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MBA em Gestão da
Comunicação Empresarial
Leonardo Foletto, FGV ECMI
QUEM SOMOS
_ Nome, onde nasceu, onde mora;
_ Formada/o em quê, por onde?
_ Onde trabalha? com o quê?
_Conte um causo envolvendo seu TCC/projeto Experimental de final de
graduação
METODOLOGIAS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO
EMENTA
Entender o que quer dizer pesquisar; Detalhar métodos de pesquisa em comunicação; Elucidar o caminho
metodológico de pesquisa e fornecer estruturas viáveis para realizar o TCC;
PROGRAMA
O que é pesquisa e como fazê-la?. Metodologia científica. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. A pesquisa
na internet. O projeto de pesquisa. Ética científica. Divulgação e comunicação científicas.
Discussão sobre temas já pesquisados. Normas da ABNT. Apresentação e discussão sobre as tipologias aceitas como
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Normas, temas e escopo geral de um TCC. Planejamento do TCC
OBJETIVOS
A construção do método na pesquisa. Pesquisa em comunicação. Diferentes práticas metodológicas. Como fazer um
projeto: problema, hipóteses, objetivos, metodologia, procedimentos, referências. Tipos de Trabalho de Conclusão de
Curso (TCC). Normas da ABNT. Temas de pesquisa. Redação de projeto de pesquisa e relatório técnico.
Planejamento.
METODOLOGIAS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO
BIBLIOGRAFIA BÁSICA
DUARTE, J. e BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
SOUZA, Gisele Pereira. Guia Para Formatação e Edição: Trabalho de Conclusão de Curso MBA Aberje. São Paulo: Aberje
2019.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 6º edição. São Paulo; Atlas, 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo; Perspectiva, 1996.
FRAGOSO, S.; RECUERO, R.; AMARAL, A. Métodos de pesquisa para internet. Porto Alegre: Sulina, 2011.
GIACON, Fabiana P.; FONTES, Ketilin M.; GRAZZIA, Antonio R. Metodologia científica e gestão de projetos (Série
eixos). São Paulo: Editora Saraiva, 2017.
KAPLAN, D. The Sage handbook of quantitative methodology for the social sciences. Thousand Oaks, CA: Sage, 2004.
LAW, j. After Method: mess in social science research. New York: Routledge, 2004.
LOPES, M.I.V. Pesquisa em comunicação: formulação de um modelo metodológico. São Paulo: Loyola, 1990.
SANTOS, B. S.; MENESES, M. P. Epistemologias do Sul. Coimbra: Almedina, 2010.
NOSSOS ENCONTROS
DIA 1: 18/3
Apresentação da disciplina. Fundamentos da pesquisa. Método científico e ciência. Etapas
de um projeto de pesquisa. Pesquisa em Comunicação. Metodologias e procedimentos.
Escolhas do tema e do objeto. Trabalho (pré-projeto).
DIA 2: 15/7
Pesquisa aplicada. Pesquisa na internet. Métodos Digitais. Plataformas e análises de redes
sociais. Ética na Pesquisa. Redação acadêmica e/ou de projeto. Normas ABNT.
Apresentação e discussão do trabalho (pré-projeto). Agenda de orientação.
DIA 3: 9/12
Aula final do MBA. Apresentação e discussão do TCC para a banca.
AFINAL, QUAL O TRABALHO QUE VOCÊS VÃO FAZER?
ARTIGO ACADÊMICO
OU
PROJETO EXPERIMENTAL
ARTIGO ACADÊMICO
Pensado para ser publicado em uma revista acadêmica da área, desenvolvido a partir de
uma pesquisa. Até 15p.
PROJETO EXPERIMENTAL
Projeto experimental de desenvolvimento (plano de comunicação, por exemplo). Até 30p.
HOJE (18/3)
DIA 1: 18/3
Fundamentos da pesquisa. Método científico e ciência.
Pesquisa (e teorias de) em Comunicação.
Metodologias e procedimentos.
Etapas de um projeto de pesquisa. Escolhas do tema e do objeto.
Trabalho (pré-projeto).
O QUE É PESQUISAR?
Busca e análise de informações para produzir/ampliar conhecimento
POR QUE PESQUISAMOS?
Uma resposta simples: para entender e explicar a realidade. Outra: para encontrar
respostas a problemas que ainda não foram resolvidos. Ainda: para aumentar,
aprimorar, aperfeiçoar um conhecimento, um processo, um produto. Mais: por
curiosidade, algo inapto a nós, seres vivos.
COMO SE PESQUISA?
Fazendo perguntas. Escolhendo um jeito de responder às perguntas. Indo atrás de
respostas: lendo, observando, coletando, analisando, escrevendo. Checando, testando.
Pondo em circulação. Criticando e sendo criticado.
Fazendo perguntas. Escolhendo um jeito…
O QUE É MÉTODO ?
Do grego antigo, μέθοδος:
“Meta”: meio, através de
“Hodos”: caminho, estrada.
Um jeito de responder às perguntas.
Uma receita de bolo.
Um como fazer. Seguir um caminho.
Um algoritmo é um método?
MÉTODO CIENTÍFICO?
É um método (talvez o mais difundido) para conhecer o mundo
Caracterizado e propagado historicamente com a proliferação da Ciência
que é um conjunto de conhecimentos, comprováveis a partir do método científico, que
estudam, explicam e predizem fenômenos sociais, artificiais e naturais, com origens no
Antigo Egito, Mesopotâmia entre 3000 e 1200 a.c.
A palavra “Ciência” vem do latim, milhares de anos depois: “scientĭa”, que siginifica
conhecer. Ciência, ciencia, science, scienza, Wissenschaft
O MÉTODO CIENTÍFICO
CONSISTE DE:
Observação sistemática, medição, experimentação e formulação, análise e modificação de
hipóteses
CARACTERÍSTICAS: falseabilidade; reprodutibilidade e repetição (menos nas Ciências
Humanas); análise por pares.
MÚLTIPLOS MÉTODOS, de acordo com a transformação de cada ciência.
O MÉTODO CIENTÍFICO
A história do método científico se mistura com a história da ciência.
_ Documentos do Antigo Egito já descrevem alguns métodos de diagnósticos médicos que
lembram os atuais;
_ Na Grécia Antiga, há indícios do método científico em Aristóteles, por exemplo.
_ Na filosofia islâmica: Ibn al-Haytham (“Alhazen”, 965–1039, Iraque), que em sua
pesquisa sobre ótica organizou o que muitos consideram as bases do método científico
moderno, que se consolidaram com o surgimento da Física nos séculos XVII e XVIII.
Al-Khwarizmi, matemático persa do século IX;
O MÉTODO CIENTÍFICO
A metodologia científica se consolida tem sua origem no pensamento de Descartes -
depois, empiricamente, pelo físico inglês Isaac Newton (1642-1727).
René Descartes (1596-1650) propôs chegar à verdade através da dúvida sistemática e da
decomposição do problema em pequenas partes, características que definiram, a partir
de então, a base da pesquisa científica.
MÉTODO
Trecho do DISCURSO DO MÉTODO (1637, traduzido para o latim em 1656);
“1º) jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente
como tal, isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção; CETICISMO.
DUVIDAR;
2º) dividir cada uma das dificuldades que eu examinar em tantas parcelas quantas
possíveis e necessárias fossem para melhor resolvê-las; ANÁLISE
3º) conduzir, por ordem, meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e
mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o
conhecimento dos mais compostos; SÍNTESE;
4º) fazer, em toda parte, enumerações tão completas e revisões tão gerais que eu tivesse a
certeza de nada omitir; CLASSIFICAR, ORGANIZAR;
“cogito, ergo sum”; penso, logo sou (existo)
CONSOLIDAÇÃO DO MÉTODO CIENTÍFICO
SÉCULOS XVIII E XIX
Francis Bacon; Isaac Newton; menos racionalismo, mais empirismo, ou seja:
experimentação prática.
David Hume consolida essa visão: observar o mundo ao nosso redor.
Ciências que conhecemos hoje nasceram nesse período: Química (alquimia), Medicina
(curandeirismo, medicina “prática”), Economia, Biologia (1736 palavra aparece em latim
pela 1º vez, 1802;). Louis Pasteur e a pasteurização (1865);
Humanas e sociais aplicadas vieram um pouco depois: sociologia (Comte 1828, Durkheim
1895), antropologia (A Origem das Espécies, Charles Darwin 1859); psicologia (Freud,
1896). Comunicação, Administração (séc XX), décadas de 1920-1930; Administração
FORMAS DE PENSAR CIENTÍFICAMENTE
Indução: aplicação de enunciados gerais a fatos particulares;
Dedução: aplicação de fatos particulares a enunciados gerais;
Hipotético-dedutivo: ambos. indução e dedução na formulação de um método científico
experimental (observação, experimentação e mensuração);
Falseamento: testar suas hipóteses procurando não apenas evidências de que ela está
certa, mas sobretudo evidências de que ela está errada (Popper);
PARADIGMAS
Conceito das ciências e da epistemologia (teoria do conhecimento, que estuda as formas
como a gente conhece o mundo/as coisas)
“Modelo” que orientam o desenvolvimento científico.
Mudam não muito facilmente;
exemplos: paradigmas iluminista, positivista, materialista, moderno, pós-moderno, etc;
Thomas Kuhn, A Estrutura das Revoluções Científicas (1962)
Críticas ao método
_ Paul Feyeraband, pluralismo metodológico; ciência deve romper regras, “contra-regra”:
não induzir, mas aceitar hipóteses mesmo quando não se ajustam a fatos considerados
consolidados.
(a) introduzir hipóteses que conflitem com as observações;
(b) introduzir hipóteses que não se ajustem às teorias estabelecidas.
EM: Contra o Método. São Paulo; Editora Unesp, 2007
_ John Law: ciência não é uma atividade neutra e objetiva, argumentando que a ciência é
sempre realizada a partir de uma perspectiva social e culturalmente situada. Como a
tecnologia;
EM: After Method: mess in social science research. New York: Routledge, 2004
_ Edgar Morin; realidade é complexa e interconectada. Ciência deve adotar uma
abordagem mais holística e transdisciplinar. Método da complexidade, que busca
compreender a realidade como um todo, em sua totalidade e em suas múltiplas
interações.
EM: O método. 6 volumes, 1977
Resumo
Prática da pesquisa guiada pela interpenetração de
níveis e fases:
”(...) os níveis mantêm relações entre si e as fases
também se remetem mutuamente, em movimentos
verticais, de subida e descida (indução/dedução,
graus de abstração/concreção) e de movimentos
horizontais, de vai-e-vem, de progressão e de volta
(construir o objeto, observá-lo, analisá-lo,
retomando-o de diferentes maneiras)”
Fonte: MOURA, C. P.; LOPES, M. I. V. DE. Pesquisa
em Comunicação - Metodologias e Práticas
Acadêmicas. Porto Alegre: 2016.
QUIZ: Que tipo de inteligência você é?
1) Você viajará de férias com um amigo, então:
a. Você faz uma pesquisa histórica sobre os locais que vocês irão visitar e tem tudo na
ponta da língua para dividir com o amigo.
b. Todas as noites no Hotel você baixa as fotos que tirou e coleciona lembranças de cada
ponto turístico visitado.
c. Antes de ir, você convida o amigo para planejar a viagem e montar um plano de viagem
juntos.
d. Já no aeroporto você compra uma revista sobre a situação política da região e puxa
papo com o taxista sobre a polêmica da vez.
e. Abre um documento no goolgledrive para compartilhar com o amigo o roteiro da
viagem, os vouchers do hotéis, as passagens, etc...
2)Você fará uma viagem a trabalho, quando chega no Hotel, você:
a. Abre logo a sua mala, pendura as coisas no guarda-roupa, coloca a necessaire no
banheiro e deita uns instantes na cama para um rápido descanso.
b. Sente-se estranho e com saudade de casa, leva uma mala muito maior do que a
necessária porque teme precisar de algo e não tê-lo a sua disposição.
c. Instala sua mala, pega o que precisa e sai rapidamente para visitar os espaços do Hotel.
d. Deixa sua mala num canto, abre a janela para arejar e sai para conhecer a cidade.
e. Já pesquisou previamente os recursos do Hotel e levou os “equipamentos” necessários
para dar um mergulho na piscina e usar a sala de ginástica.ocê faz uma pesquisa histórica
sobre os locais que vocês irão visitar e tem tudo na ponta da língua para dividir com o
amigo.
3) Você acaba de chegar num novo trabalho:
a. Sua primeira iniciativa é ler transversalmente os principais documentos e entender o
percurso técnico que a equipe percorreu antes de você.
b. Você lê cuidadosamente a maioria dos documentos, procura entender como a equipe
organiza as informações na intranet e se organiza a partir das rotinas estabelecidas.
c. Você conversa um pouco com cada pessoa da nova equipe e deduz das conversas um
plano de leitura dos documentos.
d. Você pede orientação do líder/gerente/coordenador para priorizar as leituras que
precisará fazer e já apresenta algumas de suas ideias.
e. Você lê tudo que tem à disposição e organiza pequenas sínteses para consultar em caso
de dúvida posterior.
4) A sua mesa de trabalho é:
a. Bem arrumada, com a pilha de papéis organizada de forma que as urgências ficam por
cima. Mas você não abandona os documentos que lhe servem de referenciais.
b. Cheia mas super organizada, você detesta quando alguém tira algo do lugar.
c. Você não gosta de ter tantas coisas em cima da mesa, tem sua pequena pilha de papéis,
um livro e sua garrafa de água. E um mural com algumas anotações importantes em
postit que só você compreende.
d. Totalmente clean, com seu caderno e um artigo de jornal sobre a conjuntura nacional
que você pediu pra scanear.
e. Lotada de coisas que as pessoas dizem que é bagunça, mas que você sabe perfeitamente
bem o que são e porque precisa delas.
RESULTADOS
Se você marcou mais a opção
a) Genealógica
As origens dos debates e seu percurso histórico é seu grande interesse. Você busca situar todas as
discussões no tempo e perceber rupturas e continuidades. Você tem a habilidade de sintetizar diferentes
posições e identificar conflitos. O relatório é o seu gênero textual.
b) Arquivística
A organização das coisas para que elas sejam revisitadas pela posteridade é a sua grande preocupação. As
formas tradicionais de organização de volumes massivos de informação o fascinam. Você é um defensor
da ordem alfabética e da linha do tempo. Você salva os emails na rede e não gosta nenhum pouco quando
suas pastas organizadas por meses no ano saltam de junho para agosto por causa das férias escolares. A
ata é o seu gênero textual.
c ) Sintética
Resumir um livro todo a uma tese central é um desafio que aguça sua inteligência. Propor consensos e
caminhos convergentes a partir de diferentes informações de naturezas divergentes é uma habilidade que
você domina. Mapas e apresentações esquemáticas são a expressão do seu jeito de pensar.
RESULTADOS
Se você marcou mais a opção
d) Estratégica/Analítica
Desvendar o futuro é o que move você. Você não se preocupa com a sequência exata das coisas, ou
com a documentação exaustiva dos processos. De olho nos resultados e nas inovações, você se
interessa pela leitura de contexto. Os menores indícios, as notícias do jornal o levam a refletir
sobre o trabalho e propor novas referências. O ensaio é o seu gênero textual.
e) Classificatória
Você é um exímio classificador. Reconhecer padrões em meio ao caos é uma tarefa que o
entusiasma. Você tem a capacidade de comparar informações, discernindo as suas relações e
princípios subjacentes e criando categorias. Você se anima com planilhas de Excel.
RESULTADOS
O quiz está baseado numa classificação genérica das principais habilidades de sistematização.
Mas a reflexão é: nós sistematizamos o tempo todo e que há uma pluralidade de habilidades
sistematizadoras. Não é uma classificaçaõ estanque, pode ser que você tenha seja um
“multissistematizador” ou que você descubra outras habilidades.
Classificação inspirada em dois livros do Howard Gardner: Inteligências Múltiplas: A teoria na
prática. Porto Alegre: Artmed, 1995]e Cinco Mentes para o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Método/Metodologia: uma estratégia ou uma abordagem geral para realizar uma
tarefa/pesquisa/ação.
Exemplos: Etnografia, estudo de caso, pesquisa de opinião etc (qualitativos); análise de
conteúdo, pesquisa de opinião (quantitativos);
Procedimento: conjunto específico de ações que fazem parte do método;
Exemplos: seleção de participantes, preparação da pauta, escolha da forma de registro
(entrevistas); escolha da amostra, produção do questionário (pesquisa de opinião);
PESQUISA EM COMUNICAÇÃO
Interdisciplinar “por natureza”: ciência “encruzilhada”;
Ciências sociais: Sociologia, Psicologia, Antropologia
Ciências natuaris: biologia, matemática;
Linguística, Letras; Filosofia; História; Engenharia;
Outras ciências sociais aplicadas: Direito, Administração, Contabilidade;
No Brasil:
Faculdades:
1947: Jornalismo, Cásper Líbero; 1949-1952, PUCRS; 1952, Fabico-UFRGS; 1961, UCPE;
Pós-graduação: 1972, ECA-USP; 1973, UFRJ; 1974, UnB; 1990, UFBA; 1994, PUCRS;
1997, UFRGS; 1998, UFPE;
Algumas correntes
_ Estados Unidos: Mass Comunnication Research
Escola de Chicago (Park, Burgess), Semiótica (Peirce), Escola de Palo Alto (Bateson,
Gofman);
_ Corrente Funcionalista (Laswell, Lazarsfeld), Teoria Matemática (Shannon e Weaver),
Pesquisa de Audiência (Wolf, Mattelart);
_ Opinião Pública (Walter Lippmann, Marcuse)
_ Escola de Frankfurt: Indústria Cultural;
_ Estruturalismo: Barthes; Michel Foucault, discurso saber-poder; Pierre Bourdieu,
campos, estruturas, habitus;
_ Pós-modernos: Guy Debord: A sociedade do espetáculo; Jacques Derrida: Escritas da
desconstrução; Gilles Deleuze: Mídia e sociedade de controle; Jean Baudrillard: Da
sociedade de consumo ao deserto do real: excesso de comunicação; Zygmund Bauman:
Comunicação em tempos líquidos;
_ Estudos Culturais; Stuart Hall, Raymond Williams;
_ Escola de Toronto: Harold Innis, Marshal McLuhan;
_ Teoria ator-rede: Bruno Latour, John Law; objetos atuam;
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Pesquisa bibliográfica
(método ou procedimento?)
Busca, seleção e análise de materiais bibliográficos (livros, artigos, teses, dissertações,
publicações jornalísticas, etc) sobre um tema específico
Revisão de literatura: conhecer o que já existe, “dever de casaa”, para não
“inventar a roda”; atividade contínua, mas saber quando parar;
Seleção de fontes: especializadas (periódicos, teses e dissertações, livros da área, etc);
jornalística
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Entrevistas
DUARTE, J. e BARROS, A. (org.).
Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação.
2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Biografias
Histórias de vida, perfis de pessoas relevantes na área pesquisada; múltiplas
entrevistas, “polifonia”;
Fontes primárias / secundárias;
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Etnografia / observação participante;
Estudo descritivo de um ou vários aspectos de uma sociedade (ou comunidade,
grupo, coletivo, empresa, etc); método por excelência da antropologia;
Estranhar o familiar, tornar familiar o estranho; transformar o que é cotidiano
em exótico, diferente; Diário de campo;
Dois instrumentos de pesquisa:
1) Observação (participante; distanciada); pesquisador não é neutro;
2) Entrevistas;
DA MATTA, Roberto. O oficio de etnólogo, ou como ter anthropological blues. Boletim do Museu Nacional:
Antropologia, n. 27, maio de 1978. P.1-12.
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Pesquisa-ação
Inserção do pesquisador no ambiente estudado e interação com a situação
investigada; compartilhamento dos dados pelo investigador; ver “de dentro”,
presença constante;
_ Não apenas pesquisa-denúncia, mas apontar caminhos;
_ Grupo sabe que está sendo investigado e participa do processo;
_ Pesquisa visa contribuir para solucionar alguma dificuldade ou problema;
_ Resultados e o processo são compartilhados e revertem para o grupo;
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Pesquisa de opinião / survey
1) Definição do escopo (universo de pesquisa);
2) elaboração do método de coleta (questionário);
3) Coleta;
4) Processamento e análise dos resultados;
5) Redação do Relatório
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Grupo Focal
Perceber os valores de determinado grupo; “entrevista coletiva”. Usado para
identificar tendências, desvendar problemas, analisar as estruturas discursivas;
_ Elaboração das perguntas (evitar longas);
_ Público-alvo;
_ Realização da reunião (preferência por formato de círculo);
_ Documentar, sistematizar;
_ Relatório
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Análise de discurso / semiótica
Semiótica: Charles S. Peirce (1839-1914). Semiose.
Representâmen (signo); O que dispara a semiose (a palavra “livro”);
Objeto: Aquilo que é representado (ex: livro);
Interpretante: “o efeito produzido numa mente qualquer pela ação do signo”.
Semiologia: Saussure (1857-1913), Barthes (1915-1980). Processo de significação.
Significante, perceptível no mundo externo (plano da expressão)
significado, ideia/pensamento que surge quando notamos o significante (plano
do conteúdo)
Lupa. Aprofundamento. Olhar para os lados.
SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica
São Paulo: Brasiliense, (1983) 2012
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Estudo de caso
Busca compreender um fenômeno complexo por meio da análise aprofundada de
um ou mais casos específicos. Escolha metodológica ou do objeto?
_ Particularismo (característica única)
_ Descrição (pode ser também coleta de dados via entrevistas, observação, etc);
_ Explicação;
_ Indução: uso de uma amostra para fazer generalizações;
Quando usar: para responder perguntas como e por que; eventos contemporâneos;
várias fontes;
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Auditoria
Método de diagnóstico que tem como objetivo o exame e a melhoria dos sistemas
e das práticas da comunicação interna e externa de uma organização;
Avaliar a adequação e eficácia dos sistemas e procedimentos de controle interno,
gerenciamento de riscos, conformidade com as normas e regulamentações
aplicáveis;
Procedimentos: entrevistas, questionários, observações; análise de redes;
Modelos:
1) Provisão: cliente faz o diagnóstico e o consultor realiza a intervenção;
2) Prescritivo: cliente realiza diagnóstico e intervenção;
3) Colaborativo: cliente e consultor realizam ambas etapas;
METODOLOGIAS DE PESQUISA
Análise de conteúdo
_ Análise sistemática e objetiva de um conjunto
de dados: textos, imagens, vídeos,
áudios, redes, etc.
_ Herança do positivismo
_ Identificar padrões, temas e tendências
que emergem do conteúdo
dos dados analisados;
_ Categorizar, classificar, organizar;
DUARTE, J. e BARROS, A. (org.).
Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação.
2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009
ETAPAS PARA FAZER UM PROJETO
1) Estudar, pesquisar;
2) Construção metodológica;
3) Empírico: ir a realidade;
4) Prática: analisar, escrever;
1. PESQUISAR
_ Definição do TEMA; e PALAVRAS-CHAVES
_ OBJETO de estudo;
_ Definição de um PROBLEMA: o que você quer saber/resolver?
_ Formular HIPÓTESES; qual a sua suspeita?
(tudo bem se não se confirmar. talvez até melhor)
_ Definir OBJETIVOS (relacionar com hipóteses);
1. PESQUISAR
_ Definição de um PROBLEMA: o que você quer saber/resolver?
DUARTE, J. e BARROS, A. (org.).
Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação.
2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
1. PESQUISAR
HIPÓTESES:
Como fazer? Observar. Pesquisar resultados de outras pesquisas; teorias; intuição (sim,
também vale). Precisa ser: clara; testável; específica; ter como analisar (empírica);
simples. Se possível, relacionada com alguma teoria.
Tipos mais comuns:
_ Casuísticas (determinadas características);
_ Frequência de acontecimentos;
_ Associação entre variáveis;
_ Dependência entre uma ou mais variáveis;
GIL, Antônio Carlos.
Como elaborar projetos de pesquisa.
6º edição. São Paulo; Atlas, 2018.
2. CONSTRUÇÃO METODOLÓGICA
_Construir o melhor jeito de escuta da realidade: METODOLOGIA
_ Escolha/encaixe da teoria: REFERENCIAL TEÓRICO;
_ Definir CRONOGRAMA de pesquisa;
3. EMPÍRICO: IR A REALIDADE
_ Pesquisa propriamente dita; ir “a campo” e coletar dados (através de métodos e
procedimentos);
_ Observar os fenômenos e experimentar as hipóteses;
_ Atenção à padrões, relações, ver “o que se move”, “quem se move”, “como se move”;
4. PRÁTICA / REDAÇÃO / APRESENTAÇÃO
_ Analisar os dados; organizar padrões; ver correlações possíveis; hipóteses se
confirmam? Se não, por quê?
_ Relacionar os dados com a pesquisa teórica (ou bibliográfica): fez sentido?
_ Texto: recomendações para escrita; O que é um texto acadêmico? Como se escreve?
_ Apresentação: como fazer? o que falar? como mostrar?
AFINAL, QUAL O TRABALHO QUE VOCÊS VÃO FAZER?
ARTIGO ACADÊMICO
OU
PROJETO EXPERIMENTAL
ARTIGO ACADÊMICO
Desenvolvido a partir de uma pesquisa estruturada. Normalmente feito para um evento (anais)
ou para uma publicação (livro, periódico), que dão as regras e os tamanhos.
Título
Resumo / Abstract / Palavras-chaves
Introdução
Desenvolvimento
Conclusão
Referências Bibliográficas
ARTIGO ACADÊMICO: exemplo de periódico
Revista da Intercom: https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom
Normas de aceite: textos analíticos ou de revisão resultantes de pesquisas originais teóricas ou de
campo referentes a temas da área da Comunicação Social (com dimensão variável entre 32 mil a
40mil caracteres, com espaço). Devem conter apresentação e análise dos resultados e uma
introdução na qual se explicita a estratégia de pesquisa e a metodologia usada. Serão
priorizados textos que efetivamente sejam decorrentes de pesquisa e que evidenciem descoberta
científica e/ou invenção metodológica ou conceitual.
Os artigos devem ser acompanhados de resumo (contendo o tema, os objetivos, metodologia e a
principal conclusão) de aproximadamente 10 linhas (ou até 1000 caracteres) em português,
espanhol e inglês.
·
PROJETO EXPERIMENTAL
Desenvolvido também a partir de uma pesquisa estruturada, mas voltado para ser aplicado em
uma organização/projeto.
Título
Resumo / Abstract / Palavras-chaves
Introdução
Revisão Bibliográfica / Metodologia / Discussão (Desenvolvimento)
Conclusão
Referências Bibliográficas
Anexos
_
PROJETO EXPERIMENTAL: exemplo
Plano de comunicação: a partir da análise de um problema, é um “roteiro” do que
fazer para resolver a questão/aperfeiçoar alguma situação. Comunicação Externa e/ou
interna;
_ Definição de um contexto: introdução e análises primeiras; diagnóstico;
_ Objetivos, principais e secundários (mensuráveis, alcançáveis);
_ Hipóteses;
_ O que se quer fazer? Mensagem / conteúdo
_ Público-alvo;
_ Orçamento;
_ Escolha dos canais;
_ Plano de ação; planejamento;
_ Implementação; Resultados (esperados);
_ Conclusão;
TRABALHO
DIA 1: 18/3
Em dupla ou individual, escolham um tema, um objeto e pensem num problema a
resolver;
PARA PRÓXIMA AULA (15/7)
Escrever uma primeira versão de um projeto (de pesquisa para um artigo ou
experimental) contendo:
_ Título;
_ Palavras-chaves;
_ Introdução;
_ Tema;
_ Objeto:
_ Problema;
_ Hipóteses
Na 2º aula discutiremos o trabalho de cada um e desenvolveremos a parte metodológica,
a empírica e a redação
GRACIAS!
leonardo.foletto@fgv.br - leofoletto.info
@leofoletto nas redes

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Metodologias de Pesquisa em Comunicação - 1

  • 1. MBA em Gestão da Comunicação Empresarial Leonardo Foletto, FGV ECMI
  • 2. QUEM SOMOS _ Nome, onde nasceu, onde mora; _ Formada/o em quê, por onde? _ Onde trabalha? com o quê? _Conte um causo envolvendo seu TCC/projeto Experimental de final de graduação
  • 3. METODOLOGIAS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO EMENTA Entender o que quer dizer pesquisar; Detalhar métodos de pesquisa em comunicação; Elucidar o caminho metodológico de pesquisa e fornecer estruturas viáveis para realizar o TCC; PROGRAMA O que é pesquisa e como fazê-la?. Metodologia científica. Métodos e técnicas de pesquisa em comunicação. A pesquisa na internet. O projeto de pesquisa. Ética científica. Divulgação e comunicação científicas. Discussão sobre temas já pesquisados. Normas da ABNT. Apresentação e discussão sobre as tipologias aceitas como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Normas, temas e escopo geral de um TCC. Planejamento do TCC OBJETIVOS A construção do método na pesquisa. Pesquisa em comunicação. Diferentes práticas metodológicas. Como fazer um projeto: problema, hipóteses, objetivos, metodologia, procedimentos, referências. Tipos de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Normas da ABNT. Temas de pesquisa. Redação de projeto de pesquisa e relatório técnico. Planejamento.
  • 4. METODOLOGIAS DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO BIBLIOGRAFIA BÁSICA DUARTE, J. e BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009. SOUZA, Gisele Pereira. Guia Para Formatação e Edição: Trabalho de Conclusão de Curso MBA Aberje. São Paulo: Aberje 2019. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 6º edição. São Paulo; Atlas, 2018. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo; Perspectiva, 1996. FRAGOSO, S.; RECUERO, R.; AMARAL, A. Métodos de pesquisa para internet. Porto Alegre: Sulina, 2011. GIACON, Fabiana P.; FONTES, Ketilin M.; GRAZZIA, Antonio R. Metodologia científica e gestão de projetos (Série eixos). São Paulo: Editora Saraiva, 2017. KAPLAN, D. The Sage handbook of quantitative methodology for the social sciences. Thousand Oaks, CA: Sage, 2004. LAW, j. After Method: mess in social science research. New York: Routledge, 2004. LOPES, M.I.V. Pesquisa em comunicação: formulação de um modelo metodológico. São Paulo: Loyola, 1990. SANTOS, B. S.; MENESES, M. P. Epistemologias do Sul. Coimbra: Almedina, 2010.
  • 5. NOSSOS ENCONTROS DIA 1: 18/3 Apresentação da disciplina. Fundamentos da pesquisa. Método científico e ciência. Etapas de um projeto de pesquisa. Pesquisa em Comunicação. Metodologias e procedimentos. Escolhas do tema e do objeto. Trabalho (pré-projeto). DIA 2: 15/7 Pesquisa aplicada. Pesquisa na internet. Métodos Digitais. Plataformas e análises de redes sociais. Ética na Pesquisa. Redação acadêmica e/ou de projeto. Normas ABNT. Apresentação e discussão do trabalho (pré-projeto). Agenda de orientação. DIA 3: 9/12 Aula final do MBA. Apresentação e discussão do TCC para a banca.
  • 6. AFINAL, QUAL O TRABALHO QUE VOCÊS VÃO FAZER? ARTIGO ACADÊMICO OU PROJETO EXPERIMENTAL
  • 7. ARTIGO ACADÊMICO Pensado para ser publicado em uma revista acadêmica da área, desenvolvido a partir de uma pesquisa. Até 15p. PROJETO EXPERIMENTAL Projeto experimental de desenvolvimento (plano de comunicação, por exemplo). Até 30p.
  • 8. HOJE (18/3) DIA 1: 18/3 Fundamentos da pesquisa. Método científico e ciência. Pesquisa (e teorias de) em Comunicação. Metodologias e procedimentos. Etapas de um projeto de pesquisa. Escolhas do tema e do objeto. Trabalho (pré-projeto).
  • 9. O QUE É PESQUISAR? Busca e análise de informações para produzir/ampliar conhecimento POR QUE PESQUISAMOS? Uma resposta simples: para entender e explicar a realidade. Outra: para encontrar respostas a problemas que ainda não foram resolvidos. Ainda: para aumentar, aprimorar, aperfeiçoar um conhecimento, um processo, um produto. Mais: por curiosidade, algo inapto a nós, seres vivos. COMO SE PESQUISA? Fazendo perguntas. Escolhendo um jeito de responder às perguntas. Indo atrás de respostas: lendo, observando, coletando, analisando, escrevendo. Checando, testando. Pondo em circulação. Criticando e sendo criticado. Fazendo perguntas. Escolhendo um jeito…
  • 10. O QUE É MÉTODO ? Do grego antigo, μέθοδος: “Meta”: meio, através de “Hodos”: caminho, estrada. Um jeito de responder às perguntas. Uma receita de bolo. Um como fazer. Seguir um caminho. Um algoritmo é um método?
  • 11. MÉTODO CIENTÍFICO? É um método (talvez o mais difundido) para conhecer o mundo Caracterizado e propagado historicamente com a proliferação da Ciência que é um conjunto de conhecimentos, comprováveis a partir do método científico, que estudam, explicam e predizem fenômenos sociais, artificiais e naturais, com origens no Antigo Egito, Mesopotâmia entre 3000 e 1200 a.c. A palavra “Ciência” vem do latim, milhares de anos depois: “scientĭa”, que siginifica conhecer. Ciência, ciencia, science, scienza, Wissenschaft
  • 12. O MÉTODO CIENTÍFICO CONSISTE DE: Observação sistemática, medição, experimentação e formulação, análise e modificação de hipóteses CARACTERÍSTICAS: falseabilidade; reprodutibilidade e repetição (menos nas Ciências Humanas); análise por pares. MÚLTIPLOS MÉTODOS, de acordo com a transformação de cada ciência.
  • 13. O MÉTODO CIENTÍFICO A história do método científico se mistura com a história da ciência. _ Documentos do Antigo Egito já descrevem alguns métodos de diagnósticos médicos que lembram os atuais; _ Na Grécia Antiga, há indícios do método científico em Aristóteles, por exemplo. _ Na filosofia islâmica: Ibn al-Haytham (“Alhazen”, 965–1039, Iraque), que em sua pesquisa sobre ótica organizou o que muitos consideram as bases do método científico moderno, que se consolidaram com o surgimento da Física nos séculos XVII e XVIII. Al-Khwarizmi, matemático persa do século IX;
  • 14.
  • 15. O MÉTODO CIENTÍFICO A metodologia científica se consolida tem sua origem no pensamento de Descartes - depois, empiricamente, pelo físico inglês Isaac Newton (1642-1727). René Descartes (1596-1650) propôs chegar à verdade através da dúvida sistemática e da decomposição do problema em pequenas partes, características que definiram, a partir de então, a base da pesquisa científica.
  • 16. MÉTODO Trecho do DISCURSO DO MÉTODO (1637, traduzido para o latim em 1656); “1º) jamais acolher alguma coisa como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente como tal, isto é, de evitar cuidadosamente a precipitação e a prevenção; CETICISMO. DUVIDAR; 2º) dividir cada uma das dificuldades que eu examinar em tantas parcelas quantas possíveis e necessárias fossem para melhor resolvê-las; ANÁLISE 3º) conduzir, por ordem, meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais compostos; SÍNTESE; 4º) fazer, em toda parte, enumerações tão completas e revisões tão gerais que eu tivesse a certeza de nada omitir; CLASSIFICAR, ORGANIZAR; “cogito, ergo sum”; penso, logo sou (existo)
  • 17. CONSOLIDAÇÃO DO MÉTODO CIENTÍFICO SÉCULOS XVIII E XIX Francis Bacon; Isaac Newton; menos racionalismo, mais empirismo, ou seja: experimentação prática. David Hume consolida essa visão: observar o mundo ao nosso redor. Ciências que conhecemos hoje nasceram nesse período: Química (alquimia), Medicina (curandeirismo, medicina “prática”), Economia, Biologia (1736 palavra aparece em latim pela 1º vez, 1802;). Louis Pasteur e a pasteurização (1865); Humanas e sociais aplicadas vieram um pouco depois: sociologia (Comte 1828, Durkheim 1895), antropologia (A Origem das Espécies, Charles Darwin 1859); psicologia (Freud, 1896). Comunicação, Administração (séc XX), décadas de 1920-1930; Administração
  • 18. FORMAS DE PENSAR CIENTÍFICAMENTE Indução: aplicação de enunciados gerais a fatos particulares; Dedução: aplicação de fatos particulares a enunciados gerais; Hipotético-dedutivo: ambos. indução e dedução na formulação de um método científico experimental (observação, experimentação e mensuração); Falseamento: testar suas hipóteses procurando não apenas evidências de que ela está certa, mas sobretudo evidências de que ela está errada (Popper);
  • 19. PARADIGMAS Conceito das ciências e da epistemologia (teoria do conhecimento, que estuda as formas como a gente conhece o mundo/as coisas) “Modelo” que orientam o desenvolvimento científico. Mudam não muito facilmente; exemplos: paradigmas iluminista, positivista, materialista, moderno, pós-moderno, etc; Thomas Kuhn, A Estrutura das Revoluções Científicas (1962)
  • 20. Críticas ao método _ Paul Feyeraband, pluralismo metodológico; ciência deve romper regras, “contra-regra”: não induzir, mas aceitar hipóteses mesmo quando não se ajustam a fatos considerados consolidados. (a) introduzir hipóteses que conflitem com as observações; (b) introduzir hipóteses que não se ajustem às teorias estabelecidas. EM: Contra o Método. São Paulo; Editora Unesp, 2007 _ John Law: ciência não é uma atividade neutra e objetiva, argumentando que a ciência é sempre realizada a partir de uma perspectiva social e culturalmente situada. Como a tecnologia; EM: After Method: mess in social science research. New York: Routledge, 2004 _ Edgar Morin; realidade é complexa e interconectada. Ciência deve adotar uma abordagem mais holística e transdisciplinar. Método da complexidade, que busca compreender a realidade como um todo, em sua totalidade e em suas múltiplas interações. EM: O método. 6 volumes, 1977
  • 21. Resumo Prática da pesquisa guiada pela interpenetração de níveis e fases: ”(...) os níveis mantêm relações entre si e as fases também se remetem mutuamente, em movimentos verticais, de subida e descida (indução/dedução, graus de abstração/concreção) e de movimentos horizontais, de vai-e-vem, de progressão e de volta (construir o objeto, observá-lo, analisá-lo, retomando-o de diferentes maneiras)” Fonte: MOURA, C. P.; LOPES, M. I. V. DE. Pesquisa em Comunicação - Metodologias e Práticas Acadêmicas. Porto Alegre: 2016.
  • 22.
  • 23. QUIZ: Que tipo de inteligência você é? 1) Você viajará de férias com um amigo, então: a. Você faz uma pesquisa histórica sobre os locais que vocês irão visitar e tem tudo na ponta da língua para dividir com o amigo. b. Todas as noites no Hotel você baixa as fotos que tirou e coleciona lembranças de cada ponto turístico visitado. c. Antes de ir, você convida o amigo para planejar a viagem e montar um plano de viagem juntos. d. Já no aeroporto você compra uma revista sobre a situação política da região e puxa papo com o taxista sobre a polêmica da vez. e. Abre um documento no goolgledrive para compartilhar com o amigo o roteiro da viagem, os vouchers do hotéis, as passagens, etc...
  • 24. 2)Você fará uma viagem a trabalho, quando chega no Hotel, você: a. Abre logo a sua mala, pendura as coisas no guarda-roupa, coloca a necessaire no banheiro e deita uns instantes na cama para um rápido descanso. b. Sente-se estranho e com saudade de casa, leva uma mala muito maior do que a necessária porque teme precisar de algo e não tê-lo a sua disposição. c. Instala sua mala, pega o que precisa e sai rapidamente para visitar os espaços do Hotel. d. Deixa sua mala num canto, abre a janela para arejar e sai para conhecer a cidade. e. Já pesquisou previamente os recursos do Hotel e levou os “equipamentos” necessários para dar um mergulho na piscina e usar a sala de ginástica.ocê faz uma pesquisa histórica sobre os locais que vocês irão visitar e tem tudo na ponta da língua para dividir com o amigo.
  • 25. 3) Você acaba de chegar num novo trabalho: a. Sua primeira iniciativa é ler transversalmente os principais documentos e entender o percurso técnico que a equipe percorreu antes de você. b. Você lê cuidadosamente a maioria dos documentos, procura entender como a equipe organiza as informações na intranet e se organiza a partir das rotinas estabelecidas. c. Você conversa um pouco com cada pessoa da nova equipe e deduz das conversas um plano de leitura dos documentos. d. Você pede orientação do líder/gerente/coordenador para priorizar as leituras que precisará fazer e já apresenta algumas de suas ideias. e. Você lê tudo que tem à disposição e organiza pequenas sínteses para consultar em caso de dúvida posterior.
  • 26. 4) A sua mesa de trabalho é: a. Bem arrumada, com a pilha de papéis organizada de forma que as urgências ficam por cima. Mas você não abandona os documentos que lhe servem de referenciais. b. Cheia mas super organizada, você detesta quando alguém tira algo do lugar. c. Você não gosta de ter tantas coisas em cima da mesa, tem sua pequena pilha de papéis, um livro e sua garrafa de água. E um mural com algumas anotações importantes em postit que só você compreende. d. Totalmente clean, com seu caderno e um artigo de jornal sobre a conjuntura nacional que você pediu pra scanear. e. Lotada de coisas que as pessoas dizem que é bagunça, mas que você sabe perfeitamente bem o que são e porque precisa delas.
  • 27. RESULTADOS Se você marcou mais a opção a) Genealógica As origens dos debates e seu percurso histórico é seu grande interesse. Você busca situar todas as discussões no tempo e perceber rupturas e continuidades. Você tem a habilidade de sintetizar diferentes posições e identificar conflitos. O relatório é o seu gênero textual. b) Arquivística A organização das coisas para que elas sejam revisitadas pela posteridade é a sua grande preocupação. As formas tradicionais de organização de volumes massivos de informação o fascinam. Você é um defensor da ordem alfabética e da linha do tempo. Você salva os emails na rede e não gosta nenhum pouco quando suas pastas organizadas por meses no ano saltam de junho para agosto por causa das férias escolares. A ata é o seu gênero textual. c ) Sintética Resumir um livro todo a uma tese central é um desafio que aguça sua inteligência. Propor consensos e caminhos convergentes a partir de diferentes informações de naturezas divergentes é uma habilidade que você domina. Mapas e apresentações esquemáticas são a expressão do seu jeito de pensar.
  • 28. RESULTADOS Se você marcou mais a opção d) Estratégica/Analítica Desvendar o futuro é o que move você. Você não se preocupa com a sequência exata das coisas, ou com a documentação exaustiva dos processos. De olho nos resultados e nas inovações, você se interessa pela leitura de contexto. Os menores indícios, as notícias do jornal o levam a refletir sobre o trabalho e propor novas referências. O ensaio é o seu gênero textual. e) Classificatória Você é um exímio classificador. Reconhecer padrões em meio ao caos é uma tarefa que o entusiasma. Você tem a capacidade de comparar informações, discernindo as suas relações e princípios subjacentes e criando categorias. Você se anima com planilhas de Excel.
  • 29. RESULTADOS O quiz está baseado numa classificação genérica das principais habilidades de sistematização. Mas a reflexão é: nós sistematizamos o tempo todo e que há uma pluralidade de habilidades sistematizadoras. Não é uma classificaçaõ estanque, pode ser que você tenha seja um “multissistematizador” ou que você descubra outras habilidades. Classificação inspirada em dois livros do Howard Gardner: Inteligências Múltiplas: A teoria na prática. Porto Alegre: Artmed, 1995]e Cinco Mentes para o futuro. Porto Alegre: Artmed, 2007.
  • 30.
  • 31. METODOLOGIAS DE PESQUISA Método/Metodologia: uma estratégia ou uma abordagem geral para realizar uma tarefa/pesquisa/ação. Exemplos: Etnografia, estudo de caso, pesquisa de opinião etc (qualitativos); análise de conteúdo, pesquisa de opinião (quantitativos); Procedimento: conjunto específico de ações que fazem parte do método; Exemplos: seleção de participantes, preparação da pauta, escolha da forma de registro (entrevistas); escolha da amostra, produção do questionário (pesquisa de opinião);
  • 32. PESQUISA EM COMUNICAÇÃO Interdisciplinar “por natureza”: ciência “encruzilhada”; Ciências sociais: Sociologia, Psicologia, Antropologia Ciências natuaris: biologia, matemática; Linguística, Letras; Filosofia; História; Engenharia; Outras ciências sociais aplicadas: Direito, Administração, Contabilidade; No Brasil: Faculdades: 1947: Jornalismo, Cásper Líbero; 1949-1952, PUCRS; 1952, Fabico-UFRGS; 1961, UCPE; Pós-graduação: 1972, ECA-USP; 1973, UFRJ; 1974, UnB; 1990, UFBA; 1994, PUCRS; 1997, UFRGS; 1998, UFPE;
  • 33. Algumas correntes _ Estados Unidos: Mass Comunnication Research Escola de Chicago (Park, Burgess), Semiótica (Peirce), Escola de Palo Alto (Bateson, Gofman); _ Corrente Funcionalista (Laswell, Lazarsfeld), Teoria Matemática (Shannon e Weaver), Pesquisa de Audiência (Wolf, Mattelart); _ Opinião Pública (Walter Lippmann, Marcuse) _ Escola de Frankfurt: Indústria Cultural; _ Estruturalismo: Barthes; Michel Foucault, discurso saber-poder; Pierre Bourdieu, campos, estruturas, habitus; _ Pós-modernos: Guy Debord: A sociedade do espetáculo; Jacques Derrida: Escritas da desconstrução; Gilles Deleuze: Mídia e sociedade de controle; Jean Baudrillard: Da sociedade de consumo ao deserto do real: excesso de comunicação; Zygmund Bauman: Comunicação em tempos líquidos; _ Estudos Culturais; Stuart Hall, Raymond Williams; _ Escola de Toronto: Harold Innis, Marshal McLuhan; _ Teoria ator-rede: Bruno Latour, John Law; objetos atuam;
  • 34. METODOLOGIAS DE PESQUISA Pesquisa bibliográfica (método ou procedimento?) Busca, seleção e análise de materiais bibliográficos (livros, artigos, teses, dissertações, publicações jornalísticas, etc) sobre um tema específico Revisão de literatura: conhecer o que já existe, “dever de casaa”, para não “inventar a roda”; atividade contínua, mas saber quando parar; Seleção de fontes: especializadas (periódicos, teses e dissertações, livros da área, etc); jornalística
  • 35. METODOLOGIAS DE PESQUISA Entrevistas DUARTE, J. e BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009
  • 36. METODOLOGIAS DE PESQUISA Biografias Histórias de vida, perfis de pessoas relevantes na área pesquisada; múltiplas entrevistas, “polifonia”; Fontes primárias / secundárias;
  • 37. METODOLOGIAS DE PESQUISA Etnografia / observação participante; Estudo descritivo de um ou vários aspectos de uma sociedade (ou comunidade, grupo, coletivo, empresa, etc); método por excelência da antropologia; Estranhar o familiar, tornar familiar o estranho; transformar o que é cotidiano em exótico, diferente; Diário de campo; Dois instrumentos de pesquisa: 1) Observação (participante; distanciada); pesquisador não é neutro; 2) Entrevistas; DA MATTA, Roberto. O oficio de etnólogo, ou como ter anthropological blues. Boletim do Museu Nacional: Antropologia, n. 27, maio de 1978. P.1-12.
  • 38. METODOLOGIAS DE PESQUISA Pesquisa-ação Inserção do pesquisador no ambiente estudado e interação com a situação investigada; compartilhamento dos dados pelo investigador; ver “de dentro”, presença constante; _ Não apenas pesquisa-denúncia, mas apontar caminhos; _ Grupo sabe que está sendo investigado e participa do processo; _ Pesquisa visa contribuir para solucionar alguma dificuldade ou problema; _ Resultados e o processo são compartilhados e revertem para o grupo;
  • 39. METODOLOGIAS DE PESQUISA Pesquisa de opinião / survey 1) Definição do escopo (universo de pesquisa); 2) elaboração do método de coleta (questionário); 3) Coleta; 4) Processamento e análise dos resultados; 5) Redação do Relatório
  • 40. METODOLOGIAS DE PESQUISA Grupo Focal Perceber os valores de determinado grupo; “entrevista coletiva”. Usado para identificar tendências, desvendar problemas, analisar as estruturas discursivas; _ Elaboração das perguntas (evitar longas); _ Público-alvo; _ Realização da reunião (preferência por formato de círculo); _ Documentar, sistematizar; _ Relatório
  • 41. METODOLOGIAS DE PESQUISA Análise de discurso / semiótica Semiótica: Charles S. Peirce (1839-1914). Semiose. Representâmen (signo); O que dispara a semiose (a palavra “livro”); Objeto: Aquilo que é representado (ex: livro); Interpretante: “o efeito produzido numa mente qualquer pela ação do signo”. Semiologia: Saussure (1857-1913), Barthes (1915-1980). Processo de significação. Significante, perceptível no mundo externo (plano da expressão) significado, ideia/pensamento que surge quando notamos o significante (plano do conteúdo) Lupa. Aprofundamento. Olhar para os lados. SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica São Paulo: Brasiliense, (1983) 2012
  • 42. METODOLOGIAS DE PESQUISA Estudo de caso Busca compreender um fenômeno complexo por meio da análise aprofundada de um ou mais casos específicos. Escolha metodológica ou do objeto? _ Particularismo (característica única) _ Descrição (pode ser também coleta de dados via entrevistas, observação, etc); _ Explicação; _ Indução: uso de uma amostra para fazer generalizações; Quando usar: para responder perguntas como e por que; eventos contemporâneos; várias fontes;
  • 43. METODOLOGIAS DE PESQUISA Auditoria Método de diagnóstico que tem como objetivo o exame e a melhoria dos sistemas e das práticas da comunicação interna e externa de uma organização; Avaliar a adequação e eficácia dos sistemas e procedimentos de controle interno, gerenciamento de riscos, conformidade com as normas e regulamentações aplicáveis; Procedimentos: entrevistas, questionários, observações; análise de redes; Modelos: 1) Provisão: cliente faz o diagnóstico e o consultor realiza a intervenção; 2) Prescritivo: cliente realiza diagnóstico e intervenção; 3) Colaborativo: cliente e consultor realizam ambas etapas;
  • 44. METODOLOGIAS DE PESQUISA Análise de conteúdo _ Análise sistemática e objetiva de um conjunto de dados: textos, imagens, vídeos, áudios, redes, etc. _ Herança do positivismo _ Identificar padrões, temas e tendências que emergem do conteúdo dos dados analisados; _ Categorizar, classificar, organizar; DUARTE, J. e BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009
  • 45.
  • 46. ETAPAS PARA FAZER UM PROJETO 1) Estudar, pesquisar; 2) Construção metodológica; 3) Empírico: ir a realidade; 4) Prática: analisar, escrever;
  • 47. 1. PESQUISAR _ Definição do TEMA; e PALAVRAS-CHAVES _ OBJETO de estudo; _ Definição de um PROBLEMA: o que você quer saber/resolver? _ Formular HIPÓTESES; qual a sua suspeita? (tudo bem se não se confirmar. talvez até melhor) _ Definir OBJETIVOS (relacionar com hipóteses);
  • 48. 1. PESQUISAR _ Definição de um PROBLEMA: o que você quer saber/resolver? DUARTE, J. e BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2009.
  • 49. 1. PESQUISAR HIPÓTESES: Como fazer? Observar. Pesquisar resultados de outras pesquisas; teorias; intuição (sim, também vale). Precisa ser: clara; testável; específica; ter como analisar (empírica); simples. Se possível, relacionada com alguma teoria. Tipos mais comuns: _ Casuísticas (determinadas características); _ Frequência de acontecimentos; _ Associação entre variáveis; _ Dependência entre uma ou mais variáveis; GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 6º edição. São Paulo; Atlas, 2018.
  • 50. 2. CONSTRUÇÃO METODOLÓGICA _Construir o melhor jeito de escuta da realidade: METODOLOGIA _ Escolha/encaixe da teoria: REFERENCIAL TEÓRICO; _ Definir CRONOGRAMA de pesquisa;
  • 51. 3. EMPÍRICO: IR A REALIDADE _ Pesquisa propriamente dita; ir “a campo” e coletar dados (através de métodos e procedimentos); _ Observar os fenômenos e experimentar as hipóteses; _ Atenção à padrões, relações, ver “o que se move”, “quem se move”, “como se move”;
  • 52. 4. PRÁTICA / REDAÇÃO / APRESENTAÇÃO _ Analisar os dados; organizar padrões; ver correlações possíveis; hipóteses se confirmam? Se não, por quê? _ Relacionar os dados com a pesquisa teórica (ou bibliográfica): fez sentido? _ Texto: recomendações para escrita; O que é um texto acadêmico? Como se escreve? _ Apresentação: como fazer? o que falar? como mostrar?
  • 53. AFINAL, QUAL O TRABALHO QUE VOCÊS VÃO FAZER? ARTIGO ACADÊMICO OU PROJETO EXPERIMENTAL
  • 54. ARTIGO ACADÊMICO Desenvolvido a partir de uma pesquisa estruturada. Normalmente feito para um evento (anais) ou para uma publicação (livro, periódico), que dão as regras e os tamanhos. Título Resumo / Abstract / Palavras-chaves Introdução Desenvolvimento Conclusão Referências Bibliográficas
  • 55. ARTIGO ACADÊMICO: exemplo de periódico Revista da Intercom: https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom Normas de aceite: textos analíticos ou de revisão resultantes de pesquisas originais teóricas ou de campo referentes a temas da área da Comunicação Social (com dimensão variável entre 32 mil a 40mil caracteres, com espaço). Devem conter apresentação e análise dos resultados e uma introdução na qual se explicita a estratégia de pesquisa e a metodologia usada. Serão priorizados textos que efetivamente sejam decorrentes de pesquisa e que evidenciem descoberta científica e/ou invenção metodológica ou conceitual. Os artigos devem ser acompanhados de resumo (contendo o tema, os objetivos, metodologia e a principal conclusão) de aproximadamente 10 linhas (ou até 1000 caracteres) em português, espanhol e inglês. ·
  • 56. PROJETO EXPERIMENTAL Desenvolvido também a partir de uma pesquisa estruturada, mas voltado para ser aplicado em uma organização/projeto. Título Resumo / Abstract / Palavras-chaves Introdução Revisão Bibliográfica / Metodologia / Discussão (Desenvolvimento) Conclusão Referências Bibliográficas Anexos _
  • 57. PROJETO EXPERIMENTAL: exemplo Plano de comunicação: a partir da análise de um problema, é um “roteiro” do que fazer para resolver a questão/aperfeiçoar alguma situação. Comunicação Externa e/ou interna; _ Definição de um contexto: introdução e análises primeiras; diagnóstico; _ Objetivos, principais e secundários (mensuráveis, alcançáveis); _ Hipóteses; _ O que se quer fazer? Mensagem / conteúdo _ Público-alvo; _ Orçamento; _ Escolha dos canais; _ Plano de ação; planejamento; _ Implementação; Resultados (esperados); _ Conclusão;
  • 58. TRABALHO DIA 1: 18/3 Em dupla ou individual, escolham um tema, um objeto e pensem num problema a resolver; PARA PRÓXIMA AULA (15/7) Escrever uma primeira versão de um projeto (de pesquisa para um artigo ou experimental) contendo: _ Título; _ Palavras-chaves; _ Introdução; _ Tema; _ Objeto: _ Problema; _ Hipóteses Na 2º aula discutiremos o trabalho de cada um e desenvolveremos a parte metodológica, a empírica e a redação