Hereditariadade  De Mendel Augusto Maia Nº5 9º3
Biografia <ul><li>Mendel nasceu a 20 de Julho de 1822, em Heizendorf </li></ul><ul><li>Entre 1841 e 1843, estuda no Instit...
Lei de Mendel No estudo das ervilhas, Mendel observou que as ervilhas amarelas davam sempre ervilhas amarelas e as ervilha...
Para comprovar estes resultados Mendel criou a seguinte tabela que tem o seu nome (tabela mendeliana) :  a = alelo verde A...
Lei de Mendel aplicada à Espécie Humana  A lei de Mendel não é só aplicada às ervilhas. É aplicada a todos os seres de rep...
Aplicada à transmissão de características  (o exemplo da cor dos olhos) Vendo a árvore genealógica desta dada família pode...
Para compreendermos melhor esta realidade faremos as seguinte tabela mendeliana: Neste caso o pai e a mãe têm o alelo  C  ...
Aplicada à transmissão das doenças   Tendo em conta a árvores genealógica da família do indivíduo 1 da 1ª geração, que est...
Comecemos por compreender como se transmitiu o alelo da polidactilia da 1ª geração para a 2ª geração Observemos a seguinte...
Analisemos agora o casal de indivíduos 4 e 5 da 2ª geração: Verificamos que a situação é igual à verificada no casal de in...
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Hereditaridade De Mendel

  1. 1. Hereditariadade De Mendel Augusto Maia Nº5 9º3
  2. 2. Biografia <ul><li>Mendel nasceu a 20 de Julho de 1822, em Heizendorf </li></ul><ul><li>Entre 1841 e 1843, estuda no Instituto Filosófico de Olomouc </li></ul><ul><li>Em 1843, entra no Mosteiro da Ordem de Santo Agostinho, em Brno </li></ul><ul><li>Entre 1843 e 1854, lecciona Ciências Naturais, na Escola Superior de Brno </li></ul><ul><li>Entre 1851 e 1853, estuda História Natural, na Universidade de Viena </li></ul><ul><li>Em 1856, inicia as suas experiências com o cruzamento de ervilhas </li></ul><ul><li>Em 1862, funda a Sociedade de Ciências Naturais </li></ul><ul><li>Em 1865, apresenta à sociedade local o seu trabalho “Ensaios com plantas híbridas”, onde enuncia as suas leis </li></ul><ul><li>Em 1866, apresenta à sociedade científica o seu trabalho, que causa pouco impacto </li></ul><ul><li>Mendel morre a 6 de Janeiro de 1884, em Brno, aos 62 anos </li></ul><ul><li>Em 1900, os botânicos K. Correns, E. Tschermak e H. Vries demonstram à comunidade científica a importância do trabalho de Mendel, estabelecendo as Leis de Mendel </li></ul>
  3. 3. Lei de Mendel No estudo das ervilhas, Mendel observou que as ervilhas amarelas davam sempre ervilhas amarelas e as ervilhas verdes davam sempre ervilhas verdes. Mendel chamou a estas linhagens resultantes, linhagens puras. Mendel decidiu cruzar as ervilhas amarelas e verdes. Esses cruzamentos deram os seguintes resultados: Verifica-se que na 1ª geração os descendentes foram sempre amarelos, mas na 2ª geração os descendentes amarelos e verdes aparecem na proporção de 3/1.
  4. 4. Para comprovar estes resultados Mendel criou a seguinte tabela que tem o seu nome (tabela mendeliana) : a = alelo verde A = alelo amarelo Tendo pegado em duas ervilhas verdes e duas amarelas, cruzou-as, tendo dado as seguintes combinações: A+A=AA (Cor amarela) A+a=Aa (Cor amarela) a+A=aA (Cor amarela) A+a=aa (Cor verde) Verifica-se que o alelo amarelo é dominante e que o alelo verde é recessivo, ou seja, que este só se manifesta quando na presença de outro igual a si.
  5. 5. Lei de Mendel aplicada à Espécie Humana A lei de Mendel não é só aplicada às ervilhas. É aplicada a todos os seres de reprodução sexuada, inclusivé à espécie Humana. Aplicada à transmissão do género <ul><li>Sabendo que o ovócito II transporta só um cromossoma X e o espermatozóide transporta só um cromossoma que pode ser X ou Y. Podemos fazer uma tabela mendeliana e verificar: </li></ul><ul><li>A probabilidade de nascer rapaz é de 50% e de nascer rapariga é de 50% </li></ul><ul><li>Nascer rapaz ou rapariga depende do cromossoma transportado pelo espermatozóide que fecunda o ovócito II </li></ul>XY XY Y XX XX X Masculino X X Feminino
  6. 6. Aplicada à transmissão de características (o exemplo da cor dos olhos) Vendo a árvore genealógica desta dada família podemo-nos perguntar: Como dois pais de olhos castanhos têm um filho de olhos azuis?
  7. 7. Para compreendermos melhor esta realidade faremos as seguinte tabela mendeliana: Neste caso o pai e a mãe têm o alelo C e alelo a . Como C é dominante a cor dos olhos dos pais é castanha. Mas não impede que o alelo a seja transmitido à descendência, fazendo com que se possa cruze com outro alelo a , formando o par de alelos aa, dando origem ao fenotipo cor azul. C = alelo castanho a = alelo azul aa Ca a Ca CC C Masculino a C Feminino
  8. 8. Aplicada à transmissão das doenças Tendo em conta a árvores genealógica da família do indivíduo 1 da 1ª geração, que está infectado com polidactilia, podemo-nos perguntar: Como evoluiu a doença ao longo das gerações? Como o indivíduo 1 da 4ª geração, tendo ambos os progenitores com polidactilia, nasceu sem anomalia?
  9. 9. Comecemos por compreender como se transmitiu o alelo da polidactilia da 1ª geração para a 2ª geração Observemos a seguinte tabela mendeliana: P = alelo da polidactilia n = alelo normal Sendo P o alelo dominante e n o alelo recessivo, verificamos, pela tabela ao lado, que há 50% de possibilidades de ser transmitida a doença para a 2ª geração. nn nn n Pn Pn P Indivíduo 1 1ª geração n n Indivíduo 2 - 1ª geração
  10. 10. Analisemos agora o casal de indivíduos 4 e 5 da 2ª geração: Verificamos que a situação é igual à verificada no casal de indivíduos 1 e 2 da 1ª geração. Analisemos agora o casal de indivíduos 4 e 5 da 3ª geração: P = alelo da polidactilia n = alelo normal Neste caso, os dois pais apresentam os alelos Pn, com P dominante. Analisando a tabela ao lado, podemos ver que a proporção entre ter polidactilia e nascer sem anomalia é de 3/1 e a probabilidade de não ter polidactilia é de ¼=25%. Assim, podemos comprovar que, apesar dos progenitores serem ambos portadores do alelo P , o alelo n ainda está presente, podendo-se cruzar, dando origem a um alelo nn de uma pessoa perfeitamente normal e sã (sem alelo P ). nn Pn n Pn PP P Indivíduo 5 3ª geração n P Indivíduo 4 - 3ª geração
  11. 11. Fim

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