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Cápsulas INFLA-TECH - Segmento Saneamento

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As cápsulas e o sistema de Ozônio (O³) destinam-se a oferecer proteção, higiene e segurança a vários objetos em geral (mobílias, equipamentos, turbinas, motores, computadores, carros, motos e etc) podendo ser utilizado nos diversos segmentos de mercado, por profissionais domésticos, colecionadores, museus, bibliotecas, hospitais, escolas, hotéis, supermercados, restaurantes, bancos, lojas de departamentos, empresas de guarda móveis e documentos, oficinas especializadas, concessionárias de veículos, CPD, Data Center, indústrias em geral (aeronaútica, automotiva, alimentos, bebidas e etc), empresa de construção civil (pinturas, reformas, conserto e etc), empresa de dedetização e empresa de limpeza e conservação.

Published in: Health & Medicine
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Cápsulas INFLA-TECH - Segmento Saneamento

  1. 1. Divisão Saneamento
  2. 2. Criada em 2015, a AS-TECH é uma empresa de base tecnológica, localizada no Distrito de Correas, na Cidade de Petrópolis/RJ, especializada no desenvolvimento e fabricação de produtos sustentáveis e soluções inovadoras originalmente para indústria automotiva, recentemente expandiu suas atividades para a área médica, agrotech, sanitização de alimentos e tratamento de efluentes. A AS-TECH desenvolveu uma parceria com a OZOXI, empresa especializada na fabricação de equipamentos de geração de ozônio de (O3) para atender diversos segmentos. Hoje comercializamos geradores de ozônio para lavanderia hospitalar e industrias, na lavagem do enxoval hospitalar, no amaciamento do tecido e clareamento do jeans, reduzindo o uso de produtos químicos e trazendo uma economia no uso da água de aproximadamente 40% e beneficiando os efluentes de forma ecologicamente correta.
  3. 3. O p Nos locais onde o serviço de coleta de esgoto é inexistente, os dejetos são lançados diretamente em córregos, rios e mar ou acumulados em fossas. Além disso, mesmo em cidades onde há redes coletoras, dois terços do esgoto captado não são tratados e acabam tendo o mesmo destino poluidor e disseminador de doenças. A pesquisa da FGV mostra que cada R$ 1,00 investido em saneamento representaria uma economia de R$ 4,00 em gastos com saúde. Esse dado se explica porque o esgoto provoca contaminação da água e causa doenças – principalmente a diarréia, que, de acordo com dados da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), levam à morte sete crianças por dia no País, além de provocar 700 mil internações hospitalares por ano. A falta de saneamento afeta não apenas a saúde, como também agrava problemas sociais e econômicos. Outra pesquisa da FGV, intitulada Saneamento, Educação, Trabalho e Turismo, revelou que o aproveitamento escolar de crianças que não têm acesso a saneamento básico é 18% menor se comparado ao dos demais alunos. A pesquisa indicou, também, que os trabalhadores sem acesso a saneamento apresentam um índice de faltas ao trabalho 11% maior.
  4. 4. O p Nos locais onde o serviço de coleta de esgoto é inexistente, os dejetos são lançados diretamente em córregos, rios e mar ou acumulados em fossas. Além disso, mesmo em cidades onde há redes coletoras, dois terços do esgoto captado não são tratados e acabam tendo o mesmo destino poluidor e disseminador de doenças. A pesquisa da FGV mostra que cada R$ 1,00 investido em saneamento representaria uma economia de R$ 4,00 em gastos com saúde. Esse dado se explica porque o esgoto provoca contaminação da água e causa doenças – principalmente a diarréia, que, de acordo com dados da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), levam à morte sete crianças por dia no País, além de provocar 700 mil internações hospitalares por ano. A falta de saneamento afeta não apenas a saúde, como também agrava problemas sociais e econômicos. Outra pesquisa da FGV, intitulada Saneamento, Educação, Trabalho e Turismo, revelou que o aproveitamento escolar de crianças que não têm acesso a saneamento básico é 18% menor se comparado ao dos demais alunos. A pesquisa indicou, também, que os trabalhadores sem acesso a saneamento apresentam um índice de faltas ao trabalho 11% maior.
  5. 5. O p NOS HOSPITAIS Os resíduos hospitalares podem ser perigosos para o equilíbrio ecológico e da saúde pública. Resíduos patológicos, químicos radioativos, infecciosos e farmacêuticos, os produtos químicos utilizados em hospitais, bem como os micro-organismos residuais, se não tratados, podem levar a surtos de doenças transmissíveis, epidemias de diarréia e de doenças como cólera, além de prejudicar o meio ambiente. Um dos principais problemas ambientais causados pelos efluentes hospitalares é devido à sua descarga em esgotos urbanos sem tratamento preliminar, pois muitos fármacos não metabolizados são excretados pelo paciente e entram na água residual. Desse modo, é de suma importância a busca de soluções efetivas, juntamente com a fiscalização de órgãos competentes, para evitar que prática de atividades agressivas ao meio ambiente continue ocorrendo em grande escala. Nesse sentido, o tratamento de efluentes líquidos é uma das principais questões ambientais que pode levar à proteção do meio ambiente.
  6. 6. O p Dentre os setores hospitalares podemos destacar a lavanderia como setor que apresenta maior relevância na geração de efluentes, suas características complexas podem atribuir ao efluente menor biodegradabilidade, esse efluente pode conter a presença de microrganismos patogênicos, desinfetantes, antibióticos, agentes de limpeza, surfactantes, 14 umectantes, entre outros. Essas características resistentes são o que atribuem caráter nocivo a esse efluente da lavanderia hospitalar, causando complicações no tratamento biológico das estações de tratamento e apresentando riscos aos ecossistemas aquáticos nos quais esse efluente é lançado. As companhias de saneamento ambiental não dão a devida prioridade à gestão desse efluente proveniente das lavanderias industriais, categoria onde estão incluídas as lavanderias hospitalares, visto que esse tipo de atividade descarta cerca de 30 milhões de litros de água contaminada por dia, onde a maior parte dessa água não recebe o tratamento prévio adequado. Apesar da importância de um tratamento adequado para esse problema ambiental, o Brasil não possuem legislação própria sobre a padronização do lançamento dos efluentes hospitalares .
  7. 7. O p GERAÇÃO DE EFLUENTE HOSPITALAR Os hospitais são grandes consumidores de água, em comparação aos estabelecimentos domésticos. Os valores médios per capita por dia do consumo doméstico podem chegar a 200 litros, enquanto o consumo diário dos hospitais pode chegar até 1.400 litros por leito. Nestes efluentes hospitalares se incluem além da água da lavanderia, a água da lavagem de materiais contaminados, dejetos de limpeza de superfícies e pisos juntamente com produtos desinfetantes, água das caldeiras, os resíduos de procedimentos cirúrgicos, dos ambulatórios, dos laboratórios de análises, entre outros. Os resíduos provenientes dos laboratórios de análises podem apresentar quantidades consideráveis de fenóis, ácidos e produtos enzimáticos gerados nas reações bioquímicas, por causa da alta quantidade de reagentes que são empregados.
  8. 8. O p GERAÇÃO DE EFLUENTE HOSPITALAR Levantamento coletado através do questionário. - Número de leitos 120 - Número de funcionários 271 - Capacidade da lavanderia 80 kg de roupa por lavagem - Quantidade de roupa lavada 260 kg por dia, em média - Número de sanitários 83 - Número de refeições servidas 10.000 refeições por dia* - Taxa de ocupação 44,7%, em média
  9. 9. O p GERAÇÃO DE EFLUENTE HOSPITALAR Os efluentes hospitalares, quando comparados com os efluentes domésticos, apresentam pequenas diferenças quando se trata da concentração de alguns parâmetros como matéria orgânica, DBO e DQO, metais, coliformes e pH. Os dois tipos de efluente são coletados pela mesma rede de esgotos e encaminhados para a mesma estação de tratamento, na maior parte dos casos, mesmo que as águas provenientes de hospitais possam apresentar substâncias como fármacos, desinfetantes e compostos químicos em elevadas concentrações e até mesmo organismos, patogênicos ou não, resistentes a antibióticos. Muitos organismos podem se tornar resistentes justamente pela presença de fármacos nas águas residuárias.
  10. 10. O p
  11. 11. O p
  12. 12. O p NO TRATAMENTO DE EFLUENTES A lei estadual nº 2.661/96, (que estabelece a exigência de níveis “mínimos” de tratamento de esgotos sanitários antes de seu lançamento na água) determina, no seu artigo 8º, que os efluentes de hospitais, laboratórios, clínicas e estabelecimentos similares, em áreas que não disponham de sistema público de tratamento, deverão sofrer tratamento especial na origem, que impossibilite a contaminação dos corpos receptores por organismos patogênicos. Em quase todos as ações, os hospitais alegam que o sistema público existe e é da Cedae. Para o MP, no entanto, a lei é clara para determinar que é obrigatório o tratamento na origem. — Uma situação não exclui a outra. A lei diz que antes do lançamento, este esgoto deve ser tratado.
  13. 13. O p TRATAMENTO DE EFLUENTES Utilizando apenas o Ozônio (O3) como matéria-prima, máquinas especiais com bombas de pressão injetam o gás natural na água, permitindo a oxidação das cargas orgânicas e químicas nela presentes. O Ozônio é um composto molecular extremamente forte e seu poder de purificação é 50 vezes superior ao do cloro. A infusão por meio de equipamentos de alta pressão provoca movimentos que geram micro e nano bolhas que purificam a água. O processo não deixa resíduos e não libera odores resultantes da oxidação dos materiais químicos ou orgânicos. Dentre os vários benefícios que a nova tecnologia traz está a eliminação completa de lodo e elementos químicos como fósforo, potássio e nitrogênio amoniacal. É um projeto que proporciona estabilidade ao processo de limpeza da água e permite, dentre outras coisas, uma redução drástica nos gastos com energia, já que os modelos convencionais de tratamento consomem muita força.
  14. 14. O p NA LAVANDERIA HOSPITALAR O gerador pode ser instalado Lavanderias, especializadas na área hospitalar, inicialmente para tratar efluentes descartados após a lavagem das roupas. Ou diretamente na lavagem e esterilização das roupas, permitindo uma economia de 40% de água, sabões e detergentes, além do descarte de água mais limpa na rede pública.
  15. 15. Sistema em desenvolvimento e testes desde 2015 na Santa Casa de São José dos Campos/SP. Sistema OXI WASH
  16. 16. OZONIZADOR HOW500 A distribuição de ozônio utiliza mangueiras especiais de teflon e inox ou tubos de aço inox 304, com ramais para maquinas e reservatório de água tratadas (reuso). Linhas secundárias interligam a distribuição principal aos equipamentos com eletro-válvulas comandadas pelas lavadoras. Sistema OXI WASH
  17. 17. A S
  18. 18. Divisão Saneamento Contatos: Guilherme Monteiro Sócio - Inteligência de mercado +55(21) 99465-9228 guilherme@inflatech.com.br

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