredos de um bom argumento . </li></ul><ul><li>B eneficie as outras pessoas com o seu respeito. </li></ul><ul><li>O riente-se por meio de um roteiro. Você não se perde... </li></ul><ul><li>M antenha o bom humor durante sua exposição </li></ul><ul><li>P are de ficar pensando que você tem que vencer. </li></ul><ul><li>A melhor maneira de argumentar é se inteirar do assunto. </li></ul><ul><li>P rontifique-se a se corrigir, se necessário. </li></ul><ul><li>O uça com atenção a exposição ou opinião contrária. </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  10. 10. <ul><li>O emprego das falácias: natureza e sua identificação . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  11. 11. <ul><li>Ad baculum . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  12. 12. <ul><li>Ad hominem pessoal . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  13. 13. <ul><li>Ad hominem circunstancial . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  14. 14. <ul><li>Ad verecundiam . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  15. 15. <ul><li>Ad populum . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  16. 16. <ul><li>Ad ignorantiam . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  17. 17. <ul><li>Ad misericordiam . </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  18. 18. <ul><li>O argumento ético e convincente. Decálogo da crítica. </li></ul><ul><li>1 – Comece sempre destacando os pontos positivos . </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>2 – Pense ( e se possível escreva de maneira organizada ) antes de dizer aquilo que será exposto. Jamais improvise críticas. </li></ul><ul><li>3 – Coloque-se no lugar de quem irá ouvir sua crítica. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>4 – Não faça piadinhas sobre a pessoa ou situação. Às vezes piadinha = “ tiração de sarro ”. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>5 – Seja honesto (a) naquilo que você está avaliando. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>  </li></ul>www.luizfelippe.com.br
  19. 19. <ul><li>O argumento ético e convincente. Decálogo da crítica. </li></ul><ul><li>6 – Não emita opiniões sobre os valores das pessoas. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>7 – Lembre-se de que você hoje julga (critica). Amanhã talvez (e com certeza) será a sua vez de ser criticado. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>8 – Proponha alternativas para a solução de um problema ou situação. </li></ul><ul><li>9 – Não “embace”. Diga o que tem a dizer e cale-se. Em seguida, espere o que a outra pessoa tem a dizer e não a interrompa. </li></ul><ul><li>10 – Termine agradecendo à pessoa (s) pela oportunidade de dizer isto pessoalmente. </li></ul><ul><li>  </li></ul>www.luizfelippe.com.br

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