Indicadores da Economia Brasileira: Produção e Demanda Agregada 2016

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Relatório produzido pelo Observatório de Políticas Econômicas da FDC.

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Indicadores da Economia Brasileira: Produção e Demanda Agregada 2016

  1. 1.  www.fdc.org.br  Indicadores da Economia Brasileira: Produção e Demanda Agregada Observatório de Políticas Econômicas|2016
  2. 2. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Indicadores da Economia Brasileira: Produção e Demanda Agregada IR  Quadro-Resumo  Produto Interno Bruto  PIB Agropecuário  PIB Industrial  PIB Serviços  Demanda Agregada  Demanda Interna  Poupança Externa Publicação completa na NOTA DE CONJUNTURA BRASILEIRA, disponível em: http://www.fdc.org.br/professoresepesquisa/nucleos/Paginas/centro-de-referencia.aspx?Nucleo=Estrat%C3%A9gia%20e%20Neg%C3%B3cios%20Internacionais&Info=Materiais&CR=33 IR IR IR IR IR
  3. 3. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Quadro-Resumo (com relação ao período imediatamente anterior) 3º Trim. 2015 4º Trim. 2015 PIB A PREÇOS DE MERCADO -1,7% -1,4% AGRICULTURA -3,0% 2,9% INDÚSTRIA -1,9% -1,4% SERVIÇOS -1,1% -1,4% CONSUMO DAS FAMÍLIAS -1,5% -1,3% CONSUMO DO GOVERNO 0,3% -2,9% FORMAÇÃO BRUTA DE CAPITAL FIXO -4,4% -4,9% EXPORTAÇÕES -2,4% -0,4% IMPORTAÇÕES -7,2% -5,9% VOLTAR
  4. 4. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas 156 158 160 162 164 166 168 170 172 174 176 178 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4 PRODUTO INTERNO BRUTO SÉRIE TRIMESTRAL (ÍNDICE: 2010 = 100)  PIB TRIMESTRAL A PREÇOS DE MERCADOO  O quarto trimestre de 2015 consolidou retração de 1,4% com relação ao trimestre imediatamente anterior. Na ótica da oferta, a Produção Industrial retraiu 1,4% com relação ao trimestre imediatamente anterior e a Produção de Serviços sofreu queda de 1,4% no mesmo período, ao passo que a Produção Agropecuária apresentou expansão, crescendo 2,9% durante o quarto trimestre de 2015 (com relação ao terceiro trimestre do mesmo ano), conforme a Tabela 1 mostra. Nos resultados da Demanda agregada, pode-se notar que há queda em todas as rubricas, sendo que as mais expressivas são a retração de 5,9% na Importações e o encolhimento da Formação Bruta de Capital Fixo em 4,9%. VOLTAR
  5. 5. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Evolução do Pib Agropecuário (ÍNDICE: 2010 = 100) 150,00 160,00 170,00 180,00 190,00 200,00 210,00 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4  PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA  O desempenho do setor agropecuário – crescimento de 2,9% com relação ao trimestre imediatamente anterior ¬– é resultado da expansão das safras de produtos cuja colheita ocorre no quarto trimestre. Isto é, embora as lavouras de trigo, laranja e mandioca tenham apresentado queda na produção relativa em 2015, produtos como a cana-de-açúcar e fumo que cresceram respectivamente 2,4% e 1,2% com relação ao quarto trimestre de 2014, lideraram os bons resultados do último trimestre de 2015. VOLTAR
  6. 6. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Evolução do Pib Industrial (ÍNDICE: 2010 = 100) 130 135 140 145 150 155 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4 PIB Industrial  PRODUÇÃO INDUSTRIAL  No quatro trimestre de 2015 a Produção Industrial apresentou sua quarta retração consecutiva (-1,4% com relação ao terceiro trimestre de 2015; -8,0% com relação ao quarto trimestre de 2014). Explica-se esse resultado negativo através da queda de 6,6% na produção da Indústria Extrativa Mineral com relação ao terceiro trimestre de 2015. Além disso, vale ressaltar que apesar de a Indústria de Transformação ter apresentado arrefecimento em seu desempenho negativo com relação ao terceiro trimestre de 2015, (recuo de 2,5%), consolidou 12,0% de contração com relação ao último trimestre de 2014. A produção relativa na Construção Civil acelerou seu processo de contração. O último fator que contribuiu para o resultado da produção Industrial aconteceu na produção de Eletricidade e Gás, Água, Esgoto e Limpeza Urbana no quarto trimestre de 2015, o qual expandiu 1,4% com relação ao mesmo período de 2014, mesmo a despeito da contração de 4,3% com relação ao terceiro trimestre de 2015. VOLTAR
  7. 7. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Evolução do Pib Serviços (ÍNDICE: 2010 = 100) 165 167 169 171 173 175 177 179 181 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4 PIB de Serviços  PRODUÇÃO DE SERVIÇOS  No setor de Serviços, apenas as Atividades Imobiliárias apresentaram crescimento no quatro trimestre de 2015 com relação ao trimestre imediatamente anterior (0,5%). Os resultados das demais atividades foram de retração ¬– a saber, de 2,6% no Comércio; 2,0% nos serviços de Administração, Saúde e Educação Pública; 1,7% nos serviços de Transporte, Armazenagem e Correio; 1,2% em Outros Serviços; 0,9% em serviços de Informação e, por fim, 0,2% nos serviços de Intermediação Financeira e Seguros. Nesse sentido, ao comparar o quarto trimestre de 2015 ao mesmo trimestre de 2014, observou-se uma contração de 4,4%. VOLTAR
  8. 8. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Evolução da Demanda Agregada (ÍNDICE: 2010 = 100) 140 150 160 170 180 190 200 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4 Consumo das Famílias Consumo do Governo Formação Bruta de Capital Fixo  DEMANDA INTERNA  O Consumo das famílias apresentou recuo de 1,3%. Esses resultados são advindos da perda de confiança do consumidor sobre a situação atual da economia e de suas expectativas de perda no poder de compra.  O Consumo do Governo contraiu 2,9% em virtude dos cortes justificados pelo período de ajuste fiscal.  A Formação Bruta de Capital Fixo registrou sua sétima retração consecutiva com variação de – 4,9% no quarto trimestre de 2015 com relação ao trimestre imediatamente anterior. A queda das importações de bens de capital e a queda na produção industrial na construção civil e na indústria de transformação são os principais fatores que geraram esse resultado. PRÓXIMO
  9. 9. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas Evolução da Demanda Agregada (continuação) (ÌNDICE: 2010 = 100) 220 230 240 250 260 270 280 290 300 2011.1 2011.2 2011.3 2011.4 2012.1 2012.2 2012.3 2012.4 2013.1 2013.2 2013.3 2013.4 2014.1 2014.2 2014.3 2014.4 2015.1 2015.2 2015.3 2015.4 Exportações Importações  POUPANÇA EXTERNA  Comparando o quarto trimestre de 2015 ao trimestre imediatamente anterior, houve expansão nas exportações (5,7%) e queda nas importações de (1,2%). Esses resultados estão dentro do esperado, dada a depreciação cambial de 51% a.a. ao longo de 2015. VOLTAR
  10. 10. Material de responsabilidade do Observatório de Políticas Econômicas  www.fdc.org.br  Campus Aloysio Faria Av. Princesa Diana, 760 Alphaville Lagoa dos Ingleses 34000-000 – Nova Lima (MG) Campus Belo Horizonte Rua Bernardo Guimarães, 3.071 Santo Agostinho 30140-083 – Belo Horizonte (MG) Campus São Paulo Av. Dr. Cardoso de Melo, 1.184 Vila Olímpia – 15º andar 04548-004 – São Paulo (SP) Campus Rio de Janeiro Av. Afranio de Melo Franco, 290 2º andar – Leblon 22430-060 – Rio de Janeiro (RJ) atendimento@fdc.org.br 0800 941 9200 Associados em todo Brasil

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