Pesquisa experimental

46,615 views

Published on

0 Comments
12 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
46,615
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
341
Actions
Shares
0
Downloads
399
Comments
0
Likes
12
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Pesquisa experimental

  1. 1. 1 Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental ________________ Prof. Rudinei Fiorio
  2. 2. Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental A pesquisa experimental é adequada para avaliar um sistema: produto, processo ou serviço. Exemplos: comumente aplicada a materiais, compostos líquidos, bactérias, ratos, etc.
  3. 3. Etapas da PesquisaEtapas da Pesquisa ExperimentalExperimental 1. Levantar a questão ou um problema. 2. Reunir algumas informações que sejam pertinentes ao problema. 3. Criar uma hipótese que explique o problema. 4. Testar a hipótese através de experiências ou da coleta de mais informações. 5. Abandonar ou modificar a hipótese de acordo com o resultado da experiência. 6. Se a hipótese revelar-se verdadeira ou não, “construir, suportar ou lançar dúvidas sobre uma teoria científica”.
  4. 4. Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental Caracteriza-se por manipular diretamente as variáveis relacionadas com o objeto de estudo. Procura-se interferir na realidade, manipulando-se a variável independente (X) a fim de observar o que acontece com a variável dependente (Y). Portanto, a pesquisa experimental pretende dizer de que modo ou por que causas um determinado fenômeno é produzido.
  5. 5. Variável Independente Variável Dependente (depende de X)
  6. 6. Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental Por exemplo, pode-se avaliar um sistema pela sua produtividade, custos, características dimensionais, entre outras. Em um sistema, existem parâmetros do sistema (do produto, do processo ou do serviço) que podem ser alterados durante sua execução (variáveis independentes, X). Por exemplo: em um produto, pode-se alterar o tipo de material e suas características dimensionais; em um processo, pode-se alterar a temperatura e a pressão; e em um serviço, pode-se alterar o número de funcionários e o layout.
  7. 7. Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental A alteração desses parâmetros pode afetar as características de qualidade resultantes do sistema (variáveis dependentes, Y). Existem ainda os fatores de ruído, ou seja, fatores que podem influenciar o desempenho do sistema; no entanto, não se consegue controlá-los. Os fatores de ruído são, por exemplo, a temperatura e umidade do dia, o desgaste das ferramentas e a habilidade e cansaço do operador.
  8. 8. Pesquisa ExperimentalPesquisa Experimental Fator Controlável (X) Fator Constante (o que não se altera)
  9. 9. Projeto de ExperimentosProjeto de Experimentos O uso de Projeto de Experimentos permite que se estruture a sequência de ensaios de forma a traduzir os objetivos preestabelecidos pelo pesquisador. Trata-se de uma metodologia apoiada fortemente em conceitos estatísticos, destinada a otimizar o planejamento, execução e análise de um experimento.
  10. 10. Exemplo 1Exemplo 1 Foram avaliadas as influências da quantidade de glicol, do tempo de reação e da presença ou não de um catalisador (acetato de potássio – KAc) (X’s) no número de hidroxilas e na viscosidade (Y’s) dos polióis obtidos.
  11. 11. Exemplo 1Exemplo 1 Três níveis (30, 60 e 90) Dois níveis (100 e 150) Dois níveis (0 e 1)
  12. 12. Exemplo 1Exemplo 1 Com catalisador Sem catalisador ↑ Viscosidade; ↓ Nº OH
  13. 13. Exemplo 2Exemplo 2 Variáveis independentes (X’s): Tempo de desvulcanização por micro-ondas (0, 2, 3, 4 e 5 min); Presença de óleo extensor na composição (com ou sem óleo) Variáveis Dependentes (Y’s): Temperatura alcançada durante a desvulcanização. Teor de gel (gel content). Pistor, V; Fiorio, R; Zattera, A.J.
  14. 14. Exemplo 2Exemplo 2
  15. 15. Exemplo 2Exemplo 2 Com óleoSem óleo
  16. 16. Exemplo 3Exemplo 3 Amostra phr de PMEK Quantidade de mantas/tecido de FV Tipo de Reforço 1 1 0 - 2 1 2 manta 3 1 4 manta 4 3 0 - 5 3 2 manta 6 3 4 manta 7 1 2 tecido 8 1 4 tecido 9 3 2 tecido 10 3 4 tecido
  17. 17. Exemplo 3Exemplo 3 Influência do teor de PMEK, tipo de reforço e quantidade de reforço em: a) Densidade deligações cruzadas; b) Peso molecular médio entre pontos de entrecruzamento.
  18. 18. BibliografiaBibliografia 1. www.assis.unesp.br/ffrei/METODOLOGIA_CIENTFICA.doc 2. http://download.intel.com/education/Common/br/Resources /DEP/skills/DEP_Inquiry.pdf 3. http://www.producao.ufrgs.br/disciplinas.asp? cod_turma=117 4. Fiorio, R. et. al. Rev. Iberoam. Polím., 11(2), 134-144 (2010) 5. Pistor, V. et. al. Patente Nº 1000993-0, de 09/04/2010. 18

×