Cadastro Nacional de Fornecedores Governamentais                             Ano III nº 11                                ...
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EXPEDIENTE                                                              PREZADO LEITORDiretor ExecutivoEly Ramos          ...
NESTA EDIÇÃO       4G                                           06:12 AM      6 INFORMATIVO       BNDS vai financiar redes...
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Concorrência                                      Tomada de Preços                                 ConviteA concorrência é...
Dicas de LicitaçãoConcursoO concurso é a modalidade de licitação entre quais-quer interessados para escolha de trabalho té...
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Pavimentação AsfálticaO retorno da construção de estradas em concretopelas Concessionárias do País                        ...
Todavia, vale ressaltar que as opiniões de especialistas no         RFG - Fale-nos um pouco sobre o produto CBUQ utilizado...
FAÇA PARTE DO MAIOR CADASTRO NACIONAL DE                      FORNECEDORES GOVERNAMENTAIS                                 ...
FORNECEDORESADUBOS E FERTILIZANTES                     Ariná Distribuidora de Bebidas Ltda ME    ALIMENTAÇÃOREFEIÇ/BUFFET ...
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AR CONDICIONADO                                 A EMPRESA                                 A A.Dias ar condicionado chega à...
FORNECEDORESVisus Sistemas de Automação Ltda                   BIOTECNOLOGIA                               CIMENTO        ...
FORNECEDORES   Indústria de Postes Indaial Ltda             Vision Camisetas Personalizadas Ltda       Texel Construção Ci...
2011       Fornecedores Governamentais I   27
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RevistaFornecedores Governamentais 11

  1. 1. Cadastro Nacional de Fornecedores Governamentais Ano III nº 11 WWW.FORNECEDORESGOVERNAMENTAIS.COM.BR REVISTA GOVERNAMENTAIS F O N E C E D O R E S PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA O retorno da construção de estradas em concreto SINALIZAÇÃO VIÁRIA Entenda as três modalidades DICAS DE LICITAÇÃO Da concorrência ao pregão INFORMATIVO Iluminação Pública LEDE MAIS Água tratamento Iluminação Limpeza Pública Saneamento e Uniformes Profissionais 1 Fornecedores Governamentais I
  2. 2. 2 Fornecedores Governamentais
  3. 3. EXPEDIENTE PREZADO LEITORDiretor ExecutivoEly Ramos Os profissionais da Fornecedores Governamentais,ely@fornecedoresgovernamentais.com.br trabalham comprometidos na busca de um objetivo comum, levar ao conhecimento dos leitores, informa-Diretor ComercialSergio de Freitas ções relevantes ao mercado de produtos e serviços.freitas@fornecedoresgovernamentais.com.br A revista reuni informações cadastrais com uma listaDepartamento ComercialExcecutivo de contas - José Aparecido completa no formato classificado de A á Z, de máqui-cido@fornecedoresgovernamentais.com.br nas, produtos e serviços fornecidos por um grande nú-Supervisão Administrativa Financeira mero de importantes empresas acostumadas a venderRamily Mateó para os Orgãos Públicos, além de matérias informati-ramily@fornecedoresgovernamentais.com.br vas sobre fornecedores anunciantes.Arte e Criaçãosac@novaerahost.com.br Nosso objetivo é divulgar produtos e serviços e alavan- car negócios para novos e efetivos fornecedores, paraA Revista Fornecedores Governamentais - Catálogo Nacional é um veí-culo dirigido aos ORGÃOS de ADMINISTRAÇÃO PUBLICA MUNICIPAL, tanto acreditamos no sucesso da nossa Revista, e nosESTADUAL e FEDERAL, mostrando informações sobre produtos, servi- eficazes meios eletrônicos e impressos.ços e tecnologias.A Revista Fornecedores Governamentais – Catálogo Nacional é distribu-ída nominalmente e gratuitamente para os departamentos de compras, E é com essa visão que, mês a mês, nossas equipesdiretores de licitações e compras, Secretários de (Obras, Habitação,Saúde, Transporte, Administração, Saneamento e Etc.), Autarquias e se empenham em produzir com excelência nossosprestadores de serviços para administração pública. produtos na Fornecedores Governamentais, a cada Para anunciar ligue: (11) 4112-2680 Revista, a cada módulo no Portal e a cada informação diagramada.BrasiliaLinkey Representações (61) 3202-4705 A Fornecedores Governamentais se posiciona, comoRio de Janeiro uma empresa de comunicação, servindo a importan-GRP Representações (21) 2524-2457 tes setores da economia brasileira através de diferen-Minas Gerais tes tipos de mídia.Midia Provider (31) 3346-5151 Sua estrutura organizacional e modelo de negócios se-Espirito SantoDicape Representações (27) 3229-1986 guem em linha com os maiores grupos internacionais de Midia.Santa CatarinaComtato Negócios (48 ) 9986-7640 A Fornecedores Governamentais, produz e distribuiRio Grande do Sul conteúdo de alto valor agregado para audiências pre-Central Reunidas de Representações (51) 3336-2412 viamente qualificadas, integrando comunidades de ne-A Revista Fornecedores Governamentais é uma publicação trimestral gócios (compradores e vendedores) do Portal Fornecedores GovernamentaisRua Capricho, 694 Vila Gustavo CEP: 02254-000 São Paulo - SP www.fornecedoresgovernamentais.com.br TEL 11 2803-5776 Ely Ramos Filiado a Federação Nacional de Imprensa Fornecedores Governamentais I 3
  4. 4. NESTA EDIÇÃO 4G 06:12 AM 6 INFORMATIVO BNDS vai financiar redes de telefonia 4G 7 DICAS DE LICITAÇÃO Modalidades de licitação - da concorrência ao leilão 12 SINALIZAÇÃO VIÁRIA Entenda as 3 modalidades 14 NEWS Iluminação Pública LED 18 PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA O retorno da construção das estradas em concreto25 58 CLASSIFICADOS 25 Ambulâncias 44 Implementos Rodoviários 52 Medicamentos 29 Brinquedos Educativos 44 Informática 52 Mobiliário Urnbano 32 Controle de Pragas 46 Isolamentos Térmicos 55 Produtos Quimicos 36 Energia 49 Luminárias 57 Sinalização 38 Esteiras Transportadoras 50 Marketing Politico 61 Topografia 42 Iluminação Pública 50 Material escolar 62 Tubos e Conexões
  5. 5. Fornecedor em Destaque SULMACROA Empresa Sulmacro Comércio de Lixeiras Ltda, foi fundada em 04 de Abril de 1993, atua no ramo de; Lixeiras plásticas, carri-nhos para coleta de lixo, carrinhos indústriais, suportes para lixeiras e outros, atendemos os estados do Paraná, Santa Catarinae Rio Grande do Sul, atraves de vendedores próprios, com demonstração dos produtos, e outros estados atendemos via tele-fone/internet, a atuação da Sulmacro é voltada ao meio ambiente, com produtos desenvolvidos para uma boa coleta e varrição.É uma empresa especializada na produção de utensílios personalizados para armazenamento e coleta de lixo e soluções paraa área industrial. ( RECICLAR É PRESERVAR) www.sulmacro.com.br sulmacro@sulmacro.com.br (49) 3323-5657 Av Imperatriz Leopoldina, 153 E CEP 89808-060 Chapecó - SC 5 Prefeito aqui você encontra a mais completa linha de equipamentos para varrição e coleta de lixo na sua cidade !
  6. 6. InformativoBNDES VAI FINANCIAR EMPRESAS QUE INVESTIREM EM TECNOLOGIA NACIONAL PARA REDES DE TELEFONIA 4GPelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agência Nacional de Te-lecomunicações (Anatel), as empresas que vencerem a licitação das faixas desti-nadas à telefonia 4G deverão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricadosno país em suas redes entre 2012 e 2014 O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que o Nos dois anos seguintes, o percentual dos investimentos em aqui-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BN- sição de bens e produtos com tecnologia nacional passa paraDES) tem linhas de financiamento para atender à demanda do 65% e, entre 2017 e 2022, para 70%.edital de licitação para redes de telefonia 4G, que prevê per-centuais mínimos de tecnologia nacional. Bernardo reuniu-se A exigência de conteúdo nacional foi questionada recentemen-com o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, para tratar dofinanciamento para a indústria nacional. te na Organização Mundial do Comércio (OMC) pelos Estados“Estamos exigindo conteúdo nacional, com certeza muitas em- Unidos e pela União Europeia. O ministro disse que as respostaspresas vão ter interesse, tem algumas ampliando ou se insta- formais já foram enviadas ao órgão, via Itamaraty, e que o gover-lando aqui, e nós precisamos de financiamento para a indús- no não pensa em mudar essa regra do edital. “A Anatel recebeutria”, disse Paulo Bernardo. Segundo o ministro, o BNDES já alguns pedidos pontuais e está avaliando, não sei se vai mudarrecebeu alguns pedidos da indústria e irá “apoiar fortemente” uma ou outra coisa, mas o essencial não vai mudar nada”, disseo processo. o ministro.Pelas regras do leilão, aprovadas no mês passado pela Agên- Algumas empresas apresentaram à Anatel sugestões de mudan-cia Nacional de Telecomunicações (Anatel), as empresas quevencerem a licitação das faixas destinadas à telefonia 4G de- ças e pedidos de impugnação de itens do edital do leilão de 4G,verão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados no previsto para o segundo semestre. O Conselho Diretor da agênciapaís em suas redes entre 2012 e 2014. tem até 5 de junho para dar a resposta ao pedido das operadoras.6 Fornecedores Governamentais
  7. 7. INTERNET 4G PARA O BRASIL E DEFINITIVAMENTE PELO BRASIL. Governo e Anatel não devem alterar edital deEsse parece ser o lema do ministério das Comunicações para a leilão 4Gimplantação do novo serviço no país. Segundo informações de O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e o presiden-sites especializados, a pasta presidida pelo ministro Paulo Ber- te da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Joãonardo, fez mais um pronunciamento, em favor do fomento às tec- Rezende, disseram em Curitiba, que o governo brasileiro vainologias nacionais para o desenvolvimento do novo sistema de dialogar com a União Europeia, o Japão e os Estados Unidos,comunicações. países que questionam a obrigatoriedade de tecnologia nacio-Desta vez, Bernardo confirmou a participação do Banco Nacional nal no leilão da quarta geração de telefonia móvel (4G), masde Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a conces- que pretende manter as condições já expressas no edital. “Nãosão de crédito às organizações interessadas em instalar as novas pretendemos mudar nada porque estamos convencidos delinhas de conexão. que está correto, queremos ter emprego, queremos ter a nossaA afirmação do ministro é mais uma resposta ao questionamento indústria funcionando de forma competitiva”, disse Bernardo.das empresas de comunicação internacionais, americanas e eu-ropeias - que na semana passada apresentadaram à Agência Na-cional de Telecomunicações (Anatel), solicitações para mudanças O edital estipula que as empresas vencedoras devem utilizar,nas exigências do edital. tanto na implantação do celular de quarta geração quanto naA previsão é de que a estrutura no documento de licitação na internet rural, 50% de produtos fabricados no Brasil, ainda quemude, diante de mais essa iniciativa do ministério, e que o Con- a tecnologia seja estrangeira, e que outros 10% sejam fruto deselho Diretor dê uma resposta aos pedidos das operadoras até o tecnologia desenvolvida no Brasil. Segundo o ministro, issodia 5 de junho, apenas alguns dias antes para a votação do edital. garante a competitividade nacional. “Os países mais desenvol- vidos, a Europa, os Estados Unidos, por causa da crise, desva-ATÉ A COPA lorizam as suas moedas e com isso ganham competitividadeSegundo o governo, que leiloará as faixas de frequência para a artificial”, analisou. “Os produtos chegam mais baratos aqui emtecnologia em junho, a meta é ter o 4G, ao menos nas cidades- relação aos que são produzidos no Brasil.”-sede da Copa do Mundo, até o ano do avento: 2014.Relatório da empresa de pesquisa em tecnologia Pyramid indica O presidente da Anatel também insistiu na legalidade das exi-que o Brasil terá mais de 18 milhões usuários do sistema LTE até o gências do leilão. “Nós entendemos que como se trata de umfinal de 2015, apesar do ceticismo de algumas operadoras quanto bem público, que é a radiofrequência que está sendo leiloada,à capacidade do país para implementar essa tecnologia. não estamos ferindo nenhuma regra da Organização Mundial do Comércio”, reforçou. Rezende disse que o Ministério dasEstudo divulgado pela GSA Association aponta que as implanta- Comunicações e a Anatel, juntamente com o Ministério da In-ções comerciais das redes LTE – tecnologia do 4G – em 2011, dústria e Comércio e o Itamaraty, vão responder a todos osquase dobraram no mundo frente o ano anterior, passando de 15 questionamentos. “Mas a intenção nossa é manter essas con-para 29. dições do edital”, ressalvou.Segundo a pesquisa da GSA, Evolution to LTE, são 285 operado-ras que já têm planos ou estudos em andamento para implanta- Paulo Bernardo e João Rezende estiveram em Curitiba partici-ção de redes com a tecnologia de conexão. pando de uma reunião da Associação de Emissoras de Radio-A previsão da GSA Association é que ao final de 2012, sejam 119 difusão do Paraná. Bernardo anunciou que, no início de julho,redes comerciais em 50 países.] deve começar a discussão pública sobre a implantação do rá-No Brasil, o 4G já está operando pela Sky em Brasília, apenas para dio digital no País. “Pensamos em definir o modelo no segundocomunicação de dados por modem. semestre”, disse. Em razão das alterações que serão necessá-Enquanto o leilão não chega, as operadoras têm se voltado para rias, tanto nas emissoras quanto na troca de rádios pessoais,o HSPA+, ou 3G+, que garante uma velocidade até três vezes ele avalia que levará no mínimo quatro anos para a implantaçãomaior que a 3G. do novo modelo.
  8. 8. Dicas de Licitação MODALIDADES DE LICITAÇÃO DA CONCORRÊNCIA AO PREGÃOA licitação é o procedimento administrativo através do qual aAdministração Pública seleciona a proposta que oferece maisvantagens para o contrato de seu interesse.É um procedimento Obriga-se a utilização da concorrência para o caso de valoresrigorosamente determinado a que o Poder Público se submete, mais elevados. A tomada de preços e o leilão são previstos paraestando previsto na Constituição e em legislação infra-consti- negócios de vulto médio, enquanto o convite se destina a negó-tucional, que se desenvolve na idéia de competição isonômica cios de modesta significação econômica. A lei prevê que a Admi-entre os interessados em contratar. nistração pode optar pela modalidade de valor mais elevado, aoNão se pode, pois, no estudo e aplicação do Direito Adminis- invés da correspondente ao respectivo patamar de valor, sendotrativo, prescindir da análise do procedimento licitatório, que vedada, contudo, a utilização de modalidade correspondente ainspira festejados doutrinadores em suas obras, bem como valor inferior.fascina estudiosos interessados em tal assunto. Essas espécies licitatórias, com exceção do convite, dependemA partir da análise da licitação enquanto meio para a efetivação de publicação de aviso, contendo um resumo do edital com indi-de contratações na Administração Pública, proceder-se-á a um cação do local onde os interessados podem obter o texto comple-detalhamento acerca das diversas modalidades de licitação, to, bem como todas as informações acerca do certame. No casoisto é, analisar-se-ão minuciosamente, à luz crítica do direito do convite, a divulgação é feita por carta, seguida de afixação depositivo, as diversas espécies de certames licitatórios e suas cópia do instrumento convocatório em local apropriado. No âm-características essenciais. bito do Estado de Pernambuco, no entanto, a legislação prevê a publicação do aviso de convite, exigência que não é feita pela LeiTal estudo será ainda mais aprofundado tendo em vista a cria- 8.666/93.ção, através da Medida Provisória n.º 2.026, de 04 de maiode 2000, de uma nova modalidade de licitação, denominada Transcorrem prazos mínimos, fixados na Lei de Licitações e Con- tratos Públicos, entre a divulgação e a apresentação das propos-“pregão”, que dinamiza o procedimento licitatório, invertendo tas ou a realização do evento. Esses prazos variam dependendoas fases de julgamento e habilitação, mas que por outro lado da modalidade adotada para o certame. Contam-se a partir daenseja muita polêmica entre doutrinadores e aplicadores do di- data da última publicação do edital resumido ou da expedição doreito, que alegam vícios de ilegalidade e inconstitucionalidade convite. Caso sejam feitas alterações no edital, haverá nova divul-em tal medida provisória. gação e, se afetarem a formulação de propostas, recomeça-se a contar o prazo.As diversas modalidades de licitação previstas na Lei n.º8.666/93 Esses prazos previstos em lei representam o mínimo a ser res-As modalidades de licitação têm características próprias, des- peitado, nada obstando que a Administração, verificando a com-tinando-se a determinados tipos de contratação. A licitação é o plexidade do objeto da licitação ou outros fatores, dilate essesgênero, do qual as modalidades são as espécies(3). Desta for- prazos mínimos, possibilitando uma efetiva participação dos in-ma, possível é aplicar a essas espécies os preceitos genéricos teressados.da licitação, enquanto os específicos regem cada modalidadeem particular. A Medida Provisória n.º 2.026, editada em 04 de maio de 2000 eAs três primeiras espécies previstas (concorrência, tomada regulamentada pelo Decreto n.º 3.555, de 08 de agosto de 2000,de preços e convite) são, sem dúvida, as mais importantes(4). instituiu, no âmbito da Administração Federal, uma nova moda-Dependem, em regra geral, do valor que a Administração irá lidade de licitação, o pregão, destinado à aquisição de bens epresumivelmente dispender com a relação jurídica sucedânea, serviços comuns, qualquer que seja o valor da contratação, emou seja, a partir dos patamares de valor estabelecidos em lei, que a disputa pelo fornecimento é feita por meio de propostas ecorresponderão as distintas modalidades. lances, em sessão pública.8 Fornecedores Governamentais
  9. 9. Concorrência Tomada de Preços ConviteA concorrência é a modalidade de licitação Conforme prevê o Estatuto das Licitações e O convite é a modalidade de licitação en-que se realiza, com ampla publicidade, para tre, no mínimo, três interessados do ramo Contratações Públicas, a tomada de preçosassegurar a participação de quaisquer inte- pertinente a seu objeto, cadastrados ouressados que preencham os requisitos pre- é a modalidade de licitação realizada entre não, escolhidos e convidados pela unidadevistos no edital convocatório. interessados previamente cadastrados ou administrativa. Podem também participar que preencham os requisitos para cadas- aqueles que, mesmo não sendo convida-Configura-se como a espécie apropriada para dos, estiverem cadastrados na correspon- tramento até o terceiro dia anterior à dataos contratos de grande vulto, grande valor, dente especialidade e manifestarem seunão se exigindo registro prévio ou cadastro do recebimento das propostas, observada interesse com antecedência de 24 horasdos interessados, cumprindo que satisfaçam a necessária qualificação. É a licitação para da apresentação das propostas.as condições prescritas em edital, que deve contratos de valor estimado imediatamenteser publicado com, no mínimo, trinta dias de O convite é, dentre todas as modalidades inferior ao estabelecido para a concorrência.intervalo entre a publicação e o recebimento de licitação, a mais simples, sendo ade-das propostas. Caso seja adotado um certa- De modo sensível, a lei alterou a configura- quada a pequenas contratações, cujo ob-me de acordo com os tipos, como os de me- jeto não contenha maiores complexidades,nor preço, técnica e preço e melhor técnica, ção da tomada de preços. Sob o Decreto- ou seja de pequeno valor. É a única modali-esse intervalo mínimo é dilatado para quaren- -Lei n.º 2300, de 1986, somente podiamta e cinco dias. dade de licitação que não exige publicação participar aqueles regularmente inscritos no de edital, já que a convocação é feita porEstimando-se o valor do contrato posterior, a cadastro do órgão licitante. A nova lei deter- escrito, obedecendo a uma antecedênciaconcorrência é a modalidade obrigatória em minou a possibilidade de participação tam- legal de cinco dias úteis, por meio da carta-razão de determinados limites, que por sua -convite. bém dos interessados que atendam às con-vez se sujeitam a revisões periódicas. Con- dições até três dias antes do recebimento Em princípio, o convite deverá contar com,tudo, independentemente do valor, a lei pre-vê que a modalidade concorrência deve ser das propostas, o que tem dado margem a no mínimo, três licitantes qualificados, ouadotada nos seguintes casos: a) compra de controvérsias e disputas infindáveis e, mes- seja, em condições de contratar. O Tribu-bens imóveis; b) alienações de bens imóveis mo, insolúveis, nal de Contas da União já decidiu inclusivepara as quais não tenha sido adotada a mo- que, não se obtendo esse número legal dedalidade leilão; c) concessões de direito real propostas, impõe-se a repetição do ato,de uso, serviço ou obra pública; d) licitações Tem por finalidade tornar a licitação mais convocando-se outros possíveis interes-internacionais. sumária e rápida. O objeto evidente da al- sados, a fim de garantir a legitimidade do teração que a nova lei introduziu foi o de certame.Além desses casos específicos previstos, abrir as portas para um maior número deversa o Estatuto das Licitações e Contratos A abertura de envelopes é feita em ato pú-Públicos que a concorrência é obrigatória licitantes. Entretanto, não resta dúvida que blico, no dia, hora e local especificados naquando, em havendo parcelamento, o valor o procedimento da tomada de preços aca- carta-convite. O julgamento é feito por umadas licitações das parcelas, em conjunto, cor- ba por se tornar tão complexo quanto o da comissão ou servidor designado pela auto-respondam a montante igual ou superior ao concorrência. ridade administrativa.previsto para a modalidade concorrência.Há algumas ressalvas que devem ser feitasem relação aos ditames da lei: admite-se a to-mada de preços nas licitações internacionais,quando o órgão ou entidade licitante possuircadastro internacional de fornecedores, ouaté convite, caso inexista fornecedor no país.Além disso, permite-se que seja realizadoo leilão para a alienação de bens imóveis,quando tenha sido adquirido por dação empagamento ou procedimentos judiciais.Deve-se, portanto, caracterizar a concorrên-cia como uma espécie do gênero licitação.Conforme se constata, está adstrita aos maisdiversos princípios, características e requisi-tos do gênero mais amplo. Fornecedores Governamentais I 9
  10. 10. Dicas de LicitaçãoConcursoO concurso é a modalidade de licitação entre quais-quer interessados para escolha de trabalho técni-co, científico ou artístico, mediante a instituição deprêmio ou remuneração aos vencedores, segundocritérios constantes de edital publicado na imprensaoficial. É comumente utilizado na seleção de proje-tos, onde se busca a melhor técnica, e não o menorpreço.No entender de Hely Lopes Meirelles, o concursoé uma modalidade de licitação de natureza espe-cial, porque, apesar de se reger pelos princípios dapublicidade e da igualdade entre os participantes,objetivando a escolha do melhor trabalho, dispensaas formalidades específicas da concorrência. Leilão O leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer inte-O concurso deve ser anunciado com ampla divulga- ressados para a venda de bens móveis inservíveis para ação pela imprensa oficial e particular, através de edi- Administração ou de produtos legalmente apreendidos outal, publicado com uma antecedência mínima legal penhorados, ou ainda para a alienação de bens imóveisde 45 dias para a realização do evento. A qualifica- cuja aquisição haja derivado de procedimento judicial oução exigida aos participantes será estabelecida por de dação em pagamento.um regulamento próprio do concurso, que conterátambém as diretrizes e a forma de apresentação do Pode-se verificar a ocorrência de dois tipos de leilão, quetrabalho, bem como as condições de realização e são o comum e o administrativo. O leilão comum, que éos prêmios a serem concedidos. privativo do leiloeiro oficial, é regido pela legislação federal pertinente, podendo a Administração estabelecer as con-O julgamento é feito por uma comissão especial, dições específicas. Já o leilão administrativo é feito por ser-integrada por pessoas de reputação ilibada e reco- vidor público.nhecido conhecimento da matéria, sejam ou nãoservidores públicos. Esse julgamento será realizado Antes do leilão, devem os bens ser previamente avaliados,com base nos critérios fixados pelo regulamento do constando no edital o preço mínimo a ser ofertado. Indis-concurso. pensável se faz ainda que o edital descreva os bens, possi- bilitando sua perfeita identificação. Deve, além disso, indi-O pagamento do premio ou da remuneração é con- car o local onde se encontram, possibilitando o exame pordicionado à cessão, por parte do autor do projeto, parte dos interessados. O dia, horário e local do pregãodos direitos a ele relativos, a fim de que a Adminis- são especificados também pelo instrumento convocatório.tração possa utilizá-lo de acordo com o prescrito noregulamento ou no ajuste para sua elaboração. Para o leilão, não se exige qualquer tipo de habilitação pré- via dos licitantes, tendo em vista que a venda é feita à vis-Finaliza-se, portanto, o concurso com a classifi- ta ou em curto prazo. Admite-se, entretanto, a exigência,cação dos trabalhos e o pagamento do prêmio quando o pagamento não for todo à vista, de um depósitoou da remuneração, não sendo conferido qual- percentual do preço, servindo como garantia.quer direito a contrato com a Administração. Já aexecução do projeto escolhido será, de outra for- Os lances no leilão deverão ser verbais, configurando umama, objeto de outra licitação, revestida de outra disputa pública entre os ofertantes, enquanto durar o pre-modalidade(concorrência, tomada de preços ou gão. Aquele que, ao final, oferecer maior lance, de valorconvite), vedada a participação do autor como li- igual ou superior ao avaliado previamente, arremata o ob-citante. jeto da licitação. 10 Fornecedores Governamentais
  11. 11. Pregão eletrônicoO tipo licitatório chamado pregão eletrônico, O fornecedor interessado em participar doé utilizado pelo governo brasileiro para reali- pregão eletrônico deve cadastrar-se porzar contratos administrativos de bens e ser- meio do web site do órgão solicitante. O for-viços comuns, independentemente do valor necedor normalmente recebe uma senha,estimado, foi criada através da lei federal que permite o acesso à opção para certifi-10.520/2002. Esta lei também criou o cha-mado “pregão presencial”, que obrigava os cação da empresa. Após a confirmação dacontendentes a comparecerem à negocia- certificação, o fornecedor está habilitado ação, liderada por um pregoeiro devidamen- participar dos pregões referentes àquelete designado pelo órgão da administração órgão.pública licitante. O pregão eletrônico acontece como numaO pregão eletrônico foi criado visando, ba- sala de bate-papo, onde as propostas sãosicamente, aumentar a quantidade de par- apresentadas pelos concorrentes. Inicia-seticipantes e baratear o processo licitatório. com a fixação da menor proposta. O pre-Na administração pública, o pregão iniciou- goeiro então instiga os concorrentes a fazer-se pela ANATEL (Agência Nacional de Te- lances até que não haja mais propostas. Olecomunicações), em 1998. As agênciasreguladoras possuem autonomia para efe- pregão ocorre como um leilão ao contrá-tuar sua regulamentação nos processos li- rio, onde ganha o fornecedor que oferecercitatórios, desde que não firam os princípios o menor preço pela mercadoria ou serviço.constitucionais. Normalmente, a identidade dos autores dosÉ um método que amplia a disputa licita- lances não é revelada aos demais concor-tória, permitindo a participação de várias rentes.empresas de diversos estados, na medida Em seguida, verifica-se a habilitação da em-em que dispensa a presença dos conten- presa vencedora. Se ela não estiver perfeita-dentes. Se trata de uma modalidade ágil, mente habilitada, a habilitação da segundatransparente e que possibilita uma negocia- colocada é verificada. Ao final da sessão, osção eficaz entre os licitantes.Igualmente tornou mais eficiente e barato o proponentes podem manifestar a intençãoprocesso licitatório, tendo simplificado sig- de interpor recursos, com prazo determina-nificativamente muitas das etapas mais bu- do.rocráticas que tornavam morosa a contrata- Finalmente, a contratação é efetuada após Fonte:ção com a administração pública. a decisão dos recursos interpostos. Portal Fornecedores Governamentais Fornecedores Governamentais I 11
  12. 12. Sinalização ViáriaENTENDA AS TRÊS MODALIDADESA Sinalização de ViáriaTem por objetivo organizar a circulação de pessoas e veículos para a segurança ea fluidez. São designados como os principais tipos: a sinalização vertical, placasapoiadas em postes ou outros dispositivos; a sinalização horizontal, marcas nopavimento; e a sinalização semafórica, indicações luminosas com alternância depassagem. Por Maria Emilia Faria e Guilherme RoqueO Código Brasileiro de Trânsito é uma lei que define atribuições Aos órgãos executivos municipais, assumem a responsabilidadesde diversas autoridades ligadas ao trânsito que passa diretrizes tanto do planejamento, quanto aos projetos, a operação e fiscali-para a engenharia de tráfego, estabelecendo normas de conduta, zação do perímetro urbano e das estradas municipais. Deixandoinfrações e penalidades aos usuários desse sistema. Tem como para a Prefeitura as tarefas de sinalização.base a Constituição do Brasil que respeita a Convenção de Viena Desta forma por sua vez para que os municípios se integrem aoe o Acordo do Mercosul em vigor desde 1998. Sistema Nacional de Trânsito, é preciso que se crie um órgãoSegundo o artigo 1º do CTB (Código de Trânsito Brasileiro): municipal executivo de trânsito para que o mesmo desenvolvaconsidera-se trânsito a utilização das vias por pessoas, veículos atividades de engenharia de tráfego, fiscalização e educação doe animais, de qualquer natureza nas vias terrestres do território trânsito, controle e análise de estatísticas.nacional, abertas à circulação. Lembra o artigo 24°, parágrafo III, do CTB que o governo deve im- Existe uma clara divisão de responsabilidades e parcerias entre plantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivosos órgãos federais, estaduais e municipais. e os equipamentos de controle viário.12 Fornecedores Governamentais
  13. 13. Sinalização Vertical Sinalização Horizontal Semáforos e Planos de Sincronização Sinalização horizontal ou de solo se utiliza de linhas, faixas, marcações, símbolos ou Semáforo (também conhecido popu- legendas, em tipos e cores diversos, colo- larmente como sinal, sinaleira e farol cados no pavimento da via, com a função (português brasileiro) ou sinal luminoso de organizar o fluxo de pedestres ou veícu- (português europeu) ) é um instrumen- los, complementando assim a sinalização to utilizado para controlar o tráfego de vertical. veículos e de pedestres (português bra- sileiro) ou peões (português europeu)Composta por placas verticais com men- nas grandes cidades em quase todo osagens impressas (sinais), fixadas ao lado mundo. Utiliza uma linguagem simples eou suspensas sobre a via com função de por isso de fácil assimilação. É compos-aumentar a segurança, manter o fluxo de to geralmente por três círculos de luzestráfego em ordem, fornecer informações, coloridas. O controle semafórico permiteregulamentos o uso da via, advertir sobre si- alternar o direito de passagem na zonatuações de perigo, indicar direções e pontos de conflito de uma interseção. O cálculode interesse aos usuários. dos tempos no controle são gerados a partir das limitações físicas das vias queNo mercado temos as empresas: se interceptam e dos tempos perdidos noEnsitran Sinalização, hoje considerada controle.uma das maiores empresas de sinalizaçãoviária. No ano de 2009 surge com parce- No mercado temos as empresas: No mercado temos a empresas:ria com a concessionária Rodovia Tiête no Viacril Serviços e Sinalização Ltda, Pre- Nippon Safety.Um novo conceito em si-estado de São Paulo. Além de serem espe- sente no mercado desde 1998 e tem como nalização e controle de fluxo de trânsitocializadas em sinalização vertical, também principal linha de produtos a horizontal de em vias públicas, balanças rodoviárias,oferecem serviços de sinalização horizontal sinalização de trânsito, tachas, tachões e pedágios, sinalização ferroviária e marí-e sinalização semafórica. tartarugas, sendo todos de fabricação pró- tima. pria viabilizando melhores preços. Além dasTrabalha com materiais exigidos pelas nor- rodovias urbanas executam trabalhos demas estabelecidas, como por exemplo, o pintura de estacionamentos, shopping, hi-Postiço de aço para sinalização rodoviária, permercados e condomínios.composto de 2 colunas tubulares, trava detreliça padrão com fornecimento de chum- Eletrorun Sinalização Eletrônica. Nobadores galvonizado a prova de fogo con- mercado desde 1967, consorciou-se com aforme normas NBR 6323 e 7400 da ABNT. CONTRANSIN em maio de 1995, em busca de evolução tecnológica, fazem sinalizaçãoSemi- Póstico de aço para sinalização rodo- horizontal e engenharia viária. Seus produ-viária, composto de 1 coluna tubular de uma tos são testados e tem aprovação dos pa-seção e braço em forma de treliça no padrão drões ABNT e INMETRO.dimensionados de acordo com as normasABNT (NBR 14.428, 14.429,8.800 e 61.263) MTS Sinalização Viária. Empresa pau-com fornecimento de chumbadores. lista especializada na sinalização rodoviá- ria e urbana, constituída em 2001. AtendeAs placas são fabricadas em aço galvaniza- empresas como DER’S e Prefeituras alémdo, alumínio ou fibra de vidro conforme nor- de empresas de concessionárias e de en-mas ABNT, DER e ARTESP . genharia de obras rodoviárias e urbanas. Utiliza materiais de Elastoplásticos à baseMeng Engenharia Com. e Indústria Ltda. de poliuretano,permitindo alta visibilidade Verde - indica que o cruzamento está li-Trabalha com produtos modernos, todos de- em estradas, conservação da cor e alta re- vre para passagem;senvolvidos pela empresa e realizados com sistência.moderna tecnologia a fim de proporcionar Amarela - indica que a passagem estáa eficiência dos seus produtos. Fabricam Renotran Sinalização Viária. Tem como prestes a ser fechada (em geral só se usavários tipos de coluna e braços para sus- linha de produtos, tachas, tachão, calotas e para tráfego de veículos)tentação de placas de sinalização viária de placas. Prestam serviços de pintura a frio eregulamentação, advertência e indicação, base d’água, sinalização extrusado a quen- Vermelha - indica que a passagem pelograde de proteção para pedestres, pórticos te. Presentes no mercado viário desde o cruzamento está momentaneamente im-e painéis balizadores. ano de 2000. pedida. Fornecedores Governamentais I 13
  14. 14. NewsILUMINAÇÃO PÚBLICA LEDNos últimos anos temos visto grandes mudan- Até pouco tempo atrás, a maneira mais tradicional de seças no campo da iluminação por conta dos avan- iluminar grandes ambientes, considerando neste casoços realizados no desenvolvimento dos LEDs, não apenas ruas e estradas, mas também, por exem- plo, monumentos públicos ou grandes edifícios, era aprincipalmente nas possibilidades de aplicação aplicação de lâmpadas de vapor de descarga em altade diferentes equipamentos para a geração de pressão. Contudo, a indústria da iluminação trilha novosluz. Não apenas os produtos para iluminação caminhos e as cidades já começaram a viver uma novapontual sofreram mudanças, como luminárias era.residenciais e as LampLEDs, mas também as Por isso, convido você a conhecer as quatro vantagenssoluções para projetos de grande porte. Entre mais promissoras da utilização dos LEDs para na ilu- minação pública. Novo conceito de iluminação externaos melhores exemplos dessa nova realidade para ruas, avenidas, praças, estacionamentos e túneis,está o da iluminação pública, que quando feita a linha LED Luminária Pública, emite luz constante ecom o uso de diodos emissores de luz gera uma uniforme, proporcionando ambientes mais seguros esérie de vantagens. agradáveis.A lâmpada é desenvolvida em liga de alumínio e os LEDs de alta potência garantemdurabilidade e eficiência energética, pois geram economia superior a 50% em relaçãoàs tradicionais luminárias de descarga. Sem falar na segurança, pois as lumináriasde LED preservam o ambiente da presença do mercúrio, contido nas lâmpadas tradi-cionais.14 Fornecedores Governamentais
  15. 15. Economia SegurançaSabe-se que atualmente o maior gasto dos municípios Os LEDs na iluminação pública geram mais confortocom iluminação é gerado por instalações em áreas públi- visual, contribuindo para que os indivíduos possamcas, como ruas e praças. Por esta razão, é importante que ter um desempenho visual melhor do que aconteceos gestores públicos reflitam sobre a melhor forma de re- no ambiente. Outro ponto de destaque é que comalizar seus investimentos visando resultados positivos em esse tipo de tecnologia podemos obter altos índi-curto, médio e logo prazo. ces de reprodução de cor (IRC), ou seja, mesmo de noite a iluminação é muito mais completa.Um exemplo disso é alcançado pela comparação entre Em ruas e avenidas, principalmente em horas deum projeto feito com 200 lâmpadas de vapor de mercúrio pouco movimento, esse fator pode ser decisivosubstituídas por luminárias de LED. Apenas esta alteração para que se evitem assaltos, atropelamentos oué capaz de gerar uma economia de, aproximadamente, outros acidentes nas vias públicas.30 megawatts anuais. Isto representa um grande benefíciopara a cidade, cujo dinheiro pode ser usado para supriroutras demandas da população.SustentabilidadeAntes uma utopia, agora uma necessidade. Cadavez mais a sustentabilidade é um item consideradofundamental, tanto pelas empresas como pela ini-ciativa pública, na hora da escolha por projetos deiluminação.Uma luminária com tecnologia dos diodos emissoresde luz é capaz de evitar a emissão de 0,4 toneladasde dióxido de carbono na atmosfera.Multiplique isso por milhares de pontos de luz em Os modelos ultilizados são Praça, indicado parauma cidade e chegará a um montante significativo uso em praças, parques e condomínios, tem po-de gases que deixam de poluir nosso planeta. tência de 30W; Rua, para utilização em avenidas, estradas, estacionamentos e parques, tem po- Ainda sobre esse tema, sabe-se que a iluminação tência de 180W; e o modelo Túnel, com potênciapública é responsável por 25% das emissões de de 123W e que pode ser instalado em túneis,CO2 e que, por isso, a opção dos LEDs se mostra galpões e grandes áreas cobertas. Todas sãonão apenas a mais barata, mas a que menos agride acompanhadas por seu respectivo poste de ferroo meio-ambiente. com aço galvanizado.Manutenção As luminárias têm índice de proteção IP66, istoUma instalação de LED em qualquer ambiente re- é, são totalmente protegidas contra penetraçãoquer muito menos manutenção, já que sua vida útil de pó e jatos de água com pressão de 1 bar a 3é muito maior que a das lâmpadas de vapor de mer- metros. Também apresentam índice de reprodu-cúrio, por exemplo. ção de cor (IRC) superior a 80, e temperatura de cor de 5000K. Funciona diretamente na rede elé-Ainda que se gaste mais em um primeiro momento trica com tensão de 220V e têm durabilidade deno aporte para a aquisição dos equipamentos, este até 50 mil horas, aliando fácil instalação e baixocusto logo se paga em médio e longo prazo. custo de manutenção. Fornecedores Governamentais I 15
  16. 16. NewsUso de LEDs na iluminação pública ainda não é predominante no BrasilO Brasil continua atrasado em relação a outros países no que se Apesar de ainda ter um preço inicial de aquisição superior às LVS,refere à implementação de políticas públicas na área da conserva- é necessário considerar que os LEDs possuem um baixo custo deção e eficiência energética. manutenção, visto que seriam substituídos a cada 12 anos (conside- rando o uso em média de 11 a 12 horas ao dia, com tempo de vida deVerificam-se perdas importantes na transmissão elétrica, relatadas 50.000 horas), e baixo consumo de energia, o que levaria ao longo depor comissão especial do Tribunal de Contas da União (TCU), da sua vida útil a um custo menor que o das LVS.ordem de 17% (enquanto na Europa e EUA este valor é em tornode 5%), com o uso ineficiente dos chuveiros elétricos (atendem Outros benefícios podem ainda ser destacados, como a não emissãomais de 80% dos domicílios), que representam 7% de todo consu- de radiação ultravioleta, evitando a atração de insetos à luminária emo nacional de eletricidade e mais de 18% do pico de demanda, sua degradação, contribuindo para redução dos custos da manuten-e que poderiam ser trocados pelo aquecimento solar, e com mo- ção; maior resistência a impactos e vibrações; e contribuição para atores e eletrodomésticos de baixas eficiências. redução da poluição luminosa com iluminação direcionada.Assim, existe um grande potencial de economia de energia que se Na iluminação das vias públicas, os LEDs apresentam mais uma van-poderia alcançar com soluções já existentes. tagem, a reprodução das cores com mais eficiência e qualidade, o que favorece a visualização das informações apresentadas nas viasO Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf) lançado pelo públicas, tais como sinalização de trânsito, de advertência, de locali-Ministério de Minas e Energia (MME) em outubro de 2011 (porta- zação etc.ria 594/MME), apesar do bom diagnóstico realizado da situaçãoatual, tem metas e propostas pífias (redução de 10% no consumo Devido à baixa tensão dos LEDs, que trabalham com tensões e cor-total) do que se espera para um país da importância do Brasil, rentes contínuas, é possível a conexão às baterias eletroquímicas, dis-dentro do contexto das mudanças climáticas, em que a cadeia pensando o auxílio da rede elétrica. Com isso, possibilita aos atuaisprodutiva da energia é a vilã e a que mais emite gases de efeitoestufa. projetos para iluminação em vias públicas a integração de uma fonte eólica e/ou fotovoltaica aos postes de luz, tornando possível proverAinda prevalecem idéias e conceitos retrógrados do século passa- iluminação aos municípios e rodovias que ainda não possuem linhasdo no que se refere à oferta de energia. Para os gestores públicos de transmissão, e mesmo aquelas que já possuem.(e os empreiteiros, é claro) a única forma de ofertar mais energiapara o país é construindo mega-hidrelétricas na região Amazôni- O estímulo à pesquisa e inovação desta fonte luminosa levou o la-ca, termelétricas a combustíveis fósseis e usinas nucleares. Não boratório SENDES/UFPE a desenvolver uma luminária denominadase leva em conta que usando melhor e introduzindo novas tecno- LUMISOL (www.lumisolcaa.blogspot.com.br), que reúne além da tec-logias, também se pode “gerar” energia elétrica e disponibilizar no nologia LED uma alimentação com eletricidade solar fotovoltaica. Estesistema elétrico nacional. se configura como um dos muitos exemplos neste Brasil afora de de- senvolvimento de produto nacional com valor agregado.Um dos casos mais evidentes e emblemáticos da pouca visão Escrito por: Heitor Scalambrini Costa e Silvio Dinisdos gestores reside na questão da iluminação pública. É estimado Heitor Scalambrini Costa e Silvio Diniz são integrantes do departamento de Soluções em Energia e Design (SENDES) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).que em torno de 15% da energia elétrica produzida é consumidanesta modalidade. O PNEf prevê um potencial de redução na ilu-minação pública de 9% da demanda e na economia de energia,substituindo as lâmpadas menos eficientes por lâmpadas de va-por de sódio (LVS).No Brasil, dos 15 milhões de pontos de iluminação existentes, emtorno de 60% são LVS. No entanto, esta tecnologia está ultrapas-sada quando comparada com os LEDs (diodos emissores de luz),que apresentam alto rendimento, mais do que o dobro da vidaútil da LVS (em média 50.000 horas, porém fabricantes falam em100.00 horas) e um baixo consumo de energia elétrica, de até 50%menor às de vapor de sódio, proporcionando assim uma reduçãosignificativa do consumo, em particular no pico da demanda dosetor elétrico.16 Fornecedores Governamentais
  17. 17. Fornecedores Governamentais I 17
  18. 18. Pavimentação AsfálticaO retorno da construção de estradas em concretopelas Concessionárias do País Por Maria Emilia Faria e Guilherme Roque Concreto volta a ser opção para manter a qualidade das rodo- vias e estradas federais As estradas brasileiras depois de décadas voltam a ser pavi- mentadas em alguns trechos, com concreto. Algumas conces- sionárias assumiram trechos em média por anos, com grande volume de tráfego principalmente de veículos pesados geran- do consequência de uso. Na hora de recuperar uma rodovia, construírem novos trechos ou duplicar as estradas, se faz necessário fazer a conta na pon- ta do lápis, qual será o menor custo de manutenção ao longo do período da concessão. Para Marcelo Dama, Gerente da Concepa, “a vida útil do pavi- mento de concreto é mais que o dobro, não precisando de tan- ta manutenção o que reduz o custo além de evitar a interrup- ção do trânsito. O custo em princípio é maior, mas, compensa ao longo do período da concessão”. Também para o especialista Marcio Rocha Pitta da ABCP (As- sociação Brasileira de Cimento Portland), as principais e mais importantes rodovias do mundo como nos EUA, Alemanha, França entre outros países, é utilizado o pavimento de con- creto. Na verdade a utilização de concreto em pavimentação das es- tradas não chega a ser novidade, porque muitas das rodovias brasileiras, foram construídas com concreto e depois muda- ram o piso, como é o caso da Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo, e a Via Anhanguera, que liga a capital paulista à região de Campinas e interior do estado. Foi-se o asfalto. Vem o concreto. Foi-se o concreto. Vem o asfalto Se no passado a opção pelo asfalto foi estimulada pelo bai- xo custo, cria do desenvolvimento do petróleo, era prático, facilitava a manutenção além do conforto ao dirigir, visto que antigamente as pistas de concreto tinham fendas gerando pequenos degraus na pista com o passar do tempo. Na atualidade deixou de ser interessante pela elevação do preço do petróleo, além da capacidade de produção da in- dústria de cimento com novas tecnologias, tornaram as estradas de concreto tão confortáveis quanto as de asfal- to, gerando interesse das autoridades e concessionárias de rodovias para o retorno a pavimentação de concreto nas es- tradas brasileiras.18 Fornecedores Governamentais
  19. 19. Todavia, vale ressaltar que as opiniões de especialistas no RFG - Fale-nos um pouco sobre o produto CBUQ utilizado nos ser-assunto são divididas, como por exemplo, a do Professor da viços prestados pela Usicom?USP José Tavares Balbo, que diz “há poucos engenheiros com ,vivência na aplicação de pavimentos de concretos no país, André - Hoje, produzimos nove tipos de CBUQ. Os mais utilizadosassim como poucos professores especializados no assunto”. no estado de São Paulo ainda são a FAIXA III - DER-SP para rodo-Para Balbo, apesar das vantagens em diversas situações, a vias e avenidas, e a FAIXA IV para ruas, ciclovias e estacionamentos.aplicação do pavimento de concreto não é tão simples quanto O uso de asfalto modificado por polímero vem sendo amplamentea do asfalto, os erros em uma obra aparecem rapidamente e as requisitado nas obras públicas. Isso deve-se ao fato da melhora norefazer tem um custo alto. desempenho dos pavimentos, da resistência a fadiga, ao envelhe-Considerado como a maior obra rodoviária do país, o Rodanel, cimento e muitas outras vantagens em relação ao material usinadoestá sendo utilizado o pavimento de concreto. com CAP (cimento asfáltico) convencional. E também, temos o as- falto com adição de borracha. Uma solução ecologicamente corretaOutro exemplo que vale a pena lembrar é a rodovia dos Imi- para o descarte de pneus usados e que contribuí também com agrantes, que liga São Paulo a Baixada Santista que também melhoria na qualidade do CBUQ.foi utilizado o pavimento de concreto na interligação Anchieta- Imigrantes. RFG - Em sua opinião o CBUQ tem espaço crescente em grandesEmbora especialistas de ambos os lados reconheçam que o obras?tipo de pavimento depende de inúmeros fatores, como volu-me de tráfego, características de solo, custo de manutenção André - O CBUQ é um produto que tem tempo de vida útil de apro-periódica e de uma gerência ao longo prazo, tudo indica que o ximadamente 20 anos, sua manutenção e aplicação sai bem maisasfalto ainda continuará a ser utilizado. em conta do que o pavimento de concreto e o conforto de se trafe- gar em uma via pavimentada com asfalto é muito maior. Isso tornaHá muitas licitações de obras públicas em que é prevista a utili- o CBUQ mais atrativo no aspecto econômico para grandes obras.zação do asfalto, fato este que nos leva a crer que o pavimento No que tange o aspecto ecológico, o CBUQ utiliza borracha dede concreto não irá reinar solitário, mesmo porque muitas em- pneus usados, e o asfalto fresado, pode ser reutilizado para produ-presas especializadas em pavimentações atuam no mercado ção de asfalto novamente.com o asfalto e seus derivados bem como o concreto e atémesmo pavimento ecológico que utiliza asfalto reciclado e bor- RFG - A empresa trabalha com diferentes tipos de revestimentosracha de pneus velhos em sua composição garantindo assim asfálticos. Qual o mais utilizado em vias urbanas?segundo entendidos no assunto, menos ruído, maior aderênciados pneus e menos dispersão de água no caso de chuva. No André - Hoje trabalhamos com nove tipos de CBUQ, o mais utili-ano de 2011 a Rodovia dos Bandeirantes recebeu esse tipo de zado em vias urbanas continua sendo o CBUQ - FAIXA III - DER-asfalto ecológico entre os Km 85 e 78.a concessionária CCR -SP usinado com CAP convencional, seguido pelo CBUQ - FAIXA IVAuto BAN, que administra a estrada diz que foram utilizadoscerca de 450 mil pneus e que apesar de custa 30% mais caro usinado com CAP convencional. O asfalto modificado por polímeroque o comum, é muito mais resistente que os asfaltos tradicio- vem ganhando muito espaço nas obras públicas, porém, o asfaltonais, além dos benefícios ambientais. tradicional continua sendo o mais procurado.Selecionamos uma das muitas empresas que prestam o servi-ço de pavimentação asfáltica e pavimentação ecológica entreoutros serviçosUsicom Solução em Massa AsfálticaA Usicom tem se destacado no comércio e distribuição de ma-téria prima destinados a pavimentação asfáltica. Está localiza-da em Bragança Paulista a 12 anos e recentemente inaugurouuma unidade em Praia Grande - SP e brevemente deve inaugu-rar mais duas unidades, uma em Barueri e outra em Guarulhos.Conversamos com André Toshio Sasaki, gerente da Usicom:RFG - Há diferença na aplicação do produto em estradas ouvias urbanas? André - Na aplicação não. Há diferença apenas na interdiçãodo tráfego. Em vias urbanas, tem-se a liberdade de fechar umarua inteira (dependendo do local) para aplicar o CBUQ, já emuma rodovia, o trabalho é um pouco mais complexo, não setem a mesma flexibilidade de horário que em uma via urbana,as faixas de rolamento devem ser pavimentadas uma-a-uma, oesquema de segurança e sinalização é mais rígido e só podetrabalhar na rodovia mediante autorização da policía rodoviária. Fornecedores Governamentais I 19
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