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Jornal Paulista Em Foco

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Edição de Junho de 2018

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Jornal Paulista Em Foco

  1. 1. redacao@paulistaemfoco.com.br as notícias da nossa cidade I Ano II I nº 16 Junho’2018 Matuto suspende Paulistar para empregar recursos na manutenção da cidade Diante da crise econômica que atinge todos os municípios brasileiros, o prefeito Junior Matuto decidiu suspender as festas juninas e empregar os recursos que iriam bancar o Paulistar em ações de manutenção da cidade. Mês de maio tem redução de 22,49% nos homicídios Professor Amigo do Trânsito Cerca de 500 alunos da rede de ensino do Paulista tiveram a oportunidade de participar de uma aula especial com foco na conscientização e educação para a manutenção de um trânsito seguro. A iniciativa, que tem o apoio da Secretaria Municipal de Educação, contemplou duas escolas, a Manoel Gonçalves e a Gêlda Amorim. Foi o sexto mês consecutivo de diminuição, no comparativo com 2017. A queda se deu em todas as regiões do Estado e, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, 552 vidas foram poupadas. Eita São João bom da gota! Fernando Ferrari, Jéssika Costa e Aquerela fieram uma grande festa junina e, claro, com a alegria da Copa do Mundo. Operação Bar Seguro A Câmara dos Vereadores realizou uma audiência pública para esclarecer alguns pontos referentes à operação “Bar Seguro”. No final de 2017, comerciantes do Paulista foram surpreendidos com uma operação que tinha como meta fechar estabelecimentos que estivessem com irregularidades no seu funcionamento. Segundo os comerciantes, não foi dado prazo hábil para a regularização. Prefeitura e Sinsempa fecham acordo em 2,5% da campanha salarialFÁBIO BARROS O vereador e presidente da Câmara do Paulista, Fábio Barros, participou do 1º Encontro Metropolitano das Guardas Municipais. Projeto Praia Sem Lixo chega a Marinha Farinha Um dos mais belos cartões postais do Paulista, a praia de Maria Farinha, recebeu o projeto que contou com o apoio de Camelo do Seguro. Junior Matuto comemora chegada de mais recursos para pavimentação de ruas FERRARI Arrasta pé foi com Luiz Viola e Banda FERRARI Espaço teve uma bela decoração JÉSSIKA Coreografia foi destaque JÉSSIKA Casamento matuto foi com fantoches AQUERELA Quadrilha foi a grande novidade AQUERELA Homenagem a Seleção Brasileira A-7 Divulgação Divulgação A-7 AscomPaulista AscomPaulista A-2 A-2 A-3 / A-6 / A-8 A-7 A-5 A-8 A-8 RS Produções 9.8749-5146PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco
  2. 2. O Jornal Paulista em Foco é uma publicação da Fatos Comunicação (MEI) Rua Lauro Sodré, 171, Mangabeira, Recife-PE. CNPJ: 28.154.027/0001-58 Redação Rua Sete de Setembro 48, Vila Torres Galvão Paulista/PE CEP: 53.403-540 E-mail: redacao@paulistaemfoco.com.br Site: www.paulistaemfoco.com.br Jornalista responsável: Denis Araújo - Reg. DRT/PE 4101 Fone: (81) 9.9693-1547 Gerente Comercial: Andréa Ribeiro Fone: (81) 9. 9609-1949 Junho’2018 O s Crimes Violentos Le- tais Intencionais (CV- LIs) voltaram a cair em maio de 2018, em com- paração ao mesmo período de 2017. Conforme as estatísticas da Secretaria de Defesa Social (SDS), o mês passado regis- trou 355 CVLIs, o que repre- senta uma redução de 22,49% em relação a maio do ano passado, quando foram regis- trados 458 casos. Empatados, abril e maio deste ano tiveram a menor incidência desse tipo de crime em 22 meses, per- dendo apenas para julho de 2016 (com 346 mortes). Maio de 2018 foi ainda o sexto mês consecutivo - série descenden- te se iniciou em dezembro de 2017 - em que os homicídios apresentaram queda quando levamos em consideração o mesmo mês de 2017. No acu- mulado dos primeiros cinco meses de deste ano, a retração foi de 22,12% no comparati- vo com o mesmo período de 2017: passou de 2.496 para 1.944 CVLIs. “Em 5 meses, podemos dizer que 552 vidas foram poupadas, quando olhamos para 2017. Medimos e anal- isamos a violência de forma estatística, como forma de balizar nosso planejamento operacional, mas a dimensão real desse ganho é incomen- surável, pois estamos falan- do de pessoas que deixaram de ser vitimadas pelo crime, de famílias e amigos que não foram atingidos pela dor e as consequências de uma morte trágica e prematura de um ente querido”, avalia o secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua. “Essas quedas sucessivas são resultado de muito tra- balho das forças de segurança e investimentos significativos Maio de 2018 tem redução de 22,49% nos homicídios Foi o sexto mês consecutivo de diminuição, no comparativo com 2017. A queda se deu em todas as regiões do Estado e, no acumulado dos cinco primeiros meses do ano, 552 vidas foram poupadas. do governador Paulo Câmara na segurança. Desde 2015, foram mais de 5.800 con- tratações para as polícias Civ- il, Militar, Científica e Corpo de Bombeiros. O orçamento para 2018 prevê R$ 5 bilhões para a área, um recorde em toda a série histórica do Pac- to pela Vida. Isso vem pos- sibilitando delegacias com equipes completas, criação de batalhões e companhias da PM, interiorização e de- scentralização das unidades do Corpo de Bombeiros e Polícia Científica (IML, IC e IITB). Entre janeiro e maio deste ano, foram presos 781 homicidas, colaborando de- cisivamente para as quedas dos índices e, principalmente, para a proteção da sociedade. É importante ressaltar que não comemoramos nada, e vamos manter essa dedicação para fortalecer a repressão e a pre- venção da violência”, comple- mentou o secretário. Queda em todas as regiões - Na análise da distribuição dos CVLIs, verificou-se retração em todas as regiões do Estado, no comparativo maio 2018/ maio 2017: - 28% no Agreste (de 99 para 71), -24,54% no Sertão (57 para 43), -20% na Zona da Mata (115 contra 92) e -21,88% na Região Metro- politana do Recife (passou de 128 para 100). O Recife apre- sentou declínio de 16,95% (59 para 49). Quando levamos em consideração os 5 primeiros meses de 2018, em relação aos mesmo período de 2017, os homicídios continuam caindo em todo o território pernambucano: -26,35% no Agreste (foi de 554 para 408), -14,04% no Sertão (292 para 251), -20,25% na Zona da Mata e -19,97% na RMR. Nessa mesma metodologia, o Recife teve 29,11% menos CVLIs (371 para 263). Homicídio zero - Dos 185 municípios pernambucanos, 95 não registraram Crimes Vi- olentos Letais Intencionais e outros 70 apresentaram queda nessa modalidade criminosa. No dia 2 de maio, não houve nenhum homicídio em toda a Região Metropolitana do Re- cife. O CVLI zero também se verificou em sete datas do mês de maio (dias 2,3,9,10,13,17 e 31) nas 61 cidades do Sertão cobertas pela Diretoria Inte- grada do Interior 2. Entre ess- es municípios, estão Petrolina, Cerca de 500 alunos da rede de ensino do Paulista ti- veram a oportunidade de par- ticipar, na terça-feira (19), de uma aula especial com foco na conscientização e edu- cação para a manutenção de um trânsito seguro. A iniciati- va, que conta com o apoio da Secretaria Municipal de Edu- cação contemplou duas esco- las, a Manoel Gonçalves e a Gêlda Amorim. Com muita irreverência, a Turma do Fom-Fom pro- moveu diversas atividades lúdicas que proporcionaram conhecimentos básicos sobre o trânsito e suas leis aos es- tudantes. Esse projeto é ger- enciado pela Escola Pública de Trânsito, atendendo a uma determinação do Código de Trânsito Brasileiro, que esta- belece anualmente, os temas e os cronogramas das cam- panhas de âmbito nacional que deverão ser promovidas. No Paulista, a iniciativa já é um sucesso, rendendo inclu- sive premiação à Secretaria de Educação do município, que ficou com a primeira co- locação na categoria de maior resultado absoluto. Com ou- tras palavras, Paulista conse- guiu atingir, em 2017, a maior quantidade de alunos dentre todas as cidades do estado de Pernambuco. A coordenadora de proje- tos multidisciplinares do Pau- lista, Glauber Giane, revelou a expectativa da gestão em relação ao projeto para 2018. “Estamos realizando mais uma fase do projeto Professor Amigo do Trânsito em nosso município. Em 2017, nós alca- nçamos aproximadamente 10 mil alunos, fora a comunidade e os professores envolvidos. Temos a esperança de aumen- tar ainda mais esse número em 2018, para que Paulista seja novamente destaque na busca por uma estatística com menos acidentes”, enfatizou. OestudanteViníciusGabri- el Santos Amorim, de 15 anos, Salgueiro, Arcoverde, Serra Talhada, Afogados da Inga- zeira, Ouricuri e Araripina. “Algumas regiões estão dando exemplo e temos a confiança de que esses resultados serão atestados em outros territóri- os, em breve. Os primeiros cinco meses da Área Integra- da de Segurança 6 (Jaboatão dos Guararapes e Moreno) apresentaram a menor quan- tidade de homicídios desde o mesmo período de 2004, ano em que a SDS passou a faz- er essa coleta de dados. A AIS 24 (Ouricuri, Araripina e Bodocó) teve, em 2018, o menor acumulado de assassi- natos desde 2013, ano de mel- hores indicadores alcançados pelo Pacto pela Vida. Os 12 municípios da AIS 20 (sede em Afogados da Ingazeira) não tiveram nenhum CVLI em todo o mês de maio”, citou o secretário. Motivação e perfil das víti- mas – Dos 355 CVLIs de maio, 73,8% (ou 262) foram motivados pelo tráfico de drogas/acerto de contas e out- ras atividades criminais. O segundo maior causador de mortes foram os conflitos na comunidade (16,06% ou 57 casos), seguido pelos conflitos afetivos ou familiares (exceto feminicídio), com 2,82% (ou 10 óbitos), e pelos latrocínios (2,54% ou 9 casos). No mês passado, houve 5 feminicídios (1,41% das motivações), con- tra 8 registrados em maio de 2017. Um levantamento elaborado pela Gerência de Análise Criminal e Estatística da SDS (Gace) mostrou que, das pessoas assassinadas no mês passado, 138 (ou 38,87% do total) já haviam sido sub- metidas ao sistema de justiça criminal. OPINIÃO DA LAICIDADE DO ESTADO E DA LIBERDADE RELIGIOSA A opinião abixo é de inteira responsabilidade do autor Paulo Marenga Arquiteto e Urbanista paulomarenga@yahoo.com.br Até o final do Sec. XIX, havia no Brasil a liberdade de crença, mas não a de cul- to. A Constituição de 1824, a primeira do Brasil, disse tex- tualmente no seu Art 5° que “A Religião Católica Apos- tólica Romana continuará a ser a religião do Império. To- das as outras religiões serão permitidas com seus cultos domésticos, ou particulares em casas para isso desti- nadas, sem forma alguma exterior do templo.” Eram proibidas as construções de quaisquer templos que não fossem destinados à Igreja dominante e oficial. Àquele tempo os cultos que não ob- servavam rituais ditados e seguidos pela Igreja Católica Romana só podiam ser real- izados em ambientes restri- tos às residências. Tínha-se, então, por força da família imperial de formação católi- ca, o que poderia ser chama- do de Estado-Igreja. Esse, digamos, estatismo religioso de então era sempre contesta- do por alguns segmentos da sociedade que professavam diferentes crenças e cultos. Assim, na última década do Séc. XIX, em 7 de janeiro de 1890, Ruy Barbosa, um at- uante parlamentar da época, aprovou junto aos seus pares o projeto número 119-A, que estabeleceu a laicidade do Estado brasileiro. Foi a par- tir desse decreto que se deu a separação Estado-Igreja e passamos a viver a plena liberdade religiosa, deixando de existir uma religião oficial do Estado. Não éramos mais um Estado confessional e o Brasil deixava de ter uma re- ligião oficial, bem diferente de um Estado Teocrático, onde a religião determina os rumos do Estado. Porém, a mesma Constituição em seu Art. 95, como lembrado por Rodolfo C. de Oliveira, “... havia a determinação que somente quem professasse a religião oficial do Estado poderia ser eleitor ou candi- dato, embora o inciso V do artigo 179 afirmava que nin- guém podia ser perseguido por motivo de religião, pois o Estado não ofenderia a Moral Pública.” Alaicidade, o caráter neu- tro quanto a religião, passou a vigorar desde então sendo inconteste o sentimento deís- ta e religioso de nosso povo. Porém o preambulo da nossa Constituição de 1988, embo- ra não tenha força normativa, traz o reconhecimento da ex- istência de Deus. Não somos mais um Estado-Igreja, mas reconhecemo-nos majori- tariamente como um Estado Cristão. Esse Estado Cristão, nos últimos anos, mostrou-se muito pródigo na criação de novas igrejas de culto cris- tão não católicos. Reporta- gem do Jornal Folha de São Paulo de alguns anos atrás (2011), sobre o tema, regis- trou como é fácil abrir uma igreja no Brasil. Um de seus repórteres, gastando apenas à época R$ 418,42 com tax- as e emolumentos, em cinco dias, abriu uma nova ‘igre- ja’ que denominou “Igreja Heliocentrica do Sagrado Evangelho”. Com os docu- mentos emitidos pela Junta Comercial paulista, abriu conta bancária, fez depósit- os e transferências, tudo que qualquer empresa pode fazer legalmente. Àquela época, a report- agem se referia a 115 no- vas igrejas abertas por seus “donos” apenas nos 9 pri- meirosmesesdoanoanterior. Mas o que chamou a atenção dos leitores, e a minha tam- bém, foram as denominações atribuídas por seus donos aos seus novos rebentos. Dentre elas, destacamos a “Igre- ja Evangélica Abominação à Vida Torta” (certamente tem muitos fiéis), “Igreja Automotiva do Fogo Sagra- do” (deve funcionar numa oficina), “Igreja Evangelista Fiel Até Debaixo D’Água” (deve ficar na área inundável de São Paulo), Igreja Evan- gelista Foguinho de Jesus” (vige!!), “Igreja Pentecos- tal Cuspe de Cristo” (meu Deus!!),Assembleia de Deus Cobrinha de Moisés” (coita- do do Moisés), Igreja Evan- gélica Fonte Santa do Bisco- itão” (quanta criatividade!!), Igreja Evangélica da Batalha dos Deuses” (quantos há?) e tantas outras com nomes tão esdrúxulos quanto, mas que o espaço não permite citar. São igrejas, na sua maio- ria, com fins que vão além dos religiosos e de fé. Em sessões teatrais oferecem milagres aos borbotões e ar- recadam muitos milhões de Reais de fiéis incautos que as frequentam. Quaisquer ti- pos de doenças são curadas, cegos passam a enxergar sob a imposição das mãos “san- tas” de quem comanda o cul- to, aleijados atiram longe as suas muletas, possuídos por demônios depois de estre- buchar no chão por alguns minutos, levantam-se sal- vos da possessão, tudo sob os gritos e gestos teatrais de pastores que anunciam aos berros as novas curas, diante do que uma plateia extasiada não hesita em aplaudir e faz- er as suas generosas doações. Atentos cinegrafistas a tudo gravam para exibição em canais próprios de televisão ou em espaços de terceiras pagos a preço de ouro. Tudo livre de impostos e à vista da vetusta Receita Federal do Brasil. Os donos de muitas dessas igrejas são milionári- os e não escondem os seus bens, sejam eles carrões, aviões ou mansões. Professor Amigo do Trânsito atende cerca de 500 alunos acompanhou atentamente a iniciativa realizada na esco- la Gêlda Amorim. Para ele, a busca pelo comportamento civilizado no trânsito ajuda a preservar vidas. “É um pro- jeto muito importante porque nos direciona a fazer o uso dos equipamentos de segurança e a realizar as travessias nas faixas de pedestres. Isso com certeza contribui com a redução dos acidentes”, afirmou. Já o secretário de Educação do Paulista, Carlos Júnior, co- mentou sobre o lançamento do projeto na cidade em 2018. “Nosso intuito é dar sequência ao trabalho bem sucedido que foi realizado no ano passado. A educação preventiva con- tinua sendo a melhor forma para conscientizar os motoris- tas e pedestres sobre os riscos oferecidos pelo trânsito”, fi- nalizou. Internet Paulo Câmara tem priorizado o combate à Violência SecomPaulista A Turma do Fom-Fom promoveu diversas atividades PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-2 I
  3. 3. PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-3 I Junho’2018 C om o tema Um Pas- seio no Sertão Per- nambucano, a Esco- la Aquarela mostrou toda a beleza da cultura nordestina, suas músicas e suas danças. A cada apresentação dos grupos, os alunos surpreendiam com suas desenvolturas e os pais corujas, claro, ficavam a pos- tos para registrar cada detalhe. As novidades dos feste- jos juninos da escola foram a Quadrilha Matuta Aquarela e a Banda Marcial, que fizeram uma grande apresentação e arrancaram aplausos das cer- ca de 1700 pessoas presentes no evento, realizado no sába- do (16), no Clube da Caixa Econômica, no Janga. “Eu achei incrível par- ticipar da quadrilha matuta e fiquei feliz por fazer o papel da noiva. Uma magia que só o São João tem”, disse Mariana Costa Couto, que trabalha na secretaria da escola. Durante a festa foram sor- teados quatro balaios juninos, além de uma bicicleta. Elial- do de Albuquerque, padrasto de Laisa Victoria, do 5º Ano, ganhadora da bike, estava todo sorridente. “Além de participar dessa festa tão bo- nita, de ver Laisa se apresen- tar, fomos sorteados com uma bicicleta, o que nos deixa mui- to feliz. Parabéns a direção da escola!”, afirmou. “A festa e as apresentações dos alunos foram o resultado de muito trabalho e ensaios e tudo valeu a pena. Estão todos de parabéns. Nós que faze- mos parte da direção só temos a agradecer”, disse Cleide Chaves, uma das diretoras da escola. Já Clarice Chaves, também diretora da Aquarela, estava feliz e satisfeita com os festejos juninos. “A beleza da festa foi o fruto do envolvi- mento de toda a comunidade escolar, ou seja, professores, funcionários, pais e alunos. Tudo foi bem trabalhado e en- saiado e o resultado não pode- ria ser diferente”, concluiu. Para finalizar a festa, teve- muito arrasta pé e o melhor do forró pé de serra com a banda Doce Amor. Escola Aquarela faz Um Passeio no Sertão Pernambucano A Quadrilha Matuta Aquarela foi a grande novidade dos festejos juninos deste ano. O envolvimento e a integração da direção da escola, professores e funcionários resultaram numa grande festa de São João A garotada mostrou que sabe brincar o São João Todas as apresentações arrancaram aplausosA beleza do São João foi mostrada pelos alunos da Aquarela PaulistaemFoco PaulistaemFoco Os pais registraram todos os detalhes da apresentação A aluna Laisa Victoria foi sorteada com a bike e recebeu o presente das mãos da diretora Clarice Chaves. Cultura nordestina fortalecida pelos alunos da escola PaulistaemFoco PaulistaemFoco O futebol é uma paixão brasileira e, claro, em ano de Copa do Mundo, não poderia ficar de fora. A escola fez uma homenagem à Seleção Brasileira que foi bastante aplaudida e mostrou que a Canarinha disputa a competição na Rússia com o carinho e a torcida dos alunos. PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFocoPaulistaemFoco O casamento matuto foi bastante aplaudido
  4. 4. PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-4 I Junho’2018 OPINIÃO FARMACOLOGIA CONSTITUCIONAL A opinião abixo é de inteira responsabilidade do autor Hely Ferreira Cientista Político helyferreira@bol.com.br Em um país que se diz democrático direito, existem os chamados remédios con- stitucionais, que visam pro- teger e tutelar direitos dos cidadãos. Entre os remédios, o de maior amplitude é o ha- beas corpus. A expressão habeas corpus, literalmente signifi- ca “tome o corpo”. Assim, o paciente (expressão atribuí- da a quem o habeas corpus visa proteger ou tutelar di- reitos) se apresenta ao juiz para ser julgado. O objetivo do habeas corpus é proteger ou tutelar a liberdade física. É assim que recepciona a at- ual Constituição Federal em seu Art. 5º, LXVIII. Com relação ao seu papel, dizia Pontes de Miranda: “Só os sofismas desabusados, a trica e o subjetivismo impenitente podem ver nas expressões liberdade pessoal, protegida pelo habeas corpus, outro significado mais amplo que o de liberdade física”. Com o fim do Brasil Império, os republicanos ainda antes da Constitu- ição de 1891, elaboraram o Decreto nº 848, de 11 de outubro de 1890, que as- sim dizia: “As formas mais singelas, mais prontas, a de maior eficácia foram adota- das; e, como sólida garantia em favor daquele que sofre constrangimento, ficou es- tabelecido o recurso para o Supremo Tribunal Federal, em caso de denegação de or- dem de habeas corpus. Tanto quanto é possível e dentro dos limites postos à previsão legislativa, ficou garantida a soberania do cidadão. E é esse certamente o ponto para onde deve convergir a mais assídua de todas as preocu- pações do governo repub- licano. O ponto de partida para um sólido regime de liberdade está na garantia dos direitos individuais”. O Decreto serviu de inspiração aos legisladores da Constitu- ição de 1891. Vivemos tempos som- brios e alguns momentos de insegurança jurídica. Direit- os que foram conquistados com muita luta, hoje estão sendo banalizados e desres- peitados. Muitos acreditam que ultrajando o direito do outro pode ser feito justiça. Acontece que quem corrob- ora com as atrocidades pro- movidas pelos entes públi- cos contra qualquer cidadão, deve também concordar quando for praticada contra si, ou com pessoas que lhe são próximas. Ovacionar o arbítrio é referendar práticas da barbárie. D iantedacriseeconômi- ca que atinge todos os municípios brasile- iros, Junior Matuto, prefeito do Paulista, município do li- toral norte pernambucano, de- cidiu suspender as festas juni- nas e empregar os recursos que iriam bancar o Paulistar em ações de manutenção da cidade. O Paulistar já estava prati- camente pronto, com as at- rações definidas para os qua- tro dias de shows no palco da Praça João Pessoa, centro da cidade, quando a gestão foi surpreendida com a greve dos caminhoneiros, que atingiu em cheio serviços essenciais de manutenção, como a Op- eração Tapa Buracos, que es- tava em vias de ser iniciada e a redução da coleta, causando um acúmulo de entulhos na cidade. Matuto suspende Paulistar para empregar recursos na manutenção da cidade Decisão teve o apoio da maioria da população do Paulista Mesmo com o apoio do Governo do Estado, diver- sos gastos seriam bancados pelos cofres públicos munic- ipais. Por este motivo, o pre- feito convocou reuniões com os secretários municipais e os vereadores, para avaliar o impacto da decisão de can- celar as festividades, chegan- do ao consenso que a melhor opção para o município, neste momento, será empregar os recursos em ações de ma- nutenção da cidade. “Sabemos da importância do Paulistar para a população, mas em tempos de lençol cur- to, precisamos definir priori- dades. A festa passa, enquanto que os trabalhos que vamos executar vão trazer benefícios permanentes para a cidade”, avaliou o prefeito. Limpeza do Canal do Araxá, no Loteamento Conceição. Trabalho em todos os cantos da cidade A secretaria de Serviços Pú- blicos já tem em mãos o le- vantamento identificando as prioridades de serviços na cidade. Alguns serviços já começaram, como a inten- sificação da coleta de lixo, com os horários estendidos e o aumento do número de veículos utilizados na coleta, para atender as demandas do aplicativo Paulista Conecta- da. A gestão também iniciou um mutirão de capinação nas principais vias da cidade, se- guida de varrição, além da limpeza de canal. Quanto a Operação Tapa Buracos, em breve, segundo a Prefeitura do Paulista, será iniciada a recuperação das principais vias da cidade. Limpeza do sistema de drenagem da Av. Dr. Luiz Inácio de Andrade Lima, no Conjunto Beira-mar, Janga. Mutirão de capinação e limpeza na rodovia PE-22. Limpando do matagal existente na Avenida Tancredo Neves, em Jardim Paulista Baixo. Mutirão de limpeza no centro da cidade Junior Matuto está comandando uma grande ação de manutenção da cidade AscomPaulista AscomPaulista AscomPaulista AscomPaulistaAscomPaulista AscomPaulista Internet
  5. 5. PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-5 I Junho’2018 S egurança Pública é o principal problema a ser enfrentadopelopaís.Cir- culam pelo Whatsapp vídeos de violência mostrando crim- inosos executando suas víti- mas, incentivando a vingança e difamando os direitos hu- manos, porque supostamente protegem bandidos. Estamos amedrontados e as estatísticas são semelhantes a uma guerra civil, onde mais de 60 mil pes- soas são assassinadas por ano. Nesta hora é necessária muita reflexão por parte do cidadão, porque a solução não é mági- ca, nossas falhas são históri- cas e o problema é bastante complexo, por isso não pode ser resolvido com meia dúzia de propostas populistas, que só vão expor o cidadão a mais violência. Não há dúvidas que o de- semprego e a carência na ed- ucação são como combustível para criminalidade, mas temos outros fatores como a enorme desigualdade social, o tráfico de drogas que encarcera um entre cada três infratores, sem falar nos presídios que são verdadeiras universidades do crime. Temos que reformular toda a estrutura direta ou indire- tamente ligada à segurança pública se quisermos real- mente uma sociedade tran- quila. Para demonstrar como o problema é extenso cito alguns dos aspectos impor- tantes. As Polícias Militares que são responsáveis pela re- pressão direta ao crime, ainda não têm a valorização mereci- da, e ainda faltam investimen- tos em treinamento e equipa- mentos, apesar das melhorias alcançadas pelo Governo do Estado e a queda nas ocor- rências. A área de inteligência é uma ferramenta essencial, mas falta tecnologia e as in- formações não são devida- mente compartilhadas entre O presidente do Parla- mento Metropolitano do Recife, vereador Fábio Bar- ros (PSB), também presi- dente da Câmara Municipal do Paulista, esteve com o secretário de Governo do Estado, André Campos, no dia 4 de maio, para discutir a governança e o papel do Parlamento Metropolitano na articulação das Câmaras Municipais para uma gestão integrada em toda a Região Metropolitana do Recife (RMR). Durante a reunião, tam- bém tiveram oportunidade de discutir sobre a conjun- tura política nacional e es- tadual. Para Fábio Barros, o governador Paulo Câmara acerta na decisão de definir uma governança integrada. O presidente da Câmara dos Vereadores do Paulista, Fábio Barros (PSB), au- tor da Lei Municipal das Ci-clovias de Paulista (nº 4.591/2016), vem representando o Legislativo Municipal nos debates do Plano Diretor Cicloviário da Região Metropolitana do Recife (RMR), do Es- critório da Bicicleta. Gerenciado pelo Pedala PE, da Secretaria de Tur- ismo, Esportes e Lazer de Pernambuco, o Escritório da Bicicleta apresentou o projeto do Eixo Cicloviário da Região Metropolitana do Recife (RMR). O ob- jetivo é interligar o Reci- fe à divisa entre Paulista e Abreu e Lima, um percur- so de 23 km, através de ci- clovia na PE-15. Desafios do sistema de segurança pública no Brasil As estatísticas são semelhantes a uma guerra civil, onde mais de 60 mil pessoas são assassinadas por ano. os órgãos. Precisamos de canais de comunicação com o cidadão, que pode ajudar muito a guiar as ações policiais. Um dos exemplos foi nossa cam- panha que coletou mais de 20 mil assinaturas para que o 17º batalhão de Polícia Mil- itar, que antes atendia a seis municípios, passasse a atuar exclusivamente na região do Paulista. Entregamos o pedido ao governador Paulo Câmara e ele atendeu. A Polícia Civil atua na investigação criminal e é re- sponsável pelo início do pro- cesso criminal, identificando o autor do crime e obtendo provas. Ela carece de estrutu- ra técnica e jurídica, de apa- relhamento adequado, além de viver sob muita burocracia, o que contribui diretamente para a impunidade. Nas mel- hores estatísticas, temos que apenas 6% dos roubos viram inquérito e apenas 20% dos homicídios são solucionados. A integração entre as polí- cias de todas as esferas ainda é bastante engessada. A criação recente do Sistema Único de Segurança Pública tenta re- solver esses problemas, mas não há indicação de como fi- nanciá-lo, e o pouco previsto virá do dinheiro destinado ao esporte. O Ministério Público devi- do ao baixo esclarecimento de crimes tem dificuldade de fis- calizar a atuação policial e de promover a devida acusação. Já as defensorias públicas que poderiam oferecer assistência jurídica aos acusados são bas- tante desfalcadas, e o direito de acesso à justiça acaba sen- do negado. Cerca de 40% da população carcerária está pre- sa sem julgamento e não tem acesso a qualquer advogado. Quando julgados, constata-se que muitos não deveriam estar presos. Quanto à legislação, temos que os processos penais têm inúmeras brechas e possibil- idades de recursos, o que fa- vorece quem pode pagar bons advogados e assim estender indefinidamente a aplicação da punição. Ainda não mod- ernizamos o Código Penal que é de 1940 e por isso muitos de seus dispositivos estão fora da realidade. A execução penal, embora considerada pelos es- pecialistas como moderna, na prática é cheio de gargalos e não é aplicada. Não há opor- tunidade para o preso estudar e principalmente trabalhar, deixando-o ocioso e desestim- ulado. Temos prisões super- lotadas, onde dominam as facções. Nelas se misturam todos os tipos de presos, que acabam se subtendo a autori- dade das organizações crimi- nosas, isso sem contar a difi- culdade de reintegrar os que já cumpriram pena. Somado a tudo isso temos uma enorme fronteira desguarnecida por onde entram fuzis, explosivos e toneladas de drogas. Por fim, destaco uma par- te importantíssima de todo esse sistema que até a pouco tempo foi negligenciada e so- mente agora foi notada, que é a participação dos municípios no sistema de segurança. Eles têm uma atribuição especial porque são responsáveis pela É importante conhecer como funciona o sistema de segurança pública para exigir melhorias que realmente façam a diferença em nossas vidas”. “ Fábio Barros Notas maior parte da prevenção. O município tem instrumentos importantes como o orde- namento urbano, os investi- mentos na primeira infância e na juventude, na educação básica, nos programas soci- ais, no acolhimento de meno- res, na iluminação pública, no vídeo-monitoramento, etc. Além disso tudo, há nos- sa “polícia municipal”, que compõe uma importante força de segurança pública, que no Paulista soma 164 guardas civis, que podem dar resulta- dos concretos no combate a violência, em especial porque são mais próximo dos ci- dadãos. Propostas populistas po- dem até fazer algum sentido, mas as pessoas devem refletir bem sobre elas. Não sei se o leitor se sentiria mais seguro se todos pudessem andar ar- mados em nosso trânsito caótico, por isso é importante conhecer como funciona o sistema de segurança públi- ca para exigir melhorias que realmente façam a diferença em nossas vidas. Fábio Barros participou do 1º Encontro Metropolitano das Guardas Municipais Divulgação Internet Divulgação
  6. 6. PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-6 I Junho’2018 D epois do “ao vivo” na abertura do São João da Capitá, da TV Glo- bo, e do desfile no Shopping Tacaruna, a Quadrilha Junina Juvenil do Instituto Jéssika Costa aportou no North Way Shopping Paulista resgatando a cultura popular de bonecos. Com o tema “Festa do Interior na Tradição de Bonecos”, os 48 componentes da quadrilha apresentaram, na quarta-feira (13), uma verdadeira ‘brinca- deira de bonecos’ que encan- tou o público. O casamento matuto foi re- alizado com fantoches que, ao final, criaram vida e parti-ci- param da festa de São João. Kaio Rocha (9º Ano) e Mari- ane Rocha (8º Ano) foram os noivos e toda a coreografia foi assinada por Alexandre Spain. Maria Sorene, mãe da alu- na do 7º ano, Camylly My- caelly, elogiou muito a ini- ciativa do Instituto Jéssika. “Eu achei muito importante. Valoriza muito a nossa cultu- ra. Para mim foi um momento de muita alegria e eu fiquei satisfeita. Eu já dancei muito quadrilha e ver minha filha dançando me deixou muito feliz. Eu parabenizo a direção do Jéssika pela iniciativa e o fortalecimento da nossa cultu- ra”, disse Sorene. Já no sábado (16), tam- bém no North Way Shopping Paulista, foi realizada a apre- sentação de todos os alunos do Instituto. Num espaço con- fortável e bem estruturado, os alunos mostraram todas as manifestações culturais que fazem parte do Ciclo Junino. E não poderia faltar a cidade cenográfica, onde muita gente aproveitou para registrar sua passagem pela festa. “O sucesso da festa foi o resultado de muito trabalho e esforço. Agradecemos aos professores, funcionários, pais e alunos, enfim, a toda a comu- nidade escolar, pelo envolvi- mento na realização dessa fes- ta. O resultado, com certeza, surpreendeu a todos e estamos muito feliz”, disse a diretora do instituto, Jéssika Costa. Instituto Jéssika Costa resgata a Festa do Interior na Tradição de bonecos Os 48 componentes da Quadrilha Matuta Juvenil do Instituto Jéssika Costa fizeram uma verdadeira bricandeira de bonecos encantando o grande público que prestigiou a apresentação. PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco RS Produções 9.8749-5146 PaulistaemFoco Trabalho e união foram as marcas da Quadrilha Juvenil do Instituto Jéssika Costa que brilhou nos festejos juninos A animação foi uma das marcas da quadrilha Claro que não poderia faltar o trio pé de serra Kaio Rocha e Mariane Rocha foram os noivos da festa A coreografia da quadrilha foi bastante aplaudida Os matutos reverenciaram o público que participou do evento Muita gente registrou presença na cidade cenográfica A direção do Instituto Jéssika Costa fez questão de agradecer em público o trabalho e o empenho dos professores e funcionários na realização dos festejos juninos. Mateus Ramos, Alexandre Spain, Jéssika Costa, Edileuza Sandra, Joyce Costa e Kátia Cilene. PaulistaemFoco O forrozinho com as bonecas chamou a atenção do público RS Produções 9.8749-5146 RS Produções 9.8749-5146 PaulistaemFoco
  7. 7. Junho’2018 PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-7 I A través de um requer- imento feito pelo Vereador Camelo do Seguro, a Câmara dos Ver- eadores realizou, na terça-fei- ra (12.06), uma audiência pública para esclarecer alguns pontos referentes à operação “Bar Seguro”. No final de 2017, comer- ciantes do Paulista foram sur- preendidos com uma operação que tinha como meta fechar estabelecimentos que estives- sem com irregularidades no seu funcionamento. Segundo os comerciantes, não foi dado prazo hábil para que os mes- mos regularizassem a situação dos seus estabelecimentos, onde os mesmos tiveram os seus pontos de trabalho pron- tamente interditados. Além da interdição dos es- tabelecimentos que estiverem em desacordo com o Código de Segurança Contra Incêndio e Pânico (COSCIP), a oper- ação visa combater a venda de bebidas alcoólicas aos meno- res de idade; a prostituição e o porte ilegal de armas. O tenente coronel e chefe de fiscalização do Corpo de Bombeiros, ErickAprígio, ex- plicou como a operação vem se desenvolvendo no estado de Pernambuco. “Essa oper- ação consiste em fiscalizações noturnas, feitas não só em bares, como em restaurantes, casas noturnas e eventos tam- bém. Nosso objetivo é garan- tir a segurança da população, evitando que casos como o da boate Kiss ocorra em nosso estado”, afirmou. Segundo o Vereador Came- lo do Seguro, essa audiência pública visa esclarecer à popu- lação, mas principalmente aos comerciantes. “Era preciso es- clarecer as dúvidas referentes à operação, além de orientar os estabelecimentos para garantir a segurança dos comerciantes e dos usuários. Por isso, solici- Audiência Pública debate ações da Operação Bar Seguro em Paulista Para Camelo do Seguro era preciso esclarecer as dúvidas referentes à operação, além de orientar os estabelecimentos para garantir a segurança dos comerciantes e dos usuários tamos essa Audiência Pública, um momento importante do Legislativo Municipal e de toda a população”, afirmou o vereador. O secretário de Desen- volvimento Urbano e Habi- tação do Paulista, Robertinho Couto, que também partic- ipou do evento, esclareceu os comerciantes sobre a formal- idade necessária para os esta- belecimentos. “Os comerci- antes precisam ter ciência de que existe a lei federal do mi- cro e pequeno empreendedor que garante ao empresário de pequeno porte a gratuidade em suas taxas, tanto a do atestado de regularidade do Corpo de Bombeiros, como a do alvará de funcionamento da Prefeitu- ra. Às vezes, a pessoa está na clandestinidade por falta de conhecimento, ou por achar que a burocracia vai atrapalhar ou atrasar a sua vida. Tendo em mão essas informações, eu peço para que vocês façam o teste. Paulista, em breve, terá a emissão de alvará de funcio- namento mais rápida do Bra- sil, podendo o cidadão emitir um alvará em um prazo de até 48h”, informou o secretário. Segundo o Capitão Manassés, do 17° Batalhão da PM, a realização da audiência serviu para esclarecer as dúvi- das da população, sugerir me- tas para a operação, além de unir diversas secretarias mu- nicipais, que atuarão em con- juntos com PM e Bombeiros. Também estiveram pre- sentes na reunião, o secretário de Segurança Cidadã e Defe- sa Civil do Paulista, Manoel Alencar; o diretor de Trân- sito, Carlos Jatobá; o diretor de Transporte, Alessandro Rodrigues; o comandante da Guarda Municipal, Josias Sil- va e representando a Secre- taria de Saúde, Fabio Diogo, superintendente de Vigilância em Saúde. Apraia de Maria Farinha, um dos mais belos cartões postais do Paulista, recebeu o Projeto Praia Sem Lixo, ação realizada pela ONG Green Girl e que contou com o apoio do vereador Camelo do Seguro, que tem pautado, entre as prioridades do seu mandato, a defesa do meio ambiente. Foi realizado, no domin- go (03), um mutirão de lim- peza para eliminar pontos de lixo na praia e conscientizar os banhistas sobre a correta destinação do lixo produzi- do por eles. O vereador Camelo do Seguro colocou a mão na massa e ajudou a recolher o lixo. “Infelizmente, mui- ta gente ainda não se deu conta que é preciso dar um fim apropriado aos resídu- os produzidos durante o dia de lazer. Sabemos que é uma questão de consciên- cia, por isso investimos em ações como esta que aborda as consequências do lixo jogado em lugares inapro- priados”, disse Camelo do Seguro. “Essa ação ocorrerá uma vez por mês, em diversos pontos da orla do Paulista. Os participantes receberão certificados e as duplas com as maiores quantidades de lixo coletadas receberam brindes”, afirmou a coorde- nadora da ONG Green Girl, Juliana Rodrigues. Projeto Praia Sem Lixo chega a Maria Farinha A ação foi realizada pela ONG Green Girl e que contou com o apoio do vereador Camelo do Seguro O Vereador Camelo do Seguro presidiu a mesa durante a Audiência Pública Divulgação Para Camelo a audiência serviu para esclarecer a população Divulgação Divulgação Divulgação Divulgação Camelo participou da ação ambiental Além do trabalho ambiental, o grupo teve um dia de interação e fortalecimento de vínculos. Esse foi o resultado do trabalho de recolhimento de lixo realizado em Maria Farinha.
  8. 8. PAULISTA EM FOCO I as notícias da nossa cidade I I redacao@paulistaemfoco.com.br I A-8 I Junho’2018 C O North Way Shop- ping Paulista serviu de arraiá para os festejos juninos do Colégio Fernando Ferrari, que fez um resgate a cultura sertaneja com o tema “Festa de Rodeio”. As músicas e manifes- tações culturais do ciclo juni- no foram apresentadas por to- dos os alunos da escola, desde as crianças da Educação In- fantil até as do 5º Ano, além da Companhia de Dança do colégio que é formada por alunos do Fundamental e En- sino Médio. A coreografia teve a as- sinatura de Reginaldo Vieira e Alessandra Oliver e a de- coração, de Gleib Melquiades. “Pensamos numa festa onde os pais não se preocupassem em gastar muito. Resgatando aquela cultura em que cada um fazia a sua roupa, sem pa- dronização e custo financeiro alto. Não podemos esquecer do envolvimento dos alunos e dos professores, que resul- tou nessa grande festa, nessa grande brincadeira de São João”, disse Alessandra. Os alunos também tiveram diversão. Vários brinquedos infláveis foram instalados no local da festa, além de um tou- ro mecânico, parede de esca- lada e super pulo. E o melhor, tudo de graça. A escola sor- teou brindes, entre eles, uma bicicleta. E como não poderia faltar um bom forró pé de ser- ra, o arrasta pé ficou por conta de Luiz Viola e Banda. A dona de casa Selma Amara, mãe de Valdir Lucas, aluno do 3º Ano, ficou encan- tada com a festa. “ A festa está linda, organizada. O Ferrari só faz eventos maravilhosos. Fico feliz em meu filho poder estudar num colégio tão bom”, disse Selma. Colégio Fernando Ferrari realiza Festa de Rodeio Prefeitura e Sinsempa fecham acordo em 2,5% da campanha salarial 2018 Depois de quatro meses de negociação, na rodada fi- nal que aconteceu na Segun- da-feira (18.06), o prefeito Junior Matuto fechou acordo com representantes do Sin- sempa (Sindicato dos Servi- dores Municipais do Paulis- ta) sobre a campanha salarial 2018, onde ficou acordada a implantação de reajuste sala- rial de 2,5%. Da pauta de reivindicações apresentada pelo sindica- to, todos os 18 pontos foram acordados entre as partes. A implantação do reajuste será retroativo a Março, data base da categoria. Alguns pon- tos pauta de reivindicações merecem destaque, como a criação de uma gratificação para realizar cursos técnicos visando melhorar a qualifi- cação profissional dos servi- dores e os serviços prestados à população; Outro ponto im- portante foi a Implantação do reajuste diferenciado de 50% do salário base dos Técnicos em Edificação e o aumento da gratificação dos motoristas de 60% para 70%. Quanto ao PCVV (o Plano de Cargos e Carreiras e Vencimentos), as discussões continuam ao lon- go deste ano. Pelo acordo os agentes de segurança devem ser ben- eficiados com a criação da gratificação de agrupamento de 10%, bem como o reajuste da gratificação de eventos ex- traordinários de R$75 para R$100. E para os agentes Ad- ministrativos será concedido um reajuste diferenciado de 5%. O reajuste geral dos salári- os se chegou a um percentu- al de 2,5 %, beneficiando os ativos, aposentados, pension- istas. “Nosso maior cuidado tem que ser com o limite pru- dencial imposto pela le, não descuidando do compromisso que a gestão tem com os servi- dores efetivos do município.” Garantiu Alessandro Correia, secretário de Administração do município. A presidente do Sinsem- pa Jucineide Lira fez questão de salientar o desempenho da gestão em avançar no acordo e a relação de respeito que a prefeitura vem demonstran- do com o servidor municipal. “Acho que o senhor, prefeito, foi um bom aluno de Eduardo Campos. Nos últimos anos, construímos uma relação Comemorando mais uma conquista em sua pas- sagem nos últimos dias por Brasília(DF), o prefeito Ju- nior Matuto chega nequar- ta-feira (13.06), no Paulista, com a garantia da liberação dos recursos de cinco con- vênios entre a Prefeitura e o Ministério das Cidades, que serão utilizados na pavimen- tação e recapeamento de ruas em diversos bairros do mu- nicípio. Serão liberados de imedi- ato, o equivalente a 50% de cinco convênios já licitados, no valor de R$ 960.000,00, que serão empregados na pavimentação e recapeamen- to de algumas ruas nos bair- ros do Engenho Maranguape, Paratibe, Jaguarana e Janga. Para o prefeito Junior Ma- tuto, estes convênios com os Ministérios têm garantido a maioria das obras estru- turadoras no município, haja vista o comprometimento obrigatório dos recursos ar- recadados pelo município com a saúde, educação e fol- ha de pagamento, não per- mite investir na melhoria da cidade. “O que salva são esses convênios, tanto com o gov- erno do Estado, como com o Federal. As obras mais sig- nificativas de nossa gestão, como a duplicação da PE-01, a drenagem do Rio Parati- be, construção de postos de saúde, aquisição de ambulân- cias, pavimentação de ruas, e tantos outros, não seria pos- sível se não fossem estes con- vênios. Na crise, enquanto uns choram, outros vendem lenço. Por isso, vez por outra, vamos à Brasília, consolidar parcerias e destravar recur- sos, para tocar nossas obras”, informou Junior Matuto. de diálogo em prol do ser- vidor. Em comparação com muitos municípios, estamos numa zona de conforto com a relação respeitosa que con- struímos.” Afirmou Jucineide. O prefeito confirmou que aprendeu muito como o ex-governador, “Eduardo me dizia que quem age com ma- goa no coração, pode estar em qualquer canto do mundo, menos na politica. Então, o que temos conseguido unidos a todos os atores políticos do município, foi conquistado com o diálogo permanente,” avaliou Junior Matuto. O Sinsempa na próxima semana levará este acordo para a assembleia, para que a categoria possa analisar os pontos acordados com a gestão e colocar em votação. Participaram da reunião de negociação, no Centro Ad- ministrativo da prefeitura, em Maranguape I os secretários de Administração Alessandro Correia e o Chefe de Gabinete Francisco Padilha. Acompan- hando a presidenta Jucineide Lira, estavam presentes à re- união os diretores José Inácio da Luz, Luciana Vieira, Man- uel Damásio, José Ângelo Damasceno e Ana Paula de Lima Freitas. Junior Matuto comemora chegada de mais recursos para pavimentação de ruas Matuto é só sorriso com a chegada de mais recursos Reinião que bateu o martelo para o fechamento do acordo AscomPaulistaAscomPaulista PaulistaemFoco PaulistaemFocoPaulistaemFoco PaulistaemFoco PaulistaemFoco O forró pé de serra ficou por conta de Luiz Viola e Banda O espaço estava bonito e a decoração foi bastante elogiada Os brinquedos infláveis fizeram a alegria da garotada Reginaldo Vieira e Alessandra Oliver assinaram a coreografia Direção e professores festejaram o sucesso do evento

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