Faculdade de Fisioterapia: estágio ou PRÁTICA CLÍNICA SUPERVISIONADA

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Faculdade de Fisioterapia: estágio ou PRÁTICA CLÍNICA SUPERVISIONADA

  1. 1. 40 ARTIGO NECESSIDADE DE ATUALIZAÇÃO DA RESOLUÇÃO COFFITO Nº 139 EM RELAÇÃO À LEI FEDERAL DE ESTÁGIOS AUTORES: Jader Pereira de Farias Neto - Mestre em Ciências da Saúde – Faculdade Estácio de Sergipe, Aracaju, SE, Aracaju, 6( %UDVLO (PDLO MDGHUQHWRÀVLR#KRWPDLOFRP DUORV 0LFKHOO 7{UUHV 6DQWRV 0HVWUH HP LrQFLDV GD 6D~GH ² 1~FOHR GH )LVLRWHUDSLD )DFXOGDGH (VWiFLR GH 6HUJLSH $UDFDMX 6( %UDVLO (PDLO PLFKHOOÀVLR#KRWPDLOFRP Fabíola Alves Alcântara - Graduada no curso de Fisioterapia pela ESTACIO/FASE, Aracaju, SE, Brasil. (PDLO DOFDQWDUDIDELROD#EROFRPEU /LOLDQH DOGDV 6i %DUUHWR *UDGXDQGD GR FXUVR GH )LVLRWHUDSLD (67$,2 )$6( $UDFDMX 6( %UDVLO (PDLO OLOLDQHVDEDUUHWR#KRWPDLOFRP /DULVVD HUTXHLUD DUGRVR *UDGXDGD QR FXUVR GH )LVLRWHUDSLD SHOD (67$,2)$6( $UDFDMX 6( %UDVLO (PDLO ODULVVDDFHUTXHLUD#KRWPDLOFRP $QD 3DXOD Lima Ferreira - Professora Asssistente I – Núcleo de Fisioterapia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), São ULVWyYmR 6( %UDVLO (PDLO DSOOLPD#DKRRFRPEU (GXDUGR 6DQWDQD GH $UD~MR 0HVWUH HP 6D~GH 3~EOLFD SHOD 8QLYHUVLGDGH GH 6mR 3DXOR 863
  2. 2. 6mR 3DXOR63 (PDLO HGXVDQWDQD#KRWPDLOFRP RESUMO A articulação temporo-mandibular (ATM) é uma das mais complexas do corpo humano, estando sujeita a várias 1R %UDVLO D UHJXODPHQWDomR IHGHUDO GRV HVWiJLRV IRL PRGLÀFDGD HP GH VHWHPEUR GH H QHFHVVLWD VHJXLU GLUHWUL]HV HVSHFtÀFDV GR RQVHOKR )HGHUDO GH )LVLRWHUDSLD DWUDYpV GD UHVROXomR 1ž GH 5HDOL]DGR SDUD YHULÀFDU D H[LVWrQFLD GH GLVFUHSkQFLDV H LQFRQJUXrQFLDV QDV QRPHQFODWXUDV HQWUH 5HVROXomR 2)),72 1ž FRP D /HL )HGHUDO H VH WDLV GLYHUJrQFLDV SRGHP LQWHUIHULU QR FRPSURPHWLPHQWR SHGDJyJLFR H QD H[HFXomR GRV estágios. Uma revisão da literatura nas bases de dados Lilacs, Medline e Scielo, no período entre 1978 e 2010. A 5HVROXomR 2)),72 1ƒ TXH GLVS}H GDV DWULEXLo}HV GR ([HUFtFLR GD 5HVSRQVDELOLGDGH 7pFQLFD GR ÀVLRWHUDSHXWD por anteceder cronologicamente a Lei Federal 11.788, possui termos e nomenclaturas defasadas, com algumas FODVVLÀFDo}HV UHYRJDGDV HRX VXEVWLWXtGDV $V LQFRQJUXrQFLDV YHULÀFDGDV HQWUH QRPHQFODWXUDV QmR HVFODUHFH VREUH o quantitativo de acadêmicos por supervisor, bem como, sobre a necessidade de formação docente para supervisão de estágio. Portanto, este trabalho contribui analisando criticamente para uma esperada atualização a Resolução COFFITO Nº 139 3DODYUDVKDYH )LVLRWHUDSLD HVWiJLRV HP ÀVLRWHUDSLD OHJDOLGDGH GRV HVWiJLRV HP VD~GH HVWiJLR FXUULFXODU HP ÀVLRWHUDSLD H HGXFDomR VXSHULRU
  3. 3. 41 Necessidade de atualização da resolução coffito nº 139 em relação à lei federal de estágios Artigo www.fisiobrasil.com.br Ano 16 - Edição nº 111 / 2013 INTRODUÇÃO: Oestágioéumaaçãoeducativaescolarsupervisionada, desenvolvida no ambiente de trabalho, que tem em vista a preparação para o trabalho bem-sucedido de educandos que estejam cursando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação SURÀVVLRQDO GH HQVLQR PpGLR GD HGXFDomR HVSHFLDO H GRV DQRV ÀQDLV GR HQVLQR IXQGDPHQWDO QD PRGDOLGDGH SURÀVVLRQDO GD HGXFDomR GH MRYHQV H DGXOWRV '28 2008, seção 1-edição 187-pg. 3 e 4). O Estágio Curricular é um “tempo de aprendizagem que, através de um período de permanência, alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a SUiWLFD GR PHVPR H GHSRLV SRGHU H[HUFHU XPD SURÀVVmR ou ofício” (Brasil, Ministério da Educação, 2002). O estágio agrega a formação do aluno com treinamento prático em condições reais que, ao mesmo tempo, são educativas e formativas (Nascimento, 2003), como uma (re) construção contínua (Pimenta, 2006); (Capelari, 2010), que presta serviços à comunidade (Gonçalves et al., 1990); (Pimenta, 2004); (Bolzan et al., 2007); (Pelozo,
  4. 4. REMHWLYDQGR IRUPDU R SURÀVVLRQDO )LVLRWHUDSHXWD na sua totalidade, respeitando o fundamento ético e GLVFLSOLQDU GD SURÀVVmR SURFXUDQGR GHVHQYROYHU VXMHLWRV críticos e não apenas meros repetidores de técnicas e estratégias, separado de sua responsabilidade como agente de transformação social (Gaiad et al., 2005). No Brasil, a regulamentação federal dos estágios foi PRGLÀFDGD HP GH VHWHPEUR GH TXDQGR IRL sancionada pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei Federal 11.788 que descreve sobre o estágio de estudantes. Com isso, foram revogadas a antiga lei relacionada ao estágio Lei n. 6.494, de 07 de dezembro de 1977 (Brasil, Leis e Decretos, 1977), e a lei que relata a participação de alunos especiais no estágio (Brasil, Lei Federal, 1994). Por conta do seu caráter educacional prático e da sua relação direta com o mercado de trabalho, o HVWiJLR QHFHVVLWD VHJXLU GLUHWUL]HV HVSHFtÀFDV UHODWLYDV D FDGD FDWHJRULD SURÀVVLRQDO DV TXDLV GHYHP VHU UHJLGDV pelos seus Conselhos Federais de Classe, no caso da Fisioterapia, o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO) (COFFITO, Resolução 139, 1992). Para regulamentar a prática de estágios o COFFITO publicou a resolução 139. Segundo o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa “Resolução” é um texto SHOR TXDO XPD DVVHPEOpLD XP FRQJUHVVR GHÀQH D solução proposta para uma questão que lhe é submetida (Houaiss et al., 2011). Esta veio designar as atribuições do exercício da responsabilidade técnica nos campos DVVLVWHQFLDLV GD ÀVLRWHUDSLD H GD WHUDSLD RFXSDFLRQDO (COFFITO, Resolução 139, 1992)., estabelecendo os parâmetros legais a serem respeitados pela classe, incluindo a responsabilidade técnica das diretrizes de HVWiJLRV HP ÀVLRWHUDSLD Sabendo da importância do estágio na formação do acadêmico aliando a teoria à prática, inserindo-o no ambiente de trabalho (Fávero et al., 1993), e sabendo que as regulamentações devem visar o perfeito andamento legal dos estágios inibindo a utilização dos mesmos como mão de obra pelos serviços, é que este trabalho WHP SRU REMHWLYRV YHULÀFDU D H[LVWrQFLD GH GLVFUHSkQFLDV e incongruências nas nomenclaturas entre Resolução COFFITO Nº 139 com a Lei Federal 11.788 e, se tais divergências, podem interferir no comprometimento SHGDJyJLFR H QD H[HFXomR GRV HVWiJLRV METODOLOGIA Esse trabalho foi elaborado a partir de uma revisão da literatura realizada através de consulta às bases de dados Lilacs, Medline e Scielo, no período entre 1978 H $ HVFROKD GHVVH LQWHUYDOR GH WHPSR MXVWLÀFD se pela ocorrência de publicações de Leis, portarias e UHVROXo}HVGRVyUJmRVFRPSHWHQWHVUHIHUHQWHVjVSUiWLFDV GH HVWiJLRV QD )LVLRWHUDSLD (VVHV yUJmRV SRVVXHP R LPSRUWDQWH SDSHO GH GHÀQLU SDUkPHWURV OHJDLV ÀVFDOL]DU SURÀVVLRQDLV H DFDGrPLFRV QR H[HUFtFLR GD SURÀVVmR GH ÀVLRWHUDSHXWD H GHIHQGHU XP DWHQGLPHQWR GH TXDOLGDGH ao cidadão. Os descritores utilizados foram “Fisioterapia, estágios HP ÀVLRWHUDSLD OHJDOLGDGH GRV HVWiJLRV HP VD~GH HVWiJLR FXUULFXODU HP ÀVLRWHUDSLD HGXFDomR VXSHULRU RX EROVDV e estágios”, para artigos em português; “trainees in physiotherapy, legality of the health trainees, curricular trainees hip in physical therapy or scholar shipsand internships”, para artigos em inglês. RESULTADOS E DISCUSSÃO A Resolução COFFITO N° 139, que dispõe sobre as atribuições do Exercício da Responsabilidade Técnica GR ÀVLRWHUDSHXWD H KRPRORJDGD HP SRU DQWHFHGHU cronologicamente a Lei Federal 11.788 de 2008, possui termos e nomenclaturas defasadas, visto que, algumas FODVVLÀFDo}HV IRUDP UHYRJDGDV HRX VXEVWLWXtGDV
  5. 5. 44 Necessidade de atualização da resolução coffito nº 139 em relação à lei federal de estágios Artigo www.fisiobrasil.com.br Ano 16 - Edição nº 111 / 2013 RPR H[HPSOR WHPRV D FODVVLÀFDomR GR HVWiJLR HP curricular e extracurricular, como podemos observar no artigo 7 º da resolução COFFITO N° 139 enquanto, QR $UW ž GD /HL )HGHUDO D FODVVLÀFDomR p REULJDWyULR H QmR REULJDWyULR FLWDGD DEDL[R ´$UW ž 2 HVWiJLR SRGHUi VHU REULJDWyULR RX QmR REULJDWyULR FRQIRUPH GHWHUPLQDomR GDV GLUHWUL]HV curriculares da etapa, PRGDOLGDGH H iUHD GH HQVLQR H GR SURMHWR SHGDJyJLFR do curso.” Atenta-se para o fato de que, devido a desatualização GHVVHV WHUPRV DOJXQV FRP GLIHUHQWHV VLJQLÀFDGRV possam impactar na realização de estágios não REULJDWyULRV HP ÀVLRWHUDSLD No disposto acima, observamos que a Lei Federal 11.788 atualiza os termos estágio curricular e extracurricular DOWHUDQGRRV SDUD HVWiJLR REULJDWyULR H QmRREULJDWyULR entretanto a Resolução COFFITO Nº. 139 por ter sido publicada anteriormente à lei de estágios não atende a essa normativa. A Resolução 139 em seu Art. 7º apenas faz referência aos estágios “curriculares” e elucida em seus 4 (quatro) primeiros incisos sobre a organização do mesmo. Por outro lado, no inciso V do referido artigo determina-se que a relação preceptor/acadêmico, quando o estágio curricular for promovido diretamente por Instituição de Ensino Superior - IES, com preceptor do seu quadro docente, será de 1 (um) preceptor para um contingente máximo de até 6 (seis) acadêmicos. 7DO SUHUURJDWLYD YDL GH HQFRQWUR DR SUySULR $UW ž inciso III que relata que a relação preceptor/acadêmico deve ser de 1 (um) para 3 (três), além de que nos deixa dúvidas do que seria o estágio curricular promovido diretamente pela IES e o curricular não promovido diretamente. Segundo Teixeira LJ e De Oliveira MAC, 2007 realizaram um trabalho objetivando a revisão das bases OHJDLV GRV HVWiJLRV HP ÀVLRWHUDSLD QR UHIHULGR HVWXGR IRL LGHQWLÀFDGR D LQFRQJUXrQFLD HQWUH D UHJXODPHQWDomR do COFFITO e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nela consta que os estágios podem ser desenvolvidos a partir do início do curso, desde que sempre com acompanhamento docente (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional., 1996). Com isso, se evidencia a incongruência entre a regulamentação do COFFITO, a LDB e, nosso trabalho vem a preencher tal lacuna evidenciando ainda a incoerência entre a regulamentação do COFFITO e a Lei Federal de Estágios. Dessa forma, ÀFD LPSOtFLWD D QHFHVVLGDGH GH FRPSDWLELOL]DU RV WHUPRV e conceitos utilizados na LDB, Res. 139 e a Lei N 11.788, uma vez que todas tem inferência sobre o mesmo assunto. A Incongruência entre o emprego dos termos “preceptor” e “funcionário” entre as regulamentações também é passível de dubiedade, uma vez que o Art. 9º inciso III da lei federal 11.788 cita a indicação de um funcionário de seu quadro pessoal como responsável para orientar e supervisionar os estágios, entretanto, no Art. 7º incisos III e V da Resolução COFFITO Nº. 139 o termo descrito é “preceptor”, tal incongruência de nomenclaturas gera uma inconsistência legal, já que R WHUPR ´SUHFHSWRUµ VLJQLÀFD R SURIHVVRU TXH HQVLQD D um pequeno grupo de alunos ou residentes (Botti et al.,
  6. 6. 3HOR]R
  7. 7. Mi R WHUPR IXQFLRQiULR VLJQLÀFD pessoa que desempenha uma função, dito isto, seria o IXQFLRQiULR R SURÀVVLRQDO FDSDFLWDGR SDUD GHVHQYROYHU R FURQRJUDPD SHGDJyJLFR H DFRPSDQKDPHQWR GR estágio? Dessa forma, o emprego do termo “preceptor” sugere que o estágio apenas deverá acontecer sob supervisão de um docente responsável, indo de encontro à Lei federal de Estágio que permite a realização do estágio não REULJDWyULR VRE VXSHUYLVmR GR ÀVLRWHUDSHXWD FRQWUDWDGR da empresa concedente do estágio. Devido ao emprego dos termos “preceptor” e “estágio curricular” a resolução COFFITO 139 nos sugere que não há SRVVLELOLGDGH GH UHDOL]DomR GH HVWiJLRV QmR REULJDWyULRV HP ÀVLRWHUDSLD LQGR GH HQFRQWUR j /HL )HGHUDO GH Com relação ao quantitativo de alunos, ainda no inciso III, a relação máxima é de 1 (um) preceptor para 3 (três) acadêmicos e no inciso V do mesmo artigo, mostra a relação de 1 (um) para 6 (seis) (COFFITO, Resolução 153, 1993), tal relação quando comparada a lei federal 11.788 em seu Art. 17 dos incisos I ao IV essa relação varia de 1 (um) a 5 (cinco) empregados é permitido apenas 1 (um) estagiário e para 2 (dois) estagiários são necessários de 6 (seis) a 10 (dez) empregados. Esta diferença de nomenclatura empregada em relação ao termo “preceptor” utilizado pela resolução e ao correspondente “empregado” utilizado pela Lei Federal pode diferir em relação aos vieses trabalhista, uma YH] TXH GLYHUVRV SURÀVVLRQDLV SRGHP VHU HPSUHJDGRV GR VHUYLoR HQWUHWDQWR DSHQDV ÀVLRWHUDSHXWDV WrP competência técnica para orientar e supervisionar a DWLYLGDGH SUiWLFD GD ÀVLRWHUDSLD /HL )HGHUDO /HL Q 1975) sejam docentes ou não, além disso, o quantitativo
  8. 8. 45 Necessidade de atualização da resolução coffito nº 139 em relação à lei federal de estágios Artigo www.fisiobrasil.com.br Ano 16 - Edição nº 111 / 2013 de acadêmicos também varia de forma exorbitante. Contudo, tem-se que o objetivo claro da lei federal se volta para uma tentativa de garantir ou propiciar a HPSUHJDELOLGDGH GH SURÀVVLRQDLV UHFHPIRUPDGRV visto que a inserção no mercado de trabalho tem como XPD GDV EDUUHLUDV D IDOWD GH H[SHULrQFLD SURÀVVLRQDO $ lei também exige dos empregadores a participação no processo de desenvolvimento de habilidades e de ganho GH H[SHULrQFLD SURÀVVLRQDO SRU SDUWH GR HVWDJLiULR 7UDWD se, então, de uma ferramenta social muito importante. No entanto, a falta de interpretação correta do conteúdo da lei acaba implicando em confusões no que diz respeito aos objetivos dos estágios curriculares dos cursos de graduação em Fisioterapia. O estagio das Graduações em Fisioterapia tem, exclusivamente, REMHWLYRV GLGiWLFRV SHGDJyJLFRV H GH DSUHQGL]DJHP GH forma ampla. Esse tipo de estagio caracteriza-se como um recurso essencial para gerar conhecimento pratico H JDUDQWLU D IRUPDomR SURÀVVLRQDO FRPSOHWD HVWDQGR completamente distante dos objetivos da lei federal. 1mR REVWDQWH ÀFD GHVFDELGD D UHJXODomR GHVVHV estágios por parte da lei federal, cabendo tal atividade exclusivamente ao MEC (defendendo os interesses dos DOXQRV
  9. 9. H DRV FRQVHOKRV SURÀVVLRQDLV GHIHQGHQGR RV interesses dos pacientes). CONCLUSÃO Este artigo foi elaborado como forma de elucidar a existência de divergências entre a Resolução COFFITO Nº 139 e a Lei Federal 11.788, e pode-se observar que a incongruência entre as nomenclaturas e a desatualização da Resolução Nº 139 do COFFITO deixam uma dubiedade com relação à possibilidade de realização de HVWiJLRV QmR REULJDWyULRV HP ÀVLRWHUDSLD DOpP GLVVR deixa dúvidas sobre o quantitativo de acadêmicos em UHODomR DR ÀVLRWHUDSHXWD UHVSRQViYHO SRU VXSHUYLVLRQDU os estágios, assim como, sobre a necessidade de formação docente deste e seu real papel. Portanto, este trabalho vem a colaborar com as entidades de classe SURÀVVLRQDLV FRQWULEXLQGR FRP XPD DQiOLVH FUtWLFD SDUD uma esperada atualização a Resolução COFFITO Nº 139. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Bolzan, Maria Inez; Lemos, Antônio Carlos Freitas Vale de. Estágio curricular supervisionado no 7,608)60 KLVWyULFR OHJLVODomR QDFLRQDO H regulamentação. Sociais e Humanas, Santa Maria. 20(Edição Especial):347-364. 2007. 2. Botti, Sérgio Henrique de Oliveira; Rego, Sérgio. Preceptor, supervisor, tutor e mentor: quais são seus papéis?. Rev. bras. educ. med. [online]. 32(3):363-373. 2008. 3. Brasil. Leis, Decretos. Lei n. 6.494, de 07 de dezembro GH 'LiULR 2ÀFLDO GD 8QLmR %UDVtOLD GH] 1977. Dispõe sobre os estágios de estudantes de estabelecimentos de ensino superior e de ensino SURÀVVLRQDOL]DQWH GR ž JUDX H VXSOHWLYR H Gi RXWUDV providências. 4. Brasil. Lei Federal. Lei n. 8.859, de 23 de março de 1994. Estende aos alunos de ensino especial o direito à participação em atividades de estágio. 5. Brasil. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES n.o 4,1902/2002. Institui diretrizes curriculares QDFLRQDLV GR FXUVR GH JUDGXDomR HP ÀVLRWHUDSLD Brasília, Conselho Nacional de Educação. 2002. 6. Capelari, Fabiani. O estágio supervisionado para os alunos de licenciatura em computação da Universidade do Estado de Mato Grosso. ,9 ROyTXLR ,QWHUQDFLRQDO (GXFDomR H Contemporaneidade, Laranjeiras – Sergipe. 2010. 7. Conceição, Jefferson José da; Júnior, Fausto Augusto; Pelatieri, Patrícia Toledo. A nova regulamentação do estágio: Lei nº 11.788/2008: Subsídios para a Análise. Revista Jus Vigilantibus, 2009. Disponível HP KWWSMXVYLFRPÀOHVGRFXPHQWSGIB ÀOHHVWDJLRSGI $FHVVR HP GH setembro de 2011]. 8. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução n° 139 de 28 de novembro de 1992. Dispõe sobre as atribuições do Exercício da Responsabilidade Técnica nos campos assistenciais da Fisioterapia e da Terapia Ocupacional e dá outras providências. Diário 2ÀFLDO GD 8QLmR %UDVtOLD QRY 6HomR p. 16389-90.
  10. 10. 46 Necessidade de atualização da resolução coffito nº 139 em relação à lei federal de estágios Artigo www.fisiobrasil.com.br Ano 16 - Edição nº 111 / 2013 9. Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO). Resolução n° 153 de 30 de novembro de 1993. Inclui Inciso V, no Art. 7º., da Resolução COFFITO-139, de 18.11.1992 '28 GH
  11. 11. À[DQGR D UHODomR Pi[LPD GH preceptor/acadêmico, quando o estágio curricular for promovido diretamente por Instituição de (QVLQR 6XSHULRU 'LiULR 2ÀFLDO GD 8QLmR %UDVtOLD 28 dez. 1993. Seção 1, p. 20925. 10. DOU – seção 1 – edição 187 – págs 3 e 4 - sexta- feira, 26 de setembro de 2008 –disponível em: http://portal.in.gov.br/in. LEI N - 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. 11. Fávero, Hamilton Luiz; Bif, Octavio. A importância do estágio supervisionado na formação do SURÀVVLRQDO GH FRQWDELOLGDGH 12. Gaiad, Tais Peixoto; Sant’Ana, Débora de 0HOR *RQoDOHV $QiOLVH GD HÀFiFLD GR HVWiJLR VXSHUYLVLRQDGR HP ÀVLRWHUDSLD QD IRUPDomR SURÀVVLRQDO 8PD YLVmR GR HJUHVVR $UT LrQF Saúde Unipar, Umuarama. 9(2):65-70. 2005. 13. Gonçalves, Carlos Luiz; Pimenta, Selma Garrido. Revendo o ensino de 2o Grau, propondo a formação do professor. São Paulo, Cortez. 1990. 14. Houaiss, Antônio; Villar, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da língua portuguesa online. Disponível em: http://houaiss.uol.com.br/busca. jhtm?verbete=resolu%E7%E3ox=8y=9styp e=k. [Acesso em: 01 de setembro de 2011]. 15. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 16. Lei Federal. Lei n. 6.316, de 17 de dezembro de 1975. Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e dá outras providências. 17. Marques, Amelia Pasqual. Diretrizes curriculares SDUD RV FXUVRV GH ÀVLRWHUDSLD 5HY )LVLRWHU 8QLY São Paulo, v. 7, n. 1/2, jan./dez. 2000. 18. Nascimento, Amauri Mascaro. Curso de direito do trabalho. 18ª ed.; p. 288-389, Saraiva. 2003. 19. Pelozo, Rita de Cássia Borguetti. Prática de ensino e o estágio supervisionado enquanto mediação HQWUH HQVLQR SHVTXLVD H H[WHQVmR 5HYLVWD LHQWtÀFD Eletrônica de Pedagogia; V(10). 2007. 20. Pimenta, Selma Garrido (org.). O estágio e a docência. São Paulo, Cortez. 2004. 21. Pimenta, Selma Garrido. O estágio na formação de professores. São Paulo, Cortez. 2006. 22. Ryan-Nicholls, Kimberley. Preceptor recruitment and retention. Can Nurse; 100(6): 19-22. 2004. 23. Teixeira, Lázaro Juliano; Oliveira, Maria Amélia GH DPSRV (VWiJLRV FXUULFXODUHV HP ÀVLRWHUDSLD Fisioterapia Brasil; 8(1):57-63. 2007.

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