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CTM2 aula 1 - FUNDAMENTAÇÃO: O Discipulado na história

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Primeira Aula do CTM2 - Revisão do CTM - Centro de Treinamento Ministerial como forma de atualização do conteúdo aprendido.
Veja mais em: http://imcataguases.com/pagina/784883/ctm2-revisao/

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CTM2 aula 1 - FUNDAMENTAÇÃO: O Discipulado na história

  1. 1. FUNDAMENTAÇÃO: ODiscipuladonahistória ■ www.imcataguases.com ■ CTM2 – Reciclagem para líderes (aula 1)
  2. 2. CTM2 Reciclagem para líderes Objetivo: Capacitação contínua dos líderes de Grupos Pequenos. Justificativa: Necessidade de refrescar o conhecimento a respeito do discipulado. Estratégia: quatro encontros: Domingos 4 a 25 de Novembro Abordagem: CTM2 Aula 1 - FUNDAMENTAÇÃO: O discipulado na História CTM2 Aula 2 - MOTIVAÇÃO: A liderança do Grupo Pequeno CTM2 Aula 3 - AÇÃO: Reuniões dinâmicas e atraentes CTM2 Aula 4 - REALIZAÇÃO: Valores da Igreja em Grupos Pequenos Critério de participação: já ter concluído o CTM e participar de todas as aulas. Avaliação: prova com valor de 100 pontos e mínimo de 80 pontos para aprovação.www.imcataguases.com Pág 02
  3. 3. Como uma escada... Pág 03 O CTM se baseia nas quatro bases para o discipulado são Ganhar, Consolidar, Treinar e Enviar. Contudo, passamos a usar outros termos como sinônimos dos mesmos: Novo Nascimento, Conversão, Santificação e Missão.
  4. 4. Discipulado na história A Igreja sai dos lares e vai para os templos passando ser parte do império. Constantino 312 d. C. Início à Reforma Protestante sem, contudo, mudar a estrutura da igreja. Martinho Lutero 1517 Os puritanos queriam continuar a Reforma, reunindo grupos para estudar a Bíblia. Felipe Jacob Spener 1635-1705 João Wesley deu início a reuniões de Grupos Pequenos, denominados classes e sociedades. John Wesley 1738 Chamado "movimento celular“ moderno nasceu em 1964, em Seul, Coreia. David Yonggi Cho século XX Pág 04
  5. 5. O Retorno ao Discipulado ■ Resgatar o discipulado significa voltar às raízes da Igreja Primitiva e do metodismo. Pág 04
  6. 6. O MODELO DE DISCIPULADO de John Wesley Pág 04
  7. 7. Uma frase de John Wesley “A igreja não muda o mundo quando gera convertidos, mas quando gera discípulos”. Pág 04
  8. 8. Discípulo desde sempre ■ O método de discipulado adotado por Wesley se deve, praticamente, à forma que ele foi educado por Suzana Wesley. ■ Ela defendia que o maior problema das pessoas estava no não controle da vontade. Pág 04
  9. 9. A mãe discipuladora ■ Todas as noites Suzana sentava em particular com um ou dois filhos para discutir questões religiosas e avaliar seu avanço espiritual. ■ Às quintas-feiras era o dia de Wesley, o qual aguardava ansioso. Pág 05
  10. 10. Acerca da necessidade do discipulado, John Wesley escreveu em seu diário em 13/03/1743: “Pelas terríveis condições que testemunhei aqui (e deveras em todas as partes da Inglaterra), estou cada vez mais convencido de que o diabo não deseja outra coisa senão isto: que o povo em qualquer parte seja meio acordado, e depois deixado para cair no sono novamente. Portanto, estou resolvido, pela graça de Deus, a não iniciar o trabalho em qualquer lugar sem a probabilidade de conservá-lo”. Pág 06
  11. 11. Meio acordado? ■ John Wesley chamava assim as pessoas que ouviam a mensagem e apenas se interessavam. ■ Deixá-las cair no sono significava não despertá-las para o evangelho. Daí, sua ênfase em discipular. Pág 05
  12. 12. O primeiro Grupo Pequeno ■ Na Universidade de Oxford, Wesley com seu irmão Charles, formaram um grupo que se reunia quatro noites por semanas para estudar os clássicos e ler o Novo Testamento Grego. Pág 05
  13. 13. O Clube Santo ■ Esse grupo era trato com desprezo pelos colegas, e era chamado de: "Clube Santo", "Traças da Bíblia" ou "Metodistas". Pág 05
  14. 14. O discipulado na Geórgia ■ Na Geórgia, Wesley dividiu suas congregações em grupos pequenos, segundo o modelo do Clube Santo. ■ A partir dos primeiros grupos, Wesley escolheu alguns "homens fiéis", com os quais passou a se encontrar nas tardes de domingo para treinamento mais intensivo. Pág 05
  15. 15. A seleção de discípulos ■ Wesley dividiu os grupos em dois níveis: Uma pequena Sociedade. 1º grupo, "com os mais sérios" Para maior comunhão. 2º grupo com menos pessoas Pág 06
  16. 16. O nível de maturidade ■ D. Michael Henderson afirma que "o estabelecimento de dois níveis de participação marcou o início de um fator-chave no movimento metodista: uma hierarquia de grupos baseada na maturidade de cada discípulo e na lealdade num Pág 06
  17. 17. Aprendendo a Discipular ■ Na Geórgia Wesley pôde aprimorar o Clube Santo. ■ Ele percebeu que o padrão do Clube Santo podia ser adaptado para outros contextos, com algumas modificações. Pág 06
  18. 18. Thomas de Kempis: Monge que ensinava Santidade e influenciou grupos na França Cristãos Morávios: Wesley conheceu esse grupo de moravianos no navio, no meio da tempestade na Conde Zinzendorf: Líder morávio na Saxônia que organizava a comunidade em pequenas As influências que Wesley recebeu para o Discipulado Pág 06
  19. 19. ■ Na Inglaterra Wesley procurou um pastor morávio chamado Peter Bohler que o acompanhou e lhe orientou durantes alguns meses antes da Experiência do Coração Aquecido. O discipulador de Wesley Pág 07
  20. 20. ■ No tempo de Wesley já existiam alguns grupos que visavam o encorajamento pessoal, ao compartilhamento íntimo, confissões e relatos pessoais de experiências espirituais. Grupos Pequenos contemporâneos a Wesley Pág 07
  21. 21. A Sociedade de Fetter Lane ■ A sociedade de Fetter Lane foi um dos mais importantes experimentos de grupo que Wesley realizou, e que resultou no sistema metodista em sua forma final. Pág 07
  22. 22. A rua Fetter Lane em Londres ■ A Sociedade de Fetter Lane foi um estágio de Wesley na implantação do sistema de grupos. ■ Wesley dividia a liderança desse grupo com o pastor morário Peter Bohler. Pág 07
  23. 23. O modelo diferente em Fetter Lane • Wesley combinou os pontos fortes das sociedades anglicanas com os das companhias morávias. Interdenominacional • Composto inicialmente por aproximadamente quarenta pessoas e se reunia nas quartas-feiras à noite. Público • 33 artigos normatizavam a admissão no grupo. Normas • As reuniões eram para o ensino. Não havia compartilhamento. Objetivo • Wesley colocou como líder de companhias homens e mulheres leigos e leigas, contrariando a Igreja da Inglaterra. Liderança • Para "internalização", Wesley dividiu a Sociedade em Companhias de 5 a 10 pessoas do mesmo sexo para se encontrarem duas vezes por semana. Compartilhamento Pág 07
  24. 24. Companhia X Sociedade Companhia Sociedade Propósito Mudança comportamental Aquisição cognitiva Líderes Liderança leiga Liderança cleriga Funções Líder como capacitador Líder como instrutor Métodos e técnicas Interação pessoal; Participação ativa; Compartilhar conflitos; Cada pessoa falava; Ênfase subjetiva; Membresia designada. Palestra/sermão; Apenas ouviam; Apresentação bíblica; Somente o líder falava; Ênfase objetiva; Membresia escolhida. Público Alvo 5 a 10 membros; Todos do mesmo sexo; 50 a 100 pessoas; Ambos os sexos; Pág 08
  25. 25. A Sociedade da Fundição ■ Em 1739 Wesley foi pregar numa antiga fábrica de armas chamada de Fundição e pouco depois comprou o local. ■ Surgiu a Sociedade Unida que não era nem morávia e nem anglicana. ■ Em junho de 1741 já tinha 900 membros. Pág 08
  26. 26. A Liderança ■ A partir de então, Wesley criou as classes, compostas pelos seus líderes e pediu que eles visitassem semanalmente os integrantes das sociedades e checassem o comportamento de cada um deles. Pág 08
  27. 27. Tipos de Grupos Wesleyanos Grupos Wesleyanos Classes Sociedades Companhia s Sociedade seleta Companhia dos penitentes  Classes: para liderança;  Sociedades: grupo maior;  Companhias: grupo menor (bands);  Sociedade seleta: busca de santidade pessoal  Companhia dos penitentes: para reabilitação. Pág 09
  28. 28. A Fundição – o quartel metodista ■ O Sociedade da Fundição se tornou o modelo do método de Wesley e igreja-mãe do metodismo. ■ Pouca coisa Wesley mudou a partir do modelo da Sociedade da Fundição. Pág 09
  29. 29. O modelo wesleyano de discipulado ■ Os três principais tipos de grupos de Wesley: ■ O objetivo principal de Wesley era SANTIDADE. Portanto, a grande motivação de Wesley era tornar as pessoas discípulos de Cristo e desejosos por uma vida de santidade. 1) Sociedades 2) Classes 3) Bands Pág 09
  30. 30. Sociedades metodistas ■ “Grupo em busca do poder da piedade, unidos para orarem juntos, receber uma palavra de exortação e cuidado um do outro em amor, para que possam ajudar uns aos outros a desenvolver a sua salvação”.  “As sociedades não substituíam a igreja local” Membros de uma sociedade metodista poderiam ser expulsos se deixassem de frequentar assiduamente a sua igreja local. Pág 09
  31. 31. Classes ■ Grupo básico composto de 12 a 20 membros; ■ Encontros semanais à noite, para ter flexibilidade nos horários dos trabalhadores; ■ Propósito: Confissão mútua de pecados e prestação de contas visando crescimento e santidade; ■ Repartiam-se convites para participar da “Festa do Amor” (ceias) e para a reunião seguinte, bem como o ‘cartão de adesão’ trimestral’ Pág 09
  32. 32. Companhias ■ Chamada de ‘bands’, eram grupos mais especializados e auto seletivos, compostos de membros do mesmo sexo. ■ Maternidade de líderes futuros; ■ Regras: - Manter extrema confidencialidade; - Ter absoluta submissão ao líder em todas as coisas; - Vida comunitária intensa com contribuição de dinheiro que sobravam dos seus ordenados. Pág 10
  33. 33. Regras das Sociedades e Bands ■ Na Regra Wesley diz: O projeto do nosso encontro é para obedecer o comando de Deus, "Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados” (Tiago 4.15). ■ Para alcançarmos este fim, pretendemos: 1. Reunir uma vez por semana, pelo menos. 2. Chegar pontualmente na hora marcada. 3. Começar exatamente na hora, com cânticos e oração. 4. Cada um de nós, em ordem, de forma livre e claramente, deve falar o verdadeiro estado de nossas almas, com as faltas que cometemos em pensamento, palavra ou ação, e as tentações que sentimos, desde nosso último encontro. 5. Para terminar cada encontro deverá ser realizada uma oração adequada para o estado de cada pessoa presente. 6. Deixar uma pessoa que deseja falar do seu próprio estado em primeiro lugar, e depois pedir o resto dos membros para falar a cerca de seu estado da alma: pecados e tentações. Pág 10
  34. 34. Perguntas para novos candidatos: 1. Já recebeu o perdão dos seus pecados? 2. Já tem paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo? 3. Já tem o testemunho do Espírito de Deus com o seu espírito, que você é um filho de Deus? 4. O amor de Deus foi derramado em seu coração? 5. Existe algum pecado, por dentro ou por fora, dominando sua vida? 6. Você deseja ser informado dos seus defeitos? 7. Você deseja ser informado de todas as suas falhas? 8. Você deseja que cada um de nós diga, de tempos em tempos, tudo está em nosso coração que lhe diz respeito? 9. Considere! Você deseja que devamos dizer-lhe tudo o que nós pensamos, tudo o que ouvimos, que lhe dizem respeito? 10. Você deseja que, ao fazer isto, devamos chegar o mais perto possível para te ajudar a cortar todo pecado que está no fundo do seu coração? 11. É o seu desejo e projeto ser, em qualquer ocasião, inteiramente aberto, de modo a falar tudo o que está em seu coração, sem Pág 10
  35. 35. Perguntas para todas as reuniões: ■ Qualquer uma das perguntas anteriores podem ser feitas com frequência nas reuniões. Mas as quatro perguntas seguintes têm que ser feitas em todas as reuniões: 1. Você cometeu pecados desde o nosso último encontro? 2.Quais tentações você tem encontrado? 3. Como você enfrentou a tentação? 4. Você tem dúvida de que alguma coisa que você pensou, disse ou fez, pode ser pecado? ■ Com estas perguntas, Wesley sonhava com cristãos curados, maduros, íntegros e perdoados pelo Senhor. Sonhava com crentes aliançados. Pág 11
  36. 36. Wesley x Whitefield Cuidou dos novos convertidos, tornando os frutos duradouros. Converteu centenas de milhares de pessoas, mas seu fruto não foi John Wesley George Whitefield Pág 11
  37. 37. O Movimento Metodista Quando John Wesley morreu em 1791, ele deixou uma igreja com 10.000 Grupos Pequenos e 100.000 membros. Pág 12
  38. 38. Leia mais: ■ UM MODELO PARA FAZER DISCÍPULOS de Michael Henderson
  39. 39. DISCIPULADO METODISTA HOJE Pág 12
  40. 40. O que diz os Cânones “Que acreditamos ser o discipulado nosso estilo de vida em que Cristo é o modelo, ou seja, “caminho, verdade e vida” à luz dos valores da fé cristã e na perspectiva do Reino de Deus; método de pastoreio no qual o pastor e a pastora dedicam maior atenção aos grupos pequenos e promovem dessa forma, relacionamentos mais fraternos e pastoreio mútuo; e estratégia para o cumprimento da missão visando a evangelização e o crescimento” (Cânones da Igreja Metodista 2017, página 234.). Pág 12
  41. 41. O que diz o Colégio Episcopal “O discipulado é o modo de vida, o estilo que caracteriza a vida daqueles/as que estão comprometidos com o Reino de Deus, que fazem da Nova Justiça, ou seja, dos valores éticos e da justiça do Reino uma prioridade na sua vida e que se dedicam integralmente ao serviço cristão, ao evangelismo e ao testemunho, em cumprimento à vontade de Deus (...)”. Colégio Episcopal no Manual do Discipulado, Número 1. Pág 12
  42. 42. PRAM Plano Regional de Ação Missionária IgrejaMetodista- 4ªRE
  43. 43. Trilho de Formação do Discípulo Preparar para o início do discipulado INICIE Aprofundar o conhecimento bíblico dos novos membros. INSPIRE Ensinar os valores e desenvolvi mento da célula. PRATIQUE Motivar os líderes com autoridade e paixão. FRUTIFIQUE A Câmara Regional de Discipulado preparou este material: Pág 12
  44. 44. Primeiros Passos ■ A cartilha dos Primeiros Passos é um material de consolidação dos novos convertidos, um requisito para se tornar membro da igreja. Pág 12
  45. 45. SUPERVISÃO Acompanhamento aos líderes Escola de Líderes Centro de Treinamento Ministerial EMPacto Retiro para conversão Células Grupos pequenos Lares de Paz Evangelizar nas casas. Bases para o Discipulado Pág 12
  46. 46. 5.000 (cinco mil) Grupos Pequenos. 50.000 (cinquenta mil) discípulos. 26 novas igrejas emancipadas (2 em cada Distrito). Alvos Regionais 2018-2019 Pág 12
  47. 47. Conclusão ■ Como vimos Wesley criou grupos diferentes e trabalhava com esses grupos de forma interligada. ■ A Igreja Metodista decidiu retornar aos princípios do discipulado com pequenos grupos entendendo que este é o modelo original do metodismo. Pág 12
  48. 48. Tarefa ■Ler a apostila até a página 20 ■Fazer a Atividade da página 14
  49. 49. Vamos continuar esta história

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