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RVCC Secundário 3

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Modelo de Aplicação RVCC Sec.

Published in: Health & Medicine, Technology
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RVCC Secundário 3

  1. 1. RVCC Secundário Operacionalização Hipótese de Trabalho 3
  2. 2. Introdução <ul><li>Este modelo tem por base um acompanhamento e orientação permanente ao adulto, assim como, uma intervenção estratégica e objectiva ao nível da evidência de competências. É um processo mais centrado no trabalho a realizar pelo adulto do que na individualidade do mesmo. É estratégicamente organizado de forma a dotar o adulto de uma estrutura de trabalho conduzida. </li></ul>
  3. 3. Entrevista <ul><li>A entrevista/diagnóstico permitirá ao profissional criar um perfil de percurso para o adulto, assim como aos formadores criarem à medida do adulto um conjunto de actividades de reconhecimento e evidências das competências individuais. </li></ul>
  4. 4. Sessão de Reconhecimento <ul><li>Na primeira sessão ou logo na segunda sessão de diagnóstico é apresentado ao adulto um calendário de sessões em que este deve estar presente. Seriam programadas entre 35 e 60 horas de trabalho com o adulto. Estas sessões serão muito bem definidas em termos de objectivos e resultados esperados, assim como do “programa” de actividades a realizar. </li></ul>
  5. 5. Sessões de Reconhecimento <ul><li>As sessão de reconhecimento orientadas pelo(a) profissional iriam dando indicações (ou não) para necessidades de formação complementar. Caso as exista estas devem ter a mesma lógica. Sessão calendarizadas e programadas e objectivos e resultados esperados concretos para cada uma delas, no máximo de 50 horas de formação por adulto. </li></ul>
  6. 6. Sessões de Acompanhamento <ul><li>Poderão, neste modelo, ser ainda definidas Sessões de Acompanhamento. Estas sessões servirão para ajudar o adulto na criação do seu Portefólio que apoiando o mesmo na estruturação do documento, quer promovendo actividades de organização e identificação de competências, ou ainda, de apoio à realização das tarefas/actividades propostas pelos formadores. Também estas sessões serão organizadas e calendarizadas. </li></ul>
  7. 7. O Portefólio <ul><li>Ao contrário das duas hipoteses anteriores, esta metodologia de trabalho implica que o portefólio tenha uma estrutura própria pré-definida a que o adulto, com pouca possibilidade de mutação, deverá respeitar. Esta directiva é programada pela equipa em função das evidências de competência do adulto. </li></ul>
  8. 8. A Validação. <ul><li>A validação (e atribuição de créditos) nesta metodologia é bastante fácil. Pelas evidências do documento (portefólio) e pelo trabalho realizado os profissionais e formadores realizam a sua análise e validação em função de um conhecimento estruturado da evolução e actividades desenvolvidas pelo adulto. </li></ul>
  9. 9. A Sessão de Júri <ul><li>Neste modelo a sessão de júri é uma sessão informal de reconhecimento do percurso realizado. Deverá o Avaliador Externo fazer um acompanhamento/reunião com profissionais e formadores para análise do percurso do adulto e a sessão ser uma demonstração prática das competências evidenciadas pelo adulto ao longo do processo RVC: </li></ul>
  10. 10. FIM

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