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clima11:24
 A tropicalidade  As principais características, em virtude de sua posição   geográfica, são determinadas pela tropicali...
 As diferenças de insolação  A quantidade de luz solar (insolação) recebida pelas   várias regiões do país durante o ano...
 A diferenças de insolação  Nas regiões mais próximas do Equador, essa incidência   de luz solar é mais ou menos constan...
→ Movimento de translação  O movimento de translação é o que a Terra realiza ao redor   do Sol juntamente com os outros p...
 Os elementos do clima no Brasil  Os tipos de clima dependem do comporta-mento de   diferentes elementos e fatores. Os e...
 O mecanismo das massas de arno Brasil  As massas de ar constituem o principal elemento   determinante dos climas brasil...
ZCIT  Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é a área que   circunda a Terra, próxima ao equador, onde os ventos   ori...
→ As massas de ar que interferemnos climas do Brasil  Por ter 92% de seu território na zona tropical e estar   localizado...
1. Massa equatorial continental(mEc)  Originária da Amazônia ocidental - área de baixa   latitude e muitos rios -, a mEc ...
2. Massa tropical atlântica (mTa)  De ar quente e úmido, mTa origina-se no Atlântico sul.   Formadora dos ventos alísios ...
3. Massa polar atlântica (mpa)  Por se originar no oceano Atlântico, ao sul da Argentina,   em zona de média latitude (de...
3. Massa polar atlântica (mpa)  O morro da Igreja (1828 m), localizado no município de Urubici,   em Santa Catarina, apre...
4. Massa equatorial atlântica (mEa)  Massa de ar quente e úmido, a mEa origina-se próximo   do arquipélago português dos ...
5. Massa tropical continental (mTc)  Por ter origem na depressão do Chaco (Paraguai), isto   é, em uma zona de altas temp...
 Chuvas  Apesar de nosso país apresentar médias anuais pluviométricas em torno de        1.000 mm, as chuvas não se dist...
 Chuvas A chuva pode se formar de três maneiras:  A chuva de montanha ou orográfica ocorre com a   ascensão e o resfriam...
 Temperaturas  Em quase 95% de nosso território, temos médias   térmicas superiores a 18 °C, como decorrência da   tropi...
 Os fatores do clima no Brasil      Diversos fatores podem modificar os elementos    que compõem o clima. No caso brasile...
 Altitude       Quanto maior a atitude, mais frio será. Mas    somente a influência da altitude, isolada de outros    fat...
 Latitude       Esse fator influencia os climas no Brasil porque o    território brasileiro apresenta quase 40° de variaç...
 Continentalidade e maritimidade       Quanto menor a distância em relação ao mar, isto    é, a maritimidade, menor a amp...
 Correntes marítimas      O Brasil sofre a influência de duas correntes    marítimas quentes: a corrente do Brasil (no se...
 A classificação climática brasileira  Optamos pela classificação climática do cientista   norte-americano Arthur Strähl...
 A classificação climática brasileira11:24
 Climas controlados por massas          de ar equatoriais e tropicais11:24
1. Clima equatorial úmido  Esse tipo de clima é determinado pela massa equatorial   continental (mEc), e sua principal ár...
Clima equatorial   úmido    Este tipo de clima apre-    senta temperaturas altas    o ano todo. As médias    pluviométrica...
2. Clima litorâneo úmido  Abrange a faixa da costa do Nordeste e do Sudeste e sofre   influência da massa tropical atlânt...
Clima litorâneo úmido  É quente e chove bastante o  ano todo. Existem meses  mais frios (geralmente no  meio do ano) e mes...
3. Clima tropical continental       É o clima mais representativo do Brasil, por isso chamado de   tropical     típico.   ...
Clima tropical   continental    Este tipo de clima ocorre no    região central do Brasil.    As médias de temperatura    v...
4. Clima tropical semi-árido  Característica do Sertão nordestino e do norte de Minas   Gerais. As massas que atuam para ...
Clima tropical semi-   árido    Típico do interior do Nordeste,    região conhecida como o Polí-    gono das Secas, que co...
 Climas controlados por massas             de ar tropicais e polares11:24
1. Clima tropical de altitude  Localiza-se nas áreas de maior altitude da região   Sudeste. Sofre grande influência anual...
Clima tropical   altitude    Apresenta       médias       de    temperaturas mais baixas    que o clima tropical, ficando ...
2. Clima subtropical úmido  Representativo do Sul do Brasil, é dominado pela   massa tropical atlântica (mTa), mas sofre ...
Clima subtropical   úmido    -Nas áreas de clima subtropical o    verão costuma ser curto, porém    com temperaturas eleva...
GLOSSÁRIO                                    Médias térmicas ou tempera-        Amplitudes térmicas                       ...
OBRIGADO!11:24
Resolvidos11:24
(SANTA CASA) Para apoiar a regra de que “a temperatura diminui com o aumento da latitude”, deveríamos tomar como exemplo o...
(FUVEST) Explique as características e as causas da ocorrência do clima subtropical no Brasil. Resposta: As característica...
(PUC) As porções orientais do território brasileiro, em termos de clima, sofrem maior intervenção da massa de ar: a) Equat...
(MACK) Dominam no inverno austral as massas de ar procedentes de áreas anticicloniais localizadas no Atlântico Sul e na Ar...
(OSEC) O deslocamento das massas de ar, que dão origem aos ventos, se fazem sempre: a) das áreas mais elevadas para as mai...
(OSEC) (...) "Ventos periódicos beneficiam toda a extensa orla litorânea: são... que, como alhures se apresentam sob a for...
(OSEC) A "friagem" consiste na queda brusca da temperatura, na    região amazônica. Sobre ela pode-se afirmar que:    I. O...
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O espaço natural brasileiro - Clima

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O espaço natural brasileiro - Clima

  1. 1. clima11:24
  2. 2.  A tropicalidade  As principais características, em virtude de sua posição geográfica, são determinadas pela tropicalidade.  Entre elas: as diferenças de isolação recebida pelas varias regiões do país, as elevadas temperaturas na maior parte do território, os regimes pluviométricos (chuvas de verão) e o mecanismo das massas de ar em nosso país (domínio de massas de ar quente e úmido).11:24
  3. 3.  As diferenças de insolação  A quantidade de luz solar (insolação) recebida pelas várias regiões do país durante o ano não é uniforme. Essa é uma das explicações para o fato de o horário de verão,cuja aplicações tem como objetivo a economia de energia elétrica no Brasil, não ser adotado na região Norte, pois não teria resultados práticos.  O que explica essa diferente insolação recebida por todo o território brasileiro é o movimento de translação e suas consequências: estações do ano, equinócios e solstícios.11:24
  4. 4.  A diferenças de insolação  Nas regiões mais próximas do Equador, essa incidência de luz solar é mais ou menos constante durante todo o ano, por isso há poucas diferenças na duração dos dias e noites nas quatro estações do ano.  Porém, à medida que nos aproximamos das regiões subtropicais e temperadas, essas diferenças vão ficando cada vez maiores: no inverno, as noites são mais longas; no verão, os dias duram mais.11:24
  5. 5. → Movimento de translação  O movimento de translação é o que a Terra realiza ao redor do Sol juntamente com os outros planetas. O tempo que a terra demora para dar uma volta completa em redor do Sol é chamado de ano. O ano civil tem 365 dias, já o ano sideral tem 365 dias, 6 horas, e a cada quatro anos temos um ano com 366 dias, o chamado ano bissexto.  Uma das principais consequências do movimento de translação da Terra é a existência das estações do ano, que são opostas nos dois hemisférios em virtude da inclinação do eixo terrestre. É o dia mais longo e a noite mais curta do ano que marcam o inicio do verão nesse hemisfério.11:24
  6. 6.  Os elementos do clima no Brasil  Os tipos de clima dependem do comporta-mento de diferentes elementos e fatores. Os elementos atuam diretamente no clima; e os fatores indiretamente.  Entre os principais elementos que, combinados, determinam os climas brasileiros estão a pressão atmosférica (ventos e massas de ar), a umidade (chuvas) e as temperaturas.11:24
  7. 7.  O mecanismo das massas de arno Brasil  As massas de ar constituem o principal elemento determinante dos climas brasileiros, porque podem mudar bruscamente o tempo nas áreas onde atuam.  Em virtude de sua posição geográfica o território brasileiro esta sob a influencia da ZCIT, com exceção da parte localizada ao sul do trópico de Capricórnio, onde a massa polar atlântica tem papel de destaque nos meses mais frios.  O mecanismo das massas de ar no Brasil depende da circulação geral da atmosfera na Terra.11:24
  8. 8. ZCIT  Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é a área que circunda a Terra, próxima ao equador, onde os ventos originários dos hemisférios norte e sul se encontram.  A ZCIT se apresenta como uma faixa de nuvens com grande desenvolvimento vertical (Cb – Cumulonimbus), de 3 a 5 graus de largura, frequentemente de tempestades, que circunda o globo próximo ao equador.  A ZCIT é formada pelo movimento vertical em grande parte derivado da atividade convectiva de tempestades provoca- das pelo aquecimento solar, as quais efetivamente sugam o ar; esses são os ventos alísios.11:24
  9. 9. → As massas de ar que interferemnos climas do Brasil  Por ter 92% de seu território na zona tropical e estar localizado no hemisfério sul, onde as massas líquidas (oceanos e mares) ocupam maior espaço do que as massas sólidas (terras), o Brasil é influenciado predominantemente pelas massas de ar quente e úmido.  As massas de ar que atuam no Brasil são: massa equatorial continental (mEc); massa equatorial atlântica (mEa); massa tropical continental (mTc); massa tropical atlântica (mTa); e massa polar atlântica (mPa).11:24
  10. 10. 1. Massa equatorial continental(mEc)  Originária da Amazônia ocidental - área de baixa latitude e muitos rios -, a mEc é uma massa de ar quente, úmido e instável. É a que exerce maior influência no Brasil: atinge praticamente todas as regiões durante o verão no hemisfério sul, provocando chuvas.  Na Amazônia, as elevadas temperaturas e as altas taxas de umidade, decorrentes da atuação dessa massa de ar, são responsáveis pelos elevados índices pluviométricos da região. No inverno, a mEc recua e sua ação fica restrita à Amazônia ocidental.11:24
  11. 11. 2. Massa tropical atlântica (mTa)  De ar quente e úmido, mTa origina-se no Atlântico sul. Formadora dos ventos alísios de sudeste, atua na faixa litorânea brasileira, que se estende da região Sul à região Nordeste, e é praticamente constante no decorrer do ano. Durante o inverno, a mTa encontra a única massa de ar frio e úmido que atua no Brasil, a massa polar atlântica (mPa).  Esse encontro provoca chuvas frontais no litoral nordestino. Por isso é comum ouvirmos notícias sobre chuvas que castigam Maceió, Salvador e Recife no mês de Julho, principalmente.  No litoral das regiões Sul e Sudeste, e o encontro da mTa com as áreas elevadas da serra do Mar provoca as chuvas orográficas ou de montanha.11:24
  12. 12. 3. Massa polar atlântica (mpa)  Por se originar no oceano Atlântico, ao sul da Argentina, em zona de média latitude (de 30° a 60°), a mPa tem ar frio e úmido. Atua principalmente no inverno, dividindo-se em três ramos separados pela orientação do relevo brasileiro. Os dois primeiros ramos refere-se ao corredor de planícies interiores brasileiras, que estão cercadas por áreas de maiores altitudes, como os Andes (no oeste) e as serras brasileiras (no leste), permitindo o avanço da mPa sobre essas áreas mais baixas do nosso relevo.  O primeiro ramo sobe pelo vale do rio Paraná, atingindo a região Sul, e traz ventos frios, como o minuano e o pampeiro, causando a formação de granizo, geada e até neve nas serras catarinenses e gaúchas.11:24
  13. 13. 3. Massa polar atlântica (mpa)  O morro da Igreja (1828 m), localizado no município de Urubici, em Santa Catarina, apresenta, as menores temperaturas brasileiras por reunir os fatores altitude e latitude, e o elemento climático, no caso a massa polar atlântica. A temperatura mais baixa registrada no Brasil até 2008 ocorreu em Urubici: - 17,8°C.  O segundo ramo, também conseqüência das baixas altitudes da área central do território brasileiro, permite o avanço dessa massa de ar frio e úmido que chega a atingir a Amazônia ocidental e provoca queda brusca da temperatura, por alguns dias, em Matogrosso, Rondônia e Acre. É o fenômeno da "friagem".  O terceiro ramo refere-se ao avanço da massa polar atlântica pelo litoral brasileiro, do Sul ao Nordeste. No Nordeste oriental (litoral), como já vimos, o encontro da mPa (de ar frio e úmido) com a mTa (de ar quente e úmido) provoca as chuvas frontais durante o inverno.11:24
  14. 14. 4. Massa equatorial atlântica (mEa)  Massa de ar quente e úmido, a mEa origina-se próximo do arquipélago português dos Açores, na África.  Formadora dos ventos alísios de nordeste, atua, principalmente, durante a primavera e o verão no litoral das regiões Norte e Nordeste.  Conforme avança pelo interior do país, essa massa de ar vai perdendo a umidade, por isso não causa chuvas significativas na porção norte do litoral nordestino.11:24
  15. 15. 5. Massa tropical continental (mTc)  Por ter origem na depressão do Chaco (Paraguai), isto é, em uma zona de altas temperaturas e pouca umidade, é uma massa de ar quente e seco.  No Brasil, atua no sul da região Centro-Oeste e no oeste das regiões Sul e Sudeste, onde ocorrem longos períodos de tempo quente e seco.  Também provoca um bloqueio atmosférico que impede a chegada das massas de ar frio, quase sempre nos meses de maio e junho, quando ocorrem dias com temperaturas mais altas, chamados de "veranico".11:24
  16. 16.  Chuvas  Apesar de nosso país apresentar médias anuais pluviométricas em torno de 1.000 mm, as chuvas não se distribuem de modo uniforme por toda sua extensão.  Algumas áreas, como trechos da Amazônia, o litoral sul da Bahia e o trecho paulista da Serra do Mar, recebem mais de 2.000 mm de chuvas por ano. Como exemplos podemos citar, na Amazônia, a localidade de Belém (PA), com 2.204 mm anuais, e, em São Paulo, a área banhada pelo rio Itapanhaú, em Bertioga, com mais de 4.000 mm.  No extremo oposto está o Sertão do Nordeste, com totais bem abaixo da média do país, como as localidades de Cabaceiras (PB), com 331 mm anuais, e Areia Branca (RN), com 588 mm.  O restante, ou seja, a maior parte do território brasileiro, está na faixa entre 1.000 e 2.000 mm de chuvas por ano.  A porção situada abaixo do paralelo de 20°LS, onde predomina o clima subtropical, tem como característica a relativa uniformidade das chuvas ao longo do ano.11:24
  17. 17.  Chuvas A chuva pode se formar de três maneiras:  A chuva de montanha ou orográfica ocorre com a ascensão e o resfriamento do ar, quando este tem de ultrapassar barreiras montanhosas.  A chuva convectiva ou de convecção ocorre quando o ar, em ascensão vertical, entra em contato com camadas mais frias, se condensa e se precipita sob a forma de chuva.  A chuva frontal resulta do choque de uma massa de ar mais frio com uma massa de ar mais quente.11:24
  18. 18.  Temperaturas  Em quase 95% de nosso território, temos médias térmicas superiores a 18 °C, como decorrência da tropicalidade.  Entretanto, o comportamento das temperaturas está sujeito à influência de outros fatores além da latitude: a altitude, a continentalidade e as correntes marítimas.11:24
  19. 19.  Os fatores do clima no Brasil Diversos fatores podem modificar os elementos que compõem o clima. No caso brasileiro, destacaremos a altitude, a latitude, a continentalidade, a maritimidade e as correntes marítimas, que podem ter maior ou menor influência no clima brasileiro.11:24
  20. 20.  Altitude Quanto maior a atitude, mais frio será. Mas somente a influência da altitude, isolada de outros fatores, não é muito marcante no Brasil, porque mais de 95% do relevo brasileiro está a menos de 1200 m de altitude. Campos do Jordão, em São Paulo, e as serras gaúchas e catarinenses, com altitudes acima de 1200 m, são exceções.11:24
  21. 21.  Latitude Esse fator influencia os climas no Brasil porque o território brasileiro apresenta quase 40° de variação latitudinal. Nas altas latitudes, as temperaturas são mais baixas e as amplitudes térmicas são maiores. Portanto, as cidades mais próximas à linha do Equador têm amplitudes térmicas menores e temperaturas mais altas do que as cidades do Sul e Sudeste em virtude das diferenças de latitudes existente entre elas.11:24
  22. 22.  Continentalidade e maritimidade Quanto menor a distância em relação ao mar, isto é, a maritimidade, menor a amplitude térmica de uma cidade, porque a proximidade do mar torna as temperaturas mais estáveis. Isso ocorre em consequência do “efeito regulador de caráter térmico” que as águas dos oceanos exercem sobre as terras mais próximas.11:24
  23. 23.  Correntes marítimas O Brasil sofre a influência de duas correntes marítimas quentes: a corrente do Brasil (no sentido sul) e a corrente das Guianas (no sentido norte), que contribuem para a existência de climas quente.11:24
  24. 24.  A classificação climática brasileira  Optamos pela classificação climática do cientista norte-americano Arthur Strähler, por estar baseada na circulação e na atuação das massas de ar que determinam os climas no Brasil.  Considerando a dinâmica das massas de ar que atuam no Brasil, encontramos os tipos de clima descritos nos slides a seguir.  O mapa abaixo apresenta os climas brasileiros: 1. Equatorial Úmido; 2.Tropical Continental; 3. Tropical Semiárido; 4.Litorâneo Úmido; 5. Subtropical; 6.Tropical de Altitude.11:24
  25. 25.  A classificação climática brasileira11:24
  26. 26.  Climas controlados por massas de ar equatoriais e tropicais11:24
  27. 27. 1. Clima equatorial úmido  Esse tipo de clima é determinado pela massa equatorial continental (mEc), e sua principal área de ocorrência é a Amazônia.  Tem como características elevada taxa de umidade, em virtude da presença dos rios e da vegetação na região, e altas temperaturas, por encontrar-se em baixa latitude.  As chuvas são constantes e abundantes (chegam a ultrapassar 2.500 mm anuais), resultado da convecção ou ascensão vertical do ar e conseqüente resfriamento e condensação.  Apresenta também baixa amplitude térmica anual (a menor do Brasil), inferior a 4°C, e médias térmicas anuais elevadas, que variam pouco, de 25 a 28°C.11:24
  28. 28. Clima equatorial úmido Este tipo de clima apre- senta temperaturas altas o ano todo. As médias pluviométricas são altas, sendo as chuvas bem distribuídas nos 12 me- ses, e a estação seca é curta. Aliando esses fa- tores ao fenômeno da evapotranspiração, ga- rante-se a umidade constante na região. É o clima predominante no complexo regional Ama- zônico.11:24
  29. 29. 2. Clima litorâneo úmido  Abrange a faixa da costa do Nordeste e do Sudeste e sofre influência da massa tropical atlântica (mTa).  Apresenta como características chuvas concentradas no inverno, que variam de 1.500 a 2.000 mm durante o ano, e médias térmicas elevadas.  Como vimos anteriormente, nessa estação, no litoral nordestino, o encontro da mTa (de ar quente e úmido) com a mPa (de ar frio e úmido), provoca chuvas frontais.  Durante o verão tanto no Sudeste como no Nordeste, o encontro da mTa com as mais elevadas, como o planalto da Borborema (no Nordeste) e as serras do Mar e da Mantiqueira (no Sudeste), provoca as chuvas orográficas.11:24
  30. 30. Clima litorâneo úmido É quente e chove bastante o ano todo. Existem meses mais frios (geralmente no meio do ano) e meses bem mais quentes (geralmente início e final de ano). A vegetação do clima tropical litorâneo (ou lito- râneo úmido) é a mata atlântica. As chuvas nestes dois trechos do litoral estão concentradas também em estações distintas: no nor- deste ocorrem principal- mente no outono e inverno e no sudeste são mais inten- sas na primavera e verão.11:24
  31. 31. 3. Clima tropical continental É o clima mais representativo do Brasil, por isso chamado de tropical típico. Abrange área das regiões Centro- Oeste, Nordeste, Norte e Sudeste. Apresenta duas características marcantes: I. A presença de duas estações bem definidas:  Verão: estação chuvosa, provocada pela massa de ar equatorial continental (mEc) e pela massa tropical atlântica (mTa);  Inverno: estação seca. Nessa época, a mEc se retrai, deixando espaço para a atuação de outras massas de ar: a polar atlântica (mPa) e a tropical continental (mTc). A mPa aproveita o corredor formado pelas terras mais baixas da região Centro- Oeste e atinge a porção sul da Amazônia, quando a temperatura pode chegar a 10°C (fenômeno da friagem). II. Amplitudes térmicas anuais elevadas devido à influência da continentalidade.11:24
  32. 32. Clima tropical continental Este tipo de clima ocorre no região central do Brasil. As médias de temperatura variam de 20° a 28°C. Chove por volta de 1500mm por ano. É um tipo de clima quente e semi-úmido, com chuvas no verão e seco no inverno. O clima tropical típico também é conhecido como semi-úmido.11:24
  33. 33. 4. Clima tropical semi-árido  Característica do Sertão nordestino e do norte de Minas Gerais. As massas que atuam para a ocorrência desse tipo de clima são a tropical atlântica (mTa) e a equatorial continental (mEc).  Quando chega ao interior do Nordeste, a mTa já perdeu a umidade, pois barreiras montanhosas impedem a passagem das chuvas que caem no litoral. É o clima brasileiro com menor índice pluviométrico anual.  O que causa o problema da estiagem é a má distribuição das chuvas, concentradas em alguns meses do ano. O índice de chuvas anuais chega, às vezes, a ser inferior a 500 mm. As médias térmicas anuais e as temperaturas são elevadas.11:24
  34. 34. Clima tropical semi- árido Típico do interior do Nordeste, região conhecida como o Polí- gono das Secas, que corresponde a quase todo o sertão nordestino e aos vales médio e inferior do rio São Francisco. Sofre a in- fluência da massa tropical atlân- tica que, ao chegar à região, já se apresenta com pouca umidade. Caracteriza-se por elevadas tem- peraturas (média de 27ºC) e chu- vas escassas (em torno de 750 mm/ano), irregulares e mal dis- tribuídas durante o ano. Há pe- ríodos em que a massa equa- torial atlântica (super úmida) chega no litoral norte de Região Nordeste e atinge o sertão, cau- sando chuva intensa nos meses de fevereiro, março e abril.11:24
  35. 35.  Climas controlados por massas de ar tropicais e polares11:24
  36. 36. 1. Clima tropical de altitude  Localiza-se nas áreas de maior altitude da região Sudeste. Sofre grande influência anual da massa tropical atlântica (mTa), que é úmida.  No inverno, a massa polar atlântica (mPa) é res- ponsável pelas baixas temperaturas e pelas geadas que costumam ocorrer nessa época.  Diferencia-se do clima tropical típico ou continental por abranger maio índice pluviométrico anual (acima de 1.700 mm), verões menos quentes e invernos mais frios.11:24
  37. 37. Clima tropical altitude Apresenta médias de temperaturas mais baixas que o clima tropical, ficando entre 15º e 22º C. Este clima é predominante nas partes altas do Planalto Atlântico do Sudeste, estendendo-se pelo centro de São Paulo, centro-sul de Minas Gerais e pelas regiões serranas do Rio de Janeiro e Espírito Santo. As chuvas se concentram no verão, sendo o índice de pluviosidade influenciado pela proximidade do oceano.11:24
  38. 38. 2. Clima subtropical úmido  Representativo do Sul do Brasil, é dominado pela massa tropical atlântica (mTa), mas sofre grande influência da massa polar atlântica (mPa) no inverno.  Apresenta o segundo maior índice pluviométrico anual (em torno de 2.500 mm), só perdendo para o clima equatorial úmido.  Tem as estações do ano bem definidas e chuvas bem distribuídas durante o ano. No inverno são constantes as ondas de frio, a formação de geada e chuvas de granizo. Pode ocorrer neve nas áreas de maior altitude, como na região de São Joaquim, em Santa Catarina.11:24
  39. 39. Clima subtropical úmido -Nas áreas de clima subtropical o verão costuma ser curto, porém com temperaturas elevadas. Já o in-verno é bastante rigoroso com baixas temperaturas. - No inverno a temperatura média anual fica em torno de - 5°C, enquanto que no verão fica em torno de 23°C. - A umidade relativa do ar anual fica entre 60% e 85%. - Com relação ao índice pluvio- métrico (chuvas) anual, podemos verificar que fica entre 500 e 1000 mm. É um índice considerado moderado de chuvas. - Podem ocorrer geadas nestas regiões durante o inverno, prin- cipalmente em áreas mais altas.11:24
  40. 40. GLOSSÁRIO Médias térmicas ou tempera- Amplitudes térmicas turas médias Diferença entre a tempera- Representadas pela média tura máxima (diária, mensal aritmética das temperaturas ou anual) e a mínima registradas em um local. (diária, mensal ou anual) Podem ser diárias, mensais ou registrada em uma região. anuais.11:24
  41. 41. OBRIGADO!11:24
  42. 42. Resolvidos11:24
  43. 43. (SANTA CASA) Para apoiar a regra de que “a temperatura diminui com o aumento da latitude”, deveríamos tomar como exemplo os dados referentes às cidades de: a) Manaus, Cuiabá e Porto Alegre. b) Recife, Cuiabá e Rio de Janeiro. c) Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre. d) Manaus, Recife e Cuiabá. e) Manaus, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Resposta: Letra e11:24
  44. 44. (FUVEST) Explique as características e as causas da ocorrência do clima subtropical no Brasil. Resposta: As características do clima subtropical no Brasil são: 1. Temperatura média anual baixa, entre 16°C e 20°C. 2. Amplitude térmica relativamente acentuada. 3. Chuvas regularmente distribuídas nas quatro estações. 4. Índices pluviométricos entre 1000 - 1500 mm / anuais. A existência desse clima no sul do país está ligada à posição geográfica (região situada abaixo do Trópico de Capricórnio) e à maior penetração da massa de ar Polar Atlântica (mPa).11:24
  45. 45. (PUC) As porções orientais do território brasileiro, em termos de clima, sofrem maior intervenção da massa de ar: a) Equatorial Continental (Ec) b) Equatorial Atlântica (Ea) c) Tropical Continental (Tc) d) Tropical Atlântica (Ta) e) Polar Atlântica (Pa) Resposta: Letra d11:24
  46. 46. (MACK) Dominam no inverno austral as massas de ar procedentes de áreas anticicloniais localizadas no Atlântico Sul e na Argentina, as quais invadem o Planalto Brasileiro e implicam na formação: a) das brisas b) dos ventos contra-alísios do Nordeste c) do terral d) dos ventos alísios do Sudeste e) dos ventos do Noroeste Resposta: Letra d11:24
  47. 47. (OSEC) O deslocamento das massas de ar, que dão origem aos ventos, se fazem sempre: a) das áreas mais elevadas para as mais baixas; b) das áreas de temperaturas mais altas para as de temperatura mais baixa; c) das áreas de alta pressão para as de baixa pressão; d) das áreas mais úmidas para as mais secas; e) de oeste para leste. Resposta: Letra c11:24
  48. 48. (OSEC) (...) "Ventos periódicos beneficiam toda a extensa orla litorânea: são... que, como alhures se apresentam sob a forma da "viração" ... e do "terral"... (Areldo de Azevedo) a) os ventos alísios do Sudeste; b) os ventos alísios do Nordeste; c) os ventos variáveis, "Pampeiro e Noroeste"; d) as brisas marítimas e terrestres; e) as frentes frias do Sul. Resposta: Letra d11:24
  49. 49. (OSEC) A "friagem" consiste na queda brusca da temperatura, na região amazônica. Sobre ela pode-se afirmar que: I. O relevo baixo, de planície, facilita a incursão de massas de ar frio que atingem a Amazônia. II. A massa de ar responsável pela ocorrência de friagem é a Tropical Atlântica. III. A friagem ocorre no inverno. De acordo com as afirmativas acima, assinale: a) se apenas I estiver correta; b) se I e II estiverem corretas; c) se II e III estiverem corretas; d) se I e III estiverem corretas; e) se todas as afirmativas estiverem corretas. Resposta: Letra d11:24
  50. 50. OBRIGADO NOVAMENTE!11:24

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