Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Aula sobre teorias da informação e da comunicação

25,384 views

Published on

Published in: Technology, Education
  • Um bom Material de orientação e pesquisa
       Reply 
    Are you sure you want to  Yes  No
    Your message goes here

Aula sobre teorias da informação e da comunicação

  1. 1. TEORIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO JONATHAS LUIZ CARVALHO SILVA [email_address]
  2. 2. SUMÁRIO <ul><li>1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO </li></ul><ul><li>1.1 Origem e evolução </li></ul><ul><li>1.1.1 Informação </li></ul><ul><li>1.1.2 Comunicação </li></ul><ul><li>1.2 Polissemia dos termos </li></ul><ul><li>1.3 Em busca de uma definição </li></ul><ul><li>1.3.1 Percepção da informação para Capurro </li></ul><ul><li>1.3.2 Conceito e tipologia da comunicação </li></ul><ul><li>1.4 Linguagem: conceitos e percepções </li></ul><ul><li>1.4.1 Tipologia da linguagem </li></ul><ul><li>1.4.1.1 A dimensão referencial </li></ul><ul><li>1.4.2.2 A dimensão simbólica </li></ul><ul><li>1.4.3.3 A dimensão interlocutiva </li></ul>
  3. 3. SUMÁRIO <ul><li>2 O MOMENTO PRESENTE: A INFORMAÇÃO E A COMUNICAÇÃO NO PERÍODO CONTEMPORÂNEO </li></ul><ul><li>2.1 Algumas nomeações e características </li></ul><ul><li>2.2 O papel dos meios de informação/comunicação </li></ul><ul><li>2.3 A força e a sociedade da imagem </li></ul><ul><li>3 MODELOS E TEORIAS </li></ul><ul><li>3.1 A Teoria Matemática da Informação/Comunicação </li></ul><ul><li>3.2 Teoria Hipodérmica </li></ul><ul><li>3.3 Teoria Funcionalista </li></ul><ul><li>3.4 A Teoria Crítica </li></ul><ul><li>3.5 Teoria Culturológica </li></ul><ul><li>3.6 A Teoria dos signos </li></ul><ul><li>3.7 Noções sobre os estudos de Recepção. </li></ul>
  4. 4. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.1 Origem e desenvolvimento </li></ul><ul><li>1.1.1 Informação </li></ul><ul><li>A informação remonta à Antigüidade (sua origem prende-se ao latim informare: dar forma a algo. </li></ul><ul><li>HISTORICAMENTE - INFORMAÇÃO = IDEOLOGIA </li></ul>
  5. 5. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.1 Origem e evolução </li></ul><ul><li>1.1.2 Comunicação </li></ul><ul><li>As etapas do desenvolvimento da comunicação, pode ser dividida em 6 eras: </li></ul><ul><li>Era dos Símbolos e Sinais – começou cerca de 90 mil anos atrás. </li></ul><ul><li>Era da fala – inicia-se cerca de 35 e 40 mil anos atrás, acredita-se com o aparecimento do Cro-Magnon que é marcado pela cultura oral, a fala. </li></ul><ul><li>Era Escrita – criação de significados padronizados para as representações pictóricas, sendo este o primeiro passo para a criação da escrita. </li></ul>
  6. 6. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>Era da impressão –a partir do invento da imprensa por Gutenberg </li></ul><ul><li>Era da Comunicação de Massa – se inicia no século XIX com os jornais para pessoas comuns, como também o aparecimento das mídias eletrônicas, ou seja, comunicação de massa é aquela destinada ao grande público, tendo sua maior adoção com o surgimento do cinema, rádio e televisão. </li></ul><ul><li>Era dos computadores ou era da informação – surge com a popularização dos computadores no uso cotidiano dos indivíduos. </li></ul>
  7. 7. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.2 Polissemia dos termos </li></ul><ul><li>A informação sofreu, ao longo da história, tantas modificações em sua acepção, que na atualidade seu sentido está carregado de ambigüidade: confundido freqüentemente com comunicação, outras tantas com dado, em menor intensidade com instrução, mais recentemente com conhecimento. (CARDOSO, 1996). </li></ul><ul><li>Informação combina com pensamento, cognição e conhecimento (GITLIN, 2003, p. 52). </li></ul><ul><li>Levando em conta o funcionamento do campo acadêmico, a polissemia do termo comunicação possibilita um domínio extremamente poroso, permitindo agregar diversas frentes de investigação sob seu manto. (LOPES, 2003, p. 259). </li></ul>
  8. 8. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3 Em busca de uma definição </li></ul><ul><li>1.3.1 Percepção da informação para Capurro </li></ul><ul><li>Mensagem e informação são conceitos correlatos, mas não idênticos : </li></ul><ul><li>Uma mensagem é dependente do emissor, isto é, ela é baseada em uma estrutura heteronômica e assimétrica. </li></ul><ul><li>Este não é o caso da informação: nós recebemos uma mensagem, mas nós solicitamos uma informação, uma mensagem supostamente traz algo novo e/ou relevante para o receptor. </li></ul><ul><li>Este também é o caso da informação, uma mensagem pode ser codificada e transmitida através de diferentes meios ou mensageiros. </li></ul><ul><li>Este também é o caso da informação, a mensagem é uma fala que dispara a seleção pelo receptor através de um mecanismo de liberação ou interpretação. </li></ul><ul><li>(CAPURRO, 2003, p. 3). </li></ul>
  9. 9. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3 Em busca de uma definição </li></ul><ul><li>1.3.1 Conceito de comunicação </li></ul><ul><li>O verbo comunicar vem do latim communicare, que significa participar, fazer, saber, tornar comum. </li></ul><ul><li>A comunicação pode ser considerada o processo social, primário, porque é ela que torna possível a própria vida em sociedade (intercâmbio). </li></ul>
  10. 10. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3.2 Tipologia da comunicação humana </li></ul><ul><li>Classificação 1 - comunicação espontânea e profissional </li></ul><ul><li>A diferença é que a ÚLTIMA exige aprendizado técnico e teórico. Há 4 formas distintas de comunicação PROFISSIONAL no mercado. Elas se distinguem pela finalidade, pelos objetivos. </li></ul><ul><li>Comunicação persuasiva – representada pela propaganda, pela publicidade, pelo discurso político. Seu objetivo é persuadir, convencer, vender uma idéia. </li></ul><ul><li>Comunicação artístico-cultural – representada pelo cinema, teatro, novela, rádio, show, circo, folclore. O objetivo é o entretenimento, a cultura e a arte. Literatura, poesia, pintura, escultura e todas as artes tradicionais. </li></ul><ul><li>Comunicação Jornalística – representada pelo jornal, revista, TV, rádio, pelas agências de notícias. O objetivo é informar o que acontece, de acordo com o critério público do fato. </li></ul><ul><li>Comunicação educativa – representada pelos livros didáticos, pelos telecursos, pelas aulas, palestras, cursos de línguas. O objetivo é ensinar, transmitir conhecimento. </li></ul>
  11. 11. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3.2 Tipologia da comunicação humana </li></ul><ul><li>Classificação 2 – comunicação sensorial (dividida em 5 categorias) </li></ul><ul><li>Comunicação visual – sinalização de trânsito, rodoviária, ferroviária, marítima, aeroviária, escrita, gestos, desenho, propaganda, fotografia, pintura, escultura. </li></ul><ul><li>Comunicação sonora (ou auditiva) – fala, música, cornetas, apitos, sinos, buzinas, alarmes, aplausos, gritos, vaias. </li></ul><ul><li>Comunicação tátil – escrita braile, aperto de mãos, abraços, beijos. </li></ul><ul><li>Comunicação olfativa – odores (perfume) na função de mensagens. È mais usada pelos animais. </li></ul><ul><li>Comunicação gustativa – sabores como mensagens (oferecer à namorada bombons de chocolate prediletos). </li></ul>
  12. 12. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3.2 Tipologia da comunicação humana </li></ul><ul><li>Classificação 3 – Comunicação social ou grupal </li></ul><ul><li>Intrapessoal – quando uma pessoa se comunica consigo mesma (agenda, diário, lembrete na porta do quarto). </li></ul><ul><li>Interpessoal – quando a pessoa se comunica com outra (conversa entre dois colegas). </li></ul><ul><li>Intergrupal – quando as mensagens circulam entre grupos (turmas de alunos, bancadas de partidos, nações). </li></ul><ul><li>Intragrupal – quando as mensagens circulam dentro de um grupo (alunos elegendo o representante de turma). </li></ul>
  13. 13. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3.2 Tipologia da comunicação humana </li></ul><ul><li>Classificação 4 – Direta e indireta (emissor e receptor) </li></ul><ul><li>A comunicação humana pode ser direta – emissor e receptor de frente um para o outro e indireta, quando o emissor está distante do receptor e precisa usar um meio artificial (carta, telefone, e-mail, rádio, televisão) para alcançá-lo. </li></ul><ul><li>Classificação 5 – Particular ou fechada; pública ou aberta </li></ul><ul><li>A comunicação humana pode ser dividida em particular ou fechada (entre namorados, por exemplo), e pública, ou aberta (comício na praça, televisão). </li></ul>
  14. 14. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.3.2 Tipologia da comunicação humana </li></ul><ul><li>Classificação 6 – Unidirecional e bidirecional </li></ul><ul><li>Para que haja comunicação, evidentemente não é preciso que o receptor responda ao emissor, ou seja, que exista uma troca de mensagens. </li></ul><ul><li>Quando a comunicação é de mão única, ou pelo menos quando o emissor emite muito mais do que recebe (um general falando à tropa) temos a comunicação unidirecional. Exemplo: você pode mandar uma carta, um e-mail, e não obter resposta. </li></ul><ul><li>Já a comunicação bidirecional é aquela de mão dupla, em que a participação do emissor e do receptor é mais ou menos equivalente (conversa, reunião, debate). </li></ul>
  15. 15. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.4 Linguagem: conceitos e percepções </li></ul><ul><li>A linguagem é a faculdade natural de usar uma língua (SAUSSURE, 1969). </li></ul><ul><li>“ A linguagem ensina a própria definição do homem. “É na linguagem e pela linguagem que o homem se constitui como sujeito; porque só a linguagem fundamenta na realidade, na sua realidade que é a do ser, o conceito de ego”. (BENVENISTE, 1991, p. 288). </li></ul>
  16. 16. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.4.1 Tipologia da linguagem </li></ul><ul><li>1.4.1.1 Dimensão referencial da linguagem </li></ul><ul><li>A dimensão referencial da linguagem tem como função designar objetos, pessoas, eventos, estado de coisas etc. </li></ul><ul><li>As palavras seriam então como etiquetas colocadas nas coisas referidas. Nessa visão, os problemas da linguagem resumem-se ao fato de empregar vários nomes para designar um mesmo objeto e de utilizar - se um mesmo nome para designar objetos diferentes (visão representacionista). </li></ul>
  17. 17. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.4.1.2 Dimensão simbólica da linguagem </li></ul><ul><li>A função simbólica pode ser considerada sob dois ângulos: </li></ul><ul><li>1) enquanto prática social que vai categorizar a realidade, refletindo-se em um sistema de signos; e </li></ul><ul><li>2) no nível individual, enquanto exerce também um papel mediador na função planejadora e orientadora do pensamento através do discurso interior. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY (1985). </li></ul>
  18. 18. 1 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO <ul><li>1.4.1.3 A dimensão interlocutiva da linguagem </li></ul><ul><li>A dimensão interlocutiva pode ser definida como a relação de troca de discursos entre homens situados num espaço específico de interlocução, e é ao estudo da dimensão interlocutiva da linguagem e da sua relação com as outras dimensões da linguagem que a pragmática se dedica. (RODRIGUES, 1996). </li></ul>
  19. 19. 2 O MOMENTO PRESENTE: A CONTEMPORANEIDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO <ul><li>2.1 Algumas nomeações e características </li></ul><ul><li>As novas tecnologias midiáticas na inauguração do paradigma informacional contemporâneo. O surgimento da comunicação a longa distância (telecomunicação) </li></ul><ul><li>Meios” é um termo antigo e possui muitos sentidos. Um “meio” é um agente de transmissão em sentido estrito. O uso moderno apropriou-se do termo com o significado de meios de comunicação. </li></ul><ul><li>A telegrafia foi o primeiro meio de comunicação verdadeiramente moderno, depois rapidamente vieram a telefonia, o rádio, a televisão, a transmissão por cabo e satélite e, obviamente, a Internet. Todo este desenvolvimento aconteceu nos últimos 150 anos; a maior parte durante o último século e a Internet na década passada. </li></ul>
  20. 20. 2 O MOMENTO PRESENTE: A CONTEMPORANEIDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO <ul><li>2.2 O papel dos meios de informação/comunicação </li></ul><ul><li>Os meios de comunicação de massa (imprensa, rádio, televisão) vivem um processo de concentração da propriedade e integração horizontal e vertical de som, áudio e imagem em virtude do advento das novas tecnologias da informação e da comunicação. </li></ul><ul><li>Por outro lado, a Internet e o suporte digital em geral individualizam e democratizam o acesso à comunicação e à interação, permitindo o desenvolvimento inédito de novos meios alternativos ou cooperativos que, ao mesmo tempo, afetam os meios de comunicação em massa tradicionais. </li></ul>
  21. 21. 2 O MOMENTO PRESENTE: A CONTEMPORANEIDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO <ul><li>2.2 O papel dos meios de informação/comunicação </li></ul><ul><li>A chegada da Internet teve impacto tanto nos meios tradicionais, como também no fortalecimento dos meios alternativos e comunitários como a rádio, a televisão e a imprensa comunitárias. </li></ul><ul><li>A internet favoreceu processos sociais de comunicação interativa e intercâmbios em multimídia, produto da digitalização das mensagens e da integração dos “telecentros”. </li></ul>
  22. 22. 2 O MOMENTO PRESENTE: A CONTEMPORANEIDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO <ul><li>2.2 O papel dos meios de informação/comunicação </li></ul><ul><li>Os meios de comunicação devem desfrutar de liberdade de expressão sujeita a certas obrigações - por exemplo, à necessidade de respeitar a dignidade humana. </li></ul><ul><li>São questões-chave o acesso e a acessibilidade - a capacidade de utilizar os meios de comunicação para enviar e receber mensagens. </li></ul><ul><li>Acentuar o papel social dos meios de comunicação justifica as limitações que a sociedade lhes impõe - por exemplo, as regras para os distribuidores por cabo e satélite, a obrigação de transmitir mensagens de serviço público, ou direito de responder, etc. </li></ul>
  23. 23. 2 O MOMENTO PRESENTE: A CONTEMPORANEIDADE DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO <ul><li>2.3 A força e a sociedade da imagem </li></ul><ul><li>Podemos considerar duas marcas que caracterizam a imagem na atualidade: a virtualidade e a aparência. Ambas são importantes dentro do contexto político, econômico e social. </li></ul><ul><li>Os dois maiores setores de atuação mundial no campo do entretenimento: a indústria do audiovisual (cinema, televisão, vídeo, internet e similares) e a indústria fonográfica se utilizam do poder sedutor da imagem para melhor atrair o consumidor. </li></ul>
  24. 24. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.1 A Teoria Matemática da Informação/Comunicação </li></ul><ul><li>Shannon define um sistema de comunicação a partir de 5 componentes: </li></ul><ul><li>uma fonte de informação, que produz uma seqüência de mensagens; </li></ul><ul><li>um transmissor, que executa uma determinada operação sobre a mensagem de modo a produzir um sinal que possa ser transmitido através do canal; </li></ul><ul><li>um canal, que é o meio usado para levar o sinal do transmissor para o receptor; </li></ul><ul><li>um receptor, que executa a operação inversa do transmissor, reconstruindo a mensagem a partir do sinal; </li></ul><ul><li>um destinatário, a pessoa (ou coisa) a quem a mensagem se dirige. </li></ul><ul><li>O trabalho da sua teoria matemática da comunicação é representar cada uma dessas componentes como entidades matemáticas. </li></ul>
  25. 25. 3 MODELOS E TEORIAS
  26. 26. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.2 Teoria Hipodérmica </li></ul><ul><li>Tem como pressuposto, o uso dos meios de comunicação de massa, diferindo-se assim, do “pão e circo” da Roma antiga, mas que visa manipular a população. </li></ul><ul><li>Com o desenvolvimento da tecnologia, principalmente com o advento do rádio como meio de difusão de idéias, os receptores acabaram se tornando “massa de manobra. </li></ul>
  27. 27. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.3 Teoria Funcionalista </li></ul><ul><li>É constituída de uma abordagem global aos meios de comunicação de massa no seu conjunto. A questão principal não são os efeitos, mas as funções exercidas pela comunicação de massa na sociedade. (WOLF, 1999). </li></ul>
  28. 28. MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.4 Teoria Crítica </li></ul><ul><li>A identidade central da teoria crítica configura-se, por um lado, como construção analítica dos fenômenos que investiga e, por outro lado, e simultaneamente, como capacidade para atribuir esses fenômenos às forças sociais que os provocam. (WOLF, 1999) </li></ul><ul><li>Os idealizadores desta Teoria foram o grupo de investigadores da Escola de Frankfurt (teve início em 1929), compostos basicamente por: Habermas, Horkheimer, Adorno, Marcuse, Benjamin, entre outros. </li></ul><ul><li>A última meta de seu programa é unir teoria e prática. </li></ul>
  29. 29. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.5 Teoria Culturológica </li></ul><ul><li>A sua característica principal é o estudo da cultura de massa, distinguindo seus elementos antropológicos mais relevantes e a relação entre o consumidor e o objeto de consumo. (WOLF, 1999). </li></ul>
  30. 30. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.6 Teoria dos signos </li></ul><ul><li>Signo ou Representâmen é aquilo que, sob certo aspecto ou modo, representa algo para alguém. O signo representa alguma coisa, seu objeto. Representa esse objeto não em todos os seus aspectos. (PEIRCE, 1977, p. 46)  </li></ul><ul><li>Para Peirce, “todo pensamento é um signo”, assim como o próprio homem. Em qualquer momento, o homem é um pensamento, e como o pensamento é uma espécie de símbolo, a resposta geral à questão: Que é o homem? – é que ele é um símbolo. A semiótica, portanto, estuda os signos e como eles se relacionam. </li></ul><ul><li>Tem como representantes: Peirce, Saussure Bakhtin, Vygotsky, etc. </li></ul>
  31. 31. 3 MODELOS E TEORIAS <ul><li>3.7 Noções sobre os estudos de Recepção </li></ul><ul><li>A recepção é o estudo do processo de comunicação, a partir do lugar/momento do encontro de sujeitos. </li></ul><ul><li>Estudos que se valiam dos legados de Gramsci e Althusser. </li></ul>
  32. 32. IMAGENS <ul><li>UMA IMAGEM VALE MAIS DO QUE MIL PALAVRAS? </li></ul>
  33. 40. REFERÊNCIAS <ul><li>BENVENISTE, Émile. Estrutura das relações de pessoa no verbo . In: Problemas de Lingüística Geral I . 3 ed. São Paulo: Pontes, 1991. </li></ul><ul><li>CAPURRO,R.Epistemologia e Ciência da Informação. In:V ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO,5., Belo Horizonte,2003. Anais ...Belo Horizonte:Escola de Ciência da Informação da UFMG,2003. </li></ul><ul><li>CARDOSO, Ana Maria Pereira. Pós-modernidade e informação: conceitos complementares? Revista Perspectiva em Ciência da Informação , Belo Horizonte – MG. V. 1, n 1, jan/jun., 1996. </li></ul><ul><li>GITLIN, Todd, Mídias sem limite. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. </li></ul><ul><li>LOPES, Maria Immacolata Vassallo de. Epistemologia da comunicação. São Paulo: Edições Loyola, 2003. </li></ul>
  34. 41. REFERÊNCIAS <ul><li>PEIRCE, Charles Sanders. Semiótica . Trad. J. Teixeira Coelho. São Paulo: Perspectiva, 1977.  </li></ul><ul><li>Rodrigues, Adriano Duarte. Dimensões Pragmáticas do Sentido. Lisboa, Edições Cosmos, 1996. </li></ul><ul><li>SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral . Trad de A. Chelini , José P. Paes e I. Blikstein. São Paulo: Cultrix; USP, 1969. </li></ul><ul><li>Vygotsky, L. V. Pensamiento y lenguaje . Buenos Aires: Editorial La Pleyade, 1985. </li></ul><ul><li>WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. Lisboa: Editorial Presença, 1999. </li></ul>
  35. 42. OS SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO NÃO CRIAM COMPREENSÃO. A COMUNICAÇÃO APENAS TRANSMITE INFORMAÇÃO. É PRECISO ESTIMULAR O SURGIMENTO DE UMA CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA. SE A INTERNET E OS OUTROS INSTRUMENTOS DE COMUNICAÇÃO NÃO DESENVOLVEREM A IDÉIA DA COMUNIDADE DE DESTINOS DA HUMANIDADE, TERÃO APENAS UMA FUNÇÃO LIMITADA E PARCELAR. (EDGAR MORIN)
  36. 43. OBRIGADO PELA ATENÇÃO!!!

×