Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Câncer de mama em idosas (2)

922 views

Published on

  • Be the first to comment

Câncer de mama em idosas (2)

  1. 1. GUILHERME NOVITA CÂNCER DE MAMA EM PACIENTES IDOSAS
  2. 2. EXPECTATIVA DE VIDA Ao nascer + 77,3 anos Aos 70 anos + 15,7 anos Aos 75 anos + 12,6 anos Aos 80 anos + 10,1 anos IBGE, Diretoria de Pesquisas, COPIS – www.ibge.gov.br
  3. 3. QUAL A DEFINIÇÃO DE IDOSO? 60?
  4. 4. QUAL A DEFINIÇÃO DE IDOSO? 65?
  5. 5. QUAL A DEFINIÇÃO DE IDOSO? 70?
  6. 6. QUAL A DEFINIÇÃO DE IDOSO? 75?
  7. 7. IDADE OU COMORBIDADES? Lamborghini 2011 Chevrolet Bel Air 1956
  8. 8. COMORBIDADES Yancik R et al., JAMA, 2001; 285: 885-92. 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 55-59 60-64 65-69 70-74 75-79 80-84 > 85 Númerodecomorbidades Idade (anos)
  9. 9. CAPACIDADE FUNCIONAL MORTALIDADE EM 2 ANOS n= 4.516 pessoas acima de 70 anos Walter LC et al., JAMA, 2001; 285: 2987-94. 3% 11% 33% Boa Média Ruim CARACTERÍSTICA PONTOS Homem 2 Idade 75 - 80 1 Idade > 80 2 Dependente para banho 1 Dependente para compras 2 Dificuldade de locomoção 2 Dificuldade em apanhar objetos 1
  10. 10. AVALIAÇÃO GERIÁTRICA Markopoulos C & Water W. Ther Adv Med Oncol, 2012; 4(6): 321-7. FUNÇÃO PERFORMANCE STATUS ATIVIDADES COTIDIANAS COMORBIDADES NÚMERO E SEVERIDADE DE CADA COGNIÇÃO ESTADO MENTAL ESTADO EMOCIONAL ESCALA DE DEPRESSÃO MEDICAMENTOS NÚMERO E INTERAÇÕES NUTRIÇÃO ESTADO NUTRICIONAL SÍNDROMES GERIÁTRICAS IMOBILIDADE, INSTABILIDADE, INCONTINÊNCIA, MEMÓRIA, VISÃO, AUDIÇÃO
  11. 11. EPIDEMIOLOGIA National Cancer Institute. SEER. Available at http://ser.cancer.gov – Sep 2010. 0 50 100 150 200 250 300 25-9 35-9 45-9 55-9 65-9 75-9 85+ TAXAPOR100.000MULHERES IDADE Incidência Mortalidade
  12. 12. SOBREVIDA CÂNCER DE MAMA Cancer Research UK - http://info.cancerresearchuk.org/cancerstats/
  13. 13. MORTALIDADE N=395.000 PACIENTES ACIMA DE 70 ANOS SEGUIMENTO: 28 ANOS Schairer C et al. J Natl Cancer Inst, 2004; 96: 1311-21. 0% 20% 40% 60% 80% 100% In situ Local Regional Metastático Câncer de mama Outras causas
  14. 14. SUBTIPOS TUMORAIS Cappelani A et al. BMC Surgery, 2013; 13(S2). 81% 61% 22% 15% 0% 20% 40% 60% 80% 100% RE+ RP+ Her-2 + TN
  15. 15. DIAGNÓSTICO TARDIO Cappelani A et al. BMC Surgery, 2013; 13(S2). 67-69 70-74 75-79 80-84 85-89 >90 TOTALDETUMORES IDADE < 1 cm 1-2 cm 10% 20% 30% 40%
  16. 16. DIAGNÓSTICO TARDIO Cappelani A et al. BMC Surgery, 2013; 13(S2). 67-69 70-74 75-79 80-84 85-89 >90 TOTALDETUMORES IDADE > 5 cm < 1 cm 1-2 cm 2-5 cm 10% 20% 30% 40%
  17. 17. SUBTRATAMENTO Hébert-Croteau N et al. J Clin Oncol, 2004; 22: 3685-93.
  18. 18. INDICAÇÃO CIRÚRGICA PROPORÇÃO DE CIRURGIA CONSERVADORA Louwman WJ et al. Eur J Cancer, 2007; 43: 2242-52
  19. 19. INDICAÇÃO DE RADIOTERAPIA Louwman WJ et al. Eur J Cancer, 2007; 43: 2242-52
  20. 20. RISCO CIRÚRGICO Damhuis RA et al. World J Surg Oncol, 2005; 3: 71-3. IDADE COMPLICAÇÕES 80 a 84 anos 5,4% 85 a 89 anos 9,1% Acima de 90 anos 14,4% 1731 mulheres (> 80 anos) Câncer de mama 0,5% de mortes
  21. 21. TEMPO CIRÚRGICO
  22. 22. CIRURGIA X HORMONIOTERAPIA SOBREVIDA GLOBAL
  23. 23. CIRURGIA + HT X HT EXCLUSIVA SOBREVIDA GLOBAL
  24. 24. CIRURGIA X HORMONIOTERAPIA RECIDIVA LOCAL
  25. 25. CIRURGIA AXILAR Martelli G et al. Ann Surg, 2012; 256(6): 920-4. QUAD + RT QUAD + RT CIRURGIA AXILAR R 238 mulheres > 65 anos T1 N0 Seguimento médio de 15 anos
  26. 26. CIRURGIA AXILAR SOBREVIDA GLOBAL Martelli G et al. Ann Surg, 2012; 256(6): 920-4.
  27. 27. CIRURGIA AXILAR SOBREVIDA LIVRE DE DOENÇA Martelli G et al. Ann Surg, 2012; 256(6): 920-4. RECIDIVA AXILAR: 6% EXPECTATIVA DE AXILA POSITIVA: 17% N1 5% N2
  28. 28. CIRURGIA AXILAR IBCSG 10-93 IBCSG. J Clin Oncol, 2006; 24: 337-44. CONTROLECIRURGIA AXILAR R 476 mulheres > 60 anos Axila negativa Seguimento médio de 6,6 anos
  29. 29. CIRURGIA AXILAR IBCSG 10-93 IBCSG. J Clin Oncol, 2006; 24: 337-44. SOBREVIDA LIVRE DE DOENÇA SOBREVIDA GLOBAL RECIDIVA AXILAR: 3% EXPECTATIVA DE AXILA POSITIVA: 20% N1 8% N2
  30. 30. QUAD + HTQUAD + RT + HT R 636 mulheres > 70 anos T1NO – RE POSITIVO Seguimento médio de 12,6 anos
  31. 31. RADIOTERAPIA CALGB 9343 Hughes et al. J Clin Oncol, 2013; 31(19): 2382-87.
  32. 32. RADIOTERAPIA CALGB 9343 Hughes et al. J Clin Oncol, 2013; 31(19): 2382-87. 90% 98% APENAS 40% COM CIRURGIA AXILAR RECIDIVA AXILAR: QUAD + HT = 3% (6 CASOS) QUAD + RT + HT = 0%
  33. 33. RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA IDADE > 65 ANOS Walton L et al., Cancer Treat Rev, 2011; 37: 353-57. ESTUDO N REMOÇÃO DO IMPLANTE Bosco, 2010 68 12,5% Bowman, 2006 61 40% Girotto, 2003 28 Semelhante às jovens Chang, 2003 84 42,3% August, 1994 18 Semelhante às jovens Bergey, 2009 55 Semelhante às jovens
  34. 34. RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA 89 PACIENTES >65 ANOS Howard-McNatt M et al., Am Surg, 2011; 77: 1640-43. 22% 45% 30% 3% TIPO DE TUMOR CDIS EC I EC II EC III 82% 14% 3% 1% RECONSTRUÇÃO Implante TRAM Grande dorsal DIEP 12% DE COMPLICAÇÕES 2 REMOÇÕES DE IMPLANTE 1 PERDA DE TRAM 1 DEBRIDAMENTO DE TRAM
  35. 35. RECONSTRUÇÃO MAMÁRIA IDADE > 65 ANOS Howard-McNatt M et al., Am Surg, 2011; 77: 1640-43.
  36. 36. CÂNCER DE MAMA EM IDOSA AVALIAÇÃO GERIÁTRICA MAL ESTADO GERAL BOM ESTADO GERAL TRATAMENTO PALIATIVO TRATAMENTO CONVENCIONAL T1 NO DEMAIS ESTÁDIOS EVITAR CIRURGIA AXILAR
  37. 37. 13 a 15 13 a 15/NOVEMBRO CONVIDADOS INTERNACIONAIS CONFIRMADOS: MONICA MORROW (MSKCC) BENJAMIN ANDERSON (WASHINGTON UNIVERSITY) WENDY BERG (RSNA) STEPHEN GLÜCK (MIAMI UNIVERSITY)
  38. 38. OBRIGADO!

×