Elizangela

926 views

Published on

0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
926
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
2
Actions
Shares
0
Downloads
9
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Elizangela

  1. 1. Normas para entrega de trabalhos. • Os trabalhos deverão ser entregues na data certa, não serão aceitos na data errada sem conversa com o professor. • Os trabalhos devem ser entregues IMPRESSOS. • O professor não cobrará a entrega dos trabalhos, eles devem ser deixados na mesa e o professor os levará ao final da aula. • Todos os trabalhos são individuais, com exceção do trabalho do fim do semestre.
  2. 2. Critérios avaliativos. • Todos os trabalhos devem ser apresentados nas normas da ABNT. Caso contrário a nota será automaticamente 6,5 (seis e meio) e a partir daí corrigido. • Todas as citações devem aparecer nas referencias. Caso contrário a nota será automaticamente 6,5 (seis e meio) e a partir daí corrigido. • Caso ocorra o esquecimento de citação ou de referencias a nota será automaticamente 5,0 (cinco) e a partir daí corrigido.
  3. 3. O que aumenta a nota. • Normas da ABNT. • Novidades. • Informações pertinentes. • Pesquisa bem feita. • Objetividade. • Clareza. • Profundidade.
  4. 4. “Qual quer coisa” filetype:pdf
  5. 5. Onde “achar o erro”!
  6. 6. O que normalmente se vê... Inicio, introdução, ou similar.... Desenvolvimento, comentários, referências... Conclusão, fim, finalizando....
  7. 7. Inicio, introdução, ou similar.... Desenvolvimento, comentários, referências... Conclusão, fim, finalizando.... Quando o ideal seria...
  8. 8. Trabalho para a próxima aula: • O que veio antes de Aaron T. Beck na teoria Cognitiva.
  9. 9. PSICOTERAPIA COGNITIVA
  10. 10. “Não existe o bom ou o mau, é o pensamento que os faz”(Shakespeare)
  11. 11. Modelo Cognitivo Não é a situação que determina o que sentimos e sim a leitura que fazemos dela.
  12. 12. É esta percepção que chamamos de COGNIÇÃO – Terapia Cognitiva Cognição emoção comportamento ALVO DA MUDANÇA
  13. 13. 1a HIPÓTESE COGNITIVA O portador de um Transtorno Emocional tem a tendência aumentada para distorcer eventos e rigidez cognitiva, isto é, resiste em reconhecer interpretações alternativas
  14. 14. 2a HIPÓTESE COGNITIVA As cognições têm primazia sobre as emoções e comportamentos, embora não de uma forma rigidamente causal e de ordem temporal “o pensamento é o ensaio da ação...” ( Freud)
  15. 15. HIPÓTESE • PACIENTES COM TRANSTORNOS NÃO SÃO BONS SOLUCIONADORES DE PROBLEMAS • NÃO POSSUEM FLEXIBILIDADE, APRESENTAM RIGIDEZ COGNITIVA
  16. 16. RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS • QUAL É O PROBLEMA • QUAL É A META • QUAIS SÃO OS PASSOS QUE PRECISO TRILHAR PARA ATINGIR A MINHA META
  17. 17. FLEXIBILIDADE COGNITIVA • DUVIDAR E EXPERIMENTAR • DESAFIAR PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS • DESAFIAR CRENÇAS • BUSCAR MAIS ALTERNATIVAS PARA A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS • NOVOS COMPORTAMENTOS, NOVAS HABILIDADES DE ENFRENTAMENTO
  18. 18. OBJETIVOS • Básico: REESTRUTURAÇÃO COGNITIVA aquisição de um novo instrumental cognitivo e comportamental para lidar com a realidade – paciente : próprio terapeuta • Realização de metas terapêuticas – abordagem de resolução de problemas • Flexibilidade cognitiva
  19. 19. RESUMINDO... METAS VAGAS - TERAPIA VAGA - RESULTADOS VAGOS SABER O QUE SE ESTÁ FAZENDO E AONDE QUEREMOS CHEGAR – conceituação/planejamento Somos cientistas, buscamos testar hipóteses junto aos pacientes, derrubar regras ou crenças através da busca de evidências reais
  20. 20. CARACTERÍSTICAS DA TC • AARON BECK • MODELO EMPIRICAMENTE VALIDADO • MODELO INTEGRADO TEORIA E PRÁTICA – • MODELO TEÓRICO DE PERSONALIDADE • MODELO TEÓRICO DE PSICOPATOLOGIA • MODELO APLICADO(CONJUNTO DE TÉCNICAS E ESTRATÉGIAS TERAPÊUTICAS) • SEMI-ESTRUTURADO • PROCESSO TERAPÊUTICO DIRETIVO • ABORDAGEM DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS • EDUCATIVO • AMPLA APLICABILIDADE • PROCESSO DE TEMPO LIMITADO
  21. 21. CARACTERÍSTICAS DA TC • PROCESSO COLABORATIVO • SESSÕES SEMI-ESTRUTURADAS • HOMEWORK • AGENDA • QUESTIONAMENTO SOCRÁTICO • FOCO NO PRESENTE • EMPATIA E ALIANÇA TERAPÊUTICA
  22. 22. MITOS • DERIVADA DO BEHAVIORISMO E DIVERGENTE DA PSICANÁLISE • É FÁCIL E SUPERFICIAL • NÃO HÁ ESPONTANEIDADE • TERAPEUTAS COMPORTAMENTAIS SÃO TERAPEUTAS COGNITIVOS AUTOMATICAMENTE
  23. 23. • Filósofo estóico - Epitectus (50 anos AC), escravo de Epafrodito, escreveu “Manual de Epitecto” . • “O que perturba os homens não são as coisas, mas os juízos que os homens formulam sobre as coisas” (Epitecto, p.23). • Implicações da afirmação: as situações são (e.g., objectos do mundo visual), são mais bem observadas de determinados ângulos do que de outros, e em princípio, as pessoas escolhem a sua orientação. Origens teóricas do paradigma cognitivo-comportamental
  24. 24.  Tarefa da terapia comportamental-cognitiva - é aliviar a perturbação emocional ajudando as pessoas a mudar as suas crenças e comportamentos desajustados, não adaptados. Do ponto de vista da teoria da personalidade e da motivação  A perspectiva comportamental-cognitiva da experiência humana é vista como o produto de quatro elementos: 1.fisiologia 2.cognição 3.comportamento 4.emoção •A “orientação” pessoal - é influenciada pelas crenças pessoais acerca de si próprio em relação ao mundo (e.g., espectador futebol v.s. árbitro)
  25. 25. • Se estou tenso (fisiologia) quando escrevo um ensaio • Penso “não vou escrever um bom ensaio” (cognição) • O que me leva a sentir ansioso (emoção) • Largo a caneta e vou dar um passeio a pé (comportamento) Efeito do passeio ...levanta o humor, o ânimo!!! • Reduzir a minha tensão (fisiologia) • Posso pensar “na realidade eu escrevo bons ensaios” (cognição) • e isto pode relaxar-me (emoção). O modelo cognitivo-comportamental
  26. 26. Na tradição cognitivo-comportamental, a quebra dá-se através de diferentes “portas de entrada”: 1. Cognições 2. Comportamento Comum nas perturbações emocionais (e.g., depressão e ansiedade) Mas também, 3. Fisiologia (e.g., relaxamento) 4.Emoção (e.g., ouvir disco favorito) Comum no tratamento de perturbações de personalidade •Comportamento (passeio) -quebra a reação negativa em cadeia
  27. 27. Modelo das dificuldades do cliente de Person´s (1989): Nível 1 - dificuldades “overt”(abertas), em que interagem de modo recíproco, as cognições, emoções e comportamentos. Nível 2 - dificuldades “covert” (cobertas). É a este nível que as crenças centrais, nucleares operam (e.g., “sou estúpido”). O que são as crenças centrais?  crenças tácitas que as pessoas têm acerca delas e da sua relação com o mundo.  raramente são verbalizadas e operam geralmente á margem do conhecimento pessoal. Pensamentos e crenças “Não vou escrever um bom ensaio” porque “sou uma pessoa estúpida e sem valor”.
  28. 28. Reciprocidade das interacções entre o nível 1 e o nível 2.  A crença “sou estúpido” aumenta a probabilidade do pensamento automático “vou confundir tudo” quando me confrontar com a tarefa. Mas, se (if) conseguir mudar os pensamentos automáticos, em situações similares, então (then) poderei mudar as minhas crenças.  Os pensamentos automáticos são as áreas prioritárias nas perturbações da ansiedade e da depressão.  Nas perturbações de personalidade as crenças são o fócu mais directo. •São crenças inferidas a partir das respostas das pessoas a uma variedade de situações.
  29. 29. As pessoas diferem nas crenças centrais nucleares, e é a onipresença das crenças individuais que torna o comportamento pessoal:  relativamente previsível  e confere a certa pessoa uma personalidade particular. Beck et al., (1983) - personalidade  autónoma - baseia o sentido de auto-identidade nas suas realizações e terá uma crença central do tipo “Se não estiver no topo então sou um falhado”  sociotrópica - crença que necessita da aprovação dos outros “Não sou ninguém se não receber aprovação dos outros” Crenças e diferenças individuais
  30. 30. 1.auto-eficácia - crença da pessoa na capacidade de realizar uma acção 2.expectativas de resultado - relaciona-se com a crença que o resultado é o esperado. O processo de avaliação: identificar e distinguir diferentes perturbações (diagnóstico diferencial) Na abordagem cog.-comp.: • entrevista clínica • medidas de auto-relato/”self-report” (e.g., HADS; depressão (perda); ansiedade (ameaça) No paradigma comportamental-cognitivo a motivação das pessoas é produto de dois conjuntos de crenças (Bandura, 1982)
  31. 31. No paradigma cogn.-comportamental é sugerido que cada perturbação emocional tem um conteúdo específico, que pode ser avaliado através de medidas de auto-relato. Exemplo de avaliação de conteúdo: “a minha felicidade depende mais das outras pessoas do que de mim” (Escala de Atitudes Disfuncionais, Weissman, 1979). Avaliação dos processos típicos de distorção cognitiva “Que tratamento funciona melhor para cada cliente?”(Paul, 1967)
  32. 32. 1. Pensamento tudo ou nada -ver tudo como branco ou preto (e.g., “se não tiver todo o controlo, perco o controlo de tudo” 2. Hipergeneralização - o que é concluído a partir de um acontecimento negativo, e se aplica a outros acontecimentos relacionados ou não (regra). 3. Abstracção selectiva - focalizar um detalhe retirado do contexto, ignorando outros aspectos mais salientes da situação, apoiando a totalidade da experiência com base nesse fragmento “a cidade estava cheia, foi horrível,..ah sim encontrei alguns amigos...mas foi tão mau na cidade” Processos de pensamentos distorcidos (Burns, 1980) ou erros sistemáticos no pensamento (e.g., pessoa deprimida, Beck, 1967).
  33. 33. 4. Descontagem automática -tendência para absorver informação negativa e descontar a informação positiva, e.g., “Sim cumprimentou-me mas ele é simpático para todas as pessoas. 5. Maximização e minimização - exagerar as imperfeições e minimizar os atributos positivos. 6. Personalização - interpretação egocêntrica de acontecimentos interpessoais relacionados com o self e.g., duas pessoas riem e sussurram na rua, enquanto ando, devem estar a dizer que estou mal vestida”. 7. Afirmações “Should” - imperativos morais (devo fazer, tenho que me comportar.) 8. Rotulagem - as reacções emocionais são em larga medida produto do rótulo que a pessoa adiciona a um fenómeno
  34. 34. Mudança = redução de sintomas e mudança no comportamento Exemplo: (o sucesso com um cliente ansioso é atingido através da redução do nº e intensidade de sintomas na HADS). Questão: operacionalização da mudança clínica significativa? (pós-testes grupos normativos, disfuncionais). Características comuns às terapias cognitivo- comportamentais: 1. Racional planeado - É a interpretação de um acontecimento (B) que mais influencia a resposta emocional (C) e não o evento/estímulo(A) per se (e.g., mente v.s. máquina fotográfica) O que significa a mudança terapêutica, no paradigma comp.- cog., e como se efectua?
  35. 35. 2. A terapia promove formação em competências - que o cliente utiliza para aumentar a eficácia em lidar com as situações do dia a dia (e.g., registo de experiências entre as sessões) 3. Ênfase no uso independente das competências C.C. fora do contexto terapêutico 4. Encorajar os atributos do cliente na melhoria do seu estado, em detrimento do terapeuta. Categorização das terapias comportamental-cognitivas • Competências para lidar com (Coping skills) : a) auto-verbalização ou instrução b) comportamento resultante (e.g.,depressão, asserção, crença “nunca vou expressar as minhas necessidades)
  36. 36. • Resolução de Problemas (problem solving) - o cliente tem dificuldades na resolução de problemas que levam à manutenção e desenvolvimento da perturbação. • Reestruturação cognitiva ( Cognitive restructuring) - a) terapia cognitiva (cognitive therapy /CT; Beck et al., 1979). São as interpretações não adaptativas das situações que levam ao distress emocional mais do que as crenças irracionais (e.g., crianças abusadas v.s. timidez). Recolha de dados sobre as interpretações desajustadas das situações
  37. 37. A irracionalidade é o maior determinante da perturbação emocional . Pensamento dominado por imperativos morais • Terapia estrutural cognitiva (Structural cognitive therapy; Liotti, 1986) b) terapia comportamental racional emotiva (rational emotive behavior therapy /REBT, Ellis, 1962; Dryden, 1990).
  38. 38. Preocupação com as estruturas “profundas”. Níveis de organização cognitiva 1. Nível central- crenças (esquemas) que as pessoas formaram, geralmente na infância, e que são aspectos inquestionáveis em áreas do self e da realidade. 2. Nível intermédio - verbalizações , descrições explícitas do self, outras pessoas e do mundo. 3. Nível periférico -os planos de acção e estratégias de resolução de problemas que cada pessoa desenvolve no dia a dia em confronto com o meio. A preocupação desta terapia é explicitar o nível nuclear. Explora-se as origens desenvolvimentais da perturbação.
  39. 39. • “Base teórica subjacente, segundo a qual o afeto e o comportamento de uma pessoa são determinados pelo modo como estrutura o mundo” • “As cognições (“ eventos” verbais ou imagens no sistema consciente ) baseiam-se em atitudes ou suposições (esquemas) desenvolvidas a partir de experiências prévias” (Beck,1979, p.17). • “Sintomas-alvo” específicos (e.g., impulsos suicidas). Identificar cognições que sustentam os sintomas (e.g., “A minha vida não tem valor nenhum e não posso mudar isso”). Investigação lógica e empírica. Definição de Terapia cognitiva“A terapia cognitiva é uma abordagem ativa, diretiva e estruturada, de prazo limitado usada no tratamento de uma variedade de perturbações psiquiátricas (e.g., depressão, ansiedade, fobias queixas ligadas a dores).”
  40. 40. Trabalho para a próxima aula: • Trabalho sobre Pensamentos Automáticos! • Para entrega – digitado – impresso.
  41. 41. Haveria um transtorno de pensamento no cerne das síndromes psiquiátricas (depressão e ansiedade) tendência a interpretar as experiências particulares. Treinar os pacientes.
  42. 42. Em meados de 80 o “sistema de psicoterapia” (1) – teoria da personalidade e psicopatologia, sólidos achados empíricos para apoiar os postulados básicos. (2) – modelo de psicoterapia com conjunto de princípios e estratégias que combinam com (1). (3) – achados empíricos sólidos embasados em estudos de resultados clínicos para apoiar a eficácia dessa abordagem. • Diferenças da terapia cognitiva para outras terapias. Diferença da Psicanálise X Behaviorismo. Inconsciente X Mundo embaixo da pele. Cognitivo  pensamento
  43. 43. Início de fundamentos teóricos da terapia cognitiva, • Produzir mudança cognitiva (mudanças no pensamento e no sistema de crenças do paciente) visando promover mudança emocional e comportamental duradoura. • Principais autores da terapia cognitiva. Aaron T. Beck /Albert Ellis / Donald Meichenbaum / Arnold Lazarus / Vittorio Guidano / Giovanni Liotti
  44. 44. • As emoções e os comportamentos das pessoas são influenciados por sua percepção dos eventos. • A situação em si não afeta diretamente o que eles sentem. • Crenças centrais são tão fundamentais que as pessoas frequentemente não as articulam nem para si mesmas (verdades absolutas). Essa crença opera em determinados casos  excitação, depressão, normalidade. • Crenças centrais  normalmente o problema se origina aqui • Crenças intermediárias (regras – atitudes – suposições)  para então mudar aqui, e consequentemente o problema. • Pensamentos automáticos  é aqui onde aprece o problema!
  45. 45. • Crenças centrais e intermediárias surgem quando se tenta extrair sentido do ambiente (já no inicio do desenvolvimento)  frio - quente, alto - baixo, feio – bonito, CERTO – ERRADO • A experiência (que normalmente traz o paciente a clinica) precisa ser organizada de forma coerente para funcionar de forma adaptativa. • Crenças centrais X realidade  de quem?
  46. 46. • Inicio dos princípios da terapia cognitiva. 1) Formulação em continuo desenvolvimento do paciente e de seus problemas em termos cognitivos. 2) Aliança terapêutica segura: cordialidade, empatia atenção, respeito genuíno e competência. Escutar com atenção e cuidado, resume acuradamente seus pensamentos e sentimentos, realisticamente otimista. Ao final de cada sessão como ela se sentiu (entediada / positiva em relação a sessão). 3) Colaboração e participação ativa. 4) Orientada em meta e focalizada em problemas RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS.
  47. 47. • Inicio dos princípios da terapia cognitiva. 5) Enfatiza o presente. 6) Prevenção a recaída, é educativa  o paciente seu próprio terapeuta 7) Tempo limitado (1 à 12 / 14 sessões) 8) Sessões estruturadas – inicio meio e fim. 9) Identificar, avaliar e responder a seus pensamentos e crenças disfuncionais (questionamento socrático e descoberta orientada) 10) Técnica para mudar pensamento, humor e comportamento.
  48. 48. Estrutura da consulta 1. Verificar humor 2. Breve revisão da semana 3. Agenda da sessão 4. Feedback da sessão anterior 5. Revisa tarefa de casa 6. Discute agenda 7. Tarefa de casa 8. Resume sessão 9. Feedback da sessão atual.
  49. 49. Porque a estrutura da sessão é tão importante agora? 1. Ainda falta experiência 2. Ainda falta experiência 3. Ainda falta experiência 4. Ainda falta experiência 5. Ainda falta experiência 6. Ainda falta experiência
  50. 50. Ok... sem brincadeira... • Insegurança • Falta de conteúdo • Falta de embasamento teórico • Diferenciar o meu e o dele (problema, experiência de vida... por exemplo “eu sei como é...”, “já passei por isso...”) • “diferença de tempo” o seu o do cliente. Não só de relógio, mas de tempo de melhora, de momento de saber / ouvir / comprometimento. (vamos medir um minuto) • Frustração • “medo de estragar” o que o cliente já tem.
  51. 51. Desenvolvimento como terapeuta 1. Aprende a estruturar a sessão / aprende a utilizar técnicas básicas / aprende a avaliação inicial / aprende a obter informações na sessão / habilidades básicas de conceituar um caso. 2. Integra sua conceituação com a técnica / fortalece habilidade de entender o fluxo da terapia / identificar metas críticas / refina a conceituação. 3. Integra automaticamente os dados / refina habilidade de formular hipóteses para confirmar ou refutar sua visão do paciente / varia estrutura e técnica.
  52. 52. Passo um: • Estruturar a sessão • Utilizar técnicas básicas • Avaliação inicial • Obter informações na sessão • Habilidades básicas de conceituar um caso.
  53. 53. 1. Verificar humor (Como vc está? Tudo bem? Como vai? Tem estado feliz?) 2. Breve revisão da semana (Como tem passado? Como foi sua semana?) 3. Agenda da sessão (sobre o que vc quer falar hj? O que trabalharemos hoje?) 4. Feedback da sessão anterior 5. Revisa tarefa de casa 6. Discute agenda 7. Tarefa de casa 8. Resume sessão 9. Feedback da sessão atual. Que vai se basear na superior Que vai se basear na superior Que vai se basear na superior Que vai ter influência da superior Que vai ter influência da superior Que pode ter influência da superior Que vai se basear na superior Que vai ter influência da superior Que vai influenciar a próxima sessão
  54. 54. 1. Verificar humor 2. Breve revisão da semana 3. Agenda da sessão 4. Feedback da sessão anterior (o que funcionou ou ñ/ foi bom ou ñ) 5. Revisa tarefa de casa (porque fez ou ñ fez / qual o resultado) 6. Discute agenda 7. Tarefa de casa 8. Resume sessão 9. Feedback da sessão atual. Que vai levar naturalmente a Que vai levar naturalmente a Que vai levar naturalmente a Que vai levar naturalmente a Que vai influenciar ... Que vai influenciar... Que vai influenciar... Que vai influenciar... Que vai influenciar a próxima sessão
  55. 55. 1. Verificar humor 2. Breve revisão da semana 3. Agenda da sessão 4. Feedback da sessão anterior 5. Revisa tarefa de casa 6. Discute agenda 7. Tarefa de casa 8. Resume sessão 9. Feedback da sessão atual.
  56. 56. 1. Verificar humor 2. Breve revisão da semana 3. Agenda da sessão 4. Feedback da sessão anterior 5. Revisa tarefa de casa 6. Discute agenda 7. Tarefa de casa 8. Resume sessão 9. Feedback da sessão atual. O B J E T I V O
  57. 57. Passo um: • Estruturar a sessão • Utilizar técnicas básicas (outras aulas) • Avaliação inicial • Obter informações na sessão • Habilidades básicas de conceituar um caso.
  58. 58. Avaliação inicial • Porque ele esta aqui? • Porque ele REALMENTE esta aqui? • Quais outras pessoas envolvidas nisso? • Fases do desenvolvimento... (faltou alguma coisa?) • Há necessidade de relatório? • Há CID ou DSM relatando a queixa? • O que eu sei sobre isso? • Qual a expectativa do cliente? O que ele espera? • Quais outras queixas que “orbitam” a principal? • Quais emoções envolvidas?
  59. 59. Avaliação inicial • Qual a facilidade de treinar o cliente na estrutura da sessão? • Qual a adesão do paciente ao tratamento? (Ele vai voltar? Ele fará tarefa de casa?) • Quais os termos (palavras) que posso ou ñ utilizar? • Quem indicou-o? e qual o resultado obtido/ esperado? • Quantas sessões serão necessárias? • Qual estrutura utilizarei na terapia? • Qual(is) técnica(s) posso utilizar?
  60. 60. • Quais os pensamentos automáticos desse cliente? • Esses pensamentos automáticos são válidos, úteis? • Os pensamentos automáticos do cliente são verbais ou imagem? • Qual a integração funcional desses pensamentos automáticos? (como eles se ligam) • Qual será a reação do ambiente à mudança do paciente? Como proceder? Avaliação inicial Esposo, filhos, amigos, vizinhos, trabalho, ...
  61. 61. Qual será a reação do ambiente à mudança do paciente? Como proceder? • Quando o paciente “muda” o ambiente o força a voltar o que era ou não o aceita mais... Assim, algumas vezes o paciente “precisa” do problema para continuar bem.
  62. 62. Trabalho para a próxima aula: • Trabalho sobre Crenças Centrais. • Para entrega – digitado – impresso.
  63. 63. Passo um: • Estruturar a sessão • Utilizar técnicas básicas (outras aulas) • Avaliação inicial • Obter informações na sessão • Habilidades básicas de conceituar um caso.
  64. 64. Obter informações na sessão • Nome, idade.. Bla bla bla .... • Profissão, tempo de trabalho (relacionamento)... • Onde o problema mais ocorre • Quando ocorreu • Quanto tempo vem ocorrendo • Como era antes do problema •Medidas •Pensamentos automáticos
  65. 65. Exercício prático • Ficha de anamnese que vocês devem ter para atuar na Clínica Escola.
  66. 66. Medidas • De 0 a 10 (sempre ímpar) (em diversos pontos da sessão, sempre relacionando, ex: antes de vir aqui... de 0 a 10, e agora? O que mudou?) • O que seria pior? ou, o que seria melhor? • Se você saísse daqui “curado” como seria o mundo. • Qual a diferença entre isso e aquilo (ex: ciúme x inveja) • Com quem (ou quando) você consegue não apresentar o “problema”? • Até onde você esta disposto a mudar? • Como as pessoas vão lhe enxergar quando você mudar?
  67. 67. Pensamentos automáticos • Pensamentos automáticos são um fluxo de pensamento que coexiste com um fluxo de pensamento mais manifesto. • Normalmente são bastante breves, o cliente, normalmente esta mais ciente da emoção que sente em decorrência do pensamento. • Podem ser abreviados (ou soletrados, ex: oh não!, sou um merda mesmo  bost... Droga) uma expressão que transmite uma ideia.
  68. 68. • Podem ser verbais ou na forma de uma imagem. • São avaliados de acordo com sua validade ou utilidade. • Validade: – “Não fiz o que eu prometi” (pensamento válido) – “sou uma má pessoa por isso” (não válido) • Utilidade: – Vou terminar isso de madrugada (útil) – Não vou dar conta (não útil pois é seguido de um útil) • Pensamentos automáticos surgem espontaneamente e são aceitos como verdadeiros, sem reflexão ou avaliação.
  69. 69. Explicando pensamento automático ao paciente. • Na sessão – São situações que se apresentam NA SESSÃO ex: notei que seu olho mudou o que você pensou? – Seu pé começou a balançar muito, o que mudou ai dentro, o que você pensou para isso ocorrer? – O que você pensa quando tem que anotar a tarefa de casa? (Droga, ______ ou Eba_____?) – Você diz que para mim é fácil, porque para você é difícil?
  70. 70. Explicando pensamento automático ao paciente. • Fora da sessão – São situações que se apresentam EXTERNAMENTE A SESSÃO ex: – O que você pensou quando seu chefe falou isso ? – Você disse que se sentiu com medo daquela pessoa, mas o que você pensou antes disso? – Você diz que não consegue _______, o que você pensa nessas situações? – Porque você pensa que eles estão certos e você errado?
  71. 71. • “O que nós faremos é ensina-lo a identificar os seus pensamentos automáticos e então avaliá-los para ver exatamente quão acurados eles são. Por exemplo, daqui um minuto avaliaremos o pensamento “eu jamais serei como (fulano). O que você pensa que aconteceria com as suas emoções se você descobrisse que o seu pensamento não era verdadeiro – que quando a sua depressão ceder você perceberá que é como ou melhor que (fulano)?”
  72. 72. • “Entenda, você pensa primeiro e sente depois. Só que nesse ponto (o problema) você tem dado mais valor aos sentimentos que surgem do seu pensamento que ao pensamento em sí. Você acredita que o que pensa é verdade e pronto, ai a emoção vem naturalmente. Então o problema não está na emoção, e sim no pensamento, no que você acredita sem questionar. Isso que você pensa nem é seu, você aprendeu de alguém que também não vai fazer diferença saber quem é, mas se aprendeu dessa forma vamos aprender a te conectar com a realidade para que seus pensamentos reflitam a realidade, não aquilo que você acredita que é.”
  73. 73. • “Entenda, (...) Isso que você pensa nem é seu, você aprendeu de alguém (...)” • Essa frase é importante na medida que interessar ao terapeuta saber “quem” apresentará mais problemas na melhora do cliente. • Essa frase tira o foco da explicação do pensamento automático, porém prepara o cliente para identificar as influencias do ambiente em seu pensamento (vale a pena perder um tempo nisso)
  74. 74. • “A terapia vai se dividir em três fases: 1. Identificar pensamentos automáticos 2. Avaliar e responder pensamentos automáticos 3. Fazer resolução de problemas se os pensamentos forem verdadeiros.” Explicando pensamento automático ao paciente.
  75. 75. Obtendo pensamentos automáticos. • Faça essa pergunta quando você perceber uma mudança no (ou identificação de) afeto durante uma sessão. • Faça o paciente descreve uma situação problemática ou momento durante o qual ele experimentou uma mudança de afeto, e faça a pergunta Pergunta básica: O QUE ESTAVA PASSANDO PELA SUA CABEÇA NESSE MOMENTO?
  76. 76. • Caso necessário, faça o paciente utilizar uma imagem para descrever a situação específica ou o momento em detalhes (como se estivesse acontecendo agora) e então faça a pergunta. • Caso necessário ou desejado, fala o paciente encenar um interação especifica com você e então faça a pergunta.
  77. 77. Outras formas... • Sobre o que você acha que estava pensando? • Você acha que poderia ter pensado sobre _______? • Você estava imaginando algo que poderia acontecer ou lembrando de algo que aconteceu? • O que essa situação significou para você, ou diz para você? • Você estava pensando _____? (aqui vc coloca um pensamento oposta à resposta)
  78. 78. Pensamentos automáticos complementares • T. Então, quando vc recebeu o teste de volta, vc pensou “eu deveria ter feito melhor. Eu deveria ter estudado mais”. O que mais passou pela sua cabeça? • P. Todos os outros provavelmente foram melhor que eu. • T. e depois? • P. Eu estava pensando: “Eu não deveria sequer estar aqui. Eu sou um fracasso tão grande...”
  79. 79. Pensamentos automáticos interpretação. • T. o que passou pela sua cabeça? • P. eu acho que estava negando meus sentimentos. • P. eu me sinto triste, com um vazio na boca do estomago. • T. AGORA, nesse momento o que passa pela sua cabeça? • ____ é melhor que eu... eu não sou nada comparado a _______
  80. 80. Pensamentos automáticos implícitos no discurso. • Expressões implícitas – Eu acho que estava imaginando se ele gosta de mim. – Eu não sei se posso procurar o professor seria uma perda de tempo. – Eu não poderia começar a ler. • Pensamentos automáticos reais – Ele gosta de mim? – Eu provavelmente perderei meu tempo. – Eu não posso fazer isso.
  81. 81. Pensamentos automáticos em forma de pergunta. • Pergunta – Eu serei capaz de enfrentar? – Como posso ficar sem ela? – E se eu não puder fazer...? – E se ela ficar furiosa comigo? – E se eu não puder mudar? – Por que isso aconteceu comigo? • Declaração – Eu não serei capaz de enfrentar – Eu não serei capaz de ficar sem ela – Eu perderei meu __ se eu não___. – Ela me ferirá se ela ficar furiosa comigo. – Eu serei infeliz para sempre se eu não puder mudar. – Isso não deveria ter acontecido comigo.
  82. 82. Ensinando o paciente a identificar pensamentos automáticos. • T. na próxima semana, quando vc perceber seu humor mudando ou piorando, vc poderia perguntar a si mesmo “o que esta passando pela minha cabeça nesse exato momento?” • T. durante a próxima semana, quando acontecer algo que seja relacionado a queixa, reviva a situação na sua cabeça (como acabamos de fazer), e então pergunte, o que esta passando pela minha cabeça?
  83. 83. Trabalho para a próxima aula: • Trabalho sobre Crenças Intermediárias • Para entrega – digitado – impresso.
  84. 84. Diferenciando a emoção do pensamento automático. • O terapeuta pode até identificar a distorção da emoção, mas não comunica isso. Ao contrário, reconhece e empatiza em como o paciente se sente. A disforia não é o problema. • Por traz das emoções ele focaliza no pensamento automático. • Foca em emoções / sentimentos “bons”. Os ruins são passados “rapidinho”.
  85. 85. Explicação dada ao paciente. Situação - pensamento automático - reação Emoção - comportamento - resposta fisiológica O terapeuta esta constantemente conceituando ou reformulando os problemas do paciente tentando entender a experiência do ponto de vista do paciente. Quais as crenças subjacentes do paciente que deram lugar a pensamentos automáticos específicos em uma situação específica e influenciaram as emoções e o comportamento dele?
  86. 86. Diferenças entre • Ciúme – inveja. • Nervoso – raiva. • __________ - ___________ • __________ - ___________ Para 1 psicólogo pode parecer fácil, mas para o paciente?
  87. 87. • Pacientes normalmente exibem: Vocabulário pobre para emoções Rótulos emocionais intelectualmente aceitos, mas de difícil denominação para si próprio. Raivoso: 1. Irmão diz que esta saindo com amigos. 2. Colega não liga. 3. Colega não escuta. Triste: 1. Mãe não cuida 2. Ninguém presta Atenção em mim. 3. Nota baixa Ansioso: 1. Tirar dúvidas 2. Fazendo TCC 3. Convidar alguém para jantar.
  88. 88. • O que fazer? Recordar de um evento ESPECÍFICO com determinada emoção (correta)  avalia o pensamento automático do paciente. Pede para lembrar outras duas vezes que “sentiu” a mesma coisa. (qual a diferença?) Pede para lembrar outras duas vezes que teve o mesmo pensamento automático. (qual a diferença?)
  89. 89. O grau da emoção • Triste, pra baixo, sozinho infeliz • Ansioso, preocupado, temeroso, assustado, tenso. • Raiva, furioso, irritado, aborrecido • Vergonha, embaraço, humilhado • Decepcionado, _________ , __________ • Inveja, ciúmes • Desconfiado, ________ , ___________
  90. 90. 0% 25% 50% 75% 100% Sem tristeza alguma Um pouco triste Mediana mente triste Bastante triste O + triste que já senti Dormin- do Ninguém me liga Não me escutam Me ligam e não quero fazer nada Meu gato morreu.
  91. 91. º de e. Situação 0% Assistindo tv (semana passada) 10% Imaginando a terapia dessa semana 20% Dor de barriga 30% Na quantidade de trabalho a fazer 40% TCC 50% Precisando pedir aumento 60% Participando de reunião 70% ___________________ 80% ________________________ 90% _______________________ 100% _______________________
  92. 92. • O grau de aflição em relação a algo (situação) pode ser uma boa medida do “assunto” da sessão.
  93. 93. Como decidir sobre qual pensamento automático se deve focalizar? 1. Focalizar o pensamento automático 2. Descobrir mais sobre a situação associada 3. Explorar se o pensamento automático é típico 4. Identificar outros pensamentos automáticos nessa mesma situação 5. Fazer uma resolução de problemas sobre essa situação 6. Explorar a crença subjacente vinculada a esse pensamento automático 7. Passar para outro tópico São 7 as opções...
  94. 94. Como escolher entre umas das 7? • Pergunte a si mesmo: 1. O que eu estou tentando alcançar nessa sessão? Trabalhar com esse pensamento nos ajuda a atingir as metas terapêuticas que eu tenho na sessão? 2. O que o paciente colocou no roteiro? Focalizar esse pensamento inclui o problema(s) sobre a qual ele deseja trabalhar? Se não, nós teremos tempo suficiente para chegar às preocupações dele? Ele colaborará comigo para avaliar esse pensamento? 3. Esse é um pensamento importante a ser focalizado? Ele parece significamente distorcido ou disfuncional? Quão típico ou central ele é? Focaliza-lo ajudará o paciente em outras situações, além dessa? Explorá-lo irá ajudar-me a conceituar melhor o paciente?
  95. 95. Ok, vc decidiu prestar atenção no pensamento... O que fazer? • Pergunte ao cliente. 1. O quanto vc acredita nesse pensamento agora (0% - 100%). 2. Como esse pensamento o(a) faz sentir-se (emocionalmente). 3. Quão forte (0% - 100%) é (essa emoção).
  96. 96. Ok é um pensamento forte e aflitivo. 1. Quando vc teve esse pensamento? Qual situação específica? 2. Que outros pensamentos e imagens aflitivos vc teve nessa situação 3. (principalmente em pacientes ansiosos) O que percebeu acontecendo no seu corpo? 4. O que vc fez a seguir?
  97. 97. Ok, depois da resposta do cliente o que fazer? • Conceituar em voz alta ou para si mesmo como os pensamentos nessa situação particular encaixam-se em sua conceituação mais ampla do cliente. • Use esse pensamento automático para reforçar o modelo cognitivo implícito (ou explicito) Esse pensamento fez com que vc fizesse isso e sentisse aquilo?.... • Ajude o paciente a avaliar e responder ao pensamento através de questionamento socrático. (quais as evidencias de que isso trará aquela consequência?) • Faça a resolução de problemas com o paciente. (o que vc poderia fazer nessa situação?) • (flecha descendente) (pé no peito): se isso é verdade, que vc ____________, o que isso significa para vc?
  98. 98. Questionando os pensamentos automáticos • Quais as evidencias? (contra e a favor dessa ideia?) • Existe uma explicação alternativa? • O que de pior poderia acontecer? Eu poderia superar isso? O que de melhor poderia acontecer? Qual o resultado mais realista? • Qual é o efeito da minha crença no pensamento automático? Qual seria o efeito de mudar meu pensamento? • O que eu deveria fazer em relação a isso? • O que ei diria (a FULANO) se ele estivesse na mesma situação?
  99. 99. Passo um: • Estruturar a sessão • Utilizar técnicas básicas (outras aulas) • Avaliação inicial • Obter informações na sessão • Habilidades básicas de conceituar um caso.
  100. 100. Trabalho para o fim do semestre.
  101. 101. Jogo
  102. 102. Programações de R Variável • Reforçam a primeira resposta depois de uma quantidade imprevisível de respostas. É o que ocorre com os jogadores e pescadores. A dificuldade de se extinguir tais comportamentos é de que o reforço aumenta à medida que aumentam as respostas. Numero de peixes pescados em um dia dividido pelos minutos Número de cantadas até conseguir alguma coisa Número carteados X as que eu ganhei. Como funciona o comportamento de adição ao jogo.
  103. 103. O que está presente aqui? E o que influencia o comportamento de jogar? Dia, clima, cueca, local, fé, crença, época do ano, pessoas na mesa, tudo, nada e mais um pouco. O que mantém esse comportamento? O ganho Infrequente.
  104. 104. Pensamentos automáticos • É hoje... • Eu NUNCA ganho. • Foi por pouco. • Eu já ganhei uma fortuna. • Só mais essa vez. • Essa é a última. • Porque eu? • Quando vai chegar a minha vez? • Só falta um pouquinho.
  105. 105. Crenças intermediárias • Estou em uma maré de azar (sorte). • Estava sem minha meia da sorte. • Foi aquele cara que me azarou. • O rapaz das cartaz trapaceou. • Preciso recuperar o que perdi. • Vou reconquistar minha esposa com $. • Vou conseguir (reconhecimento, status, respeito...) • Eu SOU um bom jogador. • Eu só quero quebrar a banca. • Preciso complementar a renda lá de casa.
  106. 106. Crenças centrais • Jogar é melhor que trabalhar. • Só sou querido (tenho amigos) aqui. • É o único lugar onde todos são iguais. • Só tenho uma chance de ser rico dessa forma. • Não sirvo pra mais nada.
  107. 107. O que “não” funciona • Relaxamento  a ansiedade quase não é percebida. • Dessensibilização sistemática  precisa de relaxamento. • Treino em auto instruções  o pensamento automático é mais forte. • Hipnose  são muitas as variáveis.
  108. 108. O que “talvez” funcione. • Intenção Paradoxal (IP)  aumenta o repertório comportamental. • Duas regras: – Surpreender o paciente SEMPRE. – Que ele faça justamente o que o trouxe a terapia. Isso funcionaria?
  109. 109. História do entendimento da adicto ao jogo. Modelo Moral • Vício, assim como o tabagismo. • Procura o prazer. • É egoísta. • Fraco • Irresponsável • Só quer se divertir Modelo médico • Alheio a vontade • Inevitável • Escapa ao controle • compulsivo • Ausência do jogo • A posição que a pessoa ocupa nesse contínuo, é resultado de sua aprendizagem social (hábito). • Jogo problemático Modelo dimensional
  110. 110. DSM-IV • Preocupação com o jogo (história de jogos) • Necessidade de jogar mais dinheiro para alcançar a excitação desejada. • Faz esforços repetitivos de controle para deixar ou diminuir o jogar. • Quando tenta deixar de jogar torna-se irritado e inquieto. • Quando perde, tira outro dia para recuperar-se. • Mente quanto a dimensão do problema. • Perde mais que $ (família, emprego, etc.) • Precisa que outros lhe deem $.
  111. 111. Como graduar? • Sim – Não (você tem jogado?) • Quanto? (1, 2, 3,4... 100,.... 1.000, .... 10.000, 10000 1.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000 • Quanto tempo sem jogar? • Qualquer resposta que seja positiva a diminuição do jogo. • Essa semana, menos $, não.
  112. 112. Avaliação Sim Não O jogo tem feito a sua vida menos feliz? X Chegou a se preocupar com seu jogo? X? Joga para conseguir $ a fim de pagar suas dívidas? X Joga quando se sente triste? X Joga para relaxar, reduzir a ansiedade? X Joga porque acha que é melhor que os outros? X Joga para se sentir excitado? X Joga porque gosta de se arriscar? X Joga porque tem sorte? X
  113. 113. Crença irracional • Acredita que suas chances de ganho são maiores do que realmente são!!!
  114. 114. Tratamento • Terapia aversiva • Exposição externa • Controle de estímulos • Prevenção de respostas • Condicionamento encoberto • Auto controle • Grupo Prestem atenção nas setinhas vermelhas, elas são técnicas utilizadas e DEVEM ser mostradas na apresentação do trabalho de vocês
  115. 115. Sessão 1 • Distanciamento do jogo (desintoxicação) • Relaxamento (passivo e ativo) • Identificar outros comportamentos que podem ser adequados. (tarefa de casa t´bém). • Identificar formas de controle do $ 5/8/2011
  116. 116. Sessão 2 • Controle de $ especificamente – e tudo o que vem atrelado a isso. Emoções, sensações e pensamentos automáticos. • TUDO, TODAS as formas de controle. Até o número do tel dos agiotas!!! • Começar a imaginar como vai se sentir sem entrar no local do jogo. • Reforço de outros comportamentos adequados 12/8/2011
  117. 117. Sessão 2b ou 3a • Controle da família ou pessoas próximas. • Adequação e adesão ao tratamento. • Co-terapeutas (familiares) • Acompanhamento 24x7x12x365x50 • Busca de ajuda • Pensamentos automáticos da família • Reforço de outros comportamentos adequados 11,12 ou 15/8/2011
  118. 118. Sessão 3 • Mudança de hábitos – identificados na sessão 1 e 2. • Mudança de hábitos – rotina. • Como isso pode fazer bem a não entrar mais em jogos. • Imaginar um dia para a partir de lá não jogar mais. Antes de terminar a terapia, o quão aversivo isso pode ser? • A falta fez falta? (ligar à família para informações) ver sessão 4 Faltou no dia 19/8/2011 Remarcou para o dia 22/08/2011
  119. 119. Sessão 4 • Aquisição de habilidades de: – Enfrentamento – Controle – Autocontrole Continuar o controle das possíveis respostas negativas das sessões anteriores. A falta de confiança influencia no tratamento? Ver sessão 3 26/8/2011 *
  120. 120. Sessão 5 • Habilidades de auto controle: – Reestruturação cognitiva – Exposição progressiva Reforço de outros comportamentos adequados Como vai ser quando ele mudar o comportamento? Como vão trata-lo? Vão pressiona-lo a jogar? (isso já é uma prevenção à recaída?) 2/9/2011
  121. 121. Sessão 6 • Controle de resultados negativos das sessões anteriores • Reforçamento positivo de respostas adequadas • Como foi o feriado? Reforço de outros comportamentos adequados Faltou no dia 9/9/2011 Remarcou para o dia 16/09/2011
  122. 122. Sessão 7 • Busca de grupos de apoio ou outros “conhecidos” que possam querer tratamento. • Reforça de comportamentos adequados. • Inicio do controle de recaídas, e tudo o que vem junto. • Reforço de outros comportamentos adequados 23/9/2011
  123. 123. Sessão 7b ou 8a • Re-consulta com a família para levantamento de possíveis problemas correlatos. • Controle dos pensamentos automáticos da família • Reforço de outros comportamentos adequados 30/9/2011
  124. 124. Sessão 8 • Identificação dos problemas que “ficaram”. • Delimitação do problema (é o jogo), outras coisas outros momentos (fuga). 7/10/2011
  125. 125. Sessão 9 (a cada 15 dias) • Identificação dos problemas que “ficaram”. • Reforço dos comportamentos adequados • Controle de recaídas. • Grupos de apoio (possibilidade de ir junto). 14/10/2011
  126. 126. Sessão 10 (ver a resposta de 15 dias) • Aproximação sucessivas : passar perto de onde joga e identificar e controlar as respostas. • Auto controle 28/10/2011
  127. 127. Sessão 10b ou 11a • Controle e acompanhamento das respostas familiares e em interação com o cliente. 4/11/2011
  128. 128. Sessão 11 (15 /30 dias?) • Pensamentos automáticos remanescentes. • Crenças intermediárias “estranhas” que podem existir. • Crenças centrais “estranhas” que podem existir. • Reforçamento da mudança das crenças centrais / intermediárias e pensamentos automáticos. • Controle de recaídas. 11/11/2011
  129. 129. Sessão 12 (30 dias?) • Esperanças e expectativas irreais... • Comportamentos de risco... • Limite de proximidade... • A quem e como recorrer quando voltar a vontade de jogar... • Como será o natal esse ano? • Mais uma sessão em 60 dias? 11/12/2011 Perceberam em TODA sessão houve uma aplicação de técnica?
  130. 130. Sessão 13? • Há dependência do terapeuta? • PARA QUE ESSA SESSÃO? • O problema foi meu ou dele? • Meu  estudar mais • Dele? O que EU tenho deixado passar para que ele não melhore? • Outras estratégias. • O que aconteceu quando ele mudou o comportamento?
  131. 131. Datas Grupos de até 3 1. Pânico e agorafobia__________________ 2. Ansiedade e fobia social __________________ 3. Obsessivo compulsivo __________________ 4. Estresse pós traumático __________________ 5. Transtorno afetivos __________________ 6. Transtornos alimentares __________________ 7. Tabagismo __________________ 8. Adicção ao jogo __________________ 9. TDAH __________________ 10. Disfunções sexuais __________________ 11. Estratégias cognitivo-comportamentais para intervenção em crises __________________
  132. 132. ANÁLISE FUNCIONAL DO COMPORTAMENTO
  133. 133. • É a análise das contingências do presente e do passado, que levaram o indivíduo a ter este repertório comportamental, e da queixa do indivíduo, investigando as causas de origem e manutenção de um comportamento.
  134. 134. • Causas de origem: valores internalizados de forma discriminada ou indiscriminada, que nos fazem atuar no presente. • Causas de manutenção: contingências do presente que mantêm o comportamento originado anteriormente. É o reforçamento positivo ou negativo proporcionado pelo meio ambiente.
  135. 135. • Estímulos antecedentes, que estão presentes no momento da emissão do comportamento. Eles referem-se às ocasiões nas quais o comportamento ocorre. • O próprio comportamento (ou resposta) que se refere a qualquer ação observável e mensurável executada por um organismo vivo. Entretanto, a parte do comportamento humano que é frequentemente invisível é denominada comportamento encoberto. Nesta categoria incluem-se os atos de pensar e de ler, por exemplo. • Os estímulos consequentes que ocorrem imediatamente após o comportamento e que são responsáveis pela probabilidade futura da emissão dessas respostas. Variando-se relação entre um dado comportamento e seus estímulos consequentes, esse comportamento, no futuro terá menor ou maior probabilidade de voltar a ocorrer, em situações semelhantes.
  136. 136. O C S R A C M • S= São o(s) estímulo(s) desencadeadore(s) da resposta, que podem ser interno(s) ou externo(s) ao sujeito. • O= Organismo ou o sujeito, com suas predisposições pessoais, experiências passadas, educação, moral, religiosa, etc. Tudo isso funcionando como um filtro para a percepção do estímulo e a seleção da resposta a ser emitida. • R= É o comportamento emitido, e pode ser em três (níveis) diferentes: • C – cognitivo (pensamentos, ideias, desejos, etc.); • A – respostas autonômicas ou reflexas (tensão muscular, sudorese, etc.); • M – motricidade, (como andar, falar, escrever, etc.). • C= As consequências da resposta - reforçamento, punição ou extinção. Estas consequências podem ser externas ou internas ao indivíduo que se comunica.
  137. 137. S O R A Taquicardia Respostas Autonômicas C Prateleira cheia de doces. Criança mimada M Grito / Choro Motor Ganha o doce C Se chorar ganha doce Cognitivo (S+)
  138. 138. Stress pós traumático
  139. 139. Biblioterapia
  140. 140. • A biblioterapia pode ser conceituada como a prescrição de materiais de leitura com função terapêutica. A prática biblioterapêutica pode ser utilizada como um importante instrumento no restabelecimento psíquico de indivíduos com transtornos emocionais. Ela admite a possibilidade de terapia por meio da leitura, contemplando não apenas a leitura de histórias, mas também os comentários adicionais a ela, e propõe práticas de leitura que proporcionem a interpretação do texto. • A fundação, no Brasil, da Sociedade Brasileira de Biblioterapia Clínica pretende formar profissionais específicos para que possam exercer a função, com conhecimento de diversas áreas ligadas ao tema. Busca também, desenvolver pesquisas e ações voltadas para este tema, agregando conceitos das áreas médicas e educacionais.
  141. 141. • Biblioterapia é um termo criado por médicos norte- americanos durante a Segunda Guerra Mundial. Nessa época psiquiatras que acompanhavam as tropas americanas notaram que os soldados feridos, que tinham acesso à leitura, e liam muito durante sua recuperação no hospital, tinham uma evolução melhor, em diferentes tipos de problemas de saúde, comparados àqueles que ficavam sem nada para fazer. • Baseados nessa observação, esses psiquiatras conseguiram um incentivo para dar acesso à leitura a todos os pacientes, ao mesmo tempo que começaram a investigar o efeito da leitura em alguns problemas psiquiátricos. Na sua investigação, soldados, que tinham um problema comum nas guerras, chamado estresse pós-traumático, também se beneficiaram da leitura de livros. Isso popularizou esse tratamento entre médicos militares.
  142. 142. • O uso da leitura com objetivo terapêutico é antigo, e muitos registros atestam essa utilização. Conforme Alves (1982), no antigo Egito, o Faraó Rammsés II mandou colocar no frontispício de sua biblioteca a seguinte frase: Remédios para a alma. Momtet (apud CRUZ,1995), cita que as bibliotecas egípcias ficavam localizadas em templos denominados de Casas de vida. • Entre os romanos do primeiro século, encontramos em Aulus Cornelius Celsus, palavras de estímulo ao uso da leitura e discussão de obras como forma terapêutica. • Também os gregos fizeram associação de livros como forma de tratamento médico e espiritual ao conceberem suas bibliotecas como a medicina da alma. • Já, na abadia de São Gall, na Idade Média, havia a inscrição : Tesouro dos remédios da alma.
  143. 143. • Talvez a primeira referência do uso da leitura no tratamento de insônia seja a lenda das mil e uma noites. Nela a princesa Xerazade, estaria condenada a morrer, porque o Rei Persa Xariar mandava decapitar todas esposas na noite seguinte às núpcias temendo uma traição. Ela escapa da morte contando histórias que fazem o rei dormir. Ansiando para saber o final de cada história, e agradecido por ela ter resolvido sua dificuldade de dormir, ele poupa a vida da princesa dia após dia contabilizando mil e uma noites, até que ele desiste da execução. Hoje em dia muitos especialistas em sono têm recomendado aos portadores de insônia para evitar televisão e computador no final do dia, trocando pelas páginas de um bom livro. As evidências são que ler a noite ajuda a reduzir a atividade cerebral, o que auxilia a conciliar o sono.
  144. 144. • Para ter alguns benefícios da leitura, basta começar a ler um bom livro todos os dias. Mas quando se trata de um tratamento com biblioterapia, a estratégia é mais complexa, e exige uma participação fundamental do terapeuta. No tratamento o terapeuta escolhe os livros que o paciente vai ler – que ele conhece o conteúdo – para, em seguida, conversar sobre os conteúdos lidos. O paciente pode receber uma recomendação de reler o texto, em situações específicas. Ele pode também ser estimulado a escrever ou desenhar sobre os conteúdos lidos. As vezes o biblioterapeuta pode ler os conteúdos para o paciente.
  145. 145. • Não somente o ato de ler é benéfico, mas os conteúdos também são importantes para os resultados esperados. A prática da biblioterapia está em escolher conteúdos, tipos de texto, tamanho e ritmo de leitura, adequados, para o resultado esperado. Por exemplo, a leitura adequada para insônia é mais lenta e repetitiva. Não é adequado propor um texto excitante de um romance para isso. Por outro lado, muitas ficções romanceadas podem ajudar na elaboração de conflitos pessoais, e por isso estão indicadas em diferentes problemas psiquiátricos. Alguns psicóticos, como portadores de esquizofrenia, têm uma excelente adaptação a poesias e outros textos altamente simbólicos.
  146. 146. • Como vincular pensamentos automáticos a leituras? • Como proceder controle estando longe do paciente? • Qual o nível de alfabetização do cliente? • Qual a adesão do paciente a técnica? • Quais variáveis devem ser observadas? – Tanto no livro como no paciente?
  147. 147. BIOFEEDBACK
  148. 148. • O quanto você acha que esta sua pulsação? • Escreva em um papel.
  149. 149. • Meça sua pulsação. • Preste atenção no seu corpo. • Mais atenção • Atente em cada região específica. • O quão estressado(a) você está? De 0 a 10, sendo 0 o mínimo possível estando acordado(a) e 10 o máximo de stress que você já experienciou. •PRESTE MUITA ATENÇÃO NO SEU CORPO!
  150. 150. Mas antes... • ENTREGAR UMA RESENHA CRÍTICA DO ÚLTIMO LIVRO QUE VOCÊ LEU CONTENDO: – A QUAL DISTÚRBIO ELE SE DIRECIONA – COMO VOCÊ CONVENCERIA SEU CLIENTE A LÊ-LO – CASO ELE NÃO LESSE O QUE VOCÊ FARIA? • OBVIAMENTE, NOME DO LIVRO, NOME DO AUTOR, EDITORA E CUSTO APROXIMADO DO LIVRO • Quando você o leu e porque você leu tal livro. Vocês tem três minutos para VALE NOTA!
  151. 151. • Agora, quanto você acha que esta sua pulsação? Anote em um papel. • Meça sua pulsação. • Preste atenção no seu corpo. Não tente relaxar. • Mais atenção • Atente em cada região específica. • O quão estressado(a) você está? De 0 a 10, sendo 0 o mínimo possível estando acordado(a) e 10 o máximo de stress que você já experienciou. •PRESTE MUITA ATENÇÃO NO SEU CORPO!
  152. 152. 03:00
  153. 153. 02:59
  154. 154. 02:58
  155. 155. 02:57
  156. 156. 02:56
  157. 157. 02:55
  158. 158. 02:54
  159. 159. 02:53
  160. 160. 02:52
  161. 161. 02:51
  162. 162. 02:50
  163. 163. 02:30
  164. 164. 02:10
  165. 165. 02:00
  166. 166. 01:59
  167. 167. 01:58
  168. 168. 01:57
  169. 169. 01:56
  170. 170. 01:55
  171. 171. 01:54
  172. 172. 01:53
  173. 173. 01:52
  174. 174. 01:51
  175. 175. 01:50
  176. 176. 01:30
  177. 177. 01:20
  178. 178. 01:10
  179. 179. 01:00
  180. 180. 00:59
  181. 181. 00:58
  182. 182. 00:57
  183. 183. 00:56
  184. 184. 00:55
  185. 185. 00:54
  186. 186. 00:53
  187. 187. 00:52
  188. 188. 00:51
  189. 189. 00:50
  190. 190. 00:30
  191. 191. 00:20
  192. 192. 00:10
  193. 193. 00:09
  194. 194. 00:08
  195. 195. 00:07
  196. 196. 00:06
  197. 197. 00:05
  198. 198. 00:04
  199. 199. 00:03
  200. 200. 00:02
  201. 201. 00:01
  202. 202. 00:00
  203. 203. 00:00
  204. 204. 00:00
  205. 205. 00:00
  206. 206. Escreva o quanto você acha que esta sua pulsação?
  207. 207. • Preste atenção no seu corpo. Não tente relaxar. • Mais atenção • Atente em cada região específica. • O quão estressado(a) você está? De 0 a 10, sendo 0 o mínimo possível estando acordado(a) e 10 o máximo de stress que você já experienciou. •PRESTE MUITA ATENÇÃO NO SEU CORPO! •Meça sua pulsação. •Quanto foi a diferença?
  208. 208. • Em ambientes educacionais e empresariais, o treinamento em biofeedback é uma ferramenta para o desenvolvimento de relaxamento profundo e gerenciamento do stress, processos que são importantes na prevenção das doenças relacionadas ao stress. Em ambientes clínicos esses e outros processos de auto regulação adquiridos através do treinamento em biofeedback podem ser usados para reduzir ou eliminar sintomas de desordens orgânicas ou relacionadas ao stress, para recuperar funções musculares e reduzir a dor resultante de um ferimento ou doença. Na clínica, o treinamento em biofeedback pode ser a modalidade terapêutica principal ou pode ser usado com outras intervenções terapêuticas tais como, aconselhamento de estilo de vida, treinamento em dessensibilização, reestruturação cognitiva ou psicoterapia. Em todas as aplicações a meta do treinamento em biofeedback é a auto-regulação. Aprendendo como controlar tanto os processos físicos quanto mentais, o organismo é levado a um funcionamento melhor e mais saudável.
  209. 209. Procedimentos e Processos • O treinamento em biofeedback começa com um instrumento sensível destinado à medir um processo fisio-lógico específico, por exemplo, a atividade elétrica do sistema músculo-esquelético. O instrumento de biofeedback é conectado ao músculo com sensores colocados sobre a pele; ele amplifica a resposta fisiológica e a converte em informações significativas, usualmente um som ou sinal visual que é mostrado para a pessoa. A pessoa usa a informação como um guia enquanto pratica uma variedade de procedimentos para reduzir a tensão muscular. Um instrumento de biofeedback é como um espelho especial que provê informações sobre processos internos do organismo dos quais a pessoa pode não estar ciente ou achar difícil regular.
  210. 210. • Tipicamente, processos de respiração profunda, relaxamento e visualização são usados com o retorno da informação, apesar de procedimentos específicos de treinamento variarem de acordo com o propósito do treinamento ou terapia. • Aprender a mudar funções fisiológicas é uma meta, e como em todas as metas, prática e conhecimentos são essenciais. • A auto-regulação dos processos corporais é possível porque a mente e o corpo interagem. Para entender o quanto é poderosa a conexão da mente com o corpo imagine o que acontece dentro do seu corpo quando você se depara com uma serpente negra. A primeira resposta da preparação corporal é uma liberação de adrenalina e outras reações que preparam o seu corpo para a luta ou fuga; então você descobre que a serpente, era somente uma mangueira de jardim! Ou lembre-se do que acontece à mente e ao corpo quando você está apressado para um encontro importante e fica preso em um engarrafamento de trânsito que não anda. A mente percebe o estressor e o corpo responde.
  211. 211. • Processos cerebrais bem conhecidos governam a resposta fisiológica para atividades mentais tais como o stress. Quando o stress se mantém, sintomas fisiológicos podem se desenvolver. Através do relaxamento e gerenciamento de stress, contudo outros processos cerebrais são acessados com a redução na reação de stress e habilitam o corpo para a recuperação. Porque mente e corpo interagem, podemos guiar o corpo em direção à saúde quando stress, doenças ou ferimentos tenham bloqueado a tendência corporal natural para permanecer saudável. Instrumentos de biofeedback são importantes enquanto se aprende auto-regulação porque, como o reflexo de um espelho, a retroalimentação do instrumento ajudará o cliente a ganhar controle de processos mentais e psicofisiológicos que maximizam o funcionamento ótimo do organismo. A instrumentação de biofeedback não será mais necessária quando as habilidades de auto- regulação forem dominadas, como o espelho em um estúdio de dança que não mais é necessário quando o dançarino dominou suas técnicas.
  212. 212. • Os elementos chaves no treinamento em biofeedback que fazem a autoregulação possível são a interação mente/corpo, o retorno de informações, aumento da conscientização e a prática. Em muitas aplicações a habilidade de relaxamento profundo é também essencial, porque o relaxamento promove saúde e ajuda no tratamento e prevenção de muitos distúrbios. Em outras aplicações, tais como a recuperação da função muscular depois de ferimentos, a ferramenta primordial é feedback, com um terapeuta funcionando como um treinador, e ensinando técnicas para uma melhoria de performance. O aparentemente simples processo de feedback facilita a aprendizagem e aquisição de técnicas de auto-regulação que se tornam hábitos de vida.
  213. 213. Instrumentos de Biofeedback e suas Aplicações • Instrumentos de biofeedback são altamente sensíveis e monitoram processos fisiológicos. Sinais fisiológicos vindos do corpo são amplificados por instrumentos de feedback e convertidos em informação útil. O instrumento de biofeedback poderá ter um medidor, luzes, tela de computador ou tom sonoro.
  214. 214. Feedback de Tensão Muscular • A eletromiografia (EMG) mensura a atividade elétrica dos músculos esqueléticos, monitorando com sensores localizados na pele, sobre músculos apropriados. Feedback de EMG é usado para treinamento de relaxamento geral e é a modalidade primária para tratamento da cefaleia de tensão, bruxismo e problemas da articulação têmporo-mandibular, dor crônica, espasmo muscular, paralisia parcial ou outras disfunções musculares devidas a ferimentos, contusões ou distúrbios congênitos. Reabilitação física através da reeducação neuro-muscular é uma importante aplicação do feedback eletromiográfico.
  215. 215. Feedback Termal (fluxo sanguíneo) • Instrumentos de feedback termal mensuram o fluxo sanguíneo na pele. Quando os pequenos vasos na pele se dilatam, o fluxo sanguíneo e a temperatura aumentam, e quando esses vasos se contraem, o fluxo sanguíneo e a temperatura diminuem. Os vasos nos dedos são particularmente sensíveis ao stress (vasoconstricção ) e relaxamento (vasodilatação). Desta maneira o feedback de temperatura dos dedos é uma ferramenta útil em treinamento de relaxa-mento. Feedback de fluxo sanguíneo é também usado no tratamento dos distúrbios vasculares específicos, incluindo enxaqueca, doença de Raynaud, hipertensão essencial , complicações vasculares de outras doenças como a Diabetes.
  216. 216. Feedback de reação eletro-dérmica • Os instrumentos de feedback de reação eletro-dérmica (RED) mensuram a condutividade da pele dos dedos e palmas das mãos. O RED é altamente sensível às emoções em algumas pessoas. Feedback RED tem sido usado no tratamento da sudorese excessiva (hyperhydrosis) e condições dermatológicas relacionadas, e para relaxamento e treinamento em dessensibilização.
  217. 217. Feedback de Onda Cerebral • O eletroencefalógrafo (EEG) monitora atividade das ondas cerebrais a partir de sensores colocados no couro-cabeludo. Técnicas de Biofeedback de EEG (também conhecido como Neurofeedback) são utilizadas no tratamento da epilepsia, distúrbio de déficit de atenção em crianças (ADD), alcoolismo, dependência química e outros distúrbios devidos à drogadição, traumatismo craniano, desordens de sono e insônia, depressão e distúrbio do Pânico.
  218. 218. Exemplos de Aplicações Típicas do Biofeedback • Em Psicologia: • Tratamento do Stress Tratamento de Doenças Psicossomáticas Tratamento do Distúrbio do Déficit de Atenção Treinamento de Relaxamento Treinamento de "Peak Performance" para Atletas e Executivos de alto nível Tratamento do Pânico Tratamento da Insônia Em Odontologia: • Tratamento do Bruxismo (hábito de ranger os dentes durante a noite) Tratamento da Nevralgia do Trigêmeo Tratamento de Distúrbios da ATM (Articulação Temporo- Mandibular).
  219. 219. • Em Fisioterapia: • Tratamento da Incontinência Fecal e Urinária Tratamento da Dor Patelo-Femural Tratamento pós Operatório do Joelho Tratamento da Dor em Membro Fantasma Tratamento da Dor Crônica das Costas. Em Neurologia: • Recuperação pós TCE (Traumatismo Crâneo-Encefálico) Recuperação pós AVC (Acidente Vascular Cerebral) Tratamento da Enxaqueca Tratamento da Cefaléia de Tensão Tratamento de Disfunções Neuro-Musculares Em Ergonomia: • Ajuste Ergonométrico de Estações de Trabalho Ajuste Ergonométrico de Consultórios Dentários Treinamento em Atenção Cinestésica no Local de Trabalho Diagnóstico, Prevenção e Tratamento das LER (Lesões por Esforço Repetitivo)
  220. 220. Condicionamento encoberto
  221. 221. Imaginação!!! • Reforçamento positivo encoberto (RPE) • Reforçamento negativo encoberto (RNE) • Sensibilização encoberta (SE) • Extinção encoberta (EE) • Custo de resposta encoberta (CRE) • Modelação encoberta (ME) • Parada de pensamento (PP) • “Tríade” de auto controle (TA) parada + relaxamento + reforço positivo.
  222. 222. Comportamentos antecedentes e consequências. • Ambiente controla o comportamento. • A consequência pode ser +, -, ignorar. • Nº de reforços • Intervalo entre ensaios • Reforço imediato • Programas de reforçamento. – 1º ensaio + reforçamento – 2º ensaio + um minuto em branco ou apagar a imagem – 3 º ensaio + um minuto em branco ou apagar a imagem – 4 º ensaio + um minuto em branco ou apagar a imagem – 5º ensaio + reforçamento Imagine uma cena reforçadora / punitiva que tenha base na realidade.
  223. 223. Auto controle • Um grupo de técnicas. • Resumidamente o cliente pensa e age como duas pessoas, uma “faz” o problema e o outro “controla/ensina” o primeiro. • O 2º pode ser um cientista, professor ou outro de valor social reconhecido pelo 1º
  224. 224. • 1ª etapa – auto registro • 2ª etapa – auto avaliação, estabelecimento de metas (reais), • Auto atribuição, o que depende de mim e de externas a mim; em todas as situações e em uma única, +’s ou –’s, – Atuação real – Experiência vicária – Persuasão verbal – Estados fisiológicos • 3ª etapa – auto reforço
  225. 225. PSICOTERAPIA ANALÍTICA FUNCIONAL -FAP
  226. 226. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP (Kohlenberg e Tsai, 2001) “Quando penso naqueles pacientes que eu vi experimentarem uma grande mudança, eu sei que o fogo estava na relação terapêutica.... Havia luta e medo, proximidade, amor e terror. Havia intimidade e afronta, apreensão e vergonha...era uma jornada significativa, mais para o paciente que vinha buscar ajuda mas, de fato, para ambos os participantes. Era um processo que percorria todo o desenrolar da terapia e deixava a ambos, paciente e terapeuta, alterados pela experiência... A relação terapêutica está no próprio centro da Psicoterapia e é o veículo através do qual a mudança terapêutica acontece.” (Greben, 1981, p. 453-454)
  227. 227. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP EXEMPLOS CRB1 CRBs - Comportamentos Clinicamente Relevantes CRB1- Problemas do cliente que ocorrem na sessão 1-Uma mulher cujo padrão é mergulhar em relacionamentos inatingíveis, apaixona-se pelo terapeuta. 2-Um homem, com ansiedade para falar, “congela” e não consegue se comunicar com o terapeuta na sessão.
  228. 228. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP EXEMPLOS CRB1 3-Uma cliente cujo problema é não ter amigos e que afirma “não saber conquistá-los” exibe comportamentos como: evitar contato visual, responder a perguntas falando excessivamente, de modo impreciso, tem uma “crise” atrás da outra, exige ser cuidada, fica enfurecida se o terapeuta não lhe fornece todas as respostas, e frequentemente queixa-se de que o mundo não se importa com ela e lhe reservou a pior parte.
  229. 229. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP EXEMPLOS CRB1 4 -Uma mulher, que foi abandonada por pessoas que “se cansam” dela, inicia temas novos ao final da sessão, freqüentemente ameaça se matar e apareceu bêbada na casa do terapeuta no meio da noite . 5- Um homem que se descreve como “eremita” diz que gostaria de construir uma relação de intimidade, está há três anos em terapia e continua periodicamente a brincar com seu terapeuta afirmando que este só se interessa pelo dinheiro do cliente e secretamente o rejeita.
  230. 230. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP CRB2 • CRB2 Progressos do cliente que ocorrem na sessão • Baixa probabilidade de aparecimento quando ainda ocorre CRB1
  231. 231. Psicoterapia Analítica Funcional -FAP CRB3 • CRB3 Interpretações do comportamento segundo o cliente • Fala do cliente sobre seu próprio comportamento, o que inclui “interpretações” e “dar razões”. • Envolve a observação e interpretação do próprio comportamento e dos estímulos reforçadores, discriminativos e eliciadores associados a ele.
  232. 232. TÉCNICA TERAPÊUTICA: AS CINCO REGRAS • REGRA 1: Prestar atenção aos CRBs • REGRA 2: Evocar CRBs • REGRA 3: Reforçar CRBs • REGRA 4: Observar os efeitos potencialmente reforçadores do comportamento em relação aos CRBs do cliente • REGRA 5: Fornecer interpretações de variáveis que afetam o comportamento do cliente
  233. 233. A Divindade dos Homens Uma velha lenda hindu conta que, numa época imemorial, todos os Homens da Terra eram deuses, mas os homens pecaram e abusaram tanto do Divino que Brahma, o deus de todos os deuses, decidiu que a divindade fosse Retirada dos homens e escondida em algum lugar onde jamais fosse encontrada. Um dos deuses disse: "Então vamos enterrá-la profundamente na terra". Brahma replicou: "Não o homem pode escavar a terra até encontrá-lo". Outro deus disse: "Então, vamos jogá-lo no oceano mais profundo". Brahma não concordou: "Não, o homem aprenderá a mergulhar e um dia vai encontrá-la". Um terceiro deus sugeriu: "Por que não escondê-la na montanha mais alta?" Brahma então disse: "Não, o homem pode escalá-la. Tenho um lugar melhor. Vamos escondê-la no interior do próprio homem. Ele nunca vai pensar em procurá-la lá". Do livro: Qualidade Começa em Mim - Manual Neurolingüístico de Liderança e Comunicação Dr. Tom Chung - Editora Tempo/Maltese
  234. 234. Psicologia Comportamental- Cognitiva • A Psicologia Comportamental-Cognitiva vem ganhando espaço dentre as diversas abordagens teóricas, principalmente pela sua objetividade e eficácia terapêutica, o que pode ser considerado uma vantagem no tratamento de diversos problemas, assim como de alguns transtornos psiquiátricos.
  235. 235. Situação Pensamento Emoção Comportamento
  236. 236. Atendimento Psicológico • É realizado de forma ativa, estruturada, de prazo limitado, ajudando as pessoas na realização de modificações desejadas em seu comportamento, concentrando-se sobretudo na oportunidade de lhes oferecer uma aprendizagem adaptativa e que lhes proporcione uma melhoria na qualidade de vida.
  237. 237. Entrevista Comportamental: • Delimitar quais as queixas/problemas apresentados; • Desenvolvimento do problema; • Descrição do comportamento-problema (Análise funcional, contextos e variáveis moduladoras, fatores mantenedores); • Evitação; • Recursos de enfrentamento e outras qualidades; • Expectativas com relação ao tratamento.
  238. 238. Atendimento à crianças • -Pais como mediadores das intervenções preventivas e terapêuticas. • -São realizadas entrevistas com os pais, orientações que visam a psicoeducação e a discussão de estratégias a serem implementadas, objetivando a minimização das queixas apresentadas.
  239. 239. Objetivos da orientação de pais: • - introduzir mudanças nos aspectos do contexto que estejam relacionados com o início do comportamento-problema ou das dificuldades que afetam o bom desenvolvimento e a correta adaptação da criança;
  240. 240. Objetivos da orientação de pais: • - capacitar as pessoas envolvidas no processo de habilidades e recursos, afim de que possam tratar e prevenir, de forma adequada, o maior número possível de situações relacionadas com o início do comportamento problema.
  241. 241. Caso Clínico: - Criança atendida na clínica-escola da Universidade Federal de Uberlândia. Trata-se de uma criança de seis anos, sexo masculino, filho único, adotivo. A iniciativa pelo tratamento psicológico partiu dos pais, que apresentaram como queixas iniciais agressividade, dificuldades na alimentação (comer pouco e devagar) e suspeita de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDH).
  242. 242. Atendimento aos pais: • Com os pais realizou-se a conceitualização do caso, que forneceu dados para as orientações, formulações de novas estratégias para lidar com as queixas apresentadas Algumas técnicas utilizadas foram a construção de quadros de regras e outro de reforço para o comportamento alimentar, crenças distorcidas sobre a adoção, hiperatividade e outras questões foram trabalhadas.
  243. 243. Atendimento à criança: • Formulou-se a “caixinha de terapia”, que continha os problemas da criança, suas qualidades e as soluções dos problemas apontados pela criança e seus pais. Ensinou- se estratégias para que o garoto lidasse com a agressividade, bem como para que seu comportamento alimentar se tornasse adequado. Utilizamos recursos como fantoches, role playing, encenações, brincadeiras, quadro de regras para a terapia, entre outros.
  244. 244. Resultados e Conclusão: • Ao longo das sessões foi descartada a hipótese de TDAH e verificamos que a implantação de regras consistentes foi suficiente para adequar o comportamento da criança. • Os também apresentaram mudanças em relação as estratégias utilizadas para intervenção e educação do filho.
  245. 245. A Abordagem Cognitivo- Comportamental Aplicada a Grupo.
  246. 246. Objetivo do Grupo Capacitar o indivíduo a usar habilidades próprias para enfrentamento da doença e suas vicissitudes.
  247. 247. TCC em Grupos • A terapia grupal, pode ser uma alternativa aparentemente mais prática e menos custosa para serviços de atendimento. • A TCC em grupo pode apoiar a regulação da atenção em pacientes em tratamento médico; • A TCC grupal deve ser feita de modo mais intensivo em termos de frequência de sessões para apresentar o mesmo desempenho de uma TCC individual (Peterson et al., 1995).
  248. 248. Dificuldades • Poucos estudos sobre a prática da TCC em grupo; • Geralmente está indicada para lidar com medos e pensamentos irrealistas (fobias); • Lidar com grupo aberto; • Considerar deficiências físicas decorrentes da doença.
  249. 249. Estrutura do Grupo • Coordenado por duas estagiárias e uma psicóloga concomitantemente; • Contempla mulheres que foram acometidas pelo câncer; • Sessões semanais em regime aberto.
  250. 250. Estrutura das sessões • Apresentação dos participantes; • Apresentação do Modelo Cognitivo; • Objetivo do grupo; • Desenvolver um tema específico a partir dos relatos que surgem, segundo as técnicas da Abordagem. • Relaxamento; • Fechamento (feedback e cartões de enfrentamento).
  251. 251. Técnicas prevalentes • Modelagem participativa; • Reestruturação de pensamentos (Pensamentos Automáticos); • Reestruturação de crenças; • Psicoeducação combinada à discussões que promovam abertura pessoas e o trabalho de integração.
  252. 252. Percepções da prática • Solidariedade gerada pela coesão grupal; • Aprendizagens indiretas; • Importância da empatia; • Eficácia abordagem empírico colaborativa para o alcance do otimismo realista; • Geralmente as questões de angústia psicológica não são diretamente relacionadas à doença (câncer como catalisador).

×