A etica na historia da educaçao fisica

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A etica na historia da educaçao fisica

  1. 1. A Ética na história daEducação Física Prof. MSc. Cayo Lames CREF 62-G/RJ
  2. 2. O surgimento da Ética Surgimento da vida Política em Atenas Dar voz ao Povo Senado Senadores Democracia Assim, a melhor conduta deveria ser através Etiqueta ETHOS Ética Ética é o conjunto de normas em prol de possibilitar a boa conduta de nossas ações.
  3. 3. Ética É o estudo da MoralMoral É uma conduta de caráter completamente individual, desde que respeite o coletivo.É o ato “reflexo” “limitador” dos gestos mais questionáveis da sociedade contemporânea.
  4. 4. Deve ser contemplada em 3 condições primordiais a vida.
  5. 5. Ética é saberConviver
  6. 6. Com os seus limites
  7. 7. Com o outro
  8. 8. Com o ambiente
  9. 9. Antes da RegulamentaçãoFaculdades emitindo certificados (Diplomas)que “comprovam” o adquirir da técnica. Não o quanto foi retido!Atuação no mercado de todos que tinhamalguma vivencia naquele determinado setor. Até porteiro de Edifício (sem formação alguma) poderia dar aulas de Personal Uma profissão sem respaldo da Lei Não existia o que regulasse o exercício da profissão Uma profissão sem
  10. 10. Exercício Ilegal da profissão,perante o código cível, é? Contravenção CRIME
  11. 11. Carência e/ou Necessidade do amparo da Lei Jorge Steinhilber Walfrido Amaral Sérgio SartoriRegulamentação Simpósios Agente Sistema Assembléias Mobilizador CONFEF Comissões CREFs Parcerias Seja pela imposição da lei ou por expressão moral, a intervenção do profissional deve se dar por posturas éticas.
  12. 12. Normatividade Ética no Exercício Profissional Fundamentação Moral Aspectos Filosóficos da Profissão Norteadores A base Legal (Lei 9696/98)EF direito Intervenção CEPEFde todos EF no Brasil Profissional Adaptado de VARGAS, 2007, p.67
  13. 13. ÉTICAA ÉTICA NO UNIVERSO PROFISSIONAL Postura Profissional O CÓDIGO DE ÉTICA Deontologia e Diceologia Prof. Cayo Lames
  14. 14. CAPÍTULO III Das Responsabilidades e DeveresArt. 6º - São responsabilidades e deveres do Profissional de Educação Física: Prof. Cayo Lames
  15. 15. II - zelar pelo prestígio daProfissão, pela dignidade do Profissional e pelo aperfeiçoamento de suas instituições;
  16. 16. III - assegurar a seus beneficiários um serviçoprofissional seguro, competente e atualizado, prestado com o máximo de seu conhecimento, habilidade e experiência;
  17. 17. IX - avaliar criteriosamente sua competência técnica e legal, e somente aceitar encargos quando se julgar capaz deapresentar desempenho seguro para si e para seus beneficiários;
  18. 18. Art. 7º - No desempenho das suas funções, é vedado aoProfissional de Educação Física: III - assinar documento ou relatório elaborado por terceiros, sem sua orientação, supervisão ou fiscalização;
  19. 19. IV - exercer a Profissão quando impedido, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício por pessoa não habilitada ou impedida;
  20. 20. Art. 8º - No relacionamento com os colegas de profissão, a conduta do Profissional de Educação Física será pautada pelos princípios de consideração, apreço e solidariedade, em consonânciacom os postulados de harmonia da categoria profissional, sendo-lhe vedado:
  21. 21. III - apropriar-se de trabalho, iniciativa ou solução encontrados por colega,apresentando-os como próprios;
  22. 22. Ação de umprofissionalconsciente
  23. 23. Não “rolar a bola”Não reduzir suas funções laborais(fazer por menos) em prol de sentir que ganha financeiramente bem Não solicitar que seu estagiário exerça ilegalmente a profissãoLembrar dos 7 pilares que ajudam a sustentar a ética:
  24. 24. CONCEPÇÃO DEDEMOCRACIA INDIVIDUALIDADE E COLETIVIDADEHONESTIDADE TOLERÂNCIA ÉTICA RESPEITO RELATIVISAR CONVÍVIO HUMANO SOLIDÁRIEDADE NEGAÇÃO A INDIFERENÇA CONSCIÊNCIA
  25. 25. A Justiça tardia não é Justiça..., é Injustiça! (Miguel Reale)
  26. 26. Quem escuta Esquece Quem FAZQuem OBRIGADO APRENDEvê Lembra Contatos KUNG-FUSHIO cylames@yahoo.com.br a.C.475O homem é definido como um ser pensante, 7830-7838 Mas suas grandes obras se realizam quando não pensa e não calcula. Herrigel, 1975.

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