VERMICOMPOSTAGEM
LANÇAMENTO DO LIVRO
VERMICOMPOSTAGEM – GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
Nelson Miguel Guerreiro Lourenço
AUDI...
ÍNDICE
1. Vermicompostagem
1.1. Âmbito
1.2. Definição
1.3. Objectivos
1.4. Tipologias de resíduos utilizados
1.5. Inputs e...
1.
VERMICOMPOSTAGEM
Lourenço, (2010)
1.1. ÂMBITO
 A Engenharia na
vermicompostagem tem vindo a
desenvolver-se e posicionar-se
como um método de baixo custo e
...
1.2. DEFINIÇÃO
 Degradação mesofílica
controlada dos
substratos orgânicos,
através da relação de
simbiose e de
mutualismo...
1.2. DEFINIÇÃO
 Desta degradação
resultam produtos
como o
vermicomposto, o chá
de vermicomposto e
minhocas recém-
nascida...
1.3. OBJECTIVOS
 Redução e eliminação da perigosidade associada aos
resíduos;
 Tratamento e valorização controlada dos r...
1.4. TIPOLOGIAS DE RESÍDUOS VALORIZADOS
 Fracção orgânica dos RSU
– resíduos alimentares;
 Papel e cartão;
 Lamas de ET...
1.5. INPUTS E OUTPUTS
 Água
Trabalho
humano
Trabalho
mecanizado
Vermicomposto
Extracto / lixiviado /
chá de vermicomp...
1.5. APLICAÇÕES
 VERMICOMPOSTO
Aplicação em solo – culturas
arvenses, hortícolas e
aromáticas, relvados;
Aplicação em vas...
VERMICOMPOSTAGEM
APLICAÇÕES
MINHOCAS EPÍGEAS
◦ Decomposição dos
substratos orgânicos,
com função
essencialmente física
◦ D...
2.
FUTURAMB
PRODUTOS E SERVIÇOS
2. FUTURAMB
GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS
 Tratamento e valorização de resíduos orgânicos;
 Consultoria;
 Formação / W...
2. FUTURAMB
TRATAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
Borras de café
RUB
2. FUTURAMB
VERMICOMPOSTO
2. FUTURAMB
VERMICOMPOSTO VS COMPOSTO
Vermicomposto
Composto
genérico - ALGAR
2. FUTURAMB
MINHOCAS PARA VERMICOMPOSTAGEM
Eisenia foetida
Eisenia foetida
2. FUTURAMB
SUBSTRATO PARA VERMICOMPOSTAGEM
Mistura nas condições
controladas de:
 Fracção orgânica de RSU
 Papel e cart...
2. FUTURAMB
SUBSTRATO DE INICIAÇÃO
2. FUTURAMB
CHÁ DE VERMICOMPOSTO
FORMULAÇÃO
Incremento da biomassa
microbiana (bactérias, fungos,
protozoários e nemátodos)
2. FUTURAMB
CHÁ DE VERMICOMPOSTO - APLICAÇÃO
Aplicável por:
 Fertirrega;
 Hidroponia ou cultura
hidropónica.
2. FUTURAMB
VERMICOMPOSTAGEM NAS ESCOLAS
 Recolha selectiva de
resíduos orgânicos na
Escola;
 Processamento/valorização
...
3.
DOMÍNIOS DE
ESPECIALIZAÇÃO E
INVESTIGAÇÃO
Lourenço, (2010)
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E
INVESTIGAÇÃO
 VERMICOMPOSTAGEM
◦ Balanços de massas;
◦ Cinética de decomposição de substr...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E
INVESTIGAÇÃO
 MINHOCAS (ESPÉCIES EPÍGEAS)
◦ Cinética de crescimento de biomassa;
◦ Cinéti...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E
INVESTIGAÇÃO - SISTEMAS IN VESSEL
 Capacidade de tratamento:
350 kg/semana;
 Maior efici...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
SISTEMAS IN VESSEL – PROCESSAMENTO
RUB + papel e cartão
350 kg semana-1
Frutí...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – SISTEMA DOMÉSTICO
Área superficial do
vermi...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – SISTEMA
DOMÉSTICO
370 g de
minhocas
± 670 m...
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BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS
0
200
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800
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3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS
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3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – PEQUENA
ESCALA
y = 0,0143e0,6931x
y = 336,9...
3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO
BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – PEQUENA ESCALA
y = 336,97e-0,693x
0
40
80
1...
4.
PORTFÓLIO
Lourenço, (2010)
4. ÁGUAS DO ALGARVE – ETAR DE PADERNE
PRINCIPAIS OBJECTIVOS:
Avaliação do grau de decomposição de lamas urbanas
Avaliação ...
4. ÁGUAS DA FIGUEIRA – ETAR DE VILA VERDE
PRINCIPAIS OBJECTIVOS:
Avaliação da aplicabilidade da vermicompostagem a lamas u...
4. CENTRO DE PESQUISA E INVESTIGAÇÃO EM
VERMICOMPOSTAGEM
PRINCIPAIS OBJECTIVOS:
 Avaliação da toxicidade
de uma lama urba...
4. CENTRO DE PESQUISA E INVESTIGAÇÃO EM
VERMICOMPOSTAGEM
LAMAS DE ETAR RESÍDUOS ALIMENTARES
+ ESTRUME OVINO
4. TRIAGEM E RECUPERAÇÃO DE FILEIRAS DE RESÍDUOS
Plástico
TRIAGEM E RECUPERAÇÃO DE FILEIRAS DE RESÍDUOS
Plástico
Plástico
5.
PUBLICAÇÕES
Lourenço, (2010)
5. VERMICOMPOSTAGEM
GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
CARACTERÍSTICAS
 1.ª publicação nacional no âmbito
da vermicompostagem;
...
5. VERMICOMPOSTAGEM
GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
PRINCIPAIS CONTEÚDOS
 PREPARAÇÃO DE SUBSTRATOS;
 AGENTES MICROBIANOS E
...
5. VERMICOMPOSTAGEM
GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS
PRINCIPAIS CONTEÚDOS
 CINÉTICA DE DECOMPOSIÇÃO
DO SUBSTRATO;
 DIMENSION...
5. MANUAL DE VERMICOMPOSTAGEM PARA
CRIANÇAS E JOVENS
PRINCIPAIS CONTEÚDOS
 PRINCIPAL VOCABULÁRIO;
 INTRODUÇÃO AO PROBLEM...
6.
PROJECTOS FUTUROS
Lourenço, (2010)
6. PROJECTOS FUTUROS
 GUIA PARA A FORMULAÇÃO DE CHÁ DE VERMICOMPOSTO
◦ FORMULAÇÃO
◦ APLICAÇÃO EM SOLO E EM REGIME DE HIDR...
6. PROJECTOS FUTUROS
 PHD COM PROJECTO PRÓPRIO NO ÂMBITO DA VERMICOMPOSTAGEM
 PUBLICAÇÃO DE UM NORMATIVO PARA O VERMICOM...
6. PROJECTOS FUTUROS
 ESTUDO DE REACTORES/DIGESTORES IN VESSEL EM
VERMICOMPOSTAGEM;
 INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO EM PEQUENAS...
6. PROJECTOS FUTUROS
CARACTERÍSTICAS DO DIGESTOR
 Tempo de retenção mínimo dos substratos na unidade: 7 dias;
 Capacidad...
6. PROJECTOS FUTUROS
DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA
Capacidade de tratamento: (1 x 1 m): 40 L semana
6. PROJECTOS FUTUROS
DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA
Cap. Tratamento aprox.:
o1 x 1 m: 40 L semana-1
o1 x 1,5 m: 55 L...
6. PROJECTOS FUTUROS
DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA
6. PROJECTOS FUTUROS
VERMICOMPOSTOR
Instalação / colocação em:
• Municípios;
• Parques;
• Habitações;
• Condomínios;
• Fog...
12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES
É PRECISO
 Desmistificar;
 Eliminar equívocos e opiniões erradas;
 Entender/compreender;
...
FUTURAMB
QUEM SOMOS
NELSON LOURENÇO
Mestre em Gestão Sustentável dos Espaços Rurais
Licenciado em Engenharia do Ambiente
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Obrigado pela vossa
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Apresentação do livro Vermicompostagem - Gestão de Resíduos Orgânicos

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Apresentação do livro Vermicompostagem - Gestão de Resíduos Orgânicos no Auditório Agostinho da Silva, ULHT, 23 de Novembro.

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Apresentação do livro Vermicompostagem - Gestão de Resíduos Orgânicos

  1. 1. VERMICOMPOSTAGEM LANÇAMENTO DO LIVRO VERMICOMPOSTAGEM – GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS Nelson Miguel Guerreiro Lourenço AUDITÓRIO AGOSTINHO DA SILVA 18:00 H
  2. 2. ÍNDICE 1. Vermicompostagem 1.1. Âmbito 1.2. Definição 1.3. Objectivos 1.4. Tipologias de resíduos utilizados 1.5. Inputs e Outputs 1.6. Aplicações 2. FUTURAMB – Produtos e Serviços 3. Domínios de especialização e investigação 4. Portfólio 5. Publicações 6. Projectos futuros
  3. 3. 1. VERMICOMPOSTAGEM Lourenço, (2010)
  4. 4. 1.1. ÂMBITO  A Engenharia na vermicompostagem tem vindo a desenvolver-se e posicionar-se como um método de baixo custo e gerador de economias de escala – vermicomposto, chá de vermicomposto e biomassa de minhocas, encontrando-se ao alcance de todas as populações desde soluções em pequena, média e larga-escala.  A vermicompostagem é um processo complexo uma vez que existem interacções entre as várias componentes químicas, físicas e microbiológicas bem como entre os diferentes grupos taxonómicos.
  5. 5. 1.2. DEFINIÇÃO  Degradação mesofílica controlada dos substratos orgânicos, através da relação de simbiose e de mutualismo entre minhocas Epígeas e espécies de microrganismos, com produção de um substrato orgânico estabilizado e isento de rápida evolução biológica.
  6. 6. 1.2. DEFINIÇÃO  Desta degradação resultam produtos como o vermicomposto, o chá de vermicomposto e minhocas recém- nascidas;  A vermicompostagem pode ser realizada em pequena, média ou grande-escala.
  7. 7. 1.3. OBJECTIVOS  Redução e eliminação da perigosidade associada aos resíduos;  Tratamento e valorização controlada dos resíduos;  Aumento dos teores de matéria orgânica nos solos;  Poupança de recursos naturais;  Aumento da fertilidade e produtividade do solo;  Diminuição da poluição. 29.01.15
  8. 8. 1.4. TIPOLOGIAS DE RESÍDUOS VALORIZADOS  Fracção orgânica dos RSU – resíduos alimentares;  Papel e cartão;  Lamas de ETAR e industriais;  Resíduos verdes;  Resíduos florestais;  Estrumes;  Óleos alimentares usados. Todos os de natureza orgânica
  9. 9. 1.5. INPUTS E OUTPUTS  Água Trabalho humano Trabalho mecanizado Vermicomposto Extracto / lixiviado / chá de vermicomposto Minhocas Microrganismos
  10. 10. 1.5. APLICAÇÕES  VERMICOMPOSTO Aplicação em solo – culturas arvenses, hortícolas e aromáticas, relvados; Aplicação em vaso; Mistura com turfa de crescimento/germinação ou areia – culturas em estufas, plantas envasadas, viveiros.  CHÁ DE VERMICOMPOSTO Fertirrega – aplicação em solo ou foliar; Hidroponia.
  11. 11. VERMICOMPOSTAGEM APLICAÇÕES MINHOCAS EPÍGEAS ◦ Decomposição dos substratos orgânicos, com função essencialmente física ◦ Descontaminação de solos contaminados com metaispesados e hidrocarbonetos – biofiltros ◦ Aumento da diversidade micro e macrobiana do solo com reflexos na sua fertilidade e produtividade.
  12. 12. 2. FUTURAMB PRODUTOS E SERVIÇOS
  13. 13. 2. FUTURAMB GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS  Tratamento e valorização de resíduos orgânicos;  Consultoria;  Formação / Workhops;  Projectos de tratamento de resíduos em média e larga-escala (minhocas + formação + consultoria);  Investigação;  Publicações (adultos e crianças)  Sensibilização e Educação Ambiental;  Produção de sucedâneos da vermicompostagem. ◦ Vermicomposto ◦ Chá de vermicomposto ◦ Espécies de minhocas Epígeas – Eisenia foetida ◦ Vermicompostores ◦ Digestores / reactores
  14. 14. 2. FUTURAMB TRATAMENTO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS Borras de café RUB
  15. 15. 2. FUTURAMB VERMICOMPOSTO
  16. 16. 2. FUTURAMB VERMICOMPOSTO VS COMPOSTO Vermicomposto Composto genérico - ALGAR
  17. 17. 2. FUTURAMB MINHOCAS PARA VERMICOMPOSTAGEM Eisenia foetida Eisenia foetida
  18. 18. 2. FUTURAMB SUBSTRATO PARA VERMICOMPOSTAGEM Mistura nas condições controladas de:  Fracção orgânica de RSU  Papel e cartão;  Biomassa florestal.
  19. 19. 2. FUTURAMB SUBSTRATO DE INICIAÇÃO
  20. 20. 2. FUTURAMB CHÁ DE VERMICOMPOSTO FORMULAÇÃO Incremento da biomassa microbiana (bactérias, fungos, protozoários e nemátodos)
  21. 21. 2. FUTURAMB CHÁ DE VERMICOMPOSTO - APLICAÇÃO Aplicável por:  Fertirrega;  Hidroponia ou cultura hidropónica.
  22. 22. 2. FUTURAMB VERMICOMPOSTAGEM NAS ESCOLAS  Recolha selectiva de resíduos orgânicos na Escola;  Processamento/valorização dos resíduos no vermicompostor;  Utilização de um vermicompostor e de um canteiro para produção de produtos hortícolas e aromáticas – Horta Pedagógica.
  23. 23. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO Lourenço, (2010)
  24. 24. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO  VERMICOMPOSTAGEM ◦ Balanços de massas; ◦ Cinética de decomposição de substratos; ◦ Formulação e preparação de substratos para vermicompostagem; ◦ Operações de recolha e preparação prévias de resíduos; ◦ Tratamento de resíduos em vermicompostores / reactores / digestores; ◦ Tratamento de resíduos em canteiros.  VERMICULTURA ◦ Balanços de massas, ◦ Cinética de decomposição dos substratos; ◦ Formulação e preparação de substratos para vermicultura.
  25. 25. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO  MINHOCAS (ESPÉCIES EPÍGEAS) ◦ Cinética de crescimento de biomassa; ◦ Cinética de reprodução – n.º de casulos, ◦ Toxicidade a substratos.  HORTICULTURA E PRODUÇÃO ORGÂNICA (“LOW INPUT AGRICULTURE”) ◦ Utilização de vermicomposto e chá de vermicomposto na avaliação da biomassa de culturas hortícolas, aromáticas e arvenses.
  26. 26. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO - SISTEMAS IN VESSEL  Capacidade de tratamento: 350 kg/semana;  Maior eficiência de tratamento comparativamente aos sistemas horizontais;  Separação gravimétrica das minhocas do vermicomposto;  Redução do n.º de horas de trabalho.
  27. 27. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO SISTEMAS IN VESSEL – PROCESSAMENTO RUB + papel e cartão 350 kg semana-1 Frutícolas + hortícolas + papel e cartão > 350 kg semana-1 Resíduos agrícolas (estrumes) > 500 kg semana-1
  28. 28. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – SISTEMA DOMÉSTICO Área superficial do vermicompostor (m2) N.º minhocas aprox. Volume minhocas (L) Quantidade minhocas (g) 0,125 222 0,11 120 0,25 454 0,23 240 0,5 909 0,45 500 1,0 1 818 0,91 1 000 29.01.15 Importante: Para uma maior biomassa de minhocas no vermicompostor, maior a taxa de decomposição dos resíduos.
  29. 29. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – SISTEMA DOMÉSTICO 370 g de minhocas ± 670 minhocas Substrato decomposto dia-1 180 g Vermicomposto produzido dia-1 111 g • Ingestão do substrato • Biomassa: 0,55 g Metade do seu peso • Substrato ingerido: 0,275 g Metabolismo • 0,165 g vermicast (excretado) • 0,11 g (biomassa + outros metabolitos) 90 dias
  30. 30. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS 0 200 400 600 800 1000 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade(kg) Tempo (semanas) Substrato consumido (kg) Fase inicial: colocação de minhocas adultas Fase intermédia: aumento de biomassa: nascimento e crescimento de minhocas newborn
  31. 31. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS 0 200 400 600 800 1000 1200 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Quantidade(kg) Tempo (semanas) Quantidade resíduos reactor (kg) Fase inicial: colocação de minhocas adultas Fase intermédia: aumento de biomassa: nascimento e crescimento de minhocas newborn
  32. 32. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – PEQUENA ESCALA y = 0,0143e0,6931x y = 336,97e-0,693x 0 40 80 120 160 200 0 0.2 0.4 0.6 0.8 1 0.5 1 2 4 8 16 Tempodecomposição(dias) Quantidadeingerida(kg/dia) Densidade (kg/m2) Quantidade ingerida (kg/dia) Tempo decomposição (dias)
  33. 33. 3. DOMÍNIOS DE ESPECIALIZAÇÃO E INVESTIGAÇÃO BIOMASSA E CINÉTICA EM MINHOCAS – PEQUENA ESCALA y = 336,97e-0,693x 0 40 80 120 160 200 104 208 416 832 1665 3329 Tempodecomposição(dias) N.º total (real) minhocas Tempo decomposição (dias)
  34. 34. 4. PORTFÓLIO Lourenço, (2010)
  35. 35. 4. ÁGUAS DO ALGARVE – ETAR DE PADERNE PRINCIPAIS OBJECTIVOS: Avaliação do grau de decomposição de lamas urbanas Avaliação da higienização dos substratos Aplicabilidade agronómica do vermicomposto – 2.º projecto a decorrer
  36. 36. 4. ÁGUAS DA FIGUEIRA – ETAR DE VILA VERDE PRINCIPAIS OBJECTIVOS: Avaliação da aplicabilidade da vermicompostagem a lamas urbanas resultantes de tratamento anaeróbio; Avaliação do grau de decomposição dos substratos (massa e volume).
  37. 37. 4. CENTRO DE PESQUISA E INVESTIGAÇÃO EM VERMICOMPOSTAGEM PRINCIPAIS OBJECTIVOS:  Avaliação da toxicidade de uma lama urbana em minhocas;  Avaliação do grau de decomposição dos substratos (massa e volume). Negativo
  38. 38. 4. CENTRO DE PESQUISA E INVESTIGAÇÃO EM VERMICOMPOSTAGEM LAMAS DE ETAR RESÍDUOS ALIMENTARES + ESTRUME OVINO
  39. 39. 4. TRIAGEM E RECUPERAÇÃO DE FILEIRAS DE RESÍDUOS Plástico
  40. 40. TRIAGEM E RECUPERAÇÃO DE FILEIRAS DE RESÍDUOS Plástico Plástico
  41. 41. 5. PUBLICAÇÕES Lourenço, (2010)
  42. 42. 5. VERMICOMPOSTAGEM GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS CARACTERÍSTICAS  1.ª publicação nacional no âmbito da vermicompostagem;  Pretende-se com o necessário rigor científico expor os princípios, processos e aplicações da vermicompostagem de uma forma clara e objectiva, sendo que a informação nele contida poderá interessar a investigadores, técnicos superiores, estudantes, alunos do ensino superior público e privado dos ramos da engenharia do ambiente, ciências agrárias, ecologia e biologia, bem como público em geral.
  43. 43. 5. VERMICOMPOSTAGEM GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS PRINCIPAIS CONTEÚDOS  PREPARAÇÃO DE SUBSTRATOS;  AGENTES MICROBIANOS E MACROFAUNA;  ESCALAS DE VERMICOMPOSTAGEM; ◦ PEQUENA, MÉDIA E LARGA- ESCALA  MANUTENÇÃO E MONITORIZAÇÃO;  MINHOCAS - PARÂMETROS DE CRESCIMENTO E DE STRESS;
  44. 44. 5. VERMICOMPOSTAGEM GESTÃO DE RESÍDUOS ORGÂNICOS PRINCIPAIS CONTEÚDOS  CINÉTICA DE DECOMPOSIÇÃO DO SUBSTRATO;  DIMENSIONAMENTO DE INSTALAÇÕES;  ASPECTOS AGRONÓMICOS ◦ Aplicação do vermicomposto ◦ Noções de formulação e aplicação do chá de vermicompostagem
  45. 45. 5. MANUAL DE VERMICOMPOSTAGEM PARA CRIANÇAS E JOVENS PRINCIPAIS CONTEÚDOS  PRINCIPAL VOCABULÁRIO;  INTRODUÇÃO AO PROBLEMA DOS RESÍDUOS;  PARA QUE SERVE A VERMICOMPOSTAGEM  VERMICOMPOSTAGEM DOMÉSTICA E NA ESCOLA  OS PRODUTOS DA VERMICOMPOSTAGEM
  46. 46. 6. PROJECTOS FUTUROS Lourenço, (2010)
  47. 47. 6. PROJECTOS FUTUROS  GUIA PARA A FORMULAÇÃO DE CHÁ DE VERMICOMPOSTO ◦ FORMULAÇÃO ◦ APLICAÇÃO EM SOLO E EM REGIME DE HIDROPONIA ◦ QUÍMICA E BIOQUÍMICA DO PROCESSO  MANUAL DE VERMICOMPOSTAGEM PARA A AGRICULTURA BIOLÓGICA ◦ ENQUADRAMENTO E APLICABILIDADE DA VERMICOMPOSTAGEM PARA O MODO DE PRODUÇÃO BIOLÓGICO ◦ APLICABILIDADE DA VERMICOMPOSTAGEM EM ESPAÇO RURAL  TRADUÇÃO DE PUBLICAÇÕES PARA A LÍNGUA INGLESA
  48. 48. 6. PROJECTOS FUTUROS  PHD COM PROJECTO PRÓPRIO NO ÂMBITO DA VERMICOMPOSTAGEM  PUBLICAÇÃO DE UM NORMATIVO PARA O VERMICOMPOSTO E CHÁ DE VERMICOMPOSTO  VERMIRREMEDIAÇÃO ◦ TRATAMENTO E RECUPERAÇÃO DE SOLOS CONTAMINADOS EX: HIDROCARBONETOS  HIDROPONIA E AEROPONIA ◦ APLICAÇÃO DO CHÁ DE VERMICOMPOSTO EM REGIME DE HIDROPONIA E AEROPONIA  DESENVOLVIMENTO DE CATALIZADORES PARA FORMULAÇÃO DE CHÁ DE VERMICOMPOSTO
  49. 49. 6. PROJECTOS FUTUROS  ESTUDO DE REACTORES/DIGESTORES IN VESSEL EM VERMICOMPOSTAGEM;  INSTALAÇÃO E EXPLORAÇÃO EM PEQUENAS E MÉDIAS ETAR.
  50. 50. 6. PROJECTOS FUTUROS CARACTERÍSTICAS DO DIGESTOR  Tempo de retenção mínimo dos substratos na unidade: 7 dias;  Capacidade de tratamento semana-1 : 0,35 t  Capacidade de tratamento mês-1 : 1,4 t  Capacidade de tratamento ano-1 : 16,8 t  Produção de vermicomposto semana-1 : 0,1 t  Produção de vermicomposto mês-1 : 0,42 t  Produção de vermicomposto ano-1 : 5,0 t
  51. 51. 6. PROJECTOS FUTUROS DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA Capacidade de tratamento: (1 x 1 m): 40 L semana
  52. 52. 6. PROJECTOS FUTUROS DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA Cap. Tratamento aprox.: o1 x 1 m: 40 L semana-1 o1 x 1,5 m: 55 L semana-1 o1 x 2 m: 70 L semana-1 Cap. tratamento aprox.: o1 x 1 m approx 6 L dia-1 o1 x 1,5 m: 12 L dia-1 o1 x 2 m:17 L dia-1
  53. 53. 6. PROJECTOS FUTUROS DIGESTORES EM PEQUENA E MÉDIA-ESCALA
  54. 54. 6. PROJECTOS FUTUROS VERMICOMPOSTOR Instalação / colocação em: • Municípios; • Parques; • Habitações; • Condomínios; • Fogos.
  55. 55. 12. OPORTUNIDADES/CONCLUSÕES É PRECISO  Desmistificar;  Eliminar equívocos e opiniões erradas;  Entender/compreender;  Praticar/experimentar. 29.01.15
  56. 56. FUTURAMB QUEM SOMOS NELSON LOURENÇO Mestre em Gestão Sustentável dos Espaços Rurais Licenciado em Engenharia do Ambiente Formador Departamento Científico e de Engenharia Ambiental - DCEA Centro de Pesquisa e Investigação em Vermicompostagem - CPIV Telemóvel: 967359487 cientifico@futuramb.com SÓNIA COELHO Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho Formadora Licenciada em Educação Social Departamento de Formação / Departamento Comercial Telemóvel: 963851179 comercial@futuramb.com
  57. 57. Obrigado pela vossa atenção Saudações Ambientais

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