XIV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PALEOBOTÂNICA E PALINOLOGIA
5. Encontro Latinoamericano de Fitólitos
Rio de Janeiro, 13-16 de m...
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Contribuição à caracterização polínica de espécies ornamentais e frutíferas da família Rosaceae Juss.

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Denise MDS Mouga, Manuel Warkentin, Andressa KG dos Santos, Juliane V da Silva, Enderlei Dec.

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Contribuição à caracterização polínica de espécies ornamentais e frutíferas da família Rosaceae Juss.

  1. 1. XIV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PALEOBOTÂNICA E PALINOLOGIA 5. Encontro Latinoamericano de Fitólitos Rio de Janeiro, 13-16 de maio de 2013. NOME: Denise M.D.S. Mouga E-MAIL: dmouga@terra.com.br TÍTULO DO TRABALHO: Contribuição à caracterização polínica de espécies apícolas ornamentais e frutíferas da família Rosaceae Juss. FORMA DE APRESENTAÇÃO: ( ) ORAL ( x ) PAINEL SESSÃO TEMÁTICA: ( ) Angiospermas: Origem e Evolução ( x ) Aplicações e áreas de integração da Paleobotânica e Palinologia (p.ex., arqueologia, melissopalinologia e palinologia forense) ( ) Bioestratigrafia ( ) Paleobiogeografia ( ) Paleoclima e Mudanças climáticas ( ) Palinotaxonomia ( ) Tafonomia vegetal e Reconstruções Paleoambientais ( ) Métodos estatísticos em palinologia e paleobotânica ( ) Patrimônio e Ensino em Paleobotânica e Palinologia ( ) Fitólitos
  2. 2. XIV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PALEOBOTÂNICA E PALINOLOGIA 5. Encontro Latinoamericano de Fitólitos Rio de Janeiro, 13-16 de maio de 2013. CONTRIBUIÇÃO À CARACTERIZAÇÃO POLÍNICA DE ESPÉCIES ORNAMENTAIS E FRUTÍFERAS DA FAMÍLIA ROSACEAE JUSS. Contribution to the pollinic characterization of ornamental and fruit species of the family Rosaceae Juss. Denise M. D. S. MOUGA1 , Manuel WARKENTIN 2 , Andressa K. G. dos SANTOS 2 , Juliane V. da SILVA 2 & Enderlei DEC 2 1 Label-Laboratório de Abelhas da UNIVILLE-Universidade da Região de Joinville, Joinville, Brasil (dmouga@terra.com.br) 2 Label-Laboratório de Abelhas daUNIVILLE- Universidade da Região de Joinville, Joinville, Brasil A família Rosaceae tem importância ornamental, agrícola e econômica, tendo sido longa e continuamente cultivada e selecionada pelo homem. Entretanto, dados sobre sua morfologia polínica são escassos. Visando contribuir com a pormenorização de suas características palinológicas que possam ser úteis em identificação de procedência de produtos presentes e pretéritos, grãos de pólen de nove espécies do grupo (Rosa chinensis Jaqc., Rubus rosifolius Smith, Rubus spectabilis Pursh., Prunus persica (L.) Batsch, Prunus insititia L., Pyrus communis L., Malus pumila Mill., Fragaria cf. ananassa, Chaenomeles japonica (Thunb.) Lindl.) foram processados segundo a técnica da acetólise, montados em lâminas de microscopia, fotografados em vista polar e equatorial, mensurados e observados quanto às aberturas e ornamentação (câmera DinoEye acoplada a microscópio óptico e computador). Foram medidos os diâmetros, em vista polar (P) e equatorial (E), de 20 grãos para cada espécie, para o tratamento estatístico das medidas efetuadas (software Dino Capture 2.0). A categorização da forma dos grãos de pólen se fez pelo cálculo da razão P/E. As lâminas estão conservadas na Palinoteca do Label. As análises dos grãos de pólen ocorreram sob microscopia óptica de luz (2000x), caracterizando-se a forma, o âmbito, o tamanho, a ornamentação da exina, a polaridade e a simetria. Os grãos de todas as espécies apresentaram- se em mônades, isopolares, com simetria radial e estriados. Mostraram-se prolatos, com âmbito circular, 3-colporados, os grãos de Rosa chinensis (P=47,94 µm; E=32,71 µm), Pyrus communis (P=36,50 µm e E=25,71 µm), Chaenomeles japônica (P= 35,01 µm e E=23,8 µm), Rubus spectabilis (P=30,84 µm e E=21,78 µm, grãos 3-4 colporados) e, idem mas com forma sub-prolato, Rubus rosifolius (P=34,72 µm e E=26,62 µm), e forma prolato-esferoidal, Malus pumila (P=32,63 µm e E=29,24 µm). Apresentaram forma prolato-esferoidal, sendo 3- colporados, os grãos de Prunus persica (P=38,03 µm e E=34,51 µm, com âmbito circular e sub-triangular) e Fragaria cf. ananassa (P=23,99 µm e E=23,27 µm, âmbito sub-triangular). Os grãos de Prunus insititia mostraram-se forma oblato-esferoidal (P=32,05 µm e E=34,8 µm), aberturas 3-4–colporado e âmbito sub-triangular. As espécies analisadas indicam uma família euripalinológica, não muito heterogênea. Financiamento: Bolsa PIBIC e apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PRPPG da UNIVILLE - Universidade da Região de Joinville, Joinville, Brasil.

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