Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.
Edivaldo Domingues Velini
Professor Titular
Faculdade de Ciências Agronômicas / Unesp -Botucatu
Departamento de Produção e...
Tipos de inovação:
 De produto
 De processo
 Organizacional
 Marketing
TDE ou TPD
American Chemical Society – USA
Pest...
A lei 11.105, de 2005, tornou o marco regulatório
previsível e funcional contribuindo para um
ambiente juridicamente segur...
Evolução das Liberações Comerciais de OGMs
• 85% das liberações comerciais são voltadas à agricultura, pecuária e produção...
• A produção havia estabilizado em 120 milhões de t até 2006.
• A partir de 2007 a produção cresceu continuamente alcançan...
Balança comercial brasileira – 1989 a 2014
A partir de 2006, a grande evolução do superávit comercial agrícola é
acompanha...
Evolução das Liberações Comerciais de OGMs
• Predominância de eventos combinados.
• Posicionamento frente a novas tecnolog...
Sobre as similaridades em termos de
biologia e manejo de pragas, doenças e
plantas daninhas
• A divisão do conhecimento em...
Prejuízos aos sistemas de produção
 Efeitos sobre as culturas e seus
produtos
 Efeitos dos métodos de controle
Reduções ...
Diversidade genética
• Tradicionalmente admitia-se que o conjunto de genes
de uma determinada espécie era quase constante ...
Fonte: Gould (1991)
Fonte: Gould (1991)
Epigenética
https://en.wikipedia.org/wiki/Epigenetics#/media/File:Epigenetic_mechanisms.jpg
Genoma de Aedes aegypti: 16.789 proteínas sendo
1.370 produzidas por splicing.
Fonte: The Aedes aegypti Project. http://ww...
Genoma de insetos
Iniciativas similares para fungos e algumas plantas daninhas
Características de “Pragas”
 Plasticidade genotípica
 Plasticidade fenotípica
 Complexidade / Habilidade reprodutiva
 ...
Label addition for Cobra®
(lactofen)
Pictures From Duke (2006)
Glutamate
(in plants)
 aminolevulinate
porphobilinogen
uroporphyrinogen III
protoporphyrinogen IXprotoporphyrin IX
Mg che...
Gene Les22, porfirinas e doenças
Gongshe et al. (1998); Taylor (1998)
Some organophosphate compounds can block
clomazone “activation”
Clomazone
5-OH Clomazone
5-Keto Clomazone
OH
O
Ferhatoglu ...
Dietholate
Phorate
Dietil fosforoditioato
Malathion
Widely used to avoid
clomazone induced
bleaching in cotton
and rice
unesp
Tardif, F.J., Powles, S.B. (1999) Effect of malathion on resistance to soil-applied herbicides in a population
of ri...
Tam et al (1988)
Ação do dietholate como extender
Bean et al (1990)
Ação do dietholate como extender
Merremia aegyptia Amaranthus spp Ricinus communis
FOTO: E. NEGRISOLI, 2008.
Evolução e adaptação de plantas daninhas
Imagens: Lorenzi et al. (2000)
Striga asiática
Orobranche ramosa
Commelina benghalensis
unesp
Calabrese & Baldwin (2003)
Hormesis ou efeito hormético
Calabrese e vários outros autores
encontraram mais de 9000
exemplo...
Eucalyptus
grandis
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200
220
0 1 10 100 1000
glyphosate rates (g / ha)
%ofthecheck
Root We...
Variabilidade das doses
pontuais ou unitárias
Spray deposits (uL/cm² or g/ha) expressed as percent
of the value observed on the top flat position
100%
41%
87%Carvalho (...
For non systemic herbicides, bleaching,
necrosis or electron transport rate depend on
the deposition in each part of the p...
Soybean
Gazziero et al (2006) uL / cm²
uL / plant
Frequencies%Frequencies%
Gazziero et al (2006)
Euphorbia
heterophylla
uL / cm²
uL / plant
Frequencies%Frequencies%
uL / cm²
uL / plant
Frequencies%...
R. T. Souza (2002): Effects of electrostatic charging of the droplets on the variability of spray
deposition and theoretic...
Velini and Antuniassi (2015)
Spray volume: 825-927L/ha
Six applications under normal
operating and weather conditions
60 l...
Detecção por condutividade
elétrica
Papel de Filtro
Úmido
Extraçao superior a 90%
Permite quantificação em
diferentes regi...
60 leaves in each position
Spray volume: 825-927L/ha
Six applications under normal
operating and weather conditions
Applic...
Velini and Carbonari (2015)
Velini and
Carbonari (2015)
% of the planned rate % of the mean
Applications Maximum Minimum Mean Drift Maximum Minimum
1 ...
Dinâmica de produtos fitossanitários
Volatilização
Volatilidade
Pressão de vapor
TemperaturaPrecipitação
Irrigação
Sorção ...
Deposição
PLANTA
Absorção / Translocação
Metabolismo
SOLO
Sorção / colóides
solução
PALHA
Retenção
Remoção pela chuva
Perd...
% de controle de Euphorbia heterophylla
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
110
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75...
ng / cm²
Tratamentos Teor interno Teor Externo Teor Total % de absorção
Epox Piracl Epox Piracl Epox Piracl Epox Piracl
Se...
Variations in pesticide doses under
field conditions
• As doses individuais em plantas, folhas ou pequenas áreas de solo
s...
Conclusões específicas
 Nós temos nos esforçado e temos sido efetivos em
criar ambientes extremamente diversificados em
t...
Education of the farmers
Public extension services
reach 22% of the farms
Minimum education or illiterate
incomplete eleme...
Conclusões genéricas
 Para problemas fáceis bastam soluções simples /
individuais.
 Todos os problemas simples já foram ...
Agradeço pela atenção:
presidencia@fundunesp.unesp.br
velini@fca.unesp.br
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×
Upcoming SlideShare
Estratégias de Manejo da Resistência de Insetos – IRAC-BR
Next
Download to read offline and view in fullscreen.

0

Share

Download to read offline

O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas

Download to read offline

Palestra proferida no Workshop "Resistência: impactos econômicos na agricultura e construção de uma proposta de manejo", realizado em São Paulo, SP, no dia 18 de novembro de 2015.

Related Audiobooks

Free with a 30 day trial from Scribd

See all
  • Be the first to like this

O potencial evolutivo das "pragas" agrícolas

  1. 1. Edivaldo Domingues Velini Professor Titular Faculdade de Ciências Agronômicas / Unesp -Botucatu Departamento de Produção e Melhoramento Vegetal Núcleo de Pesquisas Avançadas em Matologia velini@fca.unesp.br O POTENCIAL EVOLUTIVO DAS “PRAGAS” AGRÍCOLAS “Pragas”: Doenças, plantas daninhas e pragas efetivamente
  2. 2. Tipos de inovação:  De produto  De processo  Organizacional  Marketing TDE ou TPD American Chemical Society – USA Pesticide Science Society of Japan Sociedade Brasileira de Proteção de Plantas - Brasil
  3. 3. A lei 11.105, de 2005, tornou o marco regulatório previsível e funcional contribuindo para um ambiente juridicamente seguro, o que resultou em maiores investimentos e inovação em biotecnologia.
  4. 4. Evolução das Liberações Comerciais de OGMs • 85% das liberações comerciais são voltadas à agricultura, pecuária e produção florestal • Aproximadamente ~1% das decisões da CTNBio se referem a Liberações Comerciais
  5. 5. • A produção havia estabilizado em 120 milhões de t até 2006. • A partir de 2007 a produção cresceu continuamente alcançando 200 milhões de t. • A principal justificativa para o crescimento é a incorporação das biotecnologias. • Consequências socioeconômicas já apresentadas. . Fonte / Source: IBGE, ABRASCO, MAPA e Conab
  6. 6. Balança comercial brasileira – 1989 a 2014 A partir de 2006, a grande evolução do superávit comercial agrícola é acompanhada do colapso da balança comercial dos demais setores. O superávit da agricultura tem sido fundamental para a estabilidade brasileira. Fonte / Source: SECEX/MDIC
  7. 7. Evolução das Liberações Comerciais de OGMs • Predominância de eventos combinados. • Posicionamento frente a novas tecnologias: RNAi; edição genômica e outras.
  8. 8. Sobre as similaridades em termos de biologia e manejo de pragas, doenças e plantas daninhas • A divisão do conhecimento em ciências ou especialidades é apenas um artifício para simplificar o ensino e aprendizagem • Em termos naturais, não há limites entre as ciências • Muitos conceitos e processos são similares, mesmo em ciências que tratam de organismos completamente distintos unesp
  9. 9. Prejuízos aos sistemas de produção  Efeitos sobre as culturas e seus produtos  Efeitos dos métodos de controle Reduções de produtividade e ou qualidade Aumento do custo de produção Contaminações unesp
  10. 10. Diversidade genética • Tradicionalmente admitia-se que o conjunto de genes de uma determinada espécie era quase constante e esporadicamente alterado por uma mutação. • Hoje sabemos que apenas uma fração dos genes é expressa e que muitos genes estão envolvidos no controle dessa expressão, sendo possível a produção de muitos fenótipos a partir de um único genótipo. • Epigenética: características que são estáveis ao longo de diversas divisões celulares mas que não envolvem mudanças na sequência de DNA do organismo. Exemplos: Metilação e modificação pela histona. • Splicing é um “fenomeno” frequente. Em humanos, pode ocorrer em 40-60% dos genes.
  11. 11. Fonte: Gould (1991)
  12. 12. Fonte: Gould (1991)
  13. 13. Epigenética https://en.wikipedia.org/wiki/Epigenetics#/media/File:Epigenetic_mechanisms.jpg
  14. 14. Genoma de Aedes aegypti: 16.789 proteínas sendo 1.370 produzidas por splicing. Fonte: The Aedes aegypti Project. http://www3.nd.edu/~dseverso/genome.html)
  15. 15. Genoma de insetos Iniciativas similares para fungos e algumas plantas daninhas
  16. 16. Características de “Pragas”  Plasticidade genotípica  Plasticidade fenotípica  Complexidade / Habilidade reprodutiva  Capacidade de dispersar (espaço / tempo)  Adaptação às condições ambientais  Resistem ao controle unesp
  17. 17. Label addition for Cobra® (lactofen) Pictures From Duke (2006)
  18. 18. Glutamate (in plants)  aminolevulinate porphobilinogen uroporphyrinogen III protoporphyrinogen IXprotoporphyrin IX Mg chelatase Mg protoporphyrin IX Clorophyll a porphyrinogen IX oxidase Light Mg Fe chelatase HEME Fe feedback regulation peroxidase catalase cytochroms Glycine and Succinyl-Coa (in humans) Glutamate (in plants)  aminolevulinate porphobilinogen uroporphyrinogen III protoporphyrinogen IXprotoporphyrin IX Mg chelatase Mg protoporphyrin IX Clorophyll a porphyrinogen IX oxidase Light Mg Fe chelatase HEME Fe feedback regulation peroxidase catalase cytochroms Glycine and Succinyl-Coa (in humans) Porphyrin, Heme and Clorophyll Synthesis in Plants and Humans Síntese de Heme e clorofila em Plantas e Humanos
  19. 19. Gene Les22, porfirinas e doenças Gongshe et al. (1998); Taylor (1998)
  20. 20. Some organophosphate compounds can block clomazone “activation” Clomazone 5-OH Clomazone 5-Keto Clomazone OH O Ferhatoglu et al. (2005) X
  21. 21. Dietholate Phorate Dietil fosforoditioato Malathion Widely used to avoid clomazone induced bleaching in cotton and rice
  22. 22. unesp Tardif, F.J., Powles, S.B. (1999) Effect of malathion on resistance to soil-applied herbicides in a population of rigid ryegrass (Lolium rigidum). Weed Science, 47, 258-261 Preston, C, Powles, S.B. (1998) Amitrole inhibits diclofop metabolism and synergises diclofop-methyl in a diclofop-methyl-resistant biotype of Lolium rigidum. Pest. Biochem. Physiol. 62, 179-189. Preston, C., Powles, S.B. (1997) Light-dependent enhanced metabolism of chlorotoluron in a substituted urea herbicide-resistant biotype of Lolium rigidum. Planta 201: 202-208. Hall, L.M., Moss, S.R., Powles, S. B. (1997) Mechanisms of resistance to aryloxyphenoxypropionate herbicides in two resistant biotypes of Alopecurus myosuroides: Herbicide metabolism as a cross- resistance mechanism. Pest. Biochem. Physiol. 57: 87-98. Helvig, C., Tardif, F.J., Seyer, A., Powles, S.B., Mioskowski, C., Durst, F., Salaun, J.P. (1996). Selective inhibition of a cytochrome P450 enzyme in wheat that oxidises both the natural substrate lauric acid and the synthetic herbicide diclofop. Pest. Biochem. Physiol. 54: Preston, C., Tardif, F.J., Christopher, J.T., Powles, S.B. (1996) Multiple resistance to dissimilar herbicide chemistries in a biotype of Lolium rigidum due to enhanced activity of several herbicide degrading enzymes. Pest. Biochem. Physiol. 54: 123-134. Hall, L.M., Moss, S.R., Powles, S.B. (1995) Mechanism of resistance to chlorotoluron in two biotypes of the grass weed Alopecurus myosuroides. Pest. Biochem. Physiol. 53: 180-182. Christopher, J.T., Preston, C., Powles, S.B. (1994) Malathion antagonises metabolism-based chlorsulfuron resistance in Lolium rigidum. Pest. Biochem. & Physiol. 49: 172-182. Burnet, M.W.M., Loveys, B.R., Holtum, J.A.M., Powles, S.B. (1993) A mechanism of chlortoluron resistance in Lolium rigidum. Planta. 190: 182-189. Burnet, M.W.M., Loveys, B.R., Holtum, J.A.M., Powles, S.B. (1993) Increased detoxification is a mechanism of simazine resistance in Lolium rigidum. Pest Biochem & Physiol.46: 207-218. Burnet, M.W., Hildebrand, O.B., Holtum, J.A.M., Powles, S.B. (1991) Amitrole, triazine, substituted urea and metribuzin resistance in a biotype of rigid ryegrass (Lolium rigidum). Weed Science, 39: 317-323. Cytochrome P450 non target site based resistance
  23. 23. Tam et al (1988) Ação do dietholate como extender
  24. 24. Bean et al (1990) Ação do dietholate como extender
  25. 25. Merremia aegyptia Amaranthus spp Ricinus communis FOTO: E. NEGRISOLI, 2008. Evolução e adaptação de plantas daninhas
  26. 26. Imagens: Lorenzi et al. (2000)
  27. 27. Striga asiática Orobranche ramosa
  28. 28. Commelina benghalensis unesp
  29. 29. Calabrese & Baldwin (2003) Hormesis ou efeito hormético Calabrese e vários outros autores encontraram mais de 9000 exemplos envolvendo agrotóxicos, medicamentos e tratamentos com radiação. Curvas de dose x resposta
  30. 30. Eucalyptus grandis 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200 220 0 1 10 100 1000 glyphosate rates (g / ha) %ofthecheck Root Weights Leaf Weights Stem Weights Total Weights Leaf Area Velini et al (2008)
  31. 31. Variabilidade das doses pontuais ou unitárias
  32. 32. Spray deposits (uL/cm² or g/ha) expressed as percent of the value observed on the top flat position 100% 41% 87%Carvalho (1999) a average a = 65,84° and Cos a = 0.4093 Carvalho (1999): Effects of the shape of sugarcane planting furrows on soil applied herbicide deposition uniformity.
  33. 33. For non systemic herbicides, bleaching, necrosis or electron transport rate depend on the deposition in each part of the plant Araldi (2014)
  34. 34. Soybean Gazziero et al (2006) uL / cm² uL / plant Frequencies%Frequencies%
  35. 35. Gazziero et al (2006) Euphorbia heterophylla uL / cm² uL / plant Frequencies%Frequencies% uL / cm² uL / plant Frequencies%Frequencies%
  36. 36. R. T. Souza (2002): Effects of electrostatic charging of the droplets on the variability of spray deposition and theoretical efficacy of glyphosate to control weeds in soybeans fields. Spray deposition on 150 plants of Commelina benghalensis (Benghal dayflower) with 2 to 4 leaves 0 20 40 60 80 100 120 140 160 0 0,5 1 1,5 2 Spray deposition (µL cm-² of leaf area) Densityofprobability Within the rows Between the rows Accumulated frequencies uL/cm² uL/cm² Within the rows Between the rows 1% 1.5 3.0 5% 2.5 4.2 50% 6.0 8.7 95% 12.3 15.0 99% 16.0 19.5
  37. 37. Velini and Antuniassi (2015) Spray volume: 825-927L/ha Six applications under normal operating and weather conditions 60 leaves in each position
  38. 38. Detecção por condutividade elétrica Papel de Filtro Úmido Extraçao superior a 90% Permite quantificação em diferentes regiões e faces da folha  
  39. 39. 60 leaves in each position Spray volume: 825-927L/ha Six applications under normal operating and weather conditions Applications uL/cm2 uL/cm2 uL/cm2 % of the mean % of the mean uL/cm2 uL/cm2 % of total % of total Minimum Mean Maximum Minimum Maximum Upper LS Lower LS Upper LS Lower LS 1 0,32 1,28 3,58 24,9 278,8 0,95 0,34 73,9 26,1 2 0,38 1,47 3,73 26,2 253,6 1,17 0,30 79,6 20,4 3 0,14 1,41 4,60 9,8 327,5 1,18 0,22 84,0 16,0 4 0,04 1,85 4,75 2,1 256,1 1,45 0,40 78,3 21,7 5 0,34 1,55 4,46 21,8 287,1 1,32 0,23 85,1 14,9 6 0,24 1,30 3,38 18,7 260,0 1,03 0,27 79,5 20,5 LS: Leaf Surface Velini and Antuniassi (2015)
  40. 40. Velini and Carbonari (2015)
  41. 41. Velini and Carbonari (2015) % of the planned rate % of the mean Applications Maximum Minimum Mean Drift Maximum Minimum 1 109,66 64,78 83,51 16,49 131,31 77,57 2 97,64 47,03 72,79 27,21 134,14 64,61 3 141,06 43,71 82,16 17,84 171,69 53,20 4 118,34 29,50 87,19 12,81 135,73 33,83 5 115,05 66,40 86,61 13,39 132,84 76,67 6 101,07 42,21 83,24 16,76 121,42 50,71 7 77,93 50,29 63,78 36,22 122,19 78,85 8 144,66 32,79 97,28 2,72 148,70 33,71 9 108,80 53,80 81,50 18,50 133,50 66,01 10 114,10 64,60 87,30 12,70 130,70 74,00 11 120,00 48,60 87,20 12,80 137,61 55,73 12 113,50 56,50 81,36 18,60 139,50 69,44 13 107,70 29,80 70,90 29,10 151,90 42,03 14 103,10 62,40 79,90 20,10 129,04 78,10 15 110,10 67,10 87,10 12,90 126,41 77,04 16 112,90 56,40 79,30 20,70 142,37 71,12 17 99,50 70,10 84,00 16,00 118,45 83,45 18 119,03 57,40 91,40 8,60 130,23 62,80 19 116,60 41,60 80,32 19,60 145,17 51,79 20 109,90 73,10 86,50 13,50 127,05 84,51 21 106,10 59,90 78,80 21,10 134,64 76,02 22 108,50 39,10 71,40 28,60 151,96 54,76 Minimum 77,93 29,50 63,78 2,72 118,45 33,71 Mean 111,60 52,60 81,98 18,01 136,21 64,36 Maximum 144,66 73,10 97,28 36,22 171,69 84,51 Herbicide dose in each plate ranged from 33.71 to 171.69% of the mean.
  42. 42. Dinâmica de produtos fitossanitários Volatilização Volatilidade Pressão de vapor TemperaturaPrecipitação Irrigação Sorção Fotodecomposição Solubilidade Ionização pKa e pKb Absorção Plantas Propágulos Sensibilidade a luz Comprimentos de onda absorvidos Exposição a luz K de partição no solo Kd e Koc Lixiviação Disponibilidade em soluçãoK de partição octanol água Koa ou Kow Cobertura do solo Palhada Persistência – duração do período de controle Degradação química Degradação microbiana Formulação Adjuvantes e aditivos Tecnologia de aplicação Deposição
  43. 43. Deposição PLANTA Absorção / Translocação Metabolismo SOLO Sorção / colóides solução PALHA Retenção Remoção pela chuva Perdas ou degradação FotóliseMicrobiana QuímicaLixiviação Volatilização Chuva ou irrigação Mov. lateral e ascendente Tecnologia Adjuvantes e aditivos Condições climáticas APLICAÇÂO Carregamento de gotas Carregamento de vapor Outras perdas DERIVA OU NÃO DEPOSIÇÃO Ambiente / Água Culturas vizinhas operadores CONTAMINAÇÂO Dinâmica de herbicidas
  44. 44. % de controle de Euphorbia heterophylla 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 110 Concentração - µg/g % Controle com palha % Controle sem palha Concentrações de amicarbazone Vs. Controle Viabilidade do uso de aplicações sequenciais
  45. 45. ng / cm² Tratamentos Teor interno Teor Externo Teor Total % de absorção Epox Piracl Epox Piracl Epox Piracl Epox Piracl Sem Adjuvante 12,4 37,4 21,1 47,6 33,5 85,0 37,0 44,0 Adjuvante 1 15,8 58,2 14,9 15,1 30,7 73,2 51,4 79,4 Adjuvante 2 30,3 84,9 7,4 38,1 37,6 122,9 80,4 69,0 Adesão e penetração de fungicidas em soja Trindade (2014)
  46. 46. Variations in pesticide doses under field conditions • As doses individuais em plantas, folhas ou pequenas áreas de solo são altamente desuniformes. • Em condições de campo, em pequena escala, as doses de defensivos agrícolas são desuniformes. • Doses desuniformes exigem a aplicação de maiores doses médias para que níveis aceitáveis de controle sejam alcançados. • Alguns indivíduos das espécies alvo de controle sobrevivem porque não receberam a dose necessária para que a intoxicação ocorra. • Doses pontualmente ou individualmente desuniformes contribuem para a seleção de biotipos resistentes e para que as doses recebidas por alguns organismos sejam baixas o suficiente para que ocorram efeitos horméticos.
  47. 47. Conclusões específicas  Nós temos nos esforçado e temos sido efetivos em criar ambientes extremamente diversificados em termos de doses de defensivos agrícolas criando diferentes pressões de seleção.  Não consegui obter informações sobre a variabilidade das concentrações de proteínas com ação em pragas ou doenças.  “Pragas” respondem à pressão de seleção e se adaptam ao ambiente.  Resistem ao controle unesp
  48. 48. Education of the farmers Public extension services reach 22% of the farms Minimum education or illiterate incomplete elementary school Elementary school High school Undergraduate
  49. 49. Conclusões genéricas  Para problemas fáceis bastam soluções simples / individuais.  Todos os problemas simples já foram resolvidos. Só sobraram os difíceis.  Problemas difíceis demandam trabalho em rede e soluções complexas.  Os problemas que criamos ou causamos são os mais difíceis de solucionar.  Se um problema resulta de um padrão de comportamento, mudar este comportamento deveria ser ao menos parte da solução.  A falta de planejamento e a inércia no presente levarão à necessidade de decisões e ações emergenciais no futuro.
  50. 50. Agradeço pela atenção: presidencia@fundunesp.unesp.br velini@fca.unesp.br

Palestra proferida no Workshop "Resistência: impactos econômicos na agricultura e construção de uma proposta de manejo", realizado em São Paulo, SP, no dia 18 de novembro de 2015.

Views

Total views

981

On Slideshare

0

From embeds

0

Number of embeds

5

Actions

Downloads

85

Shares

0

Comments

0

Likes

0

×