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Padronização naoh e h cl

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Titulação

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Padronização naoh e h cl

  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO-UFMT LICENCIATURA EM QUÍMICA ISADORA CAROLINA VILA PADRONIZAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO AQUOSA DE NaOH 0,1 MOL/l E HCl 0,1 MOL/L Cuiabá-MT 2011 ISADORA CAROLINA VILA PADRONIZAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO AQUOSA DE NaOH 0,1 MOL/l E HCl 0,1 MOL/L Relatório apresentado à disciplina de Química Experimental do Curso de Licenciatura em Química 1º semestre, ministrado pelo professor Dr.Ermelindo Flumignam com apoio técnico de Tirço Leonildas de Almeida. CUIABÁ-MT 2011  INTRODUÇÃO Na natureza, raramente encontra-se substância puras. O mundo que rodela é constituído por sistemas formados por mais de uma substância: as misturas. Ás misturas homogêneas dá-se o nome de soluções. Logo, pode ser dizer que, soluções são misturadas de duas ou mais substâncias que apresentam aspecto uniforme. Nos laboratórios, nas indústrias e no dia-a-dia, as soluções de sólidos em líquidos são as mais comuns. Um exemplo muito conhecido é o soro fisiológico (água+NaCl). Nesses tipos de soluções, a água é o solvente mais utilizado (Não importa se na solução existir mais de um solvente. Se a água estiver presente, ela será o solvente da solução, independente de sua quantidade), sendo conhecida por solvente universal. Essas soluções são chamadas soluções aquosas. Neste experimento procedem-se a padronização de uma solução de hidróxido de sódio (NaOH) 0,1 mol/L e HCL 0,1 mol/L. A padronização foi feita por uma solução de ácido clorídrico utilizando como indicador e fenolftaleína. É fundamental que se saiba a quantidade de produtos que se pode ser formado a partir de uma determinada quantidade de reagentes, é importante, também, saber antecipadamente qual a quantidade e reagentes que se deve se utilizado para se obter uma determinada quantidade de produto.
  2. 2.  OBJETIVOS 1. Estabelecer a padronização de NaOH. 2. Estabelecer a padronização de HCl. 3. Compreender algumas técnicas básicas de padronização de soluções;  MATERIAIS E REAGENTES  Materiais: -Pipeta graduada/ Pipeta volumétrica -Erlenmeyer 250 ml -Bureta de 50 ml -Suporte Universal com garra  Reagentes -Solução NaOH -Solução de HCl -Fenolftaleína -Biftalato de Potássio.  METODO -Padronização de uma solução de NaOH 0,1 mol/L Observação: O Biftalato de Potássio utilizado para a padronização já encontrava-se pronto no laboratório, onde não foi preciso realizar a sua preparação, assim como as soluções de NaOH e HCl, preparadas nas praticas anteriores de numero 8 e 9. - Montou-se um esquema de titulação com o suporte universal com garra, junto com a bureta de 50 ml. Conforme mostra a imagem abaixo:
  3. 3. - Na bureta foi colocada 50 ml de NaOH já preparada, ajustou-se o menisco. -Pesou cerca de 800 mg de Biftalato de potássio em triplicata e transferiu casa massa para cada Erlenmeyer de 250 ml, dissolveu o biftalato em 50 ml de água destilada quente. -Foi adicionado 3 gotas do indicador de fenolftaleína ao primeiro frasco e titulou até o ponto de viragem, persistiu por 20 segundos uma leve coloração rósea. Anotou o volume gasto na bureta para calcular o fator de correção realizou o mesmo procedimento por mais duas vezes. -Padronização de uma solução de HCL 0,1 mol/L - Na bureta foi colocada 50 ml de HCl já preparada, ajustou-se o menisco. -Transferiu 15 ml de solução de NaOH 0,1 mol/L padronizado para um erlenmeyer utilizando uma pipeta volumétrica, realizou esta operação em triplicata. -Adicionou 3 gotas de indicador de fenolftaleína ao primeiro erlenmeyer e titulou até o ponto de virada, onde anotou o volume gasto na bureta para calcular o fator de correção. NOTA: A solução de 50% de Hidróxido de Sódio é preparada pesando-se 50 gramas de Hidróxido de Sódio, dissolvendo com água desgaseficada e transferindo para um balão volumétrico de 100 ml, completar o menisco com água desgaseifiada, conservar a solução em frasco de polietileno. 1.  RESULTADOS E DISCUSSÕES
  4. 4. Nessa experiência foram utilizada as soluçoes já preparadas nas praticas de numero 8 e 9, o Biftalato de Potássio já encontrava-se preparado pelo Técnico responsável Tirço L. Almeida e tinha como objetivo realizar a titulação para calcular o fator de correção de ambas soluções. Como na reação ocorre o equilíbrio entre as quantidades de NaOH e HCl, o número de mols dos dois é o mesmo. Dessa forma é possível calcular o volume de HCl utilizando para originar 0,02 a partir de 1M do ácido. M = n/V(L) 1= 0,02/V(L) V= 0,02 L Sabe se assim a quantidade em litros para realizar o experimento. Essa quantidade é necessária para equilibrar a reação. O ácido é adicionado ao Erlenmeyer para equilibrar a reação. Na introdução da fenolftaleína a solução de NaOH tornou se rósea, no momento em que ela fica neutra foi cortado a adição do ácido, assim terminando a reação. O volume de HCl utilizado na bureta é lido m todas as experiências feitas pelos integrantes do grupo, que se somou três vezes. E a partir da leitura da media das medidas é calculada o fator de correção. Onde: Nbif x Vbif = NNaOH x VNaOH 1º NaOH= 0,100 x 25 ml/ 28.5 ml = 0,0877 2º NaOH= 0,100 x 25 ml / 32 ml = 0,0781 3º NaOH = 0,100 x 25 ml / 33 ml = 0,0757 Média: 1º+2º+3º/3 =0,0805 N NNaOH x VNaOH = NHCl x VHCl 1º HCl = 0,0805 x 23.9 ml / 25 = 0,0769 2º HCl = 0,0805 x 27.5 ml / 25 = 0,0885 3º HCl = 0,0805 x 25.5 ml / 25 = 0,0811 Média= 1º+2º+3º / 3 = 0,0821 N
  5. 5.  CONCLUSÃO Podemos concluir neste experimento à fase de neutralização onde a solução de básica foi sendo adicionada na acida ate o ponto de equivalência onde se pode observar a mudança de coloração do composto que era incolor devido a duas gotas de fenolftaleína, e tornou-se rósea. Assim foram alcançados os objetivos da experiência em ambas padronizações onde o mesmo procedimento foi efeito mais em ordens diferentes sendo Acido adicionado a Base e Base adicionado a acido, resultando nas viragem de incolor para rósea e de rósea para incolor, a coloração pode ser claramente observada a partir da adição do indicador de fenolftaleína. Com os resultados pode-se constatar que a padronização das soluções de NaOH e HCL, apresentou resultados esperados.  REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA CHANG, R. Quimica geral. São paulo: McGraw-Hill, v. 2, 2006. RUSSEL, J. B. quimica geral. 2. ed. são paulo: makron books, v. 2, 1994.

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