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58 sexta categoria - segundo subgrupo - caso 04

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58 sexta categoria - segundo subgrupo - caso 04

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58 sexta categoria - segundo subgrupo - caso 04

  1. 1. Sexta categoria Animais e fenômenos de assombração Segundo subgrupo Aparições de animais em locais assombrados
  2. 2. Caso 04 (Visual-coletivo, com diversidade de “impressões” sensoriais) Extraio este caso do Journal of the S. P. R. (vol. XIII, págs. 52-64). Ele faz parte de um extenso relatório sobre uma casa assombrada onde apareciam os fantasmas de uma mulher vestida de preto, de um homem pendurado num galho de árvore e de um cãozinho branco, percebidos geralmente por diversos percipientes. No relatório, encontram-se sublinhadas 14 aparições do cãozinho, mas limitar-me-ei aqui a transcrever somente a primeira. Eis o que conta a senhora Fletcher, que morava na casa assombrada:
  3. 3. “O pequeno cão branco apareceu pela primeira vez no mês de janeiro de 1900. Numa tarde, meu marido saiu da biblioteca, onde ele se encontrava sozinho, e me disse: “Vi um cão branco na biblioteca”. Respondi sorrindo: “Nada mais natural, nossos dois cães não fazem outra coisa a não ser passar de um cômodo a outro”. Mas meu marido, sério, disse-me: “Não falo de nossos cães. Enquanto escrevia, vi um cãozinho branco girar em volta da escrivaninha e ir até a porta que estava fechada. Pensando que era Nippers, levantei-me para abrir a porta, mas o cãozinho tinha desaparecido”. Depois desse primeiro incidente, as aparições do cãozinho branco tornaram-se frequentes; nós todos pudemos ver, inclusive nossos empregados, nossos hóspedes, a senhorita Plumtre (de quem os senhores encontrarão o relato em anexo) e seu irmão.”
  4. 4. É preciso chamar a atenção dos leitores sobre o fato de que, no momento em que o cão resvalava em alguma parte do corpo dos percipientes, eles sentiam imediatamente uma sensação de calor no ponto em que a pressão alucinatório-verídica do corpo do cão fantasma tinha tocado. Um pouco adiante, a senhora Fletcher observa: “Num local de minha perna, embaixo do joelho, que o cão tinha resvalado ao passar, percebi, durante várias horas, uma sensação de queimação bastante forte, tal qual a de uma ligeira queimadura. Minha filha Eglantine não estava presente no momento em que falei sobre isto; no entanto, pouco depois ela observou espontaneamente: “Mamãe, no lugar da minha perna onde o nariz do cão encostou sinto como que uma sensação de queimadura”. Não consigo encontrar nenhum incidente do passado que tenha relação com a aparição do cãozinho branco, exceto que, há treze anos, eu tinha um cão terrier de pelo branco que tinha sido meu grande favorito e era absolutamente igual àquele que se manifestava.”
  5. 5. Esta última observação da senhora Fletcher deixaria supor que, neste caso, tratar-se-ia de antemão de um exemplo de identificação de um fantasma animal. Mas esta observação é vaga por demais para ser levada em consideração. Somente quando a relacionarmos com casos análogos que citarei na oitava categoria será possível atribuir-lhe um certo valor comprobatório. De qualquer forma, não saberíamos ligar o fato da aparição verídica de um cão falecido alguns anos antes ao das aparições de fantasmas de homem e de mulher, exceto se quisermos retirar desta coincidência o fato de que as condições de saturação fluídica inerente a um meio assombrado tenham dado condições ao cão para se manifestar.

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