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Rh cnv parte ii

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Comunicação Não /violenta Parte II

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Rh cnv parte ii

  1. 1. Comunicação Não-Violenta Parte II Prof. Irineu F Aguiar FelipeTokuda 14101239 Guilherme Lion 14101346 Matheus Cavalieri 14101598
  2. 2. O poder da empatia
  3. 3. Inibidore s da empatia  Insegurança  Rejeição  Medo
  4. 4. A empatia como caminho
  5. 5. Auto- avaliação negativa  Aprendizado  Ódio − Vergonha − Culpa  DEVER
  6. 6. Julgamentos de si mesmo  Luto  Perdão  Autocompaixão
  7. 7. Substituindo conceitos  Tenho de fazer Escolho fazer→  Avaliar a motivação de cada ação  Entender as necessidades
  8. 8. Expressando a raiva plenamente
  9. 9. Introduçã o Matar, espancar, culpar e ferir os outros é superficial Expressar a verdadeira essência da raiva é que é difícil
  10. 10. O que não fazer?  Não culpar os outros “Culpar é um habito fácil de adquirir numa cultura que usa a culpa como meio de controlar as pessoas” - Marshall B. Rosenberg
  11. 11. O que não fazer? Não julgar os outros
  12. 12. Como expressar a raiva, então? Olhar para as nossas necessidades do momento
  13. 13. Resumindo 1. Parar e Respirar 2. Identificar nossos pensamentos que estão julgando as pessoas, e deixar de julgá-las 3. Conectar-nos a nossas necessidades 4. Expressar nossos sentimentos e necessidades não atendidas
  14. 14. O uso da força para proteger
  15. 15. Introduçã o Podemos precisar recorrer à força como meio de proteção
  16. 16. Tipos de uso da força Protetor Punitivo
  17. 17. Os limites da força punitiva 1. O que eu quero que essa pessoa faça? 2. Que motivos desejo que essa pessoa tenha para fazê-lo?
  18. 18. Libertando-nos de velhos condicionamentos
  19. 19. Aprendizado cultural negativo Adquirido durante a vida e despercebido Necessidade de conscientização
  20. 20. Entender nossas necessidade s Necessidades são reprimidas por nosso auto-julgamento Uso da CNV alivia o peso que fazemos sobre nós mesmos
  21. 21. CNV e psicoterapia  Entender as necessidades para ajudar  Linguagem clínica (distanciamento) vs CNV (abertura, relação autêntica)
  22. 22. Expressado apreciação
  23. 23. Banalização do Elogio  Elogio usado com segundas intenções  Elogio é um julgamento (ainda que positivo)
  24. 24. Como elogiar? O que a pessoa fez? Como isso te ajudou? O que você sentiu?
  25. 25. Recebendo elogios: problemas “Será que mereço?” Pressão para manter as expectativas
  26. 26. Recebendo elogios: problemas Egocentrismo: sentimento de superioridade Falsa humildade: desmerecimento
  27. 27. Como receber um elogio Elogio como celebração de algo positivo Felicidade vinda do poder de ajudar os outros
  28. 28. Superando a relutância de elogiar Pessoas tem necessidade de se sentirem apreciadas Críticas parecem mais marcantes do que elogios

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