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Boas práticas da gestão na saúde - Dr. Renato Sabatinni

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Médico e especialista em gestão da informação, Renato Sabbatini, professor aposentado da Unicamp e presidente do Instituto Edumed, compartilhou entre os presentes a relevância de um bem estruturado sistema de informações na produção de riquezas nos processos hospitalares. Com o tema “A informação e as Boas Praticas da Gestão na Saúde” o professor Sabbatini iniciou sua apresentação valorizando os “grandes eixos” da gestão, como Eficiência, Qualidade, Segurança, Padrões, devem estar inseridos num “driver especial” que será o condutor do negocio/processo, sobretudo nestes tempos de grandes mudanças que estamos vivenciando.

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Boas práticas da gestão na saúde - Dr. Renato Sabatinni

  1. 1. A Informação e as Boas Práticas da Gestão na Saúde Prof. Renato M.E. Sabbatini UNICAMP e Instituto Edumed
  2. 2. Boas práticas em gestão da saúde  Eficiência  Qualidade  Segurança  Ética  Humanização  Sustentabilidade  Gestão do conhecimento  Padrões, Diretrizes e Protocolos
  3. 3. Qual é o segredo da boa gestão?  Fixar um destino ou meta  Localizar-se  Dirigir  Controlar  Coordenar  Comunicar-se  Integrar-se  Manter a estabilidade  Prevenir  Perceber o ambiente continuamente (sensoreamento) e ajustar as ações conforme a situação mudar (feedback) A metáfora de um carro
  4. 4. Comando e Controle Dashboard = painel de instrumentos
  5. 5. E quando aumenta muito a complexidade?
  6. 6. C3 : Comando, Controle e Comunicação Ônibus Espacial
  7. 7. Centros C3: Comando, Controle e Comunicação
  8. 8. Não existe saúde sem gestão Não existe gestão sem informação Não existe informação sem informatização
  9. 9. C3 no Hospital
  10. 10. Um mundo em mudança  As instituições de saúde demandam hoje o uso intensivo de novas tecnologias de informação  Para reduzir erros  Para aumentar a qualidade  Para aumentar a cobertura  Para aumentar a agilidade e eficiência…  E, ao mesmo tempo, diminuir os custos  Integração entre sistemas de atenção em vários níveis da comunidade  Mudanças no relacionamento com os consumidores Edward Hammond
  11. 11. Equipamentos laboratoriais Equipamentos de imagens Servidores Médicos Pacientes Hospitais, Clinicas, Laboratorios , etc Multimedia Integração Global de Informações em Saúde Fonte: WDS Technologies SA Profissionais
  12. 12. “40% da atividade da área de saúde consiste na captura e processamento da informação” Edward H. Shortliffe 1994
  13. 13. Algumas tendências em TI nas boas práticas de gestão em saúde  Business Intelligence  Big Data Analytics  Knowledge Management  Electronic Document Management  eHealth  mHealth  Connected Health  Telehealth  Patient-Centered Healthcare  Health Information Interchange
  14. 14. Comando e Controle Dashboard do BI: Business Intelligence
  15. 15. O Hospital: Antigamente e Hoje 1910 2010 Prédio Centro cirúrgico Radiologia
  16. 16. O Hospital: Antigamente e Hoje 1910 2010 Registros médicos
  17. 17.  Mais de 90% da documentação médica ainda é escrita manualmente!
  18. 18. A Documentação Tradicional na Medicina e Saúde  Informação é geralmente ilegível, mal organizada, incompleta e não sistemática;  É possível somente recuperar informações sobre um individuo  É impossível analizar grandes conjuntos;  Grande gerador de erros de todo tipo;  Torna-se muito difícil as boas práticas da gestão neste cenário catastrófico e tão típico das instituições de saúde no Brasil.
  19. 19. Solução: informática em saúde Informática = Informação + Automática
  20. 20. Informatização dos pontos de assistência
  21. 21. Digitalização das fontes  Substituição dos meios físicos por cópias digitais armazenadas em computadores  Facilita o manuseio e acesso integrado
  22. 22. Fontes documentais em Saúde: tipos Tipos de documentos:  Em meios físicos  Papel  Filme  Em meios digitais  Magnéticos  Óticos  Originalmente digitais  Textos  Sons  Imagens estáticas  Vídeos
  23. 23. Registros Eletrônicos de Saúde
  24. 24. Softwares para SGED Papel  imagem Filme  imagem Imagem  papel Imagem  filme
  25. 25. Utilização do GED em Saúde  Utilização na área administrativa  Utilização na área operacional não clínica  Utilização na área clínica:  Documentos do prontuário em papel  Microfilmes e microfichas contendo legado  Imagens, gráficos, filmes  Vinculação ao PEP, permitindo a gestão e visualização integrada
  26. 26. Exemplos de uso do GED na área administrativa e operacional  Ordens de serviço, recibos de entrega, guias de recolhimento, cobrança e pagamento;  Documentos de faturamento, formulários de TISS, etc.  Prontuários funcionais de RH;  Relatórios técnicos e administrativos, registros de manutenção e de inspeção;  Contratos de prestação de serviços, atestados e certidões;  Notas fiscais e outros documentos financeiros, fiscais e contábeis;  Correspondências, ofícios, emails, etc.
  27. 27. Contas a Pagar
  28. 28. Funções analíticas do SGED
  29. 29. Prontuário e GED: Integração
  30. 30. Certificado Digital na Documentação  Necessário seu uso no PEP e no GED para poder dispensar o papel e o filme no hospital;  Autenticação, encriptação e assinatura  Regulamentado pelo CFM e pela SBIS  CRM Digital para médicos  Certificação dos softwares (SRES e SGED) pela SBIS
  31. 31. Exemplo de um hospital real Ambulatório Oncologia Internação (novas) Internação (antigas) Pronto-Socorro DVD-RW Todos os documentos do mesmo paciente Endoscopia Servidor 7,5 milhões de documentos Classificados por nome
  32. 32. Resultados  Digitalização de prontuários unificados de ~45.000 pacientes nos últimos 5 anos  Arquivamento de ~75.000 pacientes mais antigos  Redução de espaço: 85m2 para 25 m2  Substituição de ~150 gavetas de aço por 3 estantes de rolamento (para temporários)  Redução de pessoal: 18 funcionários em 3 turnos para 4 funcionários em 2 turnos  Acesso instantâneo através do PEP em todos os pontos do hospital  Trabalho completado em 8 meses
  33. 33. Análise de custo/benefício Redução de custos  Salários e benefícios de 14 funcionários  Papel, envelopes, pastas, gaveteiros, etc.  Fotocópias  Custos operacionais de transporte  Custos gerados por erros  Custos gerados por perda de dados Benefícios  Renda gerada pelo espaço liberado  Renda gerada pelo tempo liberado dos profissionais de saúde  Agilidade na recuperação de informações  Melhorias na qualidade da informação e da atenção  Melhorias na gestão  Imagem do hospital
  34. 34. Exemplos de benefícios Tempo médio gasto na revisão de prontuários médicos Tempo médio gasto no processamento de exames de laboratório
  35. 35. Projeto de Profissionalização e Certificação em TICs em Saúde
  36. 36. Capacitação: Cursos em TI em Saúde
  37. 37. Para saber mais  SBIS: www.sbis.org.br  proTICS/cpTICS: www.sbis.org.br/protics  Certificação:  www.educert.com.br  www.sbis.org.br/certificacao  Capacitação:  www.informaticamedica.org.br  www.sbis.virtual.org.br  www.HL7.virtual.org.br  www.education.edumed.net
  38. 38. Contato Prof.Dr. Renato M.E. Sabbatini Presidente, Instituto Edumed (19) 3287-5958 sabbatini@edumed.org.br www.renato.sabbatini.com
  39. 39. Copyright desta apresentação Copyright © 2012 Renato Marcos Endrizzi Sabbatini Para todo o conteúdo de autoria própria. Proibida a reprodução, distribuição e comercialização por quaisquer meios, eletrônicos ou impressos, sem a autorização por escrito do autor.

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