slides - Leandro Leal

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Leandro Leal - UCPel

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  1. 1. Analfabetismo, estamos no caminho certo?<br />
  2. 2. O Brasil tem atualmente cerca de 16 milhões de analfabetos e metade deste número está concentrada em menos de 10% dos municípios do país, mostrou uma pesquisa divulgada hoje pelo Ministério da Educação (MEC). Para o MEC, apesar de não serem inéditos, os dados do "Mapa do Analfabetismo" são "alarmantes". No Brasil existem 16,295 milhões de pessoas incapazes de ler e escrever pelo menos um bilhete simples. Levando-se em conta o conceito de "analfabeto funcional", que inclui as pessoas com menos de quatro séries de estudo concluídas, o número salta para 33 milhões.<br />
  3. 3. Em apenas 19 das 5.507 cidades brasileiras o total da população frequentou a escola por pelo menos oito anos. O estudo, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), indica que aproximadamente oito milhões de analfabetos do país se concentram em 586 cidades brasileiras, com as maiores taxas aparecendo nas capitais. Só na cidade de São Paulo, campeã em números absolutos, são mais de 383 mil pessoas. No Rio de Janeiro, são quase 200 mil.<br />
  4. 4. A taxa de analfabetismo da população brasileira tem diminuído gradativamente, mas não o suficiente para elevar o nível educacional no país. É isso o que revela o mais recente estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O documento intitulado Primeiras Análises: Situação da Educação Brasileira - Avanços e Problemas mostra que, ainda que a média de anos de estudo tenha subido, o país ainda tem 9,7% da população analfabeta, ou seja, cerca de 14 milhões de pessoas.<br />
  5. 5. De 1992 a 2009, esse número teve uma queda de 7,5 pontos percentuais, mas isso não se deu de maneira igualitária em todo o país. A diminuição mais acentuada ocorreu no Nordeste, cuja população analfabeta passou de 32,7% em 1992 para 18,7%, em 2009. "Essa região teve um impacto maior causado pelas políticas públicas destinadas à redução do analfabetismo, principalmente nos grupos de idade mais avançada, como programas de alfabetização. Ainda assim, o Nordeste concentra um número de analfabetos maior que a média nacional", explica Jorge Abrahão de Castro, diretor da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do IPEA. No estudo, chama a atenção também a estagnação do indicador nas demais regiões do país , que veremos no gráfico a seguir.<br />
  6. 6. Gráfico do analfabetismo<br />

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