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Barbara freitag

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uma retrospectiva da politica educaciona lbrasileira

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Barbara freitag

  1. 1. POLITICA EDUCACIONAL:UMA RETROSPECTIVAS HISTÓRICA
  2. 2. O Primeiro Período • Modelo agroexportador- economia se assentava em um só produto de exportação (açúcar, ouro, café, borracha) • Política educacional estatal é quase que inexistente. • O primeiro Ministério de Educação é criado pelo Governo de Getúlio Vargas em 1930.
  3. 3. • Durante o Brasil-Colônia, - um sistema educacional montado pelos jesuítas. • Gramsci- sociedade civil era composta quase • que exclusivamente pela Igreja. • Que importância poderia ter a educação dentro de tal formação social?
  4. 4. • À escola, como mecanismo de re-alocação dos indivíduos na estrutura de classes, era, portanto, dispensável. • Restavam-lhe ainda duas funções: a de reprodução das relações de dominação e a de reprodução da ideologia dominante.
  5. 5. • As escolas de jesuítas, preenchiam essas funções, ajudando e assegurando dessa maneira a própria reprodução da sociedade. • Além de prepararem os futuros bacharéis em belas artes, direito e medicina, fornecendo assim os quadros dirigentes da administração colonial local, formavam ainda os futuros teólogos,
  6. 6. • Os colégios e seminários dos jesuítas foram desde o início da colonização os centros de divulgação e inculcação do cristianismo e da cultura européia, ou seja, da ideologia dos colonizadores. • Declaradamente sua função consistia • em subjugar pacificamente a população indígena e tomar dócil a população escrava.
  7. 7. • Apesar da expulsão transitória dos jesuítas do Brasil no fim do Século XVIII, a Igreja preservou sua força na sociedade civil ainda nas fases do Império e da I República. • São poucas as mudanças sofridas pela sociedade colonial durante o Império e a I República.
  8. 8. • A estrutura social de dominadores e dominados permanece, a mesma. • Não há necessidade de qualificação da força de trabalho imigrante.
  9. 9. • No fim do Império e começo da República se delineiam os primeiros traços embrionários de uma política educacional estatal. • Ela é fruto do próprio fortalecimento do Estado, sob a forma da sociedade política. • Até então a política educacional era feita pela Igreja.
  10. 10. O Segundo Período - a fase de 1930-1945 • O fortalecimento das instituições da sociedade política decorria, por sua vez, da importância que os aparelhos jurídico e repressivo do Estado adquiriam como mediadores do processo econômico.
  11. 11. • Era o Estado que avalizava os investimentos no setor ferroviário, contratava os empréstimos para a expansão da produção cafeeira nos países de economia hegemônica e incentivava (financiando a , parcialmente) a imigração da força de trabalho necessária, em decorrência da expansão das lavouras.
  12. 12. • Provocou aumento ilimitado da dívida externa. • A falta de divisas impôs a restrição da importação de bens de consumo. • Todos esses fatores contribuíram para o fortalecimento da produção industrial no Brasil
  13. 13. • A classe até então hegemônica dos latifundiários cafeicultores é forçada a dividir o poder com a nova classe burguesa emergente. • Vargas assume o poder em 1930, implantando, em 1937, o Estado Novo, com traços ditatoriais.
  14. 14. • É criado pela primeira vez,5 em 1930, um Ministério de Educação e Saúde. • Anova Constituição de 34 (Art. 150a) a necessidade da elaboração de um Plano Nacional da Educação que coordene e supervisione as atividades de ensino em todos os níveis.
  15. 15. • Implanta-se a gratuidade e obrigatoriedade do ensino primário. O ensino religioso toma- se facultativo. • É introduzido o ensino profissionalizante. • Declaram-se obrigatórias as disciplinas de educação moral e política (Art. 131).
  16. 16. • Um ano após a promulgação da lei, são implantadas, escolas técnicas profissionalizantes (liceus) em Manaus, São Luis, Vitória, Pelotas, Goiânia, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
  17. 17. • A política educacional do Estado Novo não se limita à simples legislação e sua implantação. Essa política visa, acima de tudo, transformar o sistema educacional em um instrumento mais eficaz de manipulação das classes subalternas.

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