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Dst

  1. 1. DST
  2. 2. <ul><li>As DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) são quase tão antigas quanto à prática sexual, mas ainda hoje às portas do terceiro milênio, convivemos com elas e o que é pior: muitas pessoas desconhecem estes males ou a melhor forma de prevenção. Mas a boa notícia é que praticamente todas são tratáveis e até curáveis, com exceção da AIDS. Embora sendo tratáveis é preciso que o diagnóstico seja realizado o mais rápido possível, pois do contrário a cura se torna mais difícil. Isto quando elas não evoluem para doenças mais graves, ou para complicações que podem deixar seqüelas permanentes, em especial para a capacidade de reprodução. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Conhecimento ainda é o melhor caminho para a prevenção e tratamento das DST. </li></ul><ul><li>Saber como elas se manifestam e, ao primeiro sintoma procurar um médico. Nunca se automedicar ou deixar passar muito tempo para procurar ajuda médica. E o mais importante: praticar sempre o sexo seguro, ou seja, utilizando preservativos de maneira correta em todas as relações sexuais. Com este trabalho, pretendemos alertar as pessoas para os riscos que elas correm por falta de conhecimento ou por negligência. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Portanto atenção a estas informações elas serão muito valiosas. </li></ul><ul><li>E lembre-se: prevenir é fundamental! </li></ul>
  5. 5. HERPES GENITAL
  6. 6. HERPES GENITAL <ul><li>O QUE É HERPES GENITAL? </li></ul><ul><li>É DST causada pelo vírus Herpes simplex virus (HSV) tipos 1 e 2 </li></ul><ul><li>Episódios recorrentes de bolhinhas d’água que se transformam em pequenas feridas, nos genitais ou ânus </li></ul><ul><li>É geralmente causado pelo HSV-2 </li></ul><ul><li>HSV-1 normalmente causa herpes labial </li></ul><ul><li>A infecção pelo HSV-1 pode ocorrer pelo contato no sexo oral, c/ pessoa que tenha herpes labial </li></ul>
  7. 7. HERPES GENITAL <ul><li>COMO AS PESSOAS PEGAM HERPES GENITAL? </li></ul><ul><li>Contato sexual (inclusive sexo oral), contato direto c/ lesões ou c/ objetos contaminados; </li></ul><ul><li>HSV-1 e HSV-2 são encontrados nas feridas do herpes; </li></ul><ul><li>Pode ser transmitido por parceiro(a) infectado(a) com ferida não visível. </li></ul>
  8. 8. HERPES GENITAL <ul><li>QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS? </li></ul><ul><li>Assintomáticos ou c/ sintomas leves : maior parte dos casos </li></ul><ul><li>Tempo de incubação: 3 a 14 dias p/ o primeiro episódio </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><ul><li>Pequenas bolhas d’água que rompem deixando pequenas feridas, acompanhadas de dor, ardor ou coceira </li></ul></ul><ul><ul><li>Primeiro episódio : febre, mal estar, ínguas nas virilhas </li></ul></ul><ul><ul><li>Cicatrização: 2 a 4 semanas no primeiro episódio </li></ul></ul><ul><ul><li>Após primeiro surto : estado de latência - surtos recorrentes </li></ul></ul>
  9. 12. HERPES GENITAL <ul><li>QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS? </li></ul><ul><li>Recorrências: </li></ul><ul><ul><li>Por reativação do vírus </li></ul></ul><ul><ul><li>Sintomas menos intensos </li></ul></ul><ul><ul><li>Cicatrização mais rápida ( 5 a 10 dias ) </li></ul></ul><ul><ul><li>Associadas a : febre, exposição solar, traumatismos, menstruação, estresse físico ou emocional, antibióticos e imunodeficiência </li></ul></ul><ul><ul><li>Sintomas prévios às crises : coceira, queimação, aumento de sensibilidade </li></ul></ul>
  10. 13. HERPES GENITAL <ul><li>QUAIS AS COMPLICAÇÕES? </li></ul><ul><li>Pode ser severo em pessoas c/ deficiência imunológica </li></ul><ul><li>Estresse psicológico </li></ul><ul><li>Infecções potencialmente fatais em bebês </li></ul><ul><li>As pessoas com herpes são mais susceptíveis à infecção pelo HIV </li></ul><ul><li>Pessoas com HIV e herpes transmitem mais o vírus HIV </li></ul>
  11. 14. HERPES GENITAL <ul><li>EXISTE TRATAMENTO PARA O HERPES? </li></ul><ul><li>Medicações antivirais : </li></ul><ul><li>Não há cura para o herpes </li></ul><ul><ul><li>encurtam as crises </li></ul></ul><ul><ul><li>previnem os surtos enquanto a pessoa tomar a medicação </li></ul></ul>
  12. 15. CANCRO MOLE
  13. 16. CANCRO MOLE <ul><li>O QUE É CANCRO MOLE? </li></ul><ul><li>DST causada pela bactéria Haemophilus ducreyi </li></ul><ul><li>Sinônimos : cancróide, cancro venéreo e cavalo </li></ul><ul><li>Feridas geralmente múltiplas e dolorosas nos genitais externos </li></ul>
  14. 20. CANCRO MOLE <ul><li>COMO AS PESSOAS PEGAM CANCRO MOLE? </li></ul><ul><li>Transmissão direta no ato sexual (contato c/ feridas) </li></ul><ul><li>É mais comum no sexo masculino (1:20) </li></ul>
  15. 21. CANCRO MOLE <ul><li>QUAIS SÃO OS SINAIS E SINTOMAS? </li></ul><ul><li>Feridas dolorosas, geralmente múltiplas, c/ base amolecida </li></ul><ul><li>É autoinoculável </li></ul><ul><li>Localização : pênis e vulva </li></ul><ul><li>Tempo de incubação : 2 a 4 dias </li></ul><ul><li>Pode aparecer junto c/ o cancro duro da sífilis </li></ul>
  16. 25. CANCRO MOLE <ul><li>QUAIS SÃO AS COMPLICAÇÕES? </li></ul><ul><li>30 a 50% dos casos : íngua dolorosa na virilha, que pode drenar pus </li></ul><ul><li>As pessoas com cancro mole são mais susceptíveis à infecção pelo HIV </li></ul><ul><li>Pessoas com HIV e cancro mole transmitem mais o vírus HIV </li></ul>
  17. 26. CANCRO MOLE <ul><li>COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO ? </li></ul><ul><li>Através de coleta da secreção da úlcera </li></ul><ul><li>A sífilis primária (cancro duro) também deve ser pesquisada </li></ul>
  18. 27. CANCRO MOLE <ul><li>EXISTE TRATAMENTO PARA O CANCRO MOLE ? </li></ul><ul><li>Sim. É fácil e cura a doença </li></ul><ul><li>É feito a base de antibióticos </li></ul><ul><li>A doença não protege contra nova infecção </li></ul>
  19. 28. GRANULOMA INGUINAL
  20. 29. GRANULOMA INGUINAL Também chamada Donovanose ou Granuloma Venéreo
  21. 30. GRANULOMA INGUINAL <ul><li>A Donovanose é uma doença bem rara atualmente, e é predominante em pessoas de raça negra. </li></ul><ul><li>É uma DST causada pela bactéria Donovânia Granulomatis. </li></ul>
  22. 32. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>COMO SE PEGA ? </li></ul><ul><li>A Donovanose é uma DST de transmissão frequentemente sexual e sua contagiosidade não é grande, é mais freqüentes em climas tropicais e subtropicais; </li></ul>
  23. 33. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>2. Pode ser contraída não só pelo coito vaginal ou pelo anal, mas também pela relação sexual oral, instalando-se o germe na boca e faringe. </li></ul>
  24. 34. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>COMO SE MANIFESTA ? </li></ul><ul><li>Cerca de um à seis meses após inoculação da bactéria, surge no local, uma pequena elevação da pele ou mucosa, uma papulação não dolorosa, que vai se transformar em uma ulceração avermelhada, semelhante à “couve-flor”e que geralmente não dói. </li></ul>
  25. 35. <ul><li>As lesões podem ser múltiplas e quando muito próximas causa úlceras maiores e com mal cheiro. </li></ul><ul><li>A evolução das lesões é muito lenta, por isso é comum as pessoas procurarem o médico após anos de evolução da doença, isso por falta de informação e do baixo nível sócio-econômico dos doentes. </li></ul>
  26. 36. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>DIAGNÓSTICO </li></ul><ul><li>O diagnóstico é feito pela história e aspecto clínico da lesão podendo usar recursos laboratoriais através do material obtido por biópsia. </li></ul>
  27. 37. LINGLANULOMA INGUINAL <ul><li>A Donovanose quando não tratada pode gerar infecção secundária e elefantíase que é um aumento exagerado na vulva, no pênis ou saco escrotal. Pode haver estreitamento do ânus e em alguns casos mais graves pode se tornar um câncer. </li></ul>
  28. 38. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Doxiciclina 100mg, VO, de 12/12 h até cura clínica (no mínimo por 3 semanas) ou; </li></ul><ul><li>Sulfametoxazo / Trimetoprim (160mg ou 800mg) VO, de 12/12 h até cura clínica (no mínimo por 3 semanas), ou </li></ul><ul><li>Ciprofloxacina 750mg, VO, de 12/12 h até cura clínica </li></ul>
  29. 39. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>Tianfenicol Granulado 2,5g, VO, dose única, no primeiro dia de tratamento, a partir do segundo dia 500mg, VO, de 12/12 h, até cura clínica, ou </li></ul><ul><li>Etromicina (Estearato) 500mg, VO, DE 6/6 h até cura clínica (no mínimo 3 semanas). </li></ul>
  30. 40. GLANULOMA INGUINAL <ul><li>RECOMENDAÇÃO </li></ul><ul><li>A resposta ao tratamento é avaliada clinicamente, a cura é o desaparecimento das lesões. As seqüelas deixadas por destruição tecidual ou por obstrução linfática, podem exigir correção cirúrgica. </li></ul>
  31. 41. GONORRÉIA
  32. 42. GONORRÉIA <ul><li>Gonorréia ou Blenorragia é uma doença infecciosa, transmitida mediante o contato sexual, ou de mãe para filho durante o parto na passagem pelo canal. É causada por um micróbio conhecido como gonococo, e acomete os órgão sexuais produzindo uma inflamação. </li></ul>
  33. 43. GONORRÉIA <ul><li>SINTOMAS </li></ul><ul><li>No homem : por volta de 4 a 7 dias após contágio, inicia uma dor ao urinar e secreção amarelada no pênis. </li></ul><ul><li>Na mulher : o quadro é confundido com uma cistite, a disúria pode acontecer quando há comprometimento da uretra, dor e edema na vulva quando a glândula de Bartholin é atingida. </li></ul>
  34. 46. GONORRÉIA <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>A Gonorréia pode ser curada com antibióticos, mais o tratamento feito no início assegura melhores resultados. </li></ul>
  35. 47. GONORRÉIA <ul><li>TRATAMENTO </li></ul><ul><li>No caso de RN. aplica-se nos olhos uma solução de nitrato de prata ou penicilina para evitar a cegueira, e no caso das meninas é aplicado também na vagina, para evitar a ou infecção vaginal. </li></ul>
  36. 48. GONORRÉIA <ul><li>CONSEQÜÊNCIAS DO NÃO TRATAMENTO: </li></ul><ul><li>Na mulher pode resultar em esterilidade, e no homem, atingir os testículos causando também a esterilidade, pode ocorrer também uma artrite aguda. É muito importante enfatizar que o uso do preservativo é a melhor forma de prevenção de qualquer DST. </li></ul>
  37. 49. Acuminado Condiloma
  38. 50. É a formação de papilomas que aparecem em regiões úmidas, particularmente nos genitais. O agente causador é um vírus do grupo HPV. A transmissão se faz habitualmente, pelo contato sexual. O período de incubação desse vírus varia entre 3 à 4 meses. A principal queixa é o aparecimento de “caroço” ou verruga nos genitais, as vezes acompanhadas de corrimento fétido ou prurido, pela freqüente associação com o Trichomonas ou infecção secundaria.
  39. 51. Condiloma Acuminado Vaginal
  40. 52. Condiloma Acuminado no Pênis
  41. 53. Condiloma Acuminado na Borda Anal
  42. 54. Diagnóstico Ao exame nota-se um ou múltiplos papilomas de vários tamanhos, comprometendo a vulva, períneo, vagina, colo uterino, região anal e púbica. Podem assumir grandes proporções, principalmente na gravidez, a ponto de causar obstrução ao parto. A colposcopia de rotina pode detectar, precocemente, os papilomas ou ainda, antes destes, áreas de epitélio branco sobrelevado, com vascularização exuberante.
  43. 55. Tratamento É escolhido de acordo com o tamanho e a extensão das lesões. O tratamento pode ser feito através de medicamentos e também através de remoção cirúrgica, eletrocoagulação, criocauterização e aplicação de laser, sob anestesia local ou loco-regional. Durante todo o período de remissão das lesões, recomenda-se banhos-de-assento com soluções anti-sépticas e, ocasionalmente, geléias anestésicas
  44. 56. Condiloma Acuminado na boca
  45. 57. Sífilis
  46. 58. Definição: <ul><li>É uma doença infecciosa aguda e crônica, causada pelo Treponema pallidum. </li></ul>
  47. 59. O período de incubação varia de 10 a 90 dias. Os sinais e sintomas de sífilis são vários, dependendo do estágio em que se encontra. <ul><li>São quatro estágios: </li></ul><ul><li>Fase primária, Fase secundária, </li></ul><ul><li>Fase latente, Fase terciária ou tardia. </li></ul>
  48. 60. Fase primária: <ul><li>A lesão primaria é o cranco duro,que é a porta de entrada do agente no organismo do paciente. </li></ul><ul><li>É uma lesão ulcerada (cancro) não dolorosa (ou pouco dolorosa), em geral única, com a base endurecida, lisa, brilhante, com presença de secreção serosa (líquida, transparente) escassa. </li></ul>
  49. 61. <ul><li>Pode ocorrer linfonodomegalia satélite não dolorosa. Esta lesão permanece por 4 a 6 semanas, desaparecendo espontaneamente. Nesta fase a pessoa infectada pode pensar erroneamente que está curada. </li></ul>
  50. 62. Cancro duro da sífilis primária no homem
  51. 63. <ul><li>Lesão única bem definida, fundo limpo. Mesmo estando frente a lesões típicas, não deve ser esquecida a possibilidade de estar ocorrendo um caso atípico de outra DST ulcerativa ou mesmo de associações entre elas. </li></ul>
  52. 64. Úlcera em pênis: lesão única, bem definida; fundo limpo; bordas elevadas. Geralmente indolor.
  53. 65. Lesão localizada na vulva (grandes lábios)
  54. 66. <ul><li>Essas lesões comprometem as palmas da mãos e as pontas dos pés, geralmente acompanhadas de placas mucosas, alopecia em clareira e linfadenopatia generalizada. </li></ul>
  55. 67. <ul><li>Roséolas palmares e plantares: lesões exantemáticas em pele do corpo, acompanhadas dessas lesões em palmas de mãos e/ou plantas dos pés, são patogênicas de sífilis (secundarismo). </li></ul>
  56. 68. Fase Secundária: <ul><li>Aparece geralmente 6 a 8 semanas após a 1ª fase, e são principalmente cutâneo-mucosa. </li></ul><ul><li>A roséola sifilítica caracteriza-se por eritema máculo-papular generalizado, com descamação e raramente acompanhado de prurido. </li></ul>
  57. 69. <ul><li>O condiloma plano aparece na vulva, períneo, região perineal e axilar com pápulas ou placas múltiplas de cor branca ou róseo-pálida, úmidas, planas e bordas pouco nítidas. </li></ul>
  58. 70. <ul><li>Lesões papulosas em pênis (Sifílides papulosas): essas lesões são também denominadas de condiloma plano (não confundir com o condiloma acuminado). São extremamente infectantes. São lesões úmidas e apresentam odor ativo. </li></ul>
  59. 71. <ul><li>Roséolas em boca e face: geralmente, as lesões exantemáticas da pele, apesar de serem habitadas pelo Treponema pallidun, não são usualmente infectantes. Contudo, nas semi-mucosas ou mucosas (como nos lábios), o potencial de infectividade é mais alto. </li></ul>
  60. 72. <ul><li>Lesão papulosa em lábio superior: pode parecer lesão de Cancro Duro. Contudo nesses casos, geralmente o paciente apresenta roséolas em pele de tronco. </li></ul>
  61. 73. <ul><li>Fase Final do Secundarismo </li></ul><ul><li>Alopécia sifilítica: alopécia em clareira que desaparece após o tratamento da Sífilis. Notar também rarefação do terço distal de sobrancelha (sinal de Fournier) </li></ul>
  62. 74. Fase latente <ul><li>Nessa fase o indivíduo está infectado e é infeccioso mas não apresenta sintomas, é caracterizado pela presença de reações sorológicas positivas. </li></ul><ul><li>A doença pode permanecer assim por até 40 anos. </li></ul>
  63. 75. Fase terciária ou tardia <ul><li>Hoje é raramente vista, em razão do uso freqüente de antibióticos. </li></ul><ul><li>Considera-se que não seja mais transmissível, porém, apresenta caractere destrutivo que pode afetar qualquer órgão. Aqui se incluem as Lues benignas tardias, onde a lesão aparece, comprometendo a pele, os ossos e as vísceras; a neurosífilis sintomática e sífilis cardiovascular. </li></ul>
  64. 76. <ul><li>Goma sifilítica: lesões nodulares que sofrem processo de degeneração. Significam reação de hipersensibilidade ao Treponema, não sendo infectantes, portanto. Atravessam cinco fases: infiltração, amolecimento, supuração, ulceração e cicatrização. </li></ul>
  65. 77. Sífilis decapitada <ul><li>É a sífilis adquirida por transfusão sangüínea, já que não apresenta a primeira fase e começa direto na sífilis secundária. Este tipo de transmissão atualmente é quase impossível, já que todo sangue é testado antes de ser disponibilizado aos bancos de sangue. </li></ul>
  66. 78. Sífilis Congênita <ul><li>Quando transmitida da mãe para o feto através da placenta. </li></ul><ul><li>Acontece quando uma criança nasce de uma mãe com sífilis secundária ou terciária. </li></ul>
  67. 79. <ul><li>Manifestações de sífilis congênita incluem alterações radiográficas, dentes de Hutchinson (incisivos centrais superiores espaçados e com um entalhe central); &quot;molares em amora&quot; (ao sexto ano os molares ainda tem suas raízes mal formadas); </li></ul>
  68. 80. <ul><li>bossa frontal; nariz em sela; maxilares subdesenvolvidos; hepatomegalia(aumento do fígado); esplenomegalia(aumento do baço);petéquias; outras erupções cutâneas; anemia; linfonodomegalia; ictericia; pseudoparalisia; e snuffles , nome dado à rinite que aparece nesta situação. </li></ul>
  69. 81. <ul><li>Os &quot;Rhagades&quot; são feridas lineares nos cantos da boca e nariz que resultam de infecção bacteriana de lesões cutâneas. A morte por sífilis congênita normalmente é por hemorragia pulmonar. </li></ul>
  70. 82. <ul><li>Recém-nascido com sífilis: recém-nascido com hepatoesplenomegalia, lesões cutâneo-mucosas, coriza serosangüinolenta, icterícia. </li></ul>
  71. 84. Tratamento <ul><li>A sífilis é tratável e é importante iniciar o tratamento o mais cedo possível, porque com a progressão para a sífilis terciária, os danos causados poderão ser irreversíveis, nomeadamente no cérebro. </li></ul><ul><li>É feito com penicilina benzatina, em pacientes alérgicos à penicilina, utiliza-se a eritromicina ou tetraciclina </li></ul>
  72. 85. Prevenção <ul><li>Uso regular de preservativo; </li></ul><ul><li>Diagnostico precoce em mulheres em idade reprodutiva e seus parceiros. </li></ul>
  73. 86. AIDS
  74. 87. AIDS <ul><li>O que é AIDS ? </li></ul><ul><li>É uma doença infecciosa do sistema de defesa (imunológico), provocada por um vírus (HIV). </li></ul><ul><li>O vírus HIV é um retro vírus envolto por diversas camadas externas de revestimento protéico capaz de mutações constantes. Ele transforma seu RNA em DNA, ao contrário da via normal DNA para RNA. </li></ul>
  75. 88. <ul><li>O vírus da AIDS necessita de uma enzima, a Transcriptase Reversa, para se multiplicar. </li></ul><ul><li>A variabilidade química do vírus tem dificultado as pesquisas em busca de uma vacina e medicamentos eficazes. </li></ul>
  76. 89. AIDS <ul><li>MEIOS DE TRANSMISSÃO: </li></ul><ul><li>Relações sexuais; </li></ul><ul><li>Transfusões de sangue (doadores e receptores); </li></ul><ul><li>Drogas injetáveis (seringas e agulhas de uso, não descartáveis); </li></ul><ul><li>Gestação (via placenta, parto e aleitamento); </li></ul><ul><li>Mãe soropositivo (filho de mãe portadora do vírus); </li></ul>
  77. 90. <ul><li>Acidentes hospitalares (punções acidentais, infecções, instrumental sem a devida desinfecção); </li></ul><ul><li>Tratamentos odontológicos (via instrumental); </li></ul><ul><li>Doação de órgãos (doação e recepção de órgãos, inclusive esperma); </li></ul><ul><li>Contatos físicos ( lesões com secreções e fluidos orgânicos de portadores do HIV). </li></ul>
  78. 91. AÇÃO DO VÍRUS NO ORGANISMO : <ul><li>O vírus HIV atinge o linfócito T4, que é uma das principais células que protegem o organismo, impedindo que bactérias, fungos e a maioria dos vírus se multipliquem, mas, os linfócitos no entanto, não possuem em suas células, anticorpos específicos contra o vírus da AIDS. </li></ul>
  79. 92. O VÍRUS
  80. 94. <ul><li>O vírus adere a superfície da célula, até que a membrana protéica se rompa e o seu conteúdo penetre no linfócito. </li></ul>
  81. 96. <ul><li>Agora sob a ação da Transcriptase, o RNA se transformará em DNA e formará novas moléculas de RNA, e por conseguinte, novos vírus </li></ul>
  82. 98. <ul><li>Ao passo que a célula se reproduz, o vírus multiplica-se milhares de vezes, até esgotar o material celular, causando a morte da célula (linfócito). </li></ul>
  83. 100. <ul><li>Os vírus assim produzidos abandonam a célula, introduzem-se em outras células (linfócitos) e vão se espalhando no organismo. </li></ul><ul><li>Com a destruição dos linfócitos, o sistema imunológico do doente acaba sendo destruído. Sem defesa, o organismo do indivíduo portador do vírus HIV fica sujeito a adquirir infecções comuns. São as chamadas infecções oportunistas, que se desenvolvem graças à vulnerabilidade do sistema imunológico. São essas infecções que acabam determinando a morte do paciente. </li></ul>
  84. 102. SINAIS E SINTOMAS <ul><ul><li>Perda do peso superior a 10% em 30 dias, sem causa aparente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Febres intensas, variando de 38 a38,5ºC; </li></ul></ul><ul><ul><li>Suores noturnos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gânglios linfáticos aumentados (ínguas); </li></ul></ul><ul><ul><li>Falta de apetite; </li></ul></ul><ul><ul><li>Diarréias constantes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dores musculares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Perda de massa muscular; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse persistente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dermatites (inflamação da pele); </li></ul></ul><ul><ul><li>Herpes, etc. </li></ul></ul>
  85. 103. EXISTE CURA OU TRATAMENTO PARA AIDS ? <ul><li>Ainda não existe a cura e os tratamentos servem apenas para prolongar o tempo de vida do indivíduo. </li></ul><ul><li>Existe uma série de drogas utilizadas no tratamento da doença, com o objetivo de combater o vírus, tratar as doenças oportunistas e fortalecer o sistema imunológico. </li></ul>
  86. 104. AS DROGAS SÃO: <ul><li>AZT (AZIDOTIMIDINA), atua inibindo a enzima Transcriptase; </li></ul><ul><li>HPA23; </li></ul><ul><li>Interferon Alfa; </li></ul><ul><li>Suramin; </li></ul><ul><li>Ribavirin; </li></ul><ul><li>MAS O TRATAMENTO NÃO PODE SER PERSISTENTE DEVIDO AOS EFEITOS COLATERAIS. </li></ul>
  87. 105. Paciente portador de HIV e Tuberculose
  88. 106. Paciente portador de HIV
  89. 107. Herpes Labial – Doenças Oportunistas
  90. 108. Herpes Labial – Doenças Oportunistas
  91. 109. Sarcoma de Kaposi na Boca – Doenças Oportunistas
  92. 110. <ul><li>COMO AS DST PODEM SER PREVENIDAS? </li></ul><ul><ul><li>Relacionamento com parceiro(a) único(a), que tenha feito exame e sabidamente não está infectado(a) </li></ul></ul><ul><li>Evitar uso de drogas e fazer uso de preservativo masculino ou feminino </li></ul><ul><li>uso excessivo do álcool - aumentam o comportamento sexual de risco </li></ul><ul><li>Qualquer sintoma de DST - evitar contato sexual e procurar um médico imediatamente </li></ul>
  93. 111. FIM

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