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Bases Ecotoxicológicas para o Manejo da Resistência a Inseticidas

Bases Ecotoxicológicas para o Manejo da Resistência a Inseticidas

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Palestra proferida no "II Simpósio de Ecotoxicologia e Ecofisiologia Animal", realizado em Viçosa, MG, no período de 20 a 23 de março de 2019.

Palestra proferida no "II Simpósio de Ecotoxicologia e Ecofisiologia Animal", realizado em Viçosa, MG, no período de 20 a 23 de março de 2019.

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Bases Ecotoxicológicas para o Manejo da Resistência a Inseticidas

  1. 1. Bases Ecotoxicológicas para o Manejo da Resistência a Inseticidas - Contexto Neotropical - Daniela Okuma, Renato A. Carvalho Bayer SA, Paulínia, SP Raul Narciso C. Guedes Departamento de Entomologia Universidade Federal de Viçosa
  2. 2. Resistência - percepções inatas & verdades fundamentais - Mudança Resistência Resistência Mudança Mudança Resistência
  3. 3. Resistência a Inseticidas “A genetic change in response to selection by toxicants that may impair control in the field” [Uma mudança genética em resposta à seleção por tóxico que pode comprometer o controle a campo] Roman M. Sawicki (1987) Combating Resistance to Xenobiotics: Biological and Chemical Approaches
  4. 4. Pesticide/ha of arable land (Kg/ha; 2005-2009) FAO Statistics Yearbook (2013) Schreinemachers & Tipraqsa [2012, Food Policy]
  5. 5. TÊNDENCIAS GLOBAIS USO PESTICIDA - 9.8% AgriBusiness Global/SINDIVEG (2016) Reduction in 21.6% In 2015 U$Billions SINDIVEG (2016) Global Brazil Schreinemachers & Tipraqsa [2012, Food Policy]
  6. 6. pa.ra.do.xo (para- + -doxo) substantivo masculino Proveniente do latim (paradoxum) e do grego (paradoxos). O prefixo “para” quer dizer contrário a, ou oposto de, e o sufixo “doxa” quer dizer opinião. Consiste numa proposição aparentemente absurda, resultante da união de ideias contraditórias; contra senso “paradoxo", no Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008- 2013, http://www.priberam.pt/dlpo/entomologia [consultado em 04-06-2016].
  7. 7. Paradoxo Inseticida: Uso no Manejo de Pragas x Falhas no Controle por Inseticidas (resistência a inseticides) “Modern insecticides are biocides – the root cause of the insecticide treadmill” Robert van den Bosch (1978) The Pesticide Conspiracy
  8. 8. Resistência a Inseticidas - evolução & características -
  9. 9. Resistência a Inseticidas - Detecção - Métodos: o Curvas dose-response o Concentrações discriminatórias Etiom x bicho-mineiro (Leucoptera coffeella)
  10. 10. Guedes, Walse & Throne [2017; Cur Opin Insect Sci] Irradiação de efeitos potenciais de inseticidas
  11. 11. Resistência a Inseticidas - relevância - Ambiental Agropecuária Saúde Pública
  12. 12. Relevância Ambiental Biomonitoramento in situ Mudança Resistência Siqueira, Guedes & Picanço [2000, Agric. Forest Entomol.] Tuta absoluta
  13. 13. Resistência a Inseticidas - consequências & perdas - Consequências primárias: o Aumento de frequência de aplicações o Aumento de dose o Eventual substituição Estimativa de perdas: o U$ 118 milhões/ano [na fazenda; EUA] o + U$ 20-40 Milhões [desenvolvimento] Pimentel et al. (1980, Oikos) Knight & Norton (1989; Annu. Rev. Entomol.)
  14. 14. RESISTÊNCIA A INSETICIDAS CASOS Spark & Nauen (2015) Pestic Biochem Physiol Arthropod Pesticide Resistance Database
  15. 15. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas IRAC & IRAC-BR Missão Manter todos of grupos químicos pesticidas como alternativas viáveis para o manejo de pragas pela implementação de programas de manejo de resistência a inseticidas em parceria com produtores, academia, instituições de pesquisa e grupos de extensão para uma agricultura sustentável
  16. 16. Membros
  17. 17. Suporte Consultores Prof. Celso Omoto Prof. Raul Guedes Prof. Oderlei Bernardi Consultores & Suporte
  18. 18. Comitê de Ação à Resistência a Inseticidas IRAC & IRAC-BR Desafios Desenvolvimento de novas moléculas pesticidas Elucidação dos padrões de ocorrência e mecanismos Objetivos Recomendações de uso Manejo
  19. 19. Pesticidas introduzidos desde 1950
  20. 20. Evolução das taxa de aplicação
  21. 21. Características passada e presente dos pesticidas em uso - quatro principais culturas dos EUA -
  22. 22. Período de introdução e representação por grupo Sparks & Lorsbach (2017; Pest Manag. Sci.)
  23. 23. Tempo para o desenvolvimento de novo produto Custo de descoberta e desenvolvimento
  24. 24. Origem de inseticidas pertencentes a novas classes (1990-presente) Sparks & Lorsbach (2017; Pest Manag. Sci.)
  25. 25. Evolução de novos compostos por grupo de inseticidas Sparks & Lorsbach (2017; Pest Manag. Sci.)
  26. 26. Resistência a inseticidas - padrões de ocorrência - Chediak et al. (2016) Mem Inst Oswaldo Cruz Resistência ao temefós em Aedes aegypti
  27. 27. Imidaclopride em percevejo da soja Euschistus heros: - mapeamento de risco de falha de controle devido a resistência Resistência a inseticidas - padrões de ocorrência - Guedes (2017, Pest Manag Sci) Tuelher (2018, J Pest Sci)
  28. 28. Resistência a inseticidas - padrões mecanísticos-
  29. 29. Resistência a inseticidas - padrões mecanísticos-
  30. 30. Resistência a inseticidas - padrões mecanísticos-
  31. 31. MANEJO DA RESISTÊNCIA A INSETICIDAS MANEJO POR SATURAÇÃO oPressuposição: oBaixa frequência de resistentes oResistência recessida oCusto adaptativo oMigração de susceptíveis oExemplo: oManejo de milho Bt: alta dose-refúgio
  32. 32. Esforço de Pesquisa - projetos sob tutela do IRAC-BR - Spodoptera frugiperda 21º ano Helicoverpa armigera 4º ano Chrysodeixis includens 5º ano Euschistus heros 4º ano Bemisia tabaci 4º ano Tetranychus urticae 18º ano Tuta absoluta 20º ano Anticarsia gemmatalis 1º ano
  33. 33. IRAC-BR Comunicação & Informação
  34. 34. Alinhamento entre indústria, acadêmica e consultores Encontro de Grupo de Trabalho 2015
  35. 35. Foliar insecticide Seed treatment Mode of Action icons (fake codes) Legenda Uso de janelas de aplicação Rotação de inseticidas com diferente modo de ação Uso de sementes tratadas Uso de inseticidas seletivos Supressão de uso de inseticidas com problemas de resistência na região Minimização de inseticidas no refugio Guia de utilização de inseticidas
  36. 36. Conceito de janelas para rotação de mecanismos de ação
  37. 37. Grupo de Biotecnologia (GBio) MRI recomendações para cultivos transgênicos
  38. 38. Campanha de modo de ação
  39. 39. Campanha sobre mecanismos de ação  Comunicação interna (Indústria – MKT, P&D, Vendas)  Interessados externos (consultores, cooperativas, academia)  Comitês de engajamento
  40. 40. Site: http://www.irac-br.org/ Poster Material sobre Mecanismos de Ação Folheto
  41. 41. Folhetos & Aplicativos
  42. 42. Novos materiais
  43. 43. IRAC-Brasil • Iniciativas próximas:  Workshops regionais  Validação de estratégias e manejo de resistência  Treinamento de treinadores
  44. 44. IRAC-Brazil • Desafio:  Alinhamento e integração entre envolvidos Produtores Indústrias Extensão, consultores, cooperativas Universidades e Institutos de Pesquisa
  45. 45. Obrigado! daniela.okuma@bayer.com www.irac-br.org.br guedes@ufv.br

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