Aprendizagem na era da informacao

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Aprendizagem na era da informacao

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Aprendizagem na era da informacao

  1. 1. A Inovação na Gestão de Pessoas  
  2. 2. A influência da inovação nas relações interpessoais .  Inovação e as influências no cotidiano do ser humano. Tecnologia da informação e sua aplicabilidade na gestão de pessoas. Comunidades virtuais . Educação à distância . Geração Y.  
  3. 3. Desafios e estratégias do ser líder em tempos de transformações profundas e abrangentes e o direito de ser feliz
  4. 4. TRABALHO E SENTIDO Que sentido eu dou ao trabalho que realizo? Cumprir programas? Vencer solicitações? Organizar a empresa ? OU Através dos meus valores éticos e conhecimentos comunicar aquilo que acredito? MAS.... Em que mesmo eu acredito? “ Quando mudamos nosso olhar em relação a alguém, esse alguém muda.”
  5. 5.
  6. 6. Liderar e trocar conhecimentos tem momentos “glamourosos”, em que os indivíduos participam, se envolvem, trazem contribuições significativas para a equipe/setor. Há momentos que o profissional se sente perdido, desmotivado...
  7. 7. Mudando de atitudes em relação a nós mesmos, Empresa e colaboradores....
  8. 8.
  9. 9. Delours
  10. 10. Liderança na era da informação <ul><li>CHEFE </li></ul><ul><li>Controla o Comportamento </li></ul><ul><li>Dá Órdens </li></ul><ul><li>Foca na Execução da Tarefa </li></ul><ul><li>Resolve Problemas </li></ul><ul><li>Assume a Responsabilidade </li></ul><ul><li>Dirige as Pessoas </li></ul><ul><li>COACHING </li></ul><ul><li>Libera o Profissional </li></ul><ul><li>Motiva </li></ul><ul><li>Foca no Processo </li></ul><ul><li>Ouve e Ensina a Resolver os Problemas </li></ul><ul><li>Compartilha a Responsabilidade </li></ul><ul><li>Serve às Pessoas </li></ul>
  11. 11. Começa pelo externo, por estabelecer um relacionamento melhor com os pacientes/clientes/colegas de trabalho, procurar escutá-los mais. Prepara melhor seus processos de trabalho, utiliza novas dinâmicas, comunica-se novas tecnologias. Lê sobre sua área, novas filosofias. Reflete mais, medita e se autoavalia.
  12. 12. “ Ninguém levará os outros a mudar e aprender se não houver nele também um movimento para a Aprendizagem.”
  13. 13. O sucesso Pedagógico Empresarial depende também da capacidade de expressar competência intelectual , de mostrar que conhecemos de forma pessoal determinadas áreas do saber, que as relacionamos com os interesses dos alunos, que podemos aproximar a teoria da prática e a vivência da reflexão teórica.
  14. 14. <ul><li>PORQUE A ABORDAGEM COMPETÊNCIAS PODE SER IMPORTANTE PARA A GESTÃO DAS EMPRESAS? </li></ul>
  15. 16. Carreira <ul><li>Etimologicamente, a palavra carreira se origina do latim via carraria , estrada para carros. </li></ul><ul><li>Até recentemente, o conceito de carreira se circunscreveu a essa analogia, como uma propriedade estrutural das organizações ou das ocupações. O indivíduo adentraria uma dessas carreiras (= estradas) preexistentes, sabendo, de antemão, o que esperar do percurso. </li></ul>Martins, 2001
  16. 17. Carreira Abordagem Tradicional Mobilidade linear, planejada, ascendente na educação hierárquica ou no status profissional, dependente da empresa, crescentemente complexa, marcada por sinais visíveis e inequívocos de progresso em seus diferentes estágios . Sigmar Malvezzi
  17. 18. <ul><li>Mobilidade irregular e imprevisível (no grau de desafio e remuneração), entre atividades nas empresas, e ou no trabalho autônomo, dependente de competências individuais, avaliada por sinais ambíguos de progresso e balizada pelo manejo dos contratos psicológicos. </li></ul><ul><li>Sigmar Malvezzi </li></ul>SEM FRONTEIRAS
  18. 19. Carreira <ul><li>1) A carreira é gerenciada pela pessoa, não pela organização. </li></ul><ul><li>2) A carreira é uma série de experiências, habilidades, aprendizados, transições e mudanças na identidade ao longo da vida. </li></ul>
  19. 20. Carreira 3) Desenvolvimento <ul><li>é... </li></ul><ul><ul><li>aprendizado contínuo auto-dirigido vinculado a competências, e encontrado em desafios de trabalho. </li></ul></ul>
  20. 21. Carreira <ul><li>4) As organizações provêem: </li></ul><ul><ul><li>atribuições desafiadoras </li></ul></ul><ul><ul><li>promotores de desenvolvimento </li></ul></ul><ul><ul><li>informação e outros recursos para o desenvolvimento </li></ul></ul>
  21. 22. Objetivo bem definido Informalidade Participação Atenção no ouvir Divergência Civilizada Decisões de Consenso Comunicação Aberta Atribuições bem definidas Liderança Compartilhada Relações Externas Auto-avaliação CARACTERÍSTICAS DE UMA EQUIPE EFICAZ
  22. 23. O GERENTE COMPETENTE
  23. 24. PROCESSO PERMANENTE Envolvendo o cliente individual Desenvol-vendo Relacionamentos Levantando dados (avaliação) e Feedback Formulando Plano de Desenvolvi-mento Realizando o Coaching (Plano de Desenvolvi-mento) Finalizando e Avaliando Planejando os próximos passos Reassessment
  24. 25. PROCESSO DE GESTÃO DA MUDANÇA Treinamento Informação Comunicação em duas vias Suporte técnico Celebração envolvimento SAP Comunicação em duas vias “ EU sei” “ Eu entendo” “ Eu acredito” “ Eu posso” “ Eu faço”
  25. 26. FEEDBACK
  26. 27. FORMA MAIS COMUM
  27. 28. PROPÓSITO DO FEEDBACK <ul><li>CONSTRUIR </li></ul><ul><ul><li>POSITIVO: REFORÇA COMPORTAMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>NEGATIVO: CONDUZ À MELHORIA </li></ul></ul>
  28. 29. FEEDBACK CONSTRUTIVO <ul><ul><li>SAIBA COMO FORNECER </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>COMPREENDA O CONTEXTO </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>NECESSÁRIO: POSITIVO E NEGATIVO </li></ul></ul></ul>
  29. 30. FORNECENDO FEEDBACK <ul><ul><li>DESCRITIVO - FATOS </li></ul></ul><ul><ul><li>TEMPESTIVIDADE </li></ul></ul><ul><ul><li>NÃO ROTULE </li></ul></ul><ul><ul><li>NÃO EXAGERE </li></ul></ul><ul><ul><li>NÃO JULGUE </li></ul></ul><ul><ul><li>FALE EM SEU PRÓPRIO NOME </li></ul></ul><ul><ul><li>FALE PRIMEIRAMENTE SOBRE VOCÊ </li></ul></ul><ul><ul><li>NÃO COLOQUE NA FORMA DE QUESTÃO </li></ul></ul><ul><ul><li>VOCÊ VIU, OUVIU, SENTE E DESEJA (FATOS) </li></ul></ul><ul><ul><li>AJUDE A OUVIR E ACEITAR FEEDBACK POSITIVO </li></ul></ul>
  30. 31. RECEBENDO FEEDBACK <ul><ul><li>RESPIRE PROFUNDAMENTE </li></ul></ul><ul><ul><li>NÃO INTERROMPA </li></ul></ul><ul><ul><li>PERGUNTE, CLARIFIQUE </li></ul></ul><ul><ul><li>SINTETIZE A MENSAGEM RECEBIDA </li></ul></ul><ul><ul><li>RECONHEÇA PONTOS VÁLIDOS </li></ul></ul><ul><ul><li>PROCESSE - ORGANIZE-SE </li></ul></ul><ul><ul><li>VOLTE A CONVERSAR, SE </li></ul></ul><ul><ul><li>NECESSÁRIO </li></ul></ul>
  31. 32. FEEDBACK E AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS <ul><li>RESUMINDO </li></ul><ul><li>PARA SER UM PROCESSO ÚTIL, O FEEDBACK </li></ul><ul><li>DEVE SER... </li></ul><ul><ul><li>DESCRITIVO, NÃO AVALIATIVO </li></ul></ul><ul><ul><li>ESPECÍFICO, NÃO GERAL </li></ul></ul><ul><ul><li>FOCADO EM MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO </li></ul></ul><ul><ul><li>OPORTUNO </li></ul></ul><ul><ul><li>ESCLARECIDO, ASSEGURANDO COMUNICAÇÃO PRECISA </li></ul></ul><ul><ul><li>CONFIANÇA RECÍPROCA </li></ul></ul><ul><ul><li>PROCESSO CONJUNTO </li></ul></ul><ul><ul><li>RECEBER SEM DEFESAS INTENSAS </li></ul></ul><ul><ul><li>DAR DE FORMA HABILIDOSA </li></ul></ul>
  32. 33. LIDERANÇA <ul><li>UMA TENTATIVA DE A PARA INFLUENCIAR (MODIFICAR) COMPORTAMENTO DE B </li></ul>A INSUCESSO <ul><li>COMPORTAMENTO </li></ul><ul><li>DESEMPENHO </li></ul><ul><li>RESULTADOS </li></ul>SUCESSO A B
  33. 34. <ul><li>COMPORTAMENTO </li></ul><ul><li>DESEMPENHO </li></ul><ul><li>RESULTADOS </li></ul>SUCESSO INSUCESSO A B <ul><li>ATITUDE </li></ul><ul><li>EMPENHO </li></ul><ul><li>SENTIMENTOS </li></ul>EFICAZ INEFICAZ
  34. 35. O QUE IMPORTA PARA UM LÍDER NÃO É O QUE ACONTECE QUANDO ELE ESTÁ, MAS O QUE ACONTECE QUANDO ELE NÃO ESTÁ.
  35. 36. VC NÃO É O QUE VC PENSA. É MUITO, MUITO MENOS. (site advaita.org)
  36. 37. &quot;Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares . É o tempo da travessia e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.&quot; Fernando Pessoa
  37. 38. O MUNDO NÃO É COMO SUA MENTE VÊ, É ESTA QUE VÊ ASSIM. SUA VIDA PODE SER O INFERNO, LIMBO OU O PARAÍSO, A LIBERDADE OU PRISÃO. A COMPREENSÃO DISTO FARÁ TODA A DIFERENÇA.
  38. 39. Os problemas que criamos não podem ser resolvidos com o mesmo pensamento que os criou. Albert Einstein
  39. 40. Todo sofrimento psicológico é fictício, porque ou está armazenado na memória do passado, ou na imaginação do futuro, porque ambos são apenas virtuais. O passado já passou e o futuro ainda não chegou! O único momento real é o presente, e nele reside a eternidade!
  40. 41. Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no processo educativo Era do conhecimento... Geração Homo Zappiens
  41. 42. TIC's são... <ul><li>Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC) </li></ul><ul><li>Meios tecnológicos que abrangem o uso de computadores e redes telemáticas (Internet). </li></ul>
  42. 43. <ul><li>“ Profa., ontem eu instalei no 'Hardware ' do meu Computador um 'CD-Rom' sobre História Antiga, que é o máximo! </li></ul><ul><li>Depois, me conectei à Internet e enviei um ' E-Mail ' para o meu amigo da China, que tem um 'Software ' bastante parecido com o meu! Então ele me forneceu o endereço de um 'site ' da 'Web ' que eu posso entrar quando quiser, para saber muito mais, não só sobre História Antiga, mas sobre a História do Mundo! A Senhora conhece?” </li></ul>O dilema da informática
  43. 44. <ul><li>Exemplos da nova geração </li></ul><ul><ul><li>O filho tentava apagar a luz simulando segurar um controle remoto </li></ul></ul><ul><li>Quais as habilidades os professores de nossos filhos deverão ter para permitir a eles a construção do conhecimento ? </li></ul>
  44. 45. A relação entre ciência e tecnologia
  45. 46. Função do professor no novo espaço pedagógico que suporta as TIC Orientador => intervenção de forma apropriada , respeitando o processo de pensamento do aluno; Estimular/Motivar a criatividade do aluno, explorar conhecimentos e capacidades intelectuais Suporte à aprendizagem, sem impor a sua forma de pensar
  46. 47. PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO
  47. 48. Mudança do espaço interacional A utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação na Mediação Pedagógica. Metodologia ou tecnologia?
  48. 49. Ambiente Educacional: elementos <ul><li>Os sujeitos participantes; </li></ul><ul><li>Os recursos didáticos; </li></ul><ul><li>Os objetos de aprendizagem (conteúdos); </li></ul><ul><li>As metodologias utilizadas no processo; </li></ul><ul><li>Contexto: como os diferentes elementos se relacionam. </li></ul><ul><li>Permeado por uma concepção epistemológica </li></ul>
  49. 51. Mediação Mediação é um processo dinâmico, no qual intervém ferramentas e signos numa ação possibilitando o desenvolvimento dos Processos Psicológicos através da internalização/apropriação. Interação social é fundamental no processo de mediação.
  50. 52. Computador como meio de interação entre indivíduo e sociedade Mudança do espaço interacional
  51. 53. Signos Os signos (também chamados de Instrumentos psicológicos) são indispensáveis para a ação humana (educativa ou de outro tipo). Os signos permitem projetar-nos no tempo e no espaço e criar representações mentais simultâneas do mesmo fenômeno.
  52. 54. Tecnologias como signos <ul><li>As atividades humanas são interações estabelecidas entre: </li></ul><ul><ul><li>Pessoas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetos (naturais ou artificiais); </li></ul></ul><ul><ul><li>Idéias e representações. </li></ul></ul><ul><li>As tecnologias são : </li></ul><ul><ul><li>signos na medida que permitem estruturar e organizar a ação humana; </li></ul></ul><ul><ul><li>são produtos e produtores de cultura, numa dialética entre pessoas, sociedade, tecnologia e cultura; </li></ul></ul>
  53. 55. Internalização
  54. 56. Mediação, Internalização e Interação Social A mediação é importante porque aprendemos as coisas “através” dos outros de forma que não apenas nos apropriamos dos artefatos e práticas sociais , mas também dos problemas e situações para os quais estes foram desenvolvidos.
  55. 57. Como as mudanças que estão acontecendo na sociedade deverão afetar a Educação e quais serão suas implicações pedagógicas? Passagem da Sociedade da Informação para a Sociedade do Conhecimento
  56. 58. Papel Subversivo da Tecnologia <ul><li>Podemos, mas não devemos , usar a tecnologia para dar uma sobrevida à que temos. </li></ul><ul><li>Devemos usar a tecnologia para subverter a educação que temos naquilo que ela precisa ser transformada </li></ul><ul><ul><li>Para que vai ser usada a tecnologia? </li></ul></ul><ul><ul><li>Como vai ser usada a tecnologia? </li></ul></ul><ul><ul><li>Quem vai gerir e coordenar o uso da tecnologia? </li></ul></ul><ul><li>Trazer a tecnologia para dentro da educação ou usar a tecnologia para levar a educação para fora de seus muros? </li></ul>
  57. 59. <ul><li>Qual é o papel da educação na sociedade do conhecimento? </li></ul><ul><li>Como articular outras instituições sociais (Família, Empresas Organizações Sociais)? </li></ul><ul><li>Como as NTICs (Novas Tecnologias da Informação e comunicação) podem ser úteis neste processo? </li></ul>PROBLEMATIZAÇÃO:
  58. 60. QUAL O PAPEL DA GESTÃO EDUCACIONAL NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO?
  59. 61. <ul><li>Linguagem atual – internetês </li></ul><ul><li>E o professor? Está preparado para esta conversa/linguagem? </li></ul><ul><li>Qual o papel do educador ? </li></ul><ul><li>Fonte: (http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=460) </li></ul>?? Algumas Reflexões ??
  60. 62. E os professores... <ul><li>São imigrantes digitais; </li></ul><ul><li>Vivenciam um processo de adaptação ; </li></ul><ul><li>Descobrindo as relações digitais... </li></ul>
  61. 63. <ul><li>Nascem sabendo o que é um MP4, celulares de ponta, notebooks, pen drives, câmaras digitais, TV digitais... </li></ul><ul><li>São nascidas na era da tecnologia digital; </li></ul><ul><li>Essas crianças são denominadas de nativas digitais (Prensky,2001). </li></ul><ul><li>E as novas gerações... </li></ul>
  62. 64. Prática pedagógica <ul><li>Reconstrução da prática pedagógica </li></ul><ul><li>Transição entre a prática tradicional e as “ novas possibilidades ” </li></ul><ul><li>O que deve ter uma sala de aula que incorpore as TIC´s e que seja uma educação de qualidade? </li></ul>
  63. 65. <ul><li>educaçãos públicas e privadas - acesso às mídias </li></ul><ul><li>Inserção das TIC´s no processo de ensino e aprendizagem – como? </li></ul><ul><li>Saber como usar pedagogicamente as mídias </li></ul><ul><li>Sala de aula é o espaço privilegiado, logo qual a melhor forma de inserir as TIC´s? </li></ul>Quais são os grandes desafios??
  64. 66. Utilização das TIC’s na educação Objetivos das TIC’s: educação ativa Meio de ampliação das funções do professor, aluno, tutor... Como é realizada a aquisição de conhecimento?
  65. 67. Desafios... <ul><li>O problema não é a tecnologia em si, mas a mudança no paradigma educacional que ela traz consigo. </li></ul>
  66. 68. <ul><li>Novas formas de organização do processo de Ensino-Aprendizagem </li></ul><ul><li>Aluno: “aprende a aprender” </li></ul><ul><li>TIC: capacidade de tornar o sujeito (S) cada vez mais autônomo => forma de uso </li></ul>Utilização das TIC’s na educação
  67. 69. Novo Contexto <ul><li>Mudança dos papéis do: </li></ul><ul><ul><ul><ul><li>professor </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>aluno </li></ul></ul></ul></ul>
  68. 70. Função do professor no novo espaço pedagógico que suporta as TIC´s <ul><li>Desequilibrar as “certezas” </li></ul><ul><li>Não pode mais estabelecer relações para o aluno e nem fazer as coordenadas em lugar dele </li></ul><ul><li>Guia, parceiro, companheiro da aprendizagem </li></ul><ul><li>Professor passa a ser pesquisador , algo mais do que um educador </li></ul>
  69. 71. Ideal: o prof. acompanhe e entenda o aluno emocional e cognitivamente, reavaliando constante-mente os seus métodos e propostas pedagógicas Reciclagem, atualização e investimento constante = chave do processo
  70. 72. <ul><li>Modelo de evolução do ambiente de ensino-aprendizagem </li></ul>experiência conhecimento professor aluno PASSADO PRESENTE experiência conhecimento professor aluno aluno
  71. 73. Presente…..Futuro Professor Experiência Conhecimento Ambientes virtuais aluno aluno
  72. 74. <ul><li>Redimensionamento do espaço pedagógico para atender às necessidades da “geração digital” </li></ul>
  73. 75. <ul><li>Proporcionar aos nossos alunos: </li></ul><ul><li>Constituir a sociedade do conhecimento; </li></ul><ul><li>Pensar de forma crítica </li></ul><ul><li>e autônoma; </li></ul><ul><li>Resolver problemas; </li></ul><ul><li>Comunicar-se com facilidade. </li></ul>Estratégias...
  74. 76. <ul><li>Não se limita a um tempo e a um espaço ; </li></ul><ul><li>Pelo contrário, constitui a educação permanente dentro de um sistema flexível de oportunidades. </li></ul>A aprendizagem...
  75. 77. <ul><li>Atitude crítica e renovadora em relação ao uso da tecnologia; </li></ul><ul><li>Professor é um constante aprendiz e facilitador da aprendizagem; </li></ul>O papel do professor...
  76. 78. <ul><li>Professor é um mediador dos conflitos intra e extra sala de aula; </li></ul><ul><li>Transmissor de afeto e continente nos sentimentos. </li></ul>
  77. 79. <ul><li>Comunidades Virtuais </li></ul>
  78. 80. NOVAS TECNOLOGIAS
  79. 81. <ul><li>Uso de redes sociais </li></ul><ul><li>Pesquisas recentes apontam que 73% dos jovens utilizam algum tipo de rede social on-line (facebook, orkut, etc.) enquanto que apenas 17% fazem uso de blogs, que foi em 2000 a tecnologia dominante entre os jovens. </li></ul>
  80. 82. <ul><li>Sempre temos que visar o uso da tecnologia da informação e comunicação como forma de suporte, auxílio, inovação construindo: </li></ul><ul><li>OBJETIVOS </li></ul><ul><li>PLANEJAMENTO </li></ul><ul><li>METODOLOGIA DE AÇÃO </li></ul><ul><li>RESULTADOS A SEREM ALCANÇADOS </li></ul>Fique atento!!!
  81. 83. <ul><li>Bibliografia </li></ul><ul><li>JONASSEN, D. et alli. Learning with Technology. A constructivist perspective. </li></ul><ul><li>New Jersey: Prentice Hall, 1999. </li></ul><ul><li>JONASSEN, David. O uso das novas tecnologias na educação à distância e a </li></ul><ul><li>aprendizagem construtivista. Em Aberto, Brasília ano 16 nº 70 abr/jun 1996. p. </li></ul><ul><li>70-88. </li></ul><ul><li>SMOLKA, A. L. B. O (im)próprio e o (im)pertinente na apropriação das práticas </li></ul><ul><li>sociais. Cadernos CEDES ano XX n º 50, abril 2000. </li></ul><ul><li>TOMASELLO, M. Origens Culturais da Aquisição do Conhecimento Humano. </li></ul><ul><li>São Paulo: Marins Fontes, 2003 (Coleção Tópicos) </li></ul><ul><li>VYGOTSKY, L. S Formação Social da Mente. 6º Edição.- São Paulo: Martins </li></ul><ul><li>Fontes, 1998. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY, L. S Pensamento e Linguagem. 6º Edição.- São Paulo: Martins </li></ul><ul><li>Fontes, 1998a. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY, L. S Obras Escogidas: Fundamentos de Defectologia. Tomo V. </li></ul><ul><li>Madrid: Visor, 1997. </li></ul><ul><li>VYGOTSKY, L. S. A Construção do Pensamento e da Linguagem (texto </li></ul><ul><li>integral traduzido do russo). São Paulo: Martins Fontes, 2001. </li></ul><ul><li>WERSTCH, James. Vygotsky y la formación social de la mente. Série </li></ul><ul><li>Cognición y desarrollo humano. Barcelona: Ed. Paidós, 1988. </li></ul>Links interessantes
  82. 84. MANTENHA-SE SEMPRE AUTOMOTIVADO

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