Aula 08 e 09 gestao pessoas e liderança ie comunicacao etica motivacao

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Curso Gestão de Pessoas e Liderança - Profª Janaina Ferreira - Pós-graduação
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Aula 08 e 09 gestao pessoas e liderança ie comunicacao etica motivacao

  1. 1. Gestão de Pessoas e Equipes Aula 8 - Inteligência Emocional e Comunicação Profª Janaina Ferreira Alves, M.Sc [email_address]
  2. 2. Agenda <ul><li>Inteligência Emocional </li></ul><ul><li>Comunicação </li></ul>
  3. 3. Habilidades requeridas no líder <ul><li>Abertura (propor no lugar de impor) </li></ul><ul><li>Atenção plena (saber ouvir) </li></ul><ul><li>Bom humor </li></ul><ul><li>Coaching (treinamento contínuo) </li></ul><ul><li>Coragem para errar como líder </li></ul><ul><li>Credibilidade </li></ul><ul><li>Flexibilidade </li></ul><ul><li>Humildade </li></ul><ul><li>Integração </li></ul><ul><li>Intuição </li></ul><ul><li>Mentoring (orientar e educar) </li></ul><ul><li>Visão holística </li></ul>
  4. 4. HABILIDADE Requerida Pelo Líder Autoconhecimento = Equilíbrio Habilidades requeridas no líder
  5. 5. Competências Gerenciais - Autoconhecimento Inteligência emocional Auto conhecimento É conhecer e lidar com as próprias emoções e saber lidar com os relacionamentos. A ciência diz que usamos cerca de 5% de nossa capacidade mental.
  6. 6. Daniel Goleman - Palestra Memorial da America Latina – SP, 1999 <ul><li>Constatação: QI não garante sucesso em carreira. </li></ul><ul><li>Principal: conseguir trabalhar em equipe . </li></ul><ul><li>Nos EUA: os MBAs geram excelentes analistas de negócios que não conseguem gerenciar pessoas. </li></ul><ul><li>As emoções têm imenso poder sobre as pessoas. </li></ul>Inteligência emocional Inteligência emocional
  7. 7. Comunicação e inteligência emocional Mais gerentes são despedidos por deficiência de habilidades interpessoais do que por falta de habilidades técnicas no cargo. Robbins, 2000
  8. 8. Diversos autores concordam que cerca de 80% dos problemas gerados internamente nas empresas acontecem por questões de comunicação. Mas o que tem por trás disso? Comunicação
  9. 9. Considere que ... <ul><ul><li>Todo comportamento, verbal ou não verbal, tem valor de mensagem mesmo quando não é intencional ou planejado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Uma comunicação não só transmite informação referencial , mas também relacional. </li></ul></ul>Estamos falando de comunicação em sentido amplo.
  10. 10. A comunicação na empresa
  11. 11. Impacto da comunicação
  12. 12. Comunicação Simplicidade, essa é a regra do jogo. Desconfie sempre quando começam a pintar um quadro muito complexo de determinada situação empresarial e de negócios. Reduza tudo a sua forma mais simples e terá metade do caminho andado. Jack Welch Comunicação SEM TENSÃO
  13. 13. Comunicação Comunicação SEM TENSÃO Problema Tensão
  14. 14. Resumindo a comunicação EFICAZ Ouvir é compreender aquilo que escutamos. A audição ativa exige que se entenda a comunicação a partir do ponto de vista do emissor, ou seja, lidar e responder à realidade do outro e não a nossa própria realidade. É como se fossemos uma música: cada pessoa tem um “tom” interior.
  15. 15. Exercitando feedback e comunicação EFICAZ <ul><li>Texto João Maurício (gerente) & Paulo Bernardo (funcionário) </li></ul><ul><li>Exercício: 15 minutos </li></ul><ul><li>Leia o caso atentamente e prepare-se para desempenhar um dos dois papéis. </li></ul><ul><li>Você e um colega viverão o papel de João Maurício ou Paulo Bernardo, e poderá ser solicitado a representar este papel diante da turma. </li></ul><ul><li>Liste os pontos positivos e negativos de cada um dos funcionários. </li></ul>
  16. 16. Leitura para o próximo encontro Profecia auto-realizável (Anexo) Entrevista com Dov Eden, Ph.D. pela Universidade de Michigan e a experiência com seres humanos.
  17. 17. Gestão de Pessoas Aula 9 – Ética, Poder e Motivação Profª Janaina Ferreira Alves, M.Sc [email_address]
  18. 18. Agenda <ul><li>Ética e Poder </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul>
  19. 19. Liderança, Ética e Poder Somos éticos quando fazemos o bem que ninguém ou lei alguma nos obriga.
  20. 20. Poder O poder de um líder está na capacidade de influenciar o comportamento de indivíduos, grupos, acontecimentos e decisões.
  21. 21. Principais formas de adquirir Poder <ul><li>Pela posição hierárquica na organização (efêmero) </li></ul><ul><li>Pelo conhecimento que detém (efêmero) </li></ul><ul><li>Por características pessoais - habilidades de relacionamento interpessoal </li></ul>
  22. 22. A ética como fonte de poder Estamos na era da fragilização do poder absoluto. Entendido aqui como o poder que não pode ser questionado. Por que não
  23. 23. Diagnóstico O poder absoluto que regia o equilíbrio entre as relações nas organizações, é predatório para as competências organizacionais e individuais essenciais. Porque o medo ocupa o lugar das competências dos indivíduos. A ética como fonte de poder
  24. 24. Motiv AÇÃO Motivo para a AÇÃO Emoções que impulsionam para os objetivos em função de elevar a auto-estima.
  25. 25. Motiv AÇÃO Dov Eden, Ph.D. pela Universidade de Michigan e as experiências com seres humanos. Profecia auto-realizável
  26. 26. O que é esperado de líderes? Que tenham a consciência de que as mudanças em suas vidas e nos outros ocorrem a partir de suas mudanças internas transformadas em pensamentos, fala e ações. Conclusões
  27. 27. Muito obrigada! [email_address] “ O MAIOR GUERREIRO É AQUELE QUE VENCE A SI PRÓPRIO” SUN TZU
  28. 28. <ul><li>Inteligência emocional como diferencial na liderança. </li></ul><ul><li>Comunicação como ferramenta na melhoria de relacionamentos interpessoais. </li></ul><ul><li>Ética e Poder. </li></ul><ul><li>Habilidade relacional e ética como fontes de poder. </li></ul><ul><li>Motivação </li></ul>O que estudei e pratiquei?
  29. 29. Referências Batitucci, Márcio D. Equipes 100%: o Novo Modelo do Trabalho Cooperativo no 3º Milênio. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2002. ISBN: 8534614407. Belbin, M.R. (1981) “Management Teams: Why they succeed or Fail”, Butterworth-Heinemann Ltd. Belbin, M.R. (1993) “Team Roles at Work”, Elsevier Butterworth-Heinemann Ltd. Carvalhal, E.; Ferreira, G. Ciclo de Vida das Organizações , 3.ed. Ed. FGV, 2000. França, Alberto C., Silva Fábio Q. B., 2007, Um estudo sobre Relações entre Papéis Funcionais do RUP e o Comportamento Pessoal no Trabalho em Equipe em Fábricas de Software. III Workshop Um Olhar Sociotécnico sobre a Engenharia de Software – WOSES. Hess, K. Creating the High-Performance Team . Nova Iorque: Willey, 1987. Johansen, T Krause, Predicting a Team’s Behaviour by Using Belbin’s Team Role Self Perception Inventory , Department of Management & Organisation University of Stirling, 2003. Keen, T. Creating Effective & Successful Teams. West Lafayette, Indiana: Purdue University Press, 2003. Loehr, J. e Schwartz, T. Envolvimento total: gerenciando energia, e não o tempo. Campus Mandelli, P. Muito além da hierarquia: Revolucione sua performance como gestor de pessoas Gente Partington, David and Harris, Hilary 1999, Team role balance and team performance: an empirical study , pp. 694-705. # MCB University Pilatti, L.; Prikladnicki, R.; Audy, J. L. N.: Avaliando os Impactos dos Aspectos Não-Técnicos da Engenharia de Software em Ambientes de Desenvolvimento Global de Software: Um Caso Prático. III Workshop Um Olhar Sócio-Técnico sobre a Engenharia de Software (WOSES 07), Porto de Galinhas. 2007 Robbins, Stephen P. Comportamento Organizacional – 8ª Edição Pearson Prentice Hall Ulrich, D. Os campeões de Recursos Humanos : inovando para obter os melhores resultados. Futura Vídeos Mário Sérgio Cortella – http://www.youtube.com/watch?v=f0z56D5qCO0 Sites http://www.inovadoresespm.com.br/2011/01/7-cases-de-acoes-inovadores-para-engajar-consumidores/

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