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Arquitetura da Informação Pervasiva: projetos de ecossistemas de informação na Internet das Coisas

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Apresentação realizada no Seminário sobre Arquitetura da Informação 2014 do CPAI/UnB

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Arquitetura da Informação Pervasiva: projetos de ecossistemas de informação na Internet das Coisas

  1. 1. f! Una I CPAI ñ ñ ñ Flévia Lacerda r . `. r* -~ `1 "a '*f*"r re) : F*"@ur '~` . - . w n f' Flñfi H* . ._, , V- `- r& . k. : d -~ r ur * ` q 1""'_`, "l rbt - . H( . r l- , ' I . ' B . r 3 projetos de ecossistemas de informaçño na Internet das Coisas Orientador: Prof. Dr. Mamede Lima-Marques | co-orientador: Prof. Dr. Andrea Resmini De: 2014
  2. 2. Tépicos Pesquisa Revisño de Iiteratura Referencial teérico h Problema v Cenério da Internet das - Fenomenologia -= Premissas cmsas ~ Arquiletura _ , ~ Impaztos para a sociedade _ ~ Hlpoteses * Complexldade , , '- Questêes emergentes _ _ ~ Oluetlvos ~ Design humanlsta v Justificativa Arquitetura da Informaçño Metodologia Arquitetura da Informaçño Pervasiva RESULTADOS ESPERADOS
  3. 3. T ET Lia 2, Preparaçêo da pesquisa 2.1 Problema. premissas e hipéteses 2.2.1 Objetivo geral 2_2 Objetivos 2.2.2 Objetivos especiñcos 2.3 Justificativa 2.4.1 Tipo de pesquisa 2.4.2 Método 2.4 Melodologia 2.43 Percurso metodolbgico 2.4.4 Fonles de informaçño 2.4.5 Estrutura da tese
  4. 4. - é preciso considerar Valores saciais, culturais, éticos, estéticos, tecnolégicos e comerciais ao criar artefatos/ sistemas de informaçño que promovam significados 'Dal1III$[D2$SOClS - Valores camerciais infelizmente vêm senda dominantes no confexto da Internet das Coisas Andrea Resmini Anotaçñes 2013 NH ? oma Is mmNAUT
  5. 5. Se a compufaçño pervasiva chegar sem os aciequc-dos principios para guié-la, ini rapidamenêe i'esuli'ar em complexiclacie incoerente, ingerivel e maligna. [. ..] Por oufro lado, se for _qu-index pela ciência alo design, pade gerar- soluçñes [. ..] para melhor conduzir a sociedade nessa era iecnolégica. Lucas, Ballay e McManus Trillions 2012
  6. 6. - 'Everyware': abjetas : anectados em (ada parte - inevitével - mas a farma que tamara ainda e' passive! de mudanças e a articulaçña de padrñes essenciais para um desenvalvimenta ética e respansa'veI e' urgenfe ~ - A ldC deve ser euidadosamenta arquitetada na E “ momento presente, pois traré : ada ve: mais ' implicaçêes para a humanidade I Mapear as necassidades a vontades da pessoas reais em qualquer situaçia esta lange de ser Adam Greenfield “WC Everyware 2006
  7. 7. Problema - Qual a cenério atual da Internet das Caisas (IdC)? I Quais sia os atares envolvidos e seus papéis - govemo, empresas. sociedade civil, designers. tecnélogos? ' Quem esta determinando ou deveria determinar a farma da IdC? - 0 que a IdC representa em termos de navos paradigmas para a area de Arquitetura da Infarmaçia? I De que farma as pessoas interagem com objetos e como pramaver intaraçñes afetivas na IdC?
  8. 8. G T. T. ? ruam 'i . . `CII $ Que principias 'ienamenalégicas, arquitetênicas e sistêmicas devem campai- um referencial teérica para orientas- prajetas cie ecossistemas de informaçêa na internet das Caisas centradas ema valares humanas?
  9. 9. Premmzissas 1. A Internet das Coisas (IdC) é um fenomena camplexa que deve ser analisada sob mñltiplas perspectivas. 2. O paradigma tecnicista nia é suficiente para a IdC. 3. A Arquitetura da lnfarmaçêa é disciplina da Ciência da Infarmaçêa e a IdC é analisada sob a panta de vista da fenomena da infarmaçio, que permeia toda a fundamentaçêo teorica. 4. A Arquitetura da lnfarmaçña é transdisciplinar. e pade aprapriar-se de tearias e madelas das areas de Filasofia. Arquitetura, Ciências Cagnitivas, Pensamenta Sistêmica, Ciência da Camputaçêa, Design. 5. A Arquitetura da Infarmaçêa Pervasiva é uma subdisciplina da Arquitetura da Infarmaçña. que surge devida a necessidade de lidar cam uma nova realidade.
  10. 10. Premmissas 6. A IdC impacta a vida das pessoas e sua relaçêa cam a mundo, padenda ser analisada a partir de principias cagnitivas e fenamenalogicas. 7. A IdC pradu: espaças de infarmaçêa. aas quais se aplicam principias arquitetonicas. 8. A IdC é uma ecalagia de infarmaçêa farmada par ecassistemas, aas quais se aplicam principias sistêmicas. 9. A IdC deve ser arquitetada essencialmente cam base em principias e valares centradas nas seres humanas - seus espaças de infarmaçña devem ser prajetadas de farma a fazer sentida para as pessoas.
  11. 11. ,t r . arif a n~nr~an r KUT& I. "a x 3 Prapar um modelo de . *3;': ji"5'; ;et1': 'a 6a i;1.'». "o; ';f.1a; êo Pervasiva caracterizada por ; ai-iifcipinas e Taeafrisfaieas capazes de orientar projetos de ecassistemas cie informaçño na 7swaeif: .;tte'êg Has Caisas (IdC).
  12. 12. IMC -. a p: l. *-. F3ge~. ;.v-: ,s esp~e»: m.'tc»: e I Definir o conceito de Arquitetura da Informaçêa Pervasiva como subdisciplina da Arquitetura da Informaçño (AI) e apresentar seu estado da arte. - Analisar em que medida o advento da IdC representa uma mudança de paradigma para a area de AI e identificar as questoes emergentes. - Campreender a IdC a partir das perspectivas fenamenolégica e cognitiva (como fenomena sociocultural), arquitetonica (como espaço) e sistêmica (como ecossistema de informaçoes) em funçño da referencial teorica propasta.
  13. 13. IMC -. a u: l. efagengv-xs esp~e»: m.'tcee Derivar do arcabauço teorico apresentado um conjunta de principias (valares) e lleuristicas (critérias de avaliaçao, regras de aplicaçaa para soluçao de problemas) que possam servir de norteadores para prajetos de ecassistemas de informaçaa na IdC. Prapar referencial teorica baseada na Arquitetura da Infarmaçao e em areas transdisciplinares carrelatas - tais como Fenomenalogia, Ciências Cognitivas, Cibernética, Arquitetura, Pensamenta Sistêmica, Design Humanista - para fundamentar a analise do fenomena da IdC e seus desdabramentos.
  14. 14. Aj. .LL1iIiTfiat= .{ñ1/a; i g p, #M ': I;_1.: /.-: ,Il}. 77 -l{f. '-Ii. i., .(: i@, ll.1.: .f ~. , - çggjgtzêinçj; - . . grz-muirgqciiargtijfzzzs : z.'; IL. irzs; arz: z.zil. q;a. ig; gzJliitacsgergléttgif. _s: x:1a; ;z: zsfieizziaiziçu; 'cifliffitfg; ijf, ;Simifiifztf-(ilzgzêliifmilêfélñfiililii.1113613? *ZL-'Kéllbfli-[fijjéiiiiizi . .'. %a; *irr-f'i. earêlfi“l*lu 'l / g I
  15. 15. Justificativa Inovaçoes A inovaçño tecnalagica e sua aplicaçño social têm o resultado final dependente de uma complexa interaçño. A sociedade usufrui da tecnologia e orienta a sua evoluçño. A evoluçêo tra: navas necessidades e estas reorientam a tecnologia. Esse ciclo de mudança constante influencia todo o conjunto de relaçoes e estruturas sociais, provocando o surgimento de um novo moda de desenvolvimento social, politico e economico. Manuel Castells A sociedade em rede 1999
  16. 16. Justificativa Inovaçoes Principios raramente mudam, mas préticas sempre dependem de contexto. Aa associar um método a uma coleçño de principias, é sempre possivel criar novas praticas, desde que aderentes aos principias. Hiroshi Ishii MIT Media Lab 2012
  17. 17. Justificativa Inovaçoes o que Impulslona a inovaçao? mores de inovaçio tecnolédca nda : itil dos mores de Inovacio Hiroshi Ishii, 2012
  18. 18. Metodologia Metodologia de Metamodolagem (M3) Filosoña da Ciência 2 ua w- - i i ~ u insumos - ê l '"°"“*°* Reframmg g EVidênCia Epistemologia Paradigma In r m a t 0 n 'a . ouenées Architecture 2 eplstemologlcas ê insumos produtos é . E u. . Teoriase , _ g V' &nm Modegos Flavia Lacorda, ° Mamede 2 Problemas Li M cienliiicos ma' arques lllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllllll V Information . Architecture as 2 msumm a Discipline - A s* Methodological 3 Approach g Problemas praticos 2014 Adaptada de Van Gigch e Pipino (1985)
  19. 19. n-"ym ; sr Amf o `; ~s a `w arga C 0 paradigma de um campo cientifico consiste no corpo fundamental de tearias e metodalogias que o compoem, associado a uma visño de mundo relativa aa fenomena de interesse do campo. Surge a partir de 'anomalias' no processo cientifico, que sño responsaveis pela emergência de um novo paradigma. Deve ser capa: de gerar questoes que nña puderam ser solucionadas pela paradigma anterior, além de ser suficientemente flexivel para abarcar e integrar novas conhecimentos e pramaver diretrizes para ina vaço es. Thomas Kuhn, 1962
  20. 20. Revisao de Iiteratura 3.1 Prolago 3.2.1 Definiçêo Cenario da Internet das 3-22 Hisléñw Caisas (ldC) 3,23 objetos inteligentes 3_ Rgvigêo de literatura l 3.2.4 Arquitetura: madelas de referéncia 3.3.1 Escalabilidade lmpactos para a sociedade 3-3-2 P"°Vlme“'° e 9°V°'"°"ça 3.3 (QUESTOES EMERGENTES) 3.3.3 Soluçñes e beneficios 3.3.4 Problema: e desafios
  21. 21. Zotero ArquivaE) Ednlr Fenamcmas Ajudaagn i ñ _gp v o v ; g iv . f v ` ' fit. ..: cacao' an: Q v C 1 4D Minh bibliatecl Criador * Tllulo Item T. .. f l! l Michi D f Comitê geser di intemet no Brasil (, .. Tese 0 ^ i Ndao Elvis-channel Adamopaulas r _p Meeting the Needs afSaphistiated Conlerê. .. o a ^m9° M3 Agner ç Computer assisted data collecñom E. .. Aprese. . a 75' '“°“' Albuquerque e Limr-Marques r: Score oslundamentes da irquitctur. .. Anigo a 75* “m” Alhuquerque D f Discurso sobre iundarnentos dc Arq. .. Tcse 4 1.5M” Alexander D ' The origins of pattern theory: thefut. .. Artigo t a h” l" 5* d” Alexander D i Notes on the Synthsis ai Form Livro “ T& “d” Alecinder D E The Timeless Way of Building Liwa ° 5 754 FWHM' Alves b Q 10 propoms para uma filosofis das t. .. Pégina 0 5 o" T°PIC Amadeu Ncto Milton santes a natureu da splço Aprcsc. . " "m5 “Plkld” - Amaral a Montardu D Pesquisa em cibercultura e internet: Artiga 0 ' Duvmw” *m wkt" 2 Anderson e mime 3 The Internet or Things Mll Thrive by. .. Erwin d. .. 53 Lini" Anderson J Euro IA Closing Plenery- What I'm C. .. Coniaé. . Anderson I; From Plths to Sundbaxes Aprese. Andersen D a Seductive interactian design: creatin. .. Livra Andrew et Il. Introduction to Poetics Anlgo ` Angeles et Il. D Q Brain, Body and Machine Conleré. . Antliopoulos e Fitsilis D J From Digital to Ubiquituus Cities: De. .. Canleré. t Antle e Wise Getting Down to Details Using Theo. .. Artigo &menindas D i Poetics ol Architecture Theory ol De. .. Livra r r . . Arango r> ' Architectures Anige 9 Affordance Al AlPervasiva ^ Anngo . H Warldlnforvnation Architecture Day Gravaçi. . Arquitetura Big data CI Cantaido Arang: ) D J "Good fit" in the dsign of informed. .. Canleré. . comgmuon 0559,. Annge o Links, Nodes, &Order Context. Design ontolégico Disciplina ; Gov Anngo Density in information environment Envio d. .. Embodged (ogniçrcn ap", Arango D [E] for the World Wide Web Pigina 0 L'7"_"TL^ ~ 7.2M- _ v Arango D Density in information environments. .. Pigina 9 'O Arango D l; Semintic environment; and inlarrna. .. Pigini 0 v
  22. 22. kindie f! ñ o Lormndre " 7659 i* -~'l”"“-9152PM Z / T. :g Nuvem Cloud ` l The Laws of Simplicity: Design, Te. .. By John Maeda Narraled by Nick Padehi 2144.23 Siifiiii iHiiliiS The Design of Future Things I# M( v u( utmAw-v Universal Principles ofDesig. .. Smart Things: Ubiquitous Co. .. The Epic struggle ofthe Inter. .. *mug ; c Trillions |4- * Wi "e 1 "l " j Pervasive ___ _ Inlorrualiun ”y” ka, , ` J Arciintrtlun- il. ) ' ' " Everyware Everyware: The Dawning Ag. .. Against the sman city (The c. .. Pervasive information Archit. ..
  23. 23. Fases da irileb 3.0 4.0 webs& êrltviçg Web Ubiqua i'. lliiiirti'~, w r ihnkwfi Wu c -. -Jr'. '.. qii'[ir! : ini; 'Int-Julu “tw qalbu: 1.0 ZO Web Web Social Armenia da conexêo de conhecimentos e raaocinio A umenro U3 coneczividade SOCTQ/
  24. 24. Objetos inteligentes (responsivos) E se os objetos cotidianos ao nosso redor ganhassem vida? E se pudessem sentir nossa presença, nosso fOCO de atençño, nossas açñes, e pudessem responder com informaçñes relevantes sugestñes e açñes? " Donald Norman The Design of Future Things 2009
  25. 25. Histérico World Population Connected Devices 6.3 Billion 6.8 Billion 7.2 Billion 7.6 Billion 500 Million 12.5 Billion 25 Billion 50 Billion connected Mljre 0.08 1.84 devices 2003 th a n Source: Cisco IBSG. April 201 t Connected Devices Per Person people 2010
  26. 26. ha do Tempo - Internet das Caisas 1926 'Omnia a katalog& nm fic : niru perfcimmtnn aplicadc. a Term inteirn sai lnnsforncdc un III! enom: :érebm. todas as misa serño como pulfculu de III! lado red e main. .. e os instrument” Muri: dos quis Nida 'ki' pointnya: pci [ini Isu ser& Mahshurah Ind; simpks un compaq& com o punuk tuk-fans. Uni Iraman uni aqua d: innspuhr um na bolso do mkn". (Colliers magazine) 1949 zmrnfw' codigo de nanas linear. 1964 ". .. dnvês d: meios clinic: :. : timnas Inna &nisa pela qud todas as &melaju anterior: : - india& diadu - "un". “dan” sub &adala; cm : istana: d: brfonnaçiu. " (Understanding Maia) 1965 Antecipou que a quamidade de transislores em um circuito God” un" integrado comercialmente viével dobraria a : ach 1a meses an. .” mantendo a custo de fabricaçêo - Lui de Moore. "En pada: : diemin. Kari Stcillmsll Companion: :Hario cntnlaçudos cm quan todos os pmdutos [Industrii: '
  27. 27. had temet das Caisas mpo Bl! Artigo na Scientific American sobre numpang& Iñiqua. 'O [Imum temdigien sevieemelerizelopde : ngatasin. niopormuputadoru' Olemln Shflud- Didn't: Trojan bom desenvolvida na Un iversi $112 de Fruerlnd Paul Cambridge foi Usada para monitor: os niveis de café, pelo erlvio &Mutty de imagem atualizada 3x por minute. [evil Asman (Anh- Cunhou ohm» 'Inemnofnhgs' como o tliulo de lima Damar. HIT) qrresentaçêo na Procter 8( Gamble. lixeira inteligente recarregada pelo sol, que cornunica seu estado "alvian pela Intem et. LG mane! ligiul DDS - o primeiro nefrigerador ligado é Internet.
  28. 28. nha do Tempo nternet das Colsas Propês o conceito de 'Sphe', objelns Iocalizados em determined: : espaço e tempa, que tém sua histéria registrada. Irrrea Steril; 'Na fulan. a vida Ierrm abieta eameça ear Irma lela giliran. Hasee ingin-r. Saas spare-gag; le desig : i. aearaparrlraJa aa Ianga Ie saa vila. Elrrseparivelda malah digital original, qaa gavarrra a rrrarrda makriaL ' III: em "Machinevtovmachine technology gears up for growth" publicado em Computer: "Ni maha ma& maqairras - lañrrilas : amo eaisas nm prapriedades raeeêrrieas. eléviras arr ekfrirrieas - aa 2004 6. lautan manda da aae pessoas. l am rrñmen ereseerrte de miqrrirras esta' em rude. .. AHU e' baseada rra idaia de qae a maa irra lem mais nalar "anda eni em rde e qae a rede se ratna mais valiasa quanto mais rrriaairras eseia urreelalas. ' 2005 hrhradian hanya Criaram Iadrrha ~ plan microeontroladora de baixo zusto e fézil Institute lrrrea (IDI! ) uso - para o desenvolvimento de projetos interafivos, cam grande en Ivrli. Rat] impacto na : ornputaçêo fisica. (MCEWEN; CASSIMALLV, 2013]. 2005 Ntaxhg (ngora parte da Aldebnran Roboticn- pequeno : oelho com WiFi, alena sobre o mercado de açñes, notfcias, alarme, feeds . . Inf] llaladjiarl RSS, e (unectaose (Om outros coelhns. 7 OIIUIer rum (Violet) "Se vo& podo ali eonaehr eoelol. rumi pada namae& . qualquer tahu. " A Internet das Caisas surge entre 2008 e 2009 no momento em ION-IOC! [nurun Jas Caisas que o nlIlmero de "Caisas ou objetos" conectados i Internet ultrapassou o de pessoas. (Cisco, 2011) lm. life: Allimree Parzeria strategic; com a IPSO para azelerar a adoçio de rede IP IPUC Fan-r para objelos inteligentu.
  29. 29. Llnha do Tempo ternet das C sas 2011 2012 2014 Termostato Nen burning que usa algoritmos de sensores, aprendiugem de méquina e computaçño em nuvem para un* compreender o; :omportamentos du proprietério da : asa e preferénciasl para ajustar a temperature. O novo protocolo de endereços de IP de 128 hits. "Faderiurroe avira& r-r aerderaço IPVG para ada irama IPVi-lançamerrh nasrçerlieiedalenaeaindaurimnu endanços prlsleo “dilantai pun luar lak HI Tana'. (Steven Leibson) lebi! lniciativa de padronizaçio que promove uma abordagem uniñcada G r* para o desenvotvimento de pa drñes técnicos que viabilizem a Internet das Caisas em uma escala global. Prototipe do Google Glass, oculos torn um display optico a embutido, que exibe informaçées eoletadas sem Flo, de : :ordo ' com a especiñaçio do usuirio. Passou a ser vendido ao piibflco em 2014. Recebe autoriuçio da FDA para Iançar Gapoliliva miliar n. . igorirrel sern ño que se eorrunica os sinais vitlris do patiente por 'ukm . I Hedi' meio de um sistema sobre a pele, que entño envia informaçñes a um telefo ne selular. lnicinivas de allanças entre ernpresas de tecnologia com a Aline Alliarreee Qualcomm, para desenvoiver estmtura aberta que possibilite a 0pel Irrtereoarred difusêo da lntemet das Caisas. A Intel e outras empresas criaram Congfij um : onsorcio concorrente, chamado Open lnterconnect haha Ical Consortium. 2014 é considerado "o ano da Internet das Caisas".
  30. 30. le# s» r »V v , a 'z' v. g » ~ : namakan Sima& Eni-ahli& 'mh huélflgmnitare Intr-Imamul* 1anafçgiauz; fuliadltgganni; mamana; z x Y ` . JK / A" , _ _EX w wgtuslerguxgrñgs: : x 2' f, " *a b 1 . sutxgvugezw i; z. çzasifmax-ztaim' E11); (Eli-Hibi-*Hliilinli-i#iilglbliial : T u' »~ x 5 a E P 3` ` . . u . t, '7 su 'II »rang-aga g. (_(= l0II= -f~va`ir-. lII~1_ox-)i`(a@ ' m _, 4/ N ; IiAi-.1:7ê)~.1i'"" " L I 'cagpngzeuiurauiiasisiamang. .g A. ,, ;wr-assignsoonsgxqlgiéi) *. .LA
  31. 31. . I ; Agents: (humanas. Inimais ) : _ Hardwaro . Usuéno ~ semua . . I I Combimçñas E Serviços . Entidades aumentadas . ' evuca 1. ^» I : i Objeto , , E inteligente J ` 5 z; i* * * ' m. s % : z " * ; sama, :` k. .. d]- En_tidade { _ V _ _ _ _ _ x_ ; associadara virtual mpresgnqa fisiça Entidade E l / I b Dispositivos z , .L I: amph? , , . . I Recurso ` _ S: * 1.' Dispositivo _ / E r' “H” aku# em l E 511 _d u” . : S: `V _ l | en' | m? E Sensor Tag Atuador ê ` U_ 'é J y
  32. 32. o »KL u. .., Cloud 81 Services l A?
  33. 33. HOME WNSUMER TRANSPORT BUILDINGS *NFRASYRUC YURE
  34. 34. 'fi'-, .|V`: r. ; ? YI ; Ex fiii; i:ijjuiré: i;aur; u~x , 'I_l`. |A', |>': [h: x -' bar* r_. r. nw; r ff! ! F; 'ilf-L '
  35. 35. go ~ o ro , a PT; ngz` '*`AI*`AE`FTI : Amd ) i, *C ; T . _ I" : a u. 1I"1rvré : :a oStockholm sa, , Lond6n°°^m$tefdam [”_"J, r;ua'r; ;. `_ F ' . ' ` ragasco chlcago çñlzsoston f» osamehna 203-0200225 w York n 4,' ' o oo ' “* o ` oi 0l'-H'-a~1IIh| I~ _Lazim o _V-3'(o)~1i| iY'-Jr i , ,_ p Singapore o- ° 2017 phasel 30,000 0 . . Rm deJaneIro *Um* Com letion date ggrgémugzgms; Population when com - leted
  36. 36. it. : . 3A' ` _ texto -~= m; . a _ , . . ` . , |1 F. .. . . r. N. ... ... _."_. ... _. . ; a . u . .. . A __ . x . J _IJ : u. _ _. . a. . . .. A IVEIS 30 COII a . . . . r. T. . . . . .k DLaaiH` . . T . . J . . Koxs- . .U3 . 4.. .`. ..1`LH. r. . , U. ? . .S2 : Suk. s . . rLn. L. Sens Agregam, e distribuem informaçêes Operam e atuam Aprendem e antecipam a _ . un: . , , rt1a. ... ..1,w ra ç _ . . . . . ca. c . , , ,m$`w». .. ,.w. :s . z . Ifrñ `$ . . ini! !! . |. r"(u“g 1 ». <.~33..3.$Hap ñukmv. . an& air. " I . I f noqhnlnwh . .rl` u. ..)I. ».-M . 1r. _.. ... ».n. .. aH, .., nn. .Fnun. h.H. ñ , Buana. . ? hha Eunsnñumnnw | C`r. i`Fê, vUi IJIN'. .uli Il. _ »unlv`. .u. rv7i a: t. .. . ..un . inan . ..hu .94.h. ... F. ua . ..un b. .. .auf : licin "la _JI . Di l| .. |:l| JJlA w u . ` . . 1 z . ”Tamu , . `_| . 345.6. u 'I . .. ;in . n 1 P. .., LL . |A, . . . . ru u. J; ` . , , ,Nnlunw . . ` . q ; JJ r . .I L _ II . I_ no, .. .n l. YI A” . ` . _t : -I . Tipu/ ep , /7 h jgn? . ___ . _ . .2. z . ..i u; ._ 4:32 . w ,
  37. 37. p Cidades inteligentes Masdar City - Abu Dhabi . x
  38. 38. Cidades inteli Maadr City
  39. 39. Cidades int , i Masdar 'City -
  40. 40. it: @in a t-x Tu kutu ruu “mc W h H a kl , pil hmm
  41. 41. L - _, __ 'fi-mar «i; -`3'_ir. ,|_i_x : i ; ?e1;wf4,! _ç ml r- . . m p . . ? di . s " x. .. . k I . ve x . S , u ' u ~ . i'm = ~ i * a `y L) *f - I
  42. 42. Vertical Layer : This 'Appllcatron layer' is populated by “apps 'written by independent SMEs and companies just as they would for Wrndows or iPhone platlonns: they run on many devices, and empowerresrdents for long term economic and creative productrvity in areas such as ~ Crty Govemance, Automotive, Healthcare, Retail, Hospitality, Entertainment, Wellberng, Education, Energy, Trafñc, Logrstrzzs Managementetc Provisioning Layer: Thrs 'Application Services layef enables the development of data analytics, srmulatron and Visualization, rdentrty, privacy, secunty, data distnbutlon and management Virtualization Layer: This “Platform Infrastructure layer “ is where the systems interact with the physical environment of sensors, actuators, and other data sources , extract Information from them, and provide real-tlme control This City Infrastructure a. ..: Hardware layer where Sensors, actuators and other data sources are embedded in the physical environment
  43. 43. Atores e papéis 41,41 Entrepreneurs Lead Network Gcvemments Large Large stabljshed customers providers hardware IT services manufacturer& companies Illustration 9: Raung of agents on a Scale o( l to S (l: msigmficant; S= very important) as dnvers of adoption of the 'Internet of Things'. SourcezAuxboxs. Fonte: httpz/ lwwwfundacionbankintenorg/ system/ documents/ B189/origina| /XV_FTF_| nterneto_of_things. pdf
  44. 44. a U! "nesñ @1-»5 GTTTGF'~S~`=3FTTTES e * . v - ldentificaçêo e endereçamento - Interoperabilidade e padronizaçêo - Privacidade e confidencialidade I Segurança (informaçêo e açêes) I Comunicaçêo (Iimitaçêo de espectro) I Eficiência energética - Plataforma aberta I Interatividade Fonte: http: //`vnvv. udcs. bbk. ac. Lnk/ ~ ptvxv/ teaching/ IWT/ internet-intro/ notesjxtml
  45. 45. :rj ti? . sat( a; r; ,a _( T ri( 'j. a '#7 if( i
  46. 46. 4.7.1 Connilos '~ 4.72 Esplços delnlunnaçio ublquos ' I; 4.7.3 &asisten-as de : Mamah I t- 4.7.4 [suda da me; tearias e modelo: (Nwrlsdmdhhdphihhmllhunudlfnhrloñl Hmdvcpnhbsttuonlmtnrttlnfwmoç& 4.7.5 4.6,! Comeitos v 4.62 Espiços dennlovmaçio { 4.7 Arquitetura da lnfonnaçéo Pervasiva 4.63 Tunsistiplinllidade di Al @lantak-ukhuwah 4.6.4 Anuiuauolchtumqisupnkm transmisi-drum& 4.5.1 Deslgn ontologite ' 4 s) Design thinking ~~ 453 Design de expenencns (DX) 4.5.4 Gen-came design 455 Value rename design a Ass Design pauk-batin (tuamu) 'J', Hbvcbmhuwlnlnu n . { 4.6 Arquitetura da Intonnaçio f* 4. Referencial teérico { 4.5 Design / Jtumanista > / 4.1 Prélogo 4.2 Religio homem-mundo , 4.3 Complexidade' pensamenlo sistêmico J 4.2.1 Fenocnenologil ~ w 412 (Jumena i ; e 42.3 Patologi: &Moga o 42.4 Atas de tnnsfamszçlo t 4.15 Mndphnhmnmuhs w 4.3.1 Ecologil. ecossistemns e ; Memes [ 431 Icom gen! dos ; means s. 4.3.3 Teori: A 4.4.1 Nctmelura e espaço 4.42 (spam de obgelos (andalas) v? ~ 4.4 Arquitetura: relaçño homem- espaço » . i &Lchhcblosmduankn 4.4.3 Esulço. lingungem e sigmñtndo z 4.4.4 Espaçn e lugu (perspective subjeuvn) 4 4.5 Espaço e SGOQHIUQ (pengantin comm)
  47. 47. F( in Q '~'Il". 'j1,t, c.. *.g3,<~* i v - wr a? " r @itu r « ar 47 : '11 g arief, cafftwtar* K. KFI-G'r`. ,EFl"_'êE. Un. [r. _'if: rer'rwpe*fz das z liaiszzsrêt
  48. 48. ,:1i`: _uT, iI-: siLIf'r, . aku . ,I; uji. I-,1_4;s_u, r;t-E1- ~ “mplmdade Arquitetura , Vç-ltff-. Ehfhn 3:25.. . o: 0122.00.
  49. 49. ru. rgIvuFSQuQ r'*'*rrruur~r"~n'vnn` FL, U, , -Fçq-. a , , ,c, :.. ... ;suc. ;: Relaçño homem-mundo I Experiência humana I Percepçño subjetiva da realidade objetiva md: : e' real, ponque tudo e' inventado . Ioño Guimarñes Rosa SUJEITO Esfcm psncolognca CONHECIMENTO Esfora logic. ) Corrwlaçao antre Sujr-ito 0 objoto lmagem do obpto OBJETO Esfum ontoloqica
  50. 50. s; o. ; 'ilfitzxsiêftfsiia. &gwe; imgafmJrsEiEnJLaIJg s; 6333x534.araêimrtijzzgrtrsgçft; .gçlifngagnkj; gurau
  51. 51. l 0 0 f? rf. .?? :: rfrfzs {'T", .",1"', '.4?7'. isñes Relaçño homem-mundo A forma de pensarmos e ogirmos e' moldada polos experiências fisicas de interaçño com o mundo, e inseparével desta. Fenomenologia esté primariomente preocupoda com o formo como percebemos, experimentamos e agimos no mundo que nos rodeia. B' crucial compreender a natureza da interaçño antre os seres humanas - como sistemas cognitivos - e outros sistemas e artefatos. “A I Paul Dourish 'f &r; Where the Action Is: ` The Foundations of Embodied lnteraction E , l 2004 p A_ a
  52. 52. Principios humanistas Relaçêo homem-mundo lnteroçño esta' intimamente ligada com as configuraçñes em que ocorro, monifestodos pela propriedode de corporificaçño (embodlment) [. ..] As nossos experiências nño podem ser dissociados da realidade da nossa presença fisica no mundo. lnteraçño corporificoda - a formo como criamos, monipulomos e compartilhamos significados através de interaçêes envolventos (engaged) com artefatos, concebidos como ferramentas que permitem açêes. Significados surgem de açñes: de usos dodos a um sistem: :. Paul Dourish Where the Action Is: The Foundations of Embodiod lntoraction 2004
  53. 53. "n. r~r ; iIFr-g- a {' '--. -rr pgr-rg--Wign i? . F, _IJ . . . -No . , . .c. . , .. suaka Relaçño homem-mundo N65 agimos no mundo explorando suas potencialidades (affordances) fisicas - as propriedades funcionais percebidas de objetos, lugares e eventos em relaçño a um observador. Potencialidades geram relaçñes complementares, oportunidades de açño oferecidas pelo ambiente a um dodo organismo. A percepçño existe apenas na medida em que percebemos potencialidades (affordances). James Gibson, 1112 Ecological Approach to Visual Perception ` 1979
  54. 54. prgfrr , pfhtg/ Q.? Fr "rrrr ; arr "turunnya . . HL . . . o Relaçño homem-mundo I Arquitetura -Vitruvius - Espaço e lugar - Tuan, Norberg-Schulz, Lawson, Bachelard - Espaço, Iinguagem e significado - Hillier, Mitchell
  55. 55. T f? . '1'_W3F', T.-<3;ET58 ; Q U? ra _ _ UTILITAS Tornar os espaços de Informaçao (Windede) mais belos (venustas), consistentes (firmitas) e funcionais (utilitas) FIRMITAS VENUSTAS (estrutura) (estética) Triade vitruviana Marcus Vitruvius Pollio De Architedura - 21 a 16 a. c.
  56. 56. O espaço é a expressño da sociedade. Uma vez que nossas sociedades estño passando por transformaçêes estruturais, é razoével sugerir que atualmente estêo surgindo novas formas e processos espaciais. Se o espaço de fluxo realmente for a forma espacial predominante da sociedade em rede nos préximos anos a arquitetura e o design provavelmente serño redeñnidos em sua forma, funçño, processo e valor. Manuel Castells A sociedade em mede 1999
  57. 57. 2 -5., . @Istilifxiéisirgiill: &éiñiéluhkmx;13375311514512? s; *TEId? quihmifgicé-imifklunm. .,nñziihêuallfsx Jas aifials)ifé. kfii'k: léilêlitsréêñz(le: use
  58. 58. P~3EiSa[T. 'L`= ~-[T_'C'© sEs'i. `;3[1frfc-o I Interaçño - Organizaçño I Adaptaçêo - Hierarquia I Resiliência I Imprevisibilidade
  59. 59. Desñjgña fi. r,rm; ftarafis'fi' I Design entolégice - Winegrad & Flores, Willis - Value Sensitive Design - Friedman - Design de experiências (UX) - Design participative (ee-design)
  60. 60. rigiacggy; ñki. ixuja: zI, ljñstzatsjhtgñe: w Criaçêe de Anda. ” Simulaçêe x q, 1.1 , rm - u , I l. ; , ~ ^ . V . PII , J a, r a _c 3, ` Distinçñe des 4 V Apggñloede Espaços ` WA? 'yg k& Transformaçêe l , lg Arquitetura e ` | d, ;j x a Infermaçêe 4 m iliiauuxigfaiñugcçxnjifiai1s_- giqçfx& eviiçtgs;
  61. 61. n 0,- . . F - a N “riT IM2' 17"? -l a? "' `I"'"'TE` T? I 7 . s, a 'Poética' preduçño de significado 'poiesis' - do grego. 'fazer', no sentida de açñe, processo de criaçêo Arquitetura da lnfermaçño e' e ato de fazer: arquiteturas, estruturas e significado [. ..] é o que fazemos para alcançar determinados objetivos, x. __ preduzir certos efeitos [. ..] Andrea Resmini EurelA Closing Plenary j , -,~. , 2013 1.11%' l-
  62. 62. AIu-Qg- 1 3 ', 1.» . - G. ” Estccos "IQ r: n'-`c Al ,1 Qu I qwmrrr ne . C. . . .JL -g AI' ccracf-. ñ-"rc pci-IG tc-'xrororaihc -: ;': :t"v: j:qdc mpaçc cc: ds. - "w'c"rr_1c"*s: s I'. Mamede Lima-Marques TGAI 2011
  63. 63. f& i' ii; L x a a | 1 tVAHIJ-, Hakñif-lqfl! :hmm , lhñiida ii! :ilñiida--iiu ramah-aw» -c-niml-, Ir-. g-, FJY- k "I U3 dbuñnrnh : -Jahit-JIH- “Iñnh ; h : lnñilfaaiizu qqkuñlhitl Tllielllf-T-*Li* ` Mññi--mlv ' ama in `
  64. 64. I' "ik 4111111111111- dr- 111fo1111111-. ;:7_7- 11111111411131111; w 211411111111: 1:11» . mlIIhn-p. 4101111111111» 1111 01111141111 1# 1111411191714' 4111911197' : II-HM1él-1=1II"1'lI11111=111 111:e1.11n1t1n11.:114mi~,1 l* ZEE! ? 11112111514.- 111 111111115111 114* 1114511111: 19111111» 1111;*
  65. 65. .'. r'~z*«r*i'f: eñsntr'a »fe fsfffor-iirtaçêo O dominio da informaçñe ser& tanto da alçada da Arquiteiura quanto é hoje e mundo fisico, e e impacto causado per aqueles que derem forma aes novas espeços seré tño relevante 1' para a humanidade que ini além dos Iimites da / arquitetura fisica. Andrew Dillon 2002
  66. 66. rea*r~gufinafiur~rea Ta. r-rndiqrgv-rrec: * Fa! " R`Q ulu ~. ~. ~ 1 c *- c. . . c* c! - ww xwVc. l. .sc1z. Como enfrentaremos os novos desafios da criaçño de ceminhos e hagares que conectem espaços fisicos, digitais e cognitivos? Peter Merville i `_ r, Pervasive Information Architecture (Prefécio) ` . L - » ' 2011
  67. 67. '-`"'~'*F“F"?3'V: "."T'8 : Ta. 71fi:1'1 1. 11.. I. ; l Estamos testemunhando a crescente convergência entre espaços fisicos e digitais. A manifestaçñe mais concrete deste fenêmeno e' a chamada Internet das Caisas. ' i* f& espaços ubiquos de informaçño. ' mqih'un'l. 'l WIIIMI111.; “iduhqililizv lnformaçño esta senda embutida em objetos de use comum em toda parte, e sua existência em rede cria Acreditamos que isto muda fundamentalmente a forma como entendemos a Arquitetura da lnformaçño, a forma i como lidamos com seus desafios em termos cientificos e, 1 definitivamente, a forma como a praticamos. Flavia Lacerda, Mamede lima-Marques Infemnation Architecture as a Discipline: a Methodological Approach 2014
  68. 68. Resultados esperados
  69. 69. lvietocêologia “F3 Filosofia da Ciência 'N5UM°5 i PRODUTOS -' , T j, i' “ l ? ilhléiblulr-A g E Questêes 5 epistemolégicas O t: a INSUMOS PRODUTOS O d 2 Z cientiñcas 2 g INSUMOS pgopmog 2 . a ~1 umu. . ~ < LM D Problemas gi praticos E I sam; 1141551511011114715161911.;71515111511911; I
  70. 70. Hipéteses Ecossistemas de informaçêo da Internet das Coisas representam um novo paradigma para AI. Dados os desafios emergentes do fenêmeno da Internet das Coisas, é possivel analisa-lo e compreendê-Io com base em um referencial teérico transdisciplinar. a partir de principios fenomenolégicos, arquitetênicos e sistêmicas. E possivel elaborar um modelo de Arquitetura da Informaçño Pervasiva haseado no referencial teérico proposto para lidar com questêes emergentes do fenêmeno da IdC.
  71. 71. Andrea Resmini 0 ' [ESHIWI Self-clariñcation: the #reframeia left-to-right shift along M3 continuums. Pen, paper and lines (not too many). g . V_ Andrea Resmini resmnnn zam " (hope that diagram gets put to some use, @flavialace . ) Also points to the j relevance of #placemaking and aspatiality) jII-. Z:'E l 1D 39 PM' 3D Nov 2014 Delaiis t Flavia Lacerda ? kaviaiare 10m Amazing insight @resnini Transnission ol thought . when l saw the diagram | was just finishing a presentation on the subject ) 1
  72. 72. Obrigadas 1 'READ NM' sczenns. usm' nw wetan » u? Ai& mms to MAKE couwreszs cm THlNK. Commits m: mar WILL ? sama BE PSYCROUC CORNER- IRRAYioNAL **W 0 'l' 321111110& MME mm ummi A Flavia Lacerda fIaviaIacerdao| iveira@gmaiI. com

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