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Movimento celular (G12, M12, MIR, MDA, Encontro com Deus) - Seitas e Heresias

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Estudo de número 10 da série sobre Seitas e Heresias, ministrada na Igreja Batista de Poxim, Canavieiras-BA. Compilado pelo Pr. Luan Almeida.

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  • Maravilhoso. Faço parte de uma Igreja que era tradicional e nos últimos 10 anos passou radicalmente a adotar todas essas heresias. É triste. Obrigado por disponibilizar os slides, vai ser bastante útil para um estudo que tenho feito a respeito dos problemas com minha denominação.
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Movimento celular (G12, M12, MIR, MDA, Encontro com Deus) - Seitas e Heresias

  1. 1. MOVIMENTO CELULAR G12, M12, MIR, MDA, ENCONTRO COM DEUS M Compilação: Pr. Luan Almeida
  2. 2. MOVIMENTO CELULAR Igrejas em células tem crescido de forma explosiva em todo o mundo e muitos pastores tem adotado esse sistema em suas igrejas justamente por isso. Na maioria dos casos, as maiores igrejas em células um dia já foram batistas tradicionais, e como o sistema celular traz práticas doutrinárias estranhas, todas elas se tornaram neopentecostais. É muito difícil uma igreja conciliar uma doutrina tradicional e sadia com o sistema celular. M
  3. 3. MOVIMENTO CELULAR O “Programa Celular” consiste num modelo de igreja em células - organização da igreja em pequenos grupos nos lares que se multiplicam quando crescem. Trata-se da realização de reuniões em pequenos grupos nos lares ou em qualquer lugar, objetivando a evangelização e a edificação dos participantes. Em muitas igrejas é usado tal sistema, porém com estudos sadios da Palavra de Deus. A reunião da igreja em pequenos grupos não é nenhuma novidade, tampouco heresia. O que está errado são as heresias e os conteúdos que são apresentados e ensinados nas reuniões celulares, além da incorreta eclesiologia praticada. M
  4. 4. HISTÓRIAH
  5. 5. HISTÓRIA G12 Governo dos 12 ou Visão 12 ou G12 ou ainda grupo dos 12 é um modelo religioso que teve seu surgimento inspirado na ideia de que cada cristão pode ensinar e liderar doze pessoas na fé cristã, seguindo o exemplo de Jesus. Uma das seitas que atualmente mais tem causado confusões, polêmicas e divisões entre os evangélicos em geral. É um movimento que propõe crescimento das igrejas através de células. A proposta é a realização de reuniões nos lares (casas) a partir de 12 pessoas, baseado no caráter dos 12 apóstolos. Segundo o seu fundador esse será o modelo para crescimento da igreja para o futuro. H
  6. 6. HISTÓRIA G12 O G-12 foi criado pelo pastor colombiano César Castellanos Dominguez, baseado em uma “visão" que Deus lhe teria dado em 1991. Isso ocorreu depois que ele conheceu a Igreja liderada pelo Pastor David Yongg Cho, em Seul, na Coréia do Sul, cujo trabalho é feito através de Igrejas com células (não é "em" e, sim, "com" células), a exemplo dos Grupos Familiares, de discipulados, existentes aqui no Brasil. H
  7. 7. HISTÓRIA G12 Acontece, porém, que o Pastor César, conforme relata em seu livro "Sonha e Ganharás o Mundo", teve essa “visão" e transformou a sua Igreja em Grupos de Doze, sendo ele próprio responsável por doze líderes, estes por outros doze, cada um, e assim sucessivamente, numa progressão geométrica. Nesse sistema o Pastor é, apenas e tão somente, um supervisor de líderes e não de um rebanho, de uma igreja, portanto. H
  8. 8. HISTÓRIA G12 "Nesta ocasião, escutei o Senhor dizendo- me: Vais reproduzir a visão que tenho dado em doze homens, e estes devem fazê-lo como outros doze, e estes por sua vez em outros doze". H
  9. 9. HISTÓRIA G12 NO BRASIL No ano de 1999, a "pastora" Valnice Milhomens (ex-missionária batista, hoje INSERJEC) trouxe César Castelhanos ao Brasil para uma convenção em São Paulo, onde 3500 pastores de todos os segmentos evangélicos, representando todos os estados da federação, fizeram-se presentes. A partir daí a visão de Bogotá tornou-se conhecida no Brasil, sendo aderida por muitos. H
  10. 10. HISTÓRIA G12 NO BRASIL No Brasil o movimento baseado nesse princípio está com o pastor Renê Terra Nova (Ministério Internacional da Restauração), ex-Pastor da Igreja Batista (Manaus-AM) e com o pastor Robson Rodovalho (Comunidade Sara Nossa Terra), de Brasília-DF. Recentemente também aderiu a esse movimento a Igreja Quadrangular, além de outros líderes de somenos importância. H
  11. 11. HISTÓRIA M12 Terra Nova rompeu com César Castelhanos alegando que este teria pretensões em transformar todas as Denominações debaixo do signo G-12, em MCI (Ministério Carismático Internacional – Igreja originária do G-12). E fundou o MIR (Ministério Internacional da Restauração) baseado no que chamou agora de “Modelo dos 12”, ou M-12. René foi ungido apóstolo do Brasil por Castelhanos e hoje se intitula “paipóstolo”. H
  12. 12. HISTÓRIA MDA Em 1999, o pr. Abe Huber (Igreja da Paz), após ter conhecido e estudados os movimentos de crescimento de igrejas, como o modelo 5x5 do Reverendo David Yonggi Cho, o Modelo dos Grupos de Interesse, do Dr. Ralph Neighbour Jr., e também o Modelo do Governo dos 12, criou o MDA, movimento de discipulado apostólico, com um misto de crenças da Opus Dei e Cursilhos da Cristandade com métodos do Evangelho Pleno e G12. H
  13. 13. CONTEXTO HISTÓRICOC
  14. 14. CONTEXTO HISTÓRICO Tudo começou com o Padre espanhol chamado José Maria Escrivá de Balaguer. Este sacerdote católico foi o fundador de uma estrutura institucional da igreja católica que se dedicava à atividades pastorais especificas chamada “Opus Dei” do latim “Obra de Deus”. C
  15. 15. CONTEXTO HISTÓRICO É desta estrutura montada que encontramos a fundamentação também do G12 (grupo dos 12 de César Castellanos). No dia 02 de Outubro de 1928, na festa dos “santos anjos da guarda” durante os dias de um retiro espiritual, muito comum na igreja católica, surge o Opus Dei como um caminho para a santificação. A sua origem aconteceu após a junção de 13 clérigos, com votos do romanismo: Obediência, castidade e pobreza, quando entre eles um acabou saindo e se casando, restando apenas 12 padres, estes acabaram sendo fieis e submissos ao movimento. Estes 12 acabaram se comparando a Cristo e seus 12 apóstolos. C
  16. 16. CONTEXTO HISTÓRICO Os objetivos era recrutar leigos nos mais diferentes esferas sociais, e trabalhar neles o silêncio. Mas para realmente terem a certeza de que estes leigos, em determinado momento, eram fieis seguidores, ao participarem destes retiros, e alguém perguntando a eles o que acontecia nestes encontros: eles deveriam responder que não havia nenhum segredo. Na verdade a intenção era exatamente, provocar a curiosidade nas pessoas, para que o Opus Deis fosse cada vez mais divulgado. C
  17. 17. CONTEXTO HISTÓRICO O plano desses “12”, ou do “G12” do Padre Josemaría Escrivá, era um plano de marketing: provocar curiosidade aos que seriam futuramente novos adeptos e automaticamente nunca revelariam o que de fato acontecia nestes encontros. Porém as manifestações ou obras externas que este grupo deixava transparecer eram os Cursilhos da Cristandade: um sistema de evangelização, que ainda hoje é usado dentro da Igreja Católica. C
  18. 18. CONTEXTO HISTÓRICO “Trabalhavam” especialmente os casais, retirados de seus filhos e demais parentes e levados para lugares por eles completamente ignorados. A quebra de vínculos familiares implicava o rompimento das “raízes tribais” e consequentemente implantava nos participantes destes encontros o comprometimento com o clero engajado na Opus Dei, a quem deveriam devotar irrestrito amor, respeito, obediência e submissão. O M.D.A. é somente uma cópia dos Cursilhos da Cristandade. Um recrutamento. C
  19. 19. CONTEXTO HISTÓRICO A Opus Dei migrou da Europa para a América do Sul, encontrando forte reduto na Colômbia (de Castelhanos). Em 1961, na Coreia do Sul, o Pr. David Young Sho criou um método revolucionário de crescimento de igreja. Sho tinha o padrão de célula de 10 fieis, reunido em grupos de cinco, sendo cada célula com um líder, e o conjunto de 5 células ficava ao comando de um supervisor. Depois de estudar o método de Sho (em 1983) sem muito sucesso, Castelhanos implanta o seu próprio modelo, baseado em todos estes anteriores, o qual chamou de G-12. C
  20. 20. CONTEXTO HISTÓRICO Resumindo, o que foi nos apresentado como modelo celular evangélico no Brasil, na verdade é uma mistura. Este aproveitou do que considerava ser melhor entre Cho e Escrivá. Do modelo Cho foi retirado a “célula”, embasada na família e liderada por um líder subordinado ao supervisor e ao chefe geral. Do modelo Escrivá, aproveitou-se: C
  21. 21. CONTEXTO HISTÓRICO A) O sigilo rigoroso de programação e de conteúdo. B) A concentração de atividades, para não permitir reflexão ou desvio de atenção, isto é, fuga mental do “esquematizado” e o hermético/fechado “Encontro”. C) O psicologismo pelo qual se faz a “conquista” do encontrista (quem faz o encontro) ou, em outras palavras, sua lavagem cerebral. D) A triagem e o preparo da clientela pelos pré-encontros. E) A implantação da ideia de que nada existe melhor que o “Encontro”: a Igreja não é capaz de, pelas atividades comunitárias, fazer igual. Tal ideia é “plantada” no encontrista e, por meio dele, implantada na Igreja institucional de que “fazia” parte. C
  22. 22. CONTEXTO HISTÓRICO Abe Huber, cria o MDA (uma versão brasileira do ADM – Apostolic Discipleship Model), o que seria uma versão melhorada dos movimentos anteriores. Na página 3 da apostila de iniciação do MDA, da Igreja da Paz, escrita por Huber, no tópico A IGREJA EM CÉLULAS NA VISÃO DO M.D.A. está escrito: C
  23. 23. CONTEXTO HISTÓRICO Todas as maiores igrejas locais do mundo já estão neste novo paradigma promovido pela Segunda Reforma, todas são Igrejas em células. Existem, porém, diversos modelos de Igrejas em Células. O modelo 5x5 é usado pelo Pr. Davi Yonggi Cho [...]. Talvez, mais que qualquer outro homem, Deus tem usado o Pr. David Yonggi Cho para motivar muitas e muitas igrejas, para entrarem na visão de células. [...] Ultimamente muitas igrejas estão implantando um modelo que se chama “G12” (Grupo de discipulado de 12 pessoas) que tem tido um sucesso impressionante na igreja evangélica “missão carismática internacional” de Bogotá, Colômbia. A visão é de que todos sejam líderes, e uma das vantagens deste modelo é que o discipulado tem vínculos mais duradouros (HUBER, 2012). C
  24. 24. CONTEXTO HISTÓRICO O diferencial do MDA está na priorização do discipulado 1 a 1. Assim, todos se tornam líderes, como num esquema de marketing multinível. Abe afirma que recebeu de Deus esta visão num sonho, assim como Castelhanos, Valnice Milhomens e René Terra Nova. Estes movimentos tem adentrado nas últimas décadas em várias igrejas tradicionais, como a Igreja Batista, ludibriando a muitos, causando divisões e dissensões. C
  25. 25. DOUTRINASD
  26. 26. DOUTRINAS Os erros doutrinários encontrados nestes grupos celulares são inúmeros, indo desde uma incorreta visão sobre a redenção em Cristo até a eclesiologia. Abordaremos os principais neste estudo. D
  27. 27. DOUTRINAS 1. Eclesiologia: No sistema de ‘Igrejas em Células’: • Os crentes cuidam uns dos outros (não há pastor, mas um líder) nas células; • A Igreja tem dois componentes básicos: a celebração e as células; • A Celebração é a reunião no Templo (observe que não é chamado de culto, mas celebração); • A Célula (em casas), porém, é a mais importante; D
  28. 28. DOUTRINAS • Na Célula são recolhidos os dízimos e as ofertas e celebram até a Ceia; • Na Célula pode fazer o batismo em águas, desde que a pessoa não tenha condições físicas para ir ao Encontro, onde são batizados os seus membros; • No modelo dos Doze, o descrente, após sua decisão para Cristo, vai para a célula (e não para a Igreja), onde permanece por dois meses até participar do "Encontro". Assim, o novo convertido, após um ano de sua decisão, torna-se um Líder de Célula (Pastor?) e começa então a formar seu grupo de doze. D
  29. 29. DOUTRINAS • Ainda sobre eclesiologia bíblica, vale ressaltar a descaracterização da ideia de comunhão dos santos, trazida pela célula: Um dos “gurus” desse movimento o Sr. Ralph Nighbour, escreveu que: • “A experiencia de longos anos com grupos constatou que eles estagnam depois de um certo período. Durante os primeiros seis meses as pessoas atraem-se mutuamente; passado esse tempo elas tendem a se tolerar. por esta razão deve-se esperar que cada grupo de pastoreio seja multiplicado naturalmente após seis meses, ou que seja reestruturado.” (Ralph Neighbour – Manual do líder de célula, Pg 113) D
  30. 30. DOUTRINAS • Todavia, uma breve leitura em Atos 2.42-47 nos faz observar que a igreja, desde os seus primórdios, reunia-se num lugar em comum, não em células, nem mesmo de casa em casa (v. 46). • Com a perseguição e consequente proibição do templo, a igreja passou a reunir-se na casa dos presbíteros ou em grandes casas (1 Co 16.19; Cl 4.15; Rm 16.15; Fl 1.2; At 12.12). • Até então, não haviam “templos” ou lugares dedicados ao culto, como temos hoje. Todavia, não havia a ideia de grupos pequenos ou células de 12 pessoas. A Igreja se reunia integralmente. D
  31. 31. DOUTRINAS • Quanto aos líderes de células e a precocidade de sua “chamada”, é importante observar o perigo que esta atitude antibíblica traz, conforme observa Paulo em 1 Tm 3.1-6. • No livro de Joel Comiskey, um dos adeptos desse movimento, intitulado “O Crescimento explosivo das Igrejas em Células” ele diz: “Os lideres de células e os auxiliares que conduziram suas células a multiplicação devem ser valorizados e elogiados em publico diante de toda a Igreja.” – Mas a Bíblia enfatiza: 1 Tm 3.8-13. D
  32. 32. DOUTRINAS • Há inúmeros exemplos de células por ai em que líderes que foram batizados há pouco tempo e estão na fase do leite espiritual, já assumiram o cargo de líder de célula, fato esse que pode colaborar para que esse recém convertido seja conduzido ao pecado, ao invés de primeiramente crescer de forma sadia consolidando a fé. • Sem contar a importância do preparo teológico/espiritual (Ef 4.11-12) e da responsabilidade dadas ao pastor (1 Pe 4.10), que responderá diante de Deus pela tarefa exercida (Hb 13.17). D
  33. 33. DOUTRINAS • A inversão do valor do evangelismo é outro ponto a se destacar na eclesiologia invertida dos grupos celulares. A pregação do Evangelho tem sido substituída por um “proselitismo social”, onde a pessoa “evangelizada” será enturmada com os demais membros da célula, participará de muitos momentos de lazer, e após estar socialmente feliz e satisfeita, será levada a celebração no domingo, onde pastor responsável pela pregação é que vai basicamente evangelizar a pessoa através da ministração. D
  34. 34. DOUTRINAS • Não se nega a importância da aproximação pessoal para se tornar um abre-portas à evangelização, mas o ponto que deve ser pensado é: As pessoas estão tendo suas vidas mudadas pelo Evangelho e estão indo à igreja em busca de Deus? Ou as pessoas estão felizes por terem amigos, por participarem de lanches coletivos às quartas-feiras e por fazerem passeios, churrascos e etc.? Ou seja, as pessoas estão apenas buscando ser aceitas socialmente e isso será suficiente pra elas, independente do Evangelho? D
  35. 35. DOUTRINAS • O que isso tem gerado são pessoas rasas, pregações massageadoras de egos, pessoas infladas espiritualmente, que estão nas igrejas pela oportunidade de compor um “ministério” e não pelo arrependimento genuíno e pela perseverança em Cristo. • Veja o que Paulo diz em Rm 1.16-17; 1 Co 1.17,18,21-24 e At 2.44 e compare com a pregação e vivência cristã nestes grupos de crescimento explosivo, onde se diz: “Uma liderança eficaz de células é muito mais uma aventura liderada pelo Espírito do que uma técnica de estudo Bíblico.*” D
  36. 36. DOUTRINAS 2. Batalha espiritual: O movimento de batalha espiritual ensina conceitos e práticas que não encontram fundamentação bíblica, como quebra de maldições, espíritos territoriais, oração de guerra, mapeamento espiritual, cobertura espiritual, demônios associados com doenças específicas, associação dos nomes das divindades pagãs do umbandismo com espíritos malignos determinados etc. Estas práticas estão especialmente presentes no chamado “Encontro com deus”. D
  37. 37. DOUTRINAS 2.1. Encontro com deus: Um retiro espiritual de três dias, onde a pessoa receberá ministração nas áreas de arrependimento, perdão, quebra de maldições, teologia da prosperidade, libertação, cura interior, batismo no Espírito Santo e a visão da igreja. Cerca de 100 pessoas (jovens, mulheres, homens e crianças) são separadas um ou dois meses após a sua entrega na igreja e são levadas a um lugar distante do contexto familiar para serem ministradas. Para César Castellanos, o encontro equivale a todo um ano de assistência fiel à igreja. D
  38. 38. DOUTRINAS 2.1. Encontro com deus: Durante o "Encontro" todos ficam em absoluto silêncio, sem se comunicar com ninguém. Hinos são cantados por repetidas vezes e sempre há uma música de fundo sem letra durante todos os trabalhos. São técnicas psicoterápicas, em que há até catarse. Um ato teatral é encenado, para que todos entendam o sofrimento na cruz, o quanto Cristo sofreu. Há uma apelação muito forte para o emocional. Lidam com a emoção e o sentimento das pessoas. “O encontro é tremendo!” – É o que podem dizer os participantes (A Bíblia diz: Jo 8.32, 34; Gl 3.13; 2 Co 5.17; Hb 7.25). D
  39. 39. DOUTRINAS Afirmam que uma pessoa só passa verdadeiramente pela conversão, após ir a um desses encontros. No encontro acontecem cerimônias como: regressão, perdão a Deus e diversos atos proféticos. D
  40. 40. DOUTRINAS 2.2. A visão: Grupos como G12 e M12 inculcam ideias supersticiosas com relação ao número 12, fazendo-o parecer um número da sorte. Creem que o mesmo tem poder de abrir supostos caminhos para o sucesso e o crescimento instantâneo da igreja, em detrimento a todos os demais números existentes na Bíblia Sagrada, admitindo o número 12, de certa forma, como um número mágico, supersticioso. As células não podem ultrapassar 12 membros. D
  41. 41. DOUTRINAS 2.2. A visão: Os líderes afirmam inclusive que as igrejas que não participarem da nova visão para crescimento de igrejas serão substituídas e estão fora da "visão" de Deus. Nesse ponto, em nada difere das demais seitas. Há até aqueles que se referem aos demais crentes como “primos”, jocosamente falando. Chegam a proibir o relacionamento (namoro, casamento) dos “da visão” com grupos protestantes ortodoxos. D
  42. 42. DOUTRINAS 3. Cobertura Espiritual: Os grupos celulares estão intimamente baseados na filosofia da cobertura espiritual. Ela significa que os fiéis devem ter algum líder que os cubra espiritualmente e zelem pela vida deles de forma a protegê-los do mal e guiá-los ao caminho que Deus quer e que esse líder sabe e, evidentemente, o fiel não sabe muito bem. Essa cobertura geralmente é pregada de forma mística, como se esse líder tivesse algum poder especial para favorecer aqueles que se submetem as suas orientações. D
  43. 43. DOUTRINAS 3. Cobertura Espiritual: É interessante notar, por exemplo, que esse líder que dá essa cobertura espiritual para a pessoa deve ser consultado sempre que a pessoa precisar tomar certas decisões para que ele as aprove. Por exemplo, se vai começar a namorar, é o líder que vai aprovar. Se vai comprar um carro, é o líder que vai avaliar. Até mesmo de pessoas que tem que reportar ao seu líder qual livro queria ler para ele decidir se iria ou não ler. D
  44. 44. DOUTRINAS 3. Cobertura Espiritual: Esta “doutrina”, que é imprescindível para o sucesso destes grupos, por manter o fiel sob o cabresto da lavagem espiritual, impede o crescimento e fere o princípio do sacerdócio universal de cada crente, uma das bandeiras da Reforma Protestante. Aqueles que ousam desobedecer seus líderes, são postos por eles em “maldição”, com o fim de amedrontá- los e fazê-los obedecer, não por crerem no Senhor e em Sua Palavra, totalmente capazes de guiar o crente em sua vida e decisões (Jo 16.13; Rm 8.14; Sl 119.24; Rm 8.26; 1 Pe 5.2-3). D
  45. 45. CONCLUSÃOC
  46. 46. CONCLUSÃO Por “melhores” que possam ser as intenções dos fundadores destes movimentos, nada justifica o abandono das Escrituras em detrimento de métodos e crescimento inconsequente de clientela eclesiástica (Gl 1.8, 2Co 11.3-4). Não há uma fórmula para o sucesso que não seja a pregação fiel das Escrituras em dependência exclusiva do Espírito Santo, fazendo as coisas e sendo Igreja, como Ele nos demonstra em Sua palavra. Devemos, como igreja, ser uma luz em meio a essas densas trevas, para que aqueles que por graça forem salvos dentro destes movimentos, possam encontrar em nós e em nossas igrejas, refúgios seguros da sã doutrina. C
  47. 47. REFERÊNCIAS • Anno Domini - Um engano chamado M.D.A. (O que está por detrás deste método) http://admidia.blogspot.com.br/2014/08/um-engano-chamado-mda-o-que-esta-por.html • CACP - Igreja em células? Tome cuidado http://www.cacp.org.br/igreja-em-celulas-tome-cuidado/ • Voz que clama no deserto – Quem são G12, M12 e MDA – Seitas e Heresias http://www.vcdeserto.com.br/2015/11/quem-sao-g12-m12-e-mda-seitas-e-heresias.html • CPAD News – Sim, o MDA é irmão mais novo do G-12 http://www.cpadnews.com.br/blog/cirozibordi/apologetica-crista/199/sim-o-mda-e-irmao-mais-novo- do-g-12.html • A voz que clama no deserto (Facebook) – Dossiê MDA Desmascarando essa heresias Parte 2. https://www.facebook.com/permalink.php?id=194999350629005&story_fbid=1084463008349297 • Wikipedia – G12 https://pt.wikipedia.org/wiki/G12 R
  48. 48. REFERÊNCIAS • Sola Scriptura tt - O que está por trás do G-12? http://solascriptura-tt.org/Seitas/Pentecostalismo/QEstaAtrasG-12.G12.GrupoDoze-MBasilio.htm • Projeto242Japão - Seitas e heresias G12,M12,MDA http://projeto242japao.blogspot.com.br/2015/05/seitas-e-heresias-g12m12mda.html • Portal MDA – A visão MDA http://portalmda.com/a-visao-mda/ • Visão Cristã – Abuso espiritual: Quando o perigo está no púlpito https://visaocrista.com/abuso-espiritual/ • CACP – O histórico do movimento G12 http://www.cacp.org.br/o-historico-do-movimento-g-12/ • Pastor Flávio Neres – Saiba quem é René Terra Nova http://prflavioneres.blogspot.com.br/2011/01/saiba-quem-e-rene-terra-nova.html R
  49. 49. REFERÊNCIAS • Defendendo o Evangelho (Facebook) - ESTUDO SOBRE G12, M12 MDA e afins https://www.facebook.com/defedendooevangelho.com.br/posts/1787674278213836 • Os Reformados (Facebook) - ESTUDO SOBRE G12, M12 MDA e afins https://www.facebook.com/OsReformadosOR/photos/a.1689278304691249.1073741828.1689267 061359040/1873652616253816/?type=3&theater • Kleber Santos - MDA versos M12 e G12 tem Diferença? http://klbsantos.blogspot.com.br/2014/02/mda-versos-m12-e-g12-tem-diferenca.html • Ao amado Timóteo - Coisas para se pensar antes de abraçar a “visão” [1, 2 e 3] https://aoamadotimoteo.wordpress.com/category/series/consideracoes-sobre-a-visao-do-mda/ • Visão 12 - Rompimento entre Terra Nova e Castellanos http://visao12.blogspot.com.br/2010/08/rompimento-entre-terra-nova-e.html • Lobos Apostasis - Células, um câncer na igreja (parte I) http://lobos-apostasis.blogspot.com.br/2017/03/celulas-um-cancer-na-igreja-parte-i.html R
  50. 50. REFERÊNCIAS • CACP - CGADB condena o modelo de igreja em células http://www.cacp.org.br/cgadb-condena-o-modelo-de-igreja-em-celulas/ • Gospel + - G12: Conheça e saiba o que é este controverso modelo de igrejas evangélicas https://noticias.gospelmais.com.br/g12-conheca-saiba-modelo-igrejas-evagelicas-23849.html • Santificai-vos: Onde se reunia a Igreja no tempo dos apóstolos? http://bia-santidadeaosenhor.blogspot.com.br/2015/05/onde-se-reunia-igreja-no-tempo-dos.html • O Tempora O Mores - Uma Análise dos Evangélicos Hoje - Entrevista a Revista Eclésia http://tempora-mores.blogspot.com.br/2012/01/uma-analise-dos-evangelicos-hoje.html • Esboçando ideias - O que é cobertura espiritual? Esse ensino é Bíblico? https://www.esbocandoideias.com/2016/08/o-que-significa-cobertura-espiritual.html R

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