FORJAS TAURUS S.A. Relações com Investidores Setembro - 2010
<ul><li>Esta apresentação contém, ou está proposta a conter, projeções e estimativas, as quais refletem as metas e expecta...
<ul><li>Visão Geral da Companhia </li></ul><ul><li>Setores de Atuação e Estratégia </li></ul><ul><li>Resultados Consolidad...
I. Visão Geral da Companhia (9M10)
Capital Social: R$ 201.000.000,00 Quantidade de ações ON: 42.744.720 PN: 85.489.440 Organograma Societário X.X% = Percentu...
Estrutura Organizacional Presidente  Comitê  Executivo Conselho de Administração Controladoria Diretoria Executiva TIMI CE...
1939  – Forjas Taurus 1970  – Controle para investidores externos 1977  – Forjas Taurus pela Polimetal 1980  – Beretta 198...
II. Setores de Atuação e Estratégia Mix de Vendas (9M10) Mix de Mercado Margem Bruta Média (9M10) Evolução de Margem Bruta...
<ul><li>Foco em produtos de maior rentabilidade (pistolas em detrimento de revólveres) e armas à base de novas tecnologias...
Mix de Clientes no Brasil II. Setores de Atuação e Estratégia – Segmento de Armas Local <ul><li>De acordo com as recomenda...
II. Setores de Atuação e Estratégia – Segmento de Armas Internacional <ul><li>ESTADOS UNIDOS :  N os segmentos de pistolas...
II. Setores de Atuação e Estratégia – Capacetes e blindagens <ul><ul><li>No mercado de capacetes, a Taurus tem atuação amp...
II. Setores de Atuação e Estratégia – Máquinas e Equipamentos <ul><ul><li>Portfólio de Serviços: Fabricação de componentes...
II. Setores de Atuação e Estratégia – Forjados e Ferramentas <ul><ul><li>Correspondem a 5,5% do faturamento consolidado. O...
CAGR +21% -9% CAGR +14% +27% Revólveres e Pistolas – 2003 – Base 100 Capacetes para motocicletas – Em milhares de peças. I...
Receita Líquida (R$ MM) Lucro Bruto (R$ MM) e Margem Bruta (%) EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (%) Lucro Líquido (R$ MM) e ...
INFORMAÇÕES CONSOLIDADAS POR SEGMENTO DE NEGÓCIOS  Valores em milhões de R$
IV. Estratégia Financeira da Companhia – Fontes de Financiamento <ul><ul><li>Em função do forte perfil exportador, as prin...
Dívida Total (R$ MM) Dívida Líquida (R$ MM) IV. Estratégia Financeira da Companhia – Indicadores Financeiros Consolidados ...
FINAME: R$ 28,0 – 8% FINEP: R$ 51,6 – 14% Aquis. Imob.: R$ 3,2 – 1% BNDES: R$ 12,9 – 4% Debêntures: R$ 108,8 – 31%  Câmbio...
INVESTIMENTOS CONSOLIDADOS NO IMOBILIZADO  Em milhões de R$ 39,4 53,0 45,9 36,7
CONTATOS: Luis Fernando Costa Estima Diretor de Relações com Investidores Edair Deconto Diretor Executivo de Relações com ...
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Setembro 2010

  1. 1. FORJAS TAURUS S.A. Relações com Investidores Setembro - 2010
  2. 2. <ul><li>Esta apresentação contém, ou está proposta a conter, projeções e estimativas, as quais refletem as metas e expectativas da Administração da Forjas Taurus S.A. (“Forjas Taurus” – FJTA4, FJTA3) </li></ul><ul><li>Tais informações sujeitam-se a diversos eventos cuja concretização não pode ser assegurada pela Taurus, incluindo, sem limitação, a manutenção do cenário macroeconômico e dos indicadores econômico-financeiros. Estas informações não são meramente baseadas em fatos históricos, mas refletem também objetivos e expectativas . As palavras “antecipar”, “desejo”, “expectativa”, “prever”, “pretender”, “planejar”, “predizer”, “prognóstico”, “ajuda” e palavras similares, escritas ou faladas, pretendem identificar afirmações que necessariamente envolvem riscos conhecidos e desconhecidos. </li></ul><ul><li>Esta apresentação está baseada em eventos ocorridos até 30-09-2010, sendo que a Forjas Taurus S.A. não está obrigada a atualizar tais dados e ressalta que os investidores devem consultar os documentos públicos disponíveis nos web sites www.cvm.gov.br, www.bovespa.com.br e www.taurus.com.br (relatórios anuais, resultados trimestrais, demonstrações contábeis entre outros). </li></ul><ul><li>Forjas Taurus S.A não se responsabiliza por transações ou decisões de investimentos feitas com base nas informações aqui apresentadas. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Visão Geral da Companhia </li></ul><ul><li>Setores de Atuação e Estratégia </li></ul><ul><li>Resultados Consolidados </li></ul><ul><li>Estratégia Financeira </li></ul>Conteúdo
  4. 4. I. Visão Geral da Companhia (9M10)
  5. 5. Capital Social: R$ 201.000.000,00 Quantidade de ações ON: 42.744.720 PN: 85.489.440 Organograma Societário X.X% = Percentual atual sobre o Capital Total Inclui a participação de LFCE Forjas Taurus S.A. Polimetal * 94,1% Ações Ordinárias Ações Preferenciais Outros 5,9% Geração Futuro 38,2% PREVI 29,4% Outros 32,4% 31,4% 25,4% 19,6% 21,6% 2,0% Taurus International Manufacturing, Inc. Taurus Holdings, Inc. Taurus Máquinas- Ferramenta Ltda. Taurus Blindagens Ltda. Taurus Properties, Inc. Famastil Taurus Ferramentas S.A. Taurus Helmets Ind. Plástica Ltda. Taurus Blindagens Nordeste Ltda. 100% 100% 35% 24,2% 99,86% 100% 99,99% 99,99% Taurus Invest. Imobiliários Ltda. 75,8% 29,3% 70,7% Braztech International, L.C . 100% Polimetal Participações S.A . Invespar 72% LFCE 28%
  6. 6. Estrutura Organizacional Presidente Comitê Executivo Conselho de Administração Controladoria Diretoria Executiva TIMI CEO Máquinas, Capacetes e Blindados Vice-Presidente Finanças Diretoria Executiva RI/Auditoria Diretoria Executiva Gestão de Pessoas Gerente TIMI CFO Armas e Forjados Industrial Dir. Executiva Armas e Forjados Comercial Dir. Executiva Máquinas Industrial Gerente Capacetes e Blindados Dir. Executiva Máquinas Vendas MI Gerente Máquinas Exportação Gerente Capacetes e Blindados Vendas Gerente CSC Vice-Presidente Sênior Armas e Forjados Vice-Presidente Sênior Novos Negócios Vice-Presidente
  7. 7. 1939 – Forjas Taurus 1970 – Controle para investidores externos 1977 – Forjas Taurus pela Polimetal 1980 – Beretta 1982 – IPO 1 983 – Taurus Blindagens / Taurus International 1985 – Taurus Ferramentas 1986 – Induma 1988 – Taurus Holdings 1991 – Ativos da Champion 1997 – Rossi 1999 – Armas de polímero e titânio 2000 – Taurus Capacetes 2004 – Famastil 2004 – Máquinas-Ferramenta 2006 – Taurus Helmets 2006 – “The Judge” 2008 – Taurus Inv. Imobiliários 2008 – Rossi 2008 – Metus I. Visão Geral da Companhia - Histórico 00´s 90´s 80´s 70´s 30´s
  8. 8. II. Setores de Atuação e Estratégia Mix de Vendas (9M10) Mix de Mercado Margem Bruta Média (9M10) Evolução de Margem Bruta 51% 49% 61% 39% 53% 47% 41% 59% 49% 51% 408,9 429,3 599,2 679,4 499,3 CAGR +18%
  9. 9. <ul><li>Foco em produtos de maior rentabilidade (pistolas em detrimento de revólveres) e armas à base de novas tecnologias, tais como polímeros e titânio. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de novos modelos, que tem baixo custo de desenvolvimento e agregam margem significativa. </li></ul><ul><li>Desenvolvimento de novos modelos não letais para utilização em grandes eventos, tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. </li></ul><ul><li>Entrada em novos mercados locais (Polícia Federal e Exército). </li></ul><ul><li>Entrada em novos mercados internacionais, através do desenvolvimento de produtos “tailor made”, tais como a Rússia. </li></ul><ul><li>Crescente taxa de manufatura no mercado americano. </li></ul><ul><li>Produtos: revólveres, pistolas, carabinas, armas de pressão, armas longas e armamento policial. </li></ul><ul><li>Maior “concorrente” local: Imbel (foco em armas pesadas). </li></ul><ul><li>Concorrentes no exterior: Glock, S&W e Ruger. </li></ul><ul><li>Mercado local relativamente protegido em função de barreiras legais e econômicas à entrada de concorrentes. </li></ul><ul><li>Grande capacidade de inovação (uma das primeiras a utilizar polímeros para a confecção de armas). </li></ul><ul><li>Constantes investimentos em automação, a fim de reduzir custos de produção. </li></ul>II. Setores de Atuação e Estratégia – Segmento de Armas Estratégia Atuação
  10. 10. Mix de Clientes no Brasil II. Setores de Atuação e Estratégia – Segmento de Armas Local <ul><li>De acordo com as recomendações da ONU (efetivo de policiais por habitantes), e com base nos dados brasileiros de 2007, o Brasil necessitaria, hoje, aumentar o efetivo policial em aproximadamente 26%. </li></ul><ul><li>O constante e crescente problema da segurança, no Brasil, reforça as expectativas de que o efetivo policial seja significativamente aumentado nos próximos anos. </li></ul><ul><li>A melhoria das condições de trabalho e reforço do efetivo já existente também sugerem um bom cenário para os próximos anos. As Polícias Militares de todos os Estados, por exemplo, tem comprado pistolas para substituir os antigos .38. </li></ul><ul><li>Considerando-se a liderança e o reconhecimento da marca Taurus no mercado, essa conjuntura pode aumentar significativamente as vendas da companhia. </li></ul>
  11. 11. II. Setores de Atuação e Estratégia – Segmento de Armas Internacional <ul><li>ESTADOS UNIDOS : N os segmentos de pistolas e revólveres (mercado de US$1,21 bilhão) e no segmento de armas longas (um mercado de US$1,35 bilhão). </li></ul><ul><li>DEMAIS PAÍSES: Participação de licitações internacionais para a venda de armamentos em diversos países tais como, Alemanha, Argélia, Indonésia e Singapura. </li></ul><ul><li>Grande CAPACIDADE DE INOVAÇÃO da companhia permite o desenvolvimento de produtos específicos, com maior valor agregado, para diferentes clientes. </li></ul><ul><li>Participa das MAIORES FEIRAS DO SETOR no mundo, tais como a Shot Show (EUA) e a IWA Show (Alemanha), apresentando os seus novos conceitos de produtos para o mercado. </li></ul>
  12. 12. II. Setores de Atuação e Estratégia – Capacetes e blindagens <ul><ul><li>No mercado de capacetes, a Taurus tem atuação amplamente pulverizada, vendendo para diversos clientes (lojistas) em todo o país, sendo líder neste segmento, conforme gráfico a seguir. </li></ul></ul><ul><ul><li>Nesse segmento, o crescimento da companhia é fortemente relacionado com a taxa de crescimento da frota brasileira de motocicletas que, por sua vez, é dependente da taxa de crescimento do PIB e do crédito. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em linha com os demais produtos da companhia, a Taurus atua no mercado de escudos antitumulto, coletes táticos e coletes à prova de balas, fornecendo basicamente para as autarquias de segurança governamentais e empresas de segurança privada e tem, portanto, os mesmos drivers de crescimento que o segmento de armas. </li></ul></ul>
  13. 13. II. Setores de Atuação e Estratégia – Máquinas e Equipamentos <ul><ul><li>Portfólio de Serviços: Fabricação de componentes soldados, serviços de usinagem, tratamento térmico, acabamento de produtos estruturais e reforma de máquinas-ferramenta. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecnologia própria: transferência completa do know-how, desenhos e projetos oriundos da Alemanha e marca reconhecida no mercado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Tendência de crescimento: vinculado ao crescimento do país, principalmente dos setores de petróleo e geração de energia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Concorrentes: TOS (República Tcheca), Pama (Itália), Zayer (Espanha), Anayak (Espanha) e Union (Alemanha). </li></ul></ul><ul><ul><li>Clientes: Indústrias aeroespaciais, automotivas, de aço, construção e energia. Destaca-se a Caterpillar, WEG e Cooper Cameron. </li></ul></ul>
  14. 14. II. Setores de Atuação e Estratégia – Forjados e Ferramentas <ul><ul><li>Correspondem a 5,5% do faturamento consolidado. Os produtos forjados são uma otimização da capacidade de produção da companhia, já que a tecnologia utilizada para esses produtos é semelhante à utilizada para a forja das armas, ou seja, a companhia ganha escala ao produzir tais peças. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os produtos são fabricados em metais ferrosos e não ferrosos. Destinam-se principalmente, aos mercados de óleo e gás, indústria automotiva e agrícola. </li></ul></ul><ul><ul><li>O crescimento desse segmento está diretamente ligado ao desempenho da economia sendo relevante, principalmente, as taxas de aumento da formação de capital bruto do país. </li></ul></ul>Ferramentas e Acessórios Forjados <ul><ul><li>Correspondem a 4% do faturamento consolidado. </li></ul></ul><ul><ul><li>Neste segmento, o aumento das vendas está diretamente ligado ao crescimento da construção civil no Brasil. </li></ul></ul>
  15. 15. CAGR +21% -9% CAGR +14% +27% Revólveres e Pistolas – 2003 – Base 100 Capacetes para motocicletas – Em milhares de peças. II. Evolução das vendas – Quantidades C onsolidadas
  16. 16. Receita Líquida (R$ MM) Lucro Bruto (R$ MM) e Margem Bruta (%) EBITDA (R$ MM) e Margem EBITDA (%) Lucro Líquido (R$ MM) e Margem Líquida (%) CAGR +18% III. Resultados Consolidados
  17. 17. INFORMAÇÕES CONSOLIDADAS POR SEGMENTO DE NEGÓCIOS Valores em milhões de R$
  18. 18. IV. Estratégia Financeira da Companhia – Fontes de Financiamento <ul><ul><li>Em função do forte perfil exportador, as principais fontes de financiamento da Taurus são as linhas de comércio exterior, principalmente através de linhas de ACE´s de curto prazo (até 150 dias). </li></ul></ul><ul><ul><li>Em casos de estresse de mercado, a companhia também faz uso do caixa disponível nas subsidiárias no exterior reduzindo o prazo de pagamento das subsidiárias e até mesmo realizando pré-pagamentos de exportação. </li></ul></ul><ul><ul><li>O perfil exportador também possibilita que a companhia tome NCE´s para capital de giro em moeda local. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento são parcialmente financiados via FINEP. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os investimentos em bens de capital são parcialmente financiados via BNDES. </li></ul></ul><ul><ul><li>Para os próximos anos, a estratégia da empresa é alongar o perfil da sua dívida e reduzir o seu custo médio através do acesso ao mercado de capitais local e internacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>A companhia tem por política a não exposição em moeda estrangeira. As operações de ACE minimizam esse risco. Além disso, a companhia realiza operações de NDF como instrumento de hedge , visando garantir as margens operacionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>Apesar disso, margens de operações de exportações futuras podem ser comprometidas em função de uma eventual apreciação cambial. </li></ul></ul><ul><ul><li>No que diz respeito aos financiamentos locais, as operações de FINEP e BNDES possuem indexação em TJLP e CDI para os quais a companhia não realiza hedge. </li></ul></ul>Estratégia e Política de Hedge Fontes de Recursos
  19. 19. Dívida Total (R$ MM) Dívida Líquida (R$ MM) IV. Estratégia Financeira da Companhia – Indicadores Financeiros Consolidados EBITDA / Despesas Financeiras Líquidas Dívida Total / EBITDA 9M10 9M10
  20. 20. FINAME: R$ 28,0 – 8% FINEP: R$ 51,6 – 14% Aquis. Imob.: R$ 3,2 – 1% BNDES: R$ 12,9 – 4% Debêntures: R$ 108,8 – 31% Câmbio Exp.: R$ 19,2 – 5% POSIÇÃO FINANCEIRA CONSOLIDADA – Valores em milhões de R$ <ul><li>EBITDA ajustado de 12 meses no período encerrado em 30 de setembro de 2010. </li></ul>Cap. de Giro: Em R$: R$ 101,0 - 31% Em US$: R$ 31,0 - 10% FINAME: R$ 29,5 – 9% FINIMP: R$ 0,4 Aquis. Imobilizado: R$ 2,3 – 1% Câmbio Exp.: R$ 106,8 – 34% Cap. De Giro: Em R$: R$ 84,3 - 24% Em US$: R$ 47,1 - 13% FINEP: R$ 44,6 – 13% BNDES: R$ 5,0 – 2% <ul><ul><li>Composição do Endividamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Em 31-12-2009 Em 30-09-2010 </li></ul></ul>
  21. 21. INVESTIMENTOS CONSOLIDADOS NO IMOBILIZADO Em milhões de R$ 39,4 53,0 45,9 36,7
  22. 22. CONTATOS: Luis Fernando Costa Estima Diretor de Relações com Investidores Edair Deconto Diretor Executivo de Relações com Investidores T: (51) 3021-3000 E-mail: ri@taurus.com.br www.taurus.com.br

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