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Associação Empresarial de Agrolândia - Palestra - Gestão Empresarial Inovação Aprendizagem

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Palestra na Associação Empresarial de Agrolândia referente Gestão Empresarial, Inovação e Aprendizagem.

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Associação Empresarial de Agrolândia - Palestra - Gestão Empresarial Inovação Aprendizagem

  1. 1. Gestão Empresarial, Inovação e Aprendizagem Professor Givanildo Silva, MSc.
  2. 2. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>(Bossidy e Charan, 2004) </li></ul><ul><li>Você precisa ter poucas metas e prioridades realistas que influenciam o desempenho geral da empresa. </li></ul><ul><li>Os líderes que executam se concentram em algumas poucas prioridades claras que todos podem entender. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>O que medir? </li></ul><ul><li>Quando medir? </li></ul><ul><li>Como medir? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>O líder precisa estar envolvido profunda e pessoalmente no negócio. </li></ul><ul><li>Um treinador é eficiente porque está sempre observando os jogadores individual e coletivamente no campo e no vestiário. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>O diálogo é o cerne da cultura e a unidade básica de trabalho. </li></ul><ul><li>Diálogo franco e baseado na realidade . Fazendo as perguntas certas, debatendo-as e encontrando soluções realistas. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>O líder que executa, nem sequer precisa dizer às pessoas o que fazer: faz perguntas de forma que elas próprias descubram o que precisam fazer. </li></ul><ul><li>Conteúdo e natureza da comunicação: saber ouvir e habilidade em falar. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>Não conhecemos nenhum grande líder, que não tenha estabelecido seus relacionamentos pessoais. </li></ul><ul><li>Como líder, você tem de se mostrar . Você não pode estar separado, isolado ou ausente. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>Você precisa mostrar que tem uma mente aberta e um comportamento positivo. Seja informal e tenha senso de humor . </li></ul><ul><li>Tudo o que precisa é provar que você se importa com as pessoas que estão trabalhando para você. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Gestão Empresarial – Resumindo </li></ul><ul><li>Defina as prioridades e metas realistas </li></ul><ul><li>Foco no desempenho geral da empresa </li></ul><ul><li>O líder deve ter comprometimento pessoal </li></ul><ul><li>Diálogo franco e baseado na realidade </li></ul><ul><li>Saber ouvir e habilidade em falar </li></ul><ul><li>Mente aberta, seja informal e bem humorado </li></ul><ul><li>Prove que se importa com as pessoas </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Gestão Empresarial – Reflita: </li></ul><ul><li>Quais são as prioridades de minha empresa? </li></ul><ul><li>Estou acompanhando diariamente as pessoas? </li></ul><ul><li>O diálogo é aberto e realista? </li></ul><ul><li>Costumo ouvir e dar espaço para comentários? </li></ul><ul><li>Sou informal e tenho senso de humor? </li></ul><ul><li>Consigo mostrar que eu me importo com as pessoas? </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Gestão Empresarial </li></ul><ul><li>A medição de metas e acompanhamento das atividades das pessoas, formam as bases da Gestão Empresarial. </li></ul><ul><li>Para que a empresa alcance margens de lucros superiores à média de mercado é necessário se preocupar com Inovação . </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>O desenvolvimento econômico é conduzido pela inovação por meio de um processo dinâmico em que as novas tecnologias substituem as antigas, um processo denominado “ destruição criadora ”. </li></ul><ul><li>Schumpeter (1934) </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>É a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, ou um processo , ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios , nas organizações do local de trabalho ou nas relações externas (OECD, 1997, p. 55) </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Organização inovadora é a que introduz novidades de qualquer tipo em bases sistemáticas e colhe os resultados esperados. </li></ul><ul><li>(Barbieri, 2007, p. 88) </li></ul><ul><li>Bases sistemáticas = realização de inovações com autonomia, intencionalidade e proatividade (iniciativa) . </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Grandes empresas financiam pesquisas e desenvolvimento de inovações de forma mais intensa e sistemática do que as pequenas empresas. As pequenas empresas têm, contudo, mais chances de introduzir inovações radicais . </li></ul><ul><li>(Scherer, 1984; 1999; Audretsch, 1995). </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>A empresa precisa identificar a variedade de conhecimentos internos disponíveis, de modo a reuni-los, explorar a sua complementaridade e recombiná-los para introduzir inovações tecnológicas. </li></ul><ul><li>(Wang e Tunzelmann, 2000; Antonelli, 2006). </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Olhando para fora da empresa : </li></ul><ul><li>Fontes de informação abertas </li></ul><ul><li>Aquisição de conhecimento e tecnologia </li></ul><ul><li>Inovação cooperativa </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Joel Barker (2010) </li></ul><ul><li>As inovações estão a nossa volta e, é nossa obrigação encontrar novas combinações. </li></ul><ul><li>Não precisamos arriscar nosso negócio principal devido às inovações. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>Adaptar é muito mais fácil, barato e rápido, do que “inventar do zero”. </li></ul><ul><li>Compreender seus pontos fortes e fracos é o primeiro passo para o pensamento inovador . </li></ul><ul><li>Bastam duas pessoas para iniciar a inovação. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Inovação – Resumindo </li></ul><ul><li>Inovações criam margens de lucros superiores </li></ul><ul><li>Produto, processo, métodos, práticas ou negócios </li></ul><ul><li>Pequenas empresas são mais ágeis </li></ul><ul><li>Análise interna e externa das possíveis inovações </li></ul><ul><li>Adaptar é muito mais fácil e barato </li></ul><ul><li>É nossa obrigação Inovar </li></ul><ul><li>Colocar na agenda: Pensamento inovador </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Inovação – Reflita: </li></ul><ul><li>Quais inovações deveriam estar em andamento na minha empresa? </li></ul><ul><li>Analisando internamente, o que posso inovar? </li></ul><ul><li>Quais as inovações externas posso iniciar? </li></ul><ul><li>‘ Estou de olho’ nos clientes, fornecedores, concorrentes e grupos regulamentadores? </li></ul><ul><li>Avalio os ambientes tecnológico, político, econômico, demográfico, cultural, social, ecológico e global? </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Inovação </li></ul><ul><li>A quantidade de inovações que uma empresa é capaz de introduzir depende do nível de aprendizagem das pessoas. E, externalidades tecnológicas também contribuem para o processo inovador. </li></ul><ul><li>(Pisano, 1990) </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>A grande dica é que, atualmente, existem tecnologias de gestão que nos permitem entender as etapas do processo cognitivo das pessoas, ou seja, sabemos como ocorre o aprendizado e a criação de conhecimentos . </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Benjamin Bloom (1956) escreveu Taxonomia dos Objetivos Educacionais: Domínio Cognitivo. </li></ul><ul><li>Seis níveis do raciocínio que podem ser aplicados em inúmeros contextos: Informação Compreensão Aplicação Análise Síntese Avaliação </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Dr. Lorin Anderson (1999), versão atualizada da Taxonomia de Bloom: </li></ul><ul><li>“ saber o quê ” (o conteúdo do raciocínio) </li></ul><ul><li>“ saber como ” (as ferramentas e os procedimentos para resolver problemas) </li></ul>
  27. 27. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Lembrar consiste em reconhecer e recordar informações importantes da memória de longa duração. </li></ul><ul><li>Reconhecer Relembrar </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Entender é a capacidade de fazer sua própria interpretação dos estudos ou experiências. </li></ul><ul><li>Interpretar Concluir </li></ul><ul><li>Exemplificar Comparar </li></ul><ul><li>Classificar Explicar Resumir </li></ul>
  29. 29. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Aplicar é usar o procedimento aprendido em uma situação familiar ou nova. </li></ul><ul><li>Executar Implementar </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Analisar é em dividir o conhecimento em partes e pensar como essas partes se relacionam com o todo, a estrutura geral. </li></ul><ul><li>Diferenciar Organizar </li></ul><ul><li> Atribuir </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Avaliar é fazer julgamentos com base em critérios e padrões. </li></ul><ul><li>Verificar Criticar </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Aprendizagem </li></ul><ul><li>Criar é reunir dados para formar algo novo ou reconhecer os componentes de uma nova estrutura. </li></ul><ul><li>Gerar Planejar </li></ul><ul><li> Produzir </li></ul>
  33. 33. <ul><li>Aprendizagem – Resumindo </li></ul><ul><li>O aprendizado ocorre em etapas </li></ul><ul><li>“ saber o quê” ( conteúdo ) e “saber como” ( ferramentas ) </li></ul><ul><li>Lembrar informações já vividas </li></ul><ul><li>Entender os novos conhecimentos ou vivências </li></ul><ul><li>Aplicar o novo em situações familiares </li></ul><ul><li>Analisar é dividir o conhecimento em partes </li></ul><ul><li>Avaliar com base em critérios, valores e padrões </li></ul><ul><li>Criar é formar algo novo = Inovar </li></ul>
  34. 34. <ul><li>Aprendizagem – Reflita: </li></ul><ul><li>Você apóia o conhecimento das pessoas? </li></ul><ul><li>A contagem de histórias faz parte de suas ferramentas? </li></ul><ul><li>Você valoriza as vivências anteriores? </li></ul><ul><li>Quais estímulos ao estudo você tem dado? </li></ul>
  35. 35. <ul><li>Aprendizagem – Reflita: </li></ul><ul><li>Os erros durante a aprendizagem são punidos? </li></ul><ul><li>Você dá tempo para as pessoas pensarem? </li></ul><ul><li>Quais os valores você demonstra para sua equipe? </li></ul><ul><li>Como você recompensa as ideias e inovações? </li></ul>
  36. 36. <ul><li>Faculdade Ação – Valores </li></ul><ul><li>Paixão pela educação  </li></ul><ul><li>Aprendizagem e desenvolvimento contínuo  </li></ul><ul><li>Valorização e respeito às pessoas  </li></ul><ul><li>Iniciativa e pensamento estratégico  </li></ul><ul><li>Fazer melhor a cada dia  </li></ul><ul><li>Busca constante por novos desafios.  </li></ul>
  37. 37. <ul><li>Faculdade Ação – Diferenciais </li></ul><ul><li>Inglês - Yazigi </li></ul><ul><li>Consultoria Júnior InovAção </li></ul><ul><li>Formação Continuada dos Professores </li></ul><ul><li>Trabalho Interdisciplinar </li></ul><ul><li>Foco do Curso Transversal </li></ul><ul><li>Pesquisa e Iniciação Científica </li></ul>
  38. 38. <ul><li>Concluindo </li></ul><ul><li>Quatro verbos importantes: </li></ul><ul><li>Medir os resultados </li></ul><ul><li>Acompanhar as pessoas </li></ul><ul><li>Inovar continuamente </li></ul><ul><li>Todos podem aprender </li></ul><ul><li>Obrigado pela atenção! </li></ul>
  39. 39. <ul><li>Referências </li></ul><ul><li>Anderson, L. W. e Krathwohl, D. R. (2001). A taxonomy for learning, teaching, and assessing. New York: Longman. </li></ul><ul><li>Antonelli, C. (2006) The Business Governance of Localized Knowledge. An Information Economics Approach to the Economics of Knowledge. Industry and Innovation , 13 (3), 227–261. </li></ul><ul><li>Audretsch, DB (1995) Innovation and Industry Evolution . Cambridge: The MIT Press. </li></ul><ul><li>B. Bloom et al., Taxonomia de Objetivos Educacionais. Domínio Cognitivo.Ed. Globo, Porto Alegre, 1974. </li></ul><ul><li>BARBIERI, J. C. Organizações inovadoras sustentáveis. In: BARBIERI, J. C; SIMANTOB, M. Organizações inovadoras sustentáveis: uma reflexão sobre o futuro das organizações. São Paulo, Atlas, 2007. </li></ul>
  40. 40. <ul><li>Referências </li></ul><ul><li>BOSSIDY, L; CHARAN, R. Execução. São Paulo: Editora Campus, 2004. 264 p </li></ul><ul><li>OECD. The Oslo Manual: The Measurement of Scientific and Technical Activities. Paris: OECD; Eurostat, 1997. </li></ul><ul><li>Pisano, GP (1990) The R&D Boundaries of the Firm: An Empirical Analysis. Administrative Science Quarterly, 35 (1), 153–176. </li></ul><ul><li>Scherer, FM (1984) Innovation and Growth: Schumpeterian Perspectives . Cambridge: MIT Press. </li></ul><ul><li>Scherer, FM (1999) New Perspectives on Economic Growth and Technological Innovation. Washington: Brookings Institution Press. </li></ul><ul><li>Schumpeter, J. (1934), The Theory of Economic Development, Harvard University Press, Cambridge, Massachusetts. </li></ul><ul><li>Wang, Q. and Von Tunzelman, N. (2000) Complexity and the Functions of the Firm: Breadth and Depth. Research Policy , 29 (7–8), 805–818. </li></ul>
  41. 41. <ul><li>Professor Givanildo Silva, MSc. </li></ul><ul><li>(47) 3411.0150 | (47) 8852.7456 </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul><ul><li>B3G Consultoria em Gestão – B3G.com.br </li></ul><ul><li>FaculdadeAcao.com.br </li></ul><ul><li>twitter.com/Givanildo </li></ul><ul><li>facebook.com/Giva.MSc </li></ul>

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