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“Os homens começaram a invocar o nome de Deus”

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Introdução e Estudo 01 – A doutrina bíblica da oração

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“Os homens começaram a invocar o nome de Deus”

  1. 1. A DOUTRINA BÍBLICA DA ORAÇÃO 3T12 – Classe da EBD Jovens – Adultos – 3ªIdade
  2. 2. Vamos falar com Deus e ouvir sua vozA oração no panorama bíblico e na igreja de hoje
  3. 3. TEMA DO TRIMESTREUm tema doutrinário e inspirativo Este tema de nossa matriz curricular, éconsiderado como o mais pessoal e particular para a vida de todo o crente, pois é aquele que ele vive única e exclusivamente emintimidade com o Senhor Deus.
  4. 4. Face a agitação e a correria da vida modernaque nos afastam cada vez mais dos momentos de reflexão e meditação, oestudo da doutrina bíblica da oração se torna imprescindível, como um instrumento importantepara nos fazer voltar paraDeus e tal como o SenhorJesus fez, termos sempreos nossos momentos a sós com o Pai.
  5. 5. No entanto, lembremos: Oração não é algo para ser aprendido por orientação de livros ou de quem quer que seja. Vida de oração é resultado de joelhos emterra e de mente voltadapara Deus, inspirada pelo Espírito Santo eabençoada pela graça de Cristo. Este deve ser o nosso propósito em todo este trimestre!
  6. 6. A doutrina bíblica da oração Estudo 01 “Os homens começaram ainvocar o nome do Senhor” Texto bíblico – Gênesis 2 a 4 Texto áureo – Gênesis 4.26
  7. 7. Sentido e significado da oração Texto áureo:“A Sete também nasceu um filho, a quem pôs o nome de Enos. Foi nesse tempo que os homens começaram a invocar o nome do Senhor” - Gn 4.26
  8. 8. Para introduzir um tema tão inspirativo quantoeste, teremos que ir ao livro de Gênesis paratentar retirar dalio melhor sentido e significado dele.
  9. 9. Sim, se a oração é o ato de ouvir e falar comDeus, foi no capítulo 2.23 do primeiro livro da Bíblia que tudo isto começou, quando Adão exclamou. “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne.”
  10. 10. Gênesis 2.15-17 – A oração de mão única No ambiente primeiro e único do Paraíso, não havia porque estabelecer o processo da comunicação bilateral. Na perfeição edênica, antes que o pecado ali penetrasse parasubverter a ordem, Pai e filho pensavam e agiam juntos em perfeita conjunção de pensamentos e atos. Deus falava, ordenava e as coisas aconteciam naturalmente em decorrência da vontade primeira e suprema do Senhor. A oração era apenas a expressão prática davontade superior do Pai cumprindo-se na vida do homem.
  11. 11. Gênesis 2.18-22 – O início da mão dupla Nesse segundo texto, Deus vai abrir a viade mão dupla: No primeiro momento, apenasele fala e sua vontade se cumpre na vida do homem: Gênesis 2.18 a 20: “Disse mais o Senhor Deus...”Mas, no segundo momento, o ser criado vaise manifestar. A via de mão dupla, começa a estabelecer-se: Gênesis 2.21-25: “Então disse o homem...”
  12. 12. Gênesis 3.1-8 – A quebra desta unidade Infelizmente este relacionamento único e harmonioso vai romper-se. A entrada do pecado na unidade da criação vai se dar e com isto, este diálogo que se fazia tão íntimo e pessoal vai se romper e o homem vai fugir da presença do Pai como podemos ler em Gênesis 3.8: “E ouvindo a voz do Senhor Deus... ”Sim, a presença do mal vai afastar o homem da presença do Pai.
  13. 13. Gênesis 3.9-19 – Uma transformação no ÉdenDe repente, tudo mudou. Aquilo que era paz e tranquilidade vai transformar-se em medo e tensão. A conversa, em monólogo ou diálogo que fluía naturalmente passa agora a ser de desconfiança e juízo, como podemos ler em Gênesis 3.9: “Mas chamou o Senhor Deus ao homem... ” E daí para a frente o receio e o medo vãoinstalar-se no relacionamento da criatura para com o seu Criador
  14. 14. Gênesis 3.20-24 – Uma nova relação Assim, o que se iniciara numa atmosfera de paz e concórdia, na mão única que Deus percorria para falar com a sua criatura, vai transformar-se agora em uma via de mãodupla, onde o Senhor continuará percorrendo oseu curso em prol do ser criado, mas este, em razão do pecado e do mal em que se vê envolvido, distancia-se mais e mais do Pai. Gênesis 3.23 nos fala isto:“O Senhor Deus, pois, o lançou para fora... ”
  15. 15. Gênesis 4.1-7 – O diálogo reticente Esta nova forma de relacionamento, vai gerarsempre a desconfiança e o temor por parte do homem em seu contato com Deus. Ele semostra sempre temeroso do diálogo com o Pai, sentindo-se sempre em débito com o Senhor. O primeiro diálogo com a segunda geração dacriação de Deus nos vai demonstrar claramente isto. Em Gênesis 4.6 podemos ler: “Então o Senhor perguntou a Caim... ”
  16. 16. Gênesis 4.8-26 – A ausência do diálogoEste distanciamento vai ser de tal ordem, que a descendência de Caim não vai mais estabelecer este contato com o Senhor nas seis gerações seguintes. A descendência deAdão vai precisar ser reiniciada, para que com Sete, quando surge a sua terceira geração,esta busca pelo diálogo com o Senhor, volte a se verificar. Em Gênesis 4.26 lemos: “A Sete também nasceu um filho... ”
  17. 17. Conclusão Para refletir: •O que me leva a orar?•O que significa a oração em minha vida? •Eu reflito sobre a importância dela em meu viver? •Minha oração é uma via de mão dupla? •Eu preciso orar mais?

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