PT-CRIS
Carlos Sousa Pinto (UM), Fernando da Silva
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Moreira (FCT), Lígia Maria Rib...
Agenda

Parte I

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2)ORCID
3)DeGóis
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sistemas CRIS
2)DGEEC
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João Mendes Moreira

PT-CRIS
Agenda

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Contexto
O que é um CRIS?
Estudos de estado de Arte
Modelos de referência
O PT-CRIS

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Contexto

Fusão
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(processos & IT)

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O que é informação de C&T?

Informações sobre:
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• Organizações (C&T, financiamento)
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Quem precisa de Informações de ciência e tecnologia?

Visibilidade, colaboração,
concorrentes, geração CV

Investigadores
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Tipos de perguntas a suportar

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Tipos de perguntas a suportar

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O que é um CRIS?

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CRIS
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Entregáveis da 1ª workshop

Entregável

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D2.3 – CRISs
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Standards – Modelo de dados

Common European Research Information Format
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Standards – Dicionário de dados
Standard – VIVO - Ontologias
Standards – VIVO - Ontologias
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Excellence, knowledge and impact in research information systems
Estratégia - Missão

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tomada de decisão relativos ao processo de
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PT-CRIS benefícios

• para investigadores:
– facilidade em aceder a informação relevante;
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PT-CRIS benefícios

• para empresários e organizações de
transferência de tecnologia:
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Domínios

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Arquitectura de referência
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Organização do programa - Fase 1

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Estratégia - Princípios

• Os serviços podem ser centralizados ou
distribuídos.
• Os serviços existentes serão usados
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Estratégia - Princípios

• O sustentabilidade dos serviços é de vital
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• O que é um CRIS?
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• Ponto situação
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Áreas de atividade

Local CRIS
(SIGARRA, FENIX, outros)

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Academic expertise
(DeGóis
FCT-SIG)

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Trabalho cooperativo - DeGóis

• Melhoria das infraestruturas (migração
servidores datacenter FCT-FCCN)
• Usabilidade - te...
Trabalho cooperativo - Authenticus

• Autenticação – integração federação em
RCTSAAI
• Autorizações para utilizar dados Wo...
Trabalho cooperativo - DGEEC

• Artigo 50 do DL 115/2013 (e respetiva
portaria)
• RENATES (registo de dissertações e
teses...
Trabalho cooperativo

• CRUP/UP
• Inquérito de sistemas CRIS

• euroCRIS
• Apresentação PT-CRIS (rede, boas práticas)
• DR...
Análise crítica
• Longo caminho a percorrer:
–
–
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Melhoria e unificação de sistema de curricula
Base de dados de organ...
Agenda

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Prioridades

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Organização

Serviço

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Estratégia - Prioridades

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Prioridades - Publicações
Financiamento

Pessoa
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Organização
Organização

Projeto

Serviço
Publicação
Equipamento

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ORCID como HUB central
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Projeto

Organização
Organização

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ORCID – implementação

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Pessoas, competências e CV
Financiamento

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Projeto

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Organização

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Organizações e equipamento
Financiamento

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Organização

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Organizações e equipamento
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Organização

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Fundações PT-CRIS

Constituição de uma base de
dados CERIF a partir dos
sistemas legacy.
Objetivos
Consolidar (normalizar ...
Research portal

VIVO – Opensource compatível com CERIF, ORCID, CASRAI
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• Contexto
• O que é um CRIS?
• Estudos de estado de Arte
• O PT-CRIS
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• Ponto situação
• Próximos...
Conclusões

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Estratégia proposta
Apoio alargado
Sustentabilidade

PT-CRIS
Como podem as instituções ajudar?

• Apoiarem a concretização do PT-CRIS
– Dando a conhecer os benefícios do
projeto
– Env...
Cooperation is power!

PT-CRIS
Conclusões

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PT-CRIS: Sistema integrado de gestão de ciência e tecnologia

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Considerando as sinergias que decorreram/decorrem da integração da FCCN na FCT foi criado um grupo de trabalho interno com o objetivo de perspetivar eventuais melhorias aos processos informáticos conjuntos. Na sequência desse processo foi identificada a necessidade de desenvolver um sistema integrado de gestão de ciência e tecnologia. Com esse fim promoveram-se alguns encontros onde participaram peritos nacionais representativos de diferentes comunidades que também operam sistemas de gestão ciência e tecnologia.
Esta apresentação mostra os progressos feitos até ao momento.

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PT-CRIS: Sistema integrado de gestão de ciência e tecnologia

  1. 1. PT-CRIS Carlos Sousa Pinto (UM), Fernando da Silva (UP), João Baptista (DGEEC), João Mendes Moreira (FCT), Lígia Maria Ribeiro (CRUP), Nelson Madeira (UÉvora), Osvaldo Pacheco (UA), Pablo Castro (ORCID)
  2. 2. Agenda Parte I Parte II 1)PT-CRIS 2)ORCID 3)DeGóis 4)Authenticus 1)Inquérito sobre sistemas CRIS 2)DGEEC 3)CRIS 1 UEvora 4)CRIS 2 (Uevora, UAveiro, UMinho) 5)PT-CRIS
  3. 3. João Mendes Moreira PT-CRIS
  4. 4. Agenda • • • • • Contexto O que é um CRIS? Estudos de estado de Arte Modelos de referência O PT-CRIS • Trabalho realizado • Próximos passos • Conclusões PT-CRIS
  5. 5. Contexto Fusão FCT- FCCN Consultadoria Workshop FCT 1º Workshop PT-CRIS Diagnóstico (processos & IT) Aprovados estudos PT-CRIS 2º Workshop PT-CRIS Grupo peritos Criação GT Oportunidades de melhoria Criação comunidade Go No-Go Reference model Strategic plan Estudos técnicos para definição do modelo de referência Hoje Recomendações • 6 curto médio prazo • Longo (PT-CRIS) Colaboração Estudos e estratégia Realização
  6. 6. Agenda • • • • • Contexto O que é um CRIS? Estudos de estado de Arte Modelos de referência O PT-CRIS • • • • • Trabalho realizado Análise crítica do existente Pilares ante-projecto PT-CRIS Próximos passos Conclusões PT-CRIS
  7. 7. O que é informação de C&T? Informações sobre: • Investigadores • Organizações (C&T, financiamento) • Programas financiadores, Calls • Projetos (propostas, em curso, concluídos) • Publicações, patentes, dados, produtos • Instalações, Equipamentos, Serviços • Os endereços, geográficos ligações, Línguas • E respetivas relações
  8. 8. Quem precisa de Informações de ciência e tecnologia? Visibilidade, colaboração, concorrentes, geração CV Investigadores Decisões estratégicas, prioridades, análise comparativas Decisores Organizações Financiadoras Gestores de Projeto distribuição de programas avaliação de resultados, descoberta revisores visão geral das actividades em curso Bibliotecas Organizações de C&T aquisições, disseminação Informações C&T integração e interoperabilidade gestão estratégica Publishers descoberta revisores,editores Educadores Intermediários / Brokers integração de relevante Procurar resultados de pesquisa com potencial mercado ou inovador valor Empresas Media procura de informação para participação em projetos, distribuição e parcerias, uso de resultados comunicação General Public findings em palestras e treinamento informação e formação, interesse
  9. 9. Tipos de perguntas a suportar Quantos artigos foram publicados pelo autor X em 2011 como um primeiro autor?
  10. 10. Tipos de perguntas a suportar Quantas pessoas beneficiaram de emprego no decurso de Projectos financidos pelo 7 º PQ da 1 ª chamada nos novos EstadosMembros?
  11. 11. Tipos de perguntas a suportar Quantos estudantes de doutoramento participaram em projectos de investigação nacionais? Em que países fizeram os seus mestrados?
  12. 12. O que é um CRIS? • Um CRIS ou “Current Research Information System” é uma base de dados ou um sistema de informação que armazena dados sobre a investigação realizada pelas organizações e pelos investigadores, geralmente no contexto de um projeto financiado por um programa de financiamento. • Wikipedia, http://en.wikipedia.org/wiki/Current_Research_Information_System
  13. 13. COMO?
  14. 14. Agenda • • • • • Contexto O que é um CRIS? Estudos de estado de Arte Modelos de referência O PT-CRIS • • • • • Trabalho realizado Análise crítica do existente Pilares ante-projecto PT-CRIS Próximos passos Conclusões PT-CRIS
  15. 15. Entregáveis da 1ª workshop Entregável D2.1 – Eco-systems D2.2 – Academic expertise (CVs) D2.3 – CRISs Responsável FCT DeGóis CRUP/UP D2.4 – Outputs/Outcomes SDUM D2.5 – Guidelines and standards DeGóis D2.6 – Organizations management DGEEC
  16. 16. D2.1 Ecossistemas - Questionário • Perfil Instituição • Serviços • Serviços dimensão (Nacional, federado, Locais) • Software e pessoal • Protocolos e normas • Interoperabilidade • Arquitetura lógica • SWOT CRIS-PT
  17. 17. D2.1 Ecossistemas - Perfil instituição País Suiça República checa Portugal Espanha Suécia República Eslovaca Holanda Brasil TLD CH CZ PT ES SE SK NL BR Têndências, não certezas!
  18. 18. D2.1 Ecossistemas - Serviços CRIS Academic expertise Project database Organizations database Grant management Scientific equipment Outcomes / outputs Reserach news Research ethics Research portal
  19. 19. D2.1 Ecossistemas - Serviços CRIS Academic expertise Project database Outcomes / outputs Organizations database Grant management Research ethics Scientific equipment Project call Research portal Statistics Evaluation Scientific Journals Reserach news Research data
  20. 20. D2.1 Ecossistemas - Serviços 9 8 7 6 5 4 3 2 1 0
  21. 21. D2.1 Ecossistemas - Dimensão Dimensão Federados Nacional Serviço / dados CH CZ PT ES SE SK NL BR Academic expertise (CVs) X Organizations database X X D X X D X X Scientific equipment Grant management X Outcomes /outputs X X 0 4 0 Y 2 1 X 3 X X 6 0 2 X 6 X X X X X X X D X X X X 3 X X 2 X X X 3 X 1 X X X 3 X 3 X 7 X X X X X 5 X X D X X 6 Research news X X X X X 5 0 X X other - Research data X X X 3 0 X X 2 other - Statistics survey of research potential X X X 3 0 X X 2 other - Evaluation of quality of science X X X 3 0 X X 2 45 7 X X 1 X Research portal X 6 X X Project database X CH CZ PT ES SE SK NL BR Total CH CZ PT ES SE SK NL BR Total 1 X X Total Local (Institucional) X X X X 33
  22. 22. D2.1 Ecossistemas - Arquitetura - SE
  23. 23. D2.1 Ecossistemas - Conclusões • Software - a maioria dos sistemas são proprietários • Pessoal – As equipas são distribuídas igualmente entre operações e desenvolvimento – Medianas desenvolvimento (28), operações (32) • A maioria dos respondentes indicaram alguma forma de uso CERIF • Interoperabilidade – Os principais coletores de dados são Academic Expertise, Research Portal de pesquisa, outputs e project bds – Os principais fornecedores de dados são organizations database e os outputs PT-CRIS
  24. 24. Entregáveis da 1ª workshop Entregável D2.1 – Eco-systems D2.2 – Academic expertise (CVs) D2.3 – CRISs D2.4 – Outputs/Outcomes Responsável FCT DeGóis CRUP/UP SDUM / Authenticus D2.5 – Guidelines and standards DeGóis D2.6 – Organizations management DGEEC
  25. 25. Standards – Modelo de dados Common European Research Information Format CERIF Financiamento Pessoa Pessoa Projeto Organização Organização Serviço Skills Publicação Equipamento CV Patente Produto Evento Classificação ( Semântica )
  26. 26. Standards – Dicionário de dados
  27. 27. Standard – VIVO - Ontologias
  28. 28. Standards – VIVO - Ontologias
  29. 29. Standards PT-CRIS PT-CRIS Dados Dicionário Ontologias Indentificadores
  30. 30. Agenda • • • • Contexto O que é um CRIS? Estudos de estado de Arte O PT-CRIS • Análise crítica do existente • Próximos passos • Conclusões PT-CRIS
  31. 31. Estratégia • • • • • PT-CRIS CRIS-PT Visão e Missão Benefícios Domínios princípios Organização do programa
  32. 32. Estratégia - Visão EXCELÊNCIA | CONHECIMENTO | IMPACTO
  33. 33. Estratégia - Visão PT-CRIS Excellence, knowledge and impact in research information systems
  34. 34. Estratégia - Missão Apoiar os utilizadores na gestão, reporting e tomada de decisão relativos ao processo de investigação nas atividades de desenvolvimento de programas, atribuição de financiamento, avaliação de projetos, execução de projetos, geração de resultados, avaliação de resultados ou a transferência de tecnologia CRIS-PT
  35. 35. PT-CRIS benefícios • para investigadores: – facilidade em aceder a informação relevante; – facilidade em gerir e reportar: • para gestores de investigação e administradores: – Facilidade em medir e análisar a actividade de investigação – Fácilidade no acesso a informações comparativas; – Avaliação, • para conselhos de investigação: – otimização do processo de financiamento PT-CRIS
  36. 36. PT-CRIS benefícios • para empresários e organizações de transferência de tecnologia: – Facilidade em descobrir tecnologia e ideias inovadoras – Facilidade na identificação da concorrência • para o media e o público: – Facilidade de acesso a informação, software e capacidade de processamento por forma a assimilar e apresentar os resultados da investigação em contextos apropriadas PT-CRIS
  37. 37. Domínios PT-CRIS Academic expertise Project database Organizations database Grant management Scientific equipment Outcomes / outputs Reserach news Research ethics Research portal Statistics O PT-CRIS é um eco-sistema de sistemas CRIS!
  38. 38. Arquitectura de referência Function Research Agents Grants management Portal Research news Research ethics National services Academic expertise Research Organizations database Services Federated services Solution architecture Research results Research portal Scientific equipment Local Research projects news Grants mgmt Intelligence Outcomes / outputs CRISs CRISs Outcomes / outputs Academic expertise Expert service Outcomes / Projekt Projekt outputs (EKO m.fl.) (EKO m.fl.) Grants Ansökningar Ansökningar mgmt (Prisma) (Prisma) (local) funders Business Projects database Projects Projekt Ansökningar database (lokala) (Prisma) (local Övriga Outcomes / Publikationer Ansökningar outputs (EKO m.fl.) (Prisma) Statistics News Projekt Ansökningar (local) (EKO m.fl.) (Prisma) Research ethics
  39. 39. Organização do programa - Fase 1 UM (SDUM ) FCT PTCRIS WG UP (Authenticus) CRIS-PT UM (DSI) CRUP/UP
  40. 40. Organização de o programa - fase 2 Steering committee Program management Expert Committee Implementatio n project 1 Architecture Project management Implementation project 2 Service Provider (operation) Implementation project 2 Implementation project n
  41. 41. Estratégia - Princípios • Os serviços podem ser centralizados ou distribuídos. • Os serviços existentes serão usados sempre que possível. • Os serviços devem ser de utilização fácil, intuitiva, eficiente e eficaz. • Somente os serviços que satisfazerem as necessidades de ensino e investigação serão implementados. • A partilha de serviços permitirá otimização de custos.
  42. 42. Estratégia - Princípios • O sustentabilidade dos serviços é de vital importância. • O ciclo de vida de investigação deve ser integralmente coberto por serviços. • As restrições legais devem ser observadas. • O serviços são guiados por normas nacionais e internacionais e as melhores práticas. • O serviços serão disponibilizados através de interfaces e normas bem definidas a fim de que eles possam ser usados de forma autônoma pelas organizações.
  43. 43. Agenda Parte I • Contexto • O que é um CRIS? • Estudos de estado de Arte • O PT-CRIS Parte II • Ponto situação • Próximos passos • Conclusões PT-CRIS
  44. 44. Áreas de atividade Local CRIS (SIGARRA, FENIX, outros) PT-CRIS Academic expertise (DeGóis FCT-SIG) Project database (FCT-SIG/PCT) Organizations Database Grant management (FCT-SIG/PCT) Scientific equipment Statistics (Authenticus) Outcomes / outputs Research news Research ethics Research portal
  45. 45. Trabalho cooperativo - DeGóis • Melhoria das infraestruturas (migração servidores datacenter FCT-FCCN) • Usabilidade - testes e relatório • Autenticação - Trabalho preparatório para federar DeGóis em RCTSAAI • ORCID (leitura de registos) 2000 ORCID ids & 8500 publicaçõess
  46. 46. Trabalho cooperativo - Authenticus • Autenticação – integração federação em RCTSAAI • Autorizações para utilizar dados WoK e Scopus à escala nacional • Integração com ORCID 15K ORCID Ids e 70K registos provenientes do ORCID! CRIS-PT
  47. 47. Trabalho cooperativo - DGEEC • Artigo 50 do DL 115/2013 (e respetiva portaria) • RENATES (registo de dissertações e teses) - especificações em articulação com a DGEEC (ORCID) • Registo Nacional de Publicações Científicas - participação na proposta RNPC • Base de dados de organizações CRIS-PT
  48. 48. Trabalho cooperativo • CRUP/UP • Inquérito de sistemas CRIS • euroCRIS • Apresentação PT-CRIS (rede, boas práticas) • DRIS – Directory of Research Information Systems • ORCID – Licenciamento – Implementação – Participação nas Jornadas
  49. 49. Análise crítica • Longo caminho a percorrer: – – – – Melhoria e unificação de sistema de curricula Base de dados de organizações autoritativa Base de dados de equipamento científico Sistemas de gestão de calls, grants e projetos estão obsoletos – Nova geração de portal de pesquisa a ser considerada (organizações, pessoas, publicações, equipamentos, financiamento, etc) – Avaliação e estatísticas em desenvolvimento – Reduzida implementação de CRIS locais • Baixo nível de adoção com normas e standards de referência
  50. 50. Agenda Parte I • Contexto • O que é um CRIS? • Estudos de estado de Arte • O PT-CRIS Parte II • Ponto situação • Próximos passos • Conclusões PT-CRIS
  51. 51. ANTE-PROJETO
  52. 52. PROJETO
  53. 53. Prioridades 12-18 meses
  54. 54. Prioridades? Financiamento Pessoa Pessoa Projeto Organização Organização Serviço Skills Publicação Equipamento CV Patente Produto Evento Classificação ( Semântica )
  55. 55. Estratégia - Prioridades Risk Local CRIS (federated) Grant Manag. Evaluation Statistics Research portal Scientific equipt Research news Organizations database Research ethics Academic exp. Outcomes / outputs Impact Cost
  56. 56. Prioridades - Publicações Financiamento Pessoa Skills Organização Organização Projeto Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Evento Classificação (Semântica ) Uma publicação deverá ser registada apenas uma vez e reutilizada múltiplas! Sistema Função RCAAP (Repositórios) Repositório de texto integral Registo nacional de publicações científicas Authenticus Ferramenta de análise bibliómétrica DeGóis Sistema de curricula do investigador Base de dados internacional de publicações de ORCID investigadores FCT-SIG/PCT Sistema de gestão de financiamento
  57. 57. ORCID como HUB central Financiamento Pessoa Skills Projeto Organização Organização Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Classificação (Semântica ) Evento ORCID Authenticus FCT-SIG/PCT (grant mng) DeGóis RCAAP RCTSAAI Editores internacionais
  58. 58. Pessoa Skills Projeto ORCID – implementação Organização Organização Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Classificação (Semântica ) Evento planeado iniciado em desenvolvimento concluído RCAAP – Revistas RCAAP (Repositórios) RCAAP Portal Authenticus DeGóis RENATES Connect ORCID iD- connect with users to get their ORCID iD and read limited-access data from their Record Transfer information - transfer information between member systems and the Registry Create new record - create new ORCID records for employees Authenticated ORCID iD - link with users to provide an authenticated iD Enable other applications to link with ORCID New ORCID Member Other/Unknown
  59. 59. Pessoas, competências e CV Financiamento Pessoa Skills Projeto Organização Organização Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Evento Classificação (Semântica ) Uma pessoa, as suas competências e CV deverão ser registados apenas uma vez e reutilizadas múltiplas! • Melhorar ergonomia e usabilidade • Tornar DeGóis no sistema autoritativo de CVs (eliminar FCT-SIG) • Possibilitar a exportação/importação de CVs. Exemplos: • Intercâmbio com sistemas CRIS locais • Intercâmbio com sistemas internacionais • Portal de pesquisa (publicações, equipamento, pessoas, organizações, etc)
  60. 60. Organizações e equipamento Financiamento Pessoa Skills Projeto Organização Organização Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Classificação (Semântica ) Constituir bases de dados autoritativas de organizações e equipamento Evento • Organizações • Identidade única em todo o PT-CRIS • Interoperável com outros sistemas (CV - recensear Investigador, Infraestruturas, portal, projetos, financiamento) • Equipamento científico • Nacional (roadmap de infraestruturas) • Internacional (ESFRI, MERIL, Observatory Research infrastructures network)
  61. 61. Organizações e equipamento Financiamento Pessoa Skills Projeto Organização Organização Serviço Publicação Equipamento CV Patente Produto Evento Classificação (Semântica )
  62. 62. Fundações PT-CRIS Constituição de uma base de dados CERIF a partir dos sistemas legacy. Objetivos Consolidar (normalizar e de duplicar) dados fragmentados em vários sistemas legacy Suporte novas aplicações / módulos Repositório CERIF poderá facilitar a adoção de sistemas comerciais ou de opensource (ex: VIVO)com base na norma CERIF Base para sistema de reporting/datamining
  63. 63. Research portal VIVO – Opensource compatível com CERIF, ORCID, CASRAI
  64. 64. Workpackages # Nome Descrição WP0 Gestão do programa WP1 Fundações PT-CRIS BD CERIF BD MDM (Master data Management) WP2 Interoperabilidade Rec Pri + E + E Intre sistemas (DeGóis, RCAAP, Authenticus, CRIS locais, Organizações e equipamentos) E CERIF, CASRAI, VIVO, ORCID WP3 Organizations mng BD autoritativa de EES, Instituições Investigação e Unidades Investigação APIs + E WP4 Scientific equipment DB de equipamento científico + E WP5 Project database BD de projetos M WP6 Academic Expertise Sistema de curricula M WP10 Statistics Indicadores da ciência E WP8 Research portal Sistema de pesquisa integrado M
  65. 65. Workpackages # Nome Descrição Rec Pri WP7 Grant management Gestão e operação pre e pos concessão + E WP9 Local CRIS Constituição de sistemas CRIS em EES e Instituições de Investigação + M WP11 Research news Sistema de gestão de notíficias + R WP12 Research ethics BD de ética na ciência + R Processo e qualidade Processos e qualidade
  66. 66. Agenda Parte I • Contexto • O que é um CRIS? • Estudos de estado de Arte • O PT-CRIS Parte II • Ponto situação • Próximos passos • Conclusões PT-CRIS
  67. 67. Conclusões • • • • Arquitetura de referência Estratégia proposta Apoio alargado Sustentabilidade PT-CRIS
  68. 68. Como podem as instituções ajudar? • Apoiarem a concretização do PT-CRIS – Dando a conhecer os benefícios do projeto – Envolvendo-se! • Alinharem sistemas locais com o PTCRIS – Adotando normas e standards recomendadas • Integrarem a comunidade e partilharem experiências e boas práticas PT-CRIS
  69. 69. Cooperation is power! PT-CRIS
  70. 70. Conclusões Último slide: Caso seja uma sessão antes de uma pausa - incluir informação de coffee-break e/ou outra actividade que esteja a decorrer durante o mesmo ou outras a publicitar.

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