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Imp 753

  1. 1. PLANO DA PROPOSTA DE AÇÃO DE FORMAÇÃOEstes dados destinam-se a possibilitar a apresentação de uma proposta de formação junto doConselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (CCPFC). É obrigatório o preenchimento detodos os campos.Acreditação X Reacreditação: CCPFC/ACC - 1. DESIGNAÇÃO DA AÇÃO DE FORMAÇÃODa informação ao Saber: Literacia da Informação, Biblioteca Escolar e Currículo 2. FORMADOR(ES) Maria de Fátima Bastos Rocha Tm/Tel: 962690669 BI: 8098833 CCPFC/RFO: 23639/08 E – mail: mfatima.rocha@hotmail.com Nome: Tm/Tel: BI: CCPFC/RFO: E – mail: 3. ESPECIALISTA/CONSULTOR Nome: Isabel Maria G. B. Silva Mendinhos Tm/Tel: BI: 203694 CCPFC/RFO: 23630/08 E – mail: isabelmendinhos@gmail.com 4. AÇÃO Designação: Área: A B C X D Domínio: Modalidade: Curso Módulo Seminário Estágio Projeto Oficina X Círculo de Estudos Nº de horas presenciais: 25 Nº total de horas: 50 Imp. 753.2 – PPAF, rev1
  2. 2. PLANO DA PROPOSTA DE AÇÃO DE FORMAÇÃO 1. AÇÃO Designação: Área: A B C X D Domínio: Modalidade: Curso Módulo Seminário Estágio Projeto Oficina X Círculo de Estudos Nº de horas presenciais: 25 Nº total de horas: 50 2. DESTINATÁRIOS DA AÇÃO Grupos de recrutamento: Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário Esta ação deverá relevar para efeitos de aplicação do despacho 16794, de 3 de A gosto (50% de créditos na área de formação adequada)? Sim X Não X Em caso afirmativo, para que grupos de recrutamento? 3. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO E SUA INSERÇÃO NO PLANO DE ACTIVIDADES DO CENTRO DE FORMAÇÃO A relevância que a literacia da informação assume hoje em dia na promoção do sucesso educativo justificaque o desenvolvimento dessas competências, em articulação com o currículo, sejam trabalhadas, esperando-sedas bibliotecas escolares um papel dinamizador e catalisador desse processo.Imp. 753.2 – PPAF, rev1
  3. 3. PLANO DA PROPOSTA DE AÇÃO DE FORMAÇÃO 4. OBJECTIVOS A ATINGIR (Curso, Módulo ou Seminário) EFEITOS A PRODUZIR (Estágio, Projeto, Oficina de Formação ou Círculo de Estudos)- Consciencializar os professores para a importância do desenvolvimento de competências na área da literacia dainformação, como promotoras do sucesso educativo e essenciais à aprendizagem ao longo da vida.- Promover práticas colaborativas entre a biblioteca escolar e as diferentes áreas curriculares.- Dotar os professores dos instrumentos e das técnicas necessárias para o trabalho na área da literacia dainformação. 5. CONTEÚDOS DA AÇÃO (Discriminando, na medida do possível, o número de horas de formação relativo a cada componente) a) A Literacia da Informação (2 horas) - Conceito - A literacia e o sucesso educativo - A literacia e a aprendizagem ao longo da vida b) Modelos de Desenvolvimento de Competências em Literacia da Informação (2 horas) - Modelos usados internacionalmente (Big6, PLUS, EXIT, ...) - Projeto "Da Informação ao Saber" e guião "Como Fazer um Trabalho" c) Etapas de um Trabalho Colaborativo (BE/Currículo) (24 horas) - Conceção do projeto (definição de objetivos, estratégias e critérios de avaliação) - Localização da informação necessária (consulta de bases de dados; conhecimentos básicos da organização de uma biblioteca escolar, ...) - Seleção de documentos (avaliação de páginas web, construção de um boletim bibliográfico, ...) - Recolha da informação (trabalho com processador de texto, imagem e som, criação de portfólios de informação) - Tratamento da informação (técnicas de transposição da informação para a linguagem própria; utilização deferramentas do Office) - Produção / Apresentação de trabalhos finais (utilização de ferramentas do Office e outras, técnicas de apresentaçãooral). - Avaliação (construção de instrumentos de avaliação) d) Elaboração do Projeto de uma Unidade Letiva em Colaboração (2 horas) Imp. 753.2 – PPAF, rev1
  4. 4. PLANO DA PROPOSTA DE AÇÃO DE FORMAÇÃO 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA AÇÃO A oficina de formação constará de: - Sessões Presenciais teóricas - Sessões presenciais teórico-práticas - Sessões presenciais práticas - Sessões em plataforma Moodle Em relação a todos os conteúdos, estão previstas sessões presenciais e sessões online. Ao conteúdo c) reservar-se-á uma componente presencial maior, de forma a permitir acompanhar os professores emaspetos práticos do trabalho, nomeadamente no recurso a ferramentas do Office e outras, úteis para os objetivospretendidos. As sessões acompanhadas à distância desenvolvem-se em torno de guiões que orientarão as atividades dos formandos e publicações dos trabalhos da ação na plataforma a utilizar. 7. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Os formandos serão avaliados quantitativamente numa escala de 1 a 10 a valores, de acordo com os critérios definidospela Comissão Pedagógica do Centro. Na componente de trabalho autónomo, será tido em consta especificamente: - O nível de participação dos formandos nos debates desenvolvidos nos fóruns de discussão. - O portfólio do qual constarão pequenos trabalhos elaborados ao longo da oficina e o projeto de uma unidade letivaem colaboração. 8. REGIME DE AVALIAÇÃO DA AÇÃOAvaliação Interna: a avaliação da ação terá dois momentos, um inicial e outro final, baseada na resposta a questionáriosapresentados aos formandos.Avaliação Externa: a ação será avaliada por um especialista na temática desta Oficina, sobre o relatório produzido peloformador de acordo com o ponto 6.2 do Regulamento para Acreditação e Creditação de Ações de Formação na modalidadede Oficina de Formação.Imp. 753.2 – PPAF, rev1
  5. 5. PLANO DA PROPOSTA DE AÇÃO DE FORMAÇÃO 9. BIBLIOGRAFIA BARROSO, Cristina (Coord.) (1998) Que posso fazer da biblioteca da escola? Ficheiro para a autonomia dos utiliza dores . Lisboa. Ministério da Educação. BRÁS, Maria Helena Bandeira (1998) Instalações e organização do espaço, Lisboa: Ministério da Educação. Departamento de Avaliação, Prospectiva e Planeamento. CALlXTO, José António (1996) A Biblioteca Escolar e a Sociedade de Informação. Lisboa: Caminho. CANÁRIO, Rui (e outros) (1994) Mediatecas Escolares - Génese e Desenvolvimento de uma Inovação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. CANÁRIO, R (1999) "Inovação: Uma relação entre o centro e a periferia". tn NÓVOA (coord.), As organizações escolares em análise. Lisboa: Publicações D. Quixote CHAPRON, Françoise, (2003) « Lévolution de la place de Iinformation-documentation dans Ienseignement dans Ienseignement scolaire». http://www.ccr.jussieu.fr/urfistlAssises/Ass-Chapron.htm [acedido em 5/06/20051 DURPAIRE, Jean Louis (2004)« Les politiques documentaires des établissementsscolaires. Rapport à Monsieur le Ministre de lÉducationNational». Paris: Ministêre de lÉducation Nationale delEnseignement Supérieur et de la Recherche. http://w.NW.ladocumentationfrancaise.fr/brp/notices/044000279. shtml [acedido em 5/06/20051 FONDIN, Hubert (1992) Profession Enseignant. Rechercher et Traiter llnformation. Paris: Hachette Éducation, GASPAR, Teresa (org.) (2004) Saberes Básicos de Todos os Cidadãos no séc. XXI. Conselho Nacional de Educação. Lisboa: Ministério da Educação. IFLA. (2002) "School Libraries Guidellines" [página Web] http://www.i:tla.orgfVIIlsll/pubslsguide02.pdf [acedido em 5/06/2005] LE ROux, Loíc, (2005) « Pratiques, réseaux et territoires : les professeurs documentalistes aux confluences des mutations » http://archivesic.ccsd.cnrs.fr/documents/archivesO/00/00/10/78/sic0000107806/sic00001078.html# ftn 1 [Acedido em 5/06/05] MAGALHÃES, Ana Maria (1998) A biblioteca da escola e o prazer de ler. Lisboa: Ministério da Educação. Manifesto das bibliotecas Escolares da UNESCO (2000), Haia: IFLA. [Traduzido e publicado pelo Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares]. http://wvvw.dapp.min-edu.ptlrbe/[Acedido a 5/06/05] PIERLOT, Jacqueline Bayard; BlRGLIN, Marie José (1994) Clés Pour Le CDI.Par Paris: Hachette Éducation. PIERLOT, Jacqueline Bayard; BlRGLIN, Marie José (1991). Le CDI au creur du Project Pédagogigue. Paris: Hachette Éducation. ROLDÃO, Maria do Céu (2003) Gestão do currículo e avaliação de competências. Lisboa: Editorial Presença.Imp. 753.2 – PPAF, rev1

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