Capitulo I — Cor-oeitos lntrodutorios

CAPlTULO|  - Coucenos lmnoouromos
Apllcagées cllcnte-scrvidor

Consists na diviséo ...
Capitulo I — Con-ceitos Intrcdutorios

Como funclona uma paiglna Asp?  - Esqucma

Requisigéo de V
Teste. asp lg
 Teste. as...
Cepitulo I — Conceitos Introdutorios

Resume

Nests caipitulo aprendemos que. ..

    

Active Server Pages:  350 paginas ...
cupituo ll - 0 Internet Irlorrnation Serve! 

capluloll-Olnumotlmormsuonsavor

0 lflovoooil Inumol hlonnallon Server (IIS) ...
Capitulo II — 0 Internet Ir-. ‘ormation Server

 

uluooulxvi-In-an . IuuionI'uts  x‘ Especatiqae o tipo de
instalacao a s...
Capitulo ll — 0 Internet Ir-. ‘ormation Server

Ilhnootllllllulnlflorunhltservotvuiutlonsd ~ xf Depc-is d-3 seleciunados

o...
cnpihlo ll - 0 Internet Iriorrnation Server

Geronolondo Web sites

Em vorooos ontorioros do IIS.  non era poooival crtar ...
Capitulo II — 0 Internet Ir‘orrnation Server

Nesta perte do Setup inc cue 0
com Mo do d veto’-o Home

 

Para Iunaltzar. ...
capihlo ll - O lntetnet lriormation Server

 

Cada Web Site aiaclo poasui
suas proprias confiwtaooes. 
Eataa oonliguracéea...
Capitdo ll - 0 Internet Information Sewer

Para altarar oa valores.  clique am Edit . _

 

Dkolorloa Hobos 0 Vlnuals

Um ...
capitdo ll - 0 Internet Irlorrnation Sewer

oonflgurando no caraoteriatloae doe epllcoooaa

Asprorxiedadeedeurn dretoriovir...
copihlo ll - 0 Internet Iriorrnation Server

 

Perrnlooboo do oeosoo
noeto item ostio dofiridas
as psrrnissoos do aoesso
...
Capituo ll — 0 Internet Iriorrnalion Server

Huumo

Nesta cafiluo apranoamos que 

Para instalar o IS 4.0 6 preclso do Wind...
Capittlo III — Forms e ASP

CAPITULO III — Forms 2 ASP
A relacao entre form HTNl e ASP é muito imponante porwe a partir de...
Capitulo III — Forms e ASP

Esta primeira pagina pode ser HTML: 
<htrnI>

<head>
<tItic>UntltIcd Normal Pagc<rtiuc>
<. 'he...
Capitulo III — Fotms e ASP

Vamos ao ASP das Horas: 

¢lIUI>

<IIOnd>
<IlIlo>l-| ona . . dllllua

<boOy bgcoion-"1FFFFFF">...
Capituo lV—O que é VBSorim? 

clwlruo IV — O we 2 VBscnrr7
script

Antes de idannoo sobre o V'BScript.  é interessante esc...
Capitulo IV — O que é VBScritp? 

Ouando sou script possum HTML o codigo VBScnpt o sumdor sabora qual urtormacao
devera se...
Capituo lV—O que é VBScritp? 

<SOII| 'I' LNfi| MG&VB8elhl lIl. NA1'= SII'VII'>

Function llotornolluao
floqaonomvam “Adana ...
Capitulo IV — O que é VBScritp? 

Lembrando cue os BYQJNOS ccm oodigo VBScript devem ser nomeados com a extenséo
ASP.  por...
Capitulo IV — O que é VBScritp'? 

Exurrplo do Codngoz

<hIm| >

<head>
<tme>c6dlgo que roda no C| lenle. <2't| t|e>
<ahea...
Capitulo IV -0 que é VBScritp? 

acripc Ianguagen"VBScfipt">
SUB eorAo1_oucucxo

Rodarcli. BOTAO1. Value 2 "Mudamos a Value...
Clpittio V — Vafléveis

CAPiruLo V - Vumvins

As variaveis sap deliridas quando precisamos armazenar ternporarianenle valor...
Capitulo V - Vaniéveis

Error ‘Contem un namero de erro gerado por un objeto. 

Exompto do componamonlo de uma variévcl do...
Capitulo V - Variaveis

Identificendo o Tipo de Dados

Como o VBScript consegue identiticar uma serie de subtipos de varia...
Cupittlo V - Valiéveis

Pam veriicar o subfno do dados que a variével tuuassumlu.  utilize o cocigo script: 
<96 - Vnrrype...
Capitulo V — Vans-eels

Example (0 (me e mpcmante ate este pomo we estudam os.  esta em negrito)

<". <; Dim teste
Dtm Mcn...
Capittio V — Variaveis

Dlmflcsultlkdh

No axomplo que oriamos.  as variaveis adma loram daclaradas lora do qualquar luncao...
Capituo V — Variaveis

dlnamloo tem o nilnero de Indrces varlado a este numero 6 dellnrdo quando a apllcaoao e
oxecutado. ...
Capitulo V — Valiéveis

floors:  para names as varlivels
Pata nomear suas vadéveis,  é preciso seguir algumas regras: 

- D...
Capitulo V — Variéveis

Excmplo (utllizando o cxemplo aclma)
<39 Option Explicit

teste :  5
If tcslo =  30 then
Mensagem ...
Capitulo V — Variaveis

it taste :  30 then
Mensagem :  "O valorda variével Teste é igual a 30"

Else

Mensagem :  "O valo...
Capituo VI — Ooeradotes

Cmmo VI - Ovinaoon

Opondons
O VBScript possui vétios opetaoores do progtamacéo que ajudam a mani...
Capitulo VI — Operadorw

Vamos oonsdorar uma sltuafio ondo a adcao ontro dons ncnrnoros 6 pomda.  Slga o oxormlo: 

<95 Dlr...
Capituo VI — Operadorea

Subtraoio

0 oporador do sublraoao (-) o ulilizado para olotuar a ciloronoa onlro vdoros numérioo...
Capitulo VI — Opera-dores

Slntaxc

Resullado =  va’or1 '.  valor2

Once ficsultado re-cube o valor da cperacao entre as va...
Capitulo VI — Opera-dores

A tabula abalxo nos moslra uma sénr. » du uxurrplos de oomparaqaocsc

Operador Retorna True so ...
Capitulo VI — Operadores

Ja na segunda linha de comparacao (Roaunado =  Pobioro Is Torobjoco).  0 valor retornado 6
False...
Capitulo VI — Opera-dores

' A luncao lsNuII vurmca so 0 oontuudo du uma vanavol u lgual a NULL. 
Opcrador AND

E uhlizaco...
Capitulo VI — Operadores

Nesta case.  a varlavd taste recebera True.  Pots uma das expressoes aclma 6 verdadelra:  20 < 3...
Cepitdo VI - Operadores

 

O operedor de Acicao tambern pode ser utllizado para eencatenar strings Porem.  use 6
recomend...
Capituo VI — Operadotes

fiosumo

Nesta cawiluo aptenoemos que 

Deaevwummemo de Aplcacoeo oera meme!  — Plualorma Macaw

O...
Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript

cmru-o VII — Cowmoos BAsncos no Vascnm

Nosto capitulo.  estaremos estudand-3...
Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript

II <conc:  ~; ao> Then
Blooo do lnstruoao (que pode ser apenas uma ou varias)...
Capitulo VII — Comondos Basicos do VBScript

O cocngo cnado: 

<% It Time < 512.00: then %>

Born Dia! !! <BR>

sfio cxammo...
Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript

O rusutado do cxumplo: 

 

L- [nu . - l_r"'rr~‘'r ~ r

: ~' :1 : '.> - —'l

...
Capitulo VII — Comandos Baslcos do VBScript

Select Case lcslc
Case 30
Monsagom =  "O valor do Taste 6 lgual .1 30"
Case 2...
Capitulo VII — Comand-as Elasicos do VBScript

a valldadu ca condlcéo pr ‘he to c untao procussar o o'oco do mszrucous.  o...
Capituo VI -Cornandos Basicos do VBScript

Nos Ilnhas aclma.  estamos °Irnpando' as vanévols.  on sale atrlbulndo—lhos val...
Copittlo VI -Comanclos Bésicos do VBScript

<%D| moonIndor
ootmlor-O
Wlllooormdordo

rltulor-oontndoui

wand

96>

¢H'I'IM...
Capitulo VII — Comandos Bésicos do VBScript

Perrnaneoe no large se . .
Posrtrvo ou 0 [zero] -2- ccvntadcr <=  Iim
Negativ...
Capltulo VII — Comandos Bésicos do VBScript

Rcsumo
Nesta capltu‘o aprendomos que 

0 As estruturas de dec:  sao sao utiwz...
Capitulo VIII — Os Obgetos do ASP
CAPITULO VIII - 03 0345105 oo ASP

0 ASP possui alnuns objetos bésioos que operam as fun...
Capitulo VIII — Os Ot: ;e: c-s do ASP

Ff» Ed‘  no : r_. ~.»~. .r. .:. m_v gap

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Capitulo VIII — Os Crt: ;e: c-s do ASP

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Capitulo VIII — Os Ot: ;e: c-S do ASP

-: HTML: -
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Capitulo VIII — Os Objetos do ASP

slntaxcz Server. HTMLEroode ("string")
Onde srringé a cad-eia de caracleres que se desa...
ASP
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  1. 1. Capitulo I — Cor-oeitos lntrodutorios CAPlTULO| - Coucenos lmnoouromos Apllcagées cllcnte-scrvidor Consists na diviséo de processos entre estacées clientes e servidores. com a finalidade de buscar mel hor perlorrnar-: >e. menor tempo de resposta e ma'or lacilidade de manutencéo. Active Server Pages - O que séo? Actlvo Server Pages sao péginas woo que possuem oontuodo dunémlco. Tals pétglnas consistcm em aroaivos de extensao . asp que contém combénaooes de Server-Side scnpts e tags HTM‘. . Todo o ooc go du programacéo uxlstonto r. ~'n paginas Asp Ci uxucutado no scrvldor. c ostu rutoma ao cliente somente respostas em HTM‘. padréo — o que laz ccm que a; )Iicac6es Asp possam ser acussadas p-or qualquor browser cxlslunlu no murcado. Uma ap cacao tc ta om Asp pode amda oonter Iinhas do Client-Side script. que seréo executados na estacéo cl ente. Essas paginas devem estar hospedadas num servidor Microsolt lnlcrmauon Sewer. Client Side scripts S50 cédiqos de programs que séo processados pela estacéo clients. Geralmente em ap~"caI; >6es voltadas a lntcvnut. o oodtga quu 6 oxucutado no cl cntu coda apenas do puqaenas oonsrsténcuas de telas e validagées de entrada de dados Em se tratando do péginas web. os client-side scripts leréo de ser processados por um browser. 0 ma‘or problema de se uti"zar este tipo de anilfcio em uma ao‘7ca<; t'ao é a inccmpatitfidade de mtcrprctacao da llnguagcm cntru os browsers. 0 Microsoft lnturnct Exp‘orur. pcr cxumplo. 1': capaz de interpretar 0 Visual Basic Script, porém 0 Netscape N50 0 faz sem o aux? 0 de urn plug in lq J8 loi desenvolvido por leroeiros). Hé ainda o problema do versoes muito anzlgas do navegadores. que néo consegaern interpretar nenhum scn pt Em grands pane das srtuacoes. nzto :3 p-osslvel Bxlg r que o usuztrlo llnal dlsponha de determlnado prodJto para acessar a splicacéo. Portanto é i-nportante pesar todos estes fatclres ao planejar alguma apl caao com client-Sadr: scripts. A l’ng.1aqem script mais Tndcada para se construlr client-side scripts é o Javascfpt. device a sua companbtl dado com os dols browsers (Netscape u Mrcrosolt lriternut Explorcn qua dm/ mt sur du versées iguais ou superiores a 3.0 e 4.0 respectivamerte). server side scripts 830 odd gas do programa que séo processados no servidcr. Devido a este lato. néo é necessério preocupar—se com a Iinguagem que o codlgo loi criada: o servidor é quem se encarrega de intorprctzi-lo e do don/ olvcr uma rcsposta para o clocntc. Em pziglnas Asp. sao csscs coo gos os rna’ores responséveis pelos resultados apresentad-as. e a linguagem delaut utilizada é 0 Visual Bas-c Script. . 'Jrr. ::nvot. "nv'fllo (1r- Ap r: .m; cr. -. r: .‘. r.) Irltrrnnt Plrrnlar-rm D. 'u: rcr. crtt ‘7., _.; ,‘, ,,, __, ,.1,. , l P. '1gi'ta 1
  2. 2. Capitulo I — Con-ceitos Intrcdutorios Como funclona uma paiglna Asp? - Esqucma Requisigéo de V Teste. asp lg Teste. asp ‘Sf; ) , _‘—_ <94; irHore{r--low) «: ‘12then%> ti: Bom Dra Browser <9-2, > Boa Tarce <% and it 55> 51'. l l :7 . ‘ Processamento de i/ lL 'l'este. asp re omado <HTl‘l/1[_: > Bom Elna '-'. I'l FT? -AL ; ' Ambiente de desenvolvimento de péginas Asp Como os arqt/ vos asp séo arqtfvos do tlpo texto (ASCII). eles podem ser escritos em um edtor de texlos ccmum _ go: ou Notepad. por exemp-'. o. Exists ta'rt: ém o Msvisual lnterdev. qge proporciona Ln amtlerte mas ag'ad: ivel de desenvolvimento. mas exige os mesmos cor be-simentos do programador. Pré-Requisitos de funoionamento Paginas asp ncccssltam ser hospodadas no scrv dor Wcb da Microsc‘t: o lntcmct lr'ormation Server (IIS) na verséo 3 ou superior. Este servidor deve ser instalado mma méoaina NT Server 4. Para 0 HS 3. a-nda é preciso instalar L“ pacote adicional do Asp para que as aolncacoes lunaonem. A partlr da verséo 4 este pacole jé vem inccrporado ao llS. 3-2-. ::n-4*o'. ~‘nr-’1ln<tr~ Ap l‘. fI; Cf’. r: .‘. ’1 Irtrrnzrt Plr. ':ilor'1m D. ‘ crrzr. -:rlt 7,_-; ,_. ,,, ~,, ,p(, ., x P. ':gu-is 2
  3. 3. Cepitulo I — Conceitos Introdutorios Resume Nests caipitulo aprendemos que. .. Active Server Pages: 350 paginas web cinémicaa que oornbinam HTML, server-side scripts e podem também oonter client-side scripts. Cll0M'S| d9 scripts: Sao codrgos do programacao que rodam na estacao cllenle. Geralmente séo responsaveis por pequenas validaoées e consisténcias. Seu luncaonamento 6 dependents do browser utillzado. Server-side scripts: Sso cddigos de prograrnacoo que rodam no servidor. sendo assim. independentes do browser. Em programas Asp. 550 os grandee responsaveis pela atividads da aalicacao. Funcionamento; Ao stander um pedido por uma pégina. o servidor prooessa o codigo script da mesrna e retorna ao ollente solicitante uma resposta HTML Roqulsitos: As paglnas Asp dovom sor hospodadas cm um sorvidor Windows NT Server 4 com 0 Internet Information Server (versao 3 ou superior). Vooe pode tomar sues apllcacbes mullo mais aoesslvels atraves da Internet. Sous dlentes ficarao muito mais sstisteitos so encontrar uma aplioacéo disponivel em qualquer pane do mundo. em qualquer hora. em qualquer mlcrooompmador. Penso bom antes do adlclonar cllont-side scripts om suas péglnas. Voco podora tornar uma aplicacao perleita em algo inacasslve-I para alguns usuérios. 9 Due browsers supomm ASP? So a aplicacao nao possulr client-slde scrlpt todos os browsers suportam ASP. lao aoontece pelo fato das pofinas ASP serem processadas pelo servidor. O que 0 clients reosbe e somente oodgo HTM padrao. Terei rneu codlgo fonts protegido? Sim. Como o servidor reloma somente o resultado HTML 0 codigo lonte (Iogica) lice prosorvado. So. no browser, vlsuallzarmos a tonic da paglna. vorcmos somcnte codigo HTML Ileu NT server is velo com o IS 2. Posso ullllze-Io pars Active Server Pages? Naio. A tecnologla Asp fol lncorporada somente a partlr da versao 3. 3¢urwdrII'na1to dc Aucwées para Internet Plaiarrna Mcrosdt Pagina 3
  4. 4. cupituo ll - 0 Internet Irlorrnation Serve! capluloll-Olnumotlmormsuonsavor 0 lflovoooil Inumol hlonnallon Server (IIS) 6 o sorvldov web 412 Morosoft. E note que dovomos oonfiwrar as aioevoes dos nosaas aplioaooes ASP. criando dtetorios vinuais. definindo potmlssoos do aossso o clsponlbllzando as apflcaooos E uravés do Management Console do IIS que faremos eslas oonfiwraooes. lnstalaoio do us Amos do dotalhatmos a lnstalagao do IIS. 6 ptaciso saber quals sao sous pvé-voqulsltos: 0 Windows NT Sewer 4.0 - Intomot Explorer 4.0 on superior. 0 Option Pack 4.0 A parur dodos soflwaros e paoous, podomos Inldat a lnstflagao do IIS que no vordado. laz pane do paoole Opfion Pack 4.0 do Mcroooft. Ao inioiar a instalaoio. a primoira tela a ser aptosontada 6 a sowlntoz so vooe obsowar o oontetido desta tela. ma que um dos ltons qua aara instalado 6 o lntomot Iriormation Server(IIS). Clique on Next. 0uoIw: h'I1Iu'I1o do Aflapéu out lriunlt - Plliotrnn Dkrosdt Mom 4
  5. 5. Capitulo II — 0 Internet Ir-. ‘ormation Server uluooulxvi-In-an . IuuionI'uts x‘ Especatiqae o tipo de instalacao a ser teita. ,, _,u. A. Como exemplo, jig: Vflndows NT 4.0 Option Pack §533"3'“_°‘5 U""Z8"d9 3 unstalacao customrza. once podcmos cscolhor ': ""' "’ " ""‘ “ " 7 "' """ D5 compc-nentes E I"-rnr -r-1'-Yr? !‘ ‘ad-. :~: -‘nr: :1‘Ic' , , , scrum msta a-dos. luv: -I I Fr. ‘ wkvv V-. ---t» ~ pr . ..4.. ‘IV? !’ » in v l“. ’L. J‘ I. - ll I; -um r, 41:: lI_| J:‘ r I» Y. --- o w: ..~« I Illuoeotl Ilium liornulon Suvuvuslurln Sol ~ X Nesta tela, selecione os oorrponentos a screm >I ‘C-, ‘Ir-rt’ . , , . instalados. .. .., —. , ., . -. . .. _. - , ... g.. .1.. .. -4 [I« - IvIL.1I‘J. .r-rl. ‘ r ‘ I L’ tau . u. I|!1h. ! --rr 1 . I Iuvn .1 1" V. ..-. ‘ -. -», —r , . t. .., :--.4: zp : - ‘cl - 1- . ;.: - ccJ’r-‘I wt : .« mg : - we 1. wt, ‘ u, -1 “L L] ', I d-; : w T’ > I 1 In It‘ -~)u—-I C’ "P (I) . r. 3| now! _ . II. I I’ . . -I I 3r_—. ::n-4*ar. "nv‘-1IocIr~ Ap t: :a; r:r-. r: :.'1 Il'wf¢’fn: !I PIr. ':IIar'1m I4'u: rr: r.-.1It ‘Ya. -.'. ..a». nJ. ~o P. -': gI'1a 5
  6. 6. Capitulo ll — 0 Internet Ir-. ‘ormation Server Ilhnootllllllulnlflorunhltservotvuiutlonsd ~ xf Depc-is d-3 seleciunados os ccmponentes. seré , ,_, c _. solicitado eo g Internet lntormation Server 8d"“"'ST'8d°'- 0 ‘C08’ ' once as pacotes devern F-. ... .». «I. .42- ~ . ... .I-, .»-. — I. .. . .:. —~. . scr unstalados. Como IL». - . s. .. . indca a figure ao Iado. .. ..; ... .| . 1-. ~. I 15- - , - I It-tan rh" -. :-- mg . a- . Ups-. . . . [I . ,., ., , — . I "v~‘( >--I r ‘-I <: tI. , . , -— r "I In"! —. (,I-, n 7 II, ’ I. I.mP an _-. I um 1:7. vI I Estes size 0.5 passos para a instalacoo do IIS 0 proximo item a vermos sera oorno otrzar 0 Management Console para administrar os sates criados. 0 Management Console 0 Management Console e’ o pa= neI d-3 admmistracéo geral do Microsott lntemet Ir'onnotion Server. E atraves deIe que sao teitas as oon‘Igura; oes de todos os sites e aplicacoes hospedados no servidor. - . =;a. : - Lvtv X 11?‘. '37 C, ‘ I II -~ g F; .5 L; __J L2. _/ I H. ._: ~ v'iI"I! I:r , -r~. n 7314,“, J : , ~ ». V ‘V_ _l]rI'uIIm -5-. _H—«~-'v~ , ‘l’r; :'; z:1': .J. ".: :: I _+_ . -- urv. ‘1‘-: n‘t. ->5‘: . {. .V_[. un —: ];. '_""“. YFV L . £I. «-. r 1" "‘L' ‘-1’ _J]p. rr. Ivo . Juror - _j I. >1u . _], -:. ;.. m-- r11-I~t V» . ~» o _Iu. . t''‘-: . «H. ". -.. - fnw «. I11 3". ’-!171'4’OI’u"IIv’fi'IIDCII“ Ap t: n;c-1'. um. ) Ihtrfnttl PIr. ‘nIar'n.1 I4’«c: rr: r.-.1It ‘7,_. :~. ,,, __, ,.1,. , . P. ’1gI'ta 6
  7. 7. cnpihlo ll - 0 Internet Iriorrnation Server Geronolondo Web sites Em vorooos ontorioros do IIS. non era poooival crtar vonoo Woo Stloo com o mosrno IP. Nesta versfio go o posslvel aior vorios Web Sites com o rneemo I? e oinda odninistro-loo de torma dlloronto. Orlando nrwos Sllos Pas crtar um novo sits. cllqus com o botoo dlrolto do mouse soon 0 noms do rnsqulna no cpol dove roslar ooto silo. oolociono o opooo Now -9 Now Site. A tolo oboixo ooro moetroda: Nesta tola. indiquo una descricio do navo alto o oor aiodo. Voco dovo indoor para 0 Setup. 0 IP do moquina e o ntimoro da ports do oorvidor Web. Goralmente. as poms do I-‘I'P 0 HTTP son 21 o 80, respectivarnonte. Ouerwthirlulto do Afiapéu DUI Iriunet - Pliicrrno Ibrosdt Mama 7
  8. 8. Capitulo II — 0 Internet Ir‘orrnation Server Nesta perte do Setup inc cue 0 com Mo do d veto’-o Home Para Iunaltzar. cor't_: ;L. 'e as permissoes de acesso. e se‘ec—one as permtssées de Scr pt I , . I Depots do crrado o novo sate; -. voc-2 pc-do actcrar as cor‘ gurasocs. A tcla bzu-co 5- mostrada quando voce execma as p'c; xr'edades de tm Web Ste. oa'a I550. cl rue com o totéo d reito do mouse no Woo Sstu u : 'sc‘u-: tc'1u a opt; -.10 Propurt-us 3-1*. :: n'u: I'. ' 'TIv"1|0-: ‘Ir~ ftp r. :n; t:-4 : ‘.. ‘.'1|rt-rrvzl PI. '.':1I-: tr'r. ‘.P. ':: rr:1:n‘t 1., ‘ j'_“ , ,_, .H L, ‘ I‘. £ut"I. a 8
  9. 9. capihlo ll - O lntetnet lriormation Server Cada Web Site aiaclo poasui suas proprias confiwtaooes. Eataa oonliguracéea sap ildependarues do outros site. ou seia. as conliguraeéea Iaitas para um alto. nio auto as mosmas para cum). 3 I160 ser que vocé lagaasmasmas conllguragoes. A Ida do propriedadas dos Web sites permits cue vocé oorligura coma: do saguanoa. pedovmance, lltros ISAPI, dlmddo Home. docurnantos. cdaeqallmoa HTTP. rnensaoans do erros oustomlzadas. web Site conliguraqao do IP. portas do conaxio a capacidadas do Iogln. Security Accomts _ Conflguat, -so das pannlssoas do usuarios. Parfotmmca Estabola patfounanca. Iargura do band: 9 com! daconaxéo. ISAPI Filters . Gerenclamanlo dos nllros ISAPI. Homeoiradnuy Conilguracao da patmissao de aceeao e , oonfiguragoes das apllcagoes. Documams Conllguacbo do documantos 0 rodapés _pacI6ea. Directory Seeulity Conllguracao do autanticafio da aanha. .aaguran9adacomunicat; Oootestri9oosTCP/ IP. Oustomfirros Dathlcao o eonflguraeao das monsagans do anodol-ITTP. Amanda on valoraa padtiodoslta Voaé lambém pods altarar as propriedadea padrao (Defiant) para todos 00 Sites cliadoa Para iaso. sdadono 0 name da mamlna onoo vocb dove cdav os Web sites. A Ida a sagulr aura mostrada: Duommiumln do Afiapés pua lraunul - Plliotrnn lfiudt Mann 9
  10. 10. Capitdo ll - 0 Internet Information Sewer Para altarar oa valores. clique am Edit . _ Dkolorloa Hobos 0 Vlnuals Um ciretorlo lisioo é slmplosmente 0 local ondo oota slluada uma aplicacao (ooriunto do arquivoe ASP o padnas HTNIJ no eorvldor. oomo por axemplo c: irlo1pubapps . Um dirotorio virtual nadamohsodoquo um ualhoondoollsaponta para LIII clrolortollsioo. o que nan pormlto deeee mode que so visualize todo o path doe arquivoe aoeeeadoe. Urn example do diretdrio virtual sorla mM. sqvhdor. un| canpmrIdlrvlrmal . E atravée do Management Console que podernos criar ciraérioe vituaie e ajuslar as propriodados do coda um doles. Orlando dlrotorlos vlrluals Para crlar um nova drolorlo virtual. diquo com o bolao dlroito do mouso no Web she ends oslo Iocalizado este diretorio e eelecione e opqao New -) Vlrlual Directory. A tela a eeguir eera moaradm Eqaeoillque um alias para o diretoriolisico. Ouemtmirrulto do Afiapéu pa: Irnunel - Plaiorrna Dhxeedl ’ Plona 1o
  11. 11. capitdo ll - 0 Internet Irlorrnation Sewer oonflgurando no caraoteriatloae doe epllcoooaa Asprorxiedadeedeurn dretoriovirtualéumpouoo Nesta lola. voce deve eepecilicar o direlorio liaico onde ostao sues aplloaooesepaghas. clique no botao Browse para lacllllar. Nesta proxlrna paoina. especllirpo as permieooos do aoeooo do sous ueuarios. Para que um usuarlo lenha pormleeao do ‘rods’ um script. 6 precieo que seia dado a perrnisséo Allow script Aooeu. riferente das proprledades dos Sites. pols voce nae preclsa oonflgurar eepedllcagoes do servlco HTTP. Para vlsuallzar as proprledades doe dlretorioe virtual. eelecione-o e clique corn 0 bolao dreito do mouse. eeoolla a opcao Properties. Ouerwthillurlo do Aflapéu pt: lriurnel - Plliorrna Moroedt Plonatt
  12. 12. copihlo ll - 0 Internet Iriorrnation Server Perrnlooboo do oeosoo noeto item ostio dofiridas as psrrnissoos do aoesso que os usuarios possuem para a aplioaoao locdlzsch no dirotorio o: tnotPu: DaniMlOutros Clicando nests bolao. voco podora oorrligrrar as propnedodos do splicacao. Perrniooéeo do Script Nesta item. vooe dove conllgurar as penniseoes para axocucao do scripts Para que um ASP posse sar‘rodado"opreclso, polo rnenos. pormissao do Utilize esta ireertaoo para oorligurar as arqiivos que a apllcar, -so estara ulilizarldo. dopondorldo do we exteneoo. Por example. so sure qlicaoao estiver utilizando arqrivoo oom extensio . ASP. estes arqulvos devem ser prooossados pela DLL asp. d|l. localizada om cAwlNNTsystorn32'linotarvasp. dIt. observe a figure on lado ondo coda oxtaensio torn eua DLI. oorroapondente. Ftoquisitoo do seguranoa aerao abordados om outro capiulo. Por onquanto. vimos aponos oomo oonliwrar o IIS para reconhocer sites a qaicaooes. Ouorwthirlulto do Afiopéu DUI lriunot - Pliiorrno lbroodt 5. ! P@tl12
  13. 13. Capituo ll — 0 Internet Iriorrnalion Server Huumo Nesta cafiluo apranoamos que Para instalar o IS 4.0 6 preclso do Windows NT Sewer 4.0. Imomet Explorer 4.0 cu superior 9 Option Pack 4.0. 0 Management Console 6 a interface utilizada para a adminislragio do IIS E possivei criar vérios Web Sites para o mesmo endereco de IP e adrninistré-Ios de lama dlerenta. Com as ciretérios virtuais é passive! aiar urn atalho especifioo para sua aplicacéuo dentro de um detenninado Web Site. Para que seja posslval exocular scripts (cGls. ASP) a partur do an underage, 9 proclso oonligurar as permissdes de acesso para. pelo menos, Allow script Access. Oscnvdvrrnuno do Aptcaoécs para lmurnn - Pladarma Maud?
  14. 14. Capittlo III — Forms e ASP CAPITULO III — Forms 2 ASP A relacao entre form HTNl e ASP é muito imponante porwe a partir de fonnulario podemos disparar aches. e é nasta acao que iremcs “chamai” uma pagina ASP. Com isso podamos consistir os campos. passer pararnetros de uma pagina para outra A sirrtaxe para utiizar an Form no HTML 6 a seguinte: 033$: II0lII_IInIIkoAU in lDX_&_b! Dm - nun» T (S 03 palmetto: do Tag Form: ACTION: neste Ian. vocé deve especrficar o diretcrio e name do arquivo ASP a ser disparado. NAME: especifique um nome para seu formulario. Item nao obrigatorio. METHOD: define corno seus dados serao enviados para o servidor. Existern varies rnétodos. mas o que irarnos utilizar com mais frequéncia sarao dois: GET a POST: Got Utiizando este méiodo de envio dos dados, os dados que estao sendo erwiados serio rnostrados polo browser. <FOFIM ACTION - 'nome_arq. asp' METHOD-GET> <INPUT TYPE-SUBM| T> <lFORM> Post Utiizando esle método. as dadoa sario enviados para 0 ASP determinado no parametno ACTION. <FOHM ACTION - 'nome_arqasp' METHOD. POST> <INPUT TYPE= sUBMIT> <IFOFlM> Uma masrna pajna HTML ou ASP pods ccntar varios FORMS diaparando dilerenles paginas ASP. Observacao: a pagina qua faz a chamada para uma outra pagina ASP néo necossariamento precisa ser uma pagina ASP. pods ser urn HTML Exarnplo: Oscrwdvlritno do Aprcacéas para lntarnct - Pladorma Mcrosdt Va Paona 14
  15. 15. Capitulo III — Forms e ASP Esta primeira pagina pode ser HTML: <htrnI> <head> <tItic>UntltIcd Normal Pagc<rtiuc> <. 'head> <body bgcolor= "#FFFFFF"> dorm ACTION : "horas. asp" method: "POST"> Clique nestc botiio para saber as I-toras: <P> <p><input type= "submit" narne= "Horas" va| ue: "Horas"></ p> <. iIorm> <BR> <BR> dorm ACTION : "dataasp" method: "POST"> Clique nestc botiio para saber a Data: <po<input type= "subrnit" narne= "Data" value= "Data"><Ip> <HOI'II'I> <. 'body> <Ihtn'I| > Observe que no example aci‘na estamos utilizando dots iormulérios e ca-da um daias iaz tma chamada para urn ASP dterente. Vam os detalhar o codflgo HTML: dorm ACTION = "horas. asp" method= "POST"> Clique neste barrio para saber as Homs: <P> <p><! npuI Iype= "submII"name. -."Horas" vaIue= "I-Ioras"></ p> </ form. » Nustu torm. incluimos L11 botao do tipo Swmut qua duvu disparar a acao do Form. A apao do Form (ACTION) esta definido para chamar um ASP chamad-3 horasasp que se enccntra no mesmo dimtdno do HTML. Ouzmdo o arqu vo ustiver am on oirutc-no dilufunlu do dnretono da pag na qqu tez a chamada. e necessanp que ele seia indicaoo O cooigo abaixo taz a charnaoa a euro ASP. para isso detir mos um outro formulanoz dorm ACTION = "daIa. asp" meIhod= "POST"> Clique neste botéo para sabera Data: <p><inpuI Iype: "submit " name: "DaIa" vaIue= "DaIa "></ p> </ Iorm> 3"_'. Z171'4'0'u' 'nv‘~'1to cIr~ Ap t1.’n; r:u". r: :.’1 lrdrrnztt PIr. ':IIar'1m If u: rr: r.-rrtt AT, ‘ ; ,,. ,,_, ,.1,. , P3941315
  16. 16. Capitulo III — Fotms e ASP Vamos ao ASP das Horas: ¢lIUI> <IIOnd> <IlIlo>l-| ona . . dllllua <boOy bgcoion-"1FFFFFF"> Slo onnlnonlo <1i= Tino 36>. «may» «mun. Neste caso. a pégina obrigatoriamente deve ser nomeada com a exlenséo ASP pois oontém oodogo Vfisorlpt a ser lnterpretado poco servodor. Davida: quad 6 o codugo a ser Inlerpretado poio servidor? <%=1'lmo 96> 0 ASP da Data: <MlI> dread: cllllcanun do Hob . . dlillta chad» <bo¢y buoo| or= "lFFFFFF"> Ho]: 4» <9; . on 99.. <ho¢y> <MtIlII> E o mesmo caso que o arquivo das Horas. também precise ser nomeado com a extenséo ASP. pois a Iinha <95 = Data 96> necessariamente sera interptelada pelo servidot. O restame do codigo é HTML nesumo Neste capitulo aprendemos que - Podemos deli nir véios lorm ulério am um arquivo HTML para dispara: vanes ASP. 0 Um arquivo comum HTML pode disparar urn ASP. porém an arquivo com cddigos que dovem S81 mtotpveiados polo sarvldor. dove ser nomoado com a oxtensao ASP. Para duspatar um ASP a panlr de um tomnulano 9 prodso deflnlr o parametro ACTION. Existam dais mékodos diletentes para dimarar um ASP: GET (mostra as dados no btowsor) e POST (nio mostra os dados no btowser) 3¢uwcwII'na11odc Aucwées para Imam! Piaiarma Mcmsdt V& r= aona1s
  17. 17. Capituo lV—O que é VBSorim? clwlruo IV — O we 2 VBscnrr7 script Antes de idannoo sobre o V'BScript. é interessante esclareoermos o que é um script. As Iinguagena Scripts Iorarn oriadas para parmitir a crlaoao de aplicaodes para a Internet rapidamente. Se vooé oornparar estas linguagens oorn as Iinguagons que oostumamos unlizar. Ira perceber cpe as pnmelras sac mtitos mats Iaoels e simples de apvender e deeenvotver. Os scripts nos perrnitern oriar aplicaofies que deoemoenharn funoées oorno: Alterar a linha de status do browser: Deiinir um timeout para determlnada procedure: Rodar telas do alerta. oonfirmaeao e lrput; ’Forgar' a navegaoao para outras paglnas: Altarar oor de fundo. barra do tituios. em: Crier uma nova pagina com taxtos; Exeoutar Iuncées do browser como Back. Forward. Horne. etc; Executar procedlmentos quando Iunooes do browser iorem exeoutadaa visual Basic Script Language (vescupi) 0 Visual Basic Script Language 6 uma das multas possiollldades do llnguagern Script que rodam num oervidor e. para o IIS, ela é a linguagem defaut (pacific). Deaenvolver wicaobes utiizando esta llnguagem nao e an bldio de sete cabeas. Vejamos algumas caraoterlsticas oa Innguagem: 0 E similar so VBA (Visual Basic Application) Iingruagem criada para Iornecet aos aplicatlvos outrae Iunclonalldadee e Visual Basic. 0 Perrnite a manipulacéo de strings. datas. numériooo o Permits a utiiizacao de todos as oomandos do Visual Basic. porém nao permits a maripulaoao do banco do dados e awe-so ape perilériooa - A manupulaoao de banoo de dados e Iella atraves do objeto A00. 0 VBScnpt apenas cna instanclas deste objeto. a partir dai. vooé pode utilizar os métodos deste objoto para manipular as dados. 0 Tern um mecanismo do cornunicaofio corn servidores de objetos COM. como 0 Microsoft Exchange Sewer. Mlcrosoit Index Server. Database Sewers. Baeeada nas Iuncionaldades de programaoao do Visual Basic. e um linguagern ieve que nativarnente é executada pe-lo Internet Explorer (3.0 cu sweror) e que pode ser exewiada por outros browser: at panlr de pug-In. Mas. oomo cnar uma pagina ASP ulllzando o VBScrlpt? Antes de mais nada. temos que tor em mente que alguma oolsa tern qua interpretar os oodigos do vBScn'pt. 0 responsével por esta interpretaoéo é 0 Its (Internet Information Server). por isso entendetnos que o codgo dove ser lnterpretado no Servldor e nao no cllento que so tora 0 browser. Para que o codgo seja Interpretaoo polo Servldor. 6 preclso segulr algunas lnstmooes: 1. UtlIIundoatag<%%> Esta Tag deve ser utilizada wando vooé pretende exeoutar qualquer cotigo VBScript no servldor. Entre <96. e %> 6 posslvel ser escrtto malquer oodlgo em VBScrlpt. Deeerwotwnenlo de Aplcacoee oera Internet — Plarelorrne Manson
  18. 18. Capitulo IV — O que é VBScritp? Ouando sou script possum HTML o codigo VBScnpt o sumdor sabora qual urtormacao devera ser retornada pm: 0 c‘iente (browser). Por exemp’o: <% ll I-iour(Now) < 12 than %> Born dla! <% also “.4: Boa tarde! <24. and if %> No uxumplo ac-na. as linhas que uszlvurum emre a tan <‘! -'&. ‘! -'‘. .> seréo interpzetadas pelo Servidor IIS e deoender-do da condigéo satlsfcita. so a hora for muncnv que 12 sura mostrado Lmn HTML com ‘Sam 0-a! ". so nao 0 HTML retornado pelo Servfdcr camera ‘Boa Tardei‘. Para retornar no HTML v: —.‘c~'es de variéveis direiamente do script. utilize a segainte snmaxc: A data do hole 05 <% = Date 3*». Com a Iinha acima. o HTML a sat retornado seré ( mag memos que o d a da hqe seja 20"08~'l 999): A da1a de hc-je é 20"08-1999. 2. Ulilizandoalag <SCR1P‘I'> Com esza tag lambém é passive! cnar scripts que "rodam" no servadar ululizamlo a sintaxe: <SCR| F'T LANGUAGE - VBScr'pt RUNAT-Server» <. "SCR| PT> E preciso especificar a fnguagem scr'pt a ser utilizada e cnde es1a sera‘ interpretada. A partir cuslo. :3 so fazct a cnamada do alguna pane do HTML No caso aclma. o scnpi que estiver entre a tag <SCR| PT> <. 'SCRIPT> deve ser escrito na linruaqem VBSoript u suva Intmprulada p-or um survidor IIS. Esia tag 0 mu= lo uulnzada para cnav fungom‘. u subrotinas. Por exernplo: <SCRlPT LANG UAG E= VBScript RUNAT= sewer> Function RetomaData() Rctomaoata = Date End Function <! SCR| PT> Esta fun-:30 retornara a data do sistema no Servidor. Para fazer a chamada desta tungao. scta nozussavlo uul zar as tags <% ". --: .>. Pov uxempm: A dala de ncgu C: <": ='= = Ruiornaoalal. ) 92>. Ouzra afilernauva disponivel no IIS pata retomar valares dwrelo para 0 HTML. sem utilzar a chamada a: ma, é usanda o Respon5e. Wrilo (mas adiarze iremos estudé-lo detalnamente): 3:‘: en~avJ'w1W>; «1l0 Or: ALI v. “;‘o: t3~: ‘: Cc. ‘1|| "‘. t1TV. ‘I‘ F| a=‘u! or'va I. ‘-121030?! vT. ,(; ,,, _,, ,,, q,. , I Put; na I8
  19. 19. Capituo lV—O que é VBScritp? <SOII| 'I' LNfi| MG&VB8elhl lIl. NA1'= SII'VII'> Function llotornolluao floqaonomvam “Adana hobo“ &Dnbl: “." End Function <IsclIP'I'> 0 HTML rotomado 6 (supondo que a data soja 20I0aIt999): A data do hole 6 zoroansss. A porgunta Imodtata quo voco farta: como 6 possfvol rotornar um HTML sondo que om memento algum toi laita a chamada para a funcao? Bem. quando é teito um padido an servidor pelo eatecupéo de um ASP, 0 servidor euecuta todas as iungéos dedaradas no ASP, entéo podemos oonotuir que esta luncéo também tot executada. Como o Responsmwrite retoma diretamente para 0 HTML 0 oontefldo do term. sari mostrado para o usuario o taxto definido. 0 proxlrno passo para a criacao de uma pagina ASP 6 lntroduzir o codlgo HTML Por example: <l'I'l'fl. > «BODY: <%lH| o|. I(| lon)<12IIIm9b «cameo» Born do! <fcEN'l’El| ><BlI> «sum Sb «cameo» Olil «RENTER» <38» «band It in «canon. sun prlmoh piflno utllundo Vascdpt o I-ITIIJ acorn-en» «BODY: ¢ll'I'I'Il. -a Esta codigo inteiro oonstitui uma pagina ASP. na qua! vooe mesctou codigo em HTML e vascnpt. O Servidor sabera que o obrigo entre <% 95> sera intorpretado a nap dove ser mostrado para o ctiente. apenas sou resutado. Nests case. a pagina a ser retornada para 0 browser sera: Desommtmtertlo do Apucacoeo new Internet — Ptaruorma Manson W Poona I9
  20. 20. Capitulo IV — O que é VBScritp? Lembrando cue os BYQJNOS ccm oodigo VBScript devem ser nomeados com a extenséo ASP. por exemplo; primairo_programa. asp. Dosta torma. o IIS entenderé que o p-ad do loi feito a partr de uma pag? na ASP. Se for utilizada a Tag <SCFtlTP> <. ~'SCFtIPT>, o cédigo VB$cn'pt e HTML ticara: <SCRlPT LANGUAGE= VBScr| pt RUNAT: Server> Function RetornaData() Relomaoata : Date End Function <. ‘SCR| P'I'> <H'l'ML> <BODY> <CENTEFl><B>A data do ho]c o <% = Bctorna Datno $’: >.<r‘B></ CENTER> <r'BODY> <lHTML> 0 HTML retomado peio servid-or sera: : .~; - C ft: [:21 Yr: -vs | _', -c Ecm‘I. «ro: a': r flip ' ' 1 ’~ - 7*‘? 5' 5 , ’u / — . ';*J J. A ,1 I 8.9.3 F‘-‘(.341 Hr-rm Sewtn ttetwere Fur {€53 é'BCIZi an L-: r.9h: u r: terux'r: xr-. .-: .EIft: «:i. P v ‘: ,U"'n’r»: t': Ft: Ia': : L~, ’', ’., '-’r: I': rlP~'--: ;r3: 5‘ M— trig ‘dz'r~bM': ‘ 5-] Curr-’. ‘-: -n. ' Bmlcun A ll: |l‘oI tlv Ilujr r- 2306399. Entéo. vimos oomo fazer para um scrf A - uf'izanda o VBSoript — "rodar" no servidor, Mas, e so vocé q. tIsu' lazur consrsténclas do tcla para o usuarto u qgu ustas ustr: ,a'n dufmldas na pagina oorrente. ou seja. néo havera urn pedido para o servidorr o codigo den/ era’ ser exectrado no browsur. Com 0 VBScript é possivei criar rotinas que sejam exeoutadas pelo cliente. Porém. dois aspectos devem ser observados quanda dacrd mos programar subrotrnas e tungoes para rodar no browser: - Em nosso caso. sera necessano que o seu browser seja a Internet Exptorer 4.0 on superior - A programacao dove scr bascada nos cvcmos dos objctos do formulario e do prcprio fcrmu'a‘n‘o. Por exemp-‘or ONCLICK. CHANGE. GOTFOCUS. Du: en~avJ"r vn»; «1to <1»: Ap 2.25:6.-. Cc. ‘ 5 Irrtu r»: | — FI‘a't$IOI'T‘&'u'4|I1l. “5’J" '1., (;, ,,_, ,,, K1,, r Por; na 20
  21. 21. Capitulo IV — O que é VBScritp'? Exurrplo do Codngoz <hIm| > <head> <tme>c6dlgo que roda no C| lenle. <2't| t|e> <ahead> <scrIpt Ianguage= "VBScript"> SUB BOTAO‘I_0NCUCK() RodarC| i.BO‘l'AO1.Value = "luiudamos 0 Value! " END SUB </ script> cbody bgcoIor: ".‘: FFFFFF"> dorm NAME: Roc| arCIi method= "POST"> <p><input type= "button" name= "BOTAO1" va| ue= "Vamos mudar o valuel"><. 'p> d1orm> <; ‘body> <; hlml> O Resultado des1e HTML: ;_r': °: _‘_*_: :. ..‘""". :r _ jmt-J . .r: '_ : _ 7.; ' "W" ’. ‘.L f-- ; :.. gm. :. . u 5. ‘L1. ‘pg -_u 5)‘. s, - u 5. can . T);1x'_3 'r-- . ,J_‘qJ; --. P. .. -m. ‘.-- r. —-and F. ~': lu nu uu. .«. r4-, r-n: . r- ; A. ._. ‘[gJ‘u; ‘‘-- ma. .. up —‘. ..-. .$: ..u'. o“ - Lu E-»«, ..[gJ‘tr, ~m. ..~. ... ,.-. m.“. . Futvjbln. Lu ’ ‘K _' '7 _J J k Zu-.1 : .:'u-nus! ‘_, Ztru uh Ivdzmd Esta é a page/ Ia abs-rta antes Ge crocar o botao Dapors do c. '.v: ar 0 Demo da pagnna sua “Vamos mudar a value! ’ descncéo é afterada para ‘Mudamos 0 Value’ 0 HTML‘ dorm NAME: RodarC1i rnethod= "POST"> <p>dnput typo: "button" name: "BOTAO1" valuo: "Vamos mudar o vaIuc! "></1» <z‘lorm> Nesta parte. estamos monian-do o botéo. Para que a sutrmina seja executada. o bctéo dove scr criado om un lorm (fcM'm-Jtivious. majs adnamc cslarcmos cstudafic-3 dc forma ma-s detalhadal, deve ser d= .vfir’do mn name pa'a esxe otieto e seu tlpo deve ser button. Depcfis de damn ' o cbjeto que dew 0 spam’ a agao. vocé deve rxogramar a subrotina: 3:0: mw'J‘r 'Ivv3‘IIO Or: ALI v. ‘a: C~. -‘: L‘c. ‘:| l'V. P.1F>t‘| - PI‘. :‘n! Ol'1hal. 'I:1C*5(I? I '7.“ ; ,,, _,, q,q, , ~ Par; na 2!
  22. 22. Capitulo IV -0 que é VBScritp? acripc Ianguagen"VBScfipt"> SUB eorAo1_oucucxo Rodarcli. BOTAO1. Value 2 "Mudamos a Value! " END SUB </ acripb Esta sub-rolina esla seooo executada peio browser. observe que néo configuramos a Tag <SCFllPT> com o pavametro RUNAT. O evemo que deve disparar a acéo seré o evento ONCLICK. ou seia. quando clicarmos no botao o oodlgo csctlto sora dlsparado. Para iazor a votevoncla ao obgeto do lormularlo. voce dove saguur a slnlaxo abaxxo: BodarcIi. B01’AOI . VaIue Fhoumo Nesta capitulo aprondomos que - VBScript 6 a Iinguagem sctipt default tpadtéo) do IIS (lntotnet lntoanation Sewer). - Ouando o céongo dove “radar no servodor. 6 neooséno que oslo osmja arms a Tag <% 99» cu <SCRIPT RUNAT - Sewer» d5CRIP'I’>. 0 Um script também pode rodar no diente. basta wenas utilizar a tag <SCRIPT> </ SCRIPT> Indcando a llnguagam a so: utlllzacla para que a browse! possa miarpreié-la 0 E preciso prestar bastame atenqéo quando sotipts sic delinidos para rodarem nos btowsers. pois alguns scripts apenas sao interpretados pot determinado browse: a versao. Por example: <sctIpt languagI= "|avacotIpH.1"> - aponas soré oxocmado em Netscape 3.0+ actlpt langue9es"]scrlpt"> - apenas seré exeoutado em Microsoft Internet Explorer 3.0+ <sctIpt Ianguage: "VBScr| pt"> - apenas seré exeoutado an Microsolt Intemet Explore: 4.0+ aesemommevno de Apncacoee para lmemal - Placaloma Mcvoem Poona 22
  23. 23. Clpittio V — Vafléveis CAPiruLo V - Vumvins As variaveis sap deliridas quando precisamos armazenar ternporarianenle valores para que a wlicacéo tenha aceeso as informaooes e oonsiga maniaula-las. Tipo Suportado pelo Vflscript Enquanto 0 Visual Basic supona muitos tipos de dados (variaveis). o VBScnpt apenas supona o tipo Variant. Esta tipo 6 onioo porque suporta todos os tipos suportados peto Visual Basic: integer. double. string. dale and currency. 0 Iipo Variant assume 0 Iipo de variavel dependendo da ambucao iella a ate. Por eacomplo. dodaramos um vanévcl chamada taste: DIIIIXII 'Es1avarIa‘v¢4o‘¢oIIpoVanaIIt. posr3oIem Tom a "Announce do doolanr a vllivor‘ 10:00:26 um - “A waive! reeabou 25" a especihcecao oo sou tipo: "I’ee! enalInnaao| aooedo Iipa Suirg. E snrirpo string :06 que ha‘: outta | Ivi: u‘I; io ‘T630 IRS! ) I113 édo Ibo m. lI'|6‘l:0. dcvfiorus flcrcmc dcstnq. E sera upo numonoo ale que rune aura an-mugan do v-doves cuecem on «marine. ‘Teae no Ema acima vole a aauvriv 0 lion Suing. pois 0 via! an alrbuqio Ioi Iexln. 8ub'| ’|pos (Subtypes) 0 dpo Variam oonflste om pequenas unldades chamadas subtlpos (Scbtypes). Estes sdnlpos bdemiflcam como um valor e armazenado pela variavel definida como Variant. A tabela abaixo descrove os smupos utlllzados no VBSor| pt 2.0: 8ubTho Doocrlglo Empty Vafior e 0 (zero) para variéveis nurnericas e oomprimento zero (‘ ‘J para _ Rvariévais string. Null ‘ Variant possui um valor que néo é véido. Boolean M Verdadeiro ou False. Byte M Intelro corn valores emre 0 a 255. Integer lmelro corn valores emre —32.76B até 32.767. Currency T‘-po moada. Valores enlre 922.337,203.6B5,4TI.5808 até A922.337,203.685,477.5607. Long A Inteiro corn valores emre —2,1-17,-183,648 ate 2,147,483,647. Single Ponto Flutuante corn preciséo simples. Valores entre: -3.402823E38 ate - 1.4012985-45 para narneros negatives; 1.4012985-45 até 3.402823E3B _ para nomeros positlvos. Double Ponto Flutuame corn dupla precisao. Valores entre: -1.797e9o1a4ee232£3os alé -4.940656458412475-324 para valores negatlvos: 4.9406564s841247E-324 ate 1.797e93134aez32Eaoe para ‘ vdores positives. Date (Time) Contem an nomero que representa uma data entre OUDHIOO ate ‘smzrsese. String Contem an comprirnenlo variavei de texto que pode chegar ale 2 bilhées de fiaracteres. Object Comem an ohjeto Deserwommenlo do Aplcacoee para Imemal - Plaralorrua Motown Poona 23
  24. 24. Capitulo V - Vaniéveis Error ‘Contem un namero de erro gerado por un objeto. Exompto do componamonlo de uma variévcl do tipo Variant: <96 Din loch , . . . um um. ..” Declaramos duas vanaveus do upo Vananl. ondo Taste assume 3“. _ 25 44 o e Mensagem assume 0 vdov strlgg. II tesle - 30 than Mnoagom= "Ovdordo1’oolo6|g| nIa30" / B90 lhnsaooln = "O valordo‘l'u0o6|guala 26" End if 960 Funobeodeconveniodoflposdonadoo Antes de descrever as funoées. precisamos saber para que serve uma funcéo de converséo de tipo. Estes fungées séo utilizadas para '1oroat"uma variével Variant assumir um subfqao especifico. A partir do momento que as paginas ASP oomecaram a ser distribuldas pela Internet on seja. pessoas do mundo inteiro aoessando sua pégina, as contiguracées de datas. rnoeda passaram a ser um valor proocupamo. Pods ostas conflguracoos sac vocuporadas da opgao Conllguvaooos Regionais do Paine! de Conlrole da maquina onde o Vasaipt esta sendo executado. Como o Vssctnpt. na maoorla das vezes. 6 oxocutado om um souvldot. as oonfnguracoos roouporanas sao as oonfiguracées feitas no proptio servidor. As funoées de oonverséo de dados forarn criadas para evitar erros em tempo de execuoéo ou mosmo do Ioglca por sua apllcaoao nao raconhooor o tlpo do dados pelas conflguraooos. Eslas iunooes conseguem reconhecer as oonfiguracfies regionais e intetagir com vérios fonnalos dltorentos do dados sem muda-Ios, ovnando quo orros ooorram. A tabela abaixo descreve as funcoes que pevmilem a corwersao do dados: Fmgio Valor flotonudo Doootlgio Cbool Boolean Verdadouro/ Falso Cbyte Byte valor numérioo do 0 aié 2'55 Cour Currency valores entre 922.337.2oe. es5.477.5eos até A 922.337.206.685,-fl7.5807. Cdate _ Date Oualcper data vélida Cdbl Double -1 .79769313486232E30B axé 4.940656458412475-324 para valoves nogativos; 4 94065645841247E-324 até 1.79769313486232E3D8 para valores positivos. Girl Integer -32.7458 até 32,767. Fraooes séo arredondadas. CLng Long —2,147.483.648 até 2,147,483,647. Fragoes 530 4 arredondadas Csng Single —3.402823E38 ate -1.401298E-45 para numeros nogatrvos: 1.4012988-45 am 3.402B23E38 para . nurneros positives Cstr String Reioma texto, excefio Nul Desevwommenlo de Apucacoeo new Imemal - Plataloma Motown Pqpna 24
  25. 25. Capitulo V - Variaveis Identificendo o Tipo de Dados Como o VBScript consegue identiticar uma serie de subtipos de variaveis. sera' necessario. as vezes, que vocé sarba qual o subtipo com o qual vooé esta trabalhando no seu script. Para isso. usarernos a funeao VarType que identitica o subtipo por un vdor numérioo A tabela abaixo descreve os valores retomados pela tuncéoz Suhdpo | Valor llotornodo Empty O Null 1 Integer 2 Long 3 Single 4 Double 5 Currency 6 Date (Time) 7 String 8 Automation Object 9 Error 10 Boolean 1 1 Variant 12 Non-Automation Object 13 Byte 17 Array 81 92 Example <$ Gm bole, Monngoln. flonltflodh Funclon llodlatvolor) Din Flooomn. cont HEIOHD I ‘I For cont = 1 lo Valor Raoorno - llnorlu ' Gaul Next llorlu = Return: and Function fiflt : 5 It tan a 5 than algdozupn n"OvI| ordovar1tvoITono61gunla5" gbkooutllorln u llodhoaue) cl-lnlL><lOoV><oonIer><ha aorrr cocoaaaoooooorso Ibo qt: vufivel d>1'eotedb aoourlhn loi: <16 u Vlf'WP9(19Ile) 11.: -atvoolbcans «four 001.01!-"ooooooIr'»O ttpo quo mm d>Ilonuooun<: ‘l> ouurulu 101: <% = Vdtypotlionugun) 9bdFOIIT><IR> «FONT cot. oa. °'uooour'»o lino qu vtlival <blho| l1llocIodI> unnlu Id: 4% - Vaflypdfienlihdh) 9S>¢IFO. fl': <UR> «sour cocoa. -aoooorr-ya: variivde Return: 0 cont nio podun oor urlorlnehdn. pols quieter: qnnn quondo a Punch Ilodo out undo llb01.IlldI. <lFOIl'l'> <Ih>doan1er>d8ODV><IH1'llL> De-senvomrrrento ae Aplicaooee oars Internet — Platalovna Mcroeott
  26. 26. Cupittlo V - Valiéveis Pam veriicar o subfno do dados que a variével tuuassumlu. utilize o cocigo script: <96 - Vnrrypeaeate) 96 que ié retomaré o valor numérioo correspondence ao subtipo assumido. No case da vanavel tests. 0 valor relomado 6 2. que indlca o subtlpo Irmgot. Nao pooomos rofotendat as vanavels cont 9 Naomi. pots ostas vanavols outsiom aponas para a luncéo. para o restante do scrbt séo irwélidas. O resuttano retomado pelo uvvidor OI'po¢| IvIiIulTatus—'ufn':1 Ofioqunvuiudflaqynuuuinlds OIfioquvuitvoIR¢InI%aassIlhfoi: S Auvuilvoilflooonnoconnlopodlnur ulcnuidqpubcdnunquanudoalunb Mnioutundouuunlc Dodansio do Vaflivols Ouando doclaramos vaxiavols. proclsamos let em manta a sua ulillzacaoz so set: uma varlévd que deveré ser ufilizada pot toda uma apiicagéo ou apenas por um modulo. uma funcéo. subrotina. Esta “poriodo do Vida’ ca variavel 6 floxlvel. ou seja. vocb pode dsflnlr onde. quando o por quamo tempo esta vatiével deveré exisalr. Eooopo dos varlivots As vaaiéveis no vsscvipt podem existir em dais niveis ou escopos: script on pmcedirnamo. 0 team esoopo om relacionado an 059390 do tempo no man uma memotia pode ser rolerenciada na mamétia. O espaco do tempo. que so more ao ‘tempo do vlda' da vaviavol. dependo om qua! nivol esta variével foi dadarada: 56"! ” Ouanoo uma variarel é dalinida Iota do qualquer tungéo e prooedmenlo. é caractetizada uma vatiével vflida para todo o suipt. Prooedinento Ouando vooe verificar que uma variavel ptecisa ser apenas valida para uma tuncao ou procedimento. declare-a dentro deste procedimento ou fungio. Desta maneira. assim que a magic on pmcodlmonto for exooulado. a vartavol dolxa do oxistlr na momorla. Deutwammemo oe Aplcsooeo oars Imemsi - Pmuomu Manson V
  27. 27. Capitulo V — Vans-eels Example (0 (me e mpcmante ate este pomo we estudam os. esta em negrito) <". <; Dim teste Dtm Mcnsagcm Dim Flesultmedia Function lv1edia«jVa'or'; Dim Retorna Dim cont Retoma - I For cont 1 to Valor Rctorna = Rctoma + Cc-nt Next Rctorna = Rctoma ll‘ cont Meda - Retoma End Fur: -:t: on teste _ 5 ll leste : 30 than Mcnsagem = "O valor da varlzivcl Tcste é lgual a 30" Else Mcnsagem : "O valor da varlzivcl Tcstc é lgual a 5" End if Rcsultttlcdm = Medla(teste)°. t-. > <HT. ".’L><BODY> cCENTER: -v: B>c“: '}- -‘ lT'| €l'tS. E.gv§! m “, -'}; :u: BR: -v: BR‘. » A m «jdia pcwccraoa dos valorcs ca var-avcl T0510 1‘: igual a. <°. »-‘U Pcsutlvlurdia = .-1.5 <: ."B: >-<; :'C‘l: l’| Ht) <2‘ BO0V><)H T'1L‘> O resutado deste ASP se': 't a pagina: ‘*' 4.1- -; J n| - _jr r _ ~ r I ; ~ . w ~ post: J ‘n “I , - * l .1 r ' — I ‘_}‘_« - Hjfi: _. ,-t; - ‘. ~l ; ~;. -i ft’ l . ,* —l . 7 " - -—l V O rnlnr rln vnri 11‘: -I Trctr v igunl TI 5 . nu tlta dun Valun-I J: 'u1'; nn'l It xtn r mun] . A: I _6F. (-(>l36fi(;666f.6 - I1 ll tmrnl _, Expllcaczio do codngo <35 Dim leste Dim Mensagem Jv: L‘H‘v; I -’ we no 6»: Au : :.5;t>: : 1.2:. ‘ 3 Iv '. >.1--el — F'| .:". «l-J! IE: l. ‘ n: tL'-: v_x‘I .1,‘ _ , ,‘, ._, ,‘y, , P»; no 27
  28. 28. Capittio V — Variaveis Dlmflcsultlkdh No axomplo que oriamos. as variaveis adma loram daclaradas lora do qualquar luncao ou subrotina. desta forma. podem oor utilizadas por todo o script escrito para esta pooirla o que signrlica que am qualquer ponto do script podem ser reterenoiadas Function Mam'a(ValoI) Dlm Rotor-no Dlm cont HOCOIIM I’ 1 Dilarante dos variévets todo. Monaanom a Roaultfladiq as varioveis Ratoma e cont podem monas sot rotaroncladas dontro da luncao. Para 0 rostante do scrltp. as varlovats Ftatoma a cont nao sao validas. Ato osto pomo. vimoo os tipos do variavois. tuncoos do corworséo o sou oscopo (“tempo do Vida’). Mas. como dactara-taa am um script? Para dodarar vartavots om sou scrlpt. voco dove uttltzar as clausulas: Dtm. Public. static. Dtm Varlavols dodaradas com o Dlm om um scrlpt ostao dlsponlvals para todas os procadlmantos inclusoo noste script, potém as variaveis declaradas em an procedrnento aoenas poderéo ser utilizadaa noste prooarirnenlo. Exomplo Dim nomovar [([rIItonolo])) Para doclarar tiversas variaveis. utiize virgutas para separa-Ias. Por exemplo: Dim nomonr [tldrnanséollh nornarme Ondo nomonr o nomovarz sac nomos do vanavois o dlmonsio reprosonta o ntinoro da dimenséo do vetor. Com a clousula Dim, é tarnbérn possivol doclarar votoros. Um votor é tratado como uma vaiavol. porom o utlllzado para armazonar tma oolocao do lntormapoos stmltaros. Esta cotacao 6 aoossada por sou indico. comooando pelo 0 (zero). Por oxernplo. o proximo oodigo cria urn votor com 5 poslobos. Como as vatoros oomogam com a posrgao 0 (zero). 5 poslooos da vanavol TlpoProd.1to séo alocadas. A segunda e torcoira Iinha do oocigo preonchorn a primoira e oogunda posiooes do valor com os valoros “Material do Construcao" o ‘Matarlal Escotar: Dim TipoProduIo(4) ‘Como 0 voter oomaca corn 0 (zero). a primara pooigéo é O o a quhta posigéo é 4 1”rpoProwto(0) - ‘Material do Construoéo" ‘| 'ipoProduto(1) - ‘Material Escolar Flobim A tuncao Room 9 utllzada para manlpular vatoros dlnamlcos. Para 0 Vaserlpt. os vetoros podem oor dofinidos em dois tipos: Estaticoo ou Dinémicos. Um votor ostatico tom sou nurnoro do indicoo daftmdos. como o valor qua dolummos no oxomplo aclma mo possul 5 posaooos. Um votor '-V Deoanwmmanto do Apucacoao para Internal - Ptatalormo Moroaott Poona 28
  29. 29. Capituo V — Variaveis dlnamloo tem o nilnero de Indrces varlado a este numero 6 dellnrdo quando a apllcaoao e oxecutado. Vooo pode criar urn votor dnamioo. aponas declarando-o com os parontosos vazios. Os votoros dinomicos séo dilorentos dos ostaticos. Os dinomicos séo utilizsdos quando a alocaqéo do momoria preclsar ser rinanica. cu saia o vator pode assumir var-ios tamanhos. Para que isso seia possfvel. utiize o oomando FleDim. Esto comando e" utiizado para redelinir o tamanho do vator. Esta tarnanho pode aumentar ou diminuir. Se vocé pracisar aumentar o tamanho do seu votor o precisa mentor os olomontos ta indusos nas posiqbos oxistontes. utiizo o comando Preserve. Por exemplo. o codgo a segurr cria urn vetor dlnamrco char-nado Promtosseleclonados e o redimonoiona com 3 posioéos. A ultima Iinha expando o numero do elementos do votor para 6. come estamos utrllzando a dausula Preserve. o conteudo la tnduso no vetor permanecera. Din Prodmossoleclonodoso Floolm Pmdutossaladonadoata) P 0) - 'Cadomo" Hecln Preserve Prodtnosseledonadosto} Public Cluando daolaramos uma variavol coma paabca. aata variaval poda ser relarandada por todo o sglrgtlcda pogina. Voce tambom pode doolarar votoros estatioos ou dinamicos com a dousula Slnteme Pwlic nomevar[([dimens§o])] Onda nomovar é 0 name da variavel e dlmeneio é o numaro da elamantos do vator. Privlta Varlavels dedaradas com a ctausula Private sad 0 oposto das vartavels dedaradas com a dausula Ptbltc. Sao valldas monas dontro do scrlpt no qual loram doolaradas Podemos tambom doctarar vetoras dinamioos a estatlcos com o Prlvato. Private nomovarttldirnenséolll Onde nomovar 9 o name do variavel o dimoneio é o nurnaro do alamontos do vator. Deolanr, -in I Esoopo Dim < Script todo ou Prooodimonto RoDirn ‘ Script todo ou Procedimonto Public 4 Script todo Privae Script todo Deoanwmmanto ae Aplcacoao para Internal — Ptatalarme Moroaott Prom 29
  30. 30. Capitulo V — Valiéveis floors: para names as varlivels Pata nomear suas vadéveis, é preciso seguir algumas regras: - Dave oomogar com um caractet alfabéticoz 0 Nan pode oxceder o tamanho do 255 caraclorosz - Deva set minim no escopo no qual a vanévd é declaram. Option Etpllcll Pot delault (padréo). a dedatacéo das variéveis néo é obrigatbria. Vooé pode apenas fazer releréncias a elas. sem doclaré-Ias explicitaneme. A declaragéo explicita so More ao prooosso do crlagao ou unstanclacao do uma varlavel Emmplo <96 §b=5 ITKIHINIIIII -lnultnnom-"0vIlordavaIIvoIToub6igunI 130" no llunnunom-"ovdorduvuviivoITeotuiuunIn5” Endlt 95> <H'I’Ml. ><8ODY> <cEN1'ER><B><% = Monsagom %><BR><Bfi> <IB><KEN'l'Elb </ BODY><IHTML> Onde fun 9 Managom sac varlévols declaradas Impllcltamente. o VBSorIpl so encanega do entende-Ias oomo vatiaveis. Esta dodaracéo implldta nao :3 consldetada uma boa pratica polo ptogramadorcs. pois estamos suieitos a erros de cigitacéo, e para uma esta tipo de declatagéo, declatat urna variével chamada taste 0 outta tsete séo consideradas varifiveis diferentes. Para evitar esta tipo de arm. a dedaracéo do Option Explicit esta diaponivel para que abdgalonamenle lodas as variéveis sejam dedaradas explioitamente Se voce optar por utillza-Io. a sua declaracéo deve ser feita ames de qualquer outra declaragéo. aesemommevno de Apncacoee para lmemal - Placaloma Mcvoam Peon: an
  31. 31. Capitulo V — Variéveis Excmplo (utllizando o cxemplo aclma) <39 Option Explicit teste : 5 If tcslo = 30 then Mensagem : "O valor da variavel Teste é lgual a 30" Else Mensagem : "O valor da variavel Teste é igual a 5" End ll : l-. lTlv1L: »<BODY: - -c'CENTER. «:8‘. —-: ".r'; . — Mensagem ", -‘L; >r: BR><BR> <1.'B2><'. ~'CVElTEK‘> <: BODY><. ‘HT. ‘.1L> Observe reste exewpla cue declarz-mos. a clausua Option Explicit parém. néo dealarernos cxpluoza-rwuuwtc a vauavul tcsto, Ao -sxuculalmos u-_~‘I-: ASP no suvldcv. scva n. -tcm2;a‘o u~n erro como mosira :1 min a so-gu r. . _ H . V l I: In 1 y I _ yr: ' - xv . - 1 ' 1 r L ; -1 H: - H4 L - Q , 9 . I « . , - l. .‘ . . . 1" l T‘ 5 l g < '. ‘r‘rt" ~ ''*l‘ ‘4 , rJ'v"-T‘: -' < ' v 1 Y'l ll l’| H.'. ‘ v I . . 1; <— >4 I 4 F '; n‘ r I ' Dncunvnl ‘ , , ‘ I‘ I A mensagem do ewo re: c~rnac‘: > Variable is undefined: ‘teste' . =;r,1ifica we a vanavel néo loi doclarada. Se vc-larmos as script. pcvcctneve-nos q-a realmarale a vzviavel nan loi c-3cla*ada. Vamos. estudar 0 Script‘ <% Option Explicit tesle = 5 Como L1 ‘izamcs a dausula Option Explicit. necessanamente preasamos daclarar a vawavel tests U)([3lClIa’“L‘l1{U. para isso, Cuvumos usctuvu 0 Script da Jlntu mar‘uI'a: <€'~;1.Option Explicit Dim teste taste : 5 3>! :‘. ‘Vl‘v‘; | -’ uv>_<uh; - 13>: Ag: v: .;; E~. -: 1.2;‘: Iv '. >.1v»_~l ~ F| .;'al-Ill IH: P. ‘ mt-: <;x‘I .1,‘ _, ‘,, ,N , ,1,, Pa; na 3!
  32. 32. Capitulo V — Variaveis it taste : 30 then Mensagem : "O valorda variével Teste é igual a 30" Else Mensagem : "O valorda variével Taste 9' igual a 5" ‘7’a> Endll Se 0 ASP tor ex ecutado novamente. néo ocasionara o erro. pois a variével foi declarada Flesumo Neste car>itu‘o acrendemos que O Dlcas Jr. -serwol--~1r»; «1lo dr: Ap 2:45:33». -‘2 Cal! |rwl:1r»: l- Plaialorma Mcroaott Exuste ape-nas urn tipo do dados suportado pr. »-lo VBScr-tp: Variant. Embora haja apenas um tipo de dados. existem subtpos que identificara-n o va'or que é armazenaoo na vanavel. atnboin-: lo-Ine o subtipo especitico de acordo com o valor. Se o valor lor mmérico. o subrpo sera integer. por exemplo. Cc-m a luncéo VarType. é possivel Fdentiiicar o suotipo assurnida pela variavel Para 0 ASP. as variavel possuem dois escopos: Script e Procedimento. Ouando d-3c| ara'nos uma varnavel em nive! Scr pt. é passive! relerencré-la em todo o scr pt. Ouando dodaramos em um Procedimunto. a vzviavol é apunas vélda para o procedntento em questéo. Utilnzando a clausula Option Expli-at. fica obrigalr’: -ria a d-aclaraséo explicita da variavel. Utilize a declaragéo Option Explicit para evitar erros ct-3 d gitacéo do ncme do L'na variavel existente ou para evitar confuséo no cot: go script once 0 escopo das variévos néo é Dem delinido_ Ouando vocé uti'iza a clausula Dim em um proced menlo. geralmente a daclaracéo é feta no comeco do procedirnento Amos do atnbulr valores a um vetor drnitmuco. E} precxsao rec 'nenciona—| o usar‘. -do o comando ReDim Quando uma variavel é dedarada. seu va’or pad'ao depende do subt po de dados cue assumrr. Por axe. -np-So. Lma van ave! numiiraca :3 lnlclalizada com 0 (zero). uma varlavul string é intcializada com comprimerto igual a zero (" ")7 1'11-‘iv-». u~T4-l ~ r Pm; na 32
  33. 33. Capituo VI — Ooeradotes Cmmo VI - Ovinaoon Opondons O VBScript possui vétios opetaoores do progtamacéo que ajudam a manipular as variaveis em suas péginas ASP. Muitas linguagens dividem as modelos de obielos em grupos Iogicos agrupados da aoordo com suns iunoionalidanes. Isto (E maior flexibiidade para manipuar cbietos e vatiaveés dos formuérios e 6 fundamental para o controle do processo de uma aplicacéo. Operadores Aritméliooo Os ooetadotes aritrneiooe nos pennite fazer uma sétie de célcuos makeméticoa Geralmeme. possuom a segulnte samaxe: Resunado = valon operadot vaiorz onde Rosunado 6 a variavel que rocebata o valor do célculo. valon o valor2 sao expamoes numéficas e o operadov repraenta a opesaoéo maternética a ser readizada. A tabela a seguir Iista todos os operadores reoonhecidos pelo V'BScript: Opondor isbvbolo I Ducrlgio M5950 [ + < Efeiua a some entre os valoros. Subtrawo - Efeiua a subtracao entre dois nflmeros ou atribui um valor negative 3 nflmeto. ' Eieiua a mmiplicaqéo arms as valores. Mulliplicaqéo Divisio I T Home a diviséo entre dois rvameros. Diviséo Inteira Home a dviséo enlre dois numeros 9 reaorna um valor ‘ intoéto oomo tesultado. Exponenoia<; .éo l * Efeiua a operagéo do potenoiagéo. Adlgio 0 oparador do aclqao (+) G uullzado para eletuar somas enlro valoras numérioos. mas Iambem pode ser utilizado para oonoalenat strings. Sinume Resultado - valon o valor? onde rowludo recebe o valor da soma das exptassbes numéricas valon a volorz Larnbra-se. existo apenas um ipo do variavel no Vescriptz Vulant. Somar dois valoros pode tesultac om um resutado néo espetado. por causa da capacidade do tipo Variant rnudat automaticamente o subtlpo basoado no valov atdbuldo 3 vaiavol. A tabola ababto. nos mostra o compotamomo do oporador +. doponclondo do tlpo do dados: sooovalonoaoorunsomodoolonmz locompommomodoopondonord: Nurnéricos ‘ Migéo. Strings ‘ Concatenagéo String e Nunérico Adigéo Desemommenlo de Aplcacoeo new lmemal - Ptamocmo Mctoodt Pvona 33
  34. 34. Capitulo VI — Operadorw Vamos oonsdorar uma sltuafio ondo a adcao ontro dons ncnrnoros 6 pomda. Slga o oxormlo: <95 Dlrn valori. vdoI2 Dim rooultatb Vfifl u 1 vdorz - ‘3" Heoullado - va| or1 + vdorz ‘Returns 0 roultado igual a 4 Rooullodo-voIor2+vaIor2 ‘fiotornoorooutadoigualasa Heoullodo-va| or2+vIIorI 'fietornooresr. ltadolgua| a4 Rosullodo = voIor1 + vaIor1 ‘Roxana o rntltado lgml o 2 ‘lb Vooo pode poroobor por osto oxomplo quo oom an ontonamonto apropriado sobro o tipo do dados variant 0 o oornportarnento do oporador do adicio. o rosuttado pode nao ser 0 esperado. No exomplo adrna, as variavois sao oxpioitamonto doolarachs o vaIor1 rsooba o 1 (numénoo), assumindo o subopo Integer, o a variavel vaIor2 recabe "3" (string). assumindo o suotipo String. Todas as vanovols dodorodas sao do tlpo Variant Entrotanto. o VBScrlpt atrlbul an swtlpo dependendo do valor atribuido a variévei. Nas Iinhas abaixo. a variavel resutado receberé o valor 4. Pois. pela regra. quando somamos um valor numonoo o uma string. a soma numérica onlro ale: 6 ololuada. floouitado : valon + vaIor2 Rosulrodo = valor? + nlon Ja nosla Iinha. o rosulrado é dloronio. Pois as valoros panioipanlos do adicao sao vdoros numéncos. entéo sera eteluada a corrcaterxacéo das strings. A variavel resultado contera o vator (string) Resuflado 2 vaIor2 o VIIIOI2 Na proxirna Iinha. estamos somando dois valores nurnéricos. pois o subtipo da variavel valor! é Integer. O valor rotornado para a varlavol rosultado sora 2. Resumado : valon 4» valor! Mas. e so vocé precisasse que o rosutsdo do Iinha Rooumldo n nIor2 o voIor2Iosse numérico? Para isso, uriizo as lunooos do convorsao do tipo. Esra Iinna podoria sor rooscrita da oogulnto maneira: Resuitado 3 Chuvulorfl o Clnmralorz A Iunoéo Clnl é utilizada para converter urna variavel para Inteiro. E a varisvel resuitsdo reoeberia o valor numonco 8. 0 mesmo vale para a Iinha Rosultodo = voted 4 valor! Se o rosultado a ser rorornado precisasse ser uma ooncalenaoao de strings e nfio uma some numérica. a Iinha seria reescrila da sogulmo manolra: Ruumdo = c$tr(vaIor1) + Cstrfvalon) A Iuncao Cstr é uilzada para converter uma variavol para String. E a variavol rosutsdo recoboria a string 22 aesemommevrro do Apncacoeo oora Inremar - Prararoma Morooofl Poona 34
  35. 35. Capituo VI — Operadorea Subtraoio 0 oporador do sublraoao (-) o ulilizado para olotuar a ciloronoa onlro vdoros numérioos ou para converter um valor nurnérioo positivo em um valor numérico negativo. Para cada uma destas lunoonalidaoos, é prooiso uma sintaxo dloronto, vqamos quais sao: Rosultado - vaIor1 - valor2 Ondo rosultado rooobe o valor da oporagao entre as varlavois nurnéricao vaIor1 e valorz. Rasultado = -(vaIor1) Ondo va| or1 6 uma valor numérioo. Ilultlpllcocio 0 operador do rnultiplicacéro (‘I e utiizado para retornar o resutado da mutiplicaoao entre vdores numéncos slntaxo Rosultado = valor1 ’ valor2 Ondo rosullado rocobo o valor da oporacao entre as varlavois numérlcas valon o valole. So ambas as variaveis estiverem corn 0 valor igual a NULL. 0 vdor retornado do operaoéo também sora NULL So ostlvorom vaalas. o rosutado sora oonvonldo para 0 (zoro). Dlvloio 0 operador de rivisao (I) o utilizado para cividr uma expressao numérioa om outra oxpreaéo numodca. slntaxo Rosutado = valor1 1vaIor2 Ondo Rooultado rooobe o valor da oporacao entre as vanavols numorlcas va| or1 o valorz. As mesrnas regras da rnultiplicacéo valem para a divisao. Se arnbas as variaveis estiverem com o valor igual a NULL 0 valor rotornado do oporacao tamborn sora NULL So oswororn vazlas. o rosutado sora oonvonido para 0 (zero). Fsque atento para a dviséo por 0 (zero). Sets 0 retomado o seguinte erro: Ilicrooon Vsscripr runlimo error aooaooorr Division by zero Dlvloio Intolra 0 oporador da divisao intoira 0.) o simiar so do dvisao. mas loi ospocilicamonto. criado para relornar resultados inteiros wanes. oesenwmmemo do Aplcacoeo oora Internal — Plsalormo Morooolt Prom 35
  36. 36. Capitulo VI — Opera-dores Slntaxc Resullado = va’or1 '. valor2 Once ficsultado re-cube o valor da cperacao entre as varlaves rumérroas valor! r3 va| or2. Estas van'a'veis sao arredondadas e seu sutzfpo conligoradoo para Byte. Integer ou Lon-g antes da op-aracao. Se ambas as varraveis eslrverem com o valor rgual a NULL. 0 valor relornado da operagao também sera NULL: Se estrverem vazias. o resulrado sera conrvertido para 0 (zero) Exponenciagfao O opurador do uxpclnunclaoao (‘*) c’: utllrzado para 'clcvar" um nr‘. -nuro a oulro. Slntaxe rasu‘lado : nL‘rmero1"numero2 onde resunado vocab-o o valor retornado da operacao uretuada pelas exprossoes numéncas m‘rmero1 e nrimeroz Oparadoros do Comparagao Os operadores de Comparacao ana"sam o relacionamento entre expressées. Lembrese que uma expresséo pode ser uma combinacao do pa'avras«cha~/ es. cperadcres. vafiavels ou conslanras que fcrrnam uma string. nirmero ou objelo. Sintaxe geral Resultado : Expressaol loperaoorl Expressao2 Onde Expresséo1 e Express§o2 conlem rma expresséo qua'q. rer e o operador represenla o simbolo do rulaclonawronto entre as uxprcsscus (o tlpo cu cowrparacao). A tabula abalxo nos moszra os Operadores do comparacao utrllzados no VBScrlpl: Operador simbolo lgualdade —' Desigualdade <> Mal or qua > Manor que < Malor qua cu Igual a >2 Mencr que on lgJa' a <; Equivalénsia do Oo, etos IS Operadores de Ccmparaoao as a vooé a habi"dade para delerrrinar a relacao enlre earpressoes. Tradicionalwwente. os deserwclvedores esp-aram one as comparacoes seram avaladas coma True [verdad-airo) ou False (fa'so]. Porém. é imponame oonsiderar una lerceira possibl' dade‘ NULL. Se a uxprussao na oomparaoao lor NULL. a comparacao rulornara NULL E mporlanlo manic! lslo um mente. quanda desenvolve-mos ac‘ caooes légicas. Os desenvolved-ares devem desenvolve' uma aplrcacao qm possa responder as rrfis possrbrlloades de oomparacaoz lrue. lalse. NULL. :1». -:. en~. ol. -«marlo Or: Ap v: a;; c~. «e Cc‘1|"llt1T>t‘I‘ Flaalormam-:10-mlr ‘1., (;, ,,_, .., ,q, . , r Par; na 36
  37. 37. Capitulo VI — Opera-dores A tabula abalxo nos moslra uma sénr. » du uxurrplos de oomparaqaocsc Operador Retorna True so Reloma False so Betorna NULL se -. Exprl -2 Expr2 Exprl >- Ercprz Exprl ou Exprz - N- . -.. Exprl «-. _ E: rpr2 Emrl : - Em'2 Exprl ou Emr2 _ N. > Exprl > Expr2 Exprl <= Ercpr2 Expr1 ou Euler? = N. >: Exprl >: Exp? E": -prl < E-rp'2 Exprl ou E‘: pr2 : N, , Exprl : Expr2 E: -prl cs Expr2 Exprl ou E; -pr? : l'. . -: :- Expr1 0 E: -pr? Exprl - Exp’? Expn ou Expr2 - N. 03 operadores de comparacfao atuam come 05 operadores aritmélicos. pois alleram seu comportamenlo dependendo do Iipo d-3 dados das variaveis envolvidas. Na Iabela baixo Iemos uma cescri ; ao do comportamerto dos operadores de oom paraoao: Expressées Comportamenlo Numénsas Comparaqao Numonca String Comparagao String Uma nr. mirlca r: oulra Slur-g A uxprussao nr. wrrbrica rj manor qae a cxprussao string. Uma é vazla 0 oulra é numénca Comparacao mmérrlca somlo que a axpressao VELZJEI é tratada como zero. Uma é vazia e ourra é string Comparagéo stri ng. sendo que a expressfio vazia é tratada corn corr prirnento zero (‘ "ls. Ambas as expressoes sao vazias As expressoes sao iguais. Oulro I-po da comparacao 6 a comparacao entre c-bialos, O operador IS a L‘. ' zado para lazer esta oomparaoao. A sirtaxe a ser r. t"iza<; éo esta descrita abaixo: Flesollado - cbietol IS objetoz Onde Obletoi e Objetoz represenlam cbjetos e o uso da palavrachave IS determina um relacronamenlo entre os objelos. Ouanr: -3 oomparamos cbjetos. nao exists a possiblf dado de NULL. 0 resullado sempre seré True ou False. Se os obyatos forem iguais. o resoltado sera igua‘ a True. Se forem diferentes. o resutado relornado sera False. Exemplo Dim Tob, eto, TSOb, ero. Resullado Set Pobjelo : Tcbjeto ‘cria o ol: ;eto Set Sobleto = Tcbjeto ‘Cria o obgero Set Terobjelo 2 TSOt-, e‘lo ’Cria o Oblelo Rusulado = Pcblcto ls Soblulo ‘Compare Resutado I Pcbjeto is Terobielo os C-bjeros . -"u> Na prlmulra llnha do corrparacao (Rcsunado = Pobjclo Is Sobjclo). o valor rulorrrado é Tmo. pols os dois objelo (Pc-bieto e Sobietol loram cnados a partir de um mesmo oojeto Jr. -2-an~a0‘w1r>; o1l0 Or: ALI l. ‘r: 'I3|30.“: ' Cc. ‘ 5 Iriivr rel - F| a‘rslOl'Il. ‘: I. ‘-I:1t. dOll VT. ,(; ,,, .,, _,, q,. , l Par; na 3-’
  38. 38. Capitulo VI — Operadores Ja na segunda linha de comparacao (Roaunado = Pobioro Is Torobjoco). 0 valor retornado 6 False. pois os obielos ten origens dilerentes. cada um deles foi criado a partir de obietos dilerenres. Oporodoroo Lbglcoo Os operadores Iogicos ajudam a expanrir as luncionaidades dos operadores de oomparagao. O operador Iogioo Ioca o método booleano para delorminar so In prooesso reloma True ou False. Os oporadoros Ioglcos mars utrllzados ostao Ilstados na labola abalxo: oporodor | sinholo Conjunqéo AND Negagéo NOT Desconjungéo OR Operodor NOT Este operador é utilizado para reaizar negacao logica em uma eupresséo. ou seia. para negar ou rrruorlor um rosutado. slnlaxo Resultado - NOT (Expressao) onde Expressio 6 qualquer expressao. Por exemplo‘ Expresséo <% Dlrn ‘OSLO ! lasts - NOT (‘ID > Roq: onoo. WrIIo leolo 55> Resultados retomado pelo operador NOT: Expreooio l lleoullodo True False False True NULL NULL Lombro-so quo uma varlavol quo oonlom o valor NULL. roprosonla uma varlavol com valor lnvalrdo. Consequenlernente. qualquer operador reproduzira um resultado NULL. Tenha em mente que um vanavol com uma strlng vazla ( " “). nao 6 lgual a NULL. Por oxomplo: <96 varlovol = NULL Floeullado - IsNrlI(varlavaI) ‘ Flotornara True. para o oonteédo do variavel 6 igual a NULL 96» <93 variavol - " Reorllsdo - IsNr. lI(veriavaI) ' Retornara False. pois o conteado do varlavol 6 uma string vula. 95> Deoorwomrrrerrlo do Aprrcacoeo para lmemol - Prararomia Madam Poona 38
  39. 39. Capitulo VI — Opera-dores ' A luncao lsNuII vurmca so 0 oontuudo du uma vanavol u lgual a NULL. Opcrador AND E uhlizaco para avaliar um coryunto de expressées ccmo se losse apenas uma oomparacéo. O operador AND apenas retomara True. se e somente se todas as comparacées forem verdaderas. Slntaxe Flestttado l- Exp. -esséol AND Expresséo2 Onde Expresséol e Expresséo2 sac quaisrz Jer expresséo. Por exemplo: Exprussao <9.-5 Dim teste ' 4 A taste —— (10 > 30) AND (20 < 30) Responsewrite tesze "; 'C: > Nesta caso, lasle resebaré o valor False. Pals embora 20 see manor que 30. 10 nao e maior QJG 30. Entéo. oomo 0 AND apenas retorna True se todas as expressées lorem verdaoelras a variavel lesle recebere (else. A tabela abaixo nos l sla o compor1a"nenlo do operador AND: Expresséol Express§o2 Resultado True True True True False False True NULL NULL False True False False False False False NULL False NULL True NULL NULL Fa‘se False NULL NULL NULL Operador OR Avalia se alg. ma expressao da uma séne da expressoes é verdadeira. Slntaxc Resulladu — Expresseo1 OR Expresséo2 onde Express-. ao1 u Expmsséoz sao qsalequur oxprussao. Por uxr: "nplo2 <‘E: ~:; Dim lesle _F'-’-'_’_______, _.»_-av tesle = (10 > :0) OH (20 <“. §0’)’/ /I Flesponsewrile tesle ‘? "r. -> Exprossao De: en~. vJ"r vnello or: AL: l. “:I$|5#. “: Cc. ‘ :4 Irwin r»: l - Pla‘ulor'1l. a M-: rt: e(I? l '1.“ ; ,_, _,, ,, K1,, l Par; na 39
  40. 40. Capitulo VI — Operadores Nesta case. a varlavd taste recebera True. Pots uma das expressoes aclma 6 verdadelra: 20 < 30. A tabela abaixo descreve o comportamento do operador OR. dependendo do resultado da expresséo: Exprueiot l Elpnuiea 1 lluultalloe True True < True True False < True True NULL < True False True ‘ True False False _ False False NULL . NULL NULL True . True NULL False < NULL NULL NULL NULL Operadoree de Concnteneeio Existem dois operadores no VBScript utilizados para "somar' (ooncatenar) strings. Veja a tabela walxo. operator 0 | airbase | lleecttgle U Concetenefio de String & Usedo pare concatenar Strings. Operador de Alicia e String + Usade para concatenar Strings e A Adigao Nurnérioa Opcndor & Utilizaoo para somar duas caoeias de caracteres (strings). Slnww resultado = strlngt 8. stnngz Onde string! 3 string! séo expressoes strings vélidas para o VBScript. <96 tearto - 'Trelnamento ASP ' as -ocuec - unname- Reeponsawrie texto 96> O resultado retornado: Deeerwomrtierito de Apncacoee oera Internet - Ptacarorma Mereeott Peon: 40
  41. 41. Cepitdo VI - Operadores O operedor de Acicao tambern pode ser utllizado para eencatenar strings Porem. use 6 recomendado me voce utilize one operador para esta tipo de funcéo. pols sue funcéo principal serie a some de vdoree ntmertoos. A ambigtidecle ooorre quendo o operador + e utilizedo em diierentes subtlpos. no case. string 0 views numérioos. Slntaxle Result/ ado - suingt 4 suing2 onde ctringt e string: see expressées do subtipo string validas para o Vbsaipt. For example: <95 tonne-'l'relniIInento ASP‘-t-'0GUEO-UNIOMI" I-'teq)orIse. Wrlte tattle ‘lb 0 resutaoo reternado e o mesmo me iol remmedo quando utlllzamos o operador at. Otitem de Avaltaelo das Expreeabee A avdiaeéo das expressées e baseada nae categories dos operadores Opetadores aritrnéticoe sao os pnmelros a serum processados. seguldos poles operaoores de comparacao e per tlm. peios operadores Iogioos. Deurwantriierrto oe Aplcasoeo oera Internet - Pluuorme Manson ‘V Pnnaal
  42. 42. Capituo VI — Operadotes fiosumo Nesta cawiluo aptenoemos que Deaevwummemo de Aplcacoeo oera meme! — Plualorma Macaw Os operadores ammaioos acoitos pelo VBScripl sao: + (Adiqao). - tsubtracao). ' (Mumplicacéo). I (divisao), (diviséo inleira} e " (Exponenciacao). Os opetadores de eomparacio séo: - (igualdade), o (desigualdada). > (maéot que). :b(; r.onot que). >= (man: on igual a). <= (manor ou tgual a) 0 IS para ccmparacao do as. Os operadores légicos utiizam o método booleano para determiner se urn prooesso reluma True ou False. Os simbolos dos operadores Ibgicos sao: AND. OR. NOT. Pam ptevenir uma corncatenagéo de strings indeseiével quando estiver utiizando o operador do adicéo. utilize as funcbes do coruersao para cenilicar o tipo oorrelo do dadoa As concatenacées sio avaiadas depois dos operadores aritrnétioos e antes dos operadores de oornparacao. Pqpna 42
  43. 43. Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript cmru-o VII — Cowmoos BAsncos no Vascnm Nosto capitulo. estaremos estudand-3 as oomand-as para controfe do Ilaxo de uma apiicacéo. Veremos as estruturas Iogcas existemes no VBScr? pI que devem permitir este con'. roIe* estruttras Iogicas do decaséo a report céo. Esrruturas log cas do deciséo execotam uma detonrinada condicéo e. dependence do teste. retornam 0 HTML apropnado cowno resultado. A estrutua de repetrcao por sua VUL C um procusso clclrco, ou sum rupulc tm duturmlnado conjumo do Instrurpous an’: QJU uma condoéo seja satisfeita. Estrulurao do Deoisao Utlizadas para tomar decisées em sua aplicacao Por exempb. so a hora Ior menor q. :e I2 00. rulomu um HTML com ‘Bo'n dra". su nao, rutornc um HTML com ‘01a! '. Nuslu oxomplo. vocr‘: apenas mandou retornar tm HTML com um texto para seu usuario Dorém. vocé podena deterrn nar qu-3 dap-andendo do horano. dove ser retomado delerminada pagina. d-asviar para outra URL etc. Estruturas oomo esta sao utilizadas para deterrrinar o Iluxo da sua aplicacao, corn elas vocé pode dehn r qJa! pagna dove ser aberta. deterrrrnar o Iexto a ser eocrito para o cliente. estados dos otjetos na telat selecicnados. preenshidos. etc. 0 primairo ccmand-3 que voremos sera 0 IF. Esta cc-rnando é utlizado para tostar uma condicéo oomo vcrdaduira ou Ia'sa. E dupund-undo dos rcsultados. duturmmado bloco do mstruoous scra executado. Sintaxo II ccond’-; ao> Then Bldoo do Instru; ao (que pode ser ape nas uma ou vavias) [Else Blc-so do Instrucao] End If Onde <candica'o> é a oxpresséo a ser Iestada. Se Ior verdadeira. 0 blood de instrucéo qua esuver d&f| n’dO depois do Then sera executado 0 Else represents 0 ‘so nao". ou seja. se a <condIc5o> nao Ior satrsteita (nao Ior vordadeira]. o bfoco do unstruco-as detmido dapois do Else sora execmado. End Ilterrrina o btcoo IF. Observe que a <condIcz'Io> dove ser Lma cxprcssao quo pcdc ser avaliada oomo Iruo'Y2.'sc Iverdadairorlalso) Por exemp-'o: <% Dim Icste Dim Monsagom Icstc = 25 it taste -. - 30 then Mr. -nsagom = “O valor do Tcstc é Igual a 30" Else Mensagern = “O valor de Teste e’ lg ual a 25" End if °. -'&> Axé ustu ponto. vmos oomo tustar apunas um oor: -:1I<; ao. PorrL~"n. podumos uttllzar o comando IF quardo existcm vértas oondlcoos a ser tosraadas. Vcja a svnlaxe: 3:‘: en~avJ'w1r>; «1I0 Or: ALI v. V;‘o: I'5~: ‘: Cc. ‘d| I’I‘. t1TV. ‘I‘ F| ‘a‘rs! oI't1.‘: lu'-I:1t. ¥50?I V1., (;, ,,. ,,, ,,q, ., r Par; na 43
  44. 44. Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript II <conc: ~; ao> Then Blooo do lnstruoao (que pode ser apenas uma ou varias) [Elsell <con: : ; :'ao>Tl~. on [Bloco do Insrrur; ao]] [Else [B| oco de lnstrucéol] End It ' 0 QJI. ‘ ostrvcr untru [J c opclona‘ u entre <> <3 obrlgatorlo. Se vocé observar. a estrutura é basicemonte a mesma utilizada para um IF simples. A ci‘erenca esta no Elseil. Ouando vocé utiliza oste we do sintaxe é preciso especilicar L’T oulra condicéo a ser tustada. Por uxumplo. <% Dim teste Dim Monsagom teste : 25 II Ir. -slc = 30 then Monsagern = "O valor do Teste é igual a 30" Elscll tcstc = 26 then Mensagem : "O valor do Tosto é igual a 26" Elso Mensagern = "0 valor do Tosto é igual a 25" End II E oomo lnscrir oste cédlgo em uma paglna ASP? Lumbrosu que vocé dcvu uscruvur os 06:: goo QJU duvum our lntcrprutados pcfo scrvrdor untrc <9»; °; b>, partinda deste panto. vamos a un exemplo: <htmI> <l1ead> <Iltlo>Homs . . <! tItIc> <rhead> <body bgooIor= "#FFFFFF"> <% It Time < #12:00# then 3'. » 80m Dia! !! <BR> sao exatamentc <$’-. =Tlmc 34>. <% also °. v"u> Sao cxatzimcntc <%= Tlmo 9!». <% end if 96> <Ibody> <Ihll'l'il> 3:0: eiwJ‘~~'Ii>3‘IIO (Ir: Ap v. ‘.5:t'. ‘~: ‘: Cc. ‘ : |I‘i‘. L1i‘»: l - Pl‘. a‘alOl'1lal. 'I:1t: d(I? l VT. “ ; ,,, _,, q,q, ., Par; na 44
  45. 45. Capitulo VII — Comondos Basicos do VBScript O cocngo cnado: <% It Time < 512.00: then %> Born Dia! !! <BR> sfio cxammontc <%= Tlmc 93>. <‘, ‘é else ‘3ét> saio cxatamontc <‘. ’-t'»= Tlmc <99 end If %> O testo QJ9 0 IF faz do cc~nci¢: §o é so esta é verdodoira. Entoo, so a hora do sorvfdor for menor quo 1200, cu st. -la. ainda 0 manna. scra mostrado para o usuarlo o toxto [supondo qua sc, a 10:05 do manhé): Bom dlal Sao exatamente I0 05. Caso cortrario. sera mostrado lsopondo que scja 13:0 3): Sad oxatamonlo 13:00. O préxlmo comando é 0 SELECT. Esta oomardo loi cesenvolvldo para melrorar a ehcléncla do IF . Then . . Elsoll Sua funoéo é solocic-nar U71 bloco do instrucéo a partir do testo do Una corvdlcao o compara-lo com una scnu cu va'orus. Slntaxe Se'oc1Caso <oxprosséo a ser lestada - crilério> [Case Valcrx-Condcéo [Bloco do Instruoousn [Case Else Va| oresN-Cc-ndioaoN [Bloco do Instruct’: -os1] End Select Ondo <Critén'o> é uma variavo? do tlpo numénco ou toxto (string). Condicéo o Condicéonl sad as poss. ondadus do va'orus q. u': esta vanzivc-' podu assu. -nlr. A logioa do SELECT é sirrlar a do IF Then Else. Ambas as oslruturas pormitem o caso do todas as condigoes falharem e o fluxo do bloco ser cesviado para vn caso do ‘so nao‘. A cloustfla Else do SELECT :2 utilizodo qJond-o nenhuma oon: li; §o e satigieita pelo critério. Po-demos reescrever o exemplo utilizado com 0 IF . . Then . . Elselt. u1‘izando o 0 SELECT: ‘ O que oshvor entre [] é opcional o entre -2; e’ cl: -n : _1o‘. orio. <% Dim tosto Dim Monsagom ‘€316 : Select Case tcstc Case 30 Monsagom = "0 valor do Taste 6 lgual a 30" Case 26 Monsagorn = '0 valor do Taste 6 lgual a 26" Case Else Monsagom = "O valor do Tosto é igual a " & Iosto End SeIoot%> <HTML> <BODY> <oontor><% . -. Monsogom %><Icontor> <lBODY> </ HTML) ‘T1419.’-»~u~Ttl l Par; no 4.’:
  46. 46. Capitulo VII — Comandos Basicos do VBScript O rusutado do cxumplo: L- [nu . - l_r"'rr~‘'r ~ r : ~' :1 : '.> - —'l r >7 - -1 - u or ‘.4 . f A I_ r I r r; ' I A < I0 - r - l_I . . _ 2 3'. . , . A _ v Dnc. nrn0 (I , _‘ # , ‘ O oédigo VBScript (ASP) Este arquivo dove ser nameado com a extenséo ASP. Doss oontem codigos que apenas um SGFVICOY IIS pode inlerpretar. <96 Dim taste Dim Mensagcm Depois do declaracao das vanfivels taste e Mmsagem. atribuimos um valor qualquer para a varia‘vel tesle qoe serviré ccmo critério do SELECT. Como estamos alribuindo um valor naménco para taste. mo (2 prcoso u‘. 'lza' ca'actcrcs cspcciajs para ondicar o valor a ser atrlbuldo. loslc = 25 O prox mo bloco du lnstruoocs o o bloco do SELECT. Dulmlmos me o cnléno o a varlérvc‘ luszc. ou seja, a variével teste sera' leslada nas condiqées qu-3 definimos nas cléusulas CASE. Em nosso case. a ‘pergu1la"qua o SELECT laré seré a 5egJinte: Tesla é igual a 30? Se si-n: Mensagem recebe o lexioz '0 valor do Teste é igual a 30‘ Taste 6 lgual a 26? Se sin’ Mensagem recebe o lexto: ‘O valor do Tesle é igual a 26‘ Se néo (lesle néo assumiu nenhum dos valores acima (30 ou 26) Mensagem reoebe o lexto O valor C-e Tesle é igual a 25" Por que no CASE Else a variével mensagem recebe o tex1o- "O valor do Tosto 6 igual a 25"? Antes da comparacéo da vanéwel Taste. alribuimos para esta o valor 25. Como no cédigo concatenamos com o lextot "0 valor de Teste e’ lgual a " o va‘or da variével tesxe, como resutado £3 moslrado sou contend-o. Entao. Codigo VBScript Besultado "0 valor de Teste é igual a ' 8 leste -> “O valor ca Taste é igual a 25'' Dr}: en~avJ'w1W>; «1l0 Or: ALI v. ‘l; ‘o: t3~: ‘: Cc. ‘ :4 Irltm ml - F| n‘ulor'w: Ir‘-Iltoscfl vT. ,(; ,,, _,, ,,, q,. , 1 Par; na #6
  47. 47. Capitulo VII — Comandos Baslcos do VBScript Select Case lcslc Case 30 Monsagom = "O valor do Taste 6 lgual .1 30" Case 26 Mcnsagom : "O valor do Tcslc :5 lgual a 26" Case Else Mcnsagcrn = "O valor do Tcslc r. ‘ lgual zl " G tr. -stc End Selectw» Nesta ponto da aplicacéo, lechamos o bloco do SELECT e terminam us a parte dos codigos que sap lnturprulados pl; -lo scwldor. Colocamos algum coo go HTML u para mostrar a mcnsagcm. ncwamente temos qqe 'mandar" o codlgo para o serviclor: <94 : Mensagem 96>. <HTML> <BODY> <oenler><*36 : Mensagern '. ’.s></ center> </ ‘BOD Y> <x‘I-lTML> Estruluras do Repetioéo S50 estrutvas cue repetréo u'n bloco de instruooes até que a concigéo especificada seia satisleila ou por um nflmuro do vczus uspucmcado. No VBScrlpt. traoattarumos com 3 dostas ustrutures: Do. . Loop For Next While Wend A primeira qJB veremos sera’ a Do . .. Loop. E utilizado para executar um coriurlo do instrucées até que a com: ceo determinada se, ‘a verdade re. 0 Do Loop clerece dois oporadores condicionais para avaluar uma conciwoz While a Until. Sintaxe: Do {Until Whle } <condi¢éo> <oloco do lnstrt. -oo: :s> Exit Do <oloco do lnstru-; ocs> Loop Cu 00 <bloco do lnstruoooss Exit Do <t: loco do lnstrt. -9099 Loop {Ur-sf I | while I <cond'; éo> Onde <condi¢5o> deve ser uma expzesséo que pode ser evefsede cc--no lrue. -Ia‘se lverdadeirottalso). <bloco dc lnstru96cs> sao os oomandos cue cevem ser executados enmanto a cond'l; éo néo tor satisfeta. A diferema entre as sintaxes acima é 0 local da condoao. Na primelra sdntaxe. a eondicéo esta’ localizada na mesma Iinha de execucéo do Do. Na segmda. a cond céo esta Ioca'iza: la no linal do Iaco ao Iado do Loop. Esta mudanca de localizacéo ca aos progremadcres llexibiloade para testar ZJr: :.en~n: J1w1w»; «1l0 0»: AL: v. ‘l5o; ;r‘5~. -:' Cc‘! |r»‘. :1r»: l- Fla‘: slor'll. ‘: l. 'h: u:-so? ! ‘1., (;, ,,, ,,_, ,q, ., l Pol; na 47
  48. 48. Capitulo VII — Comand-as Elasicos do VBScript a valldadu ca condlcéo pr ‘he to c untao procussar o o'oco do mszrucous. on processor 0 bloco du instmcé-es pelo menos uma vez. e depols ave'iar a cc-ndicéa. Exomplo <htm| ><body> <% Dim Mensagem Dtm Cont Mcnsagem = “" WM : 0 Do Until oont:5 Mensagcm = “Contcl “ & mnt 96> <center><% : Mensagern %></ center> <% oont = oonl + 1 Loop %> <. 'bOdy><I'h! l'lI| > O restfitado retornado pe‘o servidc" O codlgo cscrito (ASP) Lembre-se q. Je todo o cc'digo ASP deve ser escrito entre <': r‘= “, -l: >. pcs seré interprela-do pe'o st: -rv: dor que retcrnara oomo resultado o HTML correspondents. <33 Dim Mcnsagem Dim Cont Como v'"nos no capitulo anterior. a cléusola Dl‘. 'l é Lt" zada para declarar vanaveis locals. on seia. as variiwels Mcnsagem e Cont existirao ap-enas para este coo‘ go script. Monsngcm = “" OOH! : 0 3>_': t_'l1‘rI; I -' Ivtrllo or: AL: :. ‘a; :Cv. -. (1.: 3 | I‘l‘. v_4l‘»: l — Pl‘. :'t1lOl‘Il~j I. ‘ crud-illl 'T, ‘;, ,,, ,,§, hr, ‘ Po; no 48
  49. 49. Capituo VI -Cornandos Basicos do VBScript Nos Ilnhas aclma. estamos °Irnpando' as vanévols. on sale atrlbulndo—lhos valoros nulos para tlrar qualquer conteodo que nio nos seja otil. No caao de cont atribuimos o valor 0 (zero). e para Mensagem, atnbuimos "' qua caraaerlza o comprtmento zero do string. 0 prouomo bloco do lnstrucoos 9 o bloco dolinldo polo Do Loop. Esto bloco sora oxocutado 5 vezes — isto é delinido pela oondicao: oont - 5. E rnostrara una rnensagern todas as vezes que as instrucoes dentro do comando do rapetlgao lorem exocutadas. Do Until corms A Iinha a sogulr dotlno a monsagom a ser mostrada para o usoano. E uma atnbulgao do um texto para una variavel. desta forms. o due for atribuido dove ester entre ‘ ' (aspas). Ainda no-sta Iinha. vooe dove obsorvar que exists una concatenacao do strings (“Conlol " ll coon. para isso. dove-se utiizar o operador a. uensagern - "Oontel " 5 cont 96> Neste porlto do programa. encerramoo o trecho que deve ser intapretado pelo Sen/ idor l%>)- A Inna a seguir oontom oocigo HTNI. (<oontor></ oontor>) e codigo VBScript a ser inlorpretado polo sorvidor (<% = Monsagcm 96>) que rnostrara o oonteodo da mensagern. <ocrmr><% = Ilonagom %></ oontcr> As proulrnas Iinhas do lnstnroao fazem pane do Do Loop. Ondo 0 cont 6 lncrernentado para que a repetloéo tenha urn Iimite (cont - 5) a Loop enoerra Iodo o bloco do Do . . Loop. dsoontuconto 1 Loop 95> Whllo . - Wend Outra ostrutura similar ao Do Loop o o Whlo Wend. Esta ostmtura ropoto um bloco do inatruoées até que um ooncioao saja satisfeita (true). Sintaxe Wlie <condit;5o> cbloco do lnstrur; oos> Wend Ondo <oondlr; io> e uma expreaéo que pode ser avaliada oomo verdadaira ou lasa ltruellalae) e <blooo do hstrur, -6o: > representa o conjunto de oomandos que devem ser oxecutados ate que a condigéo seja tdsa. Quando e oontioao deecrita no While for verdadeira todos os comando: seroo processados ate chogar no Wond. Nosto pomo. o lluxo do programa passa para 0 While quo losta a condlcao novamente e este ciclo é repetido are que a oondigéo seia false. Example 0 example a aeguir incrernenta a variavel contador ate que aeu valor cheque a 10. oesenwmmemo do Aplcacoee pore Internal — Platalormo Morooott P900: #9
  50. 50. Copittlo VI -Comanclos Bésicos do VBScript <%D| moonIndor ootmlor-O Wlllooormdordo rltulor-oontndoui wand 96> ¢H'I'IM. *a<BODY> <OEN'| 'E$<B>Como| M6 <36 = corllflot 16><lB><ICEN'| 'E$ <I$DY><IH'| '|l. > Resultado momaoo: Codlgo Whlioconhdorcm ‘Avdlaaoomigao contador 2 contodor o 1 ' Increments a variavel contador Wald ‘ Finallza o Iago quando a variavol conladot Ior igual a 9. For Noun Ropolo urn oonjunlo do lnstrucoos por um ndmero ospocltlmoo do vozoa Eslo comando 6 usaclo quando sabemoe o nomero do cidos ou iteracées que séo necesséria: For oontador - inioo To iim [Step passe] [bloco do Instruobos] [Exit For] [bloco do instruqoes] Next Ondo oonhdor é uma variével numérica usada no Iago come 0 oantador. Esta variéval nao pode ser um elomonto do um vator. nom um olomomo do urn Trpo dofinioo polo usuario. hlclo 6 o valor inioial do oontador a mu é o vdor find que o contador asaumira. Ponto define o valor do incremento ou docremonlo do FOR. so nan Ior delinido. o delault (padrio) 6 1 (um). O valor do porstnetro pauo pode ser tanto positivo frnoremenlol ou negative (decremento). O valor deste paramelro determine o prooesso da seguima manaira: oewwammemo co Aplcsooea nova Imemsr - Pruaron-no Manson Va Pvonaso
  51. 51. Capitulo VII — Comandos Bésicos do VBScript Perrnaneoe no large se . . Posrtrvo ou 0 [zero] -2- ccvntadcr <= Iim Negativo -) oontadar >— fvn Excmplo Se 0 parametro passo for posrtuvo: <34: Dlm oontador For contador : 65 to 122 step 2 Response. Wn'te chr(r: ontador) Next %> 0 rusultado sura lgual a: ACEG| KI. €OOSUWY[LacugrkmoqsLmy For contzrdor = 65 to 122 stop 2 No excmplo. a varléval contador é Inloallzada com o valor 65. sendo incrementada até 122. O incremento é Ietto de 2 am 2. ou seia. a prirneira vez. a variavel contador esta’ com 65. a serunda vuz. o contador passa a tor 67. pols o incrcmcnto :3 do 2. Se 0 parémetro passo Ior negative: <°. :-L F cw contador , 12210 65 step -1 Respon5e. Wri1e chr(contador) Next . ,. . "n > O resultado seré igual a: zyxwvutsrqoonrrrlkjihg9edcba'_"I'. [ZYXWVUTSROPONMLKJIHGFEDCBA For oom. -rdor = 1% to 65 step -1 Nusta exemplo. o parérmutro passo for detcrmunado com -1, on sort; 0 oontador comooa com 122 u a cada c"co. é decrementado deste valor 1 até chegar ao va'or 65. Observe que o operador Next no VBScrpt detere do operador Next do VB. No VBScript, néo é preciso especrfrcar o contador na deciaracéo do Next. oomo aoontece no VB. 0 operador Next automaticamente incrementa o contador dasignado na declaracéo do FOR. Se vocé adicionar o nome da varizivel oontador no clausula Next. um erro sera gerado pelo VBScript: Expected and of Statement Em FOR encadeados. néo é permnida a utilrzacao do mesmo nome do variavel. Um one do runtime sera qerado. Por exemplo. o codigto abaixo uti'iza dots FOR encadeados, cc-m o mesmo nome do varravc’. o VBScnpt Ira gurar o sogqintu em: <9.-3 For contador = 0 to 5 For contador - 1 to 7 Invalid ‘For’ loop control variable. Soma = Soma + cor"-Iador Next Next °. r'= > 3'. ':-&I‘l‘40‘u‘Vll£"| I0 dc Ap r. 5o3C~: ‘3 Ca‘! |T7It1TIt‘I‘ Plaialoma I. 'lr: ro-loft "{. ,(; ,,, _,, _,, q,, I Pagnabl
  52. 52. Capltulo VII — Comandos Bésicos do VBScript Rcsumo Nesta capltu‘o aprendomos que 0 As estruturas de dec: sao sao utiwzadas para determinar o fluxo da aplicacao. As ostrutrras mais ulrlizadas sad: It -: O0f‘ldl¢fi0> then <bIoco do instru-goes» else <b| oco do instn; -fio> end if Select <express5«o a ser testada — express:3o> [Case ValorX~Cond coo [t: 'oco de instrucaol] [Case Else Va| oresN-CondicéoN [Blooo do lnstrucaol] End Select 0 As estruturas do repellcéo que séo uti' zadas para executor urn bloco do rnstrucéo até que uma ccod goo solo satlslolta As estruluras mars utllrzadas sac: Do Um? ’ coondi-; éo> <oIoco do lnstru-; >oes> Loop Wh"e ccondcéos <oloco do lnstru-; >oes> Wend For contador - inicio To tin [Step passo] [b‘ooo de instrucoes] [Exit For] [b‘ooo do lnstrucocs] Naxt Dlcas o A declaracéo do Else é sempre interessante. Porque. as vezes. nos osquecemos do a‘gum lesle da conoucao. Dusta lcrma, evrtamos erros do Ioglca. - No caso do FOR. modllrcar o valor do conla-:1or duntro do laoo. pode d lucutar a leltura e a irterpretacéo do co-digo por outro pro-gramador. - So a oondrcao a ser avalrada for lgual a Nu‘l. o VBScrlpt rutomara a oonorcao oomo Ir-. 'so. 3'. ':-&l‘l‘40‘u‘l‘ll£"ll0 dr: Ap r. 5o3C~: ‘3 Cc. rl! |l’llt1TItJl‘ F| ‘a‘. elOI'll. ‘: l. 'lr: ro-roll "{. ,(; ,,, _,, _,, q,, 1 Par; na 5:!
  53. 53. Capitulo VIII — Os Obgetos do ASP CAPITULO VIII - 03 0345105 oo ASP 0 ASP possui alnuns objetos bésioos que operam as funcionalidades de uma ap'ica¢: 'ao. Cada cbjeto possui seus préprios métodas e eventos. por nsso estudaremos cada um defies separadamenle. observando suas Iunaées mais mponantes e uteis. O obleto Appllcauon Podumos emcndur como sends apficacao Iodo o oorymto de pég nas ASP a HTML qm formam o programa como um Iodo. Uma aplicacéo cc-mega qaanoo uma pagina ASP é requ sutada pela pnme ra vez ao se"vidc. ' e Ienrina quan-do o senndor é des' gad-3 ou quando é dasalivada (tnrada do uso. sendo apagada. por exemplo) Desia Ic~rma, o objeto Application iré referir-se e estar d spcrnive‘ para toda a aplicacé-3. ou seja. sera ‘enxergadd’ por to-da pégina ASP e por qumquer usuario da aplicacao. Oual a ulilidade de um objeto Application? Devado a mL'. 'tIpl: )s acessos a una apI~: acEao. é possfvel. através do objeto App! cation. controlar possiveis erros causados por Ienlatrvas de alteracoes simuliéneas d-3 variaveis. cc-mo também dispor. b~lizar determinadas irformaooes que seréio acessive-is em qJaIqJer pane do programa. euou por qualquar usuério. Doclarando varlzivcls Application Vanéveis Applicahun poderéa ser acessadas por qualquer pane da programs. por qualquer usuério slntaxoz App-~‘ ca‘. IonI’ncmcvaf') »_ oontcu-do Para visua"zarmos melnor 0 efeito de uma variével des1e tipo. vejamos o exem plot <% AppI| catIon("DIcaDeHo| e") = ‘Que tal cstudar ASP? " %> Suponha a uxnslénsia da Imna do codi-go ac ma um a‘gum a'q. :Ivo ASP dc uma apl cacéo. Com ela. armazenamos a string “Que tal estudar ASP? ’ nu-na vaviével Application que chamamos dc D: caDaHoje. Se nesia mesma ac-' cacao possuirrnos outra pag na ASP com o oor: go: <HTML> <BODY> <CENTER> A nossa data do dia hoje é <br> <b> ck Application("DicaDeHoje") %> <b> <. "CENTEH> <. '8ODV> <. *HTML> Qualqaer usuano que acessar a péegwna acima obtera o segu me resultador 3:0: en~avJ"w‘n>; #1I0 Or: ALI v. “;o: t3~: ‘: Cc. ‘1|| ’I‘. t1FV. ‘|‘ F| ‘a‘rsIoI'11.iIu'-I:1l. Vs0?I vT. ,(; ,,, _,, ,,, q,. ,
  54. 54. Capitulo VIII — Os Ot: ;e: c-s do ASP Ff» Ed‘ no : r_. ~.»~. .r. .:. m_v gap ‘V | 7. ' I -u - , - 5 2.. J ; ’J '9 ~a' 4.. .] E. ::| Fel: ~:d H: -' r: Er. -arch Ne‘ : a.'e F‘ n’ 5». -u: uI: ‘y Q ’ ' Bo-: -'~ rr. :r‘- : /L‘ Lc-: c.‘. :m, "xii ' '~. ‘:. a"-. FI-_-Iah. -d U, Ur>; é D ECUEC F7'D. ‘.'II: H AJ DI-: 'IZ--J F‘£- Utah . i'u': ‘v'. '(: A n»: -ssa d: :a -: |-: - dia h-: ~_1c :5 Qnp ta] estudnr ASP? ' I‘ Ir ["L'~. u all ['I; I'r: . ‘ _, I :15] I’np-urxante Iambén Iembrar que 9 pcsswel acessar a varién/2' D-caDeHc«je e-‘n qualquar outra pane 0:-. aplicacao Controle de acesso a variévels Application Para pm". -um-5»: cu uvuvwtuuns proI: 'o. -mas Ccm aIlo. "a-', ;<3c-S znunultémuas cc valarus du van aveis do fpo App! cation, mantendt) deste modo os dad-as serrrxe c0ns1s.1en‘. e5. é Fvecessérwo lancar man cc dois metocos caste cmeto: Iock e unloc-'<. Me’-todo Lock 0 cbjetivo deste rnélodo é ‘trancaf’ o a-cessa as variaves Anplic: -.tic'1 deixardo-as dnsponlw-.5 pava sc-rm_~n'. c L. 'n unIco usuano. Me‘-todo UnLock O me‘: c-do L'nLoc. '-c "d-es1ranca" as van'a‘ve's App-'ir: a1ion que foram 1rar~; adas p-ar um metodo Loc-a. Ouardo esta mclodo for on uculado. todas as varuzivo -3 App ocatcn u-sv. a'ao r‘-avzmrzntu dispaniveis. Cnsu. -vu o uxumpo. -: HTML. <'. BODY. > <". -is Appllcat| on. Lock AppIlcatIon(“visItantes") : App| lcatIon("vIsitantes") + I AppIIcat| on. UnLocI< ‘E-h> <CENTER> Esta nag na 1a Ic acessada <%: AppIicaIion("visiIanIes")%> vezes <. w'CENTER-, <: HT. ‘.'. l_> rvnnnvx No caso acima. u nmétoda Lock Ioi utilzadn para C, .J€ o numero de wsmantes se; a sernpwe exibido de Iorma cc're1a. néo occ'rendo nenmm pvcblema ro c. .-«.50 de haverem cuss lentativas s mu. témuas dc moon cacao no valor (2-.2-sta vanavu-‘. Dupccs dc alturar o va'ar d-. ~ vasnranrus, a ap'Ic. :-. ,ao é cestranccacia. Veja o result: -do desIe codigo: 3>. v:~: «w-; u -’ nu-uh; --: I~. « Ap : :.5;t>. -: 1.2;‘ 3 Iv '. >.1-»: I — F| .:'L«I-J! I5: I. ‘ | ll| L“jCX'T .1,‘ _, m,N , ,1,, Pa; no Ali
  55. 55. Capitulo VIII — Os Crt: ;e: c-s do ASP Fr» Ed‘ no : r_. ~.»~. .r. .:. m_v gap ‘V I 7. ' I -u - , - 5 2.. J 2J . ; ~= r 4.. .] E. ::| Fel: ~:d H: -' we {catch Ne‘ : a.'e F‘ n’ 5». -r: urr‘_v Q Esta péoina jré £31 azcssada 13 vczcs 'i‘ r- ["L»; u nu‘. [I-; vv. ~ . ‘_. 9‘ I .2 -/ .. O objcto Sewer Esre ooero é capaz Ce inter: :r: 'r com servrco HTTP, criando uma interface prc-gramave‘. de seas mélorias e prop-‘re-: Ia: Ies. Gotta Iuocéa do cbjato Sewer é instarsrar cc'rp0r*. -3nI= .=s ASP no sew oor. 0 Que torna a Iecr‘-ologia motto mais pocerosa e an‘ pla O que é um componente? Cc-mpcnentes sao I: -Ifiotecos do objetos que possuem tuna] dades diversas. Podemos er-conlrar rromeros tipos de cc-mpc '1E"I[ES. Ha. pcr axempo. ccmponentes coe operam services de c-mar‘ Ijcomo on-. -Ia‘ mcnsagcns c arqu vos atacnadosl. qt. -3 criam intcrmcc para tgoload dc arqu vos. we maoipulam barcus de dadcs. etc. Exrstem compcnentes que ja vé-11 If‘-. ')OfDC'3dGS ao paroote ASP :3 exisrmw também dwersos comoc nentes cusp-oniveis na Irterrm para C-: Jwr'oad Para insralar tun novo componcntc [que g~3ra‘mcr*‘. o 0 uma d| l'r. basta rcglstré. -I-3 no Rc~g. 'sIry do serv dor Depc's. pa'a ol iza-lo. basic: rnslancra‘-lo em q; a‘qoer prog'ama ASP Método Createobject Este método cna uma irxsroncra do on ccnp-orente ro semi-dcvr A cc-tcmcidade de utilrzar oomponenres amplra rm to as pote'1cralidades de uma ap‘rca; z'ao ASP. Sintaxe: Server. CreateO‘oiecI I"nc-'necomp. ncnne-: laFse"I Ondo; norna-comp C o norm: do tzcolrotuca do CC‘YI(: -3I‘~; r‘1<: u rrorrw. -crass: u .3 classc or. --51a biblioteca do qua! se deseja criar o oI: ~,eto. Como t. :x~; ’hp'O. crlarcfinos uma msz; ‘.rncra da dassu Brows; -.'Typ». :. Ga brurlotuca MSWC (Mi: rosoIt Web CC7'p0I”3r". S:| I 3': ’:‘. ""¢‘; ‘ -’ Iv: -rlt; --: I~. « Ap : :.5;t>. -: 1.2:. ‘ 3 Ir '. >.1-»: I — F| .:'L«I-J! In; I. ‘ | §!| L“jCI'T .1,‘ _, m,N , ,1,, Pa; no In
  56. 56. Capitulo VIII — Os Ot: ;e: c-S do ASP -: HTML: - <: BOOY> <"1'$ Set brtp = Sewer. CrcatcOb]cct("MSWC. BrowserType'3 It brtp. ActiveXContro| s then °. -to Este browser supona centre ‘es Actrvex <38 Elsc ". »'h> Eslc browser nao supcrta cc-ntrolos Acti-«ox <94. End II '3-to <2-BODY. HTML: - Um poss? veI resutado otrtido sera: . r"-r; L'r-:2-. LJ'I. '. Q] L‘ t; I:’n; - Est: browser supcvrta c»: -r. tr»: -‘.25 e'4.ctr. 'r: I 11] Dcrwzc :9 lrrcrr cv‘ No exerr plo acima. cnamos o cojeto Imp. or_-rIence'1te :3 ciosse 8row: .erTypc do c or oteca IJSWC (9 Iestamos $.13 p'c; :r'edade Ac. °iveXCa. '!rro. 's Observe cue D cc-wand: Sel loi bfil zado. Dcsta forma. o rnctoco Createotgccr retcrnara is variavet brrp um pc-ntv: -ro que aconta para o ot, r_>to rnstancrado Este rjz apenas um en: -wwp-‘o de tm crcjeto de mjrneros o. rtros existmtcs A0 Irmgo dosle cuso abordaremos oulros compc-ne-mes. 8 cerlamerwle ao pus(; .Iisar na Wet). vocé erconlrara cada vez mais novos componentes sends criados Métodos Encode A tccnc'og .1 Web é basuccmente has-eada na transfr: -rrincia de trmos sirr ole-.5 IASCII) pr: -lo prolocolo TCP. -IP u no rr"_r. ‘rp't_". &;'; i'30 dcslus Iuxlos pesos I: -rowscrs. Dr. -vrco a cslu Iato. C poss‘vu-I occrrerem erros de rr-terpretacées de caraoteres pecL. 'ia'es rcomo Ietras acentuadas OJ e. =.n. .'-. ;os em b'arwr: o. por axe-‘m: -'0]. Para resC'v€. ' eslas prcoamas. a recrrolc-gia ASP drspées do dois métodos: Hfr'. a'LEncods e UHLEr. :ode. Método HTI. ILEncode Esre método faz cc'n we os cam-:1eres sejam exiocos em tela exata. 'n-ante oomo foram esp-acilrcados. Para isso 0 ASP cna. para a stnrg tomecida, cddigos especrais para caracteres nao~ANSI Esre método 0 i*np-on: -.n'. e para se assegarar dc que a »r‘orma(; :.o sera exroido num pagina HTML. exatawtenfe como se desera. Jr}: ‘; ""v‘, I . * we I10 -3»: Au : :.5;t>: : 1.2:. ‘ 3 Ir '. >.1v»: I — Fl. ;'; <I-Jr It: I. ‘ -: tr; -3r_x‘I ‘ 7,‘ _ , ,‘, ._, ,‘1,, Pa; no AH
  57. 57. Capitulo VIII — Os Objetos do ASP slntaxcz Server. HTMLEroode ("string") Onde srringé a cad-eia de caracleres que se desaia iormatar. Método URLEnoode Semelhante ao rnétodo HTMLEncode. este método formata a string especilicada para qae nao ocorram erros de tnterpretacéo d-3 caracteres. Porém. utillzamos o mélodo URLEn: ode quardo a string especrlicada tram-se de uma URL. Slntaxe: Server URLEncode ("s1nrg') O objeto session Entende-se por sesséo o 1ernpo cue urn usuario Lti za uma aplicagaon Caoa vez que uma apficacao é acessada pc-' um usuario. Lma sessao no servidor é abena para ele. Ouando a apéicacao termina. a sessao é finalizada. Dessa forma, Wonnacces cispor I: ‘izadas no esccpo da sesséo es1a'éo c's. pon iveis darante toda a arfcacéo para un determinado usuario. Este oojeto é baseado em cookies. ponanlo sera somente acessfvel aos browsers que os sL. porIa'n o que uSlL‘]a'“ hatntados a os accnarum. Doclarando varlzivcls do tlpo session A daclaracéo de variéveis do tipo Session poss brlita qua as mesmas estqarn disponiveis durante toda a sessdo de um usuano. Séo u‘. e»s, por exemplo. qaando d-zsejamos vcentilicar caraclerisfisas do usuano em qua'qJer parte de um programa. Sintaxe: Session["nornevar"| ~ conteudo Observe o exemplo: <HTfV L> <BODY> <% Set brtp : Server. createObiect("MSWC. Browseflype") Scsslon ("vbsc" = brlpxbscript %> <. "HTML> <. "BODY> Com 0 we go acnrna. teremos arrnazenado na variave‘ vbsc mm va‘cr boc-'eano (true ou ialse) que ir-dica se 0 trowser suporta ou néo a tecnologia VB»Scr'pt sendo execuada no clieme. Como usla vanavcl rm delurida ccmo tpo Sossm. poduru-mos uuluza-la em OUII8 pane da ap'icacéo. corno no exernp'o abeixot <94. II Scss£on("vbsc") lhcn Call Versaovbsc (J Elso Call VcrsooNoVbSc [) End It %> O Objelo Response 0 otjero Response contro'a os dados que seréo envnados para o cliante. Estes dados podem ser smplesmente HTML, cookies. valores de variaves. etc. 3:‘: fifl‘a"J"~‘VIV£"IllZ| Or: Ap v. ‘a: C~: ‘: Cc. ‘ : |rP. z1r»: | - FI‘. a‘a! Ol'1W. al. 'I:1ce(I? I '1.“ ; ,,, _,, ,,, q,. , P. -:9 na 59

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