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Relatorio Filmes - Second Life; Baraka

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Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro, Comunicação e Multimédia
2012/2013, Produção AudioVisual I, Ivo Mendes #54449
Relatório de Filmes

Second Life; Baraka

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Relatorio Filmes - Second Life; Baraka

  1. 1. U Universidade de Trás s-Os-Monte e Alto Do es ouro, Comunicação e Multimédia 012/2013, Produção A 20 P AudioVisua I, Ivo Mendes #5444 al 49 Rela atório de Fi ilmesPortuguêsNom do Filme “Second Life” me e:Real lização: Ale exandre Vale ente e Migue l Gaudêncio umento: AleArgu exandre Vale enteAno de Realiza ação: 2008 ero: DramaGéne aPers sonagens p principais: Piotr Adamc czyk, Lúcia Moniz, Pedro Lima, Paulo Pires, Sand M o draCóias Nicolau Br s, reyner, Luís Figo, José C Carlos Malato Pepê Rapa o, azote, Tiago Rodrigues oData de Visualização: 06/04/2013Breve resumo da história: a “Second Life” é um filme que re f etrata varias historias em si, mmas baseia-se bbasicamente numa hist e toria princip e as ou pal utrasgerad através d como gos das de staria que ela fosse. a Nichilas (Piotr Adam mczyk), é a personagem que mais se m sdesta no filme. Apresenta uma pessoa rica e rep aca a pugnante que so equer os excessos e despreza os mais pob s bres e que ne ecessitam de si. e Através da sua ma aneira de s ser, envolve e-se em ce ertosexage eros que o levam à mor Vários ca rte. asos apresentados é o factode to omar medic camentos, beber e inge erir produtos psicotropicos,envol lver-se com amigas da sua esposa, ( (etc). Logo, o f filme baseia- em desc -se cobrir o culp pado, ou se seria apena um acidente; e asainda desenvolv outras historias, de como se a, ve e eria se esccolhesse ouutros caminhos -normalmente apre esentado appartir de outra mulheres - como uma especia de pensamento as o.Tecn nicamente: Este é um filme que usa basicame m u ente imagem que integra pessoas, logo é constituido m ampor p planos gerais planos apro s, oximados ao tronco e ao peito. o o Alexandre Valente e Miguel Gaud e M dêncio utilizaram planos que mostram serenidade e q m ecalma mesmo através dos movimentos d camara us a, de sados. Assim faz com qu o espectad m ue dorfique pensativo e imagine o que virá poste eriormente. Apresenta no entanto tec A o cnicas simple e esconcrretas, mas que nos guiam para um p m pensamento. A escolha da banda sonora leva-n a aprecia os planos de forma tam a s nos ar mbem a que eesteja amos “colado ao ecran os” n.
  2. 2. Estra angeiroNom do Filme “Baraka” me e:Real lização: Ron Fricke umento: CoArgu onstantine Nicholas e Ge enevieve Nich holasAno de Realiza ação: 1992 ero: DocumGéne mentario exp perimentalData de Visualização: 07/04/2013Breve resumo da história: a Este é u documentario que apresenta o nosso pla um anetacom  paisagens, animais, igrejas, ruín as, cerimôn nias religiosa e ascidad des, misturan com vida da humanid ndo a dade nas ativ vidades diári ias. É uma fo orma subtil de nos apres d sentar onde nos vivemos e o sque d mais bonito temos. de É constituido por vários contrasttes com o ser Humano e a s onatur reza; o que o ser Hum e mano faz a planeta e como ele fica aoposte eriormente; a pessoas com todas as riquezas e bem estar e as saquelas que vivem dos despr m redicios de to odos. Com todo os contras os stes do noss planeta en so nche-o de riqueza que é a apresentado por otodos os planos q constitue o Baraka . s que emTecn nicamente:  Baraka é representad do por todo o o tipo de planos, desde P Planos Conju ntos a Grand des  os ou Planos Pormenor, ePlano e ainda os se eus movimen ntos de cama ara suaves e  no local cert to a hora certa. É uma a maneira de e nos relaxar r e concentarr.   Nota‐se u um grande profissionalism mo quando j jogam com a as imagens juuntamente ccom o som, encaminhanndo o nosso pensamento o para tal ide eia. Como po or exemplo d dar‐nos uma  paração com a vida Humana e seres vcomp vivos ou locaais em qual n nos identifica amos.   A ideia de e movimento o com o som m, forma os p pontos altos d do documen ntario como o os seren nos que nos f fazem pensa ar.   Com uma a captura exc celentes com mo são estas imagens, não é necessar rio voz off, p pois a imageem fala por s si. E também m é uma formma de cativar r a atenção p para o ecran,, para saber o que vai ac contecer, sem m que nos digam o que aaquilo é ou o o que o trans sformou daqquela maneira.   Nota‐se ttambém um excelente jo s e uma procura do mom ogos de luzes mento exato dda luz para obter tal imaagem. Não só nos jogos d de luz mas ta ambém nas o ens, vimos uma  outras imageescolha dos mom mentos exatos. 

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