1                    SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO                    COORDENADORIA REGIONAL DA METROPOLITANA I         ...
2                                                                              CESAE                                      ...
31- Identificação da escola             O Colégio Estadual Sargento Antonio Ernesto fica situado à Rua Otávio      Teixeir...
42- Histórico da escola       Inaugurado em 20 de maio de 1966 como Grupo Escolar de Cabuçu, de 4ªcategoria, no distrito d...
53- Apresentação             Dando continuidade ao plano de gestão da direção e de acordo com as     mudanças na comunidad...
64- Diagnóstico    Situado num município onde a taxa de analfabetismo é de 7,2%* da populaçãocom idade acima de 15 anos e ...
7Aproveitamento dos alunosEnsino Fundamental        IDEB OBSERVADO                                           IDEB PROJETAD...
8      Disciplinas                   Série                     Turma                  Turno            Taxa de Reprovação ...
9      Aproveitamento dos alunos (Ano anterior)      IDEB Ensino Médio                IDEB OBSERVADO                      ...
105- Justificativa   Está fundamentada na LDB, que diz:       O Projeto Político Pedagógico da servirá como um norteador d...
116- Objetivos Gerais      Despertar no aluno o lado humano, ampliar a visão socioeconômica e      incentivar a cultura, d...
12VISÃO ESTRATÉGICA  1- VALORES Excelência na qualidade do ensino Respeito Inovação     Transparência Criatividade Respeit...
138- Histórico do processo de construção do PPP       O Projeto Político Pedagógico foi elaborado com a participação de to...
149- Fundamentação teórica   O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápido e acessível oaprendizado, mas preten...
1510- Perfil e Funcionamento da Escola10.1. Estado: RJ                              Município: NOVA IGUAÇU10.2. Nome da es...
1610.9Dependências escolares                                               Condições de utilização*             Dependênci...
17Quadra de esportes coberta    01        x                              01        xCirculações internas                  ...
1810.10 Calendário Escolar
19          11- Matrículas                 De acordo com as determinações de SEEDUC n° 2336 D.O. de 20/10/00, e          s...
2012- Estrutura e Organização da EscolaO Colégio Estadual Sargento AntonioErnesto está constituído pelo seguintequadro:Equ...
2115- Organização das TurmasA escola possui atualmente 34 turmas distribuídas em 12 salas de aula nos 03(três) turnos:  1°...
2216- Horários:Vide anexos
23Hino da EscolaSargento Antonio ErnestoNosso PatronoTão corajosoE, sendo expedicionárioMorreu na guerraLá na ItáliaHoje l...
24  CE Sargento Antonio Ernesto       Escala do Hino Nacional               1° Turno 2ª      3ª       4ª       5ª     6ª70...
2517- Sistema de avaliaçãoPortaria SAPP nº 048/04AVALIAÇÃO: UMA MUDANÇA POSSÍVEL E DESEJADA      Enquanto educadores é nos...
26      Avaliar, entretanto, é mais do que isto, mais do que classificar osalunos em aprovados ou reprovados, em bons ou r...
2717.1 A PORTARIA E/SAPP NO 48/2004: ASPECTOS CENTRAISUma concepção de avaliação      Os artigos 1º e 2º da Portaria 48/04...
2817.3 Recuperação da aprendizagemAo detectar dificuldades por parte dos alunos, ou um resultado inferior a 5pontos no bim...
29desempenho do aluno, especificando os conhecimentos que não foramconstruídos, e o plano de estudos.17.5 ReclassificaçãoO...
30§ 2º – No processo de recuperação o aluno será reavaliado e, somentequando constatado seu progresso, deverá ocorrer a re...
3118 - Subprojetos:AFRICANIDADELei 10639/2003 A Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no ca...
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33ACESSIBILIDADEAções realizadas pela escola em 2010                                       Plano de AçãoEscola: C.E. SARGE...
34          Desdobramento das Metas em Planos de Ação PAFNº      Descrição         Início   Término Responsável    Resulta...
35Nº       Descrição         Início   Término Responsável   Resultado   Indicador   Capital Custeio Quem      Tipo do     ...
36  INCLUSÃO  LEI Nº 10.098 - DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000 -                                DOU DE 20/12/2000                ...
37elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, cabines telefônicas,fontes públicas, lixeiras, toldos...
38Art.10. Os elementos do mobiliário urbano deverão ser projetados e instalados em locaisque permitam sejam eles utilizado...
39Art.15. Caberá ao órgão federal responsável pela coordenação da política habitacionalregulamentar a reserva de um percen...
40                                       CAPÍTULO X -                                    DISPOSIÇÕES FINAISArt.23. A Admin...
41LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA (PROINFO)Objetivo Estratégico: Melhorar e elevar o nível acadêmico dos alunos utilizando o co...
42Nº    Descrição      Início   Término Responsável     Resultado         Indicador    Capital Custeio Quem    Tipo do    ...
43                                  Mais Educação        O Programa Mais Educação instituído pela Portaria Interministeria...
44CRITÉRIOS DE ADESÃOO Programa Mais Educação estabelece os seguintes critérios para seleção dasunidades escolares:• escol...
45• ou pelo repasse do material que será adquirido pelo FNDE/MEC e enviado àsescolas (materiais referentes às atividades d...
46Oficinas:Ensino Fundamental:MatemáticaLetramentoEnsino MédioMatemáticaLeitura e Produção de Texto ou PortuguêsEsporte e ...
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48     SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO    GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO        PROPOSTA CURRICULARDO ENSINO FUNDAME...
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50                                   GRÊMIO ESTUDANTIL                                          Grêmio CESAE              ...
51Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011     Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011               Chapa 1                 ...
52INSCRIÇÕES PARA OGRÊMIO 2010/2011  03 A 06/11/09  NA DIRETORIA    Cronograma
53I – Inscrição das chapas:03/11 a 06/11/09II- Divulgação das chapas:09 a 13/11III- Eleição das chapas:16/11 – Horário 8h ...
54   FICHA DE INSCRIÇÃO PARA A CANDIDATURA AO GRÊMIO               ESTUDANTIL CESAE 2010/2011                     NOME DA ...
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58                                                MODELO DE ATA DE ASSEMBLÉIA GERALAta        nº.        _____________    ...
59                         MODELO DE ATA DE FUNDAÇÃO DO GRÊMIO ESTUDANTILAo dia ______ do mês de ____________________ do n...
60                                  MODELO DE ATA DE REUNIÃO DE DIRETORIARegistrar as reuniões da Diretoria do Grêmio é si...
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62Relatório do Grêmio sobre a eleição
63                  SEMANA DE PLANEJAMENTO      Recepcionar os professores no dia 01/02/2010 e convidá-los a      particip...
641° Bimestre08/02 a 30/0426/04/2010: Avaliação Diagnóstica SAERJ -Língua Portuguesa27/04/2010: Avaliação Diagnóstica SAER...
65                    Ato Público 17/03/10      Aos gritos de “O petróleo é nosso, haha, huhu” e debaixo de chuva, osmanif...
Projeto político pedagógico07
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Projeto político pedagógico07

  1. 1. 1 SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COORDENADORIA REGIONAL DA METROPOLITANA I COLÉGIO ESTADUAL SARGENTO ANTONIO ERNESTO Rua Otávio Teixeira – s/n° Cabuçu – Nova Iguaçu - RJ UA 180602 – Censo 33058768PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO “Crescendo Como Cidadão e Construindo o Futuro” “Para trabalhar junto no futuro é importante aprender junto sobre o trabalho conjunto”. 2010
  2. 2. 2 CESAE Educação Pública de Qualidade!! SUMÁRIO1- IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE ESCOLAR.............................................................051.1.- QUADRO DE FUNCIONÁRIOS ...........................................................................061.2 - QUADRO DE TURMAS 2009 ..............................................................................07OBJETIVOS .................................................................................................................082.1- OBJETIVOS GERAIS ............................................................................................103- CLASSIFICAÇÃO .....................................................................................................104- AVALIAÇÃO .............................................................................................................114.1- PROGRESSÃO PARCIAL (DEPENDÊNCIA) .......................................................124.2- RECUPERAÇÃO PARALELA ...............................................................................124.3- EDUCAÇÃO INCLUSIVA E AVALIAÇÃO .............................................................125- MATRIZES CURRICULARES ..................................................................................146- CALENDÁRIO ESCOLAR ........................................................................................157- PROJETOS ..............................................................................................................16RECUPERAÇÃO PARALELA .....................................................................................16PROGRESSÃO PARCIAL (DEPENDÊNCIA...............................................................18PRODUÇÃO DE TEXTO PROGRAMADA...................................................................20SAÚDE E PREVENÇÃO NAS ESCOLAS ...................................................................23PROJETO AFRICANIDADE .......................................................................................25PROJETO SIMULADO ................................................................................................26FESTA JUNINA ...........................................................................................................29
  3. 3. 31- Identificação da escola O Colégio Estadual Sargento Antonio Ernesto fica situado à Rua Otávio Teixeira – s/nº - no bairro Cabuçu, criado pelo decreto n° 12.272 em 07/03/1966 oferecendo os cursos de Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano de escolaridade (2º segmento) e Ensino Médio com Formação Geral e é mantido pela SEEDUC do Rio de Janeiro. O bairro foi criado pelo português Sr. José Maria, que comprou os lotes originais que deram início à ocupação. Cabuçu apresenta-se geograficamente limitado pelos seguintes bairros: Palhada, a norte; Valverde, a leste; Marapicu, a sudoeste; Ipiranga, a oeste; e Três Marias, a noroeste, os quais Sua população, 21 476 habitantes (Censo 2000), está distribuída em 5,9565 km², perfazendo assim uma densidade demográfica de 3 605,48 hab/km². Ainda, segundo o Censo 2000, o número de domicílios em Cabuçu é 7 387 e a taxa de alfabetização é 87,83%. A população basicamente de classe média baixa e região cercada de comércio e construção civil. Cabuçu conta com 05 farmácias, 02 supermercados, várias padarias e mercearias. Cabuçu vive em torno da Avenida Abílio Augusto Távora, e podemos afirmar isto sem pestanejar. Afinal, desde o Período Colonial esta estrada exerce função de ligação a esta região. Além da via supracitada, podemos citar também a Av. Severino Pereira da Silva, que liga o bairro ao município vizinho de Queimados. Esta estrada também dá acesso à Via Dutra. É privilegiado no que diz respeito a linhas de ônibus. O Grupo Ponte Coberta praticamente domina as linhas operadas, exceto as que ligam Cabuçu à capital. Linhas de ônibus operadas em Cabuçu: Glória,Real Rio,Tinguá,Evanil, Expresso Ponte Coberta e Transportes Blanco que, parte do nosso alunado, utiliza para se locomover até a escola.
  4. 4. 42- Histórico da escola Inaugurado em 20 de maio de 1966 como Grupo Escolar de Cabuçu, de 4ªcategoria, no distrito do município de Nova Iguaçu, dotado de 04 salas de aula, com360 alunos de 1ª a 4ª séries. Em 24 de janeiro de 1967, o Governo do Estado do Rio de Janeiro decretouque (Decreto n° 12817 de 24/01/1967): Art. 1º Passa a denominar “Grupo Escolar Sargento Antonio Ernesto”. - Considerando que o Sargento Antonio Costa Ernesto, morto em serviço dapátria em terra estranha, merece ser lembrado com respeito e admiração. -Através do decreto 804, em 15/07/1976 passou a chamar-se “Escola EstadualSargento Antonio Ernesto” ministrando o curso até a 8ª série do Ensino Fundamental. - Através do decreto n° 9048, de 07 de julho de 1986, o Senhor GovernadorLeonel de Moura Brizola, transforma a Escola Estadual em “Colégio Estadual SargentoAntonio Ernesto”, atualmente com 12 salas de aula, lotadas com cursos de EnsinoFundamental do 6º ao 9º anos de escolaridade (2º segmento) e Ensino Médiodivididas em 03 (três) turnos de trabalho.
  5. 5. 53- Apresentação Dando continuidade ao plano de gestão da direção e de acordo com as mudanças na comunidade escolar, faz-se necessário uma constante reformulação do Projeto Político Pedagógico para atender as novas temáticas que surgem no espaço escolar. O tema gerador do P.P.P. é “Crescendo como cidadão e Construindo o Futuro” que visa oferecer condições aos nossos alunos para que desenvolvam suas potencialidades. Isso acontecerá de acordo com a realização de ações desenvolvidas durante o decorrer do ano letivo. Através de eixos temáticos interdisciplinares que levam os alunos a construção democrática de seu conhecimento.
  6. 6. 64- Diagnóstico Situado num município onde a taxa de analfabetismo é de 7,2%* da populaçãocom idade acima de 15 anos e IDH com taxa de 0, 762* foi observado que o meio desobrevivência na comunidade resume-se a subempregos, sendo os mesmos,diversificados. A maioria apresenta escolaridade restrita ao Ensino Fundamentalincompleto e Ensino Médio incompleto. Sendo uma comunidade mista, com renda familiar entre um a três saláriosmínimos, para famílias com número superior a 06 pessoas. A religião predominante éa católica, porém observa-se um número elevado de evangélicos. A maior parte dos alunos mora na comunidade, porém recebemos uma demandade alunos das comunidades vizinhas. O corpo discente é participativo em sua grande maioria e tem o objetivo de concluiro Ensino Médio e cursar uma faculdade.**Fonte: Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios Brasileiros - IDH (FJP/IPEA/PNUD)Cadastro Industrial do Estado do Rio de JaneiroFundação CIDE - Anuário Estatístico do Estado do Rio de Janeiro 2004Fundação CIDE – Banco de Dados MunicipaisIBGE – Pesquisa Agrícola Municipal – PAM e Pesquisa da Pecuária Municipal - PPMSEBRAE/RJ – www. sebrae.com.br
  7. 7. 7Aproveitamento dos alunosEnsino Fundamental IDEB OBSERVADO IDEB PROJETADO 2005 2007 2007 2009 2011Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos Anos AnosIniciais Finais Iniciais Finais Iniciais Finais Iniciais Finais Iniciais Finais - 3,1 - 3,1 - 3,1 - 3,3 - 3,7Disciplinas críticas (com baixo desempenho) Ensino Fundamental, por série, turnoe turma (Ano anterior) Disciplinas Série Turma Turno Taxa de Reprovação Língua Portuguesa 6° ano 601 1° 23% Língua Portuguesa 6° ano 602 1° 23% Língua Portuguesa 7° ano 701 1° 20% Língua Portuguesa 7° ano 702 1° 20% Língua Portuguesa 7° ano 703 1° 20% Língua Portuguesa 7° ano 704 1° 20% Língua Portuguesa 8° ano 801 1° 34% Língua Portuguesa 8° ano 802 1° 34% Língua Portuguesa 8° ano 803 1° 34% Língua Portuguesa 8° ano 804 2° 34% Língua Portuguesa 8° ano 805 2° 34% Matemática 6° ano 601 1° 23% Matemática 6° ano 602 1° 23% Matemática 7° ano 701 1° 20% Matemática 7° ano 702 1° 20% Matemática 7° ano 703 1° 20% Matemática 7° ano 703 1° 20%
  8. 8. 8 Disciplinas Série Turma Turno Taxa de Reprovação Matemática 8° ano 801 1° Matemática 8° ano 802 1° Matemática 8° ano 803 1° Matemática 8° ano 804 2° Matemática 8° ano 805 2° Matemática 9° ano 901 2° Matemática 9°ano 902 2° Matemática 9° ano 903 2° Matemática 9° ano 904 2° Matemática 9°ano 905 3°Fonte: SGEDistorção Idade Série - Ensino Fundamental5ª à 8ª série (Ano anterior) Afastados Afastados Taxa de Matrícula Admitidos por Matrícula Reprovado Taxa de Taxa deSérie por Aprovados Reprovaçã Inicial após março Transferênc Final s Aprovação Abandono Abandono o ia 5ª 88 0 01 88 67 20 6ª 162 7ª 211 8ª 212Total 673
  9. 9. 9 Aproveitamento dos alunos (Ano anterior) IDEB Ensino Médio IDEB OBSERVADO IDEB PROJETADO 2005 2007 2007 2009 2011 3,1 3,1 3,1 3,3 3,6 Fonte: IDEB Disciplinas críticas (com baixo desempenho) Ensino Médio, por série, turno e turma Disciplinas Série Turma Turno Taxa de Reprovação Língua Portuguesa 6°, 7°, 8°,9° Matemática 6°, 7°, 8°,9° Língua Portuguesa 1°, 2°, 3° Matemática 1°, 2°, 3° Fonte: SGE – Sistema de Gestão Escolar Distorção Idade Série - Ensino Médio Total de alunos Taxa de Matrícula Até 16 Até 17 Até 18 Até 19 Até 20 + de 20 Série com idade superior Distorção Final (A) anos anos anos anos anos anos à série respectiva (B) (B/A) x 100 1ª 2ª 3ª Total Fonte: SGE – Sistema de Gestão Escolar
  10. 10. 105- Justificativa Está fundamentada na LDB, que diz: O Projeto Político Pedagógico da servirá como um norteador de ações, pois:Alicerça o trabalho pedagógico escolar enquanto processo de construção contínua:nunca é pronto e acabado. Fundamenta as transformações internas da organização escolar e explicita suas relações com as transformações mais amplas (econômica, social, política, educacional e cultural). É o anúncio do devir, do que foi sonhado coletivamente e que pode passar do sonho à ação. Estabelece as ações e metas que serão definidas e tomadas a fim de concretizar o processo ensino-aprendizagemPROJETO PEDAGÓGICO DA ESCOLALDB – LEI 9.394/96 ARTIGO 12 INCISO IOs estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistemade ensino, terão a incumbência de:“I- elaborar e executar a sua proposta pedagógica”.ARTIGO 13 e 14Definem as incumbências docentes com relação ao projeto pedagógico:Art. 13 “I – participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento deensino”.Art. 14 “ I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projetopedagógico da escola”.“O ser humano é, naturalmente, um ser da intervenção no mundo à razão de que faz a História.Nela, por isso mesmo, deve deixar sua marcas de sujeito e não pegadas de objeto.”Paulo Freire, 1997, p.119
  11. 11. 116- Objetivos Gerais Despertar no aluno o lado humano, ampliar a visão socioeconômica e incentivar a cultura, desenvolvendo potencialidades e preparando-o para o futuro. Proporcionar atividades que leve a comunidade a uma maior integração desenvolvendo habilidades que os auxiliem em suas vidas. Reduzir o número de alunos com reprovação, evasão e distorção idade-série através de subprojetos que busquem motivar nossos alunos e despertando para a importância da escola em suas vidas futuras. Tornar a escola num ambiente propício à aprendizagem dando suporte para que a mesma aconteça. Buscar parceria junto aos pais de alunos no auxílio ao controle da freqüência escolar dos alunos. Conscientizar os alunos a respeito da conservação do espaço físico, sendo a escola um espaço público e de responsabilidade de todos. Capacitar o aluno desenvolvendo suas competências e habilidades e oferecendo a formação a construção de um cidadão consciente.7- Objetivos específicos: Melhorar as práticas pedagógicas (Ensino-aprendizagem) Fortalecer a integração Escola-comunidade (Gestão de Pessoas) Valorizar os profissionais da escola (Gestão de Pessoas) Garantir uma gestão participativa (Gestão de Processos) Aumentar o índice geral de aprovação dos alunos (Resultados) Promover encontros para a contribuição do bem-estar de todos (Clima Escolar)
  12. 12. 12VISÃO ESTRATÉGICA 1- VALORES Excelência na qualidade do ensino Respeito Inovação Transparência Criatividade Respeito Participação 2- VISÃO DE FUTURO Nossa escola será reconhecida em nossa região pela qualidade do ensino que oferecemos de maneira eficaz, segura e responsável respeitando nossos alunos, pais, colaboradores, comunidade e pela competência profissional de nossa equipe e do nosso comprometimento social, através da compreensão de todos de que a educação é um dos maiores investimentos que nós podemos fazer na nossa juventude. 3- MISSÃO Nossa missão é contribuir para formação de cidadãos informados e conhecedores, sociáveis/civilizados, atentos e reflexivos, preparados para mudanças, como cidadãos críticos e conscientes. Garantir a participação ativa da comunidade escolar, contribuir para a formação integral dos alunos, para que eles possam agir construtivamente na transformação do seu meio, servir como um paradigma, um referencial. Tornar a escola num local de satisfação onde a aprendizagem seja significativa para que os alunos possam encontrar a prazerosidade da celebração do aprender e o encanto com o outro. 4- OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Melhorar as práticas pedagógicas (Ensino-aprendizagem) Fortalecer a integração Escola-comunidade (Gestão de Pessoas) Valorizar os profissionais da escola (Gestão de Pessoas) Garantir uma gestão participativa (Gestão de Processos) Aumentar o índice geral de aprovação dos alunos (Resultados) Promover encontros para a contribuição do bem-estar de todos (Clima Escolar)
  13. 13. 138- Histórico do processo de construção do PPP O Projeto Político Pedagógico foi elaborado com a participação de toda a comunidade escolar, estabelecendo ações e delegando responsabilidades. São realizadas freqüentes reuniões para discussão e avaliação das ações. A escolha do tema gerador foi feita através de reunião coletiva e baseia-se na realidade vivida por nossa comunidade que, embora esteja localizada próxima ao centro da cidade de Nova Iguaçu, é uma comunidade bastante carente e que não oferece muitas opções culturais e de lazer. Os referenciais de que dispomos para a elaboração do Projeto Político Pedagógico foram importantes subsídios para a elaboração e constante avaliação do mesmo, que foram: as características socioeconômicas da clientela, as condições de vida da comunidade local. A defasagem da leitura, interpretação, escrita, raciocínio lógico dos alunos que chegam a esta unidade escolar no 6° ano de escolaridade do Ensino Fundamental e 1° ano do Ensino Médio. Diante disso, priorizamos ações que atendam as necessidades dos educandos, dando continuidade ao processo de aprendizagem e ampliando e aprofundando a leitura, escrita e raciocínio lógico.
  14. 14. 149- Fundamentação teórica O método Paulo Freire não visa apenas tornar mais rápido e acessível oaprendizado, mas pretende habilitar o aluno a ler o mundo, na expressão famosa doeducador. “Trata-se de aprender a ler a realidade (conhecê-la) para em seguida poderreescrever essa realidade (transformá-la) dizia Freire. Na sua teoria há três momentos claros de aprendizagem. O primeiro é aquele emque o educador se intera daquilo que o aluno conhece, não apenas para poderavançar no ensino de conteúdos, mas, principalmente para trazer a cultura doeducando para dentro da sala de aula. O segundo momento é o de exploração dasquestões relativas aos temas em discussão, o que permite que o aluno construa ocaminho do senso comum para uma visão crítica da realidade. Finalmente, volta-se doabstrato para o concreto, a etapa de problematização, de ações para superarimpasses que tem como objetivo final do ensino a conscientização do aluno Segundo Paulo Freire, o aluno só aprende o que for “apreendido”, sendo assimacreditemos que seguimos uma linha sócio-interacionista, pois tentamos criar nacomunidade escolar um ambiente que favoreça o ensino-aprendizagem,desenvolvendo uma visão crítica de sua realidade, levando-a a buscar umatransformação social. A conscientização de que o saber é o somatório de todas as vivências de umgrupo humano, propiciou-nos traçar uma proposta de trabalho pautada naimplementação de um projeto desdobrado em eventos que, através da integração comtodos os segmentos da comunidade escolar favoreça a implementação dos conteúdosreferentes à lei de Diretrizes e Bases da Educação e aos Parâmetros CurricularesNacionais, sempre embasado nas teorias do nosso mais ilustre educador, PauloFreire.
  15. 15. 1510- Perfil e Funcionamento da Escola10.1. Estado: RJ Município: NOVA IGUAÇU10.2. Nome da escola: CE SARGENTO ANTONIO ERNESTO10.3. Nome do diretor: EDILEUZA BATISTA DE ALELUIA PEREIRA10.4. Endereço da escola: RUA OTAVIO TEIXEIRA – S/N°10.5. Classificação da escola: B10.6. Telefone: 21 2657-4524e-mail:cesae@click21.com.bre-mail institucional: cesgtantonioernesto@educacao.rj.gov.br10.7. Localização: ( x) área urbana ( ) área rural ( ) área urbana periférica10.8. Nível e modalidade de ensino ministrado na escola:( ) educação pré-escolar( ) ensino fundamental – 1ª a 4ª série(x) ensino fundamental – 5ª a 8ª série( ) ensino fundamental – 1ª a 8ª série( ) educação especial(x) ensino médio( ) educação de jovens e adultos( ) cursos supletivos
  16. 16. 1610.9Dependências escolares Condições de utilização* Dependências Quantidade O que está inadequado? Adequada Inadequada 01 xDiretoriaSecretaria 01 xSala de professores 01 x Espaço insuficienteSala de coordenação pedagógica 01 xSala de orientação educacional 01 xSala de leitura ou biblioteca 01 x Espaço insuficienteSala de TV e vídeo 0 x Não existenteSala de informática 01 xSala de multimeios 0 x Não existenteSala de ciências / laboratório 01 x 0 x Não existenteAuditório Pouco espaço físico p/ a 12 xSala de aula demandaAlmoxarifado 0 x Não existente Espaço adaptado para 01 xDepósito material limpeza guardar materiais 01 xDespensaRefeitório 01 xRecreio coberto 01 xQuadra de esportes descoberta 0 x Não existente
  17. 17. 17Quadra de esportes coberta 01 x 01 xCirculações internas 01 xCozinhaÁrea de serviço 01 xSanitário dos funcionários 02 xSanitário dos alunos 02 xVestiário dos alunos 02 xSanitário dos portadores de 01 xnecessidades especiais
  18. 18. 1810.10 Calendário Escolar
  19. 19. 19 11- Matrículas De acordo com as determinações de SEEDUC n° 2336 D.O. de 20/10/00, e sempre que houver vaga na série pretendida, desde que seja comprovada a vida escolar anterior . Recebemos alunos encaminhados pela central de matrículas do Governo do Estado do Rio de Janeiro no 6° ano de escolaridade do Ensino Fundamental e 1° ano do Ensino Médio (documento em anexo). As demais séries são de acordo com o n° de vagas existentes na própria unidade escolar. 6° ao 9° ano – 35 alunos por turma em média Ensino Médio – 40 alunos por turma em média Geralmente este número ultrapassa o quantitativo pré-estabelecido pela SEEDUC devido à grande procura por vagas. Ensino Fundamental Ano: 2009 ENSINO FUNDAMENTAL MATUTINO VESPERTINO NOTURNO INTEGRAL TOTAL SÉRIE Turmas Alunos Turmas Alunos Turmas Alunos Turmas Alunos Turmas Alunos ANEE* 5ª/6° ano 02 129 - - - - - - - - 01 6ª/7° ano 05 166 - - - - - - - - - 7ª/8° ano 02 127 03 79 - - - - - - 03 8ª/9° ano 02 04 126 01 - - - - Turmas - - - - - - - - - - - Especiais TOTAL 11 422 07 205 01 - - - - - 04 Ensino Médio Ano:2009 Série Matutino Vespertino Noturno Total Turmas Alunos Turmas Alunos Turmas Alunos Turmas Alunos ANEE* 1ª 02 81 02 03 07 01 2ª 01 02 03 06 01 3ª 0 - 02 03 05 01Total 02 06 09 18 04 Fonte: * Alunos com necessidades educacionais especiais
  20. 20. 2012- Estrutura e Organização da EscolaO Colégio Estadual Sargento AntonioErnesto está constituído pelo seguintequadro:Equipe QuantitativoDiretor Geral 01Diretor Adjunto 02Secretário 01Agente de Pessoal 01Coordenador Pedagógico 01Orientador Educacional 01Professores Regentes 57Alunos 1286Serventes 09Auxiliar de Secretaria 02Coordenador de Turno 01Inspetor de Alunos 03Merendeiras 04Funcionários Terceirizados 09Animador Cultural 01Suporte Técnico 01
  21. 21. 2115- Organização das TurmasA escola possui atualmente 34 turmas distribuídas em 12 salas de aula nos 03(três) turnos: 1° turno 2° turno 3° turno 601 803 905 602 804 1005 603 805 1006 701 901 1006 702 902 1007 703 903 2004 704 904 2005 705 1003 2006 801 1004 3003 802 2002 3004 1001 2003 3005 1002 3001 - 2001 3002 -“ A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisasnovas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejamcriadores , inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentesque estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas sepropõe.” Jean Piaget
  22. 22. 2216- Horários:Vide anexos
  23. 23. 23Hino da EscolaSargento Antonio ErnestoNosso PatronoTão corajosoE, sendo expedicionárioMorreu na guerraLá na ItáliaHoje lembramos seu nomePois foi a onzeQue veio ao mundoE cheios de alegriaVamos honrá-loE enaltecê-lo.Sargento Antonio Costa ErnestoQueremos sempre imitá-loLutando e aprendendoPara a glória e para pazDesse amado Brasil!Regimento Escolar
  24. 24. 24 CE Sargento Antonio Ernesto Escala do Hino Nacional 1° Turno 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª704 701 802 702 801602 702 703 601 7051001 2001 1002 2° Turno 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª902 804 2003 901 903904 805 2001 1003 3001 1004 2002
  25. 25. 2517- Sistema de avaliaçãoPortaria SAPP nº 048/04AVALIAÇÃO: UMA MUDANÇA POSSÍVEL E DESEJADA Enquanto educadores é nosso compromisso zelar pelaaprendizagem dos alunos, fazendo da escola um espaço de convivência noqual a avaliação, enquanto missão de todo professor, aponte na busca denovos caminhos. Este sim é o nosso grande desafio e responsabilidade.Como avaliamos nossos alunos? Para que serve a avaliação daaprendizagem? Por que certos professores utilizam determinadas formase instrumentos de avaliação? Como desenvolver práticas maisdemocráticas e inclusivas? Estas questões têm sido objeto de reflexão nosúltimos anos por parte de diferentes autores brasileiros que elaboraramcríticas denunciando o caráter seletivo e classificatório dos processos deaferição do rendimento escolar, além de sua relação com a produção dofracasso escolar. Entretanto, embora as discussões avancem, comodemonstram as pesquisas e a extensa produção literária sobre o tema, ocotidiano da sala de aula parece resistir às novas propostas. A escola esuas práticas parecem mudar lentamente. Mas o que é mesmo avaliar? Este conceito tem uma gama designificados possíveis. Na linguagem cotidiana, o verbo avaliar significaestimar, apreciar, examinar, implicando em coleta de informações sobreum determinado objeto e atribuição de valor ou qualidade ao mesmo.Nesse processo, realizamos uma comparação entre o objeto e umdeterminado padrão previamente estabelecido como parâmetro,formulando um juízo de valor. Na vida escolar, tradicionalmente, oresultado da avaliação tem servido para criar pequenas hierarquias. Osalunos são comparados e depois classificados em função de um padrãoconsiderado de excelência. A proximidade ou mesmo o distanciamentocom relação a esse parâmetrodefine o êxito ou o fracasso.
  26. 26. 26 Avaliar, entretanto, é mais do que isto, mais do que classificar osalunos em aprovados ou reprovados, em bons ou ruins.“ A alegria não chega apenas no encontro do achado, mas faz parte do processo da busca. Eensinar e aprender não pode dar-se fora da procura, fora da boniteza e da alegria.” Paulo Freire A coleta de dados sobre a situação do aluno nos ofereceinformações que podem fundamentar novas decisões sobre o processopedagógico. A avaliação da aprendizagem não se esgota em si mesma.Avaliamos para intervir, para agir e corrigir os rumos de nosso trabalho. É preciso lembrar que em diversos momentos, como decorrênciadas interações em aula, o professor realiza pequenos ajustes de rumo. Odesinteresse do aluno, suas dificuldades para realizar certas tarefas, develevar o docente a reorganizar seu planejamento, bem como proporcionarao aluno um auto-questionamento. Há sempre uma regulação dosprocessos pedagógicos. O professor passa a observar mais criteriosamenteseus alunos, a buscar formas de gerir as aprendizagens. O objetivo éotimizar os processos e propiciar a construção de conhecimentos peloaluno.Avaliar não é um processo simples, pois, constantemente, corremos riscosna medida que, muitas vezes, temos dificuldades de detectar nossospróprios erros e acertos. Devemos construir uma avaliação criteriosa,lúcida, capaz de ultrapassar o arbitrário.
  27. 27. 2717.1 A PORTARIA E/SAPP NO 48/2004: ASPECTOS CENTRAISUma concepção de avaliação Os artigos 1º e 2º da Portaria 48/04 destacam a concepção deavaliação que fundamenta o atual sistema de avaliação da aprendizagem.A avaliação da aprendizagem é um tipo de procedimento deresponsabilidade da escola e visa a obter um diagnóstico do processo deensino e aprendizagem dos alunos, em relação à programação curricularprevista e desenvolvida em cada nível e etapa de escolaridade. Além de diagnosticar, avaliar envolve tomar decisões. Estas duasdimensões são constitutivas das práticas avaliativas. Observa Luckesi: aavaliação deve possibilitar o “reconhecimento dos caminhos percorridos eda identificação dos caminhos a serem perseguidos” (1995, p.43). Assim, a avaliação da aprendizagem possibilita ao professorconsciência sobre o curso dos processos e dos resultados educativos.Nesse sentido, precisamos ter clareza dos nossos objetivos, dos critériosutilizados e, sobretudo, da adequação de nossos instrumentos.17.2 Avaliação no 2º segmento do Ensino Fundamental e no EnsinoMédio Nestes níveis de ensino, considerando a necessidade de unificar oscritérios de avaliação, fica estabelecida a utilização de uma escala de 0 a10 para registrar o desempenho do aluno. Para ser promovido o discentedeve obter o mínimo de 20 pontos na soma dos quatro bimestres noregime anual e 10 no regime semestral (fases/supletivo). A Portaria enfatiza que o professor deve empregar no mínimo trêsinstrumentos diversificados para verificar se as habilidades ecompetências propostas em seu planejamento foram desenvolvidas peloaluno. Este procedimento reforça a idéia de que a avaliação não deve tercaráter terminal, e nem se esgota numa prova organizada ao final doperíodo. Enquanto um dos processos didáticos, a avaliação devepossibilitar o acompanhamento permanente do professor tornando-se umvalioso recurso para melhoria dos processos pedagógicos.
  28. 28. 2817.3 Recuperação da aprendizagemAo detectar dificuldades por parte dos alunos, ou um resultado inferior a 5pontos no bimestre, o professor deverá organizar um plano de estudos ouatividades diversificadas para serem realizadas pelo discente. O objetivo éimplementar estratégias alternativas capazes de dinamizar novasoportunidades de aprendizagem para o educando. A recuperação deveocorrer de forma paralela, não sendo mais oferecida ao final do períodoletivo.17.4 DependênciaDesde 1994 de acordo com a Deliberação CEE/RJ 207/94, as escolaspúblicas estaduais são obrigadas a oferecer a dependência. Entretanto, aoperacionalização da progressão parcial ocasionou muitas dificuldadespara as escolas, inclusive sobrecarregando os Centros de EstudosSupletivos que deixavam de cumprir a sua principal função para atenderos alunos em dependência. Após várias reuniões com as CoordenadoriasRegionais, houve um consenso com relação à forma de implementar adependência. Assim, a Portaria 048/04 propõe que, ao final do ano, oaluno em dependência receba um plano de estudos. As atividadespropostas devem ser entregues ao docente no início do novo períodoletivo quando o aluno será avaliado. Avaliação esta (§ 3º do Art.8º) queabrange não só as atividades do plano de estudos como a possibilidade deaplicação de uma prova. Da 5ª do Ensino Fundamental à 3º série do Ensino Médio o alunopoderá ficar apenas em duas dependências (Art.9º). Ex: História na 7º eHistória na 8º série. Caso o aluno seja reprovado em mais um componentedisciplinar, ele ficará retido. O discente só poderá cursar uma novadependência se vencer pelo menos uma das anteriores. O aluno que ao término da 8ª série mantiver dependência em atéduas disciplinas do Ensino Fundamental poderá ingressar no Ensino Médiomediante comprovação de matrícula na(s) dependência(s) no EnsinoFundamental. Os certificados de conclusão somente poderão ser expedidosquando o aluno for declarado aprovado em todas as disciplinas, inclusivena(s) dependência (s). Da documentação de transferência do aluno deverão constar asdisciplinas em que se encontra em dependência, o relatório sobre o
  29. 29. 29desempenho do aluno, especificando os conhecimentos que não foramconstruídos, e o plano de estudos.17.5 ReclassificaçãoOs alunos reprovados por insuficiência de freqüência que apresentamrendimento superior ao mínimo previsto nesta Portaria (Art.2º §3º), sópodem ser reclassificados no ano letivo seguinte. Neste processo, assim como no caso de reclassificação de alunostransferidos, é obrigatória a avaliação em todos os componentescurriculares da Base Nacional Comum. (Art. 12).17.6 Parte Diversificada do CurrículoA Parte Diversificada é componente obrigatório do currículo e tem comoobjetivo atender às características sociais, econômicas e culturais locais,devendo ser organizada de forma articulada à Base Nacional Comum. Nasmatrizes do Ensino Fundamental e Médio, a Parte Diversificada éconstituída pela Língua Estrangeira, pelo Ensino Religioso e pelasAtividades Complementares. A avaliação da Língua Estrangeira e dasAtividades Complementares, quando oferecidas sob forma de disciplinas(aquelas da Base Nacional Comum) , segue as mesmas orientações dasdisciplinas da Base Nacional Comum. Já o Ensino Religioso e AtividadesComplementares, quando desenvolvidas através de Projetos, não devemser considerados para fins de promoção. O professor deverá, entretanto,registrar a freqüência e elaborar relatório sintético sobre a participaçãodos alunos. A freqüência e o relatório integrarão o histórico escolar.DA RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEMArt. 4º - Os estudos de recuperação paralela são obrigatórios, sendooferecidos sempre que o aluno apresentar dificuldades no processo deaprendizagem nos Ciclos ou menos de 5 (cinco) pontos no bimestre no 2ºsegmento do Ensino Fundamental, no Ensino Médio, no Ensino Normal ena Educação Profissional.§ 1º - O planejamento e os procedimentos relativos à recuperaçãoconstarão do Projeto Pedagógico da Unidade Escolar.
  30. 30. 30§ 2º – No processo de recuperação o aluno será reavaliado e, somentequando constatado seu progresso, deverá ocorrer a respectiva mudançado resultado. O resultado da recuperação substitui o anterior.Art. 5º – Os estudos de recuperação da aprendizagem desenvolvidosde forma paralela poderão ser realizados utilizando-se as seguintesestratégias, de acordo com a disponibilidade da Unidade Escolar:I - atividades diversificadas oferecidas durante a aula;II - atividades em horário complementar na própria escola;III - plano de trabalho organizado pelo professor para estudoindependentepor parte do aluno.Parágrafo Único – Nos casos dos incisos I e II, admite-se o sistemade monitoria, sob a supervisão do professor, que poderá serrealizada por alunos da mesma turma ou de séries mais adiantadas.DA PROGRESSÃO PARCIALArt. 6º - A progressão parcial, sob a forma de dependência, é admitida no2º segmento do Ensino Fundamental, do Ensino Médio, do Ensino Normale da Educação Profissional, em até duas disciplinas.Art. 7º - O planejamento e os procedimentos da progressão parcialdeverão constar do Projeto Pedagógico da Unidade Escolar.Art. 8º - Em caso de reprovação o professor da respectiva disciplinaapresentará relatório sobre o desempenho do aluno, especificando osconhecimentos que não foram construídos, com vistas à elaboração deum plano de estudos.§ 1º - O plano de estudos deverá ser elaborado pelo professor,considerando os conhecimentos que não foram construídos pelo aluno,sendo composto por atividades diversificadas, tais como pesquisas,trabalhos, exercícios, etc.§ 2º - O professor poderá prever no plano de estudos encontros paraorientação dos alunos.§ 3º - O aluno deverá entregar as atividades propostas no plano deestudos no primeiro bimestre do período letivo, quando será avaliadopelo professor.
  31. 31. 3118 - Subprojetos:AFRICANIDADELei 10639/2003 A Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003, incluiu o dia 20 de novembro no calendário escolar,data em que comemoramos o Dia Nacional da Consciência Negra. A mesma lei também tornouobrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira. Com isso, professores deveminserir em seus programas aulas sobre os seguintes temas História da África e dos africanos,luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedadenacional.Com a implementação dessa lei, o governo brasileiro espera colaborar para o resgate dacontribuição dos povos negros nas áreas social, econômica e política ao longo da história dopaís.A escolha dessa data não foi por acaso: em 20 de novembro de 1695, Zumbi - líder doQuilombo dos Palmares – foi morto em uma emboscada na Serra Dois Irmãos, emPernambuco, após liderar uma resistência que culminou com o início da destruição doquilombo Palmares. Apesar de várias dúvidas levantadas quanto ao caráter de Zumbi nosúltimos anos (comprovou-se, por exemplo, que ele tinha escravos particulares) o Dia daConsciência Negra procura ser uma data para lembrar a resistência do negro à escravidão deforma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1534).Algumas entidades como o Movimento Negro Unificado (o maior do gênero do país)organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-seevitar o desenvolvimento do autopreconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência no dia 20 denovembro são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se hádiscriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda, beleza negra, etc.O dia é celebrado desde a década de 1970, embora só tenha ampliado seus eventos nosúltimos anos; até então o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de Maio,Abolição da Escravatura - comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a“generosidade” da princesa Isabel, ou seja, ser uma celebração de atitude de uma branca.A semana dentro da qual está o dia 20 de novembro também recebe o nome de Semana daConsciência Negra.Art. 26 –A. Nos estabelecimentos de Ensino Fundamental e Médio, oficiais e particulares,torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.
  32. 32. 32Parágrafo 1° O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá oestudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a culturanegra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando acontribuição do povo nas áreas, social, econômica e política pertinente à História doBrasil.Parágrafo 2° Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serãoministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de EducaçãoArtística e de Literatura e História Brasileiras.Artigo 79° B O calendário Escolar incluirá o dia 20 de novembro como “Dia Nacionalda Consciência Negra”Artigo 2° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. “Se deixarmos de sonhar sonhos possíveis... Os projetos são aqueles ou aquelas que molham de tal forma nas águas da sua cultura e da história do seu povo, que conhecem o seu aqui e o seu agora e, por isso,podem prever o amanhã que eles mais do que adivinham, realizam...” “Paulo Freire
  33. 33. 33ACESSIBILIDADEAções realizadas pela escola em 2010 Plano de AçãoEscola: C.E. SARGENTO ANTONIO ERNESTOMunicípio: Nova IguaçuEstado: Rio de JaneiroValor PAF (R$): 21.500,00 - ( Custeio: R$15.050,00 -Capital: R$6.450,00 ) ( Escola Paga )Objetivo Estratégico: I- Assegurar a inclusão de alunos portadores de deficiências na unidade escolar realizando as adequações arquitetônicas necessárias para promover a acessabilidade no prédio escolar, possibilitando o acesso, com rampas, alargamento de portas, sinalização e informação, tornando a circulação livre de obstáculos, conforme normas vigentes.Líder do Objetivo: Edileuza Batista de AleluiaEstratégia: Contactar empesa especializada para modificar o ambiente escolar e sua estruturafísica proporcionando condições de tornar-se acessível a todos em todos os ambientes ecompartimentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, inclusive salas de aula,sala de leitura, quadra de esportes, pátio coberto, refeitório e sanitários, sendo obsevados osprincípios do desenho universal e atestado o atendimento às regras de acessibilidade previstaspela ABNT.Meta: Contratação de empresa especializada para a realização da adequação do prédioescolar para garantir a acessibilidade dos alunos portadores de necessidades especiais oumobilidade reduzida.Indicador da Meta: Contratar empresa especializada para fazer as adequações o ambienteescolar tornando-o acessível os portadores de deficiência, tornando-o livre de obstáculos,garantindo a sua inclusão e permanência na escola.Gerente de Plano de Ação: Edileuza Batista de AleluiaInício: 03/2010Revisão: SemanalData Término: 04/2010
  34. 34. 34 Desdobramento das Metas em Planos de Ação PAFNº Descrição Início Término Responsável Resultado Indicador Capital Custeio Quem Tipo do Categoria Esperado (R$) (R$) Financia Programa Contratação de serviço especializado para a realização de obras de adequação da unidade escolar para a acessibilidade dos alunos portadores de deficiência, adaptando os banheiros de alunos masculino e feminino: fazendo o alargamento das portas dos banheiros (masc. 1.13. e fem.), largura Contratação de 90 cm, para Realizar as de serviço de cadeirantes, adequações informática, Adequações instalação de adquirindo e necessárias realizadas colocando (4) para tornar a equipamento, Edileuza na unidade maçanetas do escola Escola pequenas1 04/2010 06/2010 Batista de escolar no 0.00 5000.00 PAF tipo alavanca que acessível aos Acessível construções, Aleluia período de podem ser mais portadores reparos na abril a junho facilmente de rede elétrica de 2010 . e hidráulica e manipuladas por necessidades quem quer que especiais. instalações seja, (2) válvulas físicas da descarga a 1m do chão, (2) bacias sanitárias com altura de 46 cm possibilitando maior conforto ao sentar e instalando (2) papeleiras a uma distância de 45 cm do piso que deve ser antiderrapante através da empresa Danton Construções e Reformas LTDA /CNPJ 31.993.819/0001- 20. Contratação de 1.13. Realizar as serviço Contratação adequações especializado Adequações de serviço de necessárias para a realização realizadas informática, para tornar a de obras de Edileuza na unidade instalação de escola Escola2 adequação da 04/2010 06/2010 Batista de escolar no 0.00 5000.00 PAF equipamento, acessível aos Acessível unidade escolar Aleluia período de pequenas portadores para a abril a junho construções, de acessibilidade de 2010 . reparos na necessidades dos alunos rede elétrica especiais. portadores de e hidráulica e
  35. 35. 35Nº Descrição Início Término Responsável Resultado Indicador Capital Custeio Quem Tipo do Categoria Esperado (R$) (R$) Financia Programa deficiência, instalações adquirindo e físicas instalando 01 (um) bebedouro para deficientes no pátio , tornar a circulação livre de obstáculos no pátio, no acesso à cantina, na sala de leitura e no refeitório, construindo (03) rampas de acesso e colocando (06) corrimãos nestes setores através da empresa Danton Construções e Reformas LTDA /CNPJ 31.993.819/0001- 20.
  36. 36. 36 INCLUSÃO LEI Nº 10.098 - DE 19 DE DEZEMBRO DE 2000 - DOU DE 20/12/2000 Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providênciasO PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eusanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I - DISPOSIÇÕES GERAISArt. 1º Esta Lei estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção daacessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida,mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, nomobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e decomunicação.Art. 2º Para os fins desta Lei são estabelecidas as seguintes definições:I – acessibilidade: possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança eautonomia, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dostransportes e dos sistemas e meios de comunicação, por pessoa portadora dedeficiência ou com mobilidade reduzida;II – barreiras: qualquer entrave ou obstáculo que limite ou impeça o acesso, a liberdadede movimento e a circulação com segurança das pessoas, classificadas em:a) barreiras arquitetônicas urbanísticas: as existentes nas vias públicas e nos espaçosde uso público;b) barreiras arquitetônicas na edificação: as existentes no interior dos edifícios públicose privados;c) barreiras arquitetônicas nos transportes: as existentes nos meios de transportes;d) barreiras nas comunicações: qualquer entrave ou obstáculo que dificulte ouimpossibilite a expressão ou o recebimento de mensagens por intermédio dos meios ousistemas de comunicação, sejam ou não de massa;III – pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida: a que temporária oupermanentemente tem limitada sua capacidade de relacionar-se com o meio e de utilizá-lo;IV – elemento da urbanização: qualquer componente das obras de urbanização, taiscomo os referentes a pavimentação, saneamento, encanamentos para esgotos,distribuição de energia elétrica, iluminação pública, abastecimento e distribuição deágua, paisagismo e os que materializam as indicações do planejamento urbanístico;V – mobiliário urbano: o conjunto de objetos existentes nas vias e espaços públicos,superpostos ou adicionados aos elementos da urbanização ou da edificação, de formaque sua modificação ou traslado não provoque alterações substanciais nestes
  37. 37. 37elementos, tais como semáforos, postes de sinalização e similares, cabines telefônicas,fontes públicas, lixeiras, toldos, marquises, quiosques e quaisquer outros de naturezaanáloga;VI – ajuda técnica: qualquer elemento que facilite a autonomia pessoal ou possibilite oacesso e o uso de meio físico. CAPÍTULO II - DOS ELEMENTOS DA URBANIZAÇÃOArt. 3º O planejamento e a urbanização das vias públicas, dos parques e dos demaisespaços de uso público deverão ser concebidos e executados de forma a torná-losacessíveis para as pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.Art. 4º As vias públicas, os parques e os demais espaços de uso público existentes,assim como as respectivas instalações de serviços e mobiliários urbanos deverão seradaptados, obedecendo-se ordem de prioridade que vise à maior eficiência dasmodificações, no sentido de promover mais ampla acessibilidade às pessoas portadorasde deficiência ou com mobilidade reduzida.Art. 5º O projeto e o traçado dos elementos de urbanização públicos e privados de usocomunitário, nestes compreendidos os itinerários e as passagens de pedestres, ospercursos de entrada e de saída de veículos, as escadas e rampas, deverão observaros parâmetros estabelecidos pelas normas técnicas de acessibilidade da AssociaçãoBrasileira de Normas Técnicas – ABNT.Art. 6º Os banheiros de uso público existentes ou a construir em parques, praças,jardins e espaços livres públicos deverão ser acessíveis e dispor, pelo menos, de umsanitário e um lavatório que atendam às especificações das normas técnicas da ABNT.Art. 7º Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou emespaços públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulaçãode pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoasportadoras de deficiência com dificuldade de locomoção.Parágrafo único. As vagas a que se refere o caput deste artigo deverão ser em númeroequivalente a dois por cento do total, garantida, no mínimo, uma vaga, devidamentesinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com asnormas técnicas vigentes. CAPÍTULO III - DO DESENHO E DA LOCALIZAÇÃO DO MOBILIÁRIO URBANOArt. 8º Os sinais de tráfego, semáforos, postes de iluminação ou quaisquer outroselementos verticais de sinalização que devam ser instalados em itinerário ou espaço deacesso para pedestres deverão ser dispostos de forma a não dificultar ou impedir acirculação, e de modo que possam ser utilizados com a máxima comodidade.Art. 9º Os semáforos para pedestres instalados nas vias públicas deverão estarequipados com mecanismo que emita sinal sonoro suave, intermitente e semestridência, ou com mecanismo alternativo, que sirva de guia ou orientação para atravessia de pessoas portadoras de deficiência visual, se a intensidade do fluxo deveículos e a periculosidade da via assim determinarem.
  38. 38. 38Art.10. Os elementos do mobiliário urbano deverão ser projetados e instalados em locaisque permitam sejam eles utilizados pelas pessoas portadoras de deficiência ou commobilidade reduzida. CAPÍTULO IV - DA ACESSIBILIDADE NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS OU DE USO COLETIVOArt.11. A construção, ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinadosao uso coletivo deverão ser executadas de modo que sejam ou se tornem acessíveis àspessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.Parágrafo único. Para os fins do disposto neste artigo, na construção, ampliação oureforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão serobservados, pelo menos, os seguintes requisitos de acessibilidade:I – nas áreas externas ou internas da edificação, destinadas a garagem e aestacionamento de uso público, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos decirculação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportempessoas portadoras de deficiência com dificuldade de locomoção permanente;II – pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreirasarquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoaportadora de deficiência ou com mobilidade reduzida;III – pelo menos um dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas asdependências e serviços do edifício, entre si e com o exterior, deverá cumprir osrequisitos de acessibilidade de que trata esta Lei; eIV – os edifícios deverão dispor, pelo menos, de um banheiro acessível, distribuindo-seseus equipamentos e acessórios de maneira que possam ser utilizados por pessoaportadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.Art.12. Os locais de espetáculos, conferências, aulas e outros de natureza similardeverão dispor de espaços reservados para pessoas que utilizam cadeira de rodas, e delugares específicos para pessoas com deficiência auditiva e visual, inclusiveacompanhante, de acordo com a ABNT, de modo a facilitar-lhes as condições deacesso, circulação e comunicação. CAPÍTULO V - DA ACESSIBILIDADE NOS EDIFÍCIOS DE USO PRIVADOArt.13. Os edifícios de uso privado em que seja obrigatória a instalação de elevadoresdeverão ser construídos atendendo aos seguintes requisitos mínimos de acessibilidade:I – percurso acessível que una as unidades habitacionais com o exterior e com asdependências de uso comum;II – percurso acessível que una a edificação à via pública, às edificações e aos serviçosanexos de uso comum e aos edifícios vizinhos;III – cabine do elevador e respectiva porta de entrada acessíveis para pessoasportadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.Art.14. Os edifícios a serem construídos com mais de um pavimento além do pavimentode acesso, à exceção das habitações unifamiliares, e que não estejam obrigados àinstalação de elevador, deverão dispor de especificações técnicas e de projeto quefacilitem a instalação de um elevador adaptado, devendo os demais elementos de usocomum destes edifícios atender aos requisitos de acessibilidade.
  39. 39. 39Art.15. Caberá ao órgão federal responsável pela coordenação da política habitacionalregulamentar a reserva de um percentual mínimo do total das habitações, conforme acaracterística da população local, para o atendimento da demanda de pessoasportadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. CAPÍTULO VI - DA ACESSIBILIDADE NOS VEÍCULOS DE TRANSPORTE COLETIVOArt.16. Os veículos de transporte coletivo deverão cumprir os requisitos deacessibilidade estabelecidos nas normas técnicas específicas. CAPÍTULO VII - DA ACESSIBILIDADE NOS SISTEMAS DE COMUNICAÇÃO E SINALIZAÇÃOArt.17. O Poder Público promoverá a eliminação de barreiras na comunicação eestabelecerá mecanismos e alternativas técnicas que tornem acessíveis os sistemas decomunicação e sinalização às pessoas portadoras de deficiência sensorial e comdificuldade de comunicação, para garantir-lhes o direito de acesso à informação, àcomunicação, ao trabalho, à educação, ao transporte, à cultura, ao esporte e ao lazer.Art.18. O Poder Público implementará a formação de profissionais intérpretes de escritaem braile, linguagem de sinais e de guias-intérpretes, para facilitar qualquer tipo decomunicação direta à pessoa portadora de deficiência sensorial e com dificuldade decomunicação.Art.19. Os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens adotarão plano demedidas técnicas com o objetivo de permitir o uso da linguagem de sinais ou outrasubtitulação, para garantir o direito de acesso à informação às pessoas portadoras dedeficiência auditiva, na forma e no prazo previstos em regulamento. CAPÍTULO VIII - DISPOSIÇÕES SOBRE AJUDAS TÉCNICASArt.20. O Poder Público promoverá a supressão de barreiras urbanísticas,arquitetônicas, de transporte e de comunicação, mediante ajudas técnicas.Art.21. O Poder Público, por meio dos organismos de apoio à pesquisa e das agênciasde financiamento, fomentará programas destinados:I – à promoção de pesquisas científicas voltadas ao tratamento e prevenção dedeficiências;II – ao desenvolvimento tecnológico orientado à produção de ajudas técnicas para aspessoas portadoras de deficiência;III – à especialização de recursos humanos em acessibilidade. CAPÍTULO IX - DAS MEDIDAS DE FOMENTO À ELIMINAÇÃO DE BARREIRASArt.22. É instituído, no âmbito da Secretaria de Estado de Direitos Humanos doMinistério da Justiça, o Programa Nacional de Acessibilidade, com dotaçãoorçamentária específica, cuja execução será disciplinada em regulamento.
  40. 40. 40 CAPÍTULO X - DISPOSIÇÕES FINAISArt.23. A Administração Pública federal direta e indireta destinará, anualmente, dotaçãoorçamentária para as adaptações, eliminações e supressões de barreiras arquitetônicasexistentes nos edifícios de uso público de sua propriedade e naqueles que estejam sobsua administração ou uso.Parágrafo único. A implementação das adaptações, eliminações e supressões debarreiras arquitetônicas referidas no caput deste artigo deverá ser iniciada a partir doprimeiro ano de vigência desta Lei.Art.24. O Poder Público promoverá campanhas informativas e educativas dirigidas àpopulação em geral, com a finalidade de conscientizá-la e sensibilizá-la quanto àacessibilidade e à integração social da pessoa portadora de deficiência ou commobilidade reduzida.Art.25. As disposições desta Lei aplicam-se aos edifícios ou imóveis declarados bens deinteresse cultural ou de valor histórico-artístico, desde que as modificações necessáriasobservem as normas específicas reguladoras destes bens.Art.26. As organizações representativas de pessoas portadoras de deficiência terãolegitimidade para acompanhar o cumprimento dos requisitos de acessibilidadeestabelecidos nesta Lei.Art.27. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.Brasília, 19 de dezembro de 2000; 179º da Independência e 112º da República. FERNANDO HENRIQUE CARDOSO José Gregori
  41. 41. 41LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA (PROINFO)Objetivo Estratégico: Melhorar e elevar o nível acadêmico dos alunos utilizando o computadorcomo uma ferramenta de dinamização do ensino, torna-se um importante aliado quepotencializa a produção de novas idéias e socialização de conhecimentos.Líder do Objetivo: Flavia Souza AraujoEstratégia: Contratar profissional habilitado para capacitar os professores para a utilização dainformática como ferramenta interdisciplinar, constituindo-se em mais um recurso educacional,onde o professor atuará como um orientador, levando o aluno usar a criatividade, o raciocínio,e tendo atitudes ativas para a produção do conhecimento.Meta: Elevar o nível de desempenho acadêmico dos alunos do 7º ao 9º anos do EnsinoFundamental aplicando os recursos da informática comoIndicador da Meta: [(Nº de Reprovados) : (Matrícula Inicial + Nº de Admitidos após o mês demarço – Afastados por transferência)] x 100 nas turmas do 7º ao 9° ano do EnsinoFundamentalGerente de Plano de Ação: Edileuza Batista de AleluiaInício: 03/2010Revisão: QuinzenalData Término: 11/2010Desdobramento das Metas em Planos de Ação PAF
  42. 42. 42Nº Descrição Início Término Responsável Resultado Indicador Capital Custeio Quem Tipo do Categoria Esperado (R$) (R$) Financia Programa A cada dia que passa a informática tem mais relevância na vida das pessoas e utilizando esta Adequar o ferramenta como laboratório de uma extensão da informática sala de aula o para a sua professor irá utilização enriquecer suas pedagógica aulas fazendo uso com material Prover de softwares, necessário recursos para Internet e outros Flavia para ensinar o a utilização da 1.1. Material PDE1 aplicativos que 03/2010 04/2010 Souza aluno a informática 0.00 500.00 PAF de Apoio Escola possam auxiliá-lo Araujo interagir com como Pedagógico na produção do essa ferramenta conhecimento dos tecnologia de pedagógica. alunos. Aquisição forma que ela de material de venha a apoio pedagógico contribuir para para a sala de seu processo informática: (10) de toner 5 cx papel aprendizagem. A4 Softwares educativos:Língua Portuguesa - Matemática - Software CD do educador Capacitação dos 15 professores das disciplinas críticas ( Língua (N° de 1.11. Portuguesa e professores Contratação Matemática) para Capacitar capacitados/n° de serviço a execução do Flavia 100% dos de PDE para2 Projeto " A 03/2010 03/2010 Souza professores da 0.00 500.00 PAF professores a Escola formação educação através Araujo disciplinas serem dos da Tecnologia" críticas capacitados) profissionais para orientá-los X 100 da escola no trabalho pedagógico em parceria com a informática.
  43. 43. 43 Mais Educação O Programa Mais Educação instituído pela Portaria Interministerial nº 17/2007e pelo Decreto n° 7.083, de 27 de janeiro de 2010, integra as ações do Plano deDesenvolvimento da Educação (PDE), como uma estratégia do Governo Federal parainduzir a ampliação da jornada escolar e a organização curricular 1 , na perspectiva daEducação Integral. Trata-se da construção de uma ação intersetorial entre as políticas públicaseducacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição dasdesigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade culturalbrasileira. Fazem parte o Ministério da Educação, o Ministério do DesenvolvimentoSocial e Combate a Fome, o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Ministério doEsporte, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Cultura, o Ministério daDefesa, a Controladoria Geral da União. Essa estratégia promove a ampliação de tempos, espaços, oportunidadeseducativas e o compartilhamento da tarefa de educar entre os profissionais daeducação e de outras áreas, as famílias e diferentes atores sociais, sob acoordenação da escola e dos professores. Isso porque a Educação Integral, associadaao processo de escolarização, pressupõe a aprendizagem conectada a vida e aouniverso de interesses e de possibilidades das crianças, adolescentes e jovens. Conforme o Decreto (n° 7.083/2010), os princípios da Educação Integral sãotraduzidos pela compreensão do direito de aprender como inerente ao direito à vida, àsaúde, à liberdade, ao respeito, à dignidade e à convivência familiar e comunitária; ecomo condição para o próprio desenvolvimento de uma sociedade republicana edemocrática. Por meio da Educação Integral, se reconhece as múltiplas dimensões doser humano e a peculiaridade do desenvolvimento de crianças, adolescentes e jovens. A Educação Integral está presente na legislação educacional brasileira e podeser apreendida em nossa Constituição Federal, nos artigos 205, 206 e 227; noEstatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 9089/1990); em nossa Lei de Diretrizes eBases (Lei nº 9394/1996), nos artigos 34 e 87; no Plano Nacional de Educação (Lei nº10.179/01) e no Fundo Nacional de manutenção e Desenvolvimento do Ensino Básicoe de Valorização do Magistério (Lei nº11. 494/2007).O Programa Mais Educação é operacionalizado pela Secretaria deEducaçãoContinuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), em parceria com a Secretaria deEducação Básica (SEB), por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), doFundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para as escolas dosterritórios prioritários. As atividades fomentadas foram organizadas nos respectivosmacrocampos: Acompanhamento Pedagógico; Educação Ambiental; Esporte e Lazer;Direitos Humanos em Educação; Cultura e Artes; Cultura Digital; Promoção da Saúde;Comunicação e uso de Mídias; Investigação no Campo das Ciências da Natureza eEducação Econômica. Cada macrocampo agrega as seguintes atividades específicas:
  44. 44. 44CRITÉRIOS DE ADESÃOO Programa Mais Educação estabelece os seguintes critérios para seleção dasunidades escolares:• escolas contempladas com PDDE/Integral no ano de 2008 e 2009;• escolas com baixo IDEB e/ou localizadas em zonas de vulnerabilidade social;• escolas que estejam localizadas nas capitais e nas cidades das nove regiõesmetropolitanas conforme os dados do IBGE: Porto Alegre/RS, Belo Horizonte/MG, Riode Janeiro/RJ, São Paulo/SP, Salvador/BA, Recife/PE, Fortaleza/CE, Belém/PA eCuritiba/PR;• escolas das cidades com mais de 163 mil habitantes pertencentes ao Grupo deTrabalho das Grandes Cidades/SEB/MEC;• escolas das cidades com mais de 90 mil habitantes.FORMAÇÃO DAS TURMASPara fim de cálculo de número de monitores, as turmas deverão ter 30 estudantes quepoderão ser de idades e séries variadas, conforme as características de cadaatividade.MONITORESO trabalho de monitoria deverá ser desempenhado, preferencialmente, por estudantesuniversitários de formação específica nas áreas de desenvolvimento das atividades oupessoas da comunidade com habilidades apropriadas, como, por exemplo, instrutor dejudô, mestre de capoeira, contador de histórias, agricultor para horta escolar, etc. Alémdisso, poderão desempenhar a função de monitoria, de acordo com suascompetências, saberes e habilidades, estudantes da EJA e estudantes do ensinomédio. Recomenda-se a não utilização de professores da própria escola para atuaremcomo monitores, quando isso significar ressarcimento de despesas de transporte ealimentação com recursos do FNDE.KITS DE MATERIAISOs kits são compostos por materiais pedagógicos e de apoio indicados para odesenvolvimento de cada uma das atividades escolhidas pelas escolas que integram oPrograma Mais Educação. Para cada uma das atividades do Programa, há um kit dematerial específico. Insumos para impressão podem ser substituídos por serviço deimpressão nos casos indicados. Os kits poderão ser adquiridos de duas formas:• Por meio do repasse de recursos financeiros do FNDE/MEC para as UEx, ficandoestas, neste caso, responsáveis pela aquisição;
  45. 45. 45• ou pelo repasse do material que será adquirido pelo FNDE/MEC e enviado àsescolas (materiais referentes às atividades de banda fanfarra, hip-hop, cineclube,vídeo, rádio escolar e algumas publicações, conforme as planilhas no Anexo II).Os materiais e os expressos nas planilhas são referenciais para efeito de cálculo derepasse de recursos e para prestação de contas, devendo cada Unidade ExecutoraPrópria-UExresponsabilizar-se pela qualidade dos mesmos, assim como suacompatibilidade com as atividades constantes no Plano de Atendimento da Escola. Aseconomias geradas na compra de materiais poderão ser remanejadas - dentro do projeto -obedecidas as regras de destinação: custeio e capital.FORMAÇÃO DAS TURMASPara fim de cálculo de número de monitores, as turmas deverão ter 30 estudantes quepoderão ser de idades e séries variadas, conforme as características de cadaatividade.Valor do Ressarcimento Destinado ao Monitor, por TurmaQuantidade de turmas Valor (R$)01 - 60,0002 - 120,0003 --180,0004 - 240,0005 - 300,00ALIMENTAÇÃO ESCOLAROs recursos para a alimentação escolar estão garantidos pela RESOLUÇÃO nº 38, de10 de agosto de 2009, do Programa Nacional de Alimentação Escolar - PNAE), queestabelece o valor de R$ 0,90 (noventa centavos de real) para os estudantesparticipantes do Programa Mais Educação. Os recursos financeiros serão transferidosàs Secretarias Estaduais e Distrital de Educação e às Prefeituras Municipais, queatenderão às escolas mediante envio de gêneros alimentícios ou repasse dos recursosàs Unidades Executoras.Consulta site:https://www.planalto.gov.br/Consea/static/documentos/outros/fnde.pdf.pdf
  46. 46. 46Oficinas:Ensino Fundamental:MatemáticaLetramentoEnsino MédioMatemáticaLeitura e Produção de Texto ou PortuguêsEsporte e lazerTênis de MesaXadrez TradicionalVoleibolDireitos Humanos em EducaçãoDireitos Humanos e Ambiente Escolar
  47. 47. 47
  48. 48. 48 SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PROPOSTA CURRICULARDO ENSINO FUNDAMENTAL E ENSINO MÉDIO RIO DE JANEIRO - FEVEREIRO DE 2010 (Vide Anexos)
  49. 49. 49
  50. 50. 50 GRÊMIO ESTUDANTIL Grêmio CESAE C.E. Sargento Antonio ErnestoAno em que foi fundado: 2003Presidente: Jéssica de Oliveira RodriguesVice-presidente: Aline Véras Ramos1ª Secretária: Fernanda de Miranda Maio2ª Secretária: Gabriele Mesquita AlvesTesoureira: Letícia Silva de AlmeidaDiretora de Imprensa: Tássia Paula Holanda da SilvaDiretor de Esportes : Marcos Vinicius Oliveira TeixeiraVice-diretor de esportes: Felipe Alves da CunhaSecretária de Saúde: Jéssica Cristina Fernandes de AguiarDiretor Social: Erick Daniel dos Santos FreitasFiscais:Wellington Rocha AlvesLeonardo Santos do CarmoGisele Rocha
  51. 51. 51Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011 Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011 Chapa 1 Chapa 1 IDEOLOGIA IDEOLOGIA RENOVARE RENOVARE Chapa 2 Chapa 2Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011 Eleição do Grêmio Estudantil 2010/2011 Chapa 1 Chapa 1 IDEOLOGIA IDEOLOGIA RENOVARE RENOVARE Chapa 2 Chapa 2
  52. 52. 52INSCRIÇÕES PARA OGRÊMIO 2010/2011 03 A 06/11/09 NA DIRETORIA Cronograma
  53. 53. 53I – Inscrição das chapas:03/11 a 06/11/09II- Divulgação das chapas:09 a 13/11III- Eleição das chapas:16/11 – Horário 8h às 20hIV- 17/11/09: Apresentaçãoda chapavencedora
  54. 54. 54 FICHA DE INSCRIÇÃO PARA A CANDIDATURA AO GRÊMIO ESTUDANTIL CESAE 2010/2011 NOME DA CHAPA:____________________________________________________ COMPONENTES DA CHAPA:I - Presidente: ___________________________________ T____II - Vice-presidente:_______________________________T____III - Secretário Geral:______________________________T_____IV - 1° Secretário:_________________________________T____V- Tesoureiro:____________________________________T____VI- Diretor Social:_________________________________T____VII- Diretor de Imprensa:___________________________T____VIII- Diretor de esportes:___________________________T____IX- Diretor de cultura:______________________________T____X - Diretor de Saúde e MeioAmbiente:_______________________________________T____XI – Conselho Fiscal:_______________________________T____________________________________________________T____________________________________________________T____ Nova Iguaçu, ______ de _______________________de 2009.
  55. 55. 55
  56. 56. 56
  57. 57. 57
  58. 58. 58 MODELO DE ATA DE ASSEMBLÉIA GERALAta nº. _____________ da Assembléia Geral dos Estudantes do Grêmio Estudantil___________________________________________, da Escola ______________________________ aos __________ dias domês de ______________ do ano de ____________, às ______ horas, em primeira (ou segunda) convocação, reuniram-se,conforme o Edital nº. ______________, em Assembléia Geral, sob a coordenação de_______________________________________________________, o qual convocou para fazer parte da mesa coordenadoraos seguintes membros: ______________________________ ( especificar os nomes e cargos).Composta a mesma, designou ______________________________________ (nome) para secretariar a Assembléia .Dando início, procedeu à seguinte leitura da ordem do dia ____________________________________ (resumo do ocorrido):Nada mais a tratar, o coordenador agradeceu a presença de todos e deu por encerrada a Assembléia à qual eu,____________________________________________________, secretariei e registrei a presente Ata que, após lida eaprovada, segue assinada pelos presentes._______________________________, _________ de ________________________________ de 20 _______________. _______________________________________________________________________________ Assinatura do Coordenador de Comunicação Assinatura do Coordenador GeralSeguem as assinaturas dos presentes.-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
  59. 59. 59 MODELO DE ATA DE FUNDAÇÃO DO GRÊMIO ESTUDANTILAo dia ______ do mês de ____________________ do não de ___________ às __________ horas, os estudantes daEscola__________________________________________________, reunidos em Assembléia Geral, sob a direção de_________________________________(nome do estudante escolhido para coordenar a Assembléia), dão por abertos ostrabalhos da Assembléia Geral dos alunos e colocam em discussão a pauta única da Assembléia: a fundação da entidaderepresentativa dos estudantes, o Grêmio Estudantil.Aprovou-se o nome do Grêmio ________________________________________________.Aprovadas as questões mencionadas acima, passou-se à aprovação do Estatuto do Grêmio Estudantil que rege a entidade.A seguir, iniciou-se a discussão para a eleição da primeira Diretoria do Grêmio Estudantil, que será eleita na disputa de chapa(s)em urna.Por fim, declarou-se fundado o Grêmio Estudantil _____________________________, órgão representativo dos estudantes daEscola.Nada mais havendo para tratar no momento, encerrou-se a Assembléia Geral e a presente Ata.Para fins de direito, segue a presente Ata devidamente assinada. ______________________________ Representante da Comissão Pró-Grêmio que coordenou a Assembléia Geral
  60. 60. 60 MODELO DE ATA DE REUNIÃO DE DIRETORIARegistrar as reuniões da Diretoria do Grêmio é simples:- Marcar a data da reunião- Fazer uma lista de presença- Resumo dos pontos discutidos- Decisões tomadas- Assinatura de todos os participantes
  61. 61. 61
  62. 62. 62Relatório do Grêmio sobre a eleição
  63. 63. 63 SEMANA DE PLANEJAMENTO Recepcionar os professores no dia 01/02/2010 e convidá-los a participar do planejamento conjunto com as equipes que compõem os grupos: Língua linguagem e seus códigos: Português, Literatura, Língua Estrangeira, Educação Artística Educação Física, Ciências Humanas: História, Geografia, Ensino Religioso, Filosofia, Sociologia. Ciências Exatas, Ciências Naturais e suas Tecnologias: Matemática, Química, Física, Biologia, Ciências Os professores devem planejar os conteúdos a serem ministrados durante o ano letivo de 2010 podendo analisar o fluxo escolar que será demonstrado através de gráficos de rendimento das disciplinas por ano/série. A planilha para preenchimento dos conteúdos deve ser digitada pelaescola e afixada em cada diário de classe para que seus professoresacompanhem o desenvolvimento dos conteúdos e possam caminharjuntos o ano todo, respeitando o desenvolvimento e o ritmo de cadaturma. Para fins de acompanhamento e necessário que a escola planejepara cada bimestre reuniões de área, onde serão discutidos todos osconteúdos em cada bimestre. Devem ser disponibilizados aos professores a revista do SAERJ e asReorientações Curriculares do Estado do Rio de Janeiro. As reuniões deplanejamento devem ser registradas em livro de ATAS, como parte doprograma de desenvolvimento da escola, já que ensino aprendizagem eresultados são os critérios de eficácia obrigatórios para todas as unidadesescolares.
  64. 64. 641° Bimestre08/02 a 30/0426/04/2010: Avaliação Diagnóstica SAERJ -Língua Portuguesa27/04/2010: Avaliação Diagnóstica SAERJ –Matemática30/04/10 – COCSubprojetos:Olimpíada do Conhecimento12/03/2010 - Local: RiocentroFeira de Ciências – (3° turno)15/04/10 - CESAE na luta contra a Dengue – Apresentação do Grupo AfroRegaee –
  65. 65. 65 Ato Público 17/03/10 Aos gritos de “O petróleo é nosso, haha, huhu” e debaixo de chuva, osmanifestantes reunidos na Cinelândia, no Centro do Rio, transformaram o atode protesto contra as mudanças na legislação dos royalties do petróleonuma festa ao som de funk e samba, na noite de quarta-feira (17/03). Artistas e políticos do Rio e do Espírito Santo estiveram na passeataque, segundo a avaliação da Polícia Militar, reuniu 150 mil pessoas. Maiscedo, a PM chegou a dizer que cerca de 80 mil pessoas compareceram aoevento. No entanto, segundo a PM, esse número era preliminar. Osorganizadores estimaram público de 200 mil pessoas.O que são royalties e como são cobrados? De modo geral, royalty é um valor cobrado pelo proprietário de umapatente ou ainda por uma pessoa ou empresa que detém o direito exclusivosobre determinado produto ou serviço. No caso do petróleo, os royalties são cobrados das concessionárias queexploram a matéria-prima, de acordo com sua quantidade, e o valor arrecadadofica com o poder público. De acordo com a legislação brasileira, Estados emunicípios produtores - além da União - têm direito à maioria absoluta dosroyalties do petróleo. A divisão atual é de 40% para a União, 22,5% paraEstados e 30% para os municípios produtores. Os 7,5% restantes sãodistribuidos para todos os municípios e Estados da federação. A justificativapara essa divisão é de que os royalties são uma espécie de compensação àsadministrações locais, pelo fato de o recurso ser finito. Além disso, essaslocalidades em tese têm mais gastos com infraestrutura e prevenção deacidentes, por exemplo. Segundo a Agência Nacional do Petrólo (ANP), o Brasil arrecadou R$7,9 bilhões em royalties no ano passado.Por que a distribuição de royalties voltou ao centro da discussão? Com a descoberta da camada pré-sal, o governo do presidente LuizInácio Lula da Silva passou a defender novas regras para a exploração dopetróleo no país. Um dos argumentos é de que as empresas terão acesso a reservas dealto potencial e com risco exploratório perto de zero - o que justificaria um novomarco regulatório.

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