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Alimentação de enxames

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Apresentação feita para multiplicadores da Capacitação Continuada de Técnicos da Cadeia Produtiva da Apicultura em Mato Grosso. Coordenadores Jefferson Banderó e José Catarino Mendes

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Alimentação de enxames

  1. 1. ALIMENTAÇÃO DE ENXAMESCapacitação Continuada da Cadeia Produtiva da Apicultura Módulo 1 Jefferson L Banderó Embrapa/Indea
  2. 2. Alimentação de EnxamesAlimentar ou não as abelhas????
  3. 3. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????-Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.
  4. 4. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????- Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.- Deixar reserva de mel e pólen em caixilhos no ninho.
  5. 5. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????- Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.- Deixar reserva de mel e pólen em caixilhos no ninho.- Estar atento à postura da rainha e ao número de larvas de zangões.
  6. 6. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????- Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.- Deixar reserva de mel e pólen em caixilhos no ninho.- Estar atento à postura da rainha e ao número de larvas de zangões.- Ao alimentar não coletar pseudo-mel e alimentar todas as colmeias, evitando pilhagem e uniformizando as famílias.
  7. 7. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????- Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.- Deixar reserva de mel e pólen em caixilhos no ninho.- Estar atento à postura da rainha e ao número de larvas de zangões.- Ao alimentar não coletar pseudo-mel e alimentar todas as colméias, evitando pilhagem e uniformizando as famílias.- Instalar redutor de alvado.
  8. 8. Alimentação de Enxames Alimentar ou não as abelhas????- Considerar não só os custos, mas avaliar os ganhos de: (i) tempo e (ii) de produtividade.- Deixar reserva de mel e pólen em caixilhos no ninho.- Estar atento à postura da rainha e ao número de larvas de zangões.- Ao alimentar não coletar pseudo-mel e alimentar todas as colméias, evitando pilhagem e uniformizando as famílias.- Instalar redutor de alvado.- Enxames com rainhas novas retomam atividades mais rápido.
  9. 9. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasA. NaturalB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  10. 10. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasA. Natural - FLORESB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  11. 11. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasA. Natural = floradaB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  12. 12. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. TransporteObjetivo: manter as atividades da colméia durante escassez de alimento energético.Substituto do NÉCTAR das flores.Ex.:Agua (50%) + Açúcar invertido (50%).Usar até 60 dias antes da florada, a partir daí usar B.2.
  13. 13. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte Pode ser energética quando há escassez de mel ou protêica quando falta pólen na natureza
  14. 14. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  15. 15. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  16. 16. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte**Substituto do pólen das floresObjetivo: estimular a postura da rainha, 50 a 60 dias antes doinício da florada de primavera, substituindo alimento protêico.Exemplo:a) Açúcar + mel + água+ 100g proteína de Soja (leite de soja) (50%) (10%) (40%) - mascavob) Farelo de soja (25%) + açúcar (75%) - demerara - cristal
  17. 17. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. TransportePASTA ENERGÉTICO-PROTÊICA:adição prévia de algum preparado protêico em pó, acrescido aoaçúcar ou não, e, posteriormente, misturado ao mel de formahomogênea, até atingir o ponto pastoso.
  18. 18. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. TransportePASTA ENERGÉTICO-PROTÊICA:adição prévia de algum preparado protêico em pó, acrescido aoaçúcar ou não, e, posteriormente, misturado ao mel de formahomogênea, até atingir o ponto pastoso.Fórmula:1 mel : 3 partes de farelo de soja + 1 parte de farinha de milho.
  19. 19. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte
  20. 20. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte Candy (cândi) = Açúcar de confeiteiro + algumas gotas de água + 1 colher café com mel. *** Utilizado para transporte e introdução de rainhas
  21. 21. Alimentação de Enxames Alimentação das abelhas » Candy na gaiola de transporte. B. Artificial - B.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte» Gaiolas de transporte de rainhas. » Fonte: Robson Raad http://www.facebook.com/#!/photo.php?fbid=390903734298528&set= a.390903234298578.100672.100001367158266&type=3&theater
  22. 22. Alimentação de EnxamesAlimentação das abelhasB.1. Alimentação de subsistência - B.2. Alimentação estimulante - B.3. Transporte » Gaiolas de transporte de rainhas.
  23. 23. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos» Porque alimentar, Como, Quando ???? - Evitar perda de calor (inverno, período de chuvas!!!); - Bom intervalo entre reabastecimentos; - Boa disponibilidade para as abelhas; - Difícil acesso para pilhadoras; - Abastecimento/reabastecimento rápido; - Alimentos líquidos ao pastoso; - Alimento e alimentador abrigados; - Fácil visualização para reabastecimento; - Construção fácil e barata;
  24. 24. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos» Alimentador Boardman» de Topo» Doolitle» Coletivo de xarope» Coletivo de ração em pó
  25. 25. Tipos de Alimentadores Existem alimentadores individuais e coletivos » Alimentador BoardmanFonte: http://pt.scribd.com/doc/87342254/33/QUANDO-DEVE-SER-FORNECIDA-A-ALIMENTACAO-PROTEICA
  26. 26. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos Fonte: http://pt.scribd.com/doc/87342254/33/QUANDO-DEVE-SER-FORNECIDA-A-ALIMENTACAO-PROTEICA » Alimentador de Topo
  27. 27. Tipos de Alimentadores Existem alimentadores individuais e coletivos » Alimentador DoolitleFonte: http://pt.scribd.com/doc/87342254/33/QUANDO-DEVE-SER-FORNECIDA-A-ALIMENTACAO-PROTEICA
  28. 28. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos » Alimentador coletivo para xarope
  29. 29. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos » Alimentador coletivo para ração seca
  30. 30. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos » Alimentador Coletivo para ração em pó
  31. 31. Tipos de AlimentadoresExistem alimentadores individuais e coletivos
  32. 32. Obrigado!!!!!!jefferson.bandero@embrapa.br66-3211.4224

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