Miguel borges lead portuguese

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Miguel Borges of the LEAD Training Center General Assembly Presentation

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  • Inluir o mapa aki OK
  • Mapa do RIO OK Com o headquarter da PETROBRAS R&D(CENPES) e LEAD
  • Traduzir
  • Mudar para LOGOS dos fabricantes OK
  • Miguel borges lead portuguese

    1. 1. Miguel BorgesPetrobras/Cenpes
    2. 2. Agenda• Introdução (o que é o LEAD)• O porquê do LEAD• Objetivos• Plano de Atividades• Localização• Estrutura Física (Fase I)• Atividades Concluídas e em Andamento• Imagens das Fases I e II
    3. 3. Introdução
    4. 4. Introduçãoo A sigla: Laboratório de controle e automação– Engenharia de aplicação e desenvolvimentoo Um centro de desenvolvimento e capacitação dedicado às redes de campo industriaiso Idealizado a partir de demandas identificadas pelo Refino e comuns também a outras áreas da companhia, relacionadas com redes de campo, instrumentação, automação, controle e otimização.o Uma parceria entre a Petrobras e a UFRJ , representada pela COPPE (Coordenação dos Programas de Pós-graduação em Engenharia da UFRJ)o Um projeto pertencente à carteira do PROCONF (Programa Tecnológico de Confiabilidade)
    5. 5. Coordenação e Equipeo UFRJ: Prof. Liu Hsu (COPPE/PEE)o PETROBRAS: Eng. Miguel Borgeso EQUIPE: o Eng. Augusto Passos Pereira (Consultor) o Eng. Rodrigo Carneiro o 3 engenheiros em contratação o 2 técnicos em contratação
    6. 6. O porquê do LEAD
    7. 7. O porquê do LEADo A Petrobras é uma grande usuária de instrumentação FOUNDATION™ Fieldbuso Há demandas identificadas no Refino da companhia, relacionadas a suporte técnico e capacitação de mão de obra.o Várias unidades entrando em operaçãoo Muitos projetos em andamento na empresa
    8. 8. REFINARIAS O Porquê do LEAD RECAP PLATAFORMAS REDUC  MEXILHÃO REFAP  PNA-1 REGAP RENEST REPAR TRANSPETRO REPLAN  CARAGUATATUBA RLAM  CATU/SANTIAGO COMPERJ  MADRE DE DEUS UO-AL  MANATI UO-ES  PILAR UO-SE XISTO PREMIUM I PREMIUM II REMAN Quantidade de devices FF na Petrobras ≈ 70.000
    9. 9. Localização
    10. 10. A Localização do LEADCidade do Rio de Janeiro
    11. 11. Objetivos
    12. 12. Objetivos do LEADo Ser um centro de referência em redes industriais de campo, especialmente as utilizadas pela Petrobraso Ser um Centro Certificado de Treinamento na tecnologia FOUNDATION Fieldbus
    13. 13. Plano de Atividades
    14. 14. Plano de atividadeso Capacitar pessoas no projeto, configuração e manutenção de sistemas de controle baseados na tecnologia Foundation Fieldbuso Desenvolver padrões de configuração de estratégias de controleo Validar DDso Desenvolver procedimentos de calibraçãoo Realizar auditorias técnicas em unidades industriaiso Apoiar projetos de Pesquisa e Desenvolvimento
    15. 15. A Estrutura da Fase I
    16. 16. A Estrutura da Fase I Três SDCDs: Instrumentos FOUNDATION ™ Fieldbus de diversos fabricantes:  Transmissores de pressão e temperatura  Válvula com posicionador inteligente Sistemas de Gerenciamento de Ativos.
    17. 17. A Estrutura da Fase I SDCDs
    18. 18. A Estrutura da Fase I Estações Devices FF
    19. 19. A Estrutura da Fase I AmbienteInteroperável
    20. 20. Atividades Concluídas e em Andamento
    21. 21. Atividades Concluídas e em Andamento  Levantamento da base instalada de instrumentação FOUNDATION Fieldbus no Refino (REFAP e REGAP) (√)  Capacitação permanente da equipe técnica  Elaboração da especificação de uma Planta Didática (√)  Suporte técnico à REFAP (√)  Elaboração de especificações técnicas para:  Cabos;  Conectores;  Caixas de Junção;  Estudo dos Guidelines de Projeto da Fieldbus FOUNDATION™:  Critério Petrobras de avaliação de criticidade (importância) de malhas  Treinamento em Redes de Campo em parceria com a UP  Certificação pela Fieldbus Foundation
    22. 22. Certificação Foundation Fieldbus• Ida à Fieldbus Foundation• Treinamento de equipe por um instrutor certificado (Ian Verhappen/SAIT-Canada)• Auditoria e certificação das instalações e dos instrutores (Fieldbus Foundation)• LEAD autorizado a fornecer três certificações (conforme Agreement com a Fieldbus Foundation): – THE FOUNDATION CERTIFIED PROFISSIONAL – THE FOUNDATION CERTIFIED SUPPORT SPECIALIST – THE FOUNDATION CERTIFIED TECHNICAL SPECIALIST
    23. 23. Treinamento UP • Turma Sistema ABB• Turma Sistemas Emerson e Yokogawa
    24. 24. Estudos e especificaçõeso Projeto: Projeto do Segmento & Avaliação de Criticidade de malhaso Instalação: Cabos FF, Connectores, Prensa Cabos e Caixas de junçãoo Padrões de calibração de instrumentos FF
    25. 25. Treinamento da equipeo Treinamento constante da equipe na tecnologia FOUNDATION Fieldbuso Cusros customizado em SDCDs o Configuração o Operação o FOUNDATION Fieldbus o Gerenciamento de Ativos
    26. 26. Projeto de uma planta didática o Processo acontecendo no LEAD o Testes para configuração, integração e procedimentos e estratégias de controle
    27. 27. Imagens das Fases I e II
    28. 28. A Fase I Um prédio com 150 m2, no Centro de Tecnologia da UFRJ
    29. 29. A Fase II Um prédio com 1700 m2 no campus da UFRJ Aumento do escopo técnico
    30. 30. Obrigado

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