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Doenças Renais

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Pesquisa básica sobre doenças renais: prevenção,diagnóstico, tratamento, dialise e hemodialise.

Published in: Science
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Doenças Renais

  1. 1.  Os rins são dois órgãos localizados em ambos os lados da coluna vertebral, atrás das últimas costelas, e medem aproximadamente 12 centímetros. Pesam cerca de 150 gramas cada. Os ureteres são prolongamentos em forma de tubos que levam a urina dos rins para a bexiga.  São três as principais funções dos rins:  eliminar as toxinas ou dejetos resultantes do metabolismo corporal: ureia, creatinina, ácido úrico, etc.;  manter um constante equilíbrio hídrico do organismo, eliminando o excesso de água, sais e eletrólitos, evitando, assim, o aparecimento de edemas (inchaços) e aumento da pressão arterial;  atuar como órgãos produtores de hormônios: eritropoetina, que participa na formação de glóbulos vermelhos; a vitamina D, que ajuda a absorver o cálcio para fortalecer os ossos; e a renina, que intervém na regulação de pressão arterial.
  2. 2.  A insuficiência renal aguda é a perda repentina da capacidade dos rins de retirar resíduos e concentrar urina sem perder eletrólitos.  CAUSAS: Necrose tubular aguda (NTA); Síndrome nefrítica aguda; Nefrite intersticial; Queimaduras; Desidratação; Hemorragia; Lesão; Choque séptico.
  3. 3.  O ultrassom renal ou abdominal é o melhor exame para diagnosticar a insuficiência renal, mas a radiografia abdominal, a tomografia computadorizada abdominal e a ressonância magnética abdominal podem mostrar se há um bloqueio no trato urinário.  Os exames de sangue também podem ajudar a revelar a causa subjacente da insuficiência renal.  SINTOMAS  Sangue nas fezes;  Mau hálito;  Apetite reduzido;  Hipertensão;  Náuseas ou vômito que podem durar por dias.
  4. 4.  Uma vez encontrada a causa, o objetivo do tratamento é restaurar a função renal e impedir o acúmulo de líquido e resíduo no organismo enquanto os rins se curam. A quantidade de líquido que você come (p. ex., em uma sopa) ou bebe será limitada à quantidade de urina que você pode produzir Você pode precisar de antibióticos para tratar ou prevenir a infecção. Podem ser usados diuréticos para ajudar os rins a perder líquido. Pode ser necessário diálise, e isso o ajudará a se sentir melhor. Nem sempre é necessário, mas pode salvar a sua vida caso os níveis de potássio estejam perigosamente altos. A diálise também será usada se houver alteração no seu estado mental, se você.
  5. 5.  Na dieta para a insuficiência renal é necessário controlar a ingestão de líquidos e proteínas que estão presentes na carne, peixe, ovo e laticínios, assim como evitar alimentos com potássio que se encontram, geralmente, em frutas, legumes e verduras, grãos e oleaginosas.
  6. 6.  Por isso, para fazer uma dieta para insuficiência renal é importante cozinhar com muita água e várias vezes os vegetais e frutas para eliminar todo o potássio possível dos alimentos e a quantidade de água permitida deve ser sempre aquela que o médico orienta, de acordo com a gravidade da insuficiência renal.
  7. 7.  ESPARGOS FRESCOS OU CONGELADOS;  FEIJÃO VERDE FRESCO OU CONGELADO  BETERRABA  BRÓCULOS FRESCOS OU CONGELADOS  CENOURAS COZIDAS  REPOLHO COZIDO  COUVE-FLOR  BERINGELAS  ERVILHAS COZIDAS  CEBOLAS  ALFACE  AGRIÕES  PIMENTOS VERMELHOS OU VERDES  COUVE DE BRUXELAS  TOMATE FRESCO OU COZIDO (não enlatado)  PURÉ DE BATATA.
  8. 8.  MAÇÃ  COMPOTA DE MAÇÃ  SUMO DE MAÇÃ  CEREJA ENLATADA OU FRESCA  SUMO DE ANANÁS  FIGO ENLATADO  SALADA DE FRUTAS ENLATADA (sem beber o sumo)  UVAS (10 Bagos/dia)  SUMO DE UVA  PÊRA FRESCA OU ENLATADA (sem beber o sumo)  PÊSSEGO FRESCO OU ENLATADO (sem beber o sumo)  ANANÁS FRESCO OU ENLATADO (sem beber o sumo)  MORANGO FRESCO OU ENLATADO  FRAMBOESA FRESCA OU CONGELADA  MELANCIA  LARANJA (1/dia)
  9. 9.  É uma opção de tratamento através do qual o processo ocorre dentro do corpo do paciente, com auxílio de um filtro natural como substituto da função renal. Esse filtro é denominado peritônio. É uma membrana porosa e semipermeável, que reveste os principais órgãos abdominais. O espaço entre esses órgãos é a cavidade peritoneal. Um líquido de diálise é colocado na cavidade e drenado, através de um cateter (tubo flexível biocompatível).
  10. 10.  O cateter é permanente e indolor, implantado por meio de uma pequena cirurgia no abdômen. A solução de diálise é infundida e permanece por um determinado tempo na cavidade peritoneal, e depois drenado. A solução entra em contato com o sangue e isso permite que as substâncias que estão acumuladas no sangue como ureia, creatina e potássio sejam removidos, bem como o excesso de líquido que não está sendo eliminado pelo rim.
  11. 11.  DIÁLISE PERITONEAL AMBULATORIAL CONTÍNUA (DPAC) › Realizada diariamente e de forma manual pelo paciente e/ou familiar. Geralmente quatro trocas ao dia (manhã, almoço, tarde, noite), sendo que o tempo de troca leva aproximadamente 30 minutos. No período entre as trocas, o paciente fica livre das bolsas.
  12. 12. Realizada todos os dias, normalmente à noite, em casa, utilizando uma pequena máquina cicladora, que infunde e drena o líquido, fazendo as trocas do líquido. Antes de dormir, o paciente conecta-se à máquina, que faz as trocas automaticamente de acordo com a prescrição médica. A drenagem é realizada conectando a linha de saída a um ralo sanitário e/ou recipiente rígido para grandes volumes. Durante o dia, se necessário, podem ser programadas “trocas manuais”.
  13. 13. Pode-se produzir uma hemorragia no ponto onde o cateter sai do corpo ou no interior do abdômen, ou pode perfurar-se um órgão interno durante a colocação do mesmo. O líquido pode extravasar e sair em volta do cateter ou ir para o interior da parede abdominal. A passagem do líquido pode ser obstruída pela presença de coágulos ou de outros resíduos.
  14. 14.  Esta pode localizar-se no peritônio, na pele onde se situa o cateter ou na zona que o circunda, causando um abscesso. A infecção em geral surge por um erro na técnica de esterilização em qualquer passo do procedimento da diálise. Habitualmente, os antibióticos podem eliminá-la; caso contrário, é provável que se deva extrair o cateter até que se cure a infecção.
  15. 15.  Na hemodiálise a maquina recebe o sangue do paciente por um acesso vascular, que pode ser um cateter (tubo) ou uma fistula arterionevenosa, e depois é impulsionado por uma bomba até o filtro de diálise (dialisador). Dialisador o sangue é exposto á solução de diálise (dialisato) através de uma membrana semipermeável que retira o liquido e as toxinas em excesso e devolve o sangue limpo para o paciente pelo acesso vascular.
  16. 16.  Preparada por uma pequena cirurgia no braço ou perna. É realizada uma ligação entre uma pequena artéria e uma pequena veia, com a intenção de tornar a veia mais grossa e resistente, para que as punções com as agulhas de hemodiálise possam ocorrer sem complicações. A cirurgia é feita por um cirurgião vascular e com anestesia local. O ideal é que a fistula seja feita de preferência 2 a 3 meses antes de se começar a fazer hemodiálise.
  17. 17.  O cateter de hemodiálise é um tubo colocado em uma veia no pescoço, tórax ou virilha, com anestesia local. O cateter é uma opção geralmente temporária para os pacientes que tem uma fistula e precisam fazer diálise. Os principais problemas relacionados ao uso do cateter são a obstrução e a infecção, o que muitas vezes obriga a retirada do cateter e o implante de um novo cateter para continuar as sessões de hemodiálise.
  18. 18.  A hemodiálise esta indicada para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica grave. A indicação de iniciar esse tratamento é feita pelo seu médico especialista em doenças dos rins.  Consulta medica, investigando os seus si tomas e exame minando o seu corpo; Dosagem de ureia e creatina no sangue; Dosagem de palácio no sangue; Quantidade de urina produzida durante um dia e uma noite. Através da consulta é possível começar o tratamento com remédio que podem controlar os si tomas e estabilizar a doença. Em caso em que os remédios não são suficientes e a progride, pode ser necessário iniciar a hemodiálise.

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